Sábado, 26/09/2009, visitamos o Horto de
Cidade Satélite, e participamos de uma caminhada ecológica pelas margens do rio Pitimbú.
Recolher lixo do caminho é uma missão quase que impossível, mas eles fazem a parte que lhes cabe.
Apesar das agressões sofridas diuturnamente, como a captação de efluentes clandestinos e criminosos, ao longo do seu curso, o bravo rio ainda é belo e resiste heroicamente aos maus-tratos e ao descaso da sociedade.
Todos ressaltavam a beleza do rio lamentando o seu precário estado de conservação e nenhuma proteção!
Se existem ainda cardumes de piabas e outros peixinhos, há uma esperança de vida e ressurgimento do esplendor natural original!
Belíssimo recanto, mas não se enganem: os pontos brancos são pedaços de placas de isopor que os poluidores desprezam em suas águas.
Um misto de contemplação, comunhão, alegria e ao mesmo tempo de revolta e indignação pelo descaso e abandono.
Mais um plácido lugar estrangulando-se devagar!
As piabinhas que vos falei. Têm as caudas escuras em " V" e uma mancha cintilante aos raios solares, localizadas por sobre o crânio, de cor amarelo-esverdeada e com tons metálicos. Lindas, lépidas e fagueiras!
Um espetáculo visual que só a natureza nos proporciona!
Este velho tronco morto e caído por sobre o rio é uma verdadeira ponte de lamentações. Os aguapés teimam em boiar por sobre o reflexo azul do céu. Imagem mais monetiana não há. Imaginem, observando-o abatido e ressequido, o porte que tinham as árvores que margeavam primitivamente o leito hoje assoreado do Pitimbú.
Lindo e importante demais para morrer! Vítima do avanço desenfreiado de condomínios, outros tipos de ocupações de terrenos, e invasões diversas. Moribundo pelo envenenamento progressivo e persistente de suas águas por efluentes nocivos, ligações de esgotos clandestinos, águas servidas, pesticidas, e estrangulado por resíduos sólidos e pelo avanço descontrolado de vegetação aquática alienígena. Palco de insegurança para os amantes e protetores da natureza devido à inexistência ostensiva de um policiamento ambiental efetivo. Falta-lhe a demarcação de trilhas educativas com placas sinalizadoras e classificação das espécies. Falta-lhe tudo, menos a "beleza serena da natureza" que um dia, com a ajuda dos que a entendem e protegem, resgatará para todos e para a posteridade este monumento à vida que tanto encanta aos que o visitam.
Passeio ecológico no Rio Pitimbú
02:50 @ 28/09/2009
CONTINUAÇÃO DA TRILHA DE SÁBADO NO RIO PITIMBU
18:11 @ 29/09/2009
Sábado dia 26/09/2009, fizemos mais uma trilha no Rio Pitimbu, com a participação de nossos Bonsaistas Edmar e João Pontes, e já no horto tivemos a presença de nosso Martins. Vejam as Fotos.
Os Pré-Bonsais doados por Martins para ajudar o Horto...
João Pontes, Martins, Edmar e As Professoras do Pró Jovem que fazem parte do Projeto de Educação Ambiental do Horto e do Instituito Reação Periférica ...
Novamente os Pré-Bonsais ...
Martins, Eu e Edmar ...
... Vou fazer Yamadori ou vou pra trilha ...
Iniciando a trilha ...
O que é um pontinho branco e outro azul no mato ... Ed e J. Pontes!!!!
Calma que estamos quase no Rio Pitimbu ...
Já vemos o Rio ... Agora vai ter que aguardar ... amanhã teremos mais ...
Alporquia de Pithecolobium tortum utilizando vermiculita
18:56 @ 29/09/2009
Neste alporque de piteco utilizei como substrato a vermiculita isolada ( - Excelente dica do nobre Ita! ). O resultado salta aos olhos. São muitas raízes em apenas 1 mês, mas não esqueça da tiamina duas vezes por semana.
Outra dica: use na confecção do bombom o plástico transparente perfurado (esses de embalar pães). Por fora, use um plástico preto de lixo. Pronto! Regue diariamente e semanalmente observe se as raízes já apareceram.
Retire a vermiculita e plante em um vaso provisório!