Grupos

Apocalipse Brasil

18:56 @ 13/06/2008





O grupo Deixados para trás Brasil a partir de agora passa a denominar-se APOCALIPSE BRASIL.
 
 
Assuntos discutidos: Apocalipse, Arrebatamento/Ruptura, Escatologia, Final dos Tempos, Tribulação, Armagedom, Ficção Cristã, Ficção Fantástica, Jesus Cristo, Segunda Vinda, Bíblia, Israel, Anticristo, Série Deixados para Trás etc
 
 
 
 
 
 
email para envio de mensagens: apocalipsebrasil@grupos.com.br
 
 
 
O blog também será reativado: http://www.grupos.com.br/blog/apocalipsebrasil
 
 
 
Disco Virtual (Material interessante para download)
 

Já contamos com 329 membros.
 
 
Lembro que as mensagens do grupo anterior (desde Dez/01) continuam disponíveis.
 


Qualquer dúvida entre em contato com os moderadores
Rodney Eloy rodneyeloy@yahoo.com.br ou

 
 
 
CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO, DIVULGAÇÃO E ORAÇÃO DE TODOS!

Questão de sobrevivência

14:10 @ 17/06/2008

Arnold Toynbee  dizia que as civilizações perecem estranguladas pela dupla pressão de um "proletariado externo" e de um "proletariado interno". Não sei se como teoria histórica isso vale alguma coisa, mas Toynbee não foi somente um filósofo da História: foi também e principalmente um colaborador dos círculos globalistas interessados em criar um governo mundial. Se o esquema de A Study of History não serve para explicar o que se passou ao longo dos milênios, vem servindo muito bem como guia para o empreendimento de destruição sistemática das soberanias nacionais – de todas as soberanias nacionais, mas especialmente daquelas duas que mais podem oferecer obstáculo às pretensões globalistas: a dos EUA e a de Israel.
 
 
Enquanto as demais nações cedem alegremente o controle de seus assuntos internos mais importantes para organismos internacionais aos quais a sua população não tem o menor acesso, aquelas duas continuam exercendo o direito tradicional de tomar suas próprias decisões. Faltando o proletariado externo e interno que possa destruí-las, o poder globalista se apressa em fornecer artificialmente essa dupla carga explosiva, de um lado financiando a rede mundial de ONGs com a função de gritar dia e noite slogans anti-americanos e anti-israelenses, de outro fomentando a imigração legal e ilegal em termos "multiculturais" que não podem ter como resultado senão a dissolução dos sensos de identidade das nações hospedeiras, mais dia menos dia.
 
 
Os motivos para a resistência americana são bem claros: os EUA criaram a maior, a mais estável, a mais próspera e a mais duradoura democracia que o mundo já conheceu, e o fizeram sem nenhuma ajuda de organismos internacionais, os quais, ao contrário, dependem da contribuição americana em quase tudo. E os EUA têm uma Constituição que não permite ao seu presidente ceder um milímetro cúbico da soberania nacional a quem quer que seja – Constituição que não é só um documento jurídico, mas a fonte viva do senso de orientação dos americanos em inumeráveis situações da vida.
 
 
Israel, porém, tem muito mais que isso: tem cinco milênios de História, tem a consciência da sua missão no mundo e tem a lembrança de sofrimentos horríveis que jamais teriam podido lhe ser impostos se não fosse a sua condição de povo nômade, obrigado a lutar pela vida "in partibus infidelium".
 
 
Embora muitos judeus hoje em dia, sobretudo nos círculos intelectuais elegantes, sejam idiotas o bastante para ignorá-lo ou cínicos o bastante para fingir que o ignoram, o fato é que a defesa da soberania territorial de Israel é uma questão de sobrevivência não só para os seus habitantes, mas para todos os judeus espalhados pelo mundo. E, junto com a soberania territorial, vêm todas as demais formas de soberania: militar, jurídica, diplomática, etc.
 
 
Qualquer concessão que Israel faça às pressões do globalismo, por mínima que seja, coloca em risco o futuro do povo judeu inteiro. Principalmente quando essas pressões, exercidas por meio de um arremedo de "proletariado externo" regiamente subsidiado por banqueiros internacionais, alegam agir em defesa de um "proletariado interno" que por sua vez é uma farsa no sentido mais pleno da palavra. Os únicos “palestinos” que algum dia existiram são os próprios judeus. Todos os outros são uma fabricação grotesca inspirada na fórmula de Toynbee.
 
 
Fonte: Olavo de Carvalho - Visão Judaica - 12 de junho de 2008

Um americano de 56 anos decidiu largar tudo e ir para o México depois de, segundo ele, ter testemunhado uma aparição divina. "Peguei minha cruz, meu carro e vim para cá dizer ao exército e à polícia que Deus está com eles para acabar com o mal", disse o homem, identificado apenas como Eduardo, à agência AFP.

