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As mais freqüentes perguntas!

01:16 @ 21/11/2008

PERGUNTAS FREQÜENTES

Quando” se dará e “como” será a Transição Planetária

 

Uma das perguntas mais freqüentes em nossas caixas de correspondência diz respeito ao “processo” da Transição Pisces-Acquarius em sua fase de ruptura, ou seja, os tempos denominados “Tzaráia” (termo que quer dizer “oportunidade”), previsto para durar aproximadamente 33 meses consecutivos em sua fase mais aguda (dois anos e nove meses, ou 36 lunações segundo outras correntes)

 

Numa tentativa singela de comentar essa questão, tenho de começar dizendo que nossos guias espaciais (Missão Ors Inaran) encaram tudo isso com muita simplicidade, clareza e calma, e com muita sabedoria, por um lado, e, por outro lado, com muita franqueza também, sem rodeios!

 

O período de “Tzaráia” é o tempo de “consumação”, simplesmente, do processo em questão (Transição Planetária), tanto no plano coletivo, como no plano dos indivíduos, e tanto no âmbito do Reino Humano (Hamnas) como nos demais Reinos. Trata-se de um fenômeno de escala “Solar”, ou seja, de “Sistema Solar”, com forte repercussão na Terra, fato também explicado por eles.

 

Garantem que o que viveremos não é novidade para ninguém em termos espirituais, já que a humanidade já teria passado por isso antes e, de alguma forma, superado os obstáculos para que seu “acervo genético-biológico e sócio-cultural” pudesse ter uma continuidade, inaugurando um novo período, uma nova era, uma “Nova Geração” (ou uma nova “Raça” ou “Sub-raça”, segundo o esoterismo clássico).

 

Dizem que esses momentos de ruptura, essas “transições”, como tudo em termos cósmicos, enfim, são síncronos com outros processos e, por essa razão, não devem ser vistos isoladamente. Informam que o projeto de colonização da Terra pelas três “etnias espirituais dominantes” (Homaras, Darmonianos e Simaós) guarda estreita relação com esses eventos cíclicos de grandes proporções, planejadamente.

 

A cada “final de ciclo” ou transição de eras, acontece uma “janela” ou uma oportunidade para o remanejamentos de almas, pois o “endereço regional, planetário, solar, galáctico... etc.” das individualidades humanas (assim como aqueles que estão a nossa volta, em nossas vidas) é gerenciado por um “automatismo natural”, ou seja, por sintonia vibracional. A freqüência vibratória de cada um é dada pelo “grau de auto-desdobramento” que cada um, por esforço próprio, conseguiu “internalizar”, ou seja, “consolidar não só pelo saber, mas pela vivência”, pela experiência prática, digamos assim, sem a qual tal “consolidação interna” não tem como prevalecer de modo estável.

 

Cada SER está sempre no melhor endereço cósmico para seu crescimento. Não há punição, certo e errado, condenação, ... nada disso, segundo nos informam esses Irmãos do Espaço. Todos os caminhos são válidos, porque ao lado deles estarão sempre nos acompanhando as conseqüências de nossos atos, não como instrumentos de “juízo”, mas de orientação, para que possamos sempre, de alguma forma, encontrar referências externas para nos balizar o “diálogo interno”, o escutar a VOZ INTERIOR ou VOZ DA CONSCIÊNCIA, expressão conhecida no esoterismo ocidental como “Eu Superior”.

 

Eles destacam que a história da Terra e dos terrestres é fortemente atípica, ou seja, muitíssimo especial, razão pela qual ela mobiliza tantas participações, já que tudo aquilo que conquista ou apresenta um certo grau de “atipicidade” revela uma amplitude ou uma abrangência também especial. Quanto mais incomum um processo — como é incomum a experiência em curso na Terra — quanto mais “raro”, mais atípico é o momento, mais interesses abertos suscitam espaço afora. O que se passa na Terra e com os terrestres é, sim, muito especial, inclusive em razão do Mestre que lhe dirige os destinos, Mestre ao qual eles, os Espaciais, os Interplanetários e os habitantes dos subterrâneos dos mundos (Djinas e Gueberones), bem como os povos hiperfísicos (Elaianos ou Eloins) reconhecem um elevado grau de sabedoria e poder espirituais. Esse Mestre é uma expressão de uma Existência à qual eles denominam ILIÃN, e que tem muitas manifestações, em diversos sistemas ou níveis consciencionais, ou seja, de auto-desdobramento (ou de “evolução”, no dizer dos esotéricos).

 

Esse Mestre dirige a experiência terrestre (Báki-Tídi-Ária ou, simplificadamente, “Projeto Terra”) sob a denominação de Itza Omhábi, conjuntamente com sua contra-parte feminina Madjilla-Súh, expressões (personalidades ascencionadas) conquistadas no planeta Nada, que órbita o complexo solar que aqui na Terra denominamos por Sírius.

 

O casal em questão também já tem uma expressão “venusina” ou “venusiana”, para se fazer “mais próximo” da Terra e dos Terrestres, e há pouco “tempo” — em termos históricos — conquistou também uma identidade “terrena”, fato acontecido por ocasião do auge da civilização que construiu as mais importantes pirâmides, edificações radiônicas depois ditas “do Antigo Egito” (quando foram adaptadas para serem túmulos), monumentos que, na verdade, seriam pré-diluvianos em sua maioria.

 

Tais identidades, presentemente, se encontram encarnadas, sim. Ela trabalha com ecologia e meio ambiente no âmbito de missões de ajuda humanitária, especialmente na África, (seu nome espiritual terreno é “Letícia”, aquela que na Galiléia foi Maria de Magdala ou Madalena), enquanto Ele viveria entre a França e o Oriente Médio, quase sempre envolvido com missões diplomáticas diversas. Seu nome espiritual terreno é Emanuel, e foi Jesus de Nazaré.

 

Em sua “versão” como Itza Omhábi e Madjilla-Súh (aos quais conhecemos como “O Cristo”, ou seja, o que foi “Escolhido” ou “O Ungido”) eles deverão novamente se apresentar aos terrestres, como o fizeram há dois mil anos atrás, mas, desta feita, diretamente (em pessoa), e não através de suas expressões terrenas que, por estarem hoje encarnadas, deverão, na oportunidade, desencarnar com alguma antecedência. Ambos (as expressões terrenas) nasceram por volta do início da década de 30 em países Europeus diferentes. Viveram pouco tempo juntos e depois partiram para suas respectivas missões de vida. Ambos tiveram filhos num primeiro casamento (ela um casal e ele três meninas) e, com exceção de um deles (o menino, o caçula de todos), que vive nos Estados Unidos, todos os demais viveriam presentemente na Europa.

 

Nossos Irmãos do Espaço falam de um ACORDO e das sete “forças” que governam o destino da humanidade terrena, ou seja, as sete forças que “conformam” e realizam o contexto no qual as Almas se debatem em seus processos, sempre em busca da dita auto-revelação de suas “Identidades Cósmicas”.

 

Entre os que integram o ACORDO há um grupo que deseja apropriar-se da Terra para fazer dela o “QG” de um novo Império belicista, imperialista, conquistador de mundos. São as forças de Baóbi Koro (Kommo) — um "enlouquecido" guerreiro siriano — que conta com algumas alianças poderosas, sendo a mais “famosa” a de Groddo Úki (Bel-Tzé-Bud, o que se alimenta de sangue, ou seja, de hectoplasma), que são seres “Djinas” (Rói Bibis ou “humanóides” de diversas “raças”), aquartelados na Terra de modo meio que "parasitário", digamos assim, estabelecendo uma grande confusão inclusive no meio Ufológico científico e na Exopolítica, pois Djinas (Rói Bíbis = "Zeladores") — os clássicos "humanóides cabeçudos" —  são biotipos universais e, quase na totalidade deles, habitantes das crostas planetárias (parte subterrâneas dos planetas), e não de suas superfície, como no nosso caso.

 

Outro grupo é formado pelos que ficarão na Terra após o remanejamento de Almas, por já estarem se preparando para isso vida após vida. Tem índole “Yin” e está umbilicado aos planos do Mestre para a Terra. Seus membros são ou serão chamados de “Sherans”, que quer dizer “brilhantes” ou “luminosos”, a Raça Dourada, os terrenos, enfim implantados artificialmente na Terra!

 

Outro grupo, de índole mais Yang, deixará a Terra e migrará, por sintonia, para um planeta denominado Dóton (o dito Astro Intruso), que quer dizer aquele que marca o passo, ou que "estabelece o compasso" dos ciclos de renovação planejados para o Projeto Terra depois de um acidente (incidente) solar denominado Thoro Marrójih, acontecido há muito tempo atrás, acidente que danificou nosso sistema de comunicação “interna”, nos isolando de nossas identidades, nos impondo como “realidade” apenas aquilo que nos era sensível aos sentidos comuns, e que implicou grandes reviravoltas no dito "Projeto Terra".

