SONHOS X VISÕES
00:33 @ 08/05/2009
SONHOS X VISÕES
por Luiz Gonzaga (Ben Daijih)
Há, sim, uma estreita relação entre nossos sonhos coletivos e aquilo que se viverá em breve na Terra, depois que formos libertados desse sistema sócio-cultural e econômico-financeiro que hoje nos escraviza e coloca a sustentabilidade da vida na Terra, e todos nós, em regime de risco total.
Há outros sonhos “coletivos”?... Sim, há, mas creio que não sejam assim tão “coletivos”, pois são sonhos sonhados por grupos, mais ou menos numerosos, e em permanente competição uns contra os outros e contra os fatos que lhe tolhem os movimentos e interesses absolutistas. São sonhos diferentes, hegemônicos, de dominação, de poder. Sonhos que implicam lutas de uns contra muitos, de controle da reação desses “muitos”, de busca constante de instrumentos de controle, mais ou menos legítimos ou “legitimados” à força. Sonhos que alimentam desejos de poder infinito, de hegemonia mesmo, absoluta, total!
Que ALMAS sonham esse tipo de sonho, e quando é que elas, essas ALMAS, imaginam ver seus sonhos (que para nós são verdadeiros “pesadelos”) devidamente “realizados” ??
Nossos Irmãos do Espaço, aqueles que guardam com a história da Humanidade da Terra uma estreitíssima e muito antiga relação, afirmam que são ALMAS de grande inteligência, astúcia e capacidade de realização e que, graças a isso, foram capazes de controlar o mundo e às pessoas crescentemente, porque são guiadas por um PLANO chamado KOMMO, ou KOMMÔ, termo que quer dizer, aproximadamente, valendo-se de um termo moderno, “enquadramento”.
Seus artífices e articuladores são ALMAS que estão umbilicadas ao processo evolutivo (evolucinário) da TERRA, mas que lutam para se tornar independentes, já que KOMMÔ, essencialmente, visa sediar na TERRA os primeiros passos de um futuro IMPÉRIO GALÁTICO, já que suas lideranças, num passado remoto, num passado “siriano”, foram peças chave na organização de um outro IMPÉRIO GALÁTICO, hoje pacífico e relativamente tranqüilo, o IMPÉRIO DE AVIS, sediado no planeta AVIS, que orbita SIRIUS A, B e o “escuro” C, juntamente com vários outros planetas.
Essas referidas “lideranças”, nesse passado siriano, foram pessoas que tiveram seus DNAs físicos alterados pela a introdução de uma “chave guerreira” denominada “Frai-Ki”, que os tornavam, e aos seus descendentes, “guerreiros (quase) imortais” e dotados de uma perspicácia e capacidade de ação extraordinárias.
Quando os governantes do já pacificado IMPÉRIO DE AVIS começaram a se incomodar com tais guerreiros, então já desnecessários, já que o tempo das guerras de conquistas de mundos mais fracos já havia há muito terminado, é que a coisa começou a se complicar!
Isso porque alguém por lá resolveu submeter todos os tais guerreiros e seus descendentes, num satélite laboratório especial, a um processo de “limpeza” para retirar tal chave guerreira.
Reunidos por ordem superior, os guerreiros, de saída, tidos quase como “heróis” e verdadeiros “deuses” entre as populações, foram tachados de “Simaós”, ou seja, de “contaminados”.
A operação de “limpeza”, no entanto, mal havia começado quando os guerreiros começaram a não querer mais ser objeto da tal “operação de reciclagem genética”, já que perderiam a “fama” e o “poder” dos quais já eram portadores e que muito os beneficiavam numa sociedade fortemente igualitária como são as sociedades ditas Sudi Vaens, ou seja, IMPERIAIS, de índole “Yang”.
