Grupos

SONHOS X VISÕES

00:33 @ 08/05/2009

SONHOS X VISÕES

por Luiz Gonzaga (Ben Daijih)

 

Há, sim, uma estreita relação entre nossos sonhos coletivos e aquilo que se viverá em breve na Terra, depois que formos libertados desse sistema sócio-cultural e econômico-financeiro que hoje nos escraviza e coloca a sustentabilidade da vida na Terra, e todos nós, em regime de risco total.

 

Há outros sonhos “coletivos”?... Sim, há, mas creio que não sejam assim tão “coletivos”, pois são sonhos sonhados por grupos, mais ou menos numerosos, e em permanente competição uns contra os outros e contra os fatos que lhe tolhem os movimentos e interesses absolutistas. São sonhos diferentes, hegemônicos, de dominação, de poder. Sonhos que implicam lutas de uns contra muitos, de controle da reação desses “muitos”, de busca constante de instrumentos de controle, mais ou menos legítimos ou “legitimados” à força. Sonhos que alimentam desejos de poder infinito, de hegemonia mesmo, absoluta, total!

 

Que ALMAS sonham esse tipo de sonho, e quando é que elas, essas ALMAS, imaginam ver seus sonhos (que para nós são verdadeiros “pesadelos”) devidamente “realizados” ??

 

Nossos Irmãos do Espaço, aqueles que guardam com a história da Humanidade da Terra uma estreitíssima e muito antiga relação, afirmam que são ALMAS de grande inteligência, astúcia e capacidade de realização e que, graças a isso, foram capazes de controlar o mundo e às pessoas crescentemente, porque são guiadas por um PLANO chamado KOMMO, ou KOMMÔ, termo que quer dizer, aproximadamente, valendo-se de um termo moderno, “enquadramento”.

 

Seus artífices e articuladores são ALMAS que estão umbilicadas ao processo evolutivo (evolucinário) da TERRA, mas que lutam para se tornar independentes, já que KOMMÔ, essencialmente, visa sediar na TERRA os primeiros passos de um futuro IMPÉRIO GALÁTICO, já que suas lideranças, num passado remoto, num passado “siriano”, foram peças chave na organização de um outro IMPÉRIO GALÁTICO, hoje pacífico e relativamente tranqüilo, o IMPÉRIO DE AVIS, sediado no planeta AVIS, que orbita SIRIUS A, B e o “escuro” C, juntamente com vários outros planetas.

 

Essas referidas “lideranças”, nesse passado siriano, foram pessoas que tiveram seus DNAs físicos alterados pela a introdução de uma “chave guerreira” denominada “Frai-Ki”, que os tornavam, e aos seus descendentes, “guerreiros (quase) imortais” e dotados de uma perspicácia e capacidade de ação extraordinárias.

 

Quando os governantes do já pacificado IMPÉRIO DE AVIS começaram a se incomodar com tais guerreiros, então já desnecessários, já que o tempo das guerras de conquistas de mundos mais fracos já havia há muito terminado, é que a coisa começou a se complicar!

Isso porque alguém por lá resolveu submeter todos os tais guerreiros e seus descendentes, num satélite laboratório especial, a um processo de “limpeza” para retirar tal chave guerreira.

 

Reunidos por ordem superior, os guerreiros, de saída, tidos quase como “heróis” e verdadeiros “deuses” entre as populações, foram tachados de “Simaós”, ou seja, de “contaminados”.

 

A operação de “limpeza”, no entanto, mal havia começado quando os guerreiros começaram a não querer mais ser objeto da tal “operação de reciclagem genética”, já que perderiam a “fama” e o “poder” dos quais já eram portadores e que muito os beneficiavam numa sociedade fortemente igualitária como são as sociedades ditas Sudi Vaens, ou seja, IMPERIAIS, de índole “Yang”.

 

Estabelecida a crise de autoridade entre as lideranças dos guerreiros “Simaós” e o governo imperial de AVIS, a confusão passou a ser rotina, até que os Simaós entenderam por bem se apossar do satélite laboratório, chamado então de Éka, e ali sediar uma REVOLUÇÃO para resgatar o direito de continuarem com a chave guerreira e também de começarem, ali mesmo, um novo IMPÉRIO GALÁTICO, nas “barbas” da sede central do IMPÉRIO DE AVIS, onde rapidamente passaram a ser considerados “perigosos traidores”.

 

Os SIMAÓS, então, para fixar sua decisão, geraram um ENTE para governá-los tendo como meta a criação, a qualquer custo, de um novo IMPÉRIO, começando pela LIBERTAÇÃO dos SIMAÓS daquela situação.

 

Cientistas de AVIS, a serviço de seus governantes, vendo a situação, e também pressionado por sociedades outras, todas vizinhas de AVIS, estabelecidas em planetas do mesmo sistema solar (Sírius), capturaram o tal ENTE, então chamado de “Gibdi-Bába-Ór” — que quer dizer “Espelho Perfeito” — e modificaram sua “programação” visando, dessa forma clandestina, enviar um pouco de “luz”, ou seja, de discernimento para aqueles SIMAÓS, numa tentativa já meio desesperada de consertar uma situação já vista como que “sem retorno”!

