Grupos

O fim da colheita

19:40 @ 01/06/2007

Todd, um novo cristão, aceitou o desafio para provar a fé durante um debate no Clube de Filosofia mas é humilhado por falta de conhecimento bíblico. Seu amigo Scott, ao saber de um velho estudo na biblioteca sobre quando o mundo irá acabar, decide se vingar dos filósofos propondo um novo debate. Para ter uma carta na manga, os filósofos pesquisam o passado de Scott e descobrem que ele não era nenhum santo. Matt, um amigo de Scott, está tendo sonhos sobre um fazendeiro num campo pronto para a colheita. Matt conhece bem a Bíblia mas não quer participar do debate e prefere ficar estudando.
 
Será que a vingança dará certo?
 
O que os filósofos vão armar para Scott?
E o sonho estranho de Matt?
 
DVD - Lançamento - COMEV

 
Mais importante do que a lição que Mel Gibson deu em Hollywood sobre desgraças bêbadas anti-semita (que elas são ruins para a publicidade) é aquela tirada de seu filme de 2004, “A Paixão de Cristo”. O filme demonstrou quantos evangélicos que vão ao cinema existem e quanto dinheiro pode ser feito com eles.
 
Cuidadoso com esse mercado, o estúdio Universal Pictures se uniu com a Grace Hill Media, uma empresa de relações públicas que se foca em grupos religiosos, para divulgar seu filme principal “A Volta do Todo Poderoso”.
Agendado para ser lançado no dia 22 de junho, estrela Steve Carell como um político que abandona o Congresso para construir uma arca, se baseando na história de Noé.
 
“Quarenta e três por cento desse país está na igreja; essa é uma grande parcela da população”, disse Jonathan Bock, presidente da Grace Hill Media.
Bock foi abordado ano passado pelos executivos da Universal para ajudar na divulgação de “A Volta do Todo Poderoso”, a seqüência do filme de 2003 do diretor Tom Shadyac “Todo Poderoso”, que estrelou Jim Carrey.
 
Um resultado dos esforços de ArkAlmighty.com , um site que promove bons feitos. Ele sugere atos de gentileza aleatórios e ajuda congregações participantes a criar quadros on line para pedidos de ajuda e oferece serviços entre os membros.
 
Além disso, a Universal realizou inúmeras projeções de “A Volta do Todo Poderoso” com líderes religiosos esperando que eles recomendem o filme – com a censura de idade e um protagonista que presta atenção a um pedido para mudar o mundo – para suas congregações.
 
A Walt Disney Co. realizou uma estratégia similar em 2005, fazendo projeções privadas de “As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e O Guarda-Roupa” para líderes religiosos antes do lançamento oficial do filme. Ele arrecadou quase US0 milhões em bilheterias nos EUA.
 
Outros estúdios foram ainda mais longe em tentar conquistar favores evangélicos. Ano passado, a 20th Century Fox criou FoxFaith, uma unidade dedicada a produção de filmes com temas religiosos.
 
Em comparação, “A Volta do Todo Poderoso” parece um candidate improvável para esse tipo de marketing. Ao contrário de “A Paixão de Cristo”, é uma comédia que retrata Deus de carne e osso (interpretado novamente por Morgan Freeman, vestindo um elegante terno branco). “Todo Poderoso”, que arrecadou mais de US0 milhões em bilheterias nos EUA, foi mais conhecido pelo humor irreverente e os ataques de Carrey do que por qualquer mensagem secreta religiosa.
 
A Universal pode ter razões o suficiente para procurar por ajuda divina. O orçamento de “A Volta do Todo Poderos”, um filme cheio de efeitos especiais elaborados, foi estimado em mais de US5 milhões, embora o estúdio não confirme esse número.
 
De acordo com Adam Folgeson, o presidente de marketing da Universal, o estúdio teve muitas conversas sobre apelar para os fiéis desde o sucesso de Gibson.
 
“Eu não acredito que tenha um caminho – ou talvez eu não seja sofisticado ou inteligente suficiente para saber qual seja esse caminho – para usar táticas tradicionais de marketing ou truques para convencer a audiência fiel que o filme é apropriado para eles”, ele disse. “Esse filme não é para trailers ou propagandas na televisão ou rádio para pegar partes de material e torná-lo um bom filme para esse público”. Ele se recusou a dizer quanto a Universal havia gasto focando-se nesses grupos religiosos.
 
O site oficial do filme, evanalmighty.com, fornece links para sites sobre conservação ambiental e aquecimento global, mas não inclui nenhuma menção sobre o foco da Universal em grupos religiosos. Mas Fogelson disse que omissão não significa ambivalência em relação ao marketing para eles.
Ele disse que a Universal também havia feito esforços de marketing para atrair público latino e jovem, mas que o site do “A Volta do Todo Poderoso” não continha links para esses esforços também. “Pegar o site do filme geral e secular”, ele disse, “e ter um link a uma fé especifica me parece estranho, beirando o inapropriado”.
 