Estabelecida a crise de autoridade entre as lideranças dos guerreiros “Simaós” e o governo imperial de AVIS, a confusão passou a ser rotina, até que os Simaós entenderam por bem se apossar do satélite laboratório, chamado então de Éka, e ali sediar uma REVOLUÇÃO para resgatar o direito de continuarem com a chave guerreira e também de começarem, ali mesmo, um novo IMPÉRIO GALÁTICO, nas “barbas” da sede central do IMPÉRIO DE AVIS, onde rapidamente passaram a ser considerados “perigosos traidores”.
Os SIMAÓS, então, para fixar sua decisão, geraram um ENTE para governá-los tendo como meta a criação, a qualquer custo, de um novo IMPÉRIO, começando pela LIBERTAÇÃO dos SIMAÓS daquela situação.
Cientistas de AVIS, a serviço de seus governantes, vendo a situação, e também pressionado por sociedades outras, todas vizinhas de AVIS, estabelecidas em planetas do mesmo sistema solar (Sírius), capturaram o tal ENTE, então chamado de “Gibdi-Bába-Ór” — que quer dizer “Espelho Perfeito” — e modificaram sua “programação” visando, dessa forma clandestina, enviar um pouco de “luz”, ou seja, de discernimento para aqueles SIMAÓS, numa tentativa já meio desesperada de consertar uma situação já vista como que “sem retorno”!
A idéia funcionou por muito pouco tempo, pois as lideranças dos SIMAÓS — que internamente já viviam complicados conflitos — desconfiaram de que alguma coisa estava errada. Descoberta a intervenção de AVIS, e não podendo fazer mais nada, aprisionaram numa “cela magnética” o ENTE “Gibdi-Bába-Ór” para que este não mais pudesse influenciar aos SIMAÓS.
No meio dessa confusão, um dos líderes, justamente aquele que não se conformava com a perda da chave guerreira e que também tinha planos de um novo IMPÉRIO GUERREIRO, gritou, para todo o IMPÉRIO DE AVIS, que ele, a partir daquele momento, seria o LÍDER ABSOLUTO dos SIMAÓS e da CONSTRUÇÃO de um novo E DESTEMIDO IMPÉRIO GUERREIRO.
Esse fato complicou a questão entre os SIMAÓS, porque uma outra liderança — Abezon Roéh — não concordava com a criação de um novo IMPÉRIO GUERREIRO, embora estivesse igual e radicalmente contra a perda de Frai-Ki por intervenção dos governantes de AVIS. Essa cisão interna perdura até hoje!
O ENTE “Gibdi-Bá-Ór” modificado por AVIS é o verdadeiro LÚCIFER, o “Portador da Luz” para os SIMAÓS, até hoje prisioneiro em sua “cela magnética”.
O tal líder SIMAÓ que resolveu assumir o lugar de “Gibdi-Bába-Ór” chama-se, nas Tradições do Espaço ou na dita “Ufologia Esotérica” ou “Iniciática”, Baóbi Koro, ou mesmo Kommo ou Kommô, nome que mais tarde seria dado ao seu PLANO DIABÓLICO. É Ele, sim, o tal “Anjo decaído” das Tradições religiosas. O termo “Kommô” é caro entre os SIMAÓS, pois, na origem do mesmo, significava “sucesso” em relação à implantação da chave guerreira (Frai-Ki) num certo indivíduo que, assim, era considerado SOLDADO IMPERIAL apto, ou seja, devidamente “enquadrado”.
Depois de muitas negociações e intervenções de terceiros, o tal satélite laboratório — Éka, que significa “prêmio inesperado” — foi retirado do sistema solar de Sírios (sistema que entre seus povos chama-se ARIDON) depois de devastado por uma guerra interna onde AVIS usou de todos os artifícios possíveis e imagináveis para “ajudar” aos dois lados, simultaneamente, garantindo, por esse meio, na prática, uma “aniquilação completa”.
Dessa maneira o problema seria “arrancado pela raiz”... ou seja, AT-MÁ-HÁS, nome do satélite laboratório depois que ele foi “gentilmente convidado” a se retirar de Sírius.
