Grupos

Big five

16:13 @ 20/05/2010

Big five, orgulho africano!

 

Originalmente usado apenas pelos caçadores, o termo "Big Five o 'refere-se a cinco dos maiores da África animais selvagens - leão, leopardo, elefante, búfalo e rinoceronte. As during the bygone hunting era the term "Big Five" still conjure up the romance and excitement of Africa's exotic destinations and experiences. Como durante a época de caça passada, o termo "Big Five" ainda evocar o romance ea excitação de destinos exóticos para a África e experiências.

Imagine watching the sun set over the horizon whilst you capture the moment of a pride of lions stalking their prey. Imagine assistir o pôr do sol ao longo do horizonte, enquanto você captura o momento de um bando de leões perseguindo sua presa. Watching a buffalo stolling to a water hole with strength and size that makes it more likely to kill a human than any other mammal. Assistindo a um búfalo stolling a um furo de água com força e tamanho que torna mais provável a matar um ser humano do que qualquer outro mamífero.

The rhino, which is almost extinct, with its extraordinary horns and bad temper. O rinoceronte, que está quase extinto, com seus chifres extraordinário e mau humor. And the leopard with its beauty and remarkable speed and skill to hunt. E o leopardo com sua beleza e notável velocidade e habilidade para caçar.

Many travellers regard a visit to South Africa as incomplete without having spotted, and perhaps photographed, the Big Five. Muitos viajantes consideram uma visita à África do Sul como incompleta sem ter manchado, e, talvez, fotografado, a Big Five.

The Big Five - legends of the wilderness which have become synonymous with Africa. A Big Five - lendas do deserto, que se tornaram sinônimo de África.

o sobre Big Five!

Mais um pouc

Big Five: o orgulho sul-africano

“Nós temos um país colorido, rico e os Big Five!”, diz orgulhosa a vice-ministra de Turismo do país da Copa Thokozile Xasa ao Por dentro da África do Sul durante uma de nossas conversas. Diante de tanta paixão, dá a sensação de que os Big Five sejam uma espécie de relíquia... E realmente, são! Mas a particularidade deles não está apenas no tamanho. Eles também são os mais difíceis de serem caçados! Recorremos a um especialista que pudesse nos auxiliar nessa descoberta sobre os "gigantes". “São chamados assim por serem os maiores representantes dos mamíferos selvagens que habitam as regiões de savana (por isso os hipopótamos estão excluídos), além da dificuldade em caçá-los”, conta o biólogo Anderson Mendes Augusto.

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Esses animais viviam espalhados por todo o continente até os predadores (nós, homens) reduzirem as suas manadas. A arma de fogo trava uma luta covarde até mesmo para os mais selvagens. Hoje, grande parte da população desses "gigantes" vive em parques nacionais e sob proteção, o que não extingue, mas (FELIZMENTE) delimita a atuação de caçadores. Anderson nos conta que os cinco (com exceção do rinoceronte) podem ser encontrados em grande parte da África, menos no Deserto do Saara.

Agora... E aqui no Brasil, onde poderíamos apreciar os Big Five? “Esses animais só podem ser encontrados em zoológicos ou criadouros registrados no Ibama”, explica o especialista do RioZôo (Zoológico do Rio de Janeiro) que, a pedido do “Por dentro da África do Sul”, fez uma listinha com os animais que seriam os Big Five brasileiros! “Colocaria anta, onça-pintada, onça-parda, cervo-do-pantanal e capivara. Mas o critério utilizado seria por peso, pois a fauna brasileira de mamíferos é composta por animais de pequeno e médio porte em sua maioria”.

Ok, os nossos BIG não são tão grandes quanto os deles. Talvez devêssemos seguir o exemplo africano e se interar, se orgulhar mais das nossas espécies... A África do Sul se refere aos Big Five (búfalo, rinoceronte, elefante, leopardo e, claro, leão) como uma experiência imperdível para quem pisa no solo da nação considerada mãe da África. Nesta simbologia, está implícita a incrível mostra de um dos territórios com maior biodiversidade do mundo. Nas savanas, os cinco são os personagens principais do cenário onde, indubitavelmente, o espírito africano se faz presente. Para eles, é um troféu mais valioso do que uma taça de ouro e ainda ilustram as notas de rand, moeda do país!

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Eles estão representados nas notas de 10, 20, 50, 100 e 200 rands

E é absolutamente compreensível e invejável... Além de ter a garantia de encontrar os animais de norte a sul da África do Sul, o melhor é saber que é possível apreciar os cinco (em um mesmo local), como no Kruger Park (o safári mais famoso do mundo que conheceremos em breve). Sobre o ciclo de vida desses animais, Anderson nos conta que o elefante é o com maior expectativa de vida (80 anos), seguido do rinoceronte (45 anos), leão (30 anos), búfalo (26 anos) e leopardo (20 anos). Com relação à interação entre as feras, ele nos explica que elefantes e rinocerontes não são muito tolerantes com outras espécies. “Os búfalos até se permitem uma proximidade maior com outros herbívoros, diferente dos leões, que se mantêm em grupo, e do leopardo, que vive solitário”. Na relação com os homens, o biólogo afirma que esse contato vem se tornando cada vez mais antagônico. “Como todo animal de grande porte e selvagem, eles oferecem muitos riscos. Podem atacar quando ameaçados", alerta.



De olho na Copa 2010

14:11 @ 20/05/2010

Estamos de olho na Copa e em ritmo de atividades!

Estamos dando continuidade aos trabalhos iniciados com os livros: Onde a bola foi parar? e O jogo e a bola., as discilplinas estão envolvidas em todas as atividades, seja Português, Matemática, História, Ciências, Geografia, Inglês, Arte, Literaturas Africanas e Indígenas, etc, etc, etc.................... Ufa!

Os alunos estão ilustrando o campo de futebol, buscando infromações sobre o local onde acontecerá a Copa, suas curiosidades, aprendendo que os valores e virtudes fazem parte do esporte independente da modalidade, enfim... Através da Copa chegamos a vários conhecimentos, não só sobre bola no campo, como muitos pensam!

 

Bandeira do Brasil

 

ZAKUMI

Zakumi - Mascote da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul - 19º Copa do Mundo

Quem é Zakumi?
Zakumi é a mascote oficial para de FIFA para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul.

O que significam as cores de Zakumi?
As cores verde e amarelo de Zakumi representam o uniforme da seleção Sul-Africana.

Quem criou o Zakumi?
Andries Odendaal.

Qual o lema de Zakumi?
O lema oficial da mascote da Copa do Mundo é "O jogo de Zakumi é Fair Play (Jogo Limpo)." O lema de Zakumi foi exibido na Copa das Confederações de 2009 e será divulgado durante toda a Copa do Mundo da África do Sul de 2010.