Sara Ivry
 
 

Estante

19:41 @ 01/06/2007

“A Profecia da Babilônia”

Tim Lahaye e Greg Dinallo (BestSeller)
No primeiro volume da trilogia, o autor de “Deixados para Trás” apresenta o arqueólogo do campo e professor universitário Michael Mufphy. Determinado e destemido, desafia o perigo para descobrir e validar artefatos que remontem os tempos bíblicos. Sua fé e dedicação o lançam em escavações arriscadas que poden revelar um mistério relacionado ao sonho do rei Nabucodonosor, ao livro de Daniel e ao verdadeiro e obscuro poder da Babilônia, que, se cair em mãos erradas, pode acelerar a contagem regressiva para o fim da humanidade. R$ 39,90, 392 páginas.
 
Fonte: Jornal A Notícia

Jesus está voltando

19:43 @ 01/06/2007

É o fim mesmo...

 

Criança nasce com as mãos grudadas trás (sic) mensagem para o mundo

A Hora Éstá (sic) Chegando! ACHO QUE QUEREM OCULTAR - O INIMIGO É SUJO

Num hospital público de Itaguaí (RJ) nesse fim de semana que passou, nasceu uma criança com as mãos coladas, como se estivesse orando. Os médicos disseram para os pais que iriam operar as mãos daquela menina iria dar uma anestesia.

A operação foi muito fácil porque parece que as mãos estavam coladas apenas por uma pele. Quando abriram a mão daquela criança... Vocês nem imaginem o que estava escrito... JESUS ESTÁ VOLTANDO! Os médicos começaram a chorar e todos que estavam no hospital. O bairro de Itaguaí está num movimento só.

As pessoas que estavam afastadas da igreja estão voltando e outras aceitando Jesus como unico Salvador. Deus trouxe aquela criança ao mundo somente para transmitir aquela mensagem, depois de algumas horas ela morreu.


fonte: Mais Gospel

 
Three

Mergulhe em um mundo onde nada é o que parece ser. Onde seu melhor amigo pode ser seu pior inimigo.
 
Quando o celular de Kevin Parson tocou, ele não imaginava que aquela ligação seria a primeira de uma série que transformaria sua vida em uma frenética e assustadora luta pela sobrevivência. A voz, que se identificou como Slater, foi sinistra e incisiva: Você tem exatamente três minutos para confessar o seu pecado para o mundo. Se não, seu carro explodirá em mil pedaços. A ligação foi interrompida imediatamente. O carro de Kevin explodiu três minutos depois.
 
“Com habilidade, Ted Dekker leva os leitores em uma viagem repleta de tramas entrelaçadas... uma história convincente”.
Publishers Weekly
 
 
 
Ted Dekker já vendeu mais de 2 milhões de exemplares de livros e já marcou presença na lista de livros mais vendidos do The New York Times. Dekker cresceu junto às florestas da Indonésia e atualmente mora no estado do Colorado, nos EUA.
 

 
 
 

Os mistérios da mídia

19:46 @ 01/06/2007

 
“Embora a mídia de massa não opere em segredo, sua estrutura e suas operações internas continuam um mistério para a maioria do público. E a sua influência não pode ser subestimada”.
 
(Jim Marrs, O Governo Secreto, editora Madras, 2005, página 113)
 
 
Durante o ano de 1998, na administração Clinton, nos EUA, ninguém poderia imaginar que tecnologia nuclear estivesse sendo repassada à China por ordem do presidente, e também o fato de Clinton assinar ordens executivas questionáveis, como a extensão da zona internacional ao longo da fronteira sul dos EUA, por mais 240 quilômetros. A mídia de massa desviou a atenção desses fatos para os escândalos sexuais de Clinton com Mônica Levinsky.
 
Muitas pessoas reclamam que os principais veículos da mídia são superficiais, conformistas e subjetivos na seleção das notícias. Uma recente pesquisa (1) demonstrou que 60% dos entrevistados acreditam que as notícias apresentadas pela mídia são injustas e inexatas, e uma outra, conduzida pela publicação industrial Editor & Publisher, revelou que os próprios jornalistas não discordam disso e que a cobertura da mídia é superficial e inadequada.
 
Segundo os críticos, o propósito da mídia de massa não é o de mostrar as coisas como elas são, mas mostrá-las como os donos da mídia querem que elas sejam. Parenti escreveu que o principal papel da imprensa é “recriar continuamente uma visão da realidade que apóie o poder da classe econômica e social existente” (1). Essa perspectiva distorcida pode ser vista nos termos usados nas histórias referentes às “disputas trabalhistas” – nunca se usa o termo “disputas de administração’”. Parenti chamou a atenção para o fato de que a administração sempre faz “ofertas”, enquanto os trabalhadores fazem “exigências”.
 
O poder da mídia é impressionante. Um estudo realizado em 1994 pela Veronis, Shuler e Associates revelou que o típico americano passa mais de 4 horas por dia assistindo televisão, 3 horas ouvindo rádio, 48 minutos ouvindo música gravada, 28 minutos lendo jornais, 17 minutos lendo livros e 14 minutos lendo revistas.
 
