Estamos de olho na Copa e em ritmo de atividades!
Estamos dando continuidade aos trabalhos iniciados com os livros: Onde a bola foi parar? e O jogo e a bola., as discilplinas estão envolvidas em todas as atividades, seja Português, Matemática, História, Ciências, Geografia, Inglês, Arte, Literaturas Africanas e Indígenas, etc, etc, etc.................... Ufa!
Os alunos estão ilustrando o campo de futebol, buscando infromações sobre o local onde acontecerá a Copa, suas curiosidades, aprendendo que os valores e virtudes fazem parte do esporte independente da modalidade, enfim... Através da Copa chegamos a vários conhecimentos, não só sobre bola no campo, como muitos pensam!

Bandeira do Brasil

ZAKUMI

Zakumi - Mascote da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul - 19º Copa do Mundo
Quem é Zakumi?
Zakumi é a mascote oficial para de FIFA para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul.
O que significam as cores de Zakumi?
As cores verde e amarelo de Zakumi representam o uniforme da seleção Sul-Africana.
Quem criou o Zakumi?
Andries Odendaal.
Qual o lema de Zakumi?
O lema oficial da mascote da Copa do Mundo é "O jogo de Zakumi é Fair Play (Jogo Limpo)." O lema de Zakumi foi exibido na Copa das Confederações de 2009 e será divulgado durante toda a Copa do Mundo da África do Sul de 2010.
O que é Zakumi?
Zakumi é um leopardo com o cabelo verde de 16 anos (em 2010).
O que significa Zakumi?
O código "ZA" representa a África do Sul ("Zuid-Afrika" em holandês) e "Kumi" significa dez (ano da Copa do mundo) em várias línguas africanas. A palavra "Zakumi" também pode ser entendida como "vem aqui" em algumas línguas sul-africanas.
Quando Zakumi nasceu?
Zakumi foi apresentado em 22 de setembro de 2008, mas a mascote "nasceu" em 16 de junho de 1994, dia da juventude na África do Sul. O ano de 1994 representa o nascimento de uma nova África do Sul, com a introdução das eleições democráticas no país. Como Zakumi terá 16 anos na Copa do Mundo ele também representa a nova geração que nasceu num país sem a política racista do Apartheid.
O que é Apartheid
O Apartheid foi uma política racial adotada legalmente em 1948 na África do Sul. Apartheid significa "separação" em africâner, língua germânica falada na África do Sul e na Namíbia. Neste regime a população negra (maioria no país) tinha de viver separada da minoria branca e não era reconhecida como cidadã em seu próprio país. O Apartheid foi abolido em 1990. Quatro anos depois a África do Sul escolheu para presidente em eleições diretas o principal representante do movimento anti-apartheid, Nelson Mandela.








Enquanto eu pintava o Mascote da Copa, fui fotografada pelo aluno Davi Guedes.


A maquete do campo está começando a ser confeccionada, faltam muitos detalhes, aguardem...

Mini-campo de futebol

Colocando o time em campo...

Tampinhas com carinhas de jogadores!