 

Baóbi Koro (Kommo) controla hoje — graça à omissão de bilhões de sossegados ou distaídos súditos, ou seja, de nós todos —  quase tudo na Terra (energia, áreas bélica e militar, meios de comunicação, instituições de pesquisa avançada, indústria alimentícia e de medicamentos, agricultura e pecuária extensiva, mineração em escala, grandes corporações, Casa da Moeda norte-americana, meio acadêmico de alto nível, grandes companhias de transporte naval e aéreo, governos e tecnologias, planejamento estratégico e de marketing em geral, e também aos organismos internacionais, o ocultamento do fenômeno UFO e afins e a assim chamada "engenharia reversa", etc.).

 

A ação deles é reconhecida sob o apelido de “Governo Oculto do Mundo”, o Super Estado Paralelo Central, o Império do Anti-Cristo. Embora tenham muita força, só agem, essencialmente, na fisicalidade, pelo controle social, político, econômico-financeiro e cultural (valores), ao contrário da Hierarquia e seus Aliados (os Povos Confederados) que apóiam o Mestre, e que têm mais força nos planos sutis.

 

O grupo que deixará a Terra para migrar para Dóton disputa lugar com o grupo de Baóbi Koro (Kommo), e são os grandes manipuladores das religiões em geral e do mundo das idéias, da moral e da ética, das artes e das filosofias, e de uma certa forma também da educação, onde concentram seus instrumentos de controle e aliciamento, tendo mais recentemente expandido seus domínios através dos ditos “movimentos sociais” e da “política partidária” e outras formas que levam as pessoas a comportamentos ou radicais ou fanáticos.

 

Todas as partes acima destacadas têm noção ou pleno conhecimento do que está acontecendo nos planos sutis, nos bastidores da experiência terrestre, e que, aceleradamente, caminha para manifestar-se na fisicalidade. À medida que a humanidade busca formas para encarar a crise global que aí está, tanto a cultural (em sentido amplo) como a crise natural, por força dos acontecimentos telúrico e ecológico-ambientais que marcarão o período de modo dramático, vai se dando o “aparte” Yang / Yin e novas “vagas” reencarnatórias vão se abrindo para que almas há muito desencarnadas tenham chances, já que o espectro reencarnatório, nos períodos de transição, abre-se bastante, permitindo reencarnações bastante diversificadas vibratoriamente.

 

A índole Yin, quando positiva, é cooperativa, amiga e solidária, desapegada e criativa, aberta sempre à novas idéias e possibilidades, inovadora, simples e delicadamente alegre, e vem se associando em rede para realizar na Terra uma base, uma infra-estrutura comunitária para a Transição numa perspectiva que tenha laços com a nova Civilização, civilização essa representada “vibratoriamente” por uma Mandala com 16 pontas (como a Catedral de Brasília vista de cima) — cada ponta representando uma das 16 hierarquias que terão “embaixadas” na Terra, realizando as 16 Nações Aquarianas que terão em comum a Terra inteira como território, sem fronteiras de posse.

 

São os movimentos que convergem para a AGENDA AQUARIANA, já não mais envolvidos com a “salvação” do Sistema dominante, seja na perspectiva (manipulada) de Baóbi Koro, seja na perspectiva dos Kamará Aeons, os Colonizadores conhecidos como “Deuses Invasores”, que levarão as Almas aqui conquistadas para Dóton (Seus grupos armados ou frentes militares reúnem raças diversas e, entre elas, temos alguns tipos ditos "reptilianos", embora reptilianos possam ser encontrados entre os Confederados também, assim como os "Cinzas" e outros tipos. Bom não nos valermos das aparências para definirmos índoles e papéis. Isso já fazemos por aqui na Terra...). Registra-se, inclusive, que algumas falanges de reptilianos de linha, digamos, "militar", romperam com os Kamará Aeons e agem na Terra, há tempos, movidos por interesses próprios, por sinal nada "dignificantes"...

 

Todos os Sherans (terrenos que aqui ficarão) têm sido auxiliados por muitas Almas estrangeiras, almas ligadas à Hierarquia (grupo de Servidores voluntários ligado ao Mestre e vindos com Ele para a Terra) e aos Confederados (estrangeiros solidários ao projeto do Mestre para a Terra, organizados sob a “batuta” do Arcanjo Miguel ou Ashthar Sheran, ou Comandante Amatzille, ou ainda Aká-Amon).

 

Esses estrangeiros são chamados de “Tarefeiros” e estão espalhados por todo o globo, embora muitos (a maioria, ainda), perdidos, entretidos com os valores do dito “Sistema”. Estão por aqui para viabilizar as sementes das 16 Nações Aquarianas, em toda a Terra, e em todos os seus aspectos, nas montanhas e planaltos de todo o mundo, sempre longe dos mares e das cidades em geral, em lugares relativamente preservados e isolados.

 

Todas as Almas terrenas que se somarem a esse grupo de Servidores, poderão partir um dia com eles, se tornando servidores dessas missões espaciais que ajudam mundos missionariamente, ou seja, se tornando também Tarefeiros.

 

Os prazos para que possam realizar a fundação das 16 Nações Aquarianas se estreita rapidamente, pois o “tempo” real e o relativo para que se feche o ciclo e Tzaráia se implante são função do padrão coletivo médio de consciência efetivamente revelado. A maioria das Almas (mais de 2/3) deixará a Terra e irá para Dóton, por afinidade com o modelo proposto pelos Kamará-Aeons. Poucos ficarão na Terra e muito menos se manterão encarnados para realizar, junto aos Tarefeiros (estrangeiros), a ponte entre Pisces e Acquarius, à bordo dos embriões das 16 Nações Aquarianas (As 16 Redes Mundiais de Estações Aquarianas).

 

Todas as atitudes personalistas, privadas, particulares, reservadas, exclusivistas, isoladas e afins de subsistência às crises naturais e ao colapso cultural definirão uma migração para Dóton para as Almas que protagonizarem essas iniciativas (aspectos negativos da índole Yin), pois esse seria um dos mais poderosos instrumentos disponíveis para que a Ordem Cósmica natural possa realizar o remanejamento de Almas previsto. Junto com esses irão os “Yangs, positivos e negativos, ou seja, os autoritários, controladores, violentos, guerreiros, vingativos, “super-chefes”, e assim por diante). Uns precisam, pelo visto, do outro!

 

Sim, os mansos (verdadeiramente pacíficos e cooperativos) e os sedentos de justiça herdarão a Terra. Não é o que já sabemos?!...

 

Vale destacar, portanto, que as iniciativas pautadas nas diretrizes compiladas ou reveladas pela Agenda Aquariana — http://www.agendaaquariana.blogspot.com — atrairia naturalmente as forças comprometidas com o plano do Mestre para a Terra.

 

Em termos do atual quadro de forças, Tzaráia aconteceria bastante “abruptamente”, em torno de 2013 a 2016 em termos do Calendário Gregoriano (o ano de 2012 / 13 seria, na verdade, o ano 1999/2000, pois de fato estaríamos vivendo, em realidade, o ano de 1996 agora). Essas datações, bom que se diga, não são informações “canalizadas” no meio amasófico (Missão Ors Inaran), mas especulações baseadas em sutis colocações observadas em algumas (raras) canalizações onde essa questão (datas), de alguma forma, ao menos "parecem" ser ventiladas.

 

"Sinais" de todos os tipos e para todos os gostos já estão por aí, não é verdade? Inclusive aqueles plantados pelos apoiadores estrangeiros (Confederados) e linhagens ligadas à Hierarquia, que à medida que concluem suas tarefas têm elas “assinado” no “chão do mundo” suas presenças, primeiramente no Reino Unido, depois em outros países e, agora, pelo visto, no Brasil também. Logo as pessoas descobrirão que nossos Irmãos são capazes de fazer “sinais” (assinaturas) em lugares e condições verdadeiramente incríveis!

 

Todo tipo de crise virá, muitas delas resultado de manipulações visando um Governo Central Planetário, um só “parlamento” (cujos membros, a título de “segurança”, não serão conhecidos), e com todo mundo devidamente “chipado” e controlado de alguma ou de várias maneiras.

 

Todas elas, entretanto, não deverão nos deter, ou nos amedrontar. Mas quando as grandes cidades não puderem mais ser abastecidas em razão do acirramento da crise climática (energia, alimentos, falhas nas comunicações e nos sistemas de transporte, aeroportos paralisados por vários dias, violência e saques por todos os lugares), aí sim! Deixe de vez a grande cidade e as médias cidades também. Afaste-se dos litorais e busque áreas altas e isoladas... EMBARQUE!

