Grupos

A vida acontece em grupos.


A revolução industrial que teve início no século 18 na Inglaterra, trouxe mudanças impressionantes na história, principalmente, no que diz respeito ao sistema de produção de mercadorias. O trabalho vivo (homem) foi substituindo rapidamente o trabalho morto (máquinas), com o objetivo de produzir mais mercadorias. Contudo, à medida que mais máquinas surgiam na produção, os bancos forneciam mais fundos para os estabelecimentos de novas empresas comerciais, e milhares de trabalhadores apinhavam as fábricas. Com o aumento da produção progressiva, os países europeus começaram a vender os seus produtos para os países periféricos, chamados emergentes.

Infelizmente, a distribuição justa das riquezas ou dos produtos, não chegou equitativamente, às mãos da maioria, pelo contrário, durante o início desta era até aqui, o que vemos são: Estados e nações desorganizados e começam a implodir. Populações são empurradas para a loucura da concorrência. Na luta pela sobrevivência assaltam-se em guerras étnicas de bandos. Com novas roupagens ressurgem o racismo, xenofobia, genocídio nazismo, fascismo, etc. O “lixo humano” fica sob a competência da polícia, das seitas religiosas de salvação, da máfia dos esquadrões da morte. Aumenta enormemente o número de pessoas nas prisões. Diariamente, crianças e pobres são assassinadas e mulheres espancadas. Três quartos da humanidade afunda-se em estado de miséria e calamidade porque o sistema social de trabalho não precisa mais de sua mão-de-obra e são declarados como lixo social.

A grande Depressão da década de 30, afirma uma autoridade, foi uma tragédia econômica que “atingiu todos os países e todos os aspectos da vida: social, político, doméstico e internacional”. As crises ininterruptas, que vêm ocorrendo nestes últimos anos no coração do sistema capitalista, os Estados Unidos, principalmente com a crise de desconfiança nas bolsas de valores, porque não se sabe mais quem está vendendo papéis podres, assusta não somente os americanos, mas, o mundo inteiro, dando sinais claros e evidentes de que o pior ainda está por vir. Há uma profecia bíblica, alertando, que nos últimos dias a prata deles seria lançada nas ruas, e o próprio ouro tornar-se-ia uma coisa abominável. Realmente, conforme os últimos dados econômicos, os seus títulos não estão valendo mais do que papéis que foram impressos. (Ezequiel 7: 19)

Mesmo com a aprovação do pacote de ajuda de US$ bilhões, o mercado não se acalma, pelo contrário, aumenta as suas perdas progressivamente. Sobre o assunto, observe o que disse o repórter da Folha de São Paulo, Fernando Canzian: “O pacote emergencial e a montanha de US$ 700 bilhões impressionam e devem ter um efeito tranqüilizador, pelo menos. Mas também sinalizam o que vem por aí nos EUA: mais rombos em uma dívida trilionária a serem pagos por uma economia endividada, descapitalizada e totalmente viciada, para se movimentar, em créditos e financiamentos – que agora estão em falta”. Já o presidente Lula começa a espernear e admitir que os Estados Unidos não quer pagar o preço da crise sozinho, e que ela vai bater na porta de todo o mundo, da China ao Brasil. Não poderíamos ser tão ingênuos, por acreditamos que o Brasil ficaria fora desta cilada econômica. Não é por sorte, que grandes bancos em diversos países já pedem concordata, e empresas como a Sadia e a Previ (Fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) já amargam sérios prejuízos.

Para onde caminha o sistema? O sistema capitalista pode ser comparado a um paciente que se encontra em estado terminal numa UTI de um Hospital. À medida que a morte aproxima-se, alguns médicos procuram injetar algumas doses de antibióticos mais fortes, a fim de prolongar por alguns dias a vida daquele paciente. Assim, está ocorrendo com o sistema capitalista excludente e opressor, quando vem uma crise mais forte, os médicos, representados pelos governos, se esforçam para salvá-lo, aplicando uma dose medicamentosa mais forte, (Uma quantia de papel pintado, “dólares” que não tem mais o seu valor real). Diante da crise que contamina os mercados, já há quem diga que passamos a viver a uma convulsão financeira global. Não é atoa que o povo americano começa a se manifestar pelas ruas dos Estados Unidos contra o pacote econômico de ajuda aos banqueiros.

Nas garras das preocupações financeiras, o povo vai padecendo, e caminhando para a eutanásia social. Desempregados, moradores e meninos de rua, sem-teto, sem nada, doentes, idosos e excluídos são atirados no aterro sanitário social. O estado virou um sistema de apartheid que não tem mais nada a oferecer aos seus ex-cidadãos, em compensação a política se tornou impotente diante da crise, mas continuam seus atuais integrantes e postulantes a cometer suicídio ao lado do capitalismo, por administrar a crise.

Sabemos que esta crise não é apenas dos Estados Unidos, mas de todos nós. Entretanto, qual seria a solução? Ninguém mais acredita que um iluminado, num passe de mágica, possa salvar o sistema capitalista, mesmo que tenha as melhores das intenções, porque não é uma crise apenas de finanças, mas de valores morais, do meio ambiente, da política, da confiança traída, da crença na religião, enfim, todas as instituições estão ameaçadas porque não há mais em quem acreditar. Uma passagem bíblica nos dá um vislumbre da fragilidade não somente do sistema capitalista, mas de todos os impérios mundiais. Trata-se do sonho do rei Nabucodonosor da Babilônia. Na época, nenhum dos sábios e adivinhos de seu reinado, teve a competência de interpretá-lo. Porém, Daniel, como servia ao Deus dos céus, cujo nome é Jeová, não teve dificuldades para interpretar o sonho profético. Uma enorme estátua, que tinha a cabeça de ouro, os braços de prata, o ventre de bronze, as pernas de ferro e os pés parcialmente de ferro e argila. A sucessão de potências mundiais, representada pelas partes da estátua, começou com a cabeça, representando o reino de Nabucodonosor, e se estendeu até os pés. É lógico que os pés e os dedos dos pés, de “ferro misturado com argila”, simbolizariam a manifestação final do domínio humano, que existia durante “o tempo do fim”. – Daniel 12: 4. Agora que nos encontramos no “tempo do fim”, chegamos aos pés da estátua. Como assim? Os dez dedos dos pés da estátua representam todos esses poderes e governos coexistentes porque na Bíblia, o número dez às vezes significa totalidade terrestre.

Interessante ainda é que Daniel disse ao rei, que uma pedra sem mãos se cortou do céu e golpeou a estátua nos seus pés destruindo-a por completo. De maneira, que esta profecia aponta, não somente para o fim do atual sistema capitalista opressor, mas também para todos os governos mundiais. Observe o que diz um relato bíblico: “E nos dias daqueles reis, (os governos atuais), o Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado. E próprio reino não passará a qualquer outro povo. Esmiuçará e porá termo a todos estes reinos, e ele mesmo ficará estabelecido por tempos indefinidos”. Daniel 2: 44

Em suma, não é de se admirar, que o sistema capitalista foi ilustrado por um gigante com os pés de barro. Contudo, a Bíblia por advir de inspiração divina foi mais além, por relatar que os governantes mundiais por demonstrar fragilidade também serão destruídos. Precisamos urgentemente, que o reino de Jeová intervenha nos assuntos na terra para colocar ordem na casa. A oração que o próprio Cristo ensinou aos seus discípulos, quando disse ao seu Pai: “Venha o Teu Reino, realize-se a Tua vontade assim na terra como no céu”, se cumprirá em grande escala. Se o sistema capitalista não foi capaz de minimizar os problemas menores da humanidade, o Reino de Deus irá mais além. Todavia Jeová, o verdadeiro Deus, quando destruir todos os reinos humanos, implantará o seu governo de justiça, para acabar com o pranto, a doença, a velhice e a própria morte. Deus abrirá a sua mão e satisfará o desejo de toda coisa vivente. Entretanto, pergunto: Não é este o sistema que esperávamos? Revelação/Apocalipse 21: 3 - 5

Sebastião Ramos - sebastianramos7@gmail.com

Fonte:
ClickNews


Em um posto de gasolina de Rochedo, a 75 km de Campo Grande, o frentista explica onde fica o Projeto Portal, do polêmico Urandir Fernandes de Oliveira, que após os ataques que sofreu na mídia, procurou resguardar-se da exposição desfavorável para realizar seu projeto mais ambicioso: a construção de uma cidadela esotérica para enfrentar o apocalipse, por conta do aquecimento global.

"Não têm nenhuma placa, mas a entrada é logo ali depois da ponte, à esquerda. Tem um rapaz aqui que está esperando carona para ir para perto de lá", diz o frentista.

Em uma conversa de poucas palavras, durante o trajeto por uma estrada não pavimentada de cerca de 40 quilômetros, Antônio, o vizinho quilombola de Urandir, revela a admiração pelo projeto e por seu idealizador.

"Você conhece o loteamento? É muito bonito, as casas redondinhas. Vai virar uma cidade aquilo lá, porque vem muita gente visitar o projeto, e o Urandir já curou muita gente aqui. O pessoal da nossa comunidade não se mistura muito, mas sempre tem pessoas que vão trabalhar nas construções, meu cunhado já trabalha com as obras lá há oito anos."

No caminho, passamos por tratores e uma retro-escavadeira da prefeitura de Rochedo que tentavam domesticar um trecho da estrada difícil.