Informações diversas!
Quem participará da Copa 2010?
Já podemos dizer e analisar: começou para valer a Copa de 2010. Dos 52 países da Europa, estão aí os 14 melhores. Da América do Sul, beneficiada por terem 5 vagas para 10 participantes. Nos outros continentes, também nenhuma ressalva. Vejamos individualmente.
África do Sul: anfitriã, não passará da primeira fase. O ego colossal de Parreira crescerá, tentará “emplacar” 2014 pelo Brasil.
Portugal: a grande sensação quase no abismo. Precisava vencer 4 jogos para ir à repescagem, fez o surpreendente dever de casa.
Coréia do Sul e do Norte: dos primeiros a se classificarem, vão à África do Sul, com a idéia de “derrubarem o muro” que as separa. Mas fora do campo. Dentro dele, nenhuma esperança.
Espanha: ainda não ganhou nenhuma Copa, nem mesmo a que realizou em casa, em 1982. Agora, enormes chances.
Argélia: pode ser considerada uma surpresa, da mesma forma como conquistou a Independência e a Liberdade nos tempos de De Gaulle. Morrerá na chave, não terá o prazer do mata-mata.
França: único título em 1998, com uma boa seleção e as convulsões do Fenômeno. Ficou só nesse título. E vai para a África do Sul, diante do que exibiu, pode considerar uma “mão” na roda. Do Henry, que venceu em 1998.
EUA: gostam de futebol, mas não de jogos que dão o título a campeões que só fazem 1 gol. Sediou a Copa de 94, não fez nada, como não fará. Seu futebol feminino é melhor.
Itália: sempre surpreendente. Ganhou em 1982 e 2006, quando ninguém esperava. E em 1934 e 38, ninguém se lembra.
Honduras: devia ter como técnico o aventureiro Zelaya. E essa vaga ficaria muito melhor com a Costa Rica, único país da América Central, que vale a referência.
Austrália: disputava num continente que na repescagem enfrentava sempre um país da América do Sul. Mudou de continente, foi o segundo a se classificar. Para quê? Para nada.
Brasil: sempre favorito, devia ter ganho em 1978, 1982 (principalmente), 1986, 1998. Agora, tudo pode acontecer, até mesmo perder.
Suécia: sempre coadjuvante, pelo menos superou a Noruega. Não passará disso.
Argentina: chegou à primeira final em 1930, ganhou com a ditadura em 1978, e com Maradona sozinho em 1986, mesmo com “a mão de Deus”. Agora com o mesmo Maradona e o sofrimento, não pode ser descartada ou desprezada.
Chile: sempre esteve como o quarto ou o quinto da América do Sul. Dependendo da chave, pode não chegar ao mata-mata.
Costa do Marfim e Camarões: são os melhores da África, têm garra e até uma dose razoável de competência. Não esquecer deles.
Dinamarca: a Europa tem mais de 20 países “inexistentes” e quase o mesmo de “coadjuvantes”. Estão na segunda citação.
Gana: deram trabalho e ganharam citação na Copa de 2006. Não estão na mesma boa fase, darão trabalho na chave, mas não passarão.
Suíça: foi uma sorte, “honraram” a sede da Fifa. Eram conhecidos por não participarem das duas Guerras Mundiais, (não beligerantes), mais citados pelas contas numeradas. Ficarão na chave, não precisarão prestar contas a ninguém.
Alemanha: é sempre concorrente forte, embora ganhe pouco. Beckembauer confessou: “Precisávamos ganhar a Copa de 1954 (na Suíça), para nos reabilitarmos com o mundo”. Ganharam e repetiram em 2006, em casa. Agora? É esperar.
Eslovênia e Eslováquia: é o excelente que durante a ditadura soviética, se chamava o “Pacto de Varsóvia”. Dependendo, podem fugir da chave, passar às “oitavas”.
Grécia: surpreendeu ganhando a Copa de Seleções da Uefa, nova surpresa na classificação. É uma das incógnitas, depende do momento. Não para o título, mas para o primeiro jogo do mata-mata.
Inglaterra: só tem um título, conquistado em casa, em 1966. Com 1 gol que até hoje se discute e poucos aceitam. Incluindo o repórter, que estava em Wembley. Pode chegar ás oitavas, depende do terceiro e quarto da chave.
Japão: outro coadjuvante esforçado mas não realizado. Um bom mercado de trabalho.
México: está jogando um futebol razoável. Sediou duas Copas, 1970 e 86 e não chegou nem às semifinais. Mas melhorou, não há duvida.
Nova Zelândia: a satisfação é a de todos: “Ir à Copa”. Está indo, voltará para casa rápido.
Paraguai: tem ido à Copa regularmente. Em 1994 se destacou. Quando atua em casa no Estádio Defensores Del Chaco, é um grande adversário, não esquece a estranha Guerra do Paraguai.
Nigéria: o país de maior índice de corrupção da África, (Berlusconi devia ser seu Primeiro Ministro) não tem a menor chance de nada. Estão achando petróleo no meio da rua, sem precisar prospectar. Nada a ver com futebol.
Sérvia: jogo de futebol de espetáculo, mas o resultado não conforta. Ter se classificado, pelo menos, satisfação.
Holanda: é sempre um prazer. O auge do seu futebol foi 1974 e 1978, nas duas finais enfrentou os donos da casa. Primeiro na Alemanha, e depois a seleção (armada) da Argentina.
Uruguai: campeão em 1950, derrotando o Brasil na final, nunca mais fez bonito nas Copas.
***
Fonte: http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=4842

Bandeira da África do Sul.
África do Sul
A África do Sul é um país independente, está situado no extremo sul do continente africano e é banhado pelos oceanos Atlântico e Índico. O território encontra-se no oriente, ao sul do paralelo do equador (hemisfério sul).
A nação abriga aproximadamente 50 milhões de pessoas, distribuídas em uma área de 1.221.037 km2. A população é composta por negros, que representam 70% da população; brancos descendentes de holandeses e ingleses, que respondem por 12%, euroafricanos, representam 13%; indianos, 3%; e outras etnias, 2%.
O território abriga em seu subsolo uma grande quantidade de minérios, e destaca-se na produção de carvão mineral, manganês, ferro, cobre, platina, diamante, ouro e urânio, riquezas que são fundamentais para o desenvolvimento industrial.
Outro potencial relevante de recursos é quanto à produção de energia elétrica, impulsionada pelo rio Orange. O país não é independente quanto à produção de petróleo.
A economia sul-africana está ligada à prestação de serviços, indústria, além dos setores primários, como o extrativismo mineral e a produção agropecuária. Cidade do Cabo e Johannesburgo são os principais centros urbanos, e conseqüentemente promovem a concentração das indústrias, abrigando empresas que atuam nos setores de produção de veículos, locomotivas, incluindo ainda a metalurgia e a petroquímica.
O setor industrial é bastante diversificado, entretanto, isso não evita problemas como desigualdade social, elevado índice de desemprego, marginalização, entre outros.
Outra fonte de receita de grande importância é a atividade turística desenvolvida na Savana, conhecida como safári, além do turismo urbano, especialmente na Cidade do Cabo.
Aspectos gerais da África do Sul
Nome do país: República da África do Sul.
Línguas oficiais: Inglês, zulu, xhosa, suázi, ndebele, seSotho do sul, seSotho do norte, tsonga, tswana, venda e afrikaans.
Capitais: Pretória / Tshwane (cidade administrativa)
Cidade do Cabo (Legislativa)
Bloemfontein / Mangaung (Judiciário).
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,683 – médio.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