A consolidação do poder da mídia corporativa que cria esses produtos de consumo de tempo acelerou-se tremendamente na década de 1990. Em 1982, 50 corporações controlavam a maior parte da mídia de massa nos EUA. Em janeiro de 1990, esse número havia diminuído para apenas 23 e no final de 1997, as corporações eram apenas 10.
 
Os principais bancos possuem uma significativa quantidade de ações no número sempre decrescente das corporações de mídia, que por sua vez são controladas pelos membros das sociedades secretas. Por meio de uma elite de formação de políticas (2), como o Conselho de Relações Exteriores (CFR) e a Távola Redonda dos Negócios (3), eles conduzem o navio do Estado em uma direção que consideram ser financeiramente vantajosa. GE, CapCities, CBS, New York Times e Washington Post, todos têm membros que participam do CFR. Pouca coisa mudou nos dias de hoje. Uma espiada superficial na edição de 1998 de Standart and Poor’s Corporation Records, revelou que vários membros do CFR e da Comissão Trilateral fazem parte da diretoria das maiores corporações da mídia (4).
 
A propriedade corporativa aliada aos membros das sociedades secretas, muitos dos quais estão empregados na mídia, pode explicar porque as reuniões dos Bilderberg (5), da Comissão Trilateral (6) e do CFR (7) não são anunciadas pela “vigilante” mídia americana. De fato, as listas dos membros dessas sociedades são um “quem é quem” da mídia de massa.
 
Existem as organizações de “vigilantes da mídia”, como a Accuracy in Media (AIM) (8) e muitas pessoas supõem que esses grupos trabalham pelos interesses do público. Michael Collins Piper não concorda com essa suposição. Em 1990, ele revelou que o fundador da AIM, Reed Irvine (9), recebia 37 mil dólares por ano como “conselheiro para a divisão de finanças internacionais” do Sistema do Banco Central. Observando que muitos membros do FED também pertencem a sociedades secretas, Piper escreveu: “Até hoje, Irvine e a AIM nunca abordaram nenhum assunto que seja sensível aos interesses do stablishment internacional: seja o grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral, o Conselho de Relações Exteriores ou a verdade a respeito do controle privado do Banco Central”.
 
Existem também pontos sensíveis no que diz respeito ao fluxo de informações, como a chefia internacional do escritório central da Associated Press em NewYork, em que uma pessoa decide quais as notícias de fora dos EUA que serão divulgadas. É importante entender que o controle real da mídia de massa não é um controle direto exercido sobre centenas de esforçados diretores, repórteres e editores por todo o país, mas sobre a distribuição das informações, sendo importante assinalar que existe uma tremenda pressão criada pela necessidade da segurança no emprego e o receio da perda de fontes, pois muitos colunistas nacionais contam com fontes internas para apresentar informações importantes. Uma boa parte dessas informações vem de fontes do governo, que secariam se a história errada fosse publicada. Mesmo os repórteres nacionais mais audazes precisam se conter, se desejam manter seus informantes internos.
 
O sempre concentrado controle da mídia, exercido pelas corporações, significa que a objetividade nas notícias há muito entendida como um serviço público, é atirada pela janela em favor de lucros baseados em classificações. O veterano jornalista Walter Cronkite afirmou que a situação atual do jornalismo de televisão é “desastrosa e perigosa” e depreciou os “lucros insensatos para satisfazer os acionistas. Ao exigirem um lucro semelhante à área de entretenimento, eles estão nos levando para o abismo”.
 
A mídia vigilante da América, como ela gosta de se definir, parece mais um cachorrinho de estimação dos donos de corporações. Isso pode explicar porque seis das dez “histórias mais censuradas” (10) de 1985, como determinado pelo serviço de notícias Alternet, envolviam relatos a respeito de negócios como a monopolização das telecomunicações, a situação cada vez pior do trabalho infantil, o aumento dos gastos do governo com armas nucleares, as fraudes da indústria médica, a batalha da indústria química para subverter as leis ambientais e as promessas quebradas do Acordo de Livre Comércio Norte-Americano (NAFTA). Tais histórias não alcançaram o grande público porque “qualquer pessoa que questione o mantra reinante da ortodoxia econômica, será severamente disciplinada pela imprensa e pelos interesses internacionais” (11).
 
É especialmente intrigante o fato de que nenhum dos principais segmentos da “mídia vigilante” da América tenha demonstrado interesse em determinar quem são os donos das corporações que controlam a mídia e a própria nação. Uma explicação para essa falta de zelo investigativo pode ser encontrada na história de um pesquisador da NBC-TV que, em 1990, entrou em contato com Tood Putnam (12), editor do National Boycott News. Esse pesquisador estava interessado no “maior boicote acontecendo no momento” . Putnam respondeu: “O maior boicote do país é contra a General Eletric”. O membro da equipe da NBC imediatamente retrucou: “Não podemos anunciar esse... Bem, nós poderíamos anunciá-lo, mas não o faremos”. Em 1986, a NBC havia sido comprada pela General Eletric.
 