 

A idéia funcionou por muito pouco tempo, pois as lideranças dos SIMAÓS — que internamente já viviam complicados conflitos — desconfiaram de que alguma coisa estava errada. Descoberta a intervenção de AVIS, e não podendo fazer mais nada, aprisionaram numa “cela magnética” o ENTE “Gibdi-Bába-Ór” para que este não mais pudesse influenciar aos SIMAÓS.

 

No meio dessa confusão, um dos líderes, justamente aquele que não se conformava com a perda da chave guerreira e que também tinha planos de um novo IMPÉRIO GUERREIRO, gritou, para todo o IMPÉRIO DE AVIS, que ele, a partir daquele momento, seria o LÍDER ABSOLUTO dos SIMAÓS e da CONSTRUÇÃO de um novo E DESTEMIDO IMPÉRIO GUERREIRO.

 

Esse fato complicou a questão entre os SIMAÓS, porque uma outra liderança — Abezon Roéh — não concordava com a criação de um novo IMPÉRIO GUERREIRO, embora estivesse igual e radicalmente contra a perda de Frai-Ki por intervenção dos governantes de AVIS. Essa cisão interna perdura até hoje!

 

O ENTE “Gibdi-Bá-Ór” modificado por AVIS é o verdadeiro LÚCIFER, o “Portador da Luz” para os SIMAÓS, até hoje prisioneiro em sua “cela magnética”.

 

O tal líder SIMAÓ que resolveu assumir o lugar de “Gibdi-Bába-Ór” chama-se, nas Tradições do Espaço ou na dita “Ufologia Esotérica” ou “Iniciática”, Baóbi Koro, ou mesmo Kommo ou Kommô, nome que mais tarde seria dado ao seu PLANO DIABÓLICO. É Ele, sim, o tal “Anjo decaído” das Tradições religiosas. O termo “Kommô” é caro entre os SIMAÓS, pois, na origem do mesmo, significava “sucesso” em relação à implantação da chave guerreira (Frai-Ki) num certo indivíduo que, assim, era considerado SOLDADO IMPERIAL apto, ou seja, devidamente “enquadrado”.

 

Depois de muitas negociações e intervenções de terceiros, o tal satélite laboratório — Éka, que significa “prêmio inesperado” — foi retirado do sistema solar de Sírios (sistema que entre seus povos chama-se ARIDON) depois de devastado por uma guerra interna onde AVIS usou de todos os artifícios possíveis e imagináveis para “ajudar” aos dois lados, simultaneamente, garantindo, por esse meio, na prática, uma “aniquilação completa”.

 

Dessa maneira o problema seria “arrancado pela raiz”... ou seja, AT-MÁ-HÁS, nome do satélite laboratório depois que ele foi “gentilmente convidado” a se retirar de Sírius.

 

Depois de haver muito viajado e de até ter sido rebatizado para ALI-ÉME, que quer dizer “aquele bólido que gosta muito de viajar”, o tal satélite laboratório, totalmente vazio, inóspito e morto, chegou aqui, em nosso atual SISTEMA SOLAR, onde ocupou uma órbita então disponível.

 

Entrou no lugar de um planeta que foi arrancado do sistema solar (o nome dele era Pharma) por um pedaço de um outro que, depois de explodir, causou inúmeros prejuízos, particularmente para Marte (praticamente devastado pela ocorrência) e para Vênus (que teve sua órbita original modificada perigosamente).

 

Abandonados à própria sorte, as ALMAS SIMAÓS nada podiam fazer até que “alguém” de fora da situação resolvesse ter uma iniciativa no sentido de ajudá-los.

 

Essa iniciativa veio dos próprios governantes de Sírius, e outras alianças, pois as pressões galáticas estavam insuportáveis para todo o famoso IMPÉRIO DA PAZ.

 

Agentes sirianos, então, vieram para cá e resgataram a infra-estrutura de ALI-ÉME, fortificaram os vínculos evolucionais com Sírius e deram início a um plano de resgate das ALMAS SIMAÓS. Para começar, aprisionaram no interior hiperfísico do astro — que voltou a ser chamado de Éka — o “espírito” do planeta destruído (Darmon) para que este pudesse ter “energia” suficiente para abrigar a experiência de resgate dos SIMAÓS. Depois lhe deram mares, atmosfera, vida! Fizeram da futura “Terra” um paraíso!!!

 

Éka virara, sim, um “paraíso”, embora às vezes meio que perigoso, pois muitas acomodações astronômicas e geofísicas ainda estavam e deveriam continuar a acontecer. Estabilizado o planeta, começaram a nascer as ALMAS SIMAÓS via ensaios “in vitro” e providências do tipo.

 

Tempos depois, mais uma vez, a guerra interna e com AVIS voltava, por mais cuidado que o governo local tomasse. Sempre que a avançada tecnologia de AVIS chegava ao domínio das falanges encarnadas, a guerra se tornava inevitável e terrível.