 
De acordo com ele, a "aparição" ordenou-lhe que viajasse até o México com uma cruz nas costas para anunciar que Deus tinha chegado ao país e ajudar o exército a derrotar "o mal", em alusão ao combate dos militares contra os narcotraficantes.
 
 
"Por isso, há dois anos viajo por todo o país anunciando a derrota sobre o mal e ajudando o exército e a polícia porque o México está muito atingido por estes males", disse Eduardo, que assegura que Jesus Cristo apareceu para ele em Roma, no Estado americano do Texas.
 
 
Desde então, ele caminha pelo país com uma cruz de mais de 30 kg às costas anunciado a palavra de Deus e entregando folhetos às pessoas que encontra pelo caminho. Ele acredita que mais de 100 mil pessoas já tenham recebido sua mensagem.
 
 
Eduardo, que diz já ter estado em mais de 100 cidades mexicanas, caminha oito horas por dia carregando a cruz. Quando ele decide que é hora de mudar de cidade, sobe em seu carro e vai em frente.
 
 
Fonte: Terra/AFP

Nada a esconder, nada a temer?

14:31 @ 17/06/2008

Os Estados Unidos estão liderando a Europa e o restante do mundo em direção a uma nova era de vigilância. Na esteira dos atentados de setembro de 2001, os EUA têm produzido tecnologias de segurança que vão desde a coleta de dados nos aeroportos até sistemas de biometria para identificar os visitantes que chegam ao país. Essas tecnologias têm sido exportadas e adotadas ao redor do globo. Entretanto, enquanto a cultura americana libertária e antigovernamental talvez protegerá seus cidadãos dos piores excessos da vigilância das autoridades, os europeus poderão não ter a mesma sorte.


O público britânico, com sua confiança instintiva no governo, tem se mostrado indiferente diante do avanço da vigilância. Mais preocupado em se sentir seguro do que estar em segurança, ele não tem reagido aos relatórios do próprio governo que sugerem que a proliferação de câmaras de vigilância não teve "efeito sobre os crimes violentos" ou o terrorismo.


As atitudes européias com relação à privacidade variam muito, mas os europeus ocidentais tendem a suspeitar menos da autoridade governamental centralizada do que os americanos. Quando o governo dos EUA anunciou o programa US-VISIT, que exige que todos os estrangeiros que chegam ao país sejam fotografados, tenham suas impressões digitais coletadas e suas informações biométricas incluídas em um banco de dados, não houve protestos oficiais da França e da Alemanha, pois ambos os países já estão planejando coletar as impressões digitais de quem solicitar um visto de entrada. O Brasil, em contraste, retaliou, impondo a identificação de visitantes americanos.


A deferência maior dos europeus à autoridade governamental levou países como a Alemanha e a Grã-Bretanha a adotar medidas de vigilância após 11/9/2001 que, de certa forma, foram além das normas impostas pelos EUA. Em 2002, por exemplo, a Alemanha aprovou uma lei que autoriza o governo a criar um banco de dados centralizado com informações pessoais sobre estrangeiros, incluindo suas impressões digitais e sua filiação religiosa. A lei também autoriza a inclusão de dados biométricos, como impressões digitais, nas cédulas de identidade dos alemães. Além disso, ela apóia explicitamente a coleta de dados em ampla escala, exigindo que as agências governamentais repassem os dados pessoais à polícia federal.


Na Grã-Bretanha, onde se é ainda menos desconfiado com a vigilância governamental do que na Alemanha, devido à experiência diferente com relação ao fascismo e ao comunismo, o aumento do poder de vigilância tem sido maior. Leis antiterroristas aprovadas em 2000 e 2001 permitem que a polícia prenda sem mandato quaisquer pessoas suspeitas de terrorismo. Elas podem ficar detidas durante 48 horas sem direito à presença de um advogado. A polícia também pode tirar impressões digitais, fotografar e procurar sinais característicos no corpo dos suspeitos sem o consentimento destes. Qualquer estrangeiro suspeito de terrorismo pode ser detido por tempo indeterminado sem julgamento. (Newsweek, edição européia)


Quando lemos artigos sobre segurança internacional e combate ao terrorismo, devemos ter em mente duas palavras: "controle" e "identificação". Se formos realistas, concluiremos que esses procedimentos de segurança são praticamente inúteis. Os terroristas conhecem como eles funcionam e simplesmente procuram por alguma falha inevitável no esquema para escaparem da identificação.


O terrorismo sempre está um passo à frente, apesar dos governos prometerem proteção aos cidadãos. Os ataques de 11 de setembro nos EUA revelaram a completa falha de todo o sistema. Parece que a maioria não percebe que a tecnologia teve pouca relação com os atos terroristas, que foram cometidos utilizando estiletes como armas. Tais atentados poderiam ser repetidos? Terroristas que atenderem a todas as exigências de segurança podem embarcar num avião e dominar a tripulação, inutilizando completamente toda a sofisticada tecnologia implantada em nome da proteção contra atentados.