Observa-se, finalmente, que não há dúvida sobre a existência das sociedades secretas nos dias de hoje. A existência de grupos como a Comissão Trilateral, o Conselho de Relações Exteriores e os Bilderberg está bem documentada. A única questão diz respeito à extensão de seu controle e manipulação dos acontecimentos mundiais mais importantes. Da mesma forma, não há dúvidas de que os membros dessas sociedades exercem um controle excessivo sobre muitas das maiores corporações e bancos do mundo. Essas corporações, por sua vez, controlam minerais essenciais, energia, transporte, produtos farmacêuticos, agricultura, telecomunicações e entretenimento. Em outras palavras, os elementos básicos da vida moderna. Elas também fornecem membros para os círculos internos do governo e esses membros, com freqüência, implementam as políticas concebidas e desejadas por essas sociedades, que exercem uma considerável influência sobre as eleições e a política nacional e parecem estranhamente imunes a quaisquer investigações, seja do governo, seja da mídia de massa.
 
Reunindo todos esses fatos, eles sugerem que o objetivo geral dessas sociedades modernas é estabelecer um governo mundial com controle social centralizado e perda da soberania nacional, objetivo que parece cada vez mais próximo da realidade, principalmente através do crescente aumento do controle corporativo e financeiro sobre os governos e as economias.
A dominação do mundo tem sido o objetivo dos homens desde antes de Alexandre, o Grande. Por que, então, há tanto segredo envolvendo esse assunto nos dias de hoje? Uma coisa está absolutamente clara: é evidente que a globalização, ou o governo mundial, ou a Nova Ordem Mundial, não está apenas na imaginação dos autores que escrevem acerca das conspirações ou dos paranóicos, mas é o objetivo articulado de fraternidades, organizações e grupos secretos, todos eles trazendo as marcas da Maçonaria, Távolas Redondas e Illuminati. Para compreender o mundo ao nosso redor, devemos estudar todas as evidências, se desejamos evitar tanto a paranóia destrutiva quanto a fé ingênua e sem base.
 
Essas sociedades remontam diretamente às antigas organizações secretas, formando uma cadeia de conspiração por toda a História e parecem estar seguindo um plano formulado e articulado há muitos anos. Esse plano foi levado adiante pelos membros “iluminados” do Instituto Real para Assuntos Internacionais, do Conselho das Relações Exteriores, da Comissão Trilateral e de inúmeras fundações e consórcios de empresas. Sua irmandade incestuosa também faz amplo uso das agências secretas da Inteligência, tanto na Grã-Bretanha quanto nos EUA, para promover seus planos.
 
Tudo isso incita várias perguntas: Se o CFR, a Comissão Trilateral e os Bilderberg são constituídos apenas por pessoas inocentes e bem intencionadas, trabalhando por um mundo pacífico e próspero, como alegam, então por que todo esse segredo? Por que a existência de todas essas organizações de fachada, às vezes antíteses umas das outras? Por que elas desconfiam da atenção do público, uma vez que toda atividade justificável e honrada deve ser capaz de suportar a luz do dia?


O texto acima é uma transcrição resumida das páginas 113 a 120 do livro de Jim Marrs, O Governo Secreto, editora Madras, 2005
 
NOTAS:
1. Michael Parenti, Inventing Reality: The Politics of the Massa Media, New York, St. Martin’s Press, 1986, p.23
2. Martin A. Lee e Norman Solomon, Unreliable Sources, New York, 1990, Carol Publishing Group, p. 82
3. John Coleman, Conspirators’Hierarchy: The History of the Committee of 300 , Carson City, NV: America West Publishers, 1992, p.153
4. Administração de.Arquivos e Registros Nacionais; Standart and Poor’s Register of Corporations, Directors and Executives, 1991, Relatório Anual 1991/1992, Conselho de Relações Exteriores, New York.
9. Michael Collins Paper, Watchdog Won’t Bite, The Spotligth, 7 de maio de 1990, p.35
10. Editors, “Unfit to Print”, Utne Reader, julho/agosto de 1996, p.32
11. William Greider, One Woeld, Ready or Not, New York, Simon & Schuster, 1997, p.472
 
 
Fonte: Carlos I. S. Azambuja - Mídia Sem Máscara - 31/05/2007

IdéiaSocial/São Paulo, 5 de Junho de 2007 - Para especialistas, na cobertura do tema é preciso haver respaldo científico e evitar alarmismo. Depois do anúncio das conclusões do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima (IPCC), no final de 2006, o aquecimento global e suas possíveis conseqüências entraram definitivamente na pauta dos jornais, revistas, rádios e TVs, dividindo espaço com os assuntos cotidianos de política, esporte, economia e polícia.
IdéiaSocial/São Paulo, 5 de Junho de 2007 - Para especialistas, na cobertura do tema é preciso haver respaldo científico e evitar alarmismo. Depois do anúncio das conclusões do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima (IPCC), no final de 2006, o aquecimento global e suas possíveis conseqüências entraram definitivamente na pauta dos jornais, revistas, rádios e TVs, dividindo espaço com os assuntos cotidianos de política, esporte, economia e polícia. Antes restrito aos círculos científicos, acadêmicos ou de iniciados, a questão das mudanças climáticas ganhou uma dimensão popular, passando a freqüentar rodas de conversa. O esforço para comunicar de modo simples um assunto complexo, com muitas leituras e interpretações, tem produzido, no entanto, uma avalanche de informações desencontradas, discussões pouco aprofundadas e conclusões catastróficas que exageram e, muitas vezes, tornam até imprecisas as constatações científicas.

