Assentamentos Aquarianos
18:11 @ 20/05/2009
ASSENTAMENTOS AQUARIANOS Tema: Assentamentos Satélites às Estações Aquarianas das 16 Redes Mundiais VEJA TAMBÉM http://www.amasofia.com/ (1) ESTAÇÕES = Aiálas = Pontos ou Fontes de Luz. Também quer dizer “luzeiros que flutuam no ar”, ou seja, que não agridem o chão em respeito à Terra e aos seres que nela vivem suas existências, ou seja, vegetais e animais, físicos e não físicos. São as unidades básicas das 16 Redes Mundiais (Nações Aquarianas). Serão estabelecidas em todo o planeta Terra (Gaia), sempre nos altiplanos e nas montanhas, com base no terraciamento de áreas com arrimos que darão às mesmas as condições energéticas e telúricas adequadas à vida humana com consciência extra-corpórea avançada, característica da Era de Aquário. (2) BALIZAS = Sinos = “Ouvidos” São postos de apoio à navegação aérea terrestre e espacial. Guardarão relação com as redes de meridianos de Gaia e servirão de apoio ao trabalho das equipes lotadas nos FARÓIS. Não terão moradores fixos, mas tão somente uma infra-estrutura mínima para auto-hospedagens e consertos de emergência. Equipamentos automáticos integrarão o conjunto, além de antenas e pequenos veículos aéreos e terrestres de inspeção. Normalmente serão implantados em regiões remotas, isoladas e altas, e inclusive nos oceanos, onde, em alguns casos, serão flutuantes. Uma cúpula geodésica será a marca registrada das Balizas (Sinos) FARÓIS = Kimãs = “oásis” São pontos de apoio às atividades relativas aos trabalhos ecológico-ambientais e de proteção à vida silvestre em geral e à cura planetária, além de apoio às equipes “Legionárias”, formadas e baseadas nos Entrepostos. São auto-subsistentes, terão oficinas para manutenção de Igaí-mãs em geral e abrigarão uma pequena população fixa. Visualmente, os Faróis serão reconhecidos por suas torres encimadas por plataformas de pouso. A partir desses Kimãs se manterá também missões de busca, resgate e salvamento e orientação e controle de levas de migrantes (refugiados) quando estas ainda não formaram COLÔNIAS estáveis. Têm albergues para abrigo de Legionários (Siáh-massís), pois tais Tarefeiros se abrigarão nos Kimãs. ENTREPOSTOS = Enarãs = “lugares que não dormem” Os Enarãs são, essencialemente, “estações de partilha” de excedentes, inclusive de Siáh-massís (com ou sem Igai-mã “próprio”) que esteja em busca de engajamento em alguma equipe de trabalho (Legionários) e monitorias de obra e manutenção de Balizas, Faróis e Entrepostos. Não deixam de ser, também, “armazéns”, onde todos os excedentes eventualmente gerados são disponibilizados para outras REDES, para os Legionários e Monitorias (algo como mini-legiões temporárias), para as Colônias e também para os Núcleos. Centralizam todas as “cotizações” feitas por uma ou mais das REDES com uma finalidade específica. Quando uma Legião se forma, sua “Ágara” (Bandeira ou “Liderança”) se “aquartela” num Kimã (Farol) e a partir dali trabalha em obras pré-estabelecidas pela “COMUNHÃO” (Imáia), reunião de delegados vindos de uma ou mais REDES para tratarem de interesses comuns no que diz respeito inclusive à construção de novos assentamentos, de qualquer tipo. COLÔNIAS = Marisas = “diz-se de lugares onde se sente uma brisa reconfortante” As Marisas, no início, serão verdadeiros “acampamentos” mais ou menos improvisados formados espontaneamente por refugiados e por levas de andantes estacionados em qualquer lugar. Com o tempo se transformarão em centros de recepção, abrigo emergencial, cura, triagem, capacitação, treinamento e destinação dos que são encontrados pelos Legionários e as monitorias de Busca e Salvamento (“Anjos de Gaia”). Mais tarde ainda vão se transformar em verdadeiros “centros de estar, repouso e cura natural, algo como “spas” aquarianos, onde pessoas necessitadas de isolamento ou tratamentos especiais viverão. As Marisas terão população fixa, mas como em todos os assentamentos satélites, essas populações são em rodízio e mantidas por voluntários de todas as REDES, provenientes de qualquer das 16 Nações Aquarianas. NÚCLEOS = Akimãs = “lugar de boas surpresas ou de descobertas, onde mora o gênio (criativo)” Os Akimãs são centros de criação tecnológica e construção de “montagens”, inclusive veículos aéreos e outras utilidades de interesse de todas as 16 Nações Aquarianas, como modulados, instrumentos, máquinas e instalações. São mantidas por Monitorias específicas, mas seus operadores são pessoas que demonstram condições de inventividade e criação tecnológica. Não deixam de ser “fábricas”, embora não se vá produzir neles de modo “seriado”. Tudo será feito, de alguma forma, “por encomenda” ou "artesanalmente". Toda a inventividade será partilhada em favor de todos. Os materiais serão, quase todos, bio-fabricados, ou seja, serão “construídos” por micro-organismos, inclusive alguns geneticamente modificados através de práticas psico-bio-física, radiônicas e hiperfísicas, em tanques d’água submetidos a “campos sonoros, magnéticos e luminosos diferenciados”, de onde o produto é depois “içado” e levado para acabamento, quando não sairá pronto, inteiriço, uma só peça com partes diferenciadas, embora contínuas, sem emendas. Os Akimãs lembrarão “estádios de futebol”, pois em geral serão redondos, em torno do qual as equipes de “construtores” se estabelecerão a partir de seus transportes (naves). Quando uma “vaga” é liberada, outra equipe, com outros projetos, se estabelece. Todas as pessoas passarão um tempo de suas vidas num Akimã. Será nesses lugares que os Tarefeiros da linha “Anjos de Gaia” construirão seus próprios Igai-mãs para servirem onde forem mais necessários. Essas máquinas passarão de mão em mão, graciosamente, mas os “Anjos de Gaia” sempre existirão e estarão de prontidão nos Entrepostos (Enarãs), para o que der e vier. Os “Anjos de Gaia”, por terem o ofício de voar continuamente com seus Igai-mãs (Volitores) são recebidos em todas as ESTAÇÕES de todas as Nações Aquarianas, como “Zeladores ou Socorristas Universais”. Quando desejam parar de voar, passam a um jovem as suas máquinas voadoras e vão dedicar-se a fazer outras máquinas voadoras, inclusive as que serão construídas para as viagens interplanetárias. COMPLEXOS = Rimas (Bases) e Rimáras (Complexos de “Rimas”) Serão os lugares onde a Terra (Gaia) verá chegar e sair as naves interplanetárias em geral, inclusive Vimanas e máquinas mais extraordinárias ainda (Bauãns e Ivas). Serão em lugares ermos, grandes chapadões isolados, e que se transformam em COMPLEXOS quando o número de BASES instaladas se torna muito grande, pois cada povo do espaço costuma ter sua própria BASE, como uma embaixada e ao mesmo tempo um estacionamento especializado as suas demandas ergonométricas e energéticas, pois há humanos no Cosmo que têm desde NOTAS: (1) Igai-mãs (ou Volitores) são máquinas voadoras mecânicas, cujos motores são puramente magnéticos e que servem para girar reatores de massa, ou seja, sistemas que geram empuxo controlável quando são colocados a girar. São máquinas relativamente simples, mais simples que um moderno “ultra-leve” ou um “girocóptero” (asa rotativa). Seus reatores de massa geram forças contra-gravitacionais que, dirigidas, fazem o aparelho “volitar”, ir para frente ou para trás, para os lados e girarem sobre