"Quando chove é pior, tem lugar que não dá para passar, mas se secar um pouquinho já fica bom de novo", diz Antônio, que cumprimenta um motorista que vem em sentido contrário em um caminhão com adesivos de uma candidata a vereadora. "É o caminhão do projeto, deve estar indo buscar material de construção em Rochedo, a sobrinha do Urandir é candidata à vereadora em Rochedo".

Antônio se despede algumas centenas de metros antes da entrada do Projeto Portal. A portaria vazia naquele momento, o porteiro saíra há pouco com sua moto, permite acesso ao pequeno vilarejo onde se hospedam os turistas que visitam o projeto, e que permanece quase vazio no intervalo dos eventos.

Ao lado das casas há um salão para palestras, um conjunto de alojamentos, e uma recepção com placa de boas vindas em seis línguas. Em algumas paredes se vêem grafites de ETs pintados com tinta prateada.

"O loteamento fica lá em cima no morro, a uns três quilômetros daqui", informa um rapaz que trabalha na manutenção de uma das casas.

Dali em diante, as máquinas do projeto abriram ladeira acima, no meio da mata, uma estrada que leva a um platô cercado por morros da Serra de Maracajú, e de onde se pode ver doze casas, e algumas novas construções que começam a ser erguidas.

Em um dos morros, os adeptos das teorias de Urandir, que misturam neurolinguistica, discos voadores, profecias bíblicas, paranormalidade, afirmam ver a imagem de um grande rosto de Cristo esculpido na rocha. O rosto seria um "portal" por onde passariam "pequenas naves" de uma dimensão à outra.

Loteamento – Carolina Eichhorn, do núcleo do Projeto Portal em São Paulo, informa que os lotes, que tem metragem de 288m² (12x24m), custam R$ 5.985,00. Mas a vendas estão fechadas até o ano que vem, porque cem unidades já foram vendidas e já se iniciaram as construções, que são realizadas com exclusividade pelo Projeto Portal.
As casas seguem padrões estabelecidos, o modelo mais barato custa cerca de R$ 40.000,00, dizem moradores. Os modelos mais sofisticados podem ultrapassar R$ 200.000. Todos eles porém têm características comuns. A espessura das paredes, com várias camadas de tijolo, o formato arredondado, alojamentos e "ligações subterrâneas" até uma central que será construída na cidade. Medidas de segurança para enfrentar os cataclismos em 2012.

As paredes e tetos arredondados permitirão que as casas se mantenham intactas durante ventos de mais de 200 km/h. A altitude permitirá que alguns eleitos se salvem das inundações que devem deixar boa parte do mundo debaixo d’água.

“Tem gente do litoral que já construiu casa aqui, um casal de Santos”, diz um dos trabalhadores, que preferiu não se identificar, apontando para um dos modelos mais caros construídos no loteamento. “É um advogado, fez casa desse tamanho só para ele e para a mulher”, diz.

Em outra construção, de modelo mais barato, uma senhora de cerca de 60 anos trabalha para pôr ordem na casa nova. Um pedreiro passa uma camada impermeabilizante de piche sobre o telhado feito de tijolos, enquanto ela busca água para pequena horta que plantou em frente a casa, em um carrinho de mão.

“Já tem seis meses que está sem água na casa, ainda falta colocar a tubulação. Mas temos água de sobra aqui, são três poços artesianos, água suficiente para uma cidade”, diz a senhora, enquanto molha as plantas com um balde.

Depois da faina do trabalho na pequena construção, a senhora reclama que desde que a antena parabólica foi tirada do teto e colocada no chão, “foi orientação dele”, diz enfática sobre a recomendação de Urandir, as novelas saíram do ar.

Pequenos incômodos, que são enfrentados com boa vontade por quem espera se salvar do fim do mundo no Projeto Portal.

Passado - Urandir ficou famoso nacionalmente garantindo que vê extraterrestres desde os 13 anos e propagando ter o dom da cura.

Pedreiros que trabalham no Projeto Portal contam que na casa dele existe um “buraco” no teto, preservado como marca do dia em que um disco voador passou pelo local.

Em 98 o ufólogo Ademar Gevaerd acusou Urandir de simular a aparição de OVINIs com projeções de luz de objetos como uma caneta a laser, e fez demonstrações de "fenômenos" similares.


Fonte:
Campo Grande News

Checando a biografia de Obama

20:07 @ 03/10/2008



Enquanto nos EUA, no Brasil e no mundo a grande mídia esquerdista (desculpem a redundância) vasculha a biografia de Sarah Palin nos seus mínimos detalhes, trazendo ao público as revelações chocantes de que ela pertence à Igreja Pentecostal, de que sua filha transou com o namorado e de que (acrescenta a pérfida Ann Coulter) seu cabelereiro teve uma multa de trânsito em 1978, nada, absolutamente nada aí se conta a ninguém sobre alguns episódios da vida de Barack Hussein Obama, decerto irrisórios e desprovidos de qualquer alcance político, não é mesmo? Eis oito exemplos:

1. Ele foi admirador e companheiro de protestos do pastor Louis Farrakhan, aquele segundo o qual “o judaísmo é a religião do esgoto”. Isso faz tempo, mas depois de eleito senador ele deu 225 mil dólares em verbas federais à igreja de seu amigo Michael Pfleger, onde Farrakhan é um dos mais freqüentes e aplaudidos pregadores convidados.

· Pfleger elogia Farrakhan:
http://sweetness-light.com/archive/from-obamas-church-pfleger-on-farrakhan

· Colaboração Pfleger-Farrakhan:
http://dallassouthblog.com/2007/05/30/min-louis-farrakhan-visits-father-michael-pfleger-and-st-sabina/

· Pfleger, ainda mais radical que Jeremiah Wright:
http://www.youtube.com/watch?v=LjJlsGrlbUs

· Obama-Farrakhan:
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/01/14/AR2008011402083.html

· Obama-Farrakhan:
http://www.newsmax.com/kessler/obama_farrakhan/2008/03/05/77971.html
2. No Quênia, ele deu apoio eleitoral a um agitador que depois organizou a destruição de trezentos templos cristãos e o assassinato de mais de mil fiéis, cinqüenta deles queimados vivos numa igreja, sem que Obama viesse a dizer uma só palavra contra essa gentil criatura.

· Apoio ao terrorista Raila Odinga:
http://www.worldnetdaily.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=71383
3. Ele disse que o terrorista William Ayers (da quadrilha do “Homem do Tempo”) era apenas um seu vizinho com quem jamais conversava de política, mas depois se descobriu que ele e Ayers dirigiram juntos uma ONG que coletou 72 milhões de dólares para movimentos de esquerda, sendo um interessante exercício intelectual conjeturar como puderam fazer isso sem falar de política.

· Colaboração Obama-Ayers:
http://noquarterusa.net/blog/2008/08/12/the-obama-ayers-top-ten-highlights-of-the-20-year-obama-ayers-connection/
4. Neste preciso momento ele responde na Pensilvânia a um processo de falsidade ideológica, por ter apresentado a seus eleitores uma certidão de nascimento obviamente forjada. A verdadeira, se existe, até hoje não apareceu, e o beautiful people da mídia não releva o menor interesse em conhecê-la.

· Processo contra Obama:
www.obamacrimes.com
5. Embora ele diga que sempre foi cristão, todos os seus colegas e professores de escola primária, bem como seu meio-irmão e sua meia-irmã, afirmam que ele era muçulmano na época em que ali estudava.

6. Por duas décadas ele freqüentou semanalmente uma igreja que alardeava a “teologia da libertação” mais escancaradamente comunista e anti-americana, e depois disse que não tinha a menor idéia do conteúdo do que ali se pregava.

7. Não é só sobre suas origens ou sobre sua religião que Obama cultiva segredos. Também não é só sua certidão de nascimento autêntica que continua inacessível. Embora gabando-se de sua carreira em Harvard, ele se recusa a mostrar o histórico de seus estudos universitários. Os fofoqueiros maldosos dizem que ele tem vergonha de mostrar suas notas baixas (talvez ainda mais baixas que as de George W. Bush, Al Gore e John Kerry), mas agora se sabe que ele tem um motivo mais forte para encobrir os detalhes da sua passagem por Harvard: seus estudos ali foram pagos por Donald Warden, um americano que, islamizado sob o nome de Khalid Abdullah Tariq al-Mansour, veio a se tornar um dos mentores do grupo terrorista Panteras Negras, fund-raiser para a organização pró-terrorista African-American Association e autor de um livro segundo o qual o governo americano planeja matar todos os negros.

· O patrono de Barack Obama em Harvard:
http://www.investors.com/editorial/editorialcontent.asp?status=article&id=305508174916939&secid=1501

8. Em cinco campanhas eleitorais, o mais ativo coletor de fundos para Obama foi o vigarista sírio Tony Rezko, condenado por dezesseis crimes. Uma vez no Senado, Obama retribuiu com dinheiro público a gentileza, convencendo vários prefeitos a investir um total de 14 milhões de dólares num projeto imobiliário do malandro.