Portanto, a questão é: qual a verdadeira razão da preocupação global com a segurança? Ela é cada vez mais destacada para que se cumpram as profecias bíblicas! Os cidadãos de todos os países estão sendo educados para se submeterem a esses procedimentos. Realizando-os, os governos ganham experiência na coleta de informações pessoais e, finalmente, poderão implantar o controle total sobre os indivíduos. Não importa a nação em que vivemos e o tipo de governo que temos – no final das contas se cumprirá o que Apocalipse 13.16 diz sobre a marca da besta. (Arno Froese - http://www.chamada.com.br/)

 

O que deve passar na cabeça de um estrangeiro, que foi morar nos EUA ainda pequeno e cresceu sonhando em ser cineasta, se em seu terceiro filme consegue faturar mais de 600 milhões de dólares em bilheteria no mundo todo? Bom, se esta pessoa não fosse tão possessiva e egocêntrica, de repente ela conseguiria andar com os pés no chão. Mas este não é o caso do diretor indiano M.Night Shyamalan. Depois do estrondoso sucesso de O Sexto Sentido, Shyamalan lançou com êxito três longas consecutivamente – Corpo Fechado, Sinais e A Vila –, angariou uma legião de fãs e consolidando uma marca registrada: filmes com finais surpreendentes.Porém, o inesperado acabou acontecendo. Com a pressão dos executivos de Hollywood e dos fãs em prol de mais um longa de arrepiar – literalmente -seu próximo “tiro” acabou saindo pela culatra. A Dama da Água foi uma tremenda decepção. Com um roteiro muito aquém do esperado, o diretor acabou subestimando a todos e o pior, a si mesmo. Já com a fama de ser uma pessoa difícil de lidar, este fracasso e suas contestações diante das críticas só provaram mais uma vez o que muitos temiam: definitivamente, o sucesso subiu à cabeça. Dois anos se passaram e ele está de volta com uma nova...furada.
 
Fim dos Tempos (The Happening), estrelado por Mark Wahlberg, Zooey Deschanel e John Leguizamo, é a mais nova prova que Mr. Shyamalan parece não ter aprendido a lição. Preocupado com a sobrevivência da espécie humana e bastante focado em causas ecológicas, o roteiro do longa se baseia em suicídios em massa, que começam a acontecer sem explicação aparente, em várias regiões dos EUA. A primeira coisa que vem à cabeça: um ataque terrorista. Porém, com a suspeita de que a tal “epidemia” seja causada por algo muito mais assustador, nossa curiosidade aflora chegando a dar indícios de que algo muito interessante está para acontecer. Pura ilusão. Depois de uns 15 minutos, nossas expectativas vão para o buraco. Acho que nem Wahlberg conseguiria explicar como se meteu nessa roubada. Além de não convencer nem um pouco como um professor caretão de ciências, suas expressões dramáticas são de uma verossimilhança absurda que até os “Mutantes” da Record teriam vergonha de contracenar com ele. Leguizamo então nem se fala. Com certeza deve estar com dívidas pendentes. Só Deschanel demonstra um pouco de dramaticidade. Eu disse, um pouco.
 
Bom, em se tratando de finais surpreendentes, parece que alguns executivos brasileiros envolvidos com a sétima arte já emitiram sua opinião em relação a lançar um novo longo do diretor. Basta olhar o cartaz
 
Fonte: CineTotal

 

 

 

O anticristo já chegou

14:44 @ 18/06/2008

Tempos atrás, nesta coluna, falei sobre o anticristo, era 6 de junho de 2006 (06/06/06 – 666). A coincidência da data despertou inúmeras reportagens naquele momento e houve quem esperasse alguma catástrofe para aquele dia. Houve quem se abrigasse em igrejas, realizasse rituais e mandingas. Por via das dúvidas, era melhor prevenir-se.
 
 
O tema sobre o anticristo mexe com a imaginação cristã desde seu início. Por tabela, influenciou a cultura ocidental e motivou livros e filmes. Mesmo aqueles que sequer abriram a Bíblia um dia, têm em seu imaginário a idéia de alguém contrário ao Cristo. Nestes dois mil anos, não foram poucas as pessoas identificadas com este personagem. De fato, seguindo aquela lei não escrita de que o diabo é o outro, encarnaram ou foram encarnados involuntariamente na figura autores de males inomináveis ou que ganharam a raiva, a antipatia ou a inveja de grande parte da população por certa posição que ocuparam ou ainda ocupam no mundo.
 
 
João, em sua primeira carta, escrita no final do primeiro século, afirma: “e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo.” (1 Jo 4.3 – ARA) O contexto discute a negação da encarnação de Jesus e vê o sistema mundano como algo contrário a Deus. O autor cria que o anticristo estava presente e não o via como alguém que viria num futuro apocalíptico. É certo que o livro do Apocalipse refere-se a um número de homem que (Ap 13.18), em teoria, faria alusão ao anticristo personificado, acreditam alguns. Isto motivou aquela busca através dos séculos, de sorte que em cada tempo alguém foi identificado com o tal. E tome a calcular letras e fazer coisas engenhosas para encaixar os personagens no cabalístico 666.
 