 

Um certo dia, cansados das infrutíferas tentativas de resgate das ALMAS SIMAÓS e da extinção da chave guerreira “Frai-Ki”, os Sirianos e seus aliados foram embora e abdicaram da responsabilidade de conduzir uma solução para o problema. Por aqui só ficou desilusão, pois os que ainda haviam sobrado foram simplesmente aniquilados artificialmente.

 

Muito tempo depois, “Alguém”, que por sinal há muito acompanhava o drama das ALMAS SIMAÓS, resolveu adotar o planeta em questão como sede de um outro plano, relativo aos HOMARAS, onze povos de oito planetas, de três estrelas distantes, lá da nossa vizinha Galáxia de Andrômeda (Mhora entre os Espaciais), que procuravam abrigo por haverem deixado seus mundos em busca de novas oportunidades para si. Eram ALMAS simples, muito avançadas, cooperativas, vindas de culturas RAMA MAENS, ou seja, de índole fortemente “Yin”.

 

Dessa forma, esse “Alguém”, de quebra, mas com o perfeito consentimento dos HOMARAS, poderia ajudar às ALMAS SIMAÓS! Quando “Ele” esteve por aqui para ver a situação, foi visitado por um outro “Iluminado Ser”, nesse caso um SER venusiano, que Lhe colocou à par da situação das ALMAS Darmonianas, sem rumo e sem oportunidade desde que explodiram seu mundo por conta de uma seqüência de decisões catastróficas (Darmon).

 

Conversa vai, conversa vem, nasce um plano “tríplice”, dito BÁKI-TÍDI-ÁRIA, cuja meta era fazer um só povo dos três grupos: Báki é a partícula sonora relativa aos guerreiros SIMAÓS, Tídi por conta dos Darmonianos, e Ária em razão dos Homaras, este grupo representando quase 65% do total das ALMAS reunidas!

 

Tudo ia relativamente muito bem até que um fato insólito, acontecido no Sol, interrompe o processo e levanta questões científicas, tecnológicas e espirituais enormes, quase indecifráveis! Nossos corpos eletrônicos (etéricos ou bioplásticos) foram prejudicados “irremediavelmente”, eles que, na sua incrível complexidade, são constituídos de 144.000 circuitos para-luminosos caleidoscópicos!

 

A HIERARQUIA TUTORA do plano Báki-Tídi-Ária, então, suspende tudo, reativa as bases provisórias dos Homaras, e parte em busca de uma solução, enquanto a aliança venusina vai cuidar das ALMAS DARMONIANAS.

 

Muito tempo depois, retorna ela, a HIERARQUIA TUTORA, com a dita "solução", um plano de resgate chamado Álara-Máh, perfeito, ainda que de grande complexidade. Ao chegar em Éka, entretanto, encontra outros “governantes” já à postos, os KAMARÁ-AEONS, vindos de ORÁKI — o astro que passaria a chamar-se DÓTON, ou aquele que marca o passo, ou estabelece o compasso, os ciclos de intervenção na Terra — novos colonizadores que, nada encontrando por aqui e vendo humanos vivendo com e como “símios”, resolveram incorporar o povo de Éka ao seu IMPÉRIO!

 

Mais uma vez, conversa vai, conversa vem, acertou-se uma acomodação de interesses. Fechou-se um ACORDO no qual todas as partes e interesses iriam ser respeitados, de modo que, nesse contexto, caberia às ALMAS SIMAÓS, às DARMONIANAS e às HOMARAS decidirem, livremente, com quem iriam ficar: ou ficavam no planeta, que abrigaria uma civilização de índole Yin (feminina), portanto uma civilização do tipo RAMA MAENS, ou iriam com os KAMARÁ AEONS para um outro e bem determinado planeta (Dóton, o "planeta higienizador", base regional dos Kamará-Aeons, acima citado), para fazerem, por sua vez, uma civilização "Yang" (masculina), ou, então, partiriam à força junto com as lideranças que insistirem em expulsar as outras duas partes para começarem, por aqui mesmo, não uma civilização Yin, mas uma Yang, IMPERIAL e guerreira, belicista, agressiva e feroz, como querem seus líderes, centrados na figura de Baóbi Koro!

 

Éka é a TERRA, sim, e as ALMAS SIMAÓS que permaneceram guerreiras e fiéis a Baóbi Koro ainda estão por aí e na busca da tecnologia que tinham para voltarem ao espaço e a fonte superiores de energia, materiais, controle genético-biológico, comunicação e navegação sideral para dar início ao seu IMPÉRIO BELICISTA, razão pela qual, dentre outras coisas, ocultam a presença extraterrestres (UFOs / OVNIs) e os abatem para a prática da dita "Engenharia Reversa", visando atingir os meios tecnológicos de que necessitam, e, diga-se de passagem, com o apoio de alinígenas ditos "Koddos", originários de DÓTON (Oráki), onde estão aquartelados há milênios, apesar da colonização Kamará-Aeons.