seus próprios eixos, podendo ficar, em princípio, em qualquer posição. Pousam e decolam verticalmente, são totalmente silenciosos e poderão ser construídos numa razoável oficina de fundo de quintal. Imãs permanentes poderosos são seus componentes mais sensíveis, pois deles dependerão seus construtores para fazerem os motores magnéticos, que praticamente não demandarão manutenção e jamais precisarão de “combustível”. (2) Vimanas são máquinas mais avançadas e complexas, pois trabalham com poderosos campos eletro-magnéticos para produzirem “deformações espaço-temporais” que lhes permitem movimentar-se relativamente ao ponto onde se encontram. Em alguns casos envolvem fenômenos complexos e demandam tripulação com bom nível de consciência extra-corpóres. (3) Bauãs e Ivas são as ditas “Naves-mães” e “bases espaciais”. Valem-se de meridianos intergaláticos para se locomoverem e normalmente são instalações trans-dimensionais, ou seja, o que vemos na fisicalidade são meros “afloramentos” de suas reais “dimensões”. Costumam ser construídas em dimensões ditas “helaianas” (áuricas ou astrais) e parte delas podem “se materializar” a partir da captação de hectoplasma e trídios livres (aquilo que as tradições esotéricas chamam de “energia de cura”, Prana, Tchi, Vril, Vida ou Fluido Vital, etc.). Os Trídios (Eikos na AMASOFIA) integram um Reino e são os elementos estruturadores da forma. As instalações ditas “Ivas” podem ter como suas “expressões físicas permanentes” planetas inteiros que, capturados vagando por aí, são adaptados como verdadeiras “macro-cidades” celestes. No Cosmo as “Ivas” se equivalem aos ENTREPOSTOS AQUARIANOS, ou seja, aos “Enarãs”, pois costumam ser macro-estruturas de partilha e base das missões tarefeiras interplanetárias, organizando gente de tudo que é sistema para SERVIR. (4) IMÁIA é uma chave mântrica relativa ao “Grande Acordo de Paz Eterna” entre todas as dezesseis “Nações Aquarianas”. Quer dizer “Comunhão”, de modo que será um termo usado sempre que duas ou mais das 16 REDES MUNDIAIS estiverem representadas numa reunião ou “Arrimáia”, ou seja, onde se faz “visível” a COMUNHÃO. (5) ARAMAS = As “Nações Aquarianas” são as “Aramas” que, embora possa ser traduzido por “Irmandades”, quer dizer, na verdade, lugar onde vive um SOL, uma ESTRELA, ou uma LUZ, em torno do qual as Almas (Livres) de uma mesma índole se agrupam para se aquecerem mutuamente. (6) YÁMASSI, (ou Yamassíh) gentílico universal de todos os que encontraram suas famílias cósmicas. “Yamassí” diz-se de todo aquele que percebeu que a verdadeira seara de sua evolução é ele mesmo(a), e que a ferramenta para tal é o SERVIÇO ABNEGADO e a DEDICAÇÃO DESAPEGADA aos outros (7) Girans, ou Girãs, quer dizer lugar provisório onde se contam as pessoas, lugar de "triagem dos desvalidos"..., de avaliação de cada um para que se possa dar um destino digno a cada um deles. Esse termo poderá ser usado para nomear genericamente os milhões de acampamentos de refugiados que serão identificados ao longo e depois dos acontecimentos que marcarão o fim do atual modelo de civilização. Quando grafado na forma Agirã, significa "retirantes", ... grupo "cigano", sem rumo, e que procura, à esmo, um lugar para assentar-se e se transformar num Girã, ou seja, numa espécie de "acampamento". A tarefa de mapear Girãs e assentar Agirãs para oportunamente dar um destino a cada um de seus integrantes será tarefa da "LIS AMARELA", os ditos "Anjos de Gaia" ou "Yellow Lis", falanges especiais de legionários formada por voluntários de todas as 16 Redes Mundiais (Aramas) com essa finalidade, até que todos estejam seguros e integrados. A grande maioria