 
Isto, porém, reforça a afirmação bíblica de que o anticristo, ainda que alguém o encarne num futuro, é muito mais um sistema contrário ao Cristo e seu Espírito, do que propriamente uma pessoa. Não seria errado dizer que a semente do anticristo estaria em cada ser humano. Donde se conclui que existiu desde sempre. Perambula entre os homens. Ainda assim, no presente momento, identificar tecnologias, como a do chip implantado no braço ou outro lugar, que permite um sem número de ações, inclusive comprar e vender (Ap 13.17), portanto, facilitaria o domínio das pessoas, não deve receber a identificação quase delirante de que aí está o anticristo. A questão é bem outra. Na base está a honra, o valor, o respeito, a fé, que se dedica ao Cristo. Deste modo, apenas se o sistema amparado por tecnologia específica nos pede a negação do Senhor, deve ser combatido, deve ser rejeitado. O espírito do cristianismo combate idéias que moldam pessoas e não os meios. De fato, os meios que sustentam e perpetuam tudo que é contrário a Deus, são movidos por pessoas, por uma cultura, pela mesma idéia babélica de afronta e de prover humanos escapes. Fala de uma autonomia exacerbada e arrogante. Disto se deve fugir, pois somos todos dependentes do sustento misericordioso do Senhor.
 
 
A marca da besta é a sutileza. As descrições apocalípticas joaninas talvez não se encaixem, pois são carregadas de imagens até espalhafatosas, mas trata-se de um recurso literário, arrodeado e vincado dos valores de seu tempo. O que quero dizer é que a negação da encarnação de Jesus se faz de modos muito mais imperceptíveis. É lá nos interstícios da alma que se aloja a rebelião. Ali onde ninguém vê. O próprio rebelde, em alguns casos, não percebe. Isto nos inclui a todos, em maior ou menor grau. O grau menor ficaria com aqueles que lutam contra si mesmos e se submetem ao senhorio de Jesus. Aprenderam que homem/mulher bom/boa é o esvaziado de si e ocupado pela graça, pelo Espírito Santo. Basta um pouquinho de nós para “levedar toda a massa”
 
 
Eu vejo o espírito do anticristo. Tropeço nele e às vezes, se insinua em mim. Ele está nas relações injustas que condenam milhões à indigência. Na crueldade grande e na pequena, sempre que o direito, o corpo, a mente de alguém é aviltada. Ele se esconde no capitalismo consumista, na acumulação desenfreada, na não partilha. Do mesmo modo, no sistema opressor que diz socializar bens para todos. Ele se aloja nos corações empedernidos incapazes de qualquer ação bondosa, mesmo quando instados a isso. Quando alguém se apequena na arrogância, na mesquinharia, pois todos estes praticam o pecado do orgulho que nada mais é que elevar-se alto demais.
 
 
O anticristo conspira dentro dos palácios, nos governos, em instituições religiosas toda vez que o ser humano é utilizado como massa de manobra e lhe são negados direitos. O danado se imiscui em toda conspiração por poder, mesmo naquelas escamoteada de religiosidade. Muito mais nestes. Ele afaga mentes e corações materialistas, que acreditam que o ter é tudo e nada fora disso tem valor.
 
 
O anticristo transforma-se e encarna em políticos, pastores, padres, profissionais, pais e mães. Ele nada respeita. Do mesmo modo, se traveste de pobre, mendigo, miserável e nestes e por estes perpetua as mais terríveis ações. Até as crianças hoje são corrompidas pelo espírito do anticristo. Ele nunca se cansa, nunca se afasta, está sempre à espreita. Cutuca, arromba, invade, sem cerimônia se não se está atento. Engana, disfarça, embrutece e, quando um não se dá conta, já está enlaçado e ainda justifica ou alinha sua vontade incontrolável a coisas boas. Tudo que ele toca fica sujo, mesmo um altar, uma cama, um prato.
 
 
Eu vejo o anticristo passeando nas ruas, nas lojas, nos bares, nos prédios bonitos e no casebre. Como disse João, “tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo”. Então, em vez de buscar sinais do anticristo num personagem qualquer de hoje ou do passado, coisa à qual muitos se dedicam, digo-lhes, ele não está lá fora. Enquanto se olha no horizonte ele anda entre nós, talvez em alguns de nós.
 
 
Combatê-lo, renegá-lo, depende do tornar-se, cada um, cristos. É possível? Pela graça, só pela graça de Deus.
 