 

Ganharam — ela, a turma de Baóbi Kôro — quase todas as ALMAS para a sua “enlouquecida causa”. Uma outra minoria — normalmente agressiva e manipuladora ou, por outro lado, bem indolente e obediente — vai partir com os KAMARÁ-AEONS para o planeta DÓTON — que bem pode ser NIBIRU das tradições sumerianas — enquanto uma terça parte, talvez, vá conseguir ficar por aqui mesmo, inaugurando uma civilização RAMA MAENS, pacífica, feliz, próspera e muito criativa e avançada, reunindo dezesseis (16) nações espirituais espalhadas por mini-cidades (Estações Aquarianas) assentadas nas montanhas de todos os velhos e dos novos continentes, para uma linda e tranqüila vida, sem fronteiras, abertas aos espaços hiperfísicos, aos siderais e a uma ciência e uma tecnologia novas. (Vejam http://www.agendaaquariana.org.br/)

 

Para que a escolha de cada um possa se dar sob condições justas para todas as partes envolvidas no processo, a ordem mundial prevalente vai ter de ir "por água abaixo", vai ser completamente destruída, sem prejuízo da preservação de alguns lugares, assentamentos e regiões para que a travessia entre os dois tempos possa acontecer com um mínimo de conforto. Dessa maneira nossas consciências físicas estarão em pé de igualdade com nossas consciências hiperfísicas, garantindo a todos e a cada um, justas e perfeitas condições de "decisão".

 

Na fisicalidade, os guerreiros SIMÁOS que ainda continuam fiéis a sua proposta original de ocupar a TERRA e fazer daqui a sede de um NOVO IMPÉRIO (Plano Kommô, ou do Anti-Cristo, via “Governo Oculto do Mundo”), são imbatíveis. Nos planos sutis, entretanto, têm pouca força, pouca influência, embora contem com o apoio de raças intraterrenas aqui aquarteladas desde o tempo em que a Terra era um devastado satélite de AVIS.

 

Esses são os Góguis, estruturas sociais parasitárias e que costumam apossar-se da energia liberada por guerras e atividades outras que liberam muita energia a partir da concentração de gente, como nas grandes cidades, ruidosas festas populares animadas com muito consumo de carne, de álcool, ruídos e toda sorte e ações inconseqüentes em geral.

 

Tais Góguis, muito erroneamente chamados indiscriminadamente de "cinzas" no âmbito da UFOLOGIA, têm um líder chamado “Bel Tzé Bud”, que quer dizer “o que se alimenta de sangue”, ou seja, de hectoplasma. Esse seres, de muitas raças e cores, normalmente de pequena estatura, se valem de desencarnados para retirarem das multidões o alimento de que necessitam para sobreviver. Não possuem força, nem na fisicalidade nem quando se encontram fora de seus corpos, agindo como “entidades”. Mas em parceria com desencarnados “obsessores” podem levar indivíduos à morte ou fazer deles “mansos cordeiros” a serviço de seus interesses. Bel Tzé Bud é chamado pela Tradições de Satanás, o Demônio, o Capeta, um cara apenas “faminto”, mas que tem sido ajudado pelos abnegados servidores de Baóbi Koro para manter ALMAS dóceis, “mansas”, pacatas, sem ação, obedientes, intoxicadas, submissas, alienadas, à serviço dos interesses de ambos os grupos.

 

Éka, depois da retomada dos planos por parte da HIERARQUIA TUTORA, foi batizada de SHAN DÍTI OMAI, ou seja, aquela que, por esforço próprio, teve sua ESPERANÇA renovada! SHAN quer dizer ESPERANÇA.

 

Enquanto isso, DÓTON (ou NIBIRU, dentre tantos outros nomes...) se aproxima para fazer seu papel, mais uma vez, já que ele faz parte do plano Álara Máh, como agente promotor de “transições” cíclicas para o apressamento e re-sintonização dos processos evolucionários em curso na TERRA, dentre outras funções em relação à Marte e a Vênus, principalmente.

 

Dele, desde o início do século passado, mais ou menos, têm vindo para a Terra outra “gang” parasitária que luta bravamente para se estabelecer em DÓTON tão logo o planeta se estabilize no sistema solar, depois de Marte, formando em torno de si cinturões como o de Saturno. Esse grupo, chamado de “Koddos”, ou seja, “sem rosto”, sem organização social definida, embora controlados pelos KAMARÁ-AEONS, fizeram alianças “inconfessáveis” com o grupo de Baóbi Koro, principalmente visando o resgate de tecnologias e materiais que o Plano KOMMÔ demanda para a ter sucesso na BATALHA FINAL, o dito “Amargedon”, ou seja, o momento no qual Baóbi Koro se perceberá derrotado dentro de um esquema no qual teve seu plano maluco perfeitamente respeitado pelas partes envolvidas e tentará “uma última reação”, fato que dará à HIERARQUIA TUTORA o aval para, enfim, confrontá-lo.

 

No meio disso tudo, fatos astronômicos e telúricos, cíclicos, NATURAIS, somados com as conseqüências dos desmandos implementados pelas civilizações que se sucederam na TERRA, vão derrubar tudo, todas as fronteiras e todos os produtos, valores, verdades e significados hoje tidos como “sagrados” pela humanidade contaminada pelas idéias de Baóbi Koro e sua “turma”.