 

Sim, EMBARQUE numa das Estações de qualquer das REDES MUNDIAIS que vc esteja ajudando (de verdade) a fazer. Mas atenção: não se engane e nem tente enganar ninguém. Se você estiver apenas "fugindo egoisticamente do caos", nem vá, porque essa tônica vibratória garantirá uma situação bem adversa para você e os seus. O Coração tem de estar munido de outra energia! Com a energia da libertação, da vitória, do começo de um tempo novo sobre a Terra, em Gaia!

 

Pule de cabeça, doe-se, abnegadamente, de verdade, a essa causa AQUARIANA e vá em frente! Valha-se da força do velho sistema, sim, sem preconceito, para projetar-se para o futuro. Leve no bolso e em suas costas, bem como entre seus valores e ideais, apenas o que tem a ver com a NOVA TERRA. Deixe para trás o que já passou. Leve-se e não leve ninguém mais a não ser a você mesmo(a), ainda que ao seu lado outros estejam fazendo a mesma coisa, por que não cabe a você determinar o destino de quem quer que seja.

 

Esse  talvez seja o aspecto mais difícil: desapego! Mas essa é a nova moeda de troca. É a única que de fato terá valor. Não se engane e não tente enganar ninguém! Saiba que você não conseguirá ficar numa Estação onde de você não há nada nela, uma energia que seja, mesmo que ali você tenha colocado "muito dinheiro". Esse não será o critério. Sem envolvimento, vivência, presença pessoal, dedicação pessoal, você não deixará nelas sua marca! E ninguém lhe barrará a entrada. Será você mesmo(a) que se perceberá indigno da oportunidade, do caminho. Faça para um alguém, nada mais. Se esse fazer for assinalado com os valores que doravante prevalecerão na Terra, um lugar, em algum canto, lhe será, pela ordem natural do Cosmo, providenciado. É CONFIAR e partir resoluto!

 

Junte-se a uma família aquariana, a uma REDE MUNDIAL que esteja trabalhando sério a partir dos postulados da AGENDA AQUARIANA, e só trabalhe. Não faça “planos”, só trabalhe e se dedique! Você estará, assim, a cada instante, definindo suas coordenadas espaço-dimensionais e temporais, bem como aqueles que, se for o caso, estarão ao seu lado nesse extraordinário momento planetário que todos nós já estamos começando a viver!

 

Essa tem sido a nossa resposta a essas perguntas por aqui tão freqüentes em nossa Caixa Postal Eletrônica. Como dar o pontapé inicial?... Reafirmo que é só viver uma decisão interna. O resto vem por acréscimo, naturalmente, pois as orientações de seus guias virão imediatamente, na seqüência. Siga-as, sim, sem temor, sem medo de crítica, estrategicamente (inteligentemente), sem fanatismo, com o pé no chão, em silêncio, sem alarde, ainda que sozinho(a), ...siga a VOZ INTERIOR, a VOZ DA CONSCIÊNCIA! A MENSAGEM está aí para TODOS, indistintamente, e nessa seara ninguém sabe mais do que ninguém. Em termos de travessia Pisces-Acquarius na Terra somos todos marinheiros de primeira viagem.

 

E não se ocupe de saber ou de se preocupar sobre que “tempo” você teria ou não ainda pela frente! Não é essa, absolutamente, a pergunta a ser feita!!! Quanto mais você fazer, realizar no sentido desse MUNDO NOVO, mais tempo você e todos os seus pares terão. Se você cruzar os braços, amanhã já será, com certeza, o Dia “D”!

 

Forte abraço a todos e feliz caminhada!

 

Luiz Gonzaga

 

Compartilhando uma visão tão geral quanto global
 
REDE AURORA
Nossas grandes metas:
 
(1) a internacionalização da pessoa jurídica da Rede Aurora, na forma de "instituto", com sede mundial própria e pessoal administrativo à postos, e com pelo menos três escritórios fora do Brasil, até fins de 2010;
 
(2) Criação e desenvolvimento de uma base econômico-financeira para o financiamento da construção das Estações Aurora como complemento à participação financeira voluntária do Quadro de Associados Beneficiários, tendo com base a parceria ISAORG + REDE AURORA e a empresa industrial e comercial KATAVENTO;
 
(3) Modernização do website da Rede Aurora, para que ele possa acontecer em vários idiomas, com editores de seções em todo o mundo, loja virtual, CHAT, seções reservadas ao Quadro de Associados, e outros recursos interativos, gerenciado por uma equipe mínima na sede da Rede Aurora e, eventualmente, com Servidor próprio;
 
(4) Constituição e manutenção de uma equipe técnica mínima, com profissionais atendendo às áreas de arquitetura, engenharia civil, elétrica, hidráulica, agricultura, promoção e tecnologias sociais, ajuda humanitária e defesa civil, multimídia e documentação cine-áudio-visual e transporte (logística) e comunicações;
 
(5) Secretaria Geral profissionalizada e devidamente remunerada, com dedicação exclusiva;
 
(6) Dezesseis (16) Estações Aurora no Brasil e outras vinte e duas (22) em outras partes do mundo, e escritórios regionais de apoio em lugarejos próximos, apoiando o trabalho sócio-ambiental regional e a difusão pública da AMASOFIA;
 
(7) Sistematização dos conteúdos amasóficos e desenvolvimento de peças para sua difusão, entre filmes, quadrinhos, pps, livros e exposições;
 
(8) Desenvolver veículos aéreos leves (Igai-mãs), com capacidade de pouso e decolagem vertical, autônomos e silenciosos, de diferentes portes e para diferentes aplicações (pesquisa e monitoramento geográfico e ecológico-ambiental, transporte de cargas e passageiros, expedições orbitais e para-orbitais).
 
Segundo Tzarim e Moláki, temos plenas condições de realizar essas metas e fazermos a TRANSIÇÃO (a adaptação delas) ao novo modelo ou padrão de civilização que se estabelecerá em Gaia (Terra) à medida que o atual "cenário" for ruindo por força de uma série de fatores, entre os quais as questões climáticas, a desorganização econômico-financeira e social (debandada em relação aos postos de trabalho em geral), complicações geo-magnéticas com implicações graves nas comunicações convencionais e crise definitiva na produção centralizada de energia, alimentos, fármacos, materiais e utilidades em geral (Fim dos governos, moedas, empresas, comércio e indústrias como hoje as conhecemos).
 
A dita TRANSIÇÃO reforçará a organização da humanidade remanescente em 16 "famílias" (Nações Aquarianas), cada qual com sua "tipologia básica" de assentamento (Estação). Em comum, tais Nações Aquarianas manterão uma rede global de BALIZAS (geográficas e sinalizadores de navegação aérea), FARÓIS (de monitoramento ecológico-ambiental em rede, garagens e apoio às Balizas), ENTREPOSTOS (para troca de saldos e excedentes em geral, inclusive agrícola, intercâmbio tecnológico e de pessoal e coordenação operacional de trabalhos em comum), NÚCLEOS (manufaturas e produções especializadas — como igaí-mã, por exemplo — com servidores em rodízio) e COLÔNIAS (resgate de pessoas, trabalhos de cura coletiva, triagens, encaminhamentos, formação de expedições para implantação de estações de todas as REDES e, posteriormente, centros de reencontros fraternos e congraçamentos inter-nações aquarianas), e os COMPLEXOS INTERPLANETÁRIOS, ou seja, "bases" espaciais, como gigantescos "espaço-portos" abertos à navegação sideral, local e alienígena.
 
A participação extra e intra-terrestre se dará aos poucos, mas consistentemente, em vários níveis e frentes de atuação, inclusive busca e salvamento, triagem, cura em massa, remanejamentos populacionais, e assim por diante.
 
Entre as ESTAÇÕES da REDE AURORA e das demais REDES que se auto-identificarem — veja http://www.agendaaquariana.org.br/ — terá de haver um bom trânsito de pessoas (leia-se "conhecimentos"), rádio-comunicação e missões de apoio à expansão da REDE, que buscará transformar acampamentos e povoações desassistidas em novas ESTAÇÕES da REDE. O mapeamento de acampamentos e grupos isolados sem assistência levará algumas décadas... e terá de ser feita pelo ar (Igaí-mãs de diversos tipos e portes)
 
Oficinas convencionais, estoques de peças e de materiais e recursos humanos habilitados viabilização a construção de Igaí-mãs diversos, por vários anos, na medida que recursos e técnicas alternativas forem sendo introduzidas.
 
Hoje, um Igaí-mã leve, para até 3 passageiros e alguma bagagem, vôo atmosférico visual à baixa altitude (cabine não pressurizada, naturalmente), poderia nos custar entre 20 e 30 mil reais (o preço de um auto-giro ou girocóptero) se artesanalmente construído. Se a motorização for convencional (motor a Óleo Vegetal, por exemplo), o preço cairia um pouco, mas teríamos mais manutenção, menos segurança e dependência de combustíveis e peças de reposição. Melhor partirmos para o pleno desenvolvimento de motores magnéticos que, diretamente, tracionariam no mínimo 4 (Colibris, para um ou dois passageiros) e no máximo 8 reatores de sustentação contra-gravitacional (Igaí-mãs maiores).
 