Depois de haver muito viajado e de até ter sido rebatizado para ALI-ÉME, que quer dizer “aquele bólido que gosta muito de viajar”, o tal satélite laboratório, totalmente vazio, inóspito e morto, chegou aqui, em nosso atual SISTEMA SOLAR, onde ocupou uma órbita então disponível.
Entrou no lugar de um planeta que foi arrancado do sistema solar (o nome dele era Pharma) por um pedaço de um outro que, depois de explodir, causou inúmeros prejuízos, particularmente para Marte (praticamente devastado pela ocorrência) e para Vênus (que teve sua órbita original modificada perigosamente).
Abandonados à própria sorte, as ALMAS SIMAÓS nada podiam fazer até que “alguém” de fora da situação resolvesse ter uma iniciativa no sentido de ajudá-los.
Essa iniciativa veio dos próprios governantes de Sírius, e outras alianças, pois as pressões galáticas estavam insuportáveis para todo o famoso IMPÉRIO DA PAZ.
Agentes sirianos, então, vieram para cá e resgataram a infra-estrutura de ALI-ÉME, fortificaram os vínculos evolucionais com Sírius e deram início a um plano de resgate das ALMAS SIMAÓS. Para começar, aprisionaram no interior hiperfísico do astro — que voltou a ser chamado de Éka — o “espírito” do planeta destruído (Darmon) para que este pudesse ter “energia” suficiente para abrigar a experiência de resgate dos SIMAÓS. Depois lhe deram mares, atmosfera, vida! Fizeram da futura “Terra” um paraíso!!!
Éka virara, sim, um “paraíso”, embora às vezes meio que perigoso, pois muitas acomodações astronômicas e geofísicas ainda estavam e deveriam continuar a acontecer. Estabilizado o planeta, começaram a nascer as ALMAS SIMAÓS via ensaios “in vitro” e providências do tipo.
Tempos depois, mais uma vez, a guerra interna e com AVIS voltava, por mais cuidado que o governo local tomasse. Sempre que a avançada tecnologia de AVIS chegava ao domínio das falanges encarnadas, a guerra se tornava inevitável e terrível.
Um certo dia, cansados das infrutíferas tentativas de resgate das ALMAS SIMAÓS e da extinção da chave guerreira “Frai-Ki”, os Sirianos e seus aliados foram embora e abdicaram da responsabilidade de conduzir uma solução para o problema. Por aqui só ficou desilusão, pois os que ainda haviam sobrado foram simplesmente aniquilados artificialmente.
Muito tempo depois, “Alguém”, que por sinal há muito acompanhava o drama das ALMAS SIMAÓS, resolveu adotar o planeta em questão como sede de um outro plano, relativo aos HOMARAS, onze povos de oito planetas, de três estrelas distantes, lá da nossa vizinha Galáxia de Andrômeda (Mhora entre os Espaciais), que procuravam abrigo por haverem deixado seus mundos em busca de novas oportunidades para si. Eram ALMAS simples, muito avançadas, cooperativas, vindas de culturas RAMA MAENS, ou seja, de índole fortemente “Yin”.
Dessa forma, esse “Alguém”, de quebra, mas com o perfeito consentimento dos HOMARAS, poderia ajudar às ALMAS SIMAÓS! Quando “Ele” esteve por aqui para ver a situação, foi visitado por um outro “Iluminado Ser”, nesse caso um SER venusiano, que Lhe colocou à par da situação das ALMAS Darmonianas, sem rumo e sem oportunidade desde que explodiram seu mundo por conta de uma seqüência de decisões catastróficas (Darmon).
Conversa vai, conversa vem, nasce um plano “tríplice”, dito BÁKI-TÍDI-ÁRIA, cuja meta era fazer um só povo dos três grupos: Báki é a partícula sonora relativa aos guerreiros SIMAÓS, Tídi por conta dos Darmonianos, e Ária em razão dos Homaras, este grupo representando quase 65% do total das ALMAS reunidas!