 

Tudo dará certo, porque tudo corre segundo LEIS PERFEITAS. Todos e cada um estará vivendo o desfecho dessa incrível história segundo seu padrão vibratório, ou seja, estará na hora e no lugar certos, graças à LEI MAIOR DO AMOR, ou seja, a LEI DAS AFINIDADES, que nunca castiga, dando, sim, em vez disso, a cada um e a todos, o melhor lugar para que possamos prosseguir revelando a nós mesmos nossos destinos, nossos SEGREDOS, nossos respectivos NOMES CÓSMICOS, como dizem os POVOS DO ESPAÇO, ou seja, nossos “fatores individuadores”.

 

Para aprender junto e cooperar com a humanidade da Terra, de muitas estrelas vieram os TAREFEIROS, quase 2 bilhões de servidores, uns organizados pela HIERARQUIA TUTORA, a serviço direto das falanges que operam com o MESTRE, e outros organizados por ASHTAR SHERAN, o dito “Arcanjo Miguel” das religiões, o COMANDANTE AMATZILLE da Ufologia Esotérica. Junto com as ALMAS SIMAÓS, DARMONIANAS e HOMARAS, somamos uns 24 bilhões de Seres sob a guarda vibratória da TERRA.

 

A maior parte deles — dos ditos TAREFEIROS — está por aí, ... esquecida do que vieram fazer, tomados pelas intoxicações patenteadas pelo grupo de Baóbi Koro e, assim, sem querer, ou sem se aperceberem disso, a serviço d’Ele, do Governo Oculto do Mundo, cujos valores hoje circulam no sangue de todo mundo, na mente de cada um de nós.

 

Se todos os TAREFEIROS acordassem, a humanidade e o plano do MESTRE para a TERRA, sem dúvida, seria melhor sucedido. Mas foi Ele mesmo quem profetizou: muitos seriam os chamados, poucos, no entanto, os escolhidos.

 

No final, a RAÇA TERRESTRE, os SHERANS (brilhantes) triunfarão na TERRA e muitos TAREFEIROS voltarão para casa, felizes, realizados e prontos para novas missões siderais! Os demais, ... bom, .. os demais terão feito outras escolhas.

 

Na TERRA, Gaia, dezesseis nações aquarianas plantadas “bem antes do amanhecer” terão vingado! Paz, enfim, na TERRA aos homens e mulheres de boa vontade! Enfim, um só Rebanho e um só Pastor! Cumprido terá sido o SERMÃO DA MONTANHA!

 

Não é assim? Nosso LIVRE ARBÍTRIO será até o fim plenamente respeitado.

 

Bola pra frente!

Luiz Gonzaga

www.amasofia.org.br

 

FIM

Assentamentos Aquarianos

18:11 @ 20/05/2009

 

ASSENTAMENTOS AQUARIANOS

Tema: Assentamentos  Satélites às Estações Aquarianas das 16 Redes Mundiais
(Conteúdos de origem amasófica — http://www.amasofia.org.br/)

VEJA TAMBÉM http://www.amasofia.com/

 

Os elementos conceituais abaixo destacados (mini-glossário) têm sido, já para muita gente "pensante" planeta afora, uma referência até para a elaboração de roteiros cinematográficos e contos, romances, histórias em quadrinhos e histórias infantis e ilustrações contextualizados no futuro de todos nós. Eles representam, no conjunto, uma espécie de "referencial geral" para essas "antevisões" de quem está desenhando o futuro a partir do que de fato vai no Coração de todos nós mas que ainda não é um fato CONSCIENTE na fisicalidade como uma UNIDADE já bem avançada em termos de elaboração global. O "resto" seriam apenas "projeções do status quo" do SISTEMA dominante e que, sabemos todos, não prevalecerá na Terra, muito embora ainda tenha tanta força e submeta tantas consciências!

 

São como que peças de um quebra-cabeças cuja figura geral começa agora a se deliear, se tornar visível, "palpável", muito por conta do resgate e da difusão crescente da AGENDA AQUARIANA >>> http://www.agendaaquariana.blogspot.com/.

 

Serão as realidades que aflorarão na Terra, em GAIA, tão logo a Civilização vigente simplesmente DESAPAREÇA, seja impactada por fatos naturais (INCLUSIVE ASTRONÔMICOS) de monta — e que rapidamente têm se aproximado de nossos dias —  ou também em razão de estar cada dia mais despreparada para os cenários que ela mesma vem construindo com sua gana de destruir, lucrar, dominar, submeter e "levar vantagem".

 

LlEIA COM CALMA E "VIAJE" VOCÊ TAMBÉM PARA ESSE FUTURO QUE, GRAÇAS NO MÍNIMO ÀS SUAS ORAÇÕES, E EM RAZÃO DO TRABALHO CRIATIVO DE MILHÕES DE PESSOAS DE BOA VONTADE, VEM SE DELINEANDO E SE MATERIALIZANDO NA TERRA, COMO UM ESPECTRO QUE, AOS POUCOS, GANHA DENSIDADE PARA, FINALMENTE, GANHAR A DENSIDADE DA FISICALIDADE AQUARIANA! 

 

Boa leitura!... e Boa viagem imaginativa e criativa!

 

(1) ESTAÇÕES = Aiálas = Pontos ou Fontes de Luz.