"Tenho acompanhado o que sai na mídia e fico muito assustado. Não existem grandes novidades sobre o aquecimento global. Mas, de repente, isso virou um apocalipse", diz Fernando Almeida, presidente-executivo do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). Almeida alerta para a velocidade com que as matérias estão se reproduzindo, muitas vezes sem base científica. "Esse é um assunto extremamente delicado e que exige um conhecimento profundo, ou pelo menos algum tipo de respaldo em dados da ciência. Acho ruim qualquer postura alarmista."

Se o fim do mundo chegou mais cedo na imprensa brasileira, não foi diferente em outros países. Para a engenheira Suzana Kahn, professora da Coordenação dos Programas de Engenharia (Coppe) da UFRJ, e integrante do IPCC, o fenômeno é global. "Os veículos de comunicação simplesmente querem publicar o que chama mais atenção, para vender mais. Se um jornal popular discute o nível de concentração de e o seu potencial para o aquecimento global, isso parece não interessar a ninguém. Seja por orientação de seus editores, seja por iniciativa própria, os jornalistas procuram tratar o tema com manchetes que atraiam o público para comprar", afirma. Almeida concorda. "Nos Estados Unidos, acontece o mesmo. Até revista de fofoca fala de aquecimento global."

Mitos e verdades
Independentemente dos interesses e motivações dos veículos de comunicação, como saber, em meio a tantos conceitos, números e alertas diferen-ciar a informação confiável da exagerada? No jornalismo das mudanças climáticas, o que é mito e o que é realidade? Suzana explica que, de fato, a temperatura do planeta está aumentando. E a culpa é, indiscutivelmente, do Homem.

O motivo do aquecimento é, em primeiro lugar, a emissão de gases de efeito estufa. Fenômenos como o desmatamento, a matriz energética preferencial baseada em combustíveis fósseis e os padrões de consumo desmedidos são geradores desse quadro e constituem causas das mudanças do clima.
As conseqüências, porém, não devem ser motivo para uma histeria em massa. Pelo menos por enquanto, já que os cientistas analisaram e descobriram medidas simples - e outras mais complexas - para desacelerar a temperatura média planetária. As ações - diz Suzana - pedem urgência, mas não pânico.
Segundo Almeida, os veículos de comunicação, às vezes, colocam o foco de sua atenção nos assuntos errados. "A questão hoje não é mais como evitar o aquecimento global, mas como vamos nos adaptar e tentar segurar o teto da concentração de ", afirma. Para ilustrar seu ponto de vista, o presidente do CEBDS usa uma metáfora: considerando que a Terra seja como o corpo humano e, por isso, precisa de equilíbrio, um copo de vinho por dia não lhe fará mal, mas cinco litros da bebida poderão levá-la à morte. O mesmo acontece com o planeta e a natureza. O problema, completa, é que estamos ultrapassando o limite da dose, no caso, de gases de efeito estufa.
Não há dúvidas, entre os cientistas, de que a Terra será submetida a um processo de destruição progressiva caso não sejam tomadas as devidas providências. Mas ainda não há consenso sobre as conseqüências exatas das alterações no clima. "Os fenômenos da natureza não são totalmente previsíveis. Não podem ser equacionados matematicamente. Hoje a relação de causa e efeito do câncer ainda não é definida. Na natureza também é assim. Por isso temos que trabalhar com o conceito da precaução", explica Almeida.
É justamente em cima dessa imprecisão científica que parte da mídia ajuda a reforçar mitos em torno do aquecimento global, procurando conferir ao tema mais exatidão que lhe compete. "As causas das mudanças climáticas são um fato. As conseqüências têm sido comunicadas com um certo exagero. Não é uma certeza, por exemplo, que o aumento de temperatura vai gerar mais furacões ou enchentes, como muitos veículos anunciaram. Além disso, esses efeitos são colocados para o público de forma muito catastrófica", analisa Suzana.

Equívocos e exageros Para Almeida, a tendência da mídia de escolher abordagens equivocadas ou alarmar demasiadamente não é negativa simplesmente porque fere a veracidade e o limite das descobertas científicas. Mas também porque comunica à população conclusões muitas vezes errôneas e confusas, prestando, assim, um desserviço.

"No Rio de Janeiro existe um sistema lagunar que está comprometido por conta da poluição da água. Passei por uma roda de donas de casa e aposentados e os ouvi comentando que a culpa era do aquecimento global", comenta o presidente do CEBDS. "Qualquer posição extremamente alarmista ou derrotista só faz a população ficar amedrontada. Além de não ajudar, é uma irresponsabilidade", afirma ele.