· Obama-Rezko:
http://abcnews.go.com/Blotter/Story?id=4111483

· Obama-Rezko:
http://www.newsmax.com/smith/barack_obama_tony_rezko/2008/09/02/126890.html
Os brasileiros não saberão de nada disso assistindo ao “Jornal Nacional”, nem os americanos à CNN. Ante as acusações gerais de que John McCain não checou direito a biografia de Sarah Palin, o colunista Don Feder sugere que a de Obama, por sua vez, foi checada meticulosamente – por uma comissão integrada por Forrest Gump, o Inspetor Clouseau e o Agente 86, Maxwell Smart. E, quando Obama comete um lapsus linguae, dizendo “minha fé muçulmana” em vez de “minha fé cristã”, todas as almas santas do esquerdismo mundial se revoltam ante as insinuações, vindas de maldosos direitistas, de que isso possa significar alguma coisa. Eu mesmo sou tão perverso que cheguei a me perguntar se Obama não trocava os pés pelas mãos justamente por ser muito difícil, até para um ator tarimbado, exibir-se como um pavão no poleiro e ao mesmo tempo esconder-se como um rato na toca.

Mas Obama nem precisaria ser tão escrupuloso na camuflagem. A mídia esconde tudo por ele – para quê preocupar-se em vão ao ponto de ficar nervoso e atrapalhar-se no discurso? Afinal, que são os pequenos deslizes do candidato democrata em comparação com a gravidez solteira de Bristol Palin? Toda a esquerda chique, que sempre batalhou pela “liberação sexual da juventude”, está hoje escandalizada, chocada, perplexa ante essa semvergonhice incomum, sem dúvida um risco maior para a segurança dos EUA no caso de Sarah Palin chegar à vice-presidência. Com o detalhe especialmente elucidativo de que, uma vez desencadeada a campanha de ataques à devassidão abominável da família Palin, essa mesma onda é explicada retroativamente como fruto do moralismo reacionário dos americanos e assim transfigurada num argumento fulminante contra a eleição de candidatos conservadores.

***

P. S. – Já habituado a apostar contra a classe jornalística e ganhar sempre (se eu botasse dinheiro nisso estaria milionário), fui o único correspondente brasileiro nos EUA a anunciar, com antecedência de duas semanas, que Sarah Palin era o nome mais provável para a candidatura à vice-presidência na chapa McCain. A mídia nacional inteira cumpriu fielmente, como sempre, seu dever de chutar e errar. Quem mais caprichou foi o correspondente do Estadão, que fez uma lista de dez – não dois ou três, mas dez – vicepresidenciáveis, e nenhum deles era Sarah Palin.


Fonte: Olavo de Carvalho no Diário do Comércio (editorial), 11 de setembro de 2008

 
 
O nome do Reverendo Tim LaHaye tem voltado as manchetes dos jornais dos Estados Unidos. Alguns jornalistas estão dizendo que LaHaye foi o articulador de Sara Palin como candidata a vice presidente na chapa de John McCain.
 
 
Os mais radicais ja dizem que ele e o presidente de um Partido Republicano secreto que controla tudo por "debaixo dos panos"....


As profecias do Apocalipse e o livro de Daniel: as raízes do Código da Bíblia - Sir Isaac Newton


Em 1997, quando era lançado o livro O Código da Bíblia, do jornalista americano Michael Drosnin, baseado nas descobertas do matemático israelense Elyahu Rips, o autor não fazia idéia do que seu livro iria provocar. Dez anos se passaram e agora uma obra mais polêmica ainda é publicada pela Editora Pensamento.

Isaac Newton foi um pesquisador do tal código! Seu magnífico trabalho sobre teologia esotérica abordava vários livros da Bíblia, dentre eles, os livros proféticos. Esse tem sido um grande enigma para os seus biógrafos, que ficaram pasmos quando as idéias religiosas do mais famoso cientista da História se revelaram. Além de seu tremendo valor histórico, esta obra resgata o Newton que não conhecemos; o homem comum, que buscava no inusitado e no oculto suas respostas para algo que ele não conseguiu encontrar somente em cálculos diferenciais e nas leis da Física: a Espiritualidade e a ligação com o Absoluto.

Editora: Pensamento
ISBN: 9788531515200
Ano: 2008

Apocalipse à vista. A nova profecia do apocalipse junta mito, arqueologia e ciência em tempos de incerteza e propõe a sua versão de fim do mundo para o final do ano 2012, recuperando cálculos e crenças da civilização maia. Pode ser a maior profecia de todos os tempos. Ou pelo menos desde o ano 2000

Milhares acreditam e prepararam-se para a data fatídica

Esqueçamos a crise e os problemas correntes. O apocalipse tem data marcada. Pelo menos é nisso que acreditam milhares de pessoas em todo o mundo que se preparam para a chegada de 21 de Dezembro de 2012, a data em que (supostamente) termina o calendário maia e que, para alguns, parece ditar o destino do mundo tal como o conhecemos. Sempre houve crenças para todos os gostos, mas profecias apocalípticas alimentam o medo ancestral do futuro e a sensação de desgraça eminente. Mas, se é pouco provável que o fim do mundo tenha horário marcado, como as novelas e os jogos de futebol, já é menos provável que algum dia deixemos de nos preocupar com a possibilidade de ele acontecer mesmo. Faz parte da história. Desde que há registos, que há profecias catastrofistas. Estão nos Livros Sagrados, mas não apenas. Os profetas do apocalipse são muitos e assumem muitas formas. Velhos com ar de cientistas loucos, como Nostradamus, criadores de moda com manias new age como Paco Rabanne (que acreditava que o mundo ia acabar em 2000) e coisas invisíveis, como o bug do milénio que nos deixou suspensos à espera do apocalipse informático provocado por um vírus com nome de consola de jogos (Y2K, lembram-se?).

Que se perceba, o mundo continua relativamente igual a si mesmo, apesar das guerras e dos cataclismos naturais, das mudanças de calendário e do tom grave dos profetas. O planeta e as espécies estão abalados, mas a vida continua. O que não significa que a ameaça não permaneça, nem que seja na imaginação de quem gosta de anunciar o fim dos tempos.

Começou por ser uma teoria obscura, desenvolvida pelo americano José Arguelles nos anos 70 e 80, em circuitos relativamente restritos, mas rapidamente foi amplificada com a disseminação da Internet, hoje cheia de sítios com teorias e explicações sobre 2012. O que irá acontecer ninguém sabe ao certo, mas há uma lista de probabilidades: a III Guerra Mundial, a revolta das máquinas, um asteróide ou cometa chocarem com a Terra, a aproximação do misterioso Planeta X, sermos invadidos por extraterrestres, os pólos magnéticos da Terra inverterem-se, os efeitos do aquecimento global ou uma nova idade do gelo. Por acção da mão humana, vinda do espaço ou do próprio planeta, aparentemente a desgraça é eminente. Mas porque há de ser mais eminente em 2012 do que outra data qualquer?

É aqui que a especulação mais ou menos delirante se socorre de muletas que impressionam, como o Calendário Maia que, alegadamente, termina a 21 de Dezembro de 2012, o que abre um precedente capaz de alimentar toda a superstição. Com a hipótese do calendário Maia, tudo é plausível, até uma invasão extraterrestre. Até o portal que alguns acreditam irá abrir-se para revelar o mundo com um novo esplendor, só permitido pela entrada na era de Aquário. Há ainda quem veja num suposto alinhamento de planetas a ocorrer nessa data, a criação de uma energia capaz de apagar a memória de todos os humanos e o emergir de uma nova consciência (certamente a mais imaginativa de todas as teorias). Esoterismo new age, fantasia histórica ao estilo Indiana Jones e alguns elementos científicos, ajudam a fazer de 2012 um enigma.

Se vai ou não acontecer alguma coisa extraordinária na data prevista, só saberemos na altura. Para já, 2012 é pretexto para livros, filmes e até as tradicionais canecas e tshirts. Será o ano dos Jogos Olímpicos de Londres, de mais um Europeu de Futebol, do TGV em Portugal e de um Natal que promete ser especial.

Fonte: Diário de Notícias - Portugal


"Este livro tem o potencial de fazer com a nossa geração o que O Peregrino de John Bunyan fez para a sua. É muito bom."
Eugene Peterson



"Esta história deve ser lida como se fosse uma oração – a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A cabana." Michael W. Smith

Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, A cabana se revelou um desses livros raros que, através do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público – já são quase dois milhões de exemplares vendidos – e de imprensa.

Durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada.

Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.

Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

Em um mundo tão cruel e injusto, A cabana levanta um questionamento atemporal: Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?

As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar sua vida de forma tão profunda quanto transformou a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama.

****
Durante uma viagem que deveria ser repleta de diversão e alegria, uma tragédia marca para sempre a vida da família de Mack Allens: sua filha mais nova, Missy, desaparece misteriosamente. Depois de exaustivas investigações, indícios de que ela teria sido assassinada são encontrados numa cabana abandonada.

Imerso numa dor profunda e paralisante, Mack entrega-se à Grande Tristeza, um estado de torpor, ausência e raiva que, mesmo após quatro anos do desaparecimento da menina, insiste em não diminuir.

Um dia, porém, ele recebe um estranho bilhete, assinado por Deus, convidando-o para um encontro na cabana onde aconteceu o assassinato. Cheio de dúvidas, mas procurando um meio de aplacar seu sofrimento, Mack atende ao chamado e volta ao cenário de seu pesadelo.

Chegando lá, sua vida dá uma nova reviravolta. Deus, Jesus e o Espírito Santo estão à sua espera para um "acerto de contas" e, com imensa benevolência, travam com Mack surpreendentes conversas sobre vida, morte, dor, perdão, fé, amor e redenção, fazendo-o compreender alguns dos episódios mais tristes de sua história.
De uma leitura intensa, sensível e profundamente transformadora, este livro vai fazer você refletir sobre o poder de Deus, a grandeza de seu amor por nós e o sentido de todo o sofrimento que precisamos enfrentar ao longo da vida.