 

Também quer dizer “luzeiros que flutuam no ar”, ou seja, que não agridem o chão em respeito à Terra e aos seres que nela vivem suas existências, ou seja, vegetais e animais, físicos e não físicos.

 

São as unidades básicas das 16 Redes Mundiais (Nações Aquarianas). Serão estabelecidas em todo o planeta Terra (Gaia), sempre nos altiplanos e nas montanhas, com base no terraciamento de áreas com arrimos que darão às mesmas as condições energéticas e telúricas adequadas à vida humana com consciência extra-corpórea avançada, característica da Era de Aquário.

 

(2) BALIZAS = Sinos = “Ouvidos”

 

São postos de apoio à navegação aérea terrestre e espacial. Guardarão relação com as redes de meridianos de Gaia e servirão de apoio ao trabalho das equipes lotadas nos FARÓIS. Não terão moradores fixos, mas tão somente uma infra-estrutura mínima para auto-hospedagens e consertos de emergência. Equipamentos automáticos integrarão o conjunto, além de antenas e pequenos veículos aéreos e terrestres de inspeção. Normalmente serão implantados em regiões remotas, isoladas e altas, e inclusive nos oceanos, onde, em alguns casos, serão flutuantes. Uma cúpula geodésica será a marca registrada das Balizas (Sinos)

 

FARÓIS = Kimãs = “oásis”

 

São pontos de apoio às atividades relativas aos trabalhos ecológico-ambientais e de proteção à vida silvestre em geral e à cura planetária, além de apoio às equipes “Legionárias”, formadas e baseadas nos Entrepostos. São auto-subsistentes, terão oficinas para manutenção de Igaí-mãs em geral e abrigarão uma pequena população fixa. Visualmente, os Faróis serão reconhecidos por suas torres encimadas por plataformas de pouso. A partir desses Kimãs se manterá também missões de busca, resgate e salvamento e orientação e controle de levas de migrantes (refugiados) quando estas ainda não formaram COLÔNIAS estáveis. Têm albergues para abrigo de Legionários (Siáh-massís), pois tais Tarefeiros se abrigarão nos Kimãs.

 

 

ENTREPOSTOS = Enarãs = “lugares que não dormem”

 

Os Enarãs são, essencialemente, “estações de partilha” de excedentes, inclusive de Siáh-massís (com ou sem Igai-mã “próprio”) que esteja em busca de engajamento em alguma equipe de trabalho (Legionários) e monitorias de obra e manutenção de Balizas, Faróis e Entrepostos. Não deixam de ser, também, “armazéns”, onde todos os excedentes eventualmente gerados são disponibilizados para outras REDES, para os Legionários e Monitorias (algo como mini-legiões temporárias), para as Colônias e também para os Núcleos. Centralizam todas as “cotizações” feitas por uma ou mais das REDES com uma finalidade específica. Quando uma Legião se forma, sua “Ágara” (Bandeira ou “Liderança”) se “aquartela” num Kimã (Farol) e a partir dali trabalha em obras pré-estabelecidas pela “COMUNHÃO” (Imáia), reunião de delegados vindos de uma ou mais REDES para tratarem de interesses comuns no que diz respeito inclusive à construção de novos assentamentos, de qualquer tipo.

 

COLÔNIAS = Marisas = “diz-se de lugares onde se sente uma brisa reconfortante”

 

As Marisas, no início, serão verdadeiros “acampamentos” mais ou menos improvisados formados espontaneamente por refugiados e por levas de andantes estacionados em qualquer lugar. Com o tempo se transformarão em centros de recepção, abrigo emergencial, cura, triagem, capacitação, treinamento e destinação dos que são encontrados pelos Legionários e as monitorias de Busca e Salvamento (“Anjos de Gaia”). Mais tarde ainda vão se transformar em verdadeiros “centros de estar, repouso e cura natural, algo como “spas” aquarianos, onde pessoas necessitadas de isolamento ou tratamentos especiais viverão. As Marisas terão população fixa, mas como em todos os assentamentos satélites, essas populações são em rodízio e mantidas por voluntários de todas as REDES, provenientes de qualquer das 16 Nações Aquarianas.

 

NÚCLEOS = Akimãs = “lugar de boas surpresas ou de descobertas, onde mora o gênio (criativo)”

 