 
“Meus filhinhos, vocês são de Deus e têm derrotado os falsos profetas. Porque o Espírito que está em vocês é mais forte do que o espírito que está naqueles que pertencem ao mundo. (1 Jo 4.4 – NTLH)
 
 



Pergunta: "Desde que me converti espero pela volta de Jesus. Mas até hoje não tenho certeza se o Arrebatamento vai acontecer antes ou depois da Grande Tribulação. Outra coisa que me preocupa: conheço pessoas que alegam ser filhas de Deus mas não esperam pelo Arrebatamento (dizem que a Bíblia fala dele somente uma vez) nem fazem idéia de quem seja o Anticristo. Ao invés disso, elas falam muito de um grande avivamento mundial e do derramamento do Espírito Santo sobre toda a carne. Também se ora muito pela volta dos judeus de todas as nações para Israel, especialmente dos Estados Unidos e da ex-União Soviética, antes que comecem os grandes juízos divinos. Qual sua posição sobre esses assuntos?"


Resposta: Creio que o Arrebatamento da Igreja de Jesus acontecerá antes dos sete anos da Tribulação. Baseio-me nas profecias sobre a 70ª semana de Daniel (Dn 9), que faz parte das 69 semanas anteriores mencionadas na profecia bíblica. Essas semanas estão expressamente relacionadas ao povo de Israel e à cidade de Jerusalém (Dn 9.24). Elas têm caráter antigo-testamentário e, além disso, na época em que Daniel recebeu a visão divina a Igreja ainda era um mistério. Ela foi introduzida posteriormente, em uma dispensação totalmente nova e diferente, que é a Era da Igreja. Quando este tempo tiver terminado, ou seja, quando a Igreja tiver sido arrebatada, terá início a última das setenta semanas, a 70ª semana, fechando o ciclo juntamente com as outras 69 semanas (de anos) anteriores, já cumpridas. Por essa razão, os juízos dos capítulos 6 a 19 do Apocalipse também têm caráter antigo-testamentário. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 1.10 e 5.9, de maneira inequívoca, que a Igreja não foi destinada para a ira de Deus. Essa ira do Senhor já começa em Apocalipse 6. Por favor, compare Apocalipse 6.15-17 com Isaías 2.19-21.


Em lugar algum a Bíblia fala de um avivamento na época dos tempos finais. Pelo contrário, ela diz que o período que antecederá a volta de Cristo será caracterizado por uma crescente apostasia, por engano e sedução religiosa. Injustiça e zombaria aumentarão enquanto o amor esfriará em quase todos os corações (Mt 24.12). A Escritura fala de tempos difíceis, dizendo que as pessoas se voltarão para outros deuses (religiões) e procurarão por mestres "segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos" (2 Tm 4.3). Elas estarão cada vez menos dispostas a se arrepender e se afastarão do amor pela verdade. Por mais terrível que seja, é isso que a Bíblia ensina sobre o nosso tempo! Todo o resto é insensatez e falta de sobriedade. Até os judeus trairão e delatarão uns aos outros (Mc 13.9-13), e somente uma pequena parte – que a Bíblia chama de "remanescente" – converter-se-á de verdade.


O povo israelita em sua totalidade não voltará de todas as nações para sua pátria antes da Grande Tribulação. Muitos judeus já voltaram para Israel, mas a maioria deles o fará somente por ocasião da volta de Jesus em glória. É o que mostram muitas passagens do Antigo Testamento, por exemplo, Ezequiel 36.9-10,24,33-38 e também Mateus 24.30. Então o Senhor estabelecerá Seu reino terreno de paz em Israel, que será a cabeça dos povos. É a este evento que se relaciona o derramamento do Espírito sobre toda a carne. Primeiro o Senhor voltará para o meio de Israel, que O reconhecerá (Jl 2.27). Somente "depois" (como a Bíblia enfatiza) o Senhor derramará Seu Espírito Santo sobre toda a carne (Jl 2.28-29). Mas antes que o próprio Senhor venha, acontecerão sinais no céu e na terra, com sangue, fogo e fumaça (Jl 2.30-31). Então Ele estabelecerá Seu reino. Antes os judeus serão perseguidos pelo Anticristo e pelas nações, conforme lemos em Apocalipse 12. Eles também farão aliança com o líder da Europa e com o Anticristo, firmando um pacto com a morte e o além (Dn 9.26-27; Is 28.15). Podemos ter certeza de que o Anticristo e o Falso Profeta serão seres reais pelo fato de que eles serão lançados no lago de fogo (Ap 20.10).


Não é verdade que a Bíblia se refere ao Arrebatamento apenas uma vez. O Senhor Jesus já falou desse evento futuro em João 14.1-6. Além disso, o apóstolo Paulo trata desse mistério em 1 Coríntios 15 e 1 Tessalonicenses 4. Mesmo que o Arrebatamento fosse mencionado uma única vez na Bíblia, isso não seria razão mais que suficiente para crer no que diz o Todo-Poderoso? Muitos não acreditam no Arrebatamento porque misturam e embaralham a seqüência dos fatos que devem se suceder no Plano de Salvação. A causa é a falta de conhecimento bíblico e de sobriedade. Romanos 11.25-27 diz que o Senhor se voltará outra vez para Seu povo Israel quando a plenitude dos gentios tiver sido alcançada. O Arrebatamento deve, necessariamente, acontecer antes disso. (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)


Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, maio de 2004.