Página oficial: http://theshackbook.com/

Lançado em Agosto de 2007 nos EUA pela Windblown Media

Lançado em Agosto de 2008 no Brasil pela Editora Sextante

Mais de 2,5 milhões de exemplares vendidos

12 semanas na lista dos mais vendidos dos The New York Times

8 estúdios cinematográficos já se interessaram em adquirir os direitos da obra

Estréia em 03/09 na lista dos mais vendidos da revista Veja na 5º posição
 
Estréia em 01/09 na lista dos mais vendidos da revista Época na 5º posição
 
Estréia em 30/08 na lista dos mais vendidos do jornal Folha de S. Paulo na 3º posição


Sobre o autor

William P. Young nasceu em Alberta, no Canadá, mas passou grande parte de sua infância em Papua Nova Guiné, junto com seus pais missionários em uma comunidade tribal. Ele pagou seus estudos religiosos trabalhando como DJ, salva-vidas e diversos outros empregos temporários. Formou-se em Religião em Oregon, nos Estados Unidos.

Blog do autor




Entrevista com o autor - NPR

Entrevista com o autor - The Drew Marshall Show

Matéria "Christian Novel Is Surprise Best Seller" publicada no The New York Times

Matéria "Fiction for the Faith-Starved" publicada na revista Christianity Today

Matéria "'The Shack': Book on accessible God hits big" publicada no The Washington Times

Matéria "Aim at 'spiritually interested' sparks "The Shack" sales" publicada no USA Today

Opinião "Resenha de metade de um livro" publicada na revista Ultimato.


Algumas heresias que o livro está sendo acusado de promover:

- Universalismo;
- Desvalorizar as Escrituras;
- Distorcer a Trindade;
- Deus feminista;
- Promover o Hinduísmo

Resposta da Editora Windblown sobre as supostas heresias




 

 

Fonte: AntenA CristÃ



Uma das acusações mais comuns que são feitas às religiões é que elas causam mais violência do que mesmo a paz. Por essa ótica, o mundo seria um lugar melhor e mais seguro sem elas e suas rixas. Certamente, há alguma verdade nisso pelo fato de que as divisões religiosas atravessam continentes e época. Os constantes ataques a religião por parte de intelectuais, cientistas, e pesquisadores não param de crescer nestes últimos dias. Recentemente numa entrevista, o cantou inglês Elton John disse que a religião transforma as pessoas em “roedores detestáveis”. Já a apresentadora de televisão Rosie O’Donnell nos Estados Unidos, também se manifestou publicamente por comparar a cristandade com o islamismo radical. Por outro, Livros e mais livros publicados por cientistas de renome internacional contra a religião estão ultimamente na moda, como os de Richard Dawkins, que já se tornou o homem mais conhecido por sua hostilidade à religião.


Surgem perguntas: Como será o fim da religião? O que devo fazer para não ser destruído com ela? Para compreendermos, como será o fim da religião, precisamos observar a história da cidade de Babilônia. Naquela época, Deus direcionava nações poderosas para punir aos que desrespeitassem suas leis. Babilônia estava infestada por toda sorte de idolatria, mas numa só noite foi tomada pelos medos e persas em 539 AEC conforme havia sido profetizado por Isaias duzentos anos antes de Cristo. O livro profético de Apocalipse capítulo 17: 5, diz: “E na sua testa estava escrito um nome, um mistério: “Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes e das coisas repugnantes da terra”. Esta meretriz está sentada sobre muitas águas. Simbolicamente, águas representam “povos e multidões, e nações, e línguas”. Babilônia, a Grande tem um reino sobre os reis da terra. (Os governos políticos). No passado, comentaristas bíblicos achavam que esta “Babilônia ou Meretriz” seria apenas uma religião, porém, ao passo que a religião foi se distanciando da moralidade, esse conceito deixou de existir.

A seguir, observe a profecia chave que mostra como será o fim da Religião. “E os dez chifres e a fera, este odiarão a meretriz e a farão devastada e nua, e comerão as suas carnes e a queimarão completamente no fogo. Porque Deus pôs em seus corações executarem o pensamento...” Apocalipse, 17: 16, 17. Há muito simbolismo no livro Apocalipse. Esta fera não é um animal literal. Daniel quando teve visões proféticas de animais, simbolizaram governos políticos. Entretanto, esta fera que Deus usará para destruir as religiões, representa uma instituição de destaque, a (ONU) Organização das Nações Unidas. Não é uma tarefa fácil, destruir a religião, como disse certo comentarista: “É como se cutucar o cão com a vara curta”, mas como predisse e profecia bíblica, Deus é quem irá dirigir os governantes afim de cumprirem este ato espantoso. Não é brincadeira não, é verdade mesmo! Não é atoa, que já foi proposto na ONU através de uma resolução o fim das religiões por acusarem de promover guerras, terrorismo e outras coisas prejudiciais a humanidade. Esta resolução se concentra em cláusulas, que vai desde a proibição de reuniões públicas, distribuição de publicações bíblicas, símbolos religiosos, chegando a pena máxima, que seria a demolição de templos, como igrejas, mesquitas, predominantemente religiosos.

Muitos não acreditam que os governos destruirão a religião, pelo fato, de serem apoiados por ela, tanto em sentido político como comercial, porém, como predisse a profecia bíblica, isso irá acontecer porque é o próprio Deus que incutirá em seus corações mentais, dos (governos políticos), o seu pensamento. Todavia, pelo andar da carruagem este acontecimento espantoso está às portas. Certo comentaria disse: “Se a religião for destruída, o mundo passará a viver um tremendo caos, e o Alto-Comércio será afetado drasticamente.” Este pensamento, está corretíssimo, porque a profecia bíblica continua alertando que os comerciantes se lamentarão, até porque não haverá mais as festas religiosas que lhes proporcionam a venda de suas bugigangas de seus sistemas mercadológicos de mercadorias, que incluem, (Cds de Músicas gospel, imagens esculpidas, entre outras parafernálias religiosas... Nesta época final, a religião está reescrevendo sua história com muito sangue. O mapa da intolerância se expande de modo atemorizante. Não é de se admirar que pesquisadores relatem que os conflitos no Oriente Médio e em outros continentes são de origem religiosa, e alertam a comunidade internacional que poderão se alastrar pelo o mundo inteiro. Certamente, não dar pra se negar que as guerras, o terrorismo e a violência, de modo direto ou indireto não sejam de cunho religioso, até porque, os que afirmam publicamente conhecerem ao Deus Altíssimo, o repudiam pelas suas obras. Com a descrença em alta, as pessoas se tornam mais amantes de prazeres do que Deus, e por sua vez, aumenta a violência e a imoralidade. Por isso, é que a mídia tem publicado que os feriados religiosos se tornaram mais profanos e violentos de que os seculares. Os ensinos e as práticas da antiga Babilônia levaram a nação à crassa imoralidade e a violência. Hoje, quando os líderes religiosos desprezam as normas morais da Bíblia, a imoralidade se alastra, tanto entre os líderes como entre os adeptos. No entanto, a idéia de que a religião reconduzia o homem a Deus se desmanchou no ar como fumaça. Diante deste dilema, talvez pense que não há alternativa para escapar da destruição, no entanto, para aqueles que rejeitam a religião falsa há uma saída. Para encontrar a religião que Deus aprova, observe se os seus membros são neutros quanto à política e ao militarismo. Contudo se têm estas duas qualidades, certamente, jamais se alistariam para servir nas forças armadas para matarem o seu próximo, ou se intrometeriam na política para tentar mudar a marcha para qual o mundo caminha. (Isaias 2: 2 –4).

Se a sua religião não demonstra tais características, procure acatar o aviso de Deus: “Saí dela povo meu, se não quiserdes ser participantes de suas pragas, a (destruição), pois os pecados dela se acumularam até o céu e Deus se lembrou de seus atos injustos.” (Apocalipse 18: 4).

Não podemos pensar que, escaparemos da destruição porque não fazermos parte da religião falsa ou porque optemos pela a neutralidade, ou para o ateísmo. Se a religião falsa não é a solução, será que ficarmos neutros ou corrermos para o ateísmo nos isentaria da punição? De forma alguma. Deus como nosso Grandioso Instrutor nos incentiva através de sua palavra a Lhe adorar, em espírito e verdade. Pra alcançarmos este imensurável privilégio, haveria de concordar, que, precisamos absorver com a máxima urgência orientação perita, por meio de um estudo bíblico, sério e regular, que na verdade é o começo para encontrarmos refugo para escaparmos da destruição. Se agir assim, poderá sobreviver o fim da religião falsa e o Armagedon, a Guerra do Grande dia Deus!

Sebastião Ramos - Sebastianramos7@gmail.com

 

 

E então virá o fim?