Os Akimãs são centros de criação tecnológica e construção de “montagens”, inclusive veículos aéreos e outras utilidades de interesse de todas as 16 Nações Aquarianas, como modulados, instrumentos, máquinas e instalações. São mantidas por Monitorias específicas, mas seus operadores são pessoas que demonstram condições de inventividade e criação tecnológica. Não deixam de ser “fábricas”, embora não se vá produzir neles de modo “seriado”. Tudo será feito, de alguma forma, “por encomenda” ou "artesanalmente". Toda a inventividade será partilhada em favor de todos. Os materiais serão, quase todos, bio-fabricados, ou seja, serão “construídos” por micro-organismos, inclusive alguns geneticamente modificados através de práticas psico-bio-física, radiônicas e hiperfísicas, em tanques d’água submetidos a “campos sonoros, magnéticos e luminosos diferenciados”, de onde o produto é depois “içado” e levado para acabamento, quando não sairá pronto, inteiriço, uma só peça com partes diferenciadas, embora contínuas, sem emendas. Os Akimãs lembrarão “estádios de futebol”, pois em geral serão redondos, em torno do qual as equipes de “construtores” se estabelecerão a partir de seus transportes (naves). Quando uma “vaga” é liberada, outra equipe, com outros projetos, se estabelece. Todas as pessoas passarão um tempo de suas vidas num Akimã. Será nesses lugares que os Tarefeiros da linha “Anjos de Gaia” construirão seus próprios Igai-mãs para servirem onde forem mais necessários. Essas máquinas passarão de mão em mão, graciosamente, mas os “Anjos de Gaia” sempre existirão e estarão de prontidão nos Entrepostos (Enarãs), para o que der e vier. Os “Anjos de Gaia”, por terem o ofício de voar continuamente com seus Igai-mãs (Volitores) são recebidos em todas as ESTAÇÕES de todas as Nações Aquarianas, como “Zeladores ou Socorristas Universais”. Quando desejam parar de voar, passam a um jovem as suas máquinas voadoras e vão dedicar-se a fazer outras máquinas voadoras, inclusive as que serão construídas para as viagens interplanetárias.

 

COMPLEXOS = Rimas (Bases) e Rimáras (Complexos de “Rimas”)

 

Serão os lugares onde a Terra (Gaia) verá chegar e sair as naves interplanetárias em geral, inclusive Vimanas e máquinas mais extraordinárias ainda (Bauãns e Ivas). Serão em lugares ermos, grandes chapadões isolados, e que se transformam em COMPLEXOS quando o número de BASES instaladas se torna muito grande, pois cada povo do espaço costuma ter sua própria BASE, como uma embaixada e ao mesmo tempo um estacionamento especializado as suas demandas ergonométricas e energéticas, pois há humanos no Cosmo que têm desde 25 a 30 cm e outros que chegam a ter até 640 cm ou mesmo 720 cm de altura.

 

 

NOTAS:

 

(1) Igai-mãs (ou Volitores) são máquinas voadoras mecânicas, cujos motores são puramente magnéticos e que servem para girar reatores de massa, ou seja, sistemas que geram empuxo controlável quando são colocados a girar. São máquinas relativamente simples, mais simples que um moderno “ultra-leve” ou um “girocóptero” (asa rotativa). Seus reatores de massa geram forças contra-gravitacionais que, dirigidas, fazem o aparelho “volitar”, ir para frente ou para trás, para os lados e girarem sobre seus próprios eixos, podendo ficar, em princípio, em qualquer posição. Pousam e decolam verticalmente, são totalmente silenciosos e poderão ser construídos numa razoável oficina de fundo de quintal. Imãs permanentes poderosos são seus componentes mais sensíveis, pois deles dependerão seus construtores para fazerem os motores magnéticos, que praticamente não demandarão manutenção e jamais precisarão de “combustível”.

 

(2) Vimanas são máquinas mais avançadas e complexas, pois trabalham com poderosos campos eletro-magnéticos para produzirem “deformações espaço-temporais” que lhes permitem movimentar-se relativamente ao ponto onde se encontram. Em alguns casos envolvem fenômenos complexos e demandam tripulação com bom nível de consciência extra-corpóres.

 

(3) Bauãs e Ivas são as ditas “Naves-mães” e “bases espaciais”. Valem-se de meridianos intergaláticos para se locomoverem e normalmente são instalações trans-dimensionais, ou seja, o que vemos  na fisicalidade são meros “afloramentos” de suas reais “dimensões”. Costumam ser construídas em dimensões ditas “helaianas” (áuricas ou astrais) e parte delas podem “se materializar” a partir da captação de hectoplasma e trídios livres (aquilo que as tradições esotéricas chamam de “energia de cura”, Prana, Tchi, Vril, Vida ou Fluido Vital, etc.). Os Trídios (Eikos na AMASOFIA) integram um Reino e são os elementos estruturadores da forma. As instalações ditas “Ivas” podem ter como suas “expressões físicas permanentes” planetas inteiros que, capturados vagando por aí, são adaptados como verdadeiras “macro-cidades” celestes. No Cosmo as “Ivas” se equivalem aos ENTREPOSTOS AQUARIANOS, ou seja, aos “Enarãs”, pois costumam ser macro-estruturas de partilha e base das missões tarefeiras interplanetárias, organizando gente de tudo que é sistema para SERVIR.

 

(4) IMÁIA é uma chave mântrica relativa ao “Grande Acordo de Paz Eterna” entre todas as dezesseis “Nações Aquarianas”. Quer dizer “Comunhão”, de modo que será um termo usado sempre que duas ou mais das 16 REDES MUNDIAIS estiverem representadas numa reunião ou “Arrimáia”, ou seja, onde se faz “visível” a COMUNHÃO.

 

(5) ARAMAS = As “Nações Aquarianas” são as “Aramas” que, embora possa ser traduzido por “Irmandades”, quer dizer, na verdade, lugar onde vive um SOL, uma ESTRELA, ou uma LUZ, em torno do qual as Almas (Livres) de uma mesma índole se agrupam para se aquecerem mutuamente.