O que é Zakumi?
Zakumi é um leopardo com o cabelo verde de 16 anos (em 2010).

O que significa Zakumi?
O código "ZA" representa a África do Sul ("Zuid-Afrika" em holandês) e "Kumi" significa dez (ano da Copa do mundo) em várias línguas africanas. A palavra "Zakumi" também pode ser entendida como "vem aqui" em algumas línguas sul-africanas.

Quando Zakumi nasceu?
Zakumi foi apresentado em 22 de setembro de 2008, mas a mascote "nasceu" em 16 de junho de 1994, dia da juventude na África do Sul. O ano de 1994 representa o nascimento de uma nova África do Sul, com a introdução das eleições democráticas no país. Como Zakumi terá 16 anos na Copa do Mundo ele também representa a nova geração que nasceu num país sem a política racista do Apartheid.

O que é Apartheid
O Apartheid foi uma política racial adotada legalmente em 1948 na África do Sul. Apartheid significa "separação" em africâner, língua germânica falada na África do Sul e na Namíbia. Neste regime a população negra (maioria no país) tinha de viver separada da minoria branca e não era reconhecida como cidadã em seu próprio país. O Apartheid foi abolido em 1990. Quatro anos depois a África do Sul escolheu para presidente em eleições diretas o principal representante do movimento anti-apartheid, Nelson Mandela.

 

 

 

 

 

 

 

 

Enquanto eu pintava o Mascote da Copa, fui fotografada pelo aluno Davi Guedes.

 

 

 

A maquete do campo está começando a ser confeccionada, faltam muitos detalhes, aguardem...

 

 

Mini-campo de futebol

 

Colocando o time em campo...

 

Tampinhas com carinhas de jogadores!

 

 

 

 

Informações diversas!

Quem participará da Copa 2010?

Já podemos dizer e analisar: começou para valer a Copa de 2010. Dos 52 países da Europa, estão aí os 14 melhores. Da América do Sul, beneficiada por terem 5 vagas para 10 participantes. Nos outros continentes, também nenhuma ressalva. Vejamos individualmente.

África do Sul: anfitriã, não passará da primeira fase. O ego colossal de Parreira crescerá, tentará “emplacar” 2014 pelo Brasil.

Portugal: a grande sensação quase no abismo. Precisava vencer 4 jogos para ir à repescagem, fez o surpreendente dever de casa.

Coréia do Sul e do Norte: dos primeiros a se classificarem, vão à África do Sul, com a idéia de “derrubarem o muro” que as separa. Mas fora do campo. Dentro dele, nenhuma esperança.

Espanha: ainda não ganhou nenhuma Copa, nem mesmo a que realizou em casa, em 1982. Agora, enormes chances.

Argélia: pode ser considerada uma surpresa, da mesma forma como conquistou a Independência e a Liberdade nos tempos de De Gaulle. Morrerá na chave, não terá o prazer do mata-mata.

França: único título em 1998, com uma boa seleção e as convulsões do Fenômeno. Ficou só nesse título. E vai para a África do Sul, diante do que exibiu, pode considerar uma “mão” na roda. Do Henry, que venceu em 1998.

EUA: gostam de futebol, mas não de jogos que dão o título a campeões que só fazem 1 gol. Sediou a Copa de 94, não fez nada, como não fará. Seu futebol feminino é melhor.

Itália: sempre surpreendente. Ganhou em 1982 e 2006, quando ninguém esperava. E em 1934 e 38, ninguém se lembra.

Honduras: devia ter como técnico o aventureiro Zelaya. E essa vaga ficaria muito melhor com a Costa Rica, único país da América Central, que vale a referência.

Austrália: disputava num continente que na repescagem enfrentava sempre um país da América do Sul. Mudou de continente, foi o segundo a se classificar. Para quê? Para nada.

Brasil: sempre favorito, devia ter ganho em 1978, 1982 (principalmente), 1986, 1998. Agora, tudo pode acontecer, até mesmo perder.

Suécia: sempre coadjuvante, pelo menos superou a Noruega. Não passará disso.

Argentina: chegou à primeira final em 1930, ganhou com a ditadura em 1978, e com Maradona sozinho em 1986, mesmo com “a mão de Deus”. Agora com o mesmo Maradona e o sofrimento, não pode ser descartada ou desprezada.

Chile: sempre esteve como o quarto ou o quinto da América do Sul. Dependendo da chave, pode não chegar ao mata-mata.

Costa do Marfim e Camarões: são os melhores da África, têm garra e até uma dose razoável de competência. Não esquecer deles.

Dinamarca: a Europa tem mais de 20 países “inexistentes” e quase o mesmo de “coadjuvantes”. Estão na segunda citação.

Gana: deram trabalho e ganharam citação na Copa de 2006. Não estão na mesma boa fase, darão trabalho na chave, mas não passarão.

Suíça: foi uma sorte, “honraram” a sede da Fifa. Eram conhecidos por não participarem das duas Guerras Mundiais, (não beligerantes), mais citados pelas contas numeradas. Ficarão na chave, não precisarão prestar contas a ninguém.

Alemanha: é sempre concorrente forte, embora ganhe pouco. Beckembauer confessou: “Precisávamos ganhar a Copa de 1954 (na Suíça), para nos reabilitarmos com o mundo”. Ganharam e repetiram em 2006, em casa. Agora? É esperar.

Eslovênia e Eslováquia: é o excelente que durante a ditadura soviética, se chamava o “Pacto de Varsóvia”. Dependendo, podem fugir da chave, passar às “oitavas”.

Grécia: surpreendeu ganhando a Copa de Seleções da Uefa, nova surpresa na classificação. É uma das incógnitas, depende do momento. Não para o título, mas para o primeiro jogo do mata-mata.

Inglaterra: só tem um título, conquistado em  casa, em 1966. Com 1 gol que até hoje se discute e poucos aceitam. Incluindo o repórter, que estava em Wembley. Pode chegar ás oitavas, depende do terceiro e quarto da chave.

Japão: outro coadjuvante esforçado mas não realizado. Um bom mercado de trabalho.

México: está jogando um futebol razoável. Sediou duas Copas, 1970 e 86 e não chegou nem às semifinais. Mas melhorou, não há duvida.

Nova Zelândia: a satisfação é a de todos: “Ir à Copa”. Está indo, voltará para casa rápido.

Paraguai: tem ido à Copa regularmente. Em 1994 se destacou. Quando atua em casa no Estádio Defensores Del Chaco, é um grande adversário, não esquece a estranha Guerra do Paraguai.

Nigéria: o país de maior índice de corrupção da África, (Berlusconi devia ser seu Primeiro Ministro) não tem a menor chance de nada. Estão achando petróleo no meio da rua, sem precisar prospectar. Nada a ver com futebol.