Toda essa questão dos Igaí-mãs é estratégica para a TRANSIÇÃO, pois associados a (a) meios de comunicação radiônicos e de contato interdimensional via TCI e (b) "fabricação" de materiais organo-metálicos através da alimentação de micro-organismos "construtores" cativos  e alimentados em tanques especiais, darão grande autonomia às REDES MUNDIAIS de ESTAÇÕES em relação à dependência que todos temos hoje em relação ao "Sistema", sistema esse que não só controla o dinheiro, mas a tecnologia e o acesso a materiais e máquinas, sem as quais o processo de fabricação de certas peças e componentes será impraticável. Muitas REDES MUNDIAIS se valerão da asa-rotativa e de balões dirigíveis a ar quente, por um bom tempo e com relativo sucesso.
 
Produção super descentralizada de alimentos e fitoterápicos (nas Estações), fontes alternativas de energia aplicadas de modo fortemente descentralizado (inclusive nas Estações), motores puramente magnéticos (a ímãs permanentes), geradores convencionais e depois não-convencionais de energia elétrica, garantirão a independência das Redes Mundiais que, em menos de 100 anos, terão conseguido abrigar mais de 80% das populações remanescentes que estarão espalhadas e isoladas em muitos lugares do mundo e, durante um tempo, inacessíveis a não ser pelo ar, ou inacessíveis em razão da falta de recursos para busca e salvamento.
 
Passo à passo, sem perder a perspectiva do todo, chegaremos lá, ainda que muitos de nós tenhamos de voltar sob condições ainda bem precárias de trabalho.
 
Bola pra frente!
 
Bom não deixarmos de considerar a chamada "Hipótese 2012" ou "2013", em razão das eventuais conseqüências (mais ou menos dramáticas) relativas à passagem de Dóton (Nibiru). A propósito, vejam a matéria do Professor Salvatore Di Salvo na Revista UFO que está chegando às bancas (nº 148, dezembro de 2008) ... Há dados astronômicos bem úteis por lá.
 
Luiz Gonzaga
 

Palestra

 

AGENDA AQUARIANA

As 16 Nações Aquarianas e a "17ª Falange"

 

Por Luiz Gonzaga Scortecci de Paula,
nesses tempos de "CONTAGEM REGRESSIVA"

 

(NOTA >>> Lida por Helena Schaffner no evento UFO promovido pela parceria NPU / Revista UFO, em Curitiba (PR) aos 26 out 2008 — por ocasião da palestra proferida por Luiz Gonzaga a partir das 09h00, no auditório do Hotel Lizon, onde aconteceu o evento)

 

Somos 6,5 bilhões de almas encarnadas aqui na Terra e continuamos a crescer, embora a taxas menores do que há duas década atrás, por exemplo.

 

Mas estamos cada vez mais concentrados no que chamamos de “cidades” e elas, as grandes cidades, só muito recentemente passaram a crescer um pouco menos do que as de porte médio e, estas, um pouco menos do que as pequenas cidades (IBGE).

 

Ao nos concentrarmos em sítios urbanos do modo como temos feito:

 

(1) Mantemos cativo um grande mercado, facilmente acessível pela logística comercial e a indução ao consumo;

 

(2) mantemos cativa, igualmente, a mão de obra disponível, baixando seu custo relativo e especializando e bitolando os talentos em geral para que sirvam melhor ao sistema;

 

(3) intensificamos ao máximo a comunicação ruidosa e o convívio vazio e, dessa forma, conseguimos gerar uma comunidade de indivíduos concorrentes — e cada vez mais violentos — uma sociedade competitiva, cada vez menos cooperativa e, por fim, escrava de uma lógica que foge cada vez mais de seu próprio controle, ao mesmo tempo que desumaniza a tudo e à todos;

 

(4) e especializamos e estratificamos, respectivamente, à mão de obra e ao padrão de consumo: uns ficam dependendo de outros para quase tudo e nada mais é de graça, ou quase isso. Nessa linha haveremos de, muito em breve, pagar uma taxa pelo ar que respiramos e uma outra por estarmos vivos, ou seja, nossa taxa pessoal de “impacto ecológico-ambiental”;

 

Os lucros, assim, são mais facilmente privatizados enquanto mais facilmente são socializados os prejuízos. São inúmeros os mecanismos para que isso se processe normalmente, sem que as pessoas se apercebam disso. Os recursos públicos passam a ter um destino mais comprometido com os interesses dos grupos que controlam a informação, a produção centralizada de bens em larga escala, sua distribuição comercial, a produção de conhecimentos científicos e tecnológicos, a censura sobre descobertas e invenções e, assim, a manutenção ou a perpetuação do sistema onde a educação, a profissionalização e o controle da gestão pública, ao lado das guerras, das doenças, das epidemias, do crime organizado, do terrorismo e das comunicações em geral e da propaganda, bem como do entretenimento em particular, são usados ardilosa e intencionalmente para controlar esse mesmo SISTEMA para que os interesses dos controladores sejam sempre priorizados, cada dia mais às claras;

 

A escassez de recursos naturais, e até de necessidades artificialmente induzidas é explorada pelos grupos de poder com a anuência do estado, tanto através das concessões públicas como em razão da programada, e cada vez mais “descarada”, ausência da ação do poder público;

 

A informação, o conhecimento e o entretenimento, bem como os institutos da obsolescência programada e das patentes em geral, passam a ser instrumentos de poder nas mãos dos grupos de controle, hoje internacionalizados e dominantes também no âmbito dos organismos bilaterais, internacionais e globais de cunho humanitário, bem como no âmbito das religiões de massa, as clássicas e as modernas.

 

O Ser humano, inclusive os próprios controladores do poder, viraram máquinas, por um lado, e escravos do sistema criado, por outro lado, enquanto dilapidam os recursos naturais numa escala absurda e numa velocidade sem retorno. A população vive a mentir a si mesma, sem aperceber-se disso, bem como sem uma consciência sobre seu próprio estado de saúde, de satisfação pessoal e coletiva, de afinidade de umas para com as outras — inclusive no âmbito doméstico, no trabalho e nos espaços públicos —  e sobre seu grau de dependência em relação aos interesses do SISTEMA ao qual servem cada dia mais docilmente e sem culpa.

 

Na realidade, não percebem nem seu verdadeiro grau de alienação, nem o quanto já se permitem ser manipulados e iludidos em relação à percepção que têm sobre sua segurança ou seu grau de vulnerabilidade em relação às pressões do dito SISTEMA. As pessoas não percebem que já são incapazes de sobreviver sem as providências do SISTEMA e, da mesma forma, não percebem que esse SISTEMA não tem, na verdade, nenhum compromisso, nem com a sobrevivência delas e nem com a sustentabilidade da VIDA em geral na Terra.

 

Não percebem que o SISTEMA lhes pode faltar ou ser retirado em poucas horas — sem a quem elas tenham para recorrer ou cobrar direitos —deixando cada um e todos a mercê de si mesmos, ou seja, inaptos para a vida e para encarar as circunstâncias.

 

Somos pouco mais de 6,5 bilhões de almas encarnadas hoje na Terra, e mais de ¼ delas vivem em estados sociais de pleno risco ou já são refugiados de alguma coisa.

 

“Embora não se possa ainda provar, afirmamos que há setores do planejamento global estratégico, instâncias do governo oculto para uma nova ordem mundial globalizada e fortemente centralizada, que não só sabem o que ocorrerá à Terra e à sua humanidade proximamente, por força de fenômenos astronômicos e suas conseqüências, mas que são inclusive capazes de estimar, até com alguma precisão, o quanto de gente vai sobreviver e onde estarão elas assentadas no mundo. Sabem que essa é uma maneira tão  “prática” quanto “natural” de exterminar a tudo e a todos para, mais adiante, a partir de grupos de sobreviventes planejadamente protegidos por esse poder central, assumirem o mundo com outras jurisdições de poder regional, tudo submetido a um “parlamento central” cujos membros sequer serão publicamente conhecidos para que, dessa maneira, possam gozar de “total segurança”. O que tal sistema de coisa não considera, ou subestima, é que a Terra tem fortes laços com Hierarquias do Espaço e que há um Plano Maior em curso, tão maior que até mesmo essa alternativa absurda está devidamente contemplada. Dessa tal ordem mundial nada sobrará, a não ser fora da Terra, onde, enfim, gozará da prerrogativa de não só existir, mas levar com eles os adeptos que na Terra foram capazes de arrebanhar.” (Palestra de Luiz Gonzaga / Junho de 2005 – Rio de Janeiro / RJ)

 

Veja >>> http://www.amasofia.org.br/http://www.amasofia.org.br/web/DOCUMENTOS/01-revel-ets-dez-2007.htm .

