Grupos

Os autores: Tim LaHaye e Jerry Jenkins


Após acordo sobre os direitos dos filmes baseados na Série Deixados para trás, o co-autor, Tim LaHaye já está planejando uma nova produção dos filmes.

"Meu sonho sempre foi entrar no cinema com um filme de primeira classe, de alta qualidade, que fosse interessante, mas também contendo a verdade da história bíblica - e tudo isso foi diluído na primeira tentativa." diz LaHaye. "Mas se o Senhor desejar, vamos criar um filme como deveria ser"

Dr. LaHaye disse que o sucesso dos livros da série possibilitará a estréia em muitas salas de cinema. "É uma oportunidade de ouro para a comunidade cristã", acrescenta.

O autor está esperançoso que muitos sejam confrontados com a verdade da Palavra do Deus Vivo.

Fonte: AntenA CristÃ

 

 

E então virá o fim?

Catástrofes causadas pelo aquecimento global apavoram a humanidade e tornam vivas as profecias bíblicas sobre o futuro do mundo

 

Os gigantescos blocos de gelo que se desprendem na Antártica e no Ártico impressionam qualquer um. Eles são apenas o efeito mais visível de um fenômeno que também tem provocado tornados e furações devastadores na América do Norte, ondas de forte calor na Europa, secas rigorosas na África, inundações na Ásia e invernos rigorosíssimos no Hemisfério Norte. Sem falar nas epidemias, catástrofes naturais e extinção de espécies animais e vegetais que têm ocorrido como nunca nas últimas décadas. Aquilo que antes estava restrito a filmes de ficção científica ou às profecias bíblicas de Daniel e do Apocalipse, agora está em todos os noticiários – o mundo parece em convulsão. Nem os cientistas mais céticos se arriscam a colocar em dúvida a realidade do aquecimento global, processo provocado pela ação humana e que pode levar à extinção da vida no planeta que, um dia, foi chamado de azul pelo cosmonauta soviético Yuri Gagarin. Apesar das divergências sobre o tamanho e extensão do impacto da tragédia, cada vez mais gente acredita que se tratam dos "sinais dos tempos", os acontecimentos preditos por Jesus Cristo nos evangelhos e que antecederiam sua volta. Tanto da parte da ciência moderna quanto da teologia, que tantas vezes são como água e óleo, a certeza é uma só: as coisas ainda vão piorar muito.



Quem tiver dúvidas a respeito das mudanças no clima do planeta e suas terríveis conseqüências deve olhar para os pólos da Terra. Longe de serem o produto de modelos engendrados em computador, lá os efeitos da destruição dos ecossistemas são visíveis. Coberta por uma grossa calota de gelo há pelo menos dez mil anos, desde a última glaciação, já se registra na Antártica a enorme formação de áreas verdes na antiga imensidão branca, mostrando o tempo cada vez mais quente e o conseqüente derretimento. Já no Ártico, o ritmo da elevação da temperatura na atmosfera é o dobro da média global. Previsões mais conservadoras dão conta de que a calota gelada no extremo norte da Terra, fundamental para a manutenção da temperatura no planeta, deve desaparecer totalmente durante o verão a partir de 2060. Isso pode significar muito mais do que extinção de espécies como os ursos polares, que não terão mais a área de mar congelado para caçar, ou a necessidade de esquimós usarem freezer para armazenar carne, como já começa a ser visto. O que vem ocorrendo nas regiões polares tem repercussão direta no equilíbrio climático em todo o mundo. Devido às baixas temperaturas, os pólos ajudam a manter o clima global ameno, alimentando as correntes marítimas, resfriando as massas de ar e devolvendo ao espaço a maior parte da energia solar que recebem, graças às vastas superfícies brancas. Se as previsões se concretizarem, somente no Oceano Ártico, as temperaturas ficarão 12 graus centígrados mais quentes em poucos anos. Isso será sentido em toda parte do mundo, gerando cataclismos inimagináveis, inclusive a inundação de regiões costeiras com o aumento do nível dos oceanos. Num cenário pavoroso, cidades como Nova Iorque e Rio de Janeiro deixariam de existir, e países inteiros, como a Holanda, seriam literalmente riscados do mapa.