Tudo ia relativamente muito bem até que um fato insólito, acontecido no Sol, interrompe o processo e levanta questões científicas, tecnológicas e espirituais enormes, quase indecifráveis! Nossos corpos eletrônicos (etéricos ou bioplásticos) foram prejudicados “irremediavelmente”, eles que, na sua incrível complexidade, são constituídos de 144.000 circuitos para-luminosos caleidoscópicos!
A HIERARQUIA TUTORA do plano Báki-Tídi-Ária, então, suspende tudo, reativa as bases provisórias dos Homaras, e parte em busca de uma solução, enquanto a aliança venusina vai cuidar das ALMAS DARMONIANAS.
Muito tempo depois, retorna ela, a HIERARQUIA TUTORA, com a dita "solução", um plano de resgate chamado Álara-Máh, perfeito, ainda que de grande complexidade. Ao chegar em Éka, entretanto, encontra outros “governantes” já à postos, os KAMARÁ-AEONS, vindos de ORÁKI — o astro que passaria a chamar-se DÓTON, ou aquele que marca o passo, ou estabelece o compasso, os ciclos de intervenção na Terra — novos colonizadores que, nada encontrando por aqui e vendo humanos vivendo com e como “símios”, resolveram incorporar o povo de Éka ao seu IMPÉRIO!
Mais uma vez, conversa vai, conversa vem, acertou-se uma acomodação de interesses. Fechou-se um ACORDO no qual todas as partes e interesses iriam ser respeitados, de modo que, nesse contexto, caberia às ALMAS SIMAÓS, às DARMONIANAS e às HOMARAS decidirem, livremente, com quem iriam ficar: ou ficavam no planeta, que abrigaria uma civilização de índole Yin (feminina), portanto uma civilização do tipo RAMA MAENS, ou iriam com os KAMARÁ AEONS para um outro e bem determinado planeta (Dóton, o "planeta higienizador", base regional dos Kamará-Aeons, acima citado), para fazerem, por sua vez, uma civilização "Yang" (masculina), ou, então, partiriam à força junto com as lideranças que insistirem em expulsar as outras duas partes para começarem, por aqui mesmo, não uma civilização Yin, mas uma Yang, IMPERIAL e guerreira, belicista, agressiva e feroz, como querem seus líderes, centrados na figura de Baóbi Koro!
Éka é a TERRA, sim, e as ALMAS SIMAÓS que permaneceram guerreiras e fiéis a Baóbi Koro ainda estão por aí e na busca da tecnologia que tinham para voltarem ao espaço e a fonte superiores de energia, materiais, controle genético-biológico, comunicação e navegação sideral para dar início ao seu IMPÉRIO BELICISTA, razão pela qual, dentre outras coisas, ocultam a presença extraterrestres (UFOs / OVNIs) e os abatem para a prática da dita "Engenharia Reversa", visando atingir os meios tecnológicos de que necessitam, e, diga-se de passagem, com o apoio de alinígenas ditos "Koddos", originários de DÓTON (Oráki), onde estão aquartelados há milênios, apesar da colonização Kamará-Aeons.
Ganharam — ela, a turma de Baóbi Kôro — quase todas as ALMAS para a sua “enlouquecida causa”. Uma outra minoria — normalmente agressiva e manipuladora ou, por outro lado, bem indolente e obediente — vai partir com os KAMARÁ-AEONS para o planeta DÓTON — que bem pode ser NIBIRU das tradições sumerianas — enquanto uma terça parte, talvez, vá conseguir ficar por aqui mesmo, inaugurando uma civilização RAMA MAENS, pacífica, feliz, próspera e muito criativa e avançada, reunindo dezesseis (16) nações espirituais espalhadas por mini-cidades (Estações Aquarianas) assentadas nas montanhas de todos os velhos e dos novos continentes, para uma linda e tranqüila vida, sem fronteiras, abertas aos espaços hiperfísicos, aos siderais e a uma ciência e uma tecnologia novas. (Vejam http://www.agendaaquariana.org.br/)
Para que a escolha de cada um possa se dar sob condições justas para todas as partes envolvidas no processo, a ordem mundial prevalente vai ter de ir "por água abaixo", vai ser completamente destruída, sem prejuízo da preservação de alguns lugares, assentamentos e regiões para que a travessia entre os dois tempos possa acontecer com um mínimo de conforto. Dessa maneira nossas consciências físicas estarão em pé de igualdade com nossas consciências hiperfísicas, garantindo a todos e a cada um, justas e perfeitas condições de "decisão".