 

Mas somos perto de 24 bilhões de almas capturadas pela freqüência vibratória da Terra no âmbito do nosso atual Sistema Solar, sendo que quase 2 bilhões são estrangeiros, ou seja, têm suas raízes evolutivas em outros sistemas solares e estão por aqui à serviço, ou como aprendizes ou até sem destino mesmo, e que, por essa razão, devem agora, a maioria deles, voltar para seus mundos ou para suas missões espaciais.

 

Dos quase 22 bilhões restantes, ninguém individualizou-se na Terra. Vieram todos de fora, remanescentes de outras humanidades e que aqui foram reunidos por uma iniciativa à qual emprestaremos o nome de Projeto Terra. Sim: não somos terrestres. Somos extraterrestres, todos nós!

 

Cerca de uns 64% — 14 bilhões de almas — foram individuados fora da Via Láctea,  nossa Galáxia. São de Andrômeda (Galáxia também denominada Mhora), a menos distante das galáxias com expressão física em nossas proximidades, embora seja ela vinculada a outro universo, denominado, por algumas tradições, de Admá-Aron. Esse povo, também segundo algumas tradições, são ditos “HOMARAS”. O Projeto Terra foi originalmente concebido a partir de demandas dessas almas ditas “Homaras”, mas desde o início dois outros grupos foram “involuntariamente”, digamos assim, incorporados à experiência, pois não tinham eles mais alternativas para seus respectivos processos.

 

Aproximadamente 16% — 3 bilhões e meio de almas — formam um desses dois grupos de agregados de última hora. São os SIMAÓS, a maior parte procedente de Sírius e sistemas solares vinculados a Sírius, graças aos grandes impérios galáticos que por lá tem suas sedes. Vieram para cá com a Terra, à bordo da Terra, ou seja, viajaram com a Terra quando ela foi artificialmente transferida para cá a serviço de um projeto originalmente siriano (Projeto Báki). O projeto siriano não deu certo e em razão disso nosso planeta foi enfim cedido para o PROJETO TERRA (Projeto Báki-Tídi-Ária), quando este passou a abrigar também aos ditos SIMAÓS, segundo uma outra “equação”, uma "equação" que pudesse, enfim, compatibilizar a nova situação.

 

O segundo grupo de agregados, estimado em 12% do total — cerca de 2,6 bilhões — são almas acolhidas pela Terra depois de haverem esperado, por um bom tempo, uma nova ou “alguma” oportunidade de recomeço. São de Darmon, uma das denominações para o planeta que existia depois de Marte e antes de Júpiter, hoje reduzido a milhões de fragmentos aos quais damos o nome astronômico de asteróides (Tídi, ou seja, "testemunho"). Outro ajuste na “equação original” do Projeto Terra e todos foram atendidos em suas respectivas demandas espirituais ou evolutivas: , SIMAÓS, DARMONIANOS e HOMARAS, num só "projeto" ou "plano" >>> Báki-Tídi-Ária.

 

E os outros 8%, ou seja, os cerca de 1.760.000.000 (hum bilhão e setecentos e sessenta milhões) de almas, aproximadamente???...

 

São minorias diversas incorporadas ao processo terrestre mais recentemente, enriquecendo-o e viabilizando os planos de recuperação implementado depois do acidente solar chamado de Thôro-Marrójih, que acabou por dar outro rumo, muito mais amplo e complexo, para o Projeto TERRA original.

 

Entre esses, os ditos "Djillis" são a grande maioria, ou seja, as almas dos povos amarelos originais, já que agora, do ponto de vista espiritual, já se misturaram bastante, de modo mais acelerado nesses últimos mil anos, já que teriam chegado à Terra com seus corpos originais ao longo dos quase cinco séculos que separaram o início da decadência Lemuriana até o fim de seu continente sede, Múh, e antes da consolidação da cultura atlante, a última que tivemos em escala planetária antes da nossa atual experiência.

 

Essas minorias, no entanto, tem a maior taxa reencarnatória da Terra. Retornam à fisicalidade com rapidez e, ao contrário dos outros três grupos, têm a grande maioria encarnada: mais de dois terços, ou seja, mais de 1.173.000.000 estão vivos entre nós, ou melhor, na China, no Japão, nas Coréias, na Mongólia, no Vietnam, e assim por diante, embora, presentemente, almas de outras procedências já sejam bem numerosas entre os asiáticos em geral.

 

E todos, cada vez mais, vivemos de modo parecido, sendo uns mais vítimas e outros mais algozes de nossos semelhantes e da natureza, querendo ou não, conscientes ou não disso.

 

Todos caminhamos, os vivos e os temporariamente "mortos", para um só destino, sim, inclusive como parte do Reino Humano Cósmico Universal ou Sideral.

 

Mas, como muitos já sabem, depois do acidente solar de Thôro-Marrójih, nossos Colonizadores originais (Homaras, a Hierarquia Tutora, também chamada Hierarquia Crística, e seus Auxiliares Organizados, os Confederados e termos afins) tiveram de partir, deixando meio que largados à própria sorte, digamos assim, as almas Homaras, Simaós e Darmonianas que por aqui já viviam e se reencarnavam, mais ou menos automaticamente, sem necessidade de intervenções extra-físicas.

 

Esse tempo não deve ter sido fácil para aqueles que por aqui ficaram à espera de seus "Superiores". Tanto não foi que, na fisicalidade, foram parar nas cavernas e a conviverem com símios como se fossem um deles e, nas dimensões hiperfísicas, a dormirem um "sono sem fim". Foram-se todos os resquícios de consciência de quem eram, de onde haviam vindo, onde estavam e para onde iriam!

 

Tiveram a ajuda de terceiros nesse período de abandono??

 

Sim, tiveram. De povos hiperfísicos chamados de Ililúis, dos servidores cósmicos conhecidos no Espaço como Éleris e, mais tarde, de outros colonizadores também, expansionistas, imperiais, de índole fortemente “yang” e que, aqui aportando, e vendo todos abandonados, resolveram trazer para seus sistemas culturais todas aquelas almas. São os ditos Kamará-Aeons, ou Kamareons, dentre outras denominações, conforme a corrente de pensamento, pois são conhecidos também como "deuses invasores", reunindo, bom destacar, tão estranhas quanto diversas raças.

 

Quando os Colonizadores originais, a Hierarquia Tutora e seus Auxiliares retornaram com a solução para o problema do acidente solar (Thôro-Marrójih), encontraram a casa “ocupada”, loteada! E como não foi possível ser de modo diferente, houve entre eles um “acordo”, mais ou menos nos seguintes termos: as almas decidiriam por elas mesmas, com o tempo, ao longo do plano de recuperação — então ajustado à nova situação — para que lado elas iriam.

 

Decidiriam se ficariam na Terra, que abrigaria o grupo de índole mais “Yin” — característica dos Homaras e da vibração essencial da Hierarquia Tutora — ou se partiam para um planeta que, para tal, foi então mobilizado para dar continuidade ao projeto dos Kamará-Aeons, o time de índole “yang”, já que eles não ficariam por aqui, como parte do ACORDO.

 

Esse planeta foi capturado para esse fim e caminha rapidamente para estabilizar-se no sistema solar da nossa estrela Sol e tem ele muitos nomes entre nós, conforme a tradição: Hercólubus, Absinto, Nibiru, Tichya, Astro X, Ougar, Morum, Alsigo e Dóton, por exemplo.

 

Ele, o tal "Astro X", o 12º planeta, já fora, em seu passado, palco de muitas coisas e lá viveram muitos povos, até que se tornou um planeta meio que “errante” quando, por fim, foi dominado por grupos parasitários e também por grupos de almas “sem rosto” (Koddos), ou seja, sem destino claro, desarticulados, pelo menos até a chegada dos Kamará-Aeons, que dele se apossaram e que, rapidamente, vêm botando ordem na casa, sempre com base em seu sistema “yang” de civilização, sistemas esses ditos, entre os espaciais e interplanetários, de “Sudi-Vaens”.

 

Um sistema tão perfeito quanto o sistema ou anti-sistema de índole “Yin” que, por sinal, prevalecerá na Terra, hoje uma incrível “salada de modelos”.

 

Os sistemas “Yin”, de índole feminina, são ditos “Rama Maens” e não possuem, pelo contrário, estruturas imperiais e expansionistas. São comunitários e cooperativos e não vivem em cidades, mas em comunidades, e não têm governo central, pois se auto-governam individual e comunitariamente, assim como também não têm produção em massa de coisa alguma, mas uma espécie de artesanato altamente sofisticado em termos tecnológicos, além de não se especializarem, sendo não só autodidatas mas também artífices em todos os saberes.