O tom catastrofista, para Almeida, constitui um fator de paralisia. Como resultado, a primeira reação das pessoas ao tomar contato com noticiários repetidamente pessimistas tende a ser a perplexidade e a inação, e a segunda, o relaxamento, provocado pelo sentimento de impotência diante de um problema que parece incontornável e sem solução.

A opinião de Suzana é a mesma: "Quando a situação se apresenta muito pessimista, não há nada a fazer. É preciso ser realista para estimular que sejam tomadas as medidas necessárias para minimizar esses impactos."

Comunicação aliada
A engenheira comemora a enorme visibilidade dada ao tema pelo relatório atual do IPCC. Mas, diz que a popularização do aquecimento global, considerando a complexidade dos dados, acaba por produzir perigosas confusões e alguma desinformação. "É comum confundir o buraco na camada de ozônio com a emissão de gases de efeito estufa. Outro erro comum é pensar que o fato de um dia estar mais quente do que o normal se deve ao efeito estufa", afirma Suzana. O papel da mídia, segundo ela, é desfazer mitos, e não reforçá-los. "Acredito que as confusões vão diminuir, porque as pessoas acabam se informando cada vez mais."

Na opinião de Almeida, a mídia mais madura deve substituir o enfoque mais alarmista por um outro que contemple o aprofundamento do tema associado à orientação, a título de serviço, sobre o que a sociedade precisa fazer para contribuir para a redução das emissões dos gases de efeito estufa. Jornais, revistas, rádios e TV precisam informar, por exemplo, que tipo de transporte as pessoas devem usar, que eletrodomésticos adquirir e de quais empresas comprar.

Por outro lado, diz Suzana, os veículos de comunicação podem ser um importante instrumento de reivindicação de mudanças e pressão das autoridades públicas. "Acredito que seja muito pouco o que uma pessoa possa fazer individualmente para minimizar as mudanças climáticas. Os principais atores são os governos, porque a eles cabe implantar políticas públicas, meios de reduzir as emissões, viabilizar alternativas energéticas e de transportes e diminuir o desmatamento. Mas se pensarmos que os governos são movidos pelas necessidades da sociedade, a mídia tem um papel importante de pressão", completa ela.

Veja mais no site:
 
 

 
Na última sexta-feira, em grande festa no Hotel Golden Tulip Paulista Plaza, foram conhecidos os vencedores do Prêmio Areté de Literatura 2007.
 
Após cinco meses de muito trabalho, envolvendo aproximadamente 150 jurados e mais de 11.500 notas tabuladas, chegou-se a lista das principais obras e autores publicados em 2007, por associados da Asec.
 
Esse ano, 16 editoras foram agraciadas com o Prêmio, com destaque, novamente para a Mundo Cristão, que venceu 7 dos 45 troféus distribuidos. Em seguida vieram: CPAD e Hagnos (5 prêmios, cada); Central Gospel, SBB e Ultimato (4); Vida Nova (3); Atos, Mk, Shedd Publicações e Vida (2) e Cristã Evangélica, Encontro Publicações, Luz e Vida, Naós e W4 Editora (1 troféu para cada uma).
 
Um dos momentos mais especiais da entrega foi a homenagem ao pr. Enéas Tognini, eleito Personalidade Literária do Ano, aos 93 anos. Tognini é autor de 45 livros e foi o fundador da Faculdade Batista de Teologia, do Seminário Teológico Batista Nacional e da Convenção Batista Nacional. Atualmente é presidente da SBB - Sociedade Bíblica do Brasil.

“Areté” é uma palavra grega significa “excelência”, “virtude”.

O Prêmio Areté de Literatura está em sua 17a Edição e é o mais importante prêmio do segmento religioso do mercado editorial brasileiro.
 
O troféu entregue aos vencedores do prêmio foi criado pelo premiado designer Wagner Archela, considerado um dos maiores designers em acrílico da atualidade.
Clique aqui para ver a lista dos vencedores

::: Abaixo segue comentário do Ministério Tempo do Fim sobre a situação atual do Iraque.


 
 
 
A instabilidade na região aumentou ainda mais, após o enforcamento de Saddam Hussein. Ao contrário do que as autoridades americanas pensavam, elas não conseguiram estabelecer um cenário de paz na nação iraquiana. O cenário está 100% já formado para que o anticristo surja e estabelaça sua morada a partir da Babilônia reconstruída, que será a sede de seu governo mundial durante os sete anos de Tribulação .
 
A Babilônia, situada a 80km de Bagdá, aparece muitas vezes no livro do Apocalipse como a cidade-sede do governo do anticristo. Algumas linhas teológicas até sugerem que a "Babilônia" mencionada não seria literalmente a Babilônia, situada no Iraque, mas alguma cidade no mundo que tenha forte economia e estrutura para uma sede de governo mundial. Porém, os eventos indicam se tratar de uma Babilônia literal, em conformidade com o que diz a Palavra de Deus. Não é por acaso que o Iraque tem sido centro das atenções mundiais nos últimos 4 anos.
 
A Babilônia já foi reconstruída por Saddam Hussein e inaugurada ao público desde 1983. O anticristo entrará no cenário mundial em breve propondo e realizando falsos sinais, soluções mirabolantes e provavelmente apaziguará todo este conflito no Oriente Médio, enganando a todos e se passando por um excelente diplomata. O caminho está aberto no Oriente Médio para o cumprimento das profecias.
 