Soldado israelense patrulha fronteira da Faixa de Gaza
 
WASHINGTON (AFP) — O exército de Israel realizou manobras militares no início deste mês simulando um teste para um possível ataque a instalações nucleares iranianas, de acordo com funcionários americanos citados nesta sexta-feira pela imprensa dos Estados Unidos.
 
Mais de 100 aviões de combate F-16 e F-15 israelenses participaram de manobras ao longo do leste do Mediterrâneo e na Grécia durante a primeira semana de junho, para preparar ataques à distância, demonstrando a "preocupação de Israel em responder às ambições nucleares do Irã", anunciou o New York Times.
 
Helicópteros, que poderiam ser utilizados para resgatar pilotos de aviões abatidos, também participaram destas manobras, assim como aeronaves de reabastecimento, que voaram quase 1.500 quilômetros, aproximadamente a distância que separa Israel e o centro de enriquecimento de urânio iraniano de Natanz, acrescentou o site do The New York Times.
 
Um funcionário do Pentágono citado pelo jornal afirmou que um dos objetivos desse exercício foi enviar mensagem mostrando que Israel estava pronto para a ação militar se os esforços diplomáticos para levar Teerã a desistir de produzir armas nucleares fracassarem.
 
"Eles querem que nós saibamos, eles querem que os europeus saibam, e eles querem que os iranianos saibam", disse essa autoridade.
 
"A força aérea israelense treina regularmente para missões variadas", disse à AFP um porta-voz do exército, em Tel Aviv, sem dar mais informações.
Em 6 de junho, o vice-primeiro-ministro israelense, Shaul Mofaz, disse que um ataque contra instalações nucleares iranianas poderia ser considerado, no momento em que as sanções internacionais contra o Irã se revelassem ineficazes.
 
"Se o Irã prosseguir o seu programa de armas nucleares, estão atacaremos" disse Mofaz ao jornal Yediot Aharonot.
 
Mofaz havia assinalado, no entanto, que essa operação poderia ser feita apenas com o apoio dos EUA.
 
Por sua vez, um importante sacerdote iraniano afirmou que a resposta para um ataque seria "terrível".
 
"Se os inimigos, especialmente os israelenses e os seus aliados nos EUA, buscarem usar a força, eles certamente vão receber um terrível golpe", disse o aiatolá Ahmad Khatami, em discurso transmitido por rádio.
 
"Se você se aproxima do Irã islâmico de forma hostil, você enfrentará um rugido de nossa nação unida que, sem dúvida, vai fazer com que se arrependa de qualquer ação contra nós", acrescentou.
 
Fonte: AFP

Jornalista Nelson Gonçalves Marialva

"Pois ainda em pouco tempo Aquele que há de vir virá, e não tardará"
- Hebreus 10:37.

(24.06.08) De repente, os jornalistas vão interromper a programação normal das televisões e rádios para anunciar o desaparecimento, nos quatro cantos da terra, de milhares de pessoas. Estas pessoas são os crentes, dirão. Mas, realmente, o que aconteceu? Perguntarão muitos, desesperados. A resposta vem em seguida pela boca dos que ficaram: "Foi Jesus Cristo que voltou e levou a sua igreja". Os que ficaram, tristes e abatidos, pedirão: abra-nos a porta, mas a porta se fechou. É tarde de mais. Então, a dor tomará conta de todos.

Há mais de dois mil anos, o Senhor Jesus Cristo alertou humanidade sobre dias futuros. "Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino. Haverá grandes terremotos, fomes e pestilências em vários lugares, e coisas espantosas e grandes sinais do céu (Lucas 21:10-11). Não faz muito tempo, ondas gigantescas – o tsunami - mataram quase 200 mil pessoas, deixando aproximadamente cinco milhões de desabrigados e quase dois milhões sem comida. Guerras surgem em todos os lugares. No Iraque, desde o início da guerra com os EUA, cerca de 102 jornalistas já morreram e 48 foram seqüestrados, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas).

Para o pastor Ivo Cassol, o aumento do número e da intensidade dos terremotos, nos últimos anos, deveria servir para sacudir também o íntimo dos seres humanos, para que se libertassem, ainda em tempo, de sua inércia espiritual. De acordo com o pastor, num artigo ao Jornal Mensageiro, existe estimativa de que ocorram, a cada ano, cerca de 500 mil tremores em todo o globo terrestre, havendo quem fale em até um milhão de sismos, dos quais 100 mil são percebidos pelas pessoas com seus próprios sentidos e pelo 1.000 causam danos. No Brasil, há pouco tempo, tremores de terra atingiram os estados de São Paulo, Paraná, Goiás, Pará e, recentemente, Minas Gerais, com uma vítima fatal e prejuízos materiais.