Catástrofes causadas pelo aquecimento global apavoram a humanidade e tornam vivas as profecias bíblicas sobre o futuro do mundo

 

Os gigantescos blocos de gelo que se desprendem na Antártica e no Ártico impressionam qualquer um. Eles são apenas o efeito mais visível de um fenômeno que também tem provocado tornados e furações devastadores na América do Norte, ondas de forte calor na Europa, secas rigorosas na África, inundações na Ásia e invernos rigorosíssimos no Hemisfério Norte. Sem falar nas epidemias, catástrofes naturais e extinção de espécies animais e vegetais que têm ocorrido como nunca nas últimas décadas. Aquilo que antes estava restrito a filmes de ficção científica ou às profecias bíblicas de Daniel e do Apocalipse, agora está em todos os noticiários – o mundo parece em convulsão. Nem os cientistas mais céticos se arriscam a colocar em dúvida a realidade do aquecimento global, processo provocado pela ação humana e que pode levar à extinção da vida no planeta que, um dia, foi chamado de azul pelo cosmonauta soviético Yuri Gagarin. Apesar das divergências sobre o tamanho e extensão do impacto da tragédia, cada vez mais gente acredita que se tratam dos "sinais dos tempos", os acontecimentos preditos por Jesus Cristo nos evangelhos e que antecederiam sua volta. Tanto da parte da ciência moderna quanto da teologia, que tantas vezes são como água e óleo, a certeza é uma só: as coisas ainda vão piorar muito.



Quem tiver dúvidas a respeito das mudanças no clima do planeta e suas terríveis conseqüências deve olhar para os pólos da Terra. Longe de serem o produto de modelos engendrados em computador, lá os efeitos da destruição dos ecossistemas são visíveis. Coberta por uma grossa calota de gelo há pelo menos dez mil anos, desde a última glaciação, já se registra na Antártica a enorme formação de áreas verdes na antiga imensidão branca, mostrando o tempo cada vez mais quente e o conseqüente derretimento. Já no Ártico, o ritmo da elevação da temperatura na atmosfera é o dobro da média global. Previsões mais conservadoras dão conta de que a calota gelada no extremo norte da Terra, fundamental para a manutenção da temperatura no planeta, deve desaparecer totalmente durante o verão a partir de 2060. Isso pode significar muito mais do que extinção de espécies como os ursos polares, que não terão mais a área de mar congelado para caçar, ou a necessidade de esquimós usarem freezer para armazenar carne, como já começa a ser visto. O que vem ocorrendo nas regiões polares tem repercussão direta no equilíbrio climático em todo o mundo. Devido às baixas temperaturas, os pólos ajudam a manter o clima global ameno, alimentando as correntes marítimas, resfriando as massas de ar e devolvendo ao espaço a maior parte da energia solar que recebem, graças às vastas superfícies brancas. Se as previsões se concretizarem, somente no Oceano Ártico, as temperaturas ficarão 12 graus centígrados mais quentes em poucos anos. Isso será sentido em toda parte do mundo, gerando cataclismos inimagináveis, inclusive a inundação de regiões costeiras com o aumento do nível dos oceanos. Num cenário pavoroso, cidades como Nova Iorque e Rio de Janeiro deixariam de existir, e países inteiros, como a Holanda, seriam literalmente riscados do mapa.


Mais de 60 nações, entre elas o Brasil, estão mobilizando 10 mil cientistas e investindo 1,5 bilhão de dólares em 228 projetos de pesquisa no Ártico e na Antártica. O pano de fundo é mesmo o aquecimento global, mas, entre outras coisas, pretendem calcular a quantidade de gelo que será derramada no mar nas próximas décadas devido ao degelo de regiões como a Groenlândia. "Os pólos estão dando seu alerta. Se todo esse gelo derreter, o nível dos mares poderá subir sete metros. Muitas cidades litorâneas serão inundadas e destruídas", confirma o pastor e jornalista Antônio Mesquita, da Assembléia de Deus, que pesquisa o assunto. Mas isso não é tudo. Com a salinidade do mar diluída pelas águas doces, correntes se enfraqueceriam e haveria um rompimento brutal do clima do planeta. Seria possível encontrar icebergs no litoral inglês e o inverno na Europa seria um pesadelo.


Esse, aliás, é um dos paradoxos do fenômeno: apesar do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU falar em aumento da temperatura média no mundo em 5 graus, o que se verão serão invernos mais frios e verões mais quentes. "As temperaturas variarão nos extremos. Em alguns lugares onde o frio é intenso se verá um clima africano. Noutros, já quentes, será insuportável viver por causa do calor. Multidões fugirão ou morrerão sem água", adverte Mesquita. Se tudo isso se confirmar, o Brasil será duramente atingido. Em menos de 50 anos, a Amazônia seria transformada em um tipo de savana ou cerrado, e os habitantes do sertão nordestino, região já quente e seca, seriam forçados a migrar em massa, desencadeando tragédias sociais de conseqüências imprevisíveis.



Sufocante – Catastrófico ou não, o fato é que esse cenário já começa a se desenhar no horizonte. Causado pelo aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera, principalmente do dióxido de carbono, o processo de aumento da temperatura mundial é comprovado por medições precisas feitas pelos mais modernos satélites e sondas. Esses gases formam uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que a radiação solar, refletida pela superfície na forma de calor, volte para o espaço. O efeito estufa, muita gente não sabe, é um fenômeno natural normal, que acontece desde que o mundo é mundo. Sem ele, as condições de temperatura e clima na Terra não permitiriam a existência de vida. Porém, o que se vê agora é outra coisa: graças à ação humana, a situação se tornou – com trocadilho – sufocante.


O acúmulo de gases foi intensificado a partir da Revolução Industrial, no século 18. Por causa da intensa atividade fabril, a temperatura já subiu, em média, quase 1 grau nos últimos 100 anos. Não tem jeito: para haver desenvolvimento e crescimento econômico, é preciso gerar mais energia. E esse ciclo vicioso só tende a piorar com a explosão populacional. A cada segundo, quatro crianças nascem no mundo, o que dá um total de 250 por minuto e 130 milhões por ano. Enquanto isso, outras 100 pessoas morrem a cada minuto, o que dá 50 milhões por ano. A conta resulta num aumento estimado de 80 milhões de novos seres humano anualmente. Pela fria lógica dos números, a humanidade será composta, daqui a vinte anos, por 8 bilhões de indivíduos. Se países como China e Índia, os dois mais populosos, continuarem elevando seus padrões de consumo a grandes áreas que antes serviam à agricultura se tornarem desérticas, será impossível produzir alimentos para todos. Isso sem falar na escassez de água potável, um drama anunciado desse século 21.


Citando o capítulo seis de Gênesis, Antônio Mesquita, que também dirige o departamento de jornalismo da Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD) e é autor do livro Fronteira final, no qual analisa vários desses "sinais", não têm dúvidas do motivo de tantas calamidades: "Antes da humanidade ser destruída pelo Dilúvio, Deus confirmou que a causa era a maldade do homem, que se multiplicou sobre o mundo de então. Com tudo que estamos vendo, não é difícil acreditar que são sinais do final dos tempos. A análise de tudo à luz da Palavra de Deus nos leva a essa conclusão", destaca.


Uma das passagens bíblicas mais citadas quando se trata de escatologia é o capítulo 21 do Evangelho de Lucas. Ali, Jesus fala em grandes terremotos, pestilências, fome e outros eventos terríveis ocorrendo ao mesmo tempo em diversas partes do mundo. Pode ser mera coincidência, mas nunca houve a soma de tantos deles como nesses últimos tempos. De acordo com uma pesquisa feita pela BBC em 27 países, no ano de 2005 os eventos considerados mais significativos foram catástrofes. Naquele período, ocorreram 360 desastres naturais – e 259 deles podem ser considerados diretamente ligados ao aquecimento global. Segundo historiadores, não há comparação com o que acontecia no passado. No século 19, só para ter uma idéia, não havia mais de meia dúzia de episódios do gênero a cada ano. Enquanto isso, num único ano recente, o mundo experimentou 168 inundações, setenta tornados e furacões e duas dezenas de secas. A vida de 154 milhões de pessoas foi diretamente afetada.



Entre tantas catástrofes nos últimos tempos, algumas ficaram mais fortemente marcadas. Quem não se lembra do tsunami na Ásia, no fim de 2004, que deixou um saldo de cerca de 300 mil mortos? Ou do furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, na mais próspera nação do mundo, os Estados Unidos da América? Isso, para não falar em recentes terremotos na China e no Paquistão – países duramente castigados também por enchentes, ciclones e tempestades –, maremotos na Nova Guiné, incêndios florestais na América do Norte e ondas de calor no Leste Europeu, região normalmente temperada. Em cada ocorrência, mais mortes, mais destruição e mais prejuízos. Por outro lado, há o surgimento de novas doenças, algumas agravadas pelas mudanças no clima, como a dengue, uma das muitas epidemias tropicais que avançam sem controle.


Alienação – "Deveríamos aprender a dar atenção a todos esses indicadores. Conforme Cristo ressaltou, precisamos ler as entrelinhas da história e ver o significado dos acontecimentos. A maioria só vê o óbvio e não o oculto", aponta o pesquisador e jornalista Marcos De Benedicto, ligado à Igreja Adventista. "Para muita gente, clima resume-se àquelas previsões meteorológicas sobre se vai chover nos próximos dois dias. Temos que entrar no campo da escatologia e interpretar os sinais. O tempo encerra oportunidade, mas traz perigo. Quem enxerga através da neblina, vê mais longe e evita a tragédia", diz Benedicto, que é editor da Casa Publicadora Brasileira.