Sérvia: jogo de futebol de espetáculo, mas o resultado não conforta. Ter se classificado, pelo menos, satisfação.

Holanda: é sempre um prazer. O auge do seu futebol foi 1974 e 1978, nas duas finais enfrentou os donos da casa. Primeiro na Alemanha, e depois a seleção (armada) da Argentina.

Uruguai: campeão em 1950, derrotando o Brasil na final, nunca mais fez bonito nas Copas.

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Fonte: http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=4842

 


Bandeira da África do Sul.

África do Sul

A África do Sul é um país independente, está situado no extremo sul do continente africano e é banhado pelos oceanos Atlântico e Índico. O território encontra-se no oriente, ao sul do paralelo do equador (hemisfério sul).

A nação abriga aproximadamente 50 milhões de pessoas, distribuídas em uma área de 1.221.037 km2. A população é composta por negros, que representam 70% da população; brancos descendentes de holandeses e ingleses, que respondem por 12%, euroafricanos, representam 13%; indianos, 3%; e outras etnias, 2%.

O território abriga em seu subsolo uma grande quantidade de minérios, e destaca-se na produção de carvão mineral, manganês, ferro, cobre, platina, diamante, ouro e urânio, riquezas que são fundamentais para o desenvolvimento industrial.

Outro potencial relevante de recursos é quanto à produção de energia elétrica, impulsionada pelo rio Orange. O país não é independente quanto à produção de petróleo.

A economia sul-africana está ligada à prestação de serviços, indústria, além dos setores primários, como o extrativismo mineral e a produção agropecuária. Cidade do Cabo e Johannesburgo são os principais centros urbanos, e conseqüentemente promovem a concentração das indústrias, abrigando empresas que atuam nos setores de produção de veículos, locomotivas, incluindo ainda a metalurgia e a petroquímica.

O setor industrial é bastante diversificado, entretanto, isso não evita problemas como desigualdade social, elevado índice de desemprego, marginalização, entre outros.

Outra fonte de receita de grande importância é a atividade turística desenvolvida na Savana, conhecida como safári, além do turismo urbano, especialmente na Cidade do Cabo.

Aspectos gerais da África do Sul

Nome do país: República da África do Sul.

Línguas oficiais: Inglês, zulu, xhosa, suázi, ndebele, seSotho do sul, seSotho do norte, tsonga, tswana, venda e afrikaans.

Capitais: Pretória / Tshwane (cidade administrativa)
Cidade do Cabo (Legislativa)
Bloemfontein / Mangaung (Judiciário).

IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,683 – médio.

Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

 


As belezas sul-africanas estão em todas as partes

República da África do Sul

A República da África do Sul é muito conhecida por suas belezas naturais, com desertos, montanhas e planícies. Além desses, sua diversidade cultural e religiosa sobressaem aos olhos do mundo, diante de tantas belezas.
 

A língua falada na administração do país é o inglês, somado a mais dez diferentes línguas oficiais, que varia conforme a região.
 

Parece que tudo lá é de grande variedade. Praias, safári, mergulho, grande número de aves, turismo ecológico, dentre outros.
 

Não podemos falar desse país sem relembrar os mais de trinta anos que sofreu com o apartheid. Em Johannesburg está localizado o museu do Apartheid, onde pode-se conhecer de perto, através de vídeos, fotos e objetos, essa triste história de preconceito racial.
 

A moeda que circula no país é o Rand Sul-Africano, representado por um “R”, tendo cédulas de R200.00, R100.00, R50.00, R20.00 e R10.00. Valores menores circulam em moedas, sendo encontradas nos valores de R5.00, R2.00, R1.00, 50c, 20c, 5c, 2c e 1c.
 

De segunda a sexta o funcionamento dos bancos é das 9h as 15:30h, aos sábados estes abrem normalmente, das 8:30h às 11h. Existe ainda serviço de funcionamento bancário 24h, oferecido no aeroporto de Johannesburg.
 

De modo geral, o transporte do país não difere do resto do mundo: são aviões, trens, ônibus, táxis e carros particulares. Para dirigir na África do Sul, basta carregar uma carteira de motorista com a assinatura do motorista e que contenha uma foto atualizada do mesmo.
 

As leis de trânsito são praticamente as mesmas do Brasil, onde o uso do cinto de segurança é obrigatório, é proibido dirigir após a ingestão de álcool e as placas de trânsito aparecem em quilômetros. Em algumas estradas é comum a cobrança de pedágios.
 

A comunicação via telefonia acontece da mesma forma que no restante do mundo, com empresas particulares e públicas. Além dessas é possível encontrar os orelhões públicos, que funcionam através de cartões adquiridos nos correios, aeroporto e lojas autorizadas. A telefonia móvel da África do Sul é GSM e visitantes não encontram dificuldades em utilizar os serviços. As principais operadoras são VODACOM, MTN e CELL C.
 

Apreciar as belezas desse país será uma experiência marcante, que ficará na memória de qualquer um, pois a curiosidade será aguçada através das tantas riquezas que nele existem.
 

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

 


Manifestação cultural através da dança.

A África do Sul possui uma população de aproximadamente 43 milhões de habitantes. Essa população apresenta uma taxa de natalidade elevada e uma baixa expectativa de vida, cerca de 52 anos. O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é médio, 0, 670.

Atualmente, um dos grandes problemas enfrentados pela população e autoridades é o crime. Segundo as Nações Unidas, o país é o primeiro em assassinato com armas de fogo. A insegurança fez surgir nas cidades da África do Sul condomínios fechados.

Outro grande problema é o avanço da AIDS no país, são cerca de 5 milhões de infectados. A doença tem dizimado um número elevado de pessoas, por essa razão existem, aproximadamente, 1,2 milhão de órfãos. Segundo estimativas, em 2025 o número de habitantes do país deverá diminuir, resultado da epidemia de AIDS que assola a nação.

Na cultura, o país não possui uma configuração única, até porque existe uma enorme diversidade étnica. Por esse motivo há uma distinção ao longo do país quanto aos hábitos alimentares, música, dança, entre outros.

A população do país é constituída por diversos grupos étnicos, de modo que 70% são autóctones (zulus 20,5%, chosas 18%, pedis 9%, sotos 7%, tsuanas 6%, tsongas 3,5%, suazis 2%, nedebeles 2% e vendas 2%), europeus 12% (holandeses, alemães, franceses e ingleses), euroafricanos 13%, indianos 3% e outros 2%.

Diante da pluralidade cultural, existem diversos idiomas considerados oficiais, os principais são: africâner, inglês, sepédi, sessoto, setsuana, entre outros. Quanto à prática religiosa, 66,4% da população segue o cristianismo (reformistas católicos, metodistas, anglicanos, luteranos), 1,3 % hinduísmo, 1,1% islamismo, 0,2% sem filiação e 29,8% outras religiões.

Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

 

 

 

 

Dia das Mães

12:52 @ 09/05/2010

História do Dia da Mães


As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.


À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.


A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.

Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.

Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.

E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo

No Brasil a  introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.

A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.

Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.


Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal

 

Obrigado Senhor!

Obrigado , Senhor , pela mãe que você me deu ...
... por todas as Mães do mundo
... pelas mães brancas , de pele alvinha ...
... pelas pardas , morenas ou bem pretinhas ...
... pelas ricas e pelas pobrezinhas ...
... pelas mães - titias , pelas mães -vovós , pelas madrastas -mães ,
... pelas professoras - mães ...
... pela mãe que embala ao colo o filho que não é seu ...
... pela saudade querida da mãe que já partiu ...
... pelo amor latente em todas as mulheres , que
desperta ao sentir desabrochar em si uma nova vida ...
... pelo amor , maravilhoso amor que une mães e filhos ...
Eu lhe agradeço , Senhor !

Autor desconhecido

 

Curiosidade:

Dia das mães no mundo

2º domingo de maio – Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica

2º domingo de fevereiro – Noruega

2º domingo de outubro – Argentina

2º dia da primavera – Líbano

1º domingo de maio - Portugal

10 de maio – México

8 de dezembro –  Espanha

Último domingo de maio – Suécia

4º domingo da Quaresma – Inglaterra

 

(Presente da aluna Pamela - 5º ano)

 

Nossas homenagens a todas as MÃES!

 

 

Hoje não é somente seu aniversário Hoje é o dia em que os Anjos dão o espetáculo ...

 

Por mais que o tempo passe e as estações se movam, ainda será minha estrela, a mais linda...

 

Minha mãezinha Estou sonhando com os teus abraços Com o teu aconchego maternal... O cheiro materno é maravilhoso!

 

 

 

 

 

Para refletir...

O menino das meias vermelhas

Todos os dias, ele ia para o colégio com meias vermelhas.
Era um garoto triste, procurava estudar muito mas na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa. Os outros guris zombavam dele, implicavam com as meias vermelhas que ele usava.

Um dia, perguntaram porque o menino das meias vermelhas só usava meias vermelhas.
Ele contou com simplicidade:
- "No ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo. Botou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei, comecei a chorar, disse que todo mundo ia zombar de mim por causa das meias vermelhas. Mas ela disse que se me perdesse, bastaria olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas saberia que o filho era dela".

Os garotos retrucaram:
- "Você não está num circo! Porque não tira essas meias vermelhas e joga fora?"

Mas o menino das meias vermelhas explicou:
- "É que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim vai me encontrar e me levará com ela".

Fonte: http://www.comamor.com.br/meias_vermelhas.asp 

 

Oficina de Educação Musical

19:55 @ 04/05/2010

Escolas públicas e privadas de todo o Brasil têm até 2011 para incluir o ensino de Música em sua grade curricular. A exigência surgiu com a lei nº 11.769, sancionada em 18 de agosto de 2008, que determina que a música deverá ser conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica. "O objetivo não é formar músicos, mas desenvolver a criatividade, a sensibilidade e a integração dos alunos", diz Clélia Craveiro, presidente da Câmara de Educação Básica do CNE (Conselho Nacional de Educação).

A música não será necessariamente uma disciplina exclusiva. Ela integrará o Ensino de Arte, como explica Clélia Craveiro: "Antigamente, Música era uma disciplina. Hoje não. Ela é apenas uma das linguagens da disciplina chamada Artes, que pode englobar ainda Artes Plásticas e Cênicas. Trabalharemos com uma equipe multidisciplinar e, nela, teremos um professor de Música. E cada escola terá autonomia para decidir como incluir esse conteúdo de acordo com seu projeto político-pedagógico".

Independente da lei já fazíamos um trabalho com educação musical informalmente, atualmente temos uma profissional da área, Tia Cris, que faz parte dos projetos da escola e cria seus próprios projetos.

Arrumação dos instrumentos confeccionados pelos alunos.

Momentos da oficina:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A lei diz que o Ensino de Música será obrigatório na Educação Básica (que engloba Educação Infantil e o Ensino Fundamental), mas não especifica se todas as séries terão a Música incluída em sua grade curricular. "Isso será definido até 2011 com os sistemas de ensino estaduais e municipais, assim como a quantidade de aulas por semana", diz Clélia Craveiro.

"A música contribui para a formação integral do indivíduo, reverencia os valores culturais, difunde o senso estético, promove a sociabilidade e a expressividade, introduz o sentido de parceria e cooperação, e auxilia o desenvolvimento motor, pois trabalha com a sincronia de movimentos", explica Sonia Regina Albano de Lima, diretora regional da Associação Brasileira de Ensino Musical, (ABEM) e diretora dos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu em Música e Educação Musical da FMCG (Faculdade de Música Carlos Gomes). O trabalho com música desenvolve as habilidades físico-cinestésica, espacial, lógico-matemática, verbal e musical. "Ao entrar em contato com a música, zonas importantes do corpo físico e psíquico são acionadas - os sentidos, as emoções e a própria mente. Por meio da música, a criança expressa emoções que não consegue expressar com palavras", completa.

Se o Ensino de Música não será como antigamente, quando se aprendia as notas musicais e canto orfeônico, o que as crianças irão aprender nas aulas?

O MEC recomenda que, além das noções básicas de música, dos cantos cívicos nacionais e dos sons de instrumentos de orquestra, os alunos aprendam cantos, ritmos, danças e sons de instrumentos regionais e folclóricos para, assim, conhecer a diversidade cultural do Brasil.

Segundo Clélia Craveiro, a lei não especifica conteúdos, portanto as escolas terão autonomia para decidir o que será trabalhado. "É muito complicado impor um conteúdo programático obrigatório para as aulas de Música, quando a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) nº 9294/96 privilegia a flexibilidade do ensino", diz Sonia Albano, para quem o mais importante seria trabalhar a coordenação motora, o senso rítmico e melódico, o pulso interno, a voz, o movimento corporal, a percepção, a notação musical sob bases sensibilizadoras, além de um repertório que atinja os universos erudito, folclórico e popular.