Mais de 60 nações, entre elas o Brasil, estão mobilizando 10 mil cientistas e investindo 1,5 bilhão de dólares em 228 projetos de pesquisa no Ártico e na Antártica. O pano de fundo é mesmo o aquecimento global, mas, entre outras coisas, pretendem calcular a quantidade de gelo que será derramada no mar nas próximas décadas devido ao degelo de regiões como a Groenlândia. "Os pólos estão dando seu alerta. Se todo esse gelo derreter, o nível dos mares poderá subir sete metros. Muitas cidades litorâneas serão inundadas e destruídas", confirma o pastor e jornalista Antônio Mesquita, da Assembléia de Deus, que pesquisa o assunto. Mas isso não é tudo. Com a salinidade do mar diluída pelas águas doces, correntes se enfraqueceriam e haveria um rompimento brutal do clima do planeta. Seria possível encontrar icebergs no litoral inglês e o inverno na Europa seria um pesadelo.


Esse, aliás, é um dos paradoxos do fenômeno: apesar do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU falar em aumento da temperatura média no mundo em 5 graus, o que se verão serão invernos mais frios e verões mais quentes. "As temperaturas variarão nos extremos. Em alguns lugares onde o frio é intenso se verá um clima africano. Noutros, já quentes, será insuportável viver por causa do calor. Multidões fugirão ou morrerão sem água", adverte Mesquita. Se tudo isso se confirmar, o Brasil será duramente atingido. Em menos de 50 anos, a Amazônia seria transformada em um tipo de savana ou cerrado, e os habitantes do sertão nordestino, região já quente e seca, seriam forçados a migrar em massa, desencadeando tragédias sociais de conseqüências imprevisíveis.



Sufocante – Catastrófico ou não, o fato é que esse cenário já começa a se desenhar no horizonte. Causado pelo aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera, principalmente do dióxido de carbono, o processo de aumento da temperatura mundial é comprovado por medições precisas feitas pelos mais modernos satélites e sondas. Esses gases formam uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que a radiação solar, refletida pela superfície na forma de calor, volte para o espaço. O efeito estufa, muita gente não sabe, é um fenômeno natural normal, que acontece desde que o mundo é mundo. Sem ele, as condições de temperatura e clima na Terra não permitiriam a existência de vida. Porém, o que se vê agora é outra coisa: graças à ação humana, a situação se tornou – com trocadilho – sufocante.


O acúmulo de gases foi intensificado a partir da Revolução Industrial, no século 18. Por causa da intensa atividade fabril, a temperatura já subiu, em média, quase 1 grau nos últimos 100 anos. Não tem jeito: para haver desenvolvimento e crescimento econômico, é preciso gerar mais energia. E esse ciclo vicioso só tende a piorar com a explosão populacional. A cada segundo, quatro crianças nascem no mundo, o que dá um total de 250 por minuto e 130 milhões por ano. Enquanto isso, outras 100 pessoas morrem a cada minuto, o que dá 50 milhões por ano. A conta resulta num aumento estimado de 80 milhões de novos seres humano anualmente. Pela fria lógica dos números, a humanidade será composta, daqui a vinte anos, por 8 bilhões de indivíduos. Se países como China e Índia, os dois mais populosos, continuarem elevando seus padrões de consumo a grandes áreas que antes serviam à agricultura se tornarem desérticas, será impossível produzir alimentos para todos. Isso sem falar na escassez de água potável, um drama anunciado desse século 21.


Citando o capítulo seis de Gênesis, Antônio Mesquita, que também dirige o departamento de jornalismo da Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD) e é autor do livro Fronteira final, no qual analisa vários desses "sinais", não têm dúvidas do motivo de tantas calamidades: "Antes da humanidade ser destruída pelo Dilúvio, Deus confirmou que a causa era a maldade do homem, que se multiplicou sobre o mundo de então. Com tudo que estamos vendo, não é difícil acreditar que são sinais do final dos tempos. A análise de tudo à luz da Palavra de Deus nos leva a essa conclusão", destaca.


Uma das passagens bíblicas mais citadas quando se trata de escatologia é o capítulo 21 do Evangelho de Lucas. Ali, Jesus fala em grandes terremotos, pestilências, fome e outros eventos terríveis ocorrendo ao mesmo tempo em diversas partes do mundo. Pode ser mera coincidência, mas nunca houve a soma de tantos deles como nesses últimos tempos. De acordo com uma pesquisa feita pela BBC em 27 países, no ano de 2005 os eventos considerados mais significativos foram catástrofes. Naquele período, ocorreram 360 desastres naturais – e 259 deles podem ser considerados diretamente ligados ao aquecimento global. Segundo historiadores, não há comparação com o que acontecia no passado. No século 19, só para ter uma idéia, não havia mais de meia dúzia de episódios do gênero a cada ano. Enquanto isso, num único ano recente, o mundo experimentou 168 inundações, setenta tornados e furacões e duas dezenas de secas. A vida de 154 milhões de pessoas foi diretamente afetada.