 

(6) YÁMASSI, (ou Yamassíh) gentílico universal de todos os que encontraram suas famílias cósmicas. “Yamassí” diz-se de todo aquele que percebeu que a verdadeira seara de sua evolução é ele mesmo(a), e que a ferramenta para tal é o SERVIÇO ABNEGADO e a DEDICAÇÃO DESAPEGADA aos outros

 

(7) Girans, ou Girãs, quer dizer lugar provisório onde se contam as pessoas, lugar de "triagem dos desvalidos"..., de avaliação de cada um para que se possa dar um destino digno a cada um deles. Esse termo poderá ser usado para nomear genericamente os milhões de acampamentos de refugiados que serão identificados ao longo e depois dos acontecimentos que marcarão o fim do atual modelo de civilização. Quando grafado na forma Agirã, significa "retirantes", ... grupo "cigano", sem rumo, e que procura, à esmo, um lugar para assentar-se e se transformar num Girã, ou seja, numa espécie de "acampamento". A tarefa de mapear Girãs e assentar Agirãs para oportunamente dar um destino a cada um de seus integrantes será tarefa da "LIS AMARELA", os ditos "Anjos de Gaia" ou "Yellow Lis", falanges especiais de legionários formada por voluntários de todas as 16 Redes Mundiais (Aramas) com essa finalidade, até que todos estejam seguros e integrados. A grande maioria dos Girãs serão transformados em ESTAÇÕES AQUARIANAS — de uma das 16 REDES MUNDIAIS, de acordo com as condições geofísicas e ecológico-ambientais de cada lugar — ou num dos SILA (assentamentos que interfaciam as Aramas em torno de interesses comuns: vide tópico "9" adiante").

 

(8) O termo “evolução” (Okaiá-Zamís = “O que ou aquele que resulta (é filho) do perfeito abraço”), numa perspectiva AQUARIANA, não significa “melhorar”, “tornar-se mais isso ou mais aquilo”, “vencer limitações”, e coisas assim. Significa, na verdade, “desabrochar-se”, ou melhor ainda, “Auto-revelar-se à Vida, ao Mundo e a sua própria Consciência Creada”. Tudo o que há é PERFEITO e COMPLETO em si mesmo, como uma semente ou um botão de rosas. O processo da “evolução”, portanto, na visão dos Espaciais, estaria associado à idéia de “abrir-se” (mostrar o que está oculto) ... “quando o Sol se levanta”. O SOL é o “Centro do Reino Humano”, dito “Hamnas”, que quer dizer SEMENTE. A maior prova da evolução de um SER (enquanto individualidade e coletivo) é a PERFEIÇÃO DE SUAS OBRAS, porque elas são o testemunho de seu próprio “desabrochar”. As questões de caráter, éticas, morais, estéticas e de comportamento são consideradas "defesas da personalidade encarnada" em relação aos sucessivos contextos nos quais viveu. Seriam, nessa perspectiva, "máscaras" que, cristalizadas pela repetição, tornam-se "personalidades intrusas ou anímicas" (ex-personalidades ou personalidades de vidas passadas, conservadas no contexto vigente e que já não é o mesmo) ou também "sub-personalidades", ou seja, nesse caso, recursos "temporariamente arquivados" do qual podemos eventualmente nos valer para nos defender ou nos garantir "vantagens" numa sociedade ou cultura agressiva ou competitiva, desleal e injusta. Integrar todas as VIDAS no plano EXISTENCIAL e se desarmar (pelo SERVIÇO AO OUTRO e à COMUNIDADE) implicaria em "cura", situação que nos abre novas oportunidades para o tal processo do DESABROCHAR (evoluir) e para a manutenção da boa saúde, já que a doença seria, igualmente nesse contexto de considerações, a somatização (revelação na fisicalidade orgânica) dessas "defesas".

 

(9) O termo "Silas" nomeia genericamente todos esses assentamentos “complementares”, exceção das ESTAÇÕES, que sempre aparecem destacadamente em relação aos demais tipos de assentamentos aquarianos patamarizados. Numa tradução simplificada, o termo SILAS significa "local ou pedestal onde são colocadas as bandeiras presentes". Isso porque os SILAS são assentamentos "inter-nacionais", ou seja, construídos, geridos e mantidos em comum por todas as 16 Nações Aquarianas, essas denominadas genericamente de Aramas, que quer dizer, também, "Grande Família Livre", ou que "Tem seu Pouso onde está seu Coração", sua "Alma", seu “Sol”, sendo a Terra (Gaia) um dos infinitos POUSOS onde se firmam as Aramas. Também pode ser traduzido por "ramo", hierarquia, falange, família, frota, tribo, bandeira, nação, ...e termos afins (Vide Tópico “5” acima).

 

(9) O termo "Oguí" quer dizer "sentinela", posto avançado, ... o que vai à frente para abrir caminhos. Lê-se "Ô-guí", na forma oxítona, ou seja, a sílaba mais forte é a última.

 

FIM

Fonte: AMASOFIA / www.amasofia.org.br.

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