Segundo Clélia Craveiro, do Conselho Nacional de Educação, as aulas serão ministradas por professores especialistas em Música, ou seja, que tenham licenciatura. A formação em Música é defendida por profissionais da área, que a julgam imprescindível. "Se um professor de Língua Estrangeira não pode lecionar Matemática, um Ensino Musical de qualidade não pode ser ministrado por um professor que não tenha conhecimento na área musical. Trabalhar com um profissional não habilitado propicia um ensino superficial e perigoso, pois o professor não terá condições de avaliar os prejuízos que poderá provocar ao indivíduo e nem terá capacidade para aplicar esse conhecimento de maneira eficaz", alerta Sonia Albano. Lisiane Bassi, coordenadora do programa de Educação Musical de Franca, cidade do interior de São Paulo que é referência no Ensino Musical, concorda. "O professor de sala pode e deve usar a música em suas aulas, mas não tem condição de dar aula de Música", diz.

Para Lisiane Bassi, para encarar uma sala de aula e ministrar um Ensino Musical de qualidade não basta ser músico, é preciso ter didática, e para isso servem os cursos de capacitação. "Há muitos profissionais formados em Música, mas que não têm didática. E, geralmente, eles saem da faculdade com formação específica em apenas um instrumento e com o objetivo de serem professores particulares de música, ou seja, terem apenas um aluno por vez", diz Lisiane Bassi.

Apesar de o Ensino Musical exigir um professor especialista (técnico ou licenciado em Música), Sonia Albano e Lisiane Bassi acreditam que seria de grande valia que as faculdades de Pedagogia contemplassem a disciplina Música, ensinando, por exemplo, como usar a música em sala de aula, além de explicar o que é a Educação Musical e como ela pode ser parceira no ensino-aprendizagem, pois segundo Lisiane "há falta de conhecimento de alguns professores, que acham que aula de Música é só cantar, é brincadeira".

Segundo Clélia Craveiro, do CNE, as instituições de ensino possuem autonomia para definir o tipo de Educação Musical que irão implantar, assim como seu conteúdo, de acordo com seu projeto político-pedagógico. Para Sonia Albano, a modalidade de Ensino Musical que será adotada será o grande desafio que as escolas irão enfrentar. Será realizado um ensino musical tecnicista ou sensibilizador? Vai se priorizar a voz, a formação instrumental ou a formação estético-musical dos alunos? Segundo Sonia, estas são decisões fundamentais e que devem ser o ponto de partida para que a lei nº 11.769 seja cumprida.

Há várias formas de se trabalhar a Música na escola, por exemplo, de forma lúdica e coletiva, utilizando jogos, brincadeiras de roda e confecção de instrumentos, como sugere Sonia Albano. "Dessa forma, a música é capaz de combater a agressividade infantil e os problemas de rejeição", justifica ela.

Para que as aulas de Música não virem "hora do recreio", é preciso que os pais fiquem de olho em quem irá ministrar essas aulas e se esse ensino será contínuo e com uma metodologia capaz de desenvolver a capacidade musical dos estudantes de forma gradual, sem truncamentos e interrupções. "Já nós, profissionais de música, precisamos trabalhar para instituir gradualmente um Ensino Musical de qualidade, com metas pedagógicas precisas e contínuas. Devemos cuidar para que essa nova lei tenha um destino melhor do que as outras", propõe Sonia Albano. Ela acredita também que as associações de classe, os coordenadores pedagógicos e professores da área devam trabalhar com responsabilidade junto ao MEC e às delegacias de ensino para a implantação de um ensino musical de qualidade.

 

FONTE: http://educarparacrescer.abril.com.br/politica-publica/musica-escolas-432857.shtml 

 

 

 

 



 

Aceitamos encomendas!

22:44 @ 28/04/2010

Aceitamos encomendas:

História: A bonequinha preta

 

História: João e Maria

 

Macaquinho...

 

História: João e Maria

 

  • Pintura e outras artes com Géssica (mãe de Henry)

visite: http://petitpoislilas.blogspot.com/

Cenário básico pintado na camisa

 

Eu complementei com feltro!

 

História: A joaninha diferente

 

História: O jogo e a bola

 

 

Se houver outros pais e / ou responsáveis prendados e que desejarem fazer parte desta teia de prestação de serviçosque entrem em contato!

 

Com base no livro da escritora Regina Selma,   “ O menino do Sertão e a menina da cidade”, estamos pesquisando sobre a vida no campo e cidade, desde a sua importância e os pontos positivos e negativos de se viver nestes locais.

Para complementar nossas pesquisas foi escolhida uma música tema:

 

Deus e Eu No Sertão

Victor e Leo

Composição: Victor Chaves 

Nunca vi ninguém
Viver tão feliz
Como eu no sertão

Perto de uma mata
E de um ribeirão
Deus e eu no sertão

Casa simplesinha
Rede pra dormir
De noite um show no céu
Deito pra assistir

Deus e eu no sertão

Das horas não sei
Mas vejo o clarão
Lá vou eu cuidar do chão

Trabalho cantando
A terra é a inspiração
Deus e eu no sertão

Não há solidão
Tem festa lá na vila
Depois da missa vou
Ver minha menina

De volta pra casa
Queima a lenha no fogão
E junto ao som da mata
Vou eu e um violão

                                                                                                                         Deus e eu no sertão

Já temos os protagonistas para os personagens do livro de Regina Selma: Gabriela e Davi!

 

Aguardem mais informações!

 

Projeto: Sabe onde a bola foi parar?

Público: 1º ao 5º ano escolar

Início: Abril/2010

Término: Indeterminado

 

Matemática

 

A copa está chegando é hora de aproveitar e colocar não só em campo os valores que poderemos praticar em nosso dia-a-dia.

Com base nos textos “Sabe onde a bola foi parar?” e “O jogo e a bola” iremos desenvolver atividades com os alunos para estimular o interesse pela leitura, aquisição de conhecimentos e prática de esportes.

"Sabe onde a bola foi parar?"

Todos queriam saber onde foi para a bola!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Português

O jogo e a bola

 

A cutia gritava:

      -    Viva! Viva! Viva!

O pato ouviu e saiu do lago.

O gato ouviu e saiu do mato.

O tucano ouviu e pulou do galho.

Todos foram ver a cutia.

A cutia pulava e falava:

-         Viva! Viva! Eu tenho uma bola!

O pato teve a ideia de inventar um jogo:

-         Eu chuto com meu pé de pato, o gato bate com seu rabo de gato e o tucano rebate com seu bico de tucano.

Ele levantou o pé: um, dois, três e !

Mas a bola rolou antes.

E o pato deu um chute no ar.

A bola rolou e rolou sema parar.

A cutia corria atrás da bola.

 O pato corria atrás da cutia.

O gato corria atrás do pato.

O tucano voava atrás do gato.

Onde a bola vai parar?

Parou na beira do lago.

E para espanto de todos, a bola era o ...

Tatu-bola!

 

Mary França e Eliardo França

Esta história foi contada com dedoches. Confeccionei com feltro!

 

 

 

 

 

Chegou a hora!

 

1.      Ilustre o texto:

 

 

 

 

 

 

2.      Bate – papo:

Qual a diferença entre os dois textos?