Diante do quadro que se avizinha, as fantásticas cenas de grandes produções que falam de hecatombes provocadas pela queda de asteróides ou terríveis mudanças climáticas, como Impacto profundo e O dia depois de amanhã, já não parecem tão incríveis ou distantes assim. Porém, os fatos precisam voltar a ser percebidos, especialmente pela Igreja, que deveria ser uma das grandes interessadas no assunto, mas parece completamente despreocupada. "Hoje, em vez de ser voz profética, a Igreja figura como eco. Quer ser reconhecida como herdeira de João Batista, que preparou a primeira vinda de Jesus Cristo, mas não pensa em rejeitar status e benesses para viver no deserto, de modo mais natural, apontando o rumo para o mundo", adverte Antônio Mesquita. em uma lembrança de que o caminho para a restauração de todas as coisas não precisa passar apenas pelas páginas do noticiário.

Marcos Stefano
Jornalista da revista Eclésia

 

Fonte: Revista Eclésia - n. 124

Os autores: Tim LaHaye e Jerry Jenkins


Após acordo sobre os direitos dos filmes baseados na Série Deixados para trás, o co-autor, Tim LaHaye já está planejando uma nova produção dos filmes.

"Meu sonho sempre foi entrar no cinema com um filme de primeira classe, de alta qualidade, que fosse interessante, mas também contendo a verdade da história bíblica - e tudo isso foi diluído na primeira tentativa." diz LaHaye. "Mas se o Senhor desejar, vamos criar um filme como deveria ser"

Dr. LaHaye disse que o sucesso dos livros da série possibilitará a estréia em muitas salas de cinema. "É uma oportunidade de ouro para a comunidade cristã", acrescenta.

O autor está esperançoso que muitos sejam confrontados com a verdade da Palavra do Deus Vivo.

Fonte: AntenA CristÃ

 

Um acordo foi feito entre a produtora Cloud Ten Pictures, responsável pela produção dos três filmes da Série Deixados para trás e entre o co-autor Tim LaHaye, encerrando uma batalha judicial que já durava quase uma década.

"Estamos felizes de ter fechado este logo e doloroso capítulo na história de nossa empresa" anunciou André Van Heerden, CEO da produtora canadense.

Mesmo o primeiro filme de 2000 tendo faturado US$ 2,1 milhões durante a primeira semana de exibição nos cinemas e posteriormente ter vendido 2.8 milhões de VHS/DVD, LaHaye ficou decepcionado com a qualidade da produção.

LaHaye disse que vendeu ingenuamente os direitos da obra muito cedo e acabou se arrependendo. Os autores negociaram os direitos entre junho de 1996 e abril de 1997, antes de terem terminado os livros, e da explosão de vendas.

O acordo resolve todos os litígios relacionados aos três filmes produzidos pela Cloud Ten e LaHaye.

LaHaye agora tem a oportunidade de refazer os três filmes, no entanto se ele não exercer as opções de refilmagem, a Cloud Ten poderá continuar produzindo os filmes. Termos específicos da sentença são confidenciais.

A Cloud Ten continuará na produção de filmes com temática cristã. "Estamos lançando três novos filmes ainda este ano e mais quatro produções em 2009" informa Van Heerden.

Fonte: AntenA CristÃ

Anticristo nas eleições

20:08 @ 20/08/2008

E nos EUA o assunto de que Barack Obama é o Anticristo ainda tem repercutido bastante, tem até gente faturando, confiram:
 
 
 
 

Barack Obama como Anticristo

20:00 @ 20/08/2008

No dia primeiro de Agosto foi ao ar mais uma vídeo da campanha de John McCain, entitulado "The One", o vídeo ensinua que Barack Obama é o Anticristo e já teve mais de 1 milhão de acessos.

Algumas cenas mostram Moiséis separando o Mar Vermelho e Obama dizendo "Nós somos a mudança que todas aguardam"

A propaganda gerou debates na Internet sobre temas apocalípticos, uma matéria no The Wall Street Journal perguntou ao co-autor da Série Deixados para trás, Tim LaHaye, 82 anos,  sobre a possibilidade de Obama ser o Anticristo.

LaHaye disse: "O Anticristo não será um americano, por este motivo Obama está descartado. A Bíblia deixa claro que ele virá de um lugar obscuro, com o Romênia"

 

Para assistir ao vídeo, clique aqui.

Há 63 anos, o mundo descobria o apocalipse nuclear em Hiroshima e em Nagasaki, primeiros e únicos alvos da bomba atômica, mas a ameaça ainda não desapareceu.
 
Capital mundial do pacifismo, a cidade de Hiroshima (sul do Japão) lembra nesta terça-feira o dia em que o planeta entrou na era nuclear. Três dias depois tarde será a vez de Nagasaki (sul).

Foi no dia 6 de agosto de 1945, às 08H15 exatamente, numa hora de grande movimento, que o bombardeiro B29 americano "Enola Gay" lançou a bomba A sobre Hiroshima. A bomba explodiu a 600 metros de altitude, arrasando instantaneamente a cidade.

Cerca de 140.000 pessoas - mais da metade da população da cidade em 1945 - morreram imediatamente e nos meses que se seguiram, vítimas da radiação ou de queimaduras extremas.

No dia 9 de agosto, 74.000 pessoas morreram no segundo bombardeio atômico sobre Nagasaki.

Mas, apesar dos "hibakushas" (sobreviventes irradiados), dos mais idosos e políticos comprometidos formularem votos de paz durante as cerimônias de homenagem aos mortos, as armas nucleares continuam a ameaçar a segurança internacional, como provam as crises norte-coreana e iraniana.

País vizinho do Japão, a Coréia do Norte vangloriou-se um dia de possuir a arma atômica. O desmonte de seu programa nuclear está atualmente em curso depois de negociações muito difíceis em Pequim, com a China, os Estados Unidos, a Coréia do Sul, o Japão e a Rússia.

Pouco depois de Pyongyang, o Irã anunciou a retomada de seu programa de enriquecimento de urânio, questionando o acordo de Paris arrancado pela União Européia após vários meses de discussões em novembro de 2004.

Mais preocupante ainda para a comunidade internacional é o risco de um "11 de setembro nuclear" recentemente evocado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), na hipótese de a arma atômica vir a cair nas mãos de terroristas.

Em fevereiro de 2004, o pai da bomba atômica paquistanesa, Abdul Qadeer Khan, considerado um herói nacional, admitiu ter realizado exportações ilícitas de tecnologia nuclear em benefício do Irã, da Coréia do Norte e da Líbia.

"Hoje, a ameaça que pesa sobre o mundo é mais imprevisível. Em relação à luta contra o terrorismo, trata-se de um novo tipo de guerra, um novo tipo de proliferação, de um novo perigo para nossa segurança. E a questão central é que não se sabe verdadeiramente com quem se deve negociar, e contra quem lutar", destacam os analistas.

Há treze anos, durante o 50º aniversário dos bombardeios de Hiroshima e de Nagasaki, os opositores à arma nuclear tinham algumas razões para ter esperanças.

A derrocada da União Soviética, pondo fim definitivamente à Guerra Fria, afastava a eventualidade de um conflito atômico devastador para o planeta.

Hoje, pelo menos oito países podem afirmar que possuem a arma nuclear: Estados Unidos, Rússia, Grã-Bretanha, China, França, Índia, Israel, Paquistão e, talvez, a Coréia do Norte. Há poucas esperanças de que eles desistam de seu arsenal.
 
Fonte: G1

No contexto bíblico, o termo "apokalypsis" quer dizer revelação. Trata-se de um gênero literário, fortemente marcado pela linguagem simbólica, que busca trazer à tona o reverso da história. É uma linguagem muito utilizada no ambiente judaico, onde encontramos diversos apocalipses: assunção de Moisés, quarto livro de Esdras, entre outros. O Novo Testamento contém apenas um livro que utiliza tal gênero e recebe dele o seu nome, o Apocalipse de João.  

Durante séculos o livro do Apocalipse foi terreno propício para as mais variadas e fantasiosas interpretações. No imaginário popular tudo o que se refere ao Apocalipse recebe uma conotação sombria, incompreensível, mágica... O sentimento diante do livro transita entre o pavor e o espanto que emanam de páginas marcadas por um simbolismo estranho ao nosso tempo. Reações que recebem a influência de livros, filmes e discursos religiosos que as alimentam. Entendido como a descrição de acontecimentos futuros, o Apocalipse parece apontar para um período de desgraças naturais e guerras causadas pela ira divina direcionada para a humanidade.

Longe de ser uma previsão pessimista do futuro, o Apocalipse é uma interpretação do mundo através da fé. Portanto, no caso específico do Apocalipse de João, para que a sua explicação não seja transformada em uma quimera, é necessário contextualizar o texto ao seu momento histórico. O livro teria sido escrito no final do I século, período marcado pela perseguição do Império romano aos cristãos, além da expulsão destes da sinagoga após o sínodo judaico de Jâmnia. O momento é de sofrimento e morte. As comunidades encontram-se isoladas no interior do Império, feridas pelo martírio de tantos cristãos.

Diante deste cenário, o autor do Apocalipse busca animar e fortalecer as comunidades cristãs, reerguendo-as através de uma mensagem de esperança. Esta esperança está escondida sob os diversos símbolos utilizados pelo autor e desafia a força dos poderes da morte com a fragilidade da vida. A linguagem simbólica é uma forma de abrigar a comunicação no confronto com os perseguidores. Assim, números, elementos da natureza, coisas da vida, etc ganham novo significado e expressam a resistência de uma fé: O branco simboliza a vitória, a glória; o amarelo esverdeado é a cor do cadáver, da doença; o vômito, assim como a Besta fera que sobe do abismo, apontam para o Império romano; o número 666 é o próprio imperador; a noiva representa o povo de Deus...