Entre tantas catástrofes nos últimos tempos, algumas ficaram mais fortemente marcadas. Quem não se lembra do tsunami na Ásia, no fim de 2004, que deixou um saldo de cerca de 300 mil mortos? Ou do furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, na mais próspera nação do mundo, os Estados Unidos da América? Isso, para não falar em recentes terremotos na China e no Paquistão – países duramente castigados também por enchentes, ciclones e tempestades –, maremotos na Nova Guiné, incêndios florestais na América do Norte e ondas de calor no Leste Europeu, região normalmente temperada. Em cada ocorrência, mais mortes, mais destruição e mais prejuízos. Por outro lado, há o surgimento de novas doenças, algumas agravadas pelas mudanças no clima, como a dengue, uma das muitas epidemias tropicais que avançam sem controle.


Alienação – "Deveríamos aprender a dar atenção a todos esses indicadores. Conforme Cristo ressaltou, precisamos ler as entrelinhas da história e ver o significado dos acontecimentos. A maioria só vê o óbvio e não o oculto", aponta o pesquisador e jornalista Marcos De Benedicto, ligado à Igreja Adventista. "Para muita gente, clima resume-se àquelas previsões meteorológicas sobre se vai chover nos próximos dois dias. Temos que entrar no campo da escatologia e interpretar os sinais. O tempo encerra oportunidade, mas traz perigo. Quem enxerga através da neblina, vê mais longe e evita a tragédia", diz Benedicto, que é editor da Casa Publicadora Brasileira.


Diante do quadro que se avizinha, as fantásticas cenas de grandes produções que falam de hecatombes provocadas pela queda de asteróides ou terríveis mudanças climáticas, como Impacto profundo e O dia depois de amanhã, já não parecem tão incríveis ou distantes assim. Porém, os fatos precisam voltar a ser percebidos, especialmente pela Igreja, que deveria ser uma das grandes interessadas no assunto, mas parece completamente despreocupada. "Hoje, em vez de ser voz profética, a Igreja figura como eco. Quer ser reconhecida como herdeira de João Batista, que preparou a primeira vinda de Jesus Cristo, mas não pensa em rejeitar status e benesses para viver no deserto, de modo mais natural, apontando o rumo para o mundo", adverte Antônio Mesquita. em uma lembrança de que o caminho para a restauração de todas as coisas não precisa passar apenas pelas páginas do noticiário.

Marcos Stefano
Jornalista da revista Eclésia

 

Fonte: Revista Eclésia - n. 124



Uma das acusações mais comuns que são feitas às religiões é que elas causam mais violência do que mesmo a paz. Por essa ótica, o mundo seria um lugar melhor e mais seguro sem elas e suas rixas. Certamente, há alguma verdade nisso pelo fato de que as divisões religiosas atravessam continentes e época. Os constantes ataques a religião por parte de intelectuais, cientistas, e pesquisadores não param de crescer nestes últimos dias. Recentemente numa entrevista, o cantou inglês Elton John disse que a religião transforma as pessoas em “roedores detestáveis”. Já a apresentadora de televisão Rosie O’Donnell nos Estados Unidos, também se manifestou publicamente por comparar a cristandade com o islamismo radical. Por outro, Livros e mais livros publicados por cientistas de renome internacional contra a religião estão ultimamente na moda, como os de Richard Dawkins, que já se tornou o homem mais conhecido por sua hostilidade à religião.


Surgem perguntas: Como será o fim da religião? O que devo fazer para não ser destruído com ela? Para compreendermos, como será o fim da religião, precisamos observar a história da cidade de Babilônia. Naquela época, Deus direcionava nações poderosas para punir aos que desrespeitassem suas leis. Babilônia estava infestada por toda sorte de idolatria, mas numa só noite foi tomada pelos medos e persas em 539 AEC conforme havia sido profetizado por Isaias duzentos anos antes de Cristo. O livro profético de Apocalipse capítulo 17: 5, diz: “E na sua testa estava escrito um nome, um mistério: “Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes e das coisas repugnantes da terra”. Esta meretriz está sentada sobre muitas águas. Simbolicamente, águas representam “povos e multidões, e nações, e línguas”. Babilônia, a Grande tem um reino sobre os reis da terra. (Os governos políticos). No passado, comentaristas bíblicos achavam que esta “Babilônia ou Meretriz” seria apenas uma religião, porém, ao passo que a religião foi se distanciando da moralidade, esse conceito deixou de existir.