 

Não praticam comércio porque não geram excedentes e não exploram mercados e, de uma certa forma, são nômades dentro das estruturas abertas, em rede, que eles criam para viverem, pois não praticam o instituto da propriedade sobre a infra-estrutura, vivendo livres e construindo muito, mas sempre para todos.

 

São auto-curativos e fortemente psíquicos e sensíveis. Suas crianças vivem pelo mundo, pois todos são pais e mães, tios e tias, avôs e avós, irmãos e irmãs uns dos outros, de verdade.

 

São os “Jedais” da ficção científica, enquanto o outro time, a outra turma, são os povos do “império”, que têm governo centralizado e externo, produção em massa e vivem em gigantescas e confortáveis cidades tecnológicas, embora atinjam padrões de civilização avançadíssimos e conquistem elevados níveis de consciência individual e coletiva, embora sempre — vale destacar — “de fora para dentro”, via obediência sistemática, o caminho inverso daquele trilhado pelos Ramas-Maens, que é essencialmente “de dentro para fora”, via uma serena autodisciplina, tão ativa quanto criativa e operante.

 

Lá na frente, na fase andrógina de nosso processo enquanto humanos, esses dois sistemas — Sudi Vaens e Rama Maens — estarão completamente fundidos num terceiro modelo, embora não mais em sociedades planetárias e impérios, mas no Espaço aberto.

 

Vivemos sim, uma história tão fantástica quanto complexa. Tanto na fisicalidade quanto nas dimensões hiperfísicas, onde somos mais lúcidos, sim, mas senhores de nós mesmos, mais livres e independentes, ao contrário do que acontece conosco quando estamos em estado de vigília, ou seja, quando estamos “acordados”, na lida da vida, tomados, ou mesmo invadidos pela cultura que deixamos que se cristalizasse entre nós, ou por ação ou, no mais das vezes, por omissão, pura e simplesmente.

 

Mas, uma hora, com certeza, iam ter de chegar os ditos “últimos dias” para que nossa escolha, nossa OPÇÃO, pudesse, enfim, ser “sacramentada” e o ACORDO, acontecido lá no nosso passado, devidamente honrado pelas partes envolvidas.

 

A escolha não está fácil para a grande maioria, para a esmagadora maioria, melhor dizendo, pois na fisicalidade, onde o time “Yang” tem um poder quase absoluto sobre nossos 4 corpos mais densos, tendemos à opção 2, ou seja, deixar a Terra e seguir para Dóton.

 

Fora da matéria, entretanto, quando estamos lúcidos e conscientes de nossa história e natureza, bem como do Projeto Terra como um todo e da autêntica MENSAGEM da HIERARQUIA TUTORA e de SEU MESTRE MAIOR, tendemos a ficar na Terra, embora mais de 1/3 da humanidade já tenha, de fato, se decidido por deixar esse planeta, sim, pois optaram pelo padrão “Yang” de evolução sideral, até porque os Simaós e os Darmonianos — 28% do total, como vimos — são, na origem, de índole “Yang”, ao contrário dos Homaras que, como já vimos antes também, têm índole fortemente “Yin”.

 

Os grupos “Yang” personificam na Terra o MAL, o "Joio", pois são agressivos e controladores, autoritários, impulsivos, dominadores, expansionistas e centralizadores, déspotas, guerreadores e hostis, por natureza. Mas são também os ativos, realizadores e bons líderes, decididos e rápidos na ação, pois são socialmente muito produtivos.

 

Os grupos “Yin”, por sua vez, personificam na Terra o BEM, a paz, a cooperação, o "Trigo". Mas são também omissos, egoístas, covardes, manipuladores, subservientes, bajuladores, consumistas, possessivos, ciumentos e muito “confortáveis”. Não são lá muito chegados a fazer as coisas, preferindo “comprá-las prontas", ou seja, manipular terceiros com o poder do dinheiro, quando o possuem, para conseguirem o que querem, ou competir de modo ardiloso para ter sobre os subservientes o maior poder possível, sempre para seu conforto pessoal e não visando o bem comum, e sempre achando que ... “nada mais justo, pois fiz por merecer”.

 

Para os SUDI VAENS, a legião “Yang”, tudo tem de ser privado ou "privativo", exclusivo, personalizado, “meu”, "com a minha cara", "do meu jeito de ser", enquanto o coletivo, o comunitário, é apenas uma dimensão útil, necessária aos seus interesses, todos eles tidos como “especiais e naturalmente legítimos”.

 

Para os outros, ou seja, para os RAMA MAENS, a legião “Yin”, tudo tem de ser comunitário, coletivo, de todos e para todos, enquanto o privativo é apenas algo útil, necessário, sim, para cada um e para o bem de todos. No exagero, não fazem nada e usufruem de tudo e da boa vontade da comunidade, fazendo-se uns "relapsos e aproveitadores" costumazes dependentes do zelo e da atenção dos demais.

 

Aí está, creiam, o grande DIVISOR DE ÁGUAS entre os que vão embora, os que vão deixar a Terra por afinidade com o outro SISTEMA (o "Joio"), e aqueles que, ao contrário, vão continuar aqui, progredir aqui em GAIA, herdeiros que são do SERMÃO DA MONTANHA (o "Trigo".).

 

Todos nós somos, individual e coletivamente, uma “salada”, não é verdade?

 

As cartas estão na mesa, os dados foram lançados, a sorte está sendo requisitada!

 

Você fica?

 

Ou você vai?

 

Parece simples, não é? Parece maniqueísmo, não é certo? Ou um reducionismo piegas e vulgar, não é assim? Só "parece ser", porque, em realidade, não é. É uma expressão da LEI DO AMOR, a LEI DAS AFINIDADES.

 

Qual sua verdadeira índole? Como você tem sido e vem se tornando ao longo de todas as vidas que você viveu aqui na Terra? Você não teria já feito a sua OPÇÃO?... Será que não? Com certeza, entretanto, ela será o MELHOR e mais AMOROSOS caminho para você a partir do seu MOMENTO ATUAL.

 

Lembrem-se que o melhor do feminino ficará na Terra, assim como o melhor do masculino também. Os “Yang” NEGATIVOS, naturalmente, tanto homens como mulheres, atrairão as almas “Yin” NEGATIVAS, tanto homens quanto mulheres, pois esses grupos se complementam por afinidade e, por essa razão, precisam um do outro e, por essa razão também, partirão juntos para Dóton, para Hercólubus, o planeta NIBÍRU dos Sumérios, ou o Astro Higienizador das crônicas de Ramatis através dos Canais Hercílio Mães e de América Paolielo Marques. Entre si, mutuamente, serão companhia perfeita uns para os outros tendo em vista os passos que todos terão de empreender em seus futuros.

 

Então, qual é sua verdadeira índole? Difícil saber, não é? Há quantas vidas estamos lutando para construir essa opção, não é verdade?

 

A descoberta da nossa OPÇÃO é decisiva, necessariamente interna e no plano da AÇÃO CONCRETA, mas ela não pode ser realmente feita nas atuais condições, pois a prevalência dos estímulos e demandas materiais sobre todos nós, hoje providenciada pelo dito SISTEMA, não nos permite ou não nos deixa decidir, enxergar com clareza, nos perceber em profundidade e, assim, com auto-isenção, fazer ou realizar na prática, nossa escolha espiritual, tanto nos planos superiores de nossa existência, como no plano da personalidade.

 

Por essa razão, parte do plano de recuperação, ou de SALVAÇÃO da Humanidade terrena, foi sempre “zerar tudo”, de vez em quando, sempre que a ordem cósmica estiver fechando um ciclo natural e com a ajuda de Dóton, astro que a tradição Suméria denominou de NIBÍRU.

 

Estamos, agora, nesses tempos, fechando um ciclo natural.

 

Vamos assistir, de novo, mais uma vez, um “zerar tudo” para que, enfim, livres, libertos, possamos concluir nossa opção realizando-a na prática,  não apenas em nossa cabeça, nos confortáveis sofás de nossas salas de televisão, ou na animada roda do boteco da esquina, ou ainda no divã do nosso terapeuta, nos auditórios dos congressos UFO ou nas redes sociais e nos grupos virtuais da Internet.

 

Decidir e operacionalizar nosso destino, vivos ou não, com ou sem corpo físico, na fisicalidade ou fora dela, se vamos ficar na Terra ou se vamos embora para Dóton, não importa, muito embora, no início, vá ter cacique demais para pouco índio por lá, em Dóton, enquanto na Terra haverá índio demais para muito poucos caciques.

 

É verdade: não ficará "pedra sobre pedra" de nosso mundo, de nossa cultura, de nossa civilização, brevemente, e no meio disso tudo, dessa enlouquecida TRANSIÇÃO PISCES-ACQUARIUS — para COMPLICAR MUITA COISA — ainda tem um enlouquecido pelo poder querendo fazer da Terra o seu Quartel General e aqui começar um novo império guerreiro, bagunçando o meio de campo, embora, dessa maneira, servindo também, indiretamente, tanto para que se concretize o necessário e mais do que profetizado “desmanche geral”, quanto para que nós todos possamos ter mais clareza no nosso processo decisório interno e externo.