Qual a sua opinião sobre esta história?

Você imaginou passar por esta situação: encontrar uma bola e descobrir que na verdade era um tatu-bola?

       

Curiosidade:

Nome popular: Tatu-bola

Nome científico: Tolypeutes tricinctus

Quanto mede: 50 centímetros

Onde vive: Na caatinga do Nordeste

O que come: Formigas, escorpiões, frutas, ovos

Filhotes: Um, no máximo dois filhotes

          O tatu-bola é o menor tatu brasileiro, o único tatu endêmico, isto é, que existe apenas no nosso Brasil e o mais ameaçado, porque, como não cava bem como os outros tatus, é mais fácil de ser caçado na região de seca, onde há pouca comida.

Para se defender, esse tatu se enrola completamente, formando uma bola, daí o nome popular, e o rabo e a cabeça se adaptam como num quebra-cabeça, protegendo o corpo do tatu, o que não o defende do homem, porém, porque fica fácil pegar a bola que é o tatu e enfiar num saco.

Por ser ainda muito caçado, o tatu-bola desapareceu em Sergipe e no Ceará, mas ainda existe na Bahia, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte, nas regiões ainda despovoadas. Apesar de protegido por lei, esse animalzinho é caçado até dentro do Parque Nacional da Serra da Capivara e da Estação Ecológica do Raso da Catarina, áreas de conservação, onde no passado o tatu-bola existia em quantidade.

Para salvar essa espécie, os cientistas estão propondo estudos para criação em cativeiro e principalmente programas de educação ambiental para a população da área onde ainda sobrevive esse tatu. O problema é que esse bicho vive justamente na região mais pobre e carente do Brasil e, sem educação, nunca se conseguirá que um caboclo com fome deixe de pegar o tatu para comê-lo, se tiver oportunidade. 

Fonte: www.jperegrino.com.br

 

 

Cabeça de vento com Bia Bedran

21:40 @ 09/04/2010

O Centro Educacional estava sendo representado neste evento.

Estivemos no teatro do SESI (Macaé) para assisitir r participar deste espetáculo, simplesmente foi muito bom, ou melhor MARAVILHOSO!

 

 

"Macaquinho sai daqui..."

Hora de dançar!

"Subi no tronco e comi cacau..."

As caveiras estão soltas...

 

 

 

 

Todos nós somos "cabeças de vento" e graças a Deus por isso! Quem não teve oportunidade de participar de um espetáculo de Bia Bedran, quando tiver não deixe de participar, pois, você volta a ser criança e brinca até num quintal maginário!

Hora de estudo

21:09 @ 09/04/2010

Vamos estudar?

Levanta a cabeça Tia Soraya!

Quanta concentração!

Tia Elisangela no momento de criação!

Aqui é só alegria!

Vamos trabalhar?

Ninguém fica parado!

 

 

 

 

Tatiana Belinky e o encanto das palavras.

A história de vida de Tatiana Belinky é tão emocionante quanto os livros que ela escreve para as crianças. Nascida na Rússia, poliglota e escritora desde sempre, chegou ao Brasil aos 10 anos, fugindo com a família das mazelas da guerra civil provocada pela revolução comunista que, em 1917, fez nascer a antiga União Soviética. Seu primeiro livro infantil, Limeriques (Ed. FTD), foi publicado em 1987. Hoje, aos 89 anos, ela continua escrevendo – à mão, com uma caligrafia que não envelhece com o passar do tempo. 

Sugestão da Sala de leitura Monteiro Lobato:

Mito alemão recontado por Tatiana Belinky. Contanabos é o espírito das rochas, que vive numa enorme cadeia de montanhas entre a Silésia e a Boêmia. Ilustrações de Edu.

Perfil

Uma das mais conhecidas escritoras do universo infanto-juvenil brasileiro é, na verdade, russa. Tatiana Belinky nasceu em 18 de março de 1919 em São Petersburgo, Rússia. Com dois anos de idade se mudou com a família para uma cidade próxima, Riga, e aos quatro anos aprendeu a ler. O pai, Aron Belinky, era comerciante. A mãe, Rosa Belinky, cirurgiã-dentista. Mas, no decorrer da década de 1920, intensificaram-se perseguições a judeus na então União Soviética, além de uma guerra civil, e os Belinky decidiram mudar de ares. A família chegou a São Paulo em 1929. Tatiana tinha dez anos e falava russo e alemão.
Em São Paulo, já adolescente, faz curso e trabalha durante um ano como secretária-bilingüe e em 1939 ingressa no curso de Filosofia da Faculdade São Bento. Não termina o curso, pois em 1940 casa-se com o médico psiquiatra e educador Júlio de Gouveia, com quem tem dois filhos. No final da década de 1940, com os filhos um pouco crescidos, passa a trabalhar em parceria com o marido em uma série de criações e adaptações de histórias infantis para teatro e começam a trabalhar encenando-as com apoio da Prefeitura de São Paulo. Este trabalho segue até 1951 e um ano depois encenam uma de suas peças de maior sucesso, Os três ursos, na pioneira TV Tupi. O sucesso repete-se em escala maior e são chamados para ter um programa fixo na emissora. Para dar conta do recado, Tatiana e Júlio fundam o Teatro-Escola de São Paulo (TESP). Começa então uma história de sucesso que vai até 1966 com quatro teleteatros semanais, incluindo aí uma adaptação pioneira da série O Sítio do Pica-Pau Amarelo, de Monteiro Lobato, que chegou a conhecer pessoalmente.
Em 1952 Tatiana Belinky começa a trabalhar profissionalmente como tradutora. Nesta função, que manteria até 1994, chegou a um impressionante resultado de mais de 80 obras traduzidas. Nesse trabalho enfrentou autores como Tolstoi, Bertolt Brecht, Charles Perrault, Dostoievski, Goethe, Máximo Gorki, Irmãos Grimm, Lewis Carroll, Nicolai Gogol, Robert Louis Stevenson e Ivan Turgueniev.
Em 1965 cria e dirige a revista Teatro da Juventude, além de ser presidente do setor infanto-juvenil da CET (Comissão Estadual de Teatro de São Paulo). Novos desafios surgem em 1972 quando passa a trabalhar como cronista, articulista e crítica de literatura infanto-juvenil e de teatro para a TV Cultura e os jornais Folha de São Paulo, Jornal da Tarde e Estado de São Paulo.
Curiosamente, a carreira de Tatiana Belinky como escritora infanto-juvenil só começa em 1985 depois de ser chamada por uma amiga editora para ajudar numa série de livros. Sacou de sua gaveta algumas histórias e nunca mais parou de escrever. Desde então, em pouco menos de 20 anos de carreira, Tatiana Belinky já colocou nas mãos das crianças cerca de 100 livros. O primeiro, em 1987, foi Limeriques (FTD), trazendo uma de suas marcas registradas, pequenos poemas de cinco versos, divertidos, rimados e ligeiramente surreais, inspirados nos ‘limericks’ da língua inglesa.
Tal qual sua amiga de profissão, Ruth Rocha, a personagem literária que mais a inspirou, tanto na vida quanto em sua arte, é a boneca de pano Emília, de Monteiro Lobato, por seu bom humor, inquietude e espírito contestador.