A seguir, observe a profecia chave que mostra como será o fim da Religião. “E os dez chifres e a fera, este odiarão a meretriz e a farão devastada e nua, e comerão as suas carnes e a queimarão completamente no fogo. Porque Deus pôs em seus corações executarem o pensamento...” Apocalipse, 17: 16, 17. Há muito simbolismo no livro Apocalipse. Esta fera não é um animal literal. Daniel quando teve visões proféticas de animais, simbolizaram governos políticos. Entretanto, esta fera que Deus usará para destruir as religiões, representa uma instituição de destaque, a (ONU) Organização das Nações Unidas. Não é uma tarefa fácil, destruir a religião, como disse certo comentarista: “É como se cutucar o cão com a vara curta”, mas como predisse e profecia bíblica, Deus é quem irá dirigir os governantes afim de cumprirem este ato espantoso. Não é brincadeira não, é verdade mesmo! Não é atoa, que já foi proposto na ONU através de uma resolução o fim das religiões por acusarem de promover guerras, terrorismo e outras coisas prejudiciais a humanidade. Esta resolução se concentra em cláusulas, que vai desde a proibição de reuniões públicas, distribuição de publicações bíblicas, símbolos religiosos, chegando a pena máxima, que seria a demolição de templos, como igrejas, mesquitas, predominantemente religiosos.

Muitos não acreditam que os governos destruirão a religião, pelo fato, de serem apoiados por ela, tanto em sentido político como comercial, porém, como predisse a profecia bíblica, isso irá acontecer porque é o próprio Deus que incutirá em seus corações mentais, dos (governos políticos), o seu pensamento. Todavia, pelo andar da carruagem este acontecimento espantoso está às portas. Certo comentaria disse: “Se a religião for destruída, o mundo passará a viver um tremendo caos, e o Alto-Comércio será afetado drasticamente.” Este pensamento, está corretíssimo, porque a profecia bíblica continua alertando que os comerciantes se lamentarão, até porque não haverá mais as festas religiosas que lhes proporcionam a venda de suas bugigangas de seus sistemas mercadológicos de mercadorias, que incluem, (Cds de Músicas gospel, imagens esculpidas, entre outras parafernálias religiosas... Nesta época final, a religião está reescrevendo sua história com muito sangue. O mapa da intolerância se expande de modo atemorizante. Não é de se admirar que pesquisadores relatem que os conflitos no Oriente Médio e em outros continentes são de origem religiosa, e alertam a comunidade internacional que poderão se alastrar pelo o mundo inteiro. Certamente, não dar pra se negar que as guerras, o terrorismo e a violência, de modo direto ou indireto não sejam de cunho religioso, até porque, os que afirmam publicamente conhecerem ao Deus Altíssimo, o repudiam pelas suas obras. Com a descrença em alta, as pessoas se tornam mais amantes de prazeres do que Deus, e por sua vez, aumenta a violência e a imoralidade. Por isso, é que a mídia tem publicado que os feriados religiosos se tornaram mais profanos e violentos de que os seculares. Os ensinos e as práticas da antiga Babilônia levaram a nação à crassa imoralidade e a violência. Hoje, quando os líderes religiosos desprezam as normas morais da Bíblia, a imoralidade se alastra, tanto entre os líderes como entre os adeptos. No entanto, a idéia de que a religião reconduzia o homem a Deus se desmanchou no ar como fumaça. Diante deste dilema, talvez pense que não há alternativa para escapar da destruição, no entanto, para aqueles que rejeitam a religião falsa há uma saída. Para encontrar a religião que Deus aprova, observe se os seus membros são neutros quanto à política e ao militarismo. Contudo se têm estas duas qualidades, certamente, jamais se alistariam para servir nas forças armadas para matarem o seu próximo, ou se intrometeriam na política para tentar mudar a marcha para qual o mundo caminha. (Isaias 2: 2 –4).

Se a sua religião não demonstra tais características, procure acatar o aviso de Deus: “Saí dela povo meu, se não quiserdes ser participantes de suas pragas, a (destruição), pois os pecados dela se acumularam até o céu e Deus se lembrou de seus atos injustos.” (Apocalipse 18: 4).