Percebam que os sinais continuam acontecendo e convergindo para exatamente o que está escrito na Palavra de Deus.
 
Três são os passos para o anticristo estabelecer o governo mundial a partir da Babilônia, no atual Iraque. Os passos 1 e 2 da profecia já foram realizados. Falta somente o passo 3, que se cumprirá após o Arrebatamento da Igreja:
  1. A saída de Saddam Hussein do cenário político mundial - passo concluído com a prisão de Saddam e com sua execução;
  2. A formação do novo governo iraquiano - passo já concluído com o novo governo provisório (pós-queda de Saddam Hussein) e depois consolidado com as eleições gerais de 12 de dezembro de 2005;
  3. O surgimento do anticristo, seu levante como governador mundial estabelecendo Babilônia como sede mundial governamental - próximo passo a ser concluído - a instabilidade no Iraque prova que o caminho está mesmo aberto, já que os americanos se mostraram ineficientes em restabelecer a paz no Iraque
Mas há também uma ótima notícia: Jesus Cristo, o Legítimo Ungido, em seu Aparecimento Glorioso, derrotará o anticristo
fulminantemente e estabelecerá seu reino milenar de paz sobre a terra. Jesus assim disse em Mateus 28:18:
 
"E, aproximando- se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra."
Aceite Jesus em sua vida como seu Único Senhor e Salvador, e seja mais que vencedor, assim como Ele é!
 
A Paz do Senhor a todos!

Cristianismo Hoje

15:28 @ 19/06/2007

Em breve no Brasil será lançada a edição da mais conceituada revista cristã dos Estados Unidos, a Christianity Today
 

A Left Behind Games Inc. informa que o novo jogo para PC da série Deixados para trás será lançado em 30 de setembro de 2007 nos Estados Unidos, com o título de Left Behind II: Tribulation Forces. O jogo será continuação de Left Behind: Eternal Forces

 
Para maiores informações visitem: http://www.leftbehindgames.com/ ou http://www.eternalforces/.

Jerusalém, 18 jun (EFE).- O cientista britânico Isaac Newton, descobridor da lei da gravidade, previu que o fim do mundo chegará em 2060, segundo uma exposição inaugurada hoje na Universidade Hebraica de Jerusalém.
 
A exposição revela novos documentos sobre o trabalho e as investigações do cientista, que viveu entre 1642 e 1727, das quais se deduz que, além da física e a alquimia, estudou profecias apocalípticas escritas na Antigüidade.

"Newton se esforçou para decifrar o que ele considerava que eram conhecimentos secretos, conhecimentos codificados nas escrituras sagradas de culturas antigas e de outros arquivos históricos", diz a filósofa Yamima Ben Menahem, curadora da exposição, em comunicado.

Entre os manuscritos do cientista há um no qual tenta calcular o fim do mundo segundo o livro do profeta Daniel no Antigo Testamento e chega à conclusão de que ele acontecerá no ano 2060.

Em outros, analisa textos hebreus consagrados na liturgia judia assim como fragmentos do filósofo e médico Maimonides.

Os documentos da exposição "Os segredos de Newton" pertencem à Biblioteca Nacional de Israel, situada no campus de ciências da Universidade Hebraica.

À Biblioteca chegaram em 1969, doados pelo filantropo judeu Abraham Shalom Yehezquel Yehuda, que os tinha comprado em 1936 em um leilão em Londres.

Segundo o comunicado, esta é a primeira vez que os documentos do consagrado cientista britânico são expostos e mostrada uma de suas facetas menos conhecidas, a de tentar extrair material científico de textos antigos como a Bíblia e o Talmude.

"Newton se aproximou destes estudos com a mesma meticulosidade demonstrada em seu trabalho como cientista e se aproximou da ciência com o fervor religioso que o levou a ser considerado um tipo de profeta", diz a nota de imprensa.

"Os tesouros desta mostra nos convidam a propor novamente dicotomias tradicionais como antigüidade e modernidade, ciência e religião, racionalidade e irracionalidade".
 

Documentário ataca multinacionais e compara consumismo a fundamentalismo religioso.

Do produtor de "Super size me", filme gera polêmica em festival nos Estados Unidos.
 
Foto: Divulgação
Cena do documentário "What would Jesus buy?" (Foto: Divulgação)
 
SILVER SPRING - Os criadores do documentário "What would Jesus buy?" (O que Jesus compraria?) têm um problema: como vender um filme que documenta o artista "Reverendo Billy" e seu Coral Gospel Stop Shopping (pare de comprar) numa turnê americana "guerrilheira" contra o consumismo?

O filme acompanha o reverendo Billy, de cabelos longos e terno branco, e seu coral de 35 vozes em sua viagem feita em dezembro de 2005 em dois ônibus.
 
Eles invadem shoppingcentes, megalojas e cafés da rede Starbucks com uma mensagem pregada com fervor pseudo-religioso, de que há um mal crescente no coração da cultura consumista americana: o "apocalipse de compras", que se aproxima.