As belezas sul-africanas estão em todas as partes
República da África do Sul
A República da África do Sul é muito conhecida por suas belezas naturais, com desertos, montanhas e planícies. Além desses, sua diversidade cultural e religiosa sobressaem aos olhos do mundo, diante de tantas belezas.
A língua falada na administração do país é o inglês, somado a mais dez diferentes línguas oficiais, que varia conforme a região.
Parece que tudo lá é de grande variedade. Praias, safári, mergulho, grande número de aves, turismo ecológico, dentre outros.
Não podemos falar desse país sem relembrar os mais de trinta anos que sofreu com o apartheid. Em Johannesburg está localizado o museu do Apartheid, onde pode-se conhecer de perto, através de vídeos, fotos e objetos, essa triste história de preconceito racial.
A moeda que circula no país é o Rand Sul-Africano, representado por um “R”, tendo cédulas de R200.00, R100.00, R50.00, R20.00 e R10.00. Valores menores circulam em moedas, sendo encontradas nos valores de R5.00, R2.00, R1.00, 50c, 20c, 5c, 2c e 1c.
De segunda a sexta o funcionamento dos bancos é das 9h as 15:30h, aos sábados estes abrem normalmente, das 8:30h às 11h. Existe ainda serviço de funcionamento bancário 24h, oferecido no aeroporto de Johannesburg.
De modo geral, o transporte do país não difere do resto do mundo: são aviões, trens, ônibus, táxis e carros particulares. Para dirigir na África do Sul, basta carregar uma carteira de motorista com a assinatura do motorista e que contenha uma foto atualizada do mesmo.
As leis de trânsito são praticamente as mesmas do Brasil, onde o uso do cinto de segurança é obrigatório, é proibido dirigir após a ingestão de álcool e as placas de trânsito aparecem em quilômetros. Em algumas estradas é comum a cobrança de pedágios.
A comunicação via telefonia acontece da mesma forma que no restante do mundo, com empresas particulares e públicas. Além dessas é possível encontrar os orelhões públicos, que funcionam através de cartões adquiridos nos correios, aeroporto e lojas autorizadas. A telefonia móvel da África do Sul é GSM e visitantes não encontram dificuldades em utilizar os serviços. As principais operadoras são VODACOM, MTN e CELL C.
Apreciar as belezas desse país será uma experiência marcante, que ficará na memória de qualquer um, pois a curiosidade será aguçada através das tantas riquezas que nele existem.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
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Manifestação cultural através da dança.
A África do Sul possui uma população de aproximadamente 43 milhões de habitantes. Essa população apresenta uma taxa de natalidade elevada e uma baixa expectativa de vida, cerca de 52 anos. O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é médio, 0, 670.
Atualmente, um dos grandes problemas enfrentados pela população e autoridades é o crime. Segundo as Nações Unidas, o país é o primeiro em assassinato com armas de fogo. A insegurança fez surgir nas cidades da África do Sul condomínios fechados.
Outro grande problema é o avanço da AIDS no país, são cerca de 5 milhões de infectados. A doença tem dizimado um número elevado de pessoas, por essa razão existem, aproximadamente, 1,2 milhão de órfãos. Segundo estimativas, em 2025 o número de habitantes do país deverá diminuir, resultado da epidemia de AIDS que assola a nação.
Na cultura, o país não possui uma configuração única, até porque existe uma enorme diversidade étnica. Por esse motivo há uma distinção ao longo do país quanto aos hábitos alimentares, música, dança, entre outros.
A população do país é constituída por diversos grupos étnicos, de modo que 70% são autóctones (zulus 20,5%, chosas 18%, pedis 9%, sotos 7%, tsuanas 6%, tsongas 3,5%, suazis 2%, nedebeles 2% e vendas 2%), europeus 12% (holandeses, alemães, franceses e ingleses), euroafricanos 13%, indianos 3% e outros 2%.
Diante da pluralidade cultural, existem diversos idiomas considerados oficiais, os principais são: africâner, inglês, sepédi, sessoto, setsuana, entre outros. Quanto à prática religiosa, 66,4% da população segue o cristianismo (reformistas católicos, metodistas, anglicanos, luteranos), 1,3 % hinduísmo, 1,1% islamismo, 0,2% sem filiação e 29,8% outras religiões.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