 

Radicalmente “Yang”, esse grupo “complicador” — dito do Anti-Cristo ou Governo Oculto do Mundo, o Super Estado Paralelo e Invisível, os ocultadores de ÓVNIS, por exemplo —  é grande, numerosos são seus quadros e muito astutas são suas SUTIS E DISFARÇADAS lideranças.

 

Hoje eles praticamente controlam tudo no mundo e, por agora, crescerão mais ainda em poder, pois usarão habilmente da confusão, em geral também patrocinada por eles, para alcançar seu intento que, sabemos todos, não vingará, pelo menos na Terra, embora vá dar o que falar, iludindo bilhões de almas, pelo menos por um bom tempo, com suas alegorias e promessas de segurança, competência, ordem e felicidade eternas!

 

Hoje, entre eles, há até Homaras, além de Simaós, Darmonianos, Djillis e outras “alianças inconfessáveis”, almas-grupo aliciadas entre algumas minorias Djinas (Rói Bibis ou “humanóides”) que circulam como parasitas por aqui na Terra, uns mais, outros há menos tempo, estabelecendo uma bela de uma confusão entre tipos, raças, índoles, tarefas e comportamentos característicos.

 

Esses todos deixarão o planeta também, mas não para irem para Dóton, mas para outros mundos, por sinal bem sombrios, quer dizer, bem primitivos, mundos que sobrarão para eles, pois todos levarão sua parte, sim, nessa incrível história cósmica.

 

Para quem vai ficar, saiba que o plano espiritual, a Hierarquia Tutora, os amigos do Espaço e Interplanetários a serviço da Paz e da Luz, do caminho Rama Maens no Universo, estão organizados, não só para a fase do “desmanche”, mas também para os primeiros tempos do RECOMEÇO.

 

Sim, organizados cada dia mais, não só para a TRAVESSIA, voltamos a dizer, mas também para um TEMPO NOVO sobre a Terra e para os, enfim, terrestres, já que todas as almas que aqui ficarem serão como que filhas da Terra, filhas de Gaia, como se aqui nesse mundo tivessem se individuadas, feitas UM, deixadas de ser “almas grupos”.

 

Nosso link planetário, as diretrizes para quem vai ficar, de um jeito ou de outro, chama-se AGENDA AQUARIANA e suas dezesseis Nações Planetárias.

 

Essa diretriz — integrada por 22 “cartas” ou “tópicos” — há muito chegada na fisicalidade, embora só mais recentemente compilada e sintetizada de modo prático e operacional, já começa a ser disponível até pela Internet, saindo, finalmente, de vez, das escolas de mistério e das ordens iniciáticas.

 

Se você se identificar com ela, com a AGENDA AQUARIANA, e sair à luta, de certo você ficará na Terra, em GAIA, de um jeito ou de outro, aconteça o que acontecer, "vivo" ou "morto" !!!

 

Há muita gente à postos, trabalhando, embora ainda sejam numerosos os "índios" e raros, MUITO RAROS, os "caciques".

 

Vamos acordar?

 

Bom dia, então!

 

Eis a AGENDA AQUARIANA...

 

Consulte >>> http://www.agendaaquariana.org.br/

 

A décima sétima falange? Esquecemos de mecioná-la?... Pois bem: somos todos nós que ainda não nos inserimos, de fato, pra valer, de corpo e alma, em uma das dezesseis "Nações Aquarianas", ou seja, quase toda a humanidade, presentemente, pois há indicativos de origem extra-sensorial de que esse número chega hoje, no máximo, a 5% dos encarnados, ou seja, algo como uns 325 milhões de pessoas.

 

Você estará entre eles? Serão só esses os HERDEIROS DE GAIA??

 

Bom dia para todas e para todos!

Gratíssimo pela carinhosa atenção!

 

Luiz Gonzaga

Irati (PR), 23 de outubro de 2008.

 

 

 

 

 

Irati (PR) 17 dez 2008 (bis)

Prezados Iamassis da Rede Aurora

 

Estou repassando para vcs — com cópia para outras redes de comunicação — a carta de uma querida irmã espiritual minha, DE MUITAS VIDAS, que mora em Itajaí (SC), e que anos atrás foi a organizadora de cursos meus sobre AMASOFIA por lá (Márcia Molleri / marcia.molleri@terra.com.br).

 

A carta dela sobre o que estão vivendo por lá, em todo o Vale do Itajaí (SC), é dramática e dá uma idéia não só do que está acontecendo hoje, mas como poderá ser um dia (ou será...) quando coisas assim, ou de maior envergadura ainda, estiverem acontecendo por todos os lugares, simultânea e concomitantemente, e a gente não tiver mais defesa civil, bombeiros, exército, governo, combustível, eletricidade, comunicações...

 

Nossos Irmãos de ORS INARAN repetem sem parar: sigam para as montanhas e para os altiplanos, longe do mar, e nesses lugares, busquem sítios isolados, mas com água, em áreas acidentadas. Fiquem longe de florestas e de grandes pedreiras à céu aberto, ...mas “não façam isso por interesse pessoal. Junte-se aos afins e pensem primeiro em todos os que terão de viver essa TRAVESSIA até o despontar de um novo TEMPO na TERRA”. Isso foi dito, escrito e publicado já no final da década de 70... Estamos em 2008, quase 2009!!!!....

 

As REDES MUNDIAIS de ESTAÇÕES AQUARIANAS (www.agendaaquariana.org.br) serão, depois de tudo, uma necessidade, pois as pessoas sobreviventes terão de ser organizadas para subsistirem. Até lá temos de estar prontos e com um bom conhecimento das regiões onde estarão nossas Estações Aurora. De preferência, com nossos Igai-mãs, pois à pé ou por terra nada, ou muito pouco, poderá ser feito. Vejam a carta, insisto...

 

Bola pra frente, gente. Bola pra frente!!... com todo o "gás" que nós possamos mobilizar. Na pauta do ENACI 2009, na Serra da Canastra, onde se Deus quiser estaremos todos reunidos no período do Carnaval próximo,  buscaremos todos ter uma visão estratégica de nossa missão geral e traçar planos bem consistente para atacarmos todas as frentes, ainda que numa pequena escala, mas abrí-las todas, para que, através delas, outros mais se aproximem.

 

Em Irati teremos de estar fabricando coisas (cata-ventos, turbinas hidráulicas, máquinas e utilidades simples, mas importante para a subsistência das pessoas por aí, módulos habitacionais de emergência e, na paralela, construindo "em partes" nossos igai-mãs para serem montados nas Estações ou nos Entrepostos mais isolados, onde ficarão guardados da curiosidade de terceiros ainda comprometidos com os interesses do SISTEMA.

 

Quando tivermos de fechar as portas por falta de condições de trabalho aqui na fábrica (ISAORG / KATAVENTO), pegamos todos os servidores e vamos para São Jerônimo da Serra (PR) nos encontrar com outros que estarão vindo de Curitiba e de outros lugares. Manteremos a melhor articulação possível com PORTO HELENA, na região de Botucatu (SP), pois não estaremos assim tão longe geograficamente, até que possamos ter condições de vôo, nem que seja com Asa Rotativa, partindo de PORTO CELESTE, além de rádio-comunicação.

 

Nosso povo de São Paulo (SP), Campinas, Sorocaba, Limeira, Americana e Piracicaba, dentre outros que aparecerão das bandas de Presidente Prudente (SP) e Assis (SP), além de Ourinhos (SP), convergirão para PORTO HELENA. Gente do sul terá de tocar para PORTO SELENE, na região de Urubici / Urupema (SC) , pois será muito difícil que consigam passar pelo litoral ou pelo interior catarinense (Lages), pois a Serra estará bem complicada e o Rio Iguaçu não permitirá passagem por terra para o Paraná na maior parte de seu trajeto. Sinto que teremos de colaborar mais com a Irene Tozetti para ela "abrir" logo o canal de PORTO SELENE, na região de Urubici / Urupema (SC).

 

O povo nosso do Triângulo Mineiro vai para PORTO ESTRELA. A região do Triângulo (Uberaba - Uberlândia) estará "tomada", em suas áreas melhor servidas de rodovias, por muita gente procedente do estado de São Paulo, pois as saídas para o sul de Minas e para o Mato Grosso e Goiás estarão muito comprometidas. Todo o sistema Campinas - São Paulo + ABCD estará tomado de "lagos inesperados", surgidos "do nada", que aniquilará o sistema Bandeirantes / Anchieta / Dom Pedro.