Reverendo Billy tenta "libertar do mal" a sede da rede Wal-Mart no Arkansas. Ele é preso na Disneylândia no dia de Natal, depois de fazer uma passeata com seu coral, cujos integrantes trajam vestes vermelhas, e denunciar a Walt Disney Corporation por terceirizar a produção de bens ligados a seus filmes.
 
Numa butique da fabricante de lingerie Victoria's Secret, conhecida por lançar enxurradas de catálogos com promoções, o reverendo Billy exorta: "Victoria, já conhecemos teu segredo. Não precisamos de 1 milhão de catálogos por dia para termos nossas fantasias sexuais."

O filme foi elogiado e possui credenciais sólidas, incluindo seu produtor-executivo Morgan Spurlock, que fez sucesso com "Super size me - A dieta do palhaço", que mirou contra o fast-food da rede McDonald's.

Mas seu diretor, Rob VanAlkemade, disse que a mensagem de "What would Jesus buy?" faz com que o filme seja difícil de vender para potenciais distribuidores.

"Os grandes distribuidores não se interessaram pelo filme, porque é o Wal-Mart que vende metade de seus DVDs", disse VanAlkemade depois de uma sessão lotada do filme no domingo, no festival de documentários Silverdocs, perto de Washington.

A rede Starbucks - alvo freqüente do Reverendo Bill, a quem um tribunal ordenou que mantenha distância de suas lojas na Califórnia - cancelou seu patrocínio do festival Silverdocs, que é apresentado pelo American Film Institute e o Discovery Channel.

Uma porta-voz do festival, Jody Arlington, disse que a Starbucks expressou mal-estar com o filme e falou de questões de segurança, mas autorizou o festival a ficar com o dinheiro de seu patrocínio, apesar de retirar seu logotipo dele.

Um gerente da Starbucks, Carter Bentzel, negou que a decisão tenha sido ligada ao filme e disse que a Starbucks quer, em lugar do Silverdocs, trabalhar com um festival latino-americano no American Film Institute.

O Reverendo Bill, na vida real, é Bill Talen, de Nova York. Talen disse que, apesar da sátira, sua mensagem possui um componente espiritual sério.

"As corporações multinacionais possuem um elemento de religião fundamentalista", disse ele.

"Elas exercem tanto controle sobre nós quanto exercia a Igreja Católica no século 14. Estamos tentando romper com isso e descobrir outra coisa", disse ele.

 
Fonte: G1

A Eternidade (estudo)

19:14 @ 25/06/2007

 

 O Ministério Tempo do Fim publicou mais uma parte do estudo sobre o final dos tempos entitulado A Eternidade. Abaixo, segue um trecho do estudo. Clique aqui para acessar o estudo completo.

 

A Eternidade

 

O que Deus tem preparado para nós só pode ser algo que ainda não pode ser descrito ou decifrado humanamente em palavras, como o próprio apóstolo Paulo nos disse em 1 Coríntios 2:9:

 

"Mas, como está escrito:As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu,e não subiram ao coração do homem, são [todas] as [coisas] que Deus preparou (fez e as deixou prontas) para os que o amam [que são aqueles que O mantêm em profunda reverência em amor, obedecendo-O prontamente e, com ações de graça, reconhecendo os benefícios que Ele os deu por honra]."

 

Se é que teríamos condições de descrever tudo isso, diríamos que se trata de uma felicidade eterna. Alguns autores definem a Eternidade como um momento infindável de felicidade. Mas não é somente um momento, mas sim um local físico de infindável felicidade. Haverá, então, uma dissolução dos céus e terra atuais no final do Milênio, conforme apontam as escrituras em:

 

  • Isaías 65:17
    "Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão."
  • Isaías 66:22
    "Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o Senhor, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome."
  • 2 Pedro 3:13
    "Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça (retidão, libertação do pecado e assentado à direita com Deus)."

Mais especificamente em 2 Pedro 3:7-13, a Palavra afirma que céus e terra atuais serão então consumidos pelo fogo e darão lugar a um novo céu e uma nova terra para que o estado eterno se inicie oficialmente. .. (Clique aqui para acessar o estudo completo).

 

Índice do Estudo sobre o Final dos Tempos

Bíblia em MP3

19:22 @ 25/06/2007

A Bíblia: o livro mais vendido e lido de todos os tempos. E agora, pode também ser o mais escutado. Existe um site que disponibiliza a Bíblia inteira, Velho e Novo Testamento, no formato MP3.

 
São aproximadamente 100 horas de narração. Ela está disponível em várias línguas: Português, Inglês, Italiano, Espanhol, Francês, Russo, Árabe, Chinês e muitas outras.
 
Para acessá-la, entre no site http://archive.familyradio.org/mp3 , clique na pasta correspondente à língua desejada, escolha um dos 66 livros e comece a escutar. Se você preferir, pode clicar com o botão direito do mouse sobre cada um dos arquivos e escolher "Salvar destino como" para gravar o arquivo no seu disco rígido e depois gravar um CD MP3.