Na fisicalidade, os guerreiros SIMÁOS que ainda continuam fiéis a sua proposta original de ocupar a TERRA e fazer daqui a sede de um NOVO IMPÉRIO (Plano Kommô, ou do Anti-Cristo, via “Governo Oculto do Mundo”), são imbatíveis. Nos planos sutis, entretanto, têm pouca força, pouca influência, embora contem com o apoio de raças intraterrenas aqui aquarteladas desde o tempo em que a Terra era um devastado satélite de AVIS.
Esses são os Góguis, estruturas sociais parasitárias e que costumam apossar-se da energia liberada por guerras e atividades outras que liberam muita energia a partir da concentração de gente, como nas grandes cidades, ruidosas festas populares animadas com muito consumo de carne, de álcool, ruídos e toda sorte e ações inconseqüentes em geral.
Tais Góguis, muito erroneamente chamados indiscriminadamente de "cinzas" no âmbito da UFOLOGIA, têm um líder chamado “Bel Tzé Bud”, que quer dizer “o que se alimenta de sangue”, ou seja, de hectoplasma. Esse seres, de muitas raças e cores, normalmente de pequena estatura, se valem de desencarnados para retirarem das multidões o alimento de que necessitam para sobreviver. Não possuem força, nem na fisicalidade nem quando se encontram fora de seus corpos, agindo como “entidades”. Mas em parceria com desencarnados “obsessores” podem levar indivíduos à morte ou fazer deles “mansos cordeiros” a serviço de seus interesses. Bel Tzé Bud é chamado pela Tradições de Satanás, o Demônio, o Capeta, um cara apenas “faminto”, mas que tem sido ajudado pelos abnegados servidores de Baóbi Koro para manter ALMAS dóceis, “mansas”, pacatas, sem ação, obedientes, intoxicadas, submissas, alienadas, à serviço dos interesses de ambos os grupos.
Éka, depois da retomada dos planos por parte da HIERARQUIA TUTORA, foi batizada de SHAN DÍTI OMAI, ou seja, aquela que, por esforço próprio, teve sua ESPERANÇA renovada! SHAN quer dizer ESPERANÇA.
Enquanto isso, DÓTON (ou NIBIRU, dentre tantos outros nomes...) se aproxima para fazer seu papel, mais uma vez, já que ele faz parte do plano Álara Máh, como agente promotor de “transições” cíclicas para o apressamento e re-sintonização dos processos evolucionários em curso na TERRA, dentre outras funções em relação à Marte e a Vênus, principalmente.
Dele, desde o início do século passado, mais ou menos, têm vindo para a Terra outra “gang” parasitária que luta bravamente para se estabelecer em DÓTON tão logo o planeta se estabilize no sistema solar, depois de Marte, formando em torno de si cinturões como o de Saturno. Esse grupo, chamado de “Koddos”, ou seja, “sem rosto”, sem organização social definida, embora controlados pelos KAMARÁ-AEONS, fizeram alianças “inconfessáveis” com o grupo de Baóbi Koro, principalmente visando o resgate de tecnologias e materiais que o Plano KOMMÔ demanda para a ter sucesso na BATALHA FINAL, o dito “Amargedon”, ou seja, o momento no qual Baóbi Koro se perceberá derrotado dentro de um esquema no qual teve seu plano maluco perfeitamente respeitado pelas partes envolvidas e tentará “uma última reação”, fato que dará à HIERARQUIA TUTORA o aval para, enfim, confrontá-lo.