dos Girãs serão transformados em ESTAÇÕES AQUARIANAS — de uma das 16 REDES MUNDIAIS, de acordo com as condições geofísicas e ecológico-ambientais de cada lugar — ou num dos SILA (assentamentos que interfaciam as Aramas em torno de interesses comuns: vide tópico "9" adiante"). (8) O termo “evolução” (Okaiá-Zamís = “O que ou aquele que resulta (é filho) do perfeito abraço”), numa perspectiva AQUARIANA, não significa “melhorar”, “tornar-se mais isso ou mais aquilo”, “vencer limitações”, e coisas assim. Significa, na verdade, “desabrochar-se”, ou melhor ainda, “Auto-revelar-se à Vida, ao Mundo e a sua própria Consciência Creada”. Tudo o que há é PERFEITO e COMPLETO em si mesmo, como uma semente ou um botão de rosas. O processo da “evolução”, portanto, na visão dos Espaciais, estaria associado à idéia de “abrir-se” (mostrar o que está oculto) ... “quando o Sol se levanta”. O SOL é o “Centro do Reino Humano”, dito “Hamnas”, que quer dizer SEMENTE. A maior prova da evolução de um SER (enquanto individualidade e coletivo) é a PERFEIÇÃO DE SUAS OBRAS, porque elas são o testemunho de seu próprio “desabrochar”. As questões de caráter, éticas, morais, estéticas e de comportamento são consideradas "defesas da personalidade encarnada" em relação aos sucessivos contextos nos quais viveu. Seriam, nessa perspectiva, "máscaras" que, cristalizadas pela repetição, tornam-se "personalidades intrusas ou anímicas" (ex-personalidades ou personalidades de vidas passadas, conservadas no contexto vigente e que já não é o mesmo) ou também "sub-personalidades", ou seja, nesse caso, recursos "temporariamente arquivados" do qual podemos eventualmente nos valer para nos defender ou nos garantir "vantagens" numa sociedade ou cultura agressiva ou competitiva, desleal e injusta. Integrar todas as VIDAS no plano EXISTENCIAL e se desarmar (pelo SERVIÇO AO OUTRO e à COMUNIDADE) implicaria em "cura", situação que nos abre novas oportunidades para o tal processo do DESABROCHAR (evoluir) e para a manutenção da boa saúde, já que a doença seria, igualmente nesse contexto de considerações, a somatização (revelação na fisicalidade orgânica) dessas "defesas". (9) O termo "Silas" nomeia genericamente todos esses assentamentos “complementares”, exceção das ESTAÇÕES, que sempre aparecem destacadamente em relação aos demais tipos de assentamentos aquarianos patamarizados. Numa tradução simplificada, o termo SILAS significa "local ou pedestal onde são colocadas as bandeiras presentes". Isso porque os SILAS são assentamentos "inter-nacionais", ou seja, construídos, geridos e mantidos em comum por todas as 16 Nações Aquarianas, essas denominadas genericamente de Aramas, que quer dizer, também, "Grande Família Livre", ou que "Tem seu Pouso onde está seu Coração", sua "Alma", seu “Sol”, sendo a Terra (Gaia) um dos infinitos POUSOS onde se firmam as Aramas. Também pode ser traduzido por "ramo", hierarquia, falange, família, frota, tribo, bandeira, nação, ...e termos afins (Vide Tópico “ (9) O termo "Oguí" quer dizer "sentinela", posto avançado, ... o que vai à frente para abrir caminhos. Lê-se "Ô-guí", na forma oxítona, ou seja, a sílaba mais forte é a última. FIM Fonte: AMASOFIA / www.amasofia.org.br. Veja também http://www.amasofia.com/
(Conteúdos de origem amasófica — http://www.amasofia.org.br/)
Comentários
(01:44 @ 02/01/2010) Golda disse:
é incrível como me identifico com isso tudo.
(16:52 @ 23/01/2012) mirian de canela disse:
pois alem de se identificar temos que estar presentes e atuantes neste projeto tão significativo para o presente futuro é isso que deixaremos para nossos filhos e netos ok muita luz dourada mirian