 

Quem der sorte vai subir para o Triângulo, via Ribeirão Preto e depois Franca, seguindo para a bacia do Rio Grande que terá poucos pontos de travessia, e assim mesmo só por algum tempo. Gente das cidades do Rio de Janeiro / Niterói e demais cidades litorâneas — desde Santos (SP) até Vitória (ES) — que conseguir sair na hora certa ainda conseguirá chegar a PORTO CRISTINA, mas não via Belo Horizonte (onde o tempo vai fazer de lá um cemitério a céu aberto...), mas saindo mais para o norte, depois de Juiz de Fora, e derivando para oeste.

 

O sistema Brasília / Goiânia estará completamente congestionado com milhões de pessoas sem água, sem comida e muita gente perdida e doente. Pouca gente chegará na Chapada dos Veadeiros, muito em razão dos bloqueios que acontecerão em toda a região de Águas Emendadas, onde haverá "pedágios criminosos" e muita violência, até que as levas vindas do nordeste via Barreiras (BA) destruirão tudo a sua passagem.

 

O sul de Goiás se esvaziará, mas o gado ficará "louco" e uma espécie de "Ebola" vai aparecer por lá. Nosso povo de Goiânia tem que estar com antecedência em PORTO ALIANÇA. O bom é que já tivéssemos PORTO ÍRIS, com a turma da Socorro Borges e da Silvana, lá no sul do Piauí, PORTO CRISTAL na região de Morro do Chapéu, e PORTO PRÍNCIPE, no sul da Bahia, além de (idealmente), as Estações Aurora da Serra do Roncador (onde temos uma Estação irmã, da turma do Zé Augusto), a da Chapada dos Guimarães e a Estação de Montalvânia (MG).

 

E temos de pensar nos Irmãos que estão na Europa, nos USA, em duas ou três regiões na África, na Austrália, na Turquia, na Mongólia e na China, na Rússia, nos países andinos na América do Sul, ... Caramba! Temos de nos preparar para uma “explosão” de adesões e obras, ... Não vai dar outra! Haja capacidade de articulação e gerência! E não se esqueçam da Internet, pois ela quebrará galhos até à última hora! Depois, só rádio comunicação e aparelhos radiônicos de comunicação e geo-referenciamento, que não sabemos se já estarão disponíveis...

 

O tempo das revelações UFO / OVNI também não será fácil!... Quanta confusão e corre-corre, ... É o que está lá escrito no nosso livro CONTAGEM REGRESSIVA e em tantos DVD hoje disponibilizados pelo site da AMASOFIA (www.amasofia.org.br).

 

Mas deverão sempre prevalecer as regras de adesão hoje consagradas na REDE AURORA, pois gente com medo, querendo salvar a própria pele, como se esse fosse nosso objetivo, sempre vai existir e vai sempre nos procurar, querendo saber até se podem levar seu gato e seu cão de estimação! Já assistimos a isso quantas vezes, não é mesmo?!...  Para se associar tem de ter um histórico de relacionamento com o Núcleo de Multimídia, nossa ferramenta de difusão da AMASOFIA. Tudo começa e termina via AMASOFIA, pois essa é nossa referência, do contrário perderemos o rumo, não tenham dúvidas! Quem quiser se associar tem de ser, também, indicado por quem já é veterano e as obrigações financeiras devem ser cobradas, pois muitos têm até demais e não querem abrir mão disso a não ser como “moeda de troca”, e o espírito não é esse, sabemos todos! Trocam de carro mas não acertam uma taxa de adesão de um salário mínimo! E reclamam de uma mensalidade de R$ 100,00 quando gastam com a família e amigos R$ 200,00 reais numa rodada de pizza, quando não num churrasco! Quanta contradição! Esses irmãos dormem profundamente e, como nos idos da Idade Média, querem só “comprar” um lugar no céu! Triste e chocante realidade!

 

Mãos à obra: construções rápidas, simples, seguras, baratas e "a toque de caixa", pois para abrigar SERVIDORES para o "após" não é só garantir pão e água pra eles em si, mas garantir também oficinas, laboratórios, almoxarifado, intendência, rádio-comunicação e veículos voadores, nem que seja asa-rotativa (Girocopteros), como eu disse acima, já que balões dirigíveis a ar quente pode nos ser um tanto ou quanto complicado para fazermos em tempo hábil, sei lá! O que nós aqui pudermos fazer para chegarmos tecnicamente em nossos Igai-mãs (Beija Flor e Colibris, ao menos), faremos, nem que tenhamos de parar o resto numa certa altura do campeonato...

 

NINGUÉM de nós pode esquecer que estamos fazendo as ESTAÇÕES para ajudar terceiros a copiarem o que fizermos para nós. Esse é o princípio da REDE, de todas as 16 REDES MUNDIAIS, conforme insistem nossos Irmãos do Espaço. De lá, de cada uma delas, sairemos em busca de grupos isolados para, junto com eles, fazermos outras Estações Aurora: esse é o princípio a ser seguido à risca, em todo o mundo, do contrário as Estações pioneiras serão destruídas e a idéia não é essa, pois os exemplos (a ancoragem...) não terá sido feita. E vamos ter de ajudar a outras REDES, sim: isso faz parte do NOVO ACORDO de paz e verdade que em breve reinará nessa TERRA, Gaia! Assim será por, no mínimo, 72 a 84 anos!!!

 

Mãos à obra!

Bola pra frente!

Luiz Gonzaga

 

CARTA DA MÁRCIA

 

----- Original Message -----

From: marcia.molleri

To: luiz_gonzaga

Sent: Wednesday, November 26, 2008 8:41 PM

Subject: enchente Itajaí e região

 

Oi, Luiz!

 

Quanto tempo... Estamos vivendo momentos bem difíceis por aqui, já que 90% da cidade foi tomada pelas águas. Eu e minha família moramos nos 10% secos da cidade, que está trabalhando para recolher todos os desabrigados. O que está se mostrando na mídia não é nada comparado com a situação real, (estranho...a mídia sempre aumenta e faz sensacionalismo de tudo!). Em um primeiro momento, o susto! O Sistema oficial — defesa civil, bombeiros, e etc... — não funcionou, a máquina demora um pouco para passar da teoria para a prática.

 

Mas sempre tem aqueles corajosos que tomam à frente e daí é "fazer acontecer". Tenho tanta coisa prá contar do que se passa por aqui na região que esse e-mail vai ficar muito longo, ou vou deixar para contar depois, numa segunda oportunidade. Eu e alguns "irmãos" montamos um abrigo na sede de um clube, com 138 pessoas atendidas, a maioria crianças. Num primeiro momento as pessoas iam chegando molhadas, só roupa do corpo, com fome...na caçamba de caminhões, caminhões voluntários, diga-se de passagem, (dois canais de TV locais faziam toda essa coordenação, ficando 24Hs no ar).

 

Parecia cena do Holocausto, ...aqueles judeus em trens, sendo carregados como "gado".  Eram 138 pessoas no meio da noite, nós(6 pessoas na equipe de apoio), 28 colchões e algumas cestas básicas. Fizemos o milagre da multiplicação dos colchões, da comida, de tudo, enfim.

 

Algumas brigas, compreensível pra quem perdeu tudo, mas muita...muita solidariedade. Meu Deus!!! Como eles precisam de pessoas que tomem decisões por eles, dê ordens, por isso políticos e religiosos os manipulam tanto!

 

A tragédia foi bem maior porque nossos municípios ao redor estavam ainda em pior situação, ... pois não tinham como pedir ajuda, estavam todos isolados, pois as estradas estavam interrompidas, sem luz, sem internet, sem telefone...

 

Tem uma pequena cidade vizinha, Luiz Alves, município agrícola grande exportador de bananas — aliás, municípios que desmataram demais para plantar,  pois bananeiras nascem em encostas de morros também, morros esses que devido à grande quantidade de chuvas começaram a vir abaixo como um "tsunami de lama" — que ainda está isolado, destruído a tal ponto que os bombeiros só chegam lá de "rapel". Os helicópteros não têm onde pousar, pois o solo está instável demais. E há muitas...muitas pessoas ainda soterradas.

 

Agora estamos vivendo momentos de violência e de saques. As águas estão baixando, as pessoas estão voltando para casa, ou o que sobrou delas, bom...Você já sabe o que acontece! Implorei para que muitas daquelas famílias não voltassem ainda, ...convenci-os de só os homens voltarem prá casa e as mulheres ficassem cuidando das crianças no abrigo. Por hoje a idéia deu certo.

 

O "Sistema" começou a funcionar. Já pousou na cidade senadores, governador e vice, vários ministros, e até o presidente!... anunciando aquelas "verbas liberadas" (que nunca chegam), mas tudo com muita foto...

 

Mas pelo menos o Exército está aqui. Tenho medo dessa noite, ...a noite tudo é pior...Parece ficção, né?

Outra hora conto o resto, estou cansada...Banho só de canequinha com água recolhida da chuva.

 

Boa-noite, Luiz!  Até qualquer hora / Márcia