No meio disso tudo, fatos astronômicos e telúricos, cíclicos, NATURAIS, somados com as conseqüências dos desmandos implementados pelas civilizações que se sucederam na TERRA, vão derrubar tudo, todas as fronteiras e todos os produtos, valores, verdades e significados hoje tidos como “sagrados” pela humanidade contaminada pelas idéias de Baóbi Koro e sua “turma”.
Tudo dará certo, porque tudo corre segundo LEIS PERFEITAS. Todos e cada um estará vivendo o desfecho dessa incrível história segundo seu padrão vibratório, ou seja, estará na hora e no lugar certos, graças à LEI MAIOR DO AMOR, ou seja, a LEI DAS AFINIDADES, que nunca castiga, dando, sim, em vez disso, a cada um e a todos, o melhor lugar para que possamos prosseguir revelando a nós mesmos nossos destinos, nossos SEGREDOS, nossos respectivos NOMES CÓSMICOS, como dizem os POVOS DO ESPAÇO, ou seja, nossos “fatores individuadores”.
Para aprender junto e cooperar com a humanidade da Terra, de muitas estrelas vieram os TAREFEIROS, quase 2 bilhões de servidores, uns organizados pela HIERARQUIA TUTORA, a serviço direto das falanges que operam com o MESTRE, e outros organizados por ASHTAR SHERAN, o dito “Arcanjo Miguel” das religiões, o COMANDANTE AMATZILLE da Ufologia Esotérica. Junto com as ALMAS SIMAÓS, DARMONIANAS e HOMARAS, somamos uns 24 bilhões de Seres sob a guarda vibratória da TERRA.
A maior parte deles — dos ditos TAREFEIROS — está por aí, ... esquecida do que vieram fazer, tomados pelas intoxicações patenteadas pelo grupo de Baóbi Koro e, assim, sem querer, ou sem se aperceberem disso, a serviço d’Ele, do Governo Oculto do Mundo, cujos valores hoje circulam no sangue de todo mundo, na mente de cada um de nós.
Se todos os TAREFEIROS acordassem, a humanidade e o plano do MESTRE para a TERRA, sem dúvida, seria melhor sucedido. Mas foi Ele mesmo quem profetizou: muitos seriam os chamados, poucos, no entanto, os escolhidos.
No final, a RAÇA TERRESTRE, os SHERANS (brilhantes) triunfarão na TERRA e muitos TAREFEIROS voltarão para casa, felizes, realizados e prontos para novas missões siderais! Os demais, ... bom, .. os demais terão feito outras escolhas.
Na TERRA, Gaia, dezesseis nações aquarianas plantadas “bem antes do amanhecer” terão vingado! Paz, enfim, na TERRA aos homens e mulheres de boa vontade! Enfim, um só Rebanho e um só Pastor! Cumprido terá sido o SERMÃO DA MONTANHA!
Não é assim? Nosso LIVRE ARBÍTRIO será até o fim plenamente respeitado.
Bola pra frente!
Luiz Gonzaga
www.amasofia.org.br
FIM
Comentários
(12:26 @ 23/08/2009) Eni - 16 - REDE VIOLETA disse:
Perfeitíssimo!
(19:38 @ 11/01/2011) Anônimo disse:
Terrível. Até que os nomes são legais, tipo, engraçados, mas a estória é convoluta, sem continuidade qualquer e com imensos furos de narrativa. Espero que seja considerado apenas como uma má ficção científica, pq tipo, só para começar, não rolam planetas no sistema Sírius (que inclusive, é binário, tem duas estrelas, coisa q foi meio q "esquecida" por "algum" narrador, tipo, tem vários planetas, mas outra estrela não tem)