Além do aumento do número de terremotos, a aids vai atingindo cada vez mais jovens e adultos, principalmente em alguns países da África; a fome e a miséria tomam conta do mundo, inclusive o Brasil, onde recentemente apareceram crianças indígenas parecendo filhos de etíopes, devido o estado e desnutrição, o que levou este jornalista a escrever um artigo intitulado "A Etiópia é aqui".

A ONU adverte que triplicará o número de favelas nos próximos 45 anos. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 6,6 milhões de brasileiros são favelados, sendo que 80% das favelas estão em regiões metropolitanas, além de 1/3 das residências do país serem desprovidas de água e esgoto.

As igrejas evangélicas - Mesmo com o alerta do Senhor Jesus Cristo, a igreja dorme. Percorrendo quase todo o Brasil, se constata que o amor se afastou de muitas delas. Sobre diversos pretextos, as igrejas evangélicas brasileiras não querem mais estender a mão ao próximo, argumentando, às vezes, que a pessoa necessitada não tem documento, carta de recomendação ou cartão de membro, etc...

Para o que está acontecendo hoje nas igrejas evangélicas, Jesus Cristo já tinha dito: "...Por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos... Então o virá o fim - Mateus 24:12-14". E como será este fim? Perguntam alguns. Na palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, está a resposta. "...Como foi nos dias de Noé, assim será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como foi nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca e não perceberam, senão quando veio dilúvio e o levou a todos, assim também será vinda do Filho do Homem - Mateus 24:37-39.

Não faz muito tempo, um médico presbiteriano, na cidade de São Luís (MA), afirmou que a classe médica está confusa com o aparecimento de tantos vírus nos últimos tempos. O que dizer da aids, que tem matado, em todo o mundo, milhares de pessoas, ebola, tuberculose, mal de chagas, gripe asiática, vaca-louca, câncer, etc.. Além das pestes, desastres naturais acontecem com mais freqüência. No dia 16 de março de 2005, o ciclone Ingrid atingiu a Austrália com ventos de 300 km/h., o que levou o pastor Ivo Cassol a dizer: "Até a natureza geme como se tivesse com dores de parto na esperança de libertação". De acordo com ele, as pessoas também gemem pela redenção, porém muitos já não conseguem ouvir o gemido de sua própria alma. No entanto, a porta continua aberta e o Senhor Jesus Cristo chamando, através de Isaías 55-6: "Buscai o Senhor enquanto se pode achar; invocai-o enquanto está perto".

E-mail: jornalistanelsonmarialva@gmail.com

 

 

Fonte: Jornal Local On-line

O fim dos tempos

20:00 @ 26/06/2008

Cena de Eu Sou a Lenda: discussão entre a Ciência e Deus num mundo devastado (Foto: Divulgação)

 

Chega ao vídeo um dos filmes mais polêmicos do ano, a ficção-científica ´Eu Sou a Lenda´, de Francis Lawrence, que faz um visão assustadora do fim da humanidade

Grande parte da crítica e do público torceu o nariz para ´Eu Sou a Lenda´, a reflexiva adaptação do conto de Richard Matheson. Terceira adaptação do romance, a obra de Lawrence supera as outras duas, ´Mortos que Matam´ (The Last Man on Earth, 1964), feita em co-produção pelo italiano Ubaldo B. Ragone e o norte-americano Sidney Salkow, com Vincent Prince no papel do cientista Robert Neville, e ´A Última Esperança da Terra´ (The Omega Man, 1971), de Boris Segal, com Charlton Heston, Rosalind Cash e Anthony Zerbe.

O vídeo proporciona a possibilidade de uma melhor análise da produção. A grande diferença da atual adaptação feita por Akiva Goldsman e Mark Protosevich é o de tratar a histórias através de elementos filosóficos, os quais, em grande parte, não foram assimilados por parte do público e da própria crítica. Diferentemente das outras adaptações, esta desenvolve a história sob o aspecto de uma grande tragédia da humanidade, acrescentando a velha temática da discussão entre Deus e Ciência. Há, ainda, um terceiro aspecto na narrativa, que é o da retomada do mundo, ou seja, a apropriação da civilização do homem pela natureza.

Todo o sentido do filme está na seqüência inicial, quando Neville e seu cachorro adentram uma desabitada cidade de Nova York. O objetivo é mostrar ao espectador como pode ocorrer uma das possibilidades do fim da civilização. O matagal já tomando conta das ruas, a passagem por elas por animais em debandada, e mais tarde o encontro entre Neville e o casal de leões que capturam a lebre que ele desejava levar para jantar, evidenciam aquele lugar como não mais pertencente à humanidade, mesmo porque ela não mais existe como civilização. Neville é apenas um sobrevivente. Nesta seqüência brilhante fica exposta a decadência do homem como a parte racional da natureza que rompeu os seus limites de erros. O olhar da leoa para Neville e em seguida o ´close´ do rosto de Will Smith, que resignadamente recolhe a arma, chama o cachorro e vai embora, reforçam a exposição.