Curiosidades

Criança é um público maravilhoso, interessado e inteligente. Nunca se deve subestimar a inteligência de uma criança. Fazem perguntas que precisamos estar prontos para responder ou honestos o suficiente para dizer ‘não sei’”. – Tatiana Belinky
Sou antiga, mas não sou velha, porque dentro de mim continua vivinha a criança que fui e isto me permite estar em sintonia com crianças e jovens, com quem procuro repartir minhas curtições de ontem e de hoje. Meu prêmio maior é saber que meus livros irão para as mãos das crianças, e se elas sorrirem, ou se emocionarem ou ficarem pensativas, eu ficarei feliz”. – Tatiana Belinky
Quando eu era pequena, queria ser bruxa. Porque bruxa tem poder. Não bruxa feia. Queria ser bruxa bonita. Como a madrasta da Branca de Neve, que era linda. Mas, depois que eu conheci a Emília, eu disse “não, agora quero ser a Emília”. Muito melhor. Ela também tinha poderes: o poder do senso do humor, o da contestação”. – Tatiana Belinky
Os pais me perguntam: “Eu mando meu filho ler, mas ele não lê! O que eu faço?”. Comece por não mandar. Livro não é castigo, não é tarefa, não é chateação. Tem de ser curtição, prazer”. – Tatiana Belinky
Embora diga que só escreve quando lhe dá na veneta, a impressão que fica é que essa tal veneta é escrevinhadora incorrigível, pois em 8 anos criou quase 50 livros. Uma produção que faz de Tatiana Belinky uma das mais férteis e premiadas autoras do país, pois já é dona de 11 premiações. Tatiana só perde o humor quando alguém duvida de sua brasileirice: ‘Sou mais brasileira que muitos brasileiros. Estou aqui há 65 anos, há mais tempo que a maioria’.” – Elvira de Oliveira

Créditos: http://blog.zequinhabarreto.org.br/2008/07/10/tatiana-belinky/

Biografia: Tatiana Belinky

(TATIANA AOS 4 ANOS)

Tatiana Belinky (São Petersburgo, 18 de março de 1919) é uma das mais importantes escritoras infanto-juvenis contemporâneas. Embora russa, está radicada no Brasil há quase oitenta anos.


Biografia:

Nasceu em São Petersburgo (Rússia) no dia 18 de março de 1919. Chegou com a família ao Brasil aos dez anos de idade, fugindo das guerras civis que assolavam a então União Soviética. Nesta altura, Tatiana já falava russo, alemão e letão.
Aos dezoito anos, após concluir um curso preparatório, começou a trabalhar como secretária-correspondente bilíngüe, nos idiomas português e inglês. Aos vinte ingressou no curso de Filosofia da Faculdade São Bento, mas abandonou-o em seguida, quando casou-se com o médico e educador Júlio Gouveia. O casal tem dois filhos.
No ano de 1948, começa a trabalhar em adaptações, traduções e criações de peças infantis para a prefeitura de São Paulo em parceria com o marido. Em 1952 encenam "Os Três Ursos" em pedido da TV Tupi, que atinge grande sucesso. O êxito deste trabalho foi definitivo para a carreira da escritora iniciante: o casal é convidado a ter um programa fixo na emissora. Dentro da casa, Tatiana e Júlio fazem a primeira adaptação de o "Sítio do Picapau Amarelo", de Monteiro Lobato. O trabalho do casal na Tupi seguiria até 1966. Neste ínterim, Tatiana Belinky recebe seus primeiros prêmios como escritora, além de tornar-se presidente da CET (Comissão Estadual de Teatro de São Paulo).
Em 1972 passa a trabalhar na TV Cultura e em grandes jornais do estado de São Paulo, como a Folha de São Paulo, o Jornal da Tarde e O Estado de São Paulo, escrevendo artigos, crônicas e crítica de literatura infantil.
Finalmente, em 1985, Tatiana Belinky desponta como escritora de livros, colaborando em uma série infanto-juvenil. Em 1987 publica o primeiro livro: "Limeriques", pela editora FTD, baseando-se nos limericks irlandeses. A partir desta publicação, Tatiana passa a trabalhar fervorosamente sobre novas criações, chegando a escrever mais de cem obras. Suas publicações são acompanhadas por vários prêmios literários, entre eles o célebre Prêmio Jabuti, recebido em 1989.
De sua vasta obra, destacam-se "Coral dos Bichos", "Limeriques", "O Grande Rabanete", "Di-versos russos", "Limerique das Coisas Boas", entre outros.
Nestes últimos anos, Tatiana Belinky tem também publicado livros de crônicas e memórias

 



FALAS:

“Criança é um público maravilhoso, interessado e inteligente. Nunca se deve subestimar a inteligência de uma criança. Fazem perguntas que precisamos estar prontos para responder ou honestos o suficiente para dizer 'não sei'”. – Tatiana Belinky



“Sou antiga, mas não sou velha, porque dentro de mim continua vivinha a criança que fui e isto me permite estar em sintonia com crianças e jovens, com quem procuro repartir minhas curtições de ontem e de hoje. Meu prêmio maior é saber que meus livros irão para as mãos das crianças, e se elas sorrirem, ou se emocionarem ou ficarem pensativas, eu ficarei feliz”. – Tatiana Belinky



“Quando eu era pequena, queria ser bruxa. Porque bruxa tem poder. Não bruxa feia. Queria ser bruxa bonita. Como a madrasta da Branca de Neve, que era linda. Mas, depois que eu conheci a Emília, eu disse “não, agora quero ser a Emília”. Muito melhor. Ela também tinha poderes: o poder do senso do humor, o da contestação”. – Tatiana Belinky



“Os pais me perguntam: “Eu mando meu filho ler, mas ele não lê! O que eu faço?”. Comece por não mandar. Livro não é castigo, não é tarefa, não é chateação. Tem de ser curtição, prazer”. – Tatiana Belinky



“Embora diga que só escreve quando lhe dá na veneta, a impressão que fica é que essa tal veneta é escrevinhadora incorrigível, pois em 8 anos criou quase 50 livros. Uma produção que faz de Tatiana Belinky uma das mais férteis e premiadas autoras do país, pois já é dona de 11 premiações. Tatiana só perde o humor quando alguém duvida de sua brasileirice: ‘Sou mais brasileira que muitos brasileiros. Estou aqui há 65 anos, há mais tempo que a maioria’.” – Elvira de Oliveira


FONTE:http://www.tvcultura.com.br/culturanointervalo/perfil.asp?programaid=7


 

Caixa de leituras

22:03 @ 27/03/2010

Estou montando uma caixa de leitura, nela consta algumas sugestões de leituras para as turmas do 1º ao 5º ano escolar. Peguei uma caixa de sapato e encapei... Qualquer um poderá fazer isto! Em seguida iniciei uma pesquisa em jornais, revistas, encartes, livros pedagógicos, modelos de atividades, etc. O meu objetivo era encontrar textos diversos, letras de músicas, palavras, imagens... Aos poucos estou arquivando o que encontro na minha "caixa secreta de leitura", ela será utilizada em sala de aula.