Assim, o Apocalipse de João impulsiona a comunidade cristã para um futuro aberto à ação de Deus. No interior da luta dos pequenos contra uma estrutura de morte, encontramos a experiência da fé num Deus que ouve o clamor do seu povo e que conduz a história, mediante o Ressuscitado, para a plenitude onde toda a injustiça será desmascarada. A esperança consiste em manter-se firme na justiça, acreditando que a última palavra não pertence às trevas, mas à vida. No Apocalipse, a certeza da atuação do Ressuscitado na história não permite que a resistência das comunidades seja vivida na alienação do mundo.

Com efeito, a comunidade cristã tem consciência que sua luta a conduzirá em direção à perseguição, à dor e à morte no confronto com a ideologia do Império.

Entretanto, no reverso da história, aquilo que parece ser derrota, mediante o testemunho de tantos, na verdade, conduz à vitória. A Jerusalém celeste que surge representa a intervenção de Deus na humanidade de maneira desconcertante. "Novos céus e nova terra" onde a dor, a lágrima e a morte não existem mais. A abertura ao futuro ilumina o presente das comunidades, vivido na esperança contra toda a desesperança.     

Sérgio Albuquerque
Tutor da Teologia à Distância da PUC-Rio e assessor de pastoral

Fonte: Site Sidney Rezende



O filme “Armageddon”
Os freqüentadores dos cinemas estão sendo mais uma vez testemunhas de um perigo ameaçador vindo do espaço: um asteróide do tamanho do estado do Texas avança contra a Terra a 36.000 km/h. Não há dúvida: seu impacto eliminará toda a vida em nosso planeta – e restam somente 18 dias para evitar a catástrofe definitiva...

O Significado de Armagedom
A palavra “Armagedom” aparece no último livro da Bíblia (Apocalipse 16.16). O termo hebraico significa “monte ou montanha de Megido”, onde já aconteceram diversas batalhas decisivas na história de Israel.


O capítulo 16 do Apocalipse trata dos últimos juízos de Deus, que virão sobre a terra antes da volta de Jesus Cristo. O apóstolo João escreve: “Ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, dizendo aos sete anjos: Ide e derramai pela terra as sete taças da cólera de Deus... Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol... porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso... Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom” (Apocalipse 16.1,12,14,16).


Portanto, o termo bíblico “Armagedom” não simboliza o “último dia” – como afirma o filme. Pelo contrário, ele descreve o lugar em que os reis da terra se reunirão para a luta insensata contra Deus. Aí acontecerá um juízo de Deus. O texto bíblico a seguir chama a atenção: “Então, derramou o sétimo anjo a sua taça pelo ar, e saiu grande voz do santuário, do lado do trono, dizendo: Feito está! E sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande. E a grande cidade se dividiu em três partes, e caíram as cidades das nações. E lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira. Todas as ilhas fugiram, e os montes não foram achados; também desabou do céu sobre os homens grande saraivada, como pedras que pesavam cerca de um talento; e, por causa do flagelo da chuva de pedras, os homens blasfemaram de Deus, porquanto o seu flagelo era sobremodo grande” (Apocalipse 16.17-21).


A Palavra de Deus fala de uma grande catástrofe, como em “Armageddon”. Ali se derramará o justo juízo de Deus sobre uma humanidade que não se interessa por Ele e que vive em constante rebelião contra Ele.


Também no filme, a desgraça iminente não conduz os homens de volta a Deus. Pelo contrário, o Criador é deixado completamente de lado. Se bem que se pede ajuda a Ele de forma surpreendentemente freqüente, isso acontece somente quando qualquer ajuda humana falha. No mais, Ele parece não ter nenhuma participação nos dramáticos acontecimentos. São os homens autônomos que planejam e executam sua própria libertação, e só de vez em quando pedem a Deus que os apóie em seus propósitos.


Essa tendência humana, que fica muito clara no filme, levou-me a pensar: Deus é um Deus pessoal, e quer ter um relacionamento com cada pessoa. Ele o deseja constantemente, e não somente quando estamos enfrentando uma calamidade. Em Seu amor, Ele tornou possível essa comunhão através do Seu Filho Jesus Cristo. Ele nos oferece muito mais do que a continuação da vida em nosso planeta. Ele gostaria de nos dar vida eterna, vida com propósito – agora e depois da morte. Jesus disse: “...eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10.10). E em João 3.16 lemos: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Mas Ele espera que busquemos Sua vontade e vivamos de acordo com ela. Aceitemos Sua oferta antes que uma desgraça venha sobre nós!


Informações sobre o filme

  • “Armageddon” é um filme de pura ação. O roteiro é reduzido ao mínimo – em seu lugar, as cenas de ação se sucedem. A técnica de cortes rápidos e os efeitos especiais fazem com que o espectador muitas vezes nem compreenda quem está dizendo ou fazendo o que e porquê.
  • O filme contém algumas cenas fortes de sexo.
  • De modo geral, a linguagem é vulgar.
  • A violência e brutalidade são constantes.
  • Afirma-se que há 65 milhões de anos o impacto de um asteróide foi responsável pela morte dos dinossauros. A teoria da evolução é apresentada como fato científico.
  • Autoridades, disciplina e ordem são ridicularizados. Em contraste, um grupo de excêntricos e pequenos criminosos é encarregado da salvação do mundo.

 

Em 08 de maio de 2005, foi exibido no seriado "Os Simpsons", uma paródia da série Deixados para trás.

 

O episódio "Thank God It's Doomsday" apresenta Bart, Lisa e Homer num cinema assistindo "Left Below" (Deixados embaixo).

 

Após o filme Homer fica preocupado, pois acredita que o arrebatamento é iminente, então começa a reunir livros sobre o Apocalipse e calcula que o arrebatamento está muito próximo, dali sete dias.

 

O episódio tem até entrada na Wikipédia americana.

 

Clique aqui para assistir um trecho.

 

O fim dos tempos

20:00 @ 26/06/2008

Cena de Eu Sou a Lenda: discussão entre a Ciência e Deus num mundo devastado (Foto: Divulgação)

 

Chega ao vídeo um dos filmes mais polêmicos do ano, a ficção-científica ´Eu Sou a Lenda´, de Francis Lawrence, que faz um visão assustadora do fim da humanidade

Grande parte da crítica e do público torceu o nariz para ´Eu Sou a Lenda´, a reflexiva adaptação do conto de Richard Matheson. Terceira adaptação do romance, a obra de Lawrence supera as outras duas, ´Mortos que Matam´ (The Last Man on Earth, 1964), feita em co-produção pelo italiano Ubaldo B. Ragone e o norte-americano Sidney Salkow, com Vincent Prince no papel do cientista Robert Neville, e ´A Última Esperança da Terra´ (The Omega Man, 1971), de Boris Segal, com Charlton Heston, Rosalind Cash e Anthony Zerbe.

O vídeo proporciona a possibilidade de uma melhor análise da produção. A grande diferença da atual adaptação feita por Akiva Goldsman e Mark Protosevich é o de tratar a histórias através de elementos filosóficos, os quais, em grande parte, não foram assimilados por parte do público e da própria crítica. Diferentemente das outras adaptações, esta desenvolve a história sob o aspecto de uma grande tragédia da humanidade, acrescentando a velha temática da discussão entre Deus e Ciência. Há, ainda, um terceiro aspecto na narrativa, que é o da retomada do mundo, ou seja, a apropriação da civilização do homem pela natureza.

Todo o sentido do filme está na seqüência inicial, quando Neville e seu cachorro adentram uma desabitada cidade de Nova York. O objetivo é mostrar ao espectador como pode ocorrer uma das possibilidades do fim da civilização. O matagal já tomando conta das ruas, a passagem por elas por animais em debandada, e mais tarde o encontro entre Neville e o casal de leões que capturam a lebre que ele desejava levar para jantar, evidenciam aquele lugar como não mais pertencente à humanidade, mesmo porque ela não mais existe como civilização. Neville é apenas um sobrevivente. Nesta seqüência brilhante fica exposta a decadência do homem como a parte racional da natureza que rompeu os seus limites de erros. O olhar da leoa para Neville e em seguida o ´close´ do rosto de Will Smith, que resignadamente recolhe a arma, chama o cachorro e vai embora, reforçam a exposição.

´Eu Sou a Lenda´ deve ser apreciado como uma rejeição ao tradicional padrão do filme de ação americano. Muitos espectadores reclamaram da falta de ação. Mas que tipo de ação poderia ter um filme que tem um único personagem em cena? Não é este o intuito do enredo. Se assim o fosse, os ´infectados´ teriam um maior espaço na trama e certamente Neville seria o personagem caçado por eles.

Um dos temas que mais chama a atenção em ´Eu Sou a Lenda´ é a discussão entre a Ciência e Deus na articulação das ações humanas.
O apocalipse da humanidade pela intromissão de Deus ou pela pela ação arrogante do homem? Na verdade, o filme faz uma exploração do campo das possibilidades. Humanas, científicas, religiosas. Existe sim, em seu interior, uma série de embates envolvendo a ciência, a fé religiosa, a existência humana, o apocalipse da humanidade, a retomada pela natureza de seu espaço tomado pelo homem na construção de sua civilização, o valor da intuição, a esperança e a comunicação espiritual no homem. Não que esses temas sejam abordados com veemência, mas têm uma exposição suficientemente clara para despertar a percepção e a sensibilidade.