´Eu Sou a Lenda´ deve ser apreciado como uma rejeição ao tradicional padrão do filme de ação americano. Muitos espectadores reclamaram da falta de ação. Mas que tipo de ação poderia ter um filme que tem um único personagem em cena? Não é este o intuito do enredo. Se assim o fosse, os ´infectados´ teriam um maior espaço na trama e certamente Neville seria o personagem caçado por eles.

Um dos temas que mais chama a atenção em ´Eu Sou a Lenda´ é a discussão entre a Ciência e Deus na articulação das ações humanas.
O apocalipse da humanidade pela intromissão de Deus ou pela pela ação arrogante do homem? Na verdade, o filme faz uma exploração do campo das possibilidades. Humanas, científicas, religiosas. Existe sim, em seu interior, uma série de embates envolvendo a ciência, a fé religiosa, a existência humana, o apocalipse da humanidade, a retomada pela natureza de seu espaço tomado pelo homem na construção de sua civilização, o valor da intuição, a esperança e a comunicação espiritual no homem. Não que esses temas sejam abordados com veemência, mas têm uma exposição suficientemente clara para despertar a percepção e a sensibilidade.

Deus

Essa conotação religiosa perpassa todo o filme. O cinéfilo mais atento deve atentar para a frase ´Deus ainda nos ama. Nós ainda amamos Deus´, que aparece numa placa corroída pelo tempo, na cena inicial quando Neville vai entrando na surrealista Nova York, na discussão entre Neville e a personagem brasileira vivida por Alice Braga.

Na Cena, Anna (Alice Braga) olha, na parede, os retratos dos infectados transformados em cobaias e pergunta como Deus pode fazer isso. Neville, ao pronunciar um lacônico ´Deus não fez isso Anna, nós fizemos´, reconhece a falha humana na criação da vacina que deu origem à aniquilação humana, mas ainda assim não deixa de acreditar que encontrará a cura. Nessa mesma cena, Neville reafirma seu descrédito ao dizer ´Deus não existe´. Mas, ao olhar os retratos na parede, diz que ´posso dar um jeito nisso´. A interpretação da cena é clara: Neville afirma a fé única em si, no homem, e na ciência como instrumento de apoio. Deus estaria à margem desse processo. Já para Anna, Deus tem um plano:
o da segunda chance. Nessa leitura estabelecida entre o existencialismo e a religião de ´Eu Sou a Lenda´, a fé se estabelece como um processo pessoal, a espiritualidade, um sentimento universal. Há uma questão de fé permeando toda a narrativa.

Possibilidades humanas

Nessa discussão, entra a ciência e a religião, não apenas no aspecto de Neville se transformar progressivamente num ´mar de culpa´, mas porque a ciência trata com a realidade, com a matéria, não coisas da metafísica. Mas a questão básica do filme não está nem nas discussões sobre as possibilidades das interferências divinas. A discussão está no que o homem pode fazer por si e pelos seus semelhantes.

Neville, não é exposto como um herói, mas como homem triste e solitário, a desgraça da tragédia humana de ser racional. Sua jornada interior de solidão remete ao sentimento de perda dos entes queridos e do fracasso perante a descoberta de uma vacina capaz de eliminar o retro-vírus e salvar a humanidade da extinção. Ao mesmo tempo, um homem em luta contra perda da sanidade.

FIQUE POR DENTRO

Deus e a negação existencial

Como aliar dentro de si o sentimento de um Deus bom e que deu uma ciência se ela foi criada pelo homem? Neville, como cientista, acredita na ciência. Ela que poderá dar o instrumento de cura para o homem. Resta, assim, um homem angustiado, solitário e triste. Na verdade, ele quer a paz. Quanto a isso, a resposta do filme está na cena final. A dualidade contida na perplexidade de encontrar a si mesma na divisão entre a aceitação de Deus como seu criador e a negação existencial do sentimento da espiritualidade.

Pedro Martins Freire
Crítico de Cinema

Mais informações:

Eu Sou a Lenda, de Francis Lawrence, com Will Smith, Alice Braga, Dash Mihok e Salli Richardson. 118 minutos
 

Fonte: Diário do Nordeste

 

 

Em 08 de maio de 2005, foi exibido no seriado "Os Simpsons", uma paródia da série Deixados para trás.

 

O episódio "Thank God It's Doomsday" apresenta Bart, Lisa e Homer num cinema assistindo "Left Below" (Deixados embaixo).

 

Após o filme Homer fica preocupado, pois acredita que o arrebatamento é iminente, então começa a reunir livros sobre o Apocalipse e calcula que o arrebatamento está muito próximo, dali sete dias.

 

O episódio tem até entrada na Wikipédia americana.

 

Clique aqui para assistir um trecho.