Não podemos pensar que, escaparemos da destruição porque não fazermos parte da religião falsa ou porque optemos pela a neutralidade, ou para o ateísmo. Se a religião falsa não é a solução, será que ficarmos neutros ou corrermos para o ateísmo nos isentaria da punição? De forma alguma. Deus como nosso Grandioso Instrutor nos incentiva através de sua palavra a Lhe adorar, em espírito e verdade. Pra alcançarmos este imensurável privilégio, haveria de concordar, que, precisamos absorver com a máxima urgência orientação perita, por meio de um estudo bíblico, sério e regular, que na verdade é o começo para encontrarmos refugo para escaparmos da destruição. Se agir assim, poderá sobreviver o fim da religião falsa e o Armagedon, a Guerra do Grande dia Deus!

Sebastião Ramos - Sebastianramos7@gmail.com


"Este livro tem o potencial de fazer com a nossa geração o que O Peregrino de John Bunyan fez para a sua. É muito bom."
Eugene Peterson



"Esta história deve ser lida como se fosse uma oração – a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A cabana." Michael W. Smith

Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, A cabana se revelou um desses livros raros que, através do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público – já são quase dois milhões de exemplares vendidos – e de imprensa.

Durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada.

Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.

Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

Em um mundo tão cruel e injusto, A cabana levanta um questionamento atemporal: Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?

As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar sua vida de forma tão profunda quanto transformou a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama.

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Durante uma viagem que deveria ser repleta de diversão e alegria, uma tragédia marca para sempre a vida da família de Mack Allens: sua filha mais nova, Missy, desaparece misteriosamente. Depois de exaustivas investigações, indícios de que ela teria sido assassinada são encontrados numa cabana abandonada.

Imerso numa dor profunda e paralisante, Mack entrega-se à Grande Tristeza, um estado de torpor, ausência e raiva que, mesmo após quatro anos do desaparecimento da menina, insiste em não diminuir.

Um dia, porém, ele recebe um estranho bilhete, assinado por Deus, convidando-o para um encontro na cabana onde aconteceu o assassinato. Cheio de dúvidas, mas procurando um meio de aplacar seu sofrimento, Mack atende ao chamado e volta ao cenário de seu pesadelo.

Chegando lá, sua vida dá uma nova reviravolta. Deus, Jesus e o Espírito Santo estão à sua espera para um "acerto de contas" e, com imensa benevolência, travam com Mack surpreendentes conversas sobre vida, morte, dor, perdão, fé, amor e redenção, fazendo-o compreender alguns dos episódios mais tristes de sua história.
De uma leitura intensa, sensível e profundamente transformadora, este livro vai fazer você refletir sobre o poder de Deus, a grandeza de seu amor por nós e o sentido de todo o sofrimento que precisamos enfrentar ao longo da vida.

Página oficial: http://theshackbook.com/

Lançado em Agosto de 2007 nos EUA pela Windblown Media

Lançado em Agosto de 2008 no Brasil pela Editora Sextante

Mais de 2,5 milhões de exemplares vendidos

12 semanas na lista dos mais vendidos dos The New York Times

8 estúdios cinematográficos já se interessaram em adquirir os direitos da obra

Estréia em 03/09 na lista dos mais vendidos da revista Veja na 5º posição
 
Estréia em 01/09 na lista dos mais vendidos da revista Época na 5º posição
 
Estréia em 30/08 na lista dos mais vendidos do jornal Folha de S. Paulo na 3º posição


Sobre o autor

William P. Young nasceu em Alberta, no Canadá, mas passou grande parte de sua infância em Papua Nova Guiné, junto com seus pais missionários em uma comunidade tribal. Ele pagou seus estudos religiosos trabalhando como DJ, salva-vidas e diversos outros empregos temporários. Formou-se em Religião em Oregon, nos Estados Unidos.

Blog do autor




Entrevista com o autor - NPR

Entrevista com o autor - The Drew Marshall Show

Matéria "Christian Novel Is Surprise Best Seller" publicada no The New York Times

Matéria "Fiction for the Faith-Starved" publicada na revista Christianity Today

Matéria "'The Shack': Book on accessible God hits big" publicada no The Washington Times

Matéria "Aim at 'spiritually interested' sparks "The Shack" sales" publicada no USA Today

Opinião "Resenha de metade de um livro" publicada na revista Ultimato.


Algumas heresias que o livro está sendo acusado de promover:

- Universalismo;
- Desvalorizar as Escrituras;
- Distorcer a Trindade;
- Deus feminista;
- Promover o Hinduísmo

Resposta da Editora Windblown sobre as supostas heresias




 

 

Fonte: AntenA CristÃ