Deus

Essa conotação religiosa perpassa todo o filme. O cinéfilo mais atento deve atentar para a frase ´Deus ainda nos ama. Nós ainda amamos Deus´, que aparece numa placa corroída pelo tempo, na cena inicial quando Neville vai entrando na surrealista Nova York, na discussão entre Neville e a personagem brasileira vivida por Alice Braga.

Na Cena, Anna (Alice Braga) olha, na parede, os retratos dos infectados transformados em cobaias e pergunta como Deus pode fazer isso. Neville, ao pronunciar um lacônico ´Deus não fez isso Anna, nós fizemos´, reconhece a falha humana na criação da vacina que deu origem à aniquilação humana, mas ainda assim não deixa de acreditar que encontrará a cura. Nessa mesma cena, Neville reafirma seu descrédito ao dizer ´Deus não existe´. Mas, ao olhar os retratos na parede, diz que ´posso dar um jeito nisso´. A interpretação da cena é clara: Neville afirma a fé única em si, no homem, e na ciência como instrumento de apoio. Deus estaria à margem desse processo. Já para Anna, Deus tem um plano:
o da segunda chance. Nessa leitura estabelecida entre o existencialismo e a religião de ´Eu Sou a Lenda´, a fé se estabelece como um processo pessoal, a espiritualidade, um sentimento universal. Há uma questão de fé permeando toda a narrativa.

Possibilidades humanas

Nessa discussão, entra a ciência e a religião, não apenas no aspecto de Neville se transformar progressivamente num ´mar de culpa´, mas porque a ciência trata com a realidade, com a matéria, não coisas da metafísica. Mas a questão básica do filme não está nem nas discussões sobre as possibilidades das interferências divinas. A discussão está no que o homem pode fazer por si e pelos seus semelhantes.

Neville, não é exposto como um herói, mas como homem triste e solitário, a desgraça da tragédia humana de ser racional. Sua jornada interior de solidão remete ao sentimento de perda dos entes queridos e do fracasso perante a descoberta de uma vacina capaz de eliminar o retro-vírus e salvar a humanidade da extinção. Ao mesmo tempo, um homem em luta contra perda da sanidade.

FIQUE POR DENTRO

Deus e a negação existencial

Como aliar dentro de si o sentimento de um Deus bom e que deu uma ciência se ela foi criada pelo homem? Neville, como cientista, acredita na ciência. Ela que poderá dar o instrumento de cura para o homem. Resta, assim, um homem angustiado, solitário e triste. Na verdade, ele quer a paz. Quanto a isso, a resposta do filme está na cena final. A dualidade contida na perplexidade de encontrar a si mesma na divisão entre a aceitação de Deus como seu criador e a negação existencial do sentimento da espiritualidade.

Pedro Martins Freire
Crítico de Cinema

Mais informações:

Eu Sou a Lenda, de Francis Lawrence, com Will Smith, Alice Braga, Dash Mihok e Salli Richardson. 118 minutos
 

Fonte: Diário do Nordeste

 

Jornalista Nelson Gonçalves Marialva

"Pois ainda em pouco tempo Aquele que há de vir virá, e não tardará"
- Hebreus 10:37.

(24.06.08) De repente, os jornalistas vão interromper a programação normal das televisões e rádios para anunciar o desaparecimento, nos quatro cantos da terra, de milhares de pessoas. Estas pessoas são os crentes, dirão. Mas, realmente, o que aconteceu? Perguntarão muitos, desesperados. A resposta vem em seguida pela boca dos que ficaram: "Foi Jesus Cristo que voltou e levou a sua igreja". Os que ficaram, tristes e abatidos, pedirão: abra-nos a porta, mas a porta se fechou. É tarde de mais. Então, a dor tomará conta de todos.

Há mais de dois mil anos, o Senhor Jesus Cristo alertou humanidade sobre dias futuros. "Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino. Haverá grandes terremotos, fomes e pestilências em vários lugares, e coisas espantosas e grandes sinais do céu (Lucas 21:10-11). Não faz muito tempo, ondas gigantescas – o tsunami - mataram quase 200 mil pessoas, deixando aproximadamente cinco milhões de desabrigados e quase dois milhões sem comida. Guerras surgem em todos os lugares. No Iraque, desde o início da guerra com os EUA, cerca de 102 jornalistas já morreram e 48 foram seqüestrados, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas).

Para o pastor Ivo Cassol, o aumento do número e da intensidade dos terremotos, nos últimos anos, deveria servir para sacudir também o íntimo dos seres humanos, para que se libertassem, ainda em tempo, de sua inércia espiritual. De acordo com o pastor, num artigo ao Jornal Mensageiro, existe estimativa de que ocorram, a cada ano, cerca de 500 mil tremores em todo o globo terrestre, havendo quem fale em até um milhão de sismos, dos quais 100 mil são percebidos pelas pessoas com seus próprios sentidos e pelo 1.000 causam danos. No Brasil, há pouco tempo, tremores de terra atingiram os estados de São Paulo, Paraná, Goiás, Pará e, recentemente, Minas Gerais, com uma vítima fatal e prejuízos materiais.

Além do aumento do número de terremotos, a aids vai atingindo cada vez mais jovens e adultos, principalmente em alguns países da África; a fome e a miséria tomam conta do mundo, inclusive o Brasil, onde recentemente apareceram crianças indígenas parecendo filhos de etíopes, devido o estado e desnutrição, o que levou este jornalista a escrever um artigo intitulado "A Etiópia é aqui".

A ONU adverte que triplicará o número de favelas nos próximos 45 anos. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 6,6 milhões de brasileiros são favelados, sendo que 80% das favelas estão em regiões metropolitanas, além de 1/3 das residências do país serem desprovidas de água e esgoto.

As igrejas evangélicas - Mesmo com o alerta do Senhor Jesus Cristo, a igreja dorme. Percorrendo quase todo o Brasil, se constata que o amor se afastou de muitas delas. Sobre diversos pretextos, as igrejas evangélicas brasileiras não querem mais estender a mão ao próximo, argumentando, às vezes, que a pessoa necessitada não tem documento, carta de recomendação ou cartão de membro, etc...

Para o que está acontecendo hoje nas igrejas evangélicas, Jesus Cristo já tinha dito: "...Por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos... Então o virá o fim - Mateus 24:12-14". E como será este fim? Perguntam alguns. Na palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, está a resposta. "...Como foi nos dias de Noé, assim será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como foi nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca e não perceberam, senão quando veio dilúvio e o levou a todos, assim também será vinda do Filho do Homem - Mateus 24:37-39.

Não faz muito tempo, um médico presbiteriano, na cidade de São Luís (MA), afirmou que a classe médica está confusa com o aparecimento de tantos vírus nos últimos tempos. O que dizer da aids, que tem matado, em todo o mundo, milhares de pessoas, ebola, tuberculose, mal de chagas, gripe asiática, vaca-louca, câncer, etc.. Além das pestes, desastres naturais acontecem com mais freqüência. No dia 16 de março de 2005, o ciclone Ingrid atingiu a Austrália com ventos de 300 km/h., o que levou o pastor Ivo Cassol a dizer: "Até a natureza geme como se tivesse com dores de parto na esperança de libertação". De acordo com ele, as pessoas também gemem pela redenção, porém muitos já não conseguem ouvir o gemido de sua própria alma. No entanto, a porta continua aberta e o Senhor Jesus Cristo chamando, através de Isaías 55-6: "Buscai o Senhor enquanto se pode achar; invocai-o enquanto está perto".

E-mail: jornalistanelsonmarialva@gmail.com

 

 

Fonte: Jornal Local On-line

Soldado israelense patrulha fronteira da Faixa de Gaza
 
WASHINGTON (AFP) — O exército de Israel realizou manobras militares no início deste mês simulando um teste para um possível ataque a instalações nucleares iranianas, de acordo com funcionários americanos citados nesta sexta-feira pela imprensa dos Estados Unidos.
 
Mais de 100 aviões de combate F-16 e F-15 israelenses participaram de manobras ao longo do leste do Mediterrâneo e na Grécia durante a primeira semana de junho, para preparar ataques à distância, demonstrando a "preocupação de Israel em responder às ambições nucleares do Irã", anunciou o New York Times.
 
Helicópteros, que poderiam ser utilizados para resgatar pilotos de aviões abatidos, também participaram destas manobras, assim como aeronaves de reabastecimento, que voaram quase 1.500 quilômetros, aproximadamente a distância que separa Israel e o centro de enriquecimento de urânio iraniano de Natanz, acrescentou o site do The New York Times.
 
Um funcionário do Pentágono citado pelo jornal afirmou que um dos objetivos desse exercício foi enviar mensagem mostrando que Israel estava pronto para a ação militar se os esforços diplomáticos para levar Teerã a desistir de produzir armas nucleares fracassarem.
 
"Eles querem que nós saibamos, eles querem que os europeus saibam, e eles querem que os iranianos saibam", disse essa autoridade.
 
"A força aérea israelense treina regularmente para missões variadas", disse à AFP um porta-voz do exército, em Tel Aviv, sem dar mais informações.
Em 6 de junho, o vice-primeiro-ministro israelense, Shaul Mofaz, disse que um ataque contra instalações nucleares iranianas poderia ser considerado, no momento em que as sanções internacionais contra o Irã se revelassem ineficazes.
 
"Se o Irã prosseguir o seu programa de armas nucleares, estão atacaremos" disse Mofaz ao jornal Yediot Aharonot.
 
Mofaz havia assinalado, no