Aquia está ela!

 

Primeiro fiz estas fichas com palavras.

 

Para exercitar o cérebro, um jogo da memória industrializado (comprado pronto), este jogo ficava à toa, peguei e coloquei em nossa caixa.

 

Um jogo da memória com imagem e escrita:

  

 

Treino ortográfico (Auto - Ditado): Eu mostro a figura com um número e a criança irá escrever o nome da imagem!

 

Alguns textos que serão apresentados aos alunos, alguns tem comando:

 

 

Irei pesquisar outros textos, por enquanto...

 

Eu trabalho com este material e indico-o a todos que desejarem iniciar no mundo da alfabetização! Tentarei postar alguns modelos de atividades, aguardem!                               

MÉTODO FÔNICO DE ALFABETIZAÇÃO

Cartaz com os personagens da "História da Abelhinha":


Os métodos fônicos também são conhecidos por métodos sintéticos ou fonéticos. Partem das letras (grafemas) e dos sons (fonemas) para formar, com elas, sílabas, palavras e depois frases. No principal modelo de Método Fônico utilizado pelos professores alfabetizadores, as crianças não pronunciam os nomes das letras, mas sim os seus sons.

O lingüista americano Bloomfield, propositor do módulo fônico desse método, defende que a aquisição da linguagem é um processo mecânico, ou seja, a criança será sempre estimulada a repetir os sons que absorve do ambiente. Assim, a linguagem seria a formação do hábito de imitar um modelo sonoro. Os usos e funções da linguagem, neste caso, são descartados (em princípio), por se tratarem de elementos não observáveis pelos métodos utilizados por essa teoria, dando-se importância à forma e não ao significado. No tocante à aquisição da linguagem escrita, a fônica é o intuito de fazer com que a criança internalize padrões regulares de correspondência entre som e soletração, por meio da leitura de palavras das quais ela, inconscientemente, inferir as correspondências soletração/som.

De acordo com esse pensamento, o significado não entraria na vida da criança antes que ela dominasse a relação, já descrita, entre fonema e grafema. Nesse caso, a escrita serviria para representar graficamente a fala.

O método fônico baseia-se no aprendizado da associação entre fonemas e grafemas (sons e letras) e usa, em princípio, textos produzidos especificamente para a alfabetização.

O método que o Brasil empregava antes dos anos 80 não era o fônico, mas o alfabético-silábico, baseado no ensino repetitivo de sílabas.

Diferente do Método Fônico, que é baseado no ensino dinâmico do código alfabético, ou seja, das relações entre grafemas e fonemas em meio a atividades lúdicas planejadas para levar as crianças a aprenderem a codificar a fala em escrita, e, de volta, a decodificar a escrita no fluxo da fala e do pensamento.

O fônico é inteligente, lúdico e nada mecânico. Leva as crianças a serem alfabetizadas muito bem em quatro ou seis meses, quando passam a ler textos cada vez mais complexos e variados. Ele é tão eficaz em produzir compreensão e produção de textos porque, de modo sistemático e lúdico, fortalece o raciocínio e a inteligência verbal.

O Observatório Nacional da Leitura da França e o Painel Nacional de Leitura dos EUA afirmam sua clara superioridade, mas o MEC nunca deu à criança brasileira a chance de aprender com o fônico e colher seus frutos.

No método fônico, a alfabetização se dá através da associação entre símbolo e som. Para que a criança se torne capaz de decifrar milhares de palavras, ela aprende a reconhecer o som de cada letra. De outra forma, ela teria que memorizar visualmente todo o léxico, algo ineficiente do ponto de vista dos defensores do método fônico. O método parte da regra para a exceção.

Quando se usa o método fônico se melhora a compreensão do texto. No método ideovisual, onde o professor dá logo o texto, o que acontece é que a criança tende a memorizar as palavras. Porém, o código alfabético não se presta à memorização fácil porque as letras são muito parecidas. Com isso, o que acontece é que a criança troca as palavras quando lê (paralexia) e troca palavras na escrita (paragrafia). Esses erros ocorrem porque o alfabeto não se presta à memorização visual. Ele tem que ser decodificado. Ele foi inventado pelos Fenícios para mapear sons da fala, por isso é eficiente. Se você sabe decodificar não precisa memorizar.

Quem opta por ser alfabetizador o faz por amor, por idealismo. Uma pessoa idealista é a primeira a se apaixonar pelo seu trabalho quando ele funciona. O método fônico produz resultados extraordinários. Em três meses uma criança está lendo o que não lia em dois anos sob o método ideovisual. As professoras que empregam o método fônico ficam maravilhadas com sua eficácia.

Para aprender é necessário decodificar. Decodificar nada mais é do que converter os grafemas em fonemas. Aprender a pronunciar a palavra em presença da escrita. Quando pensamos em palavras usamos nossa voz interna. Quando lemos em voz baixa escutamos nossa voz. Isto é o processo fônico: a invocação da fala interna em presença do texto. O método ideovisual desestimula esta fala interna. Ele tenta estimular a leitura visual direta, portanto, a memorização. Só que não é possível memorizar ideograficamente todas essas palavras. A forma correta é aprender a decodificar. Quando fazemos isso, naturalmente se consegue produzir a fala e entender o que se está lendo.

Para alfabetizar, a criança deve ser levada a participar da linguagem escrita. Para isso, é necessário um diagnóstico prévio que aponte qual é a relação do sujeito com o texto. Assim, podem-se definir estratégias e exercícios que façam o aluno ler e escrever.

Para Sílvia Colello, os PCN não devem subestimar as crianças e nem reduzir o ensino àquela relação unívoca em que o professor ensina e o aluno silencia. Rodeadas por estímulos visuais e sonoros, televisões, computadores e videogames, seria equivocado crer que elas se interessariam e se reconheceriam verbalmente com frases como “o boi bebe e baba”.

Segundo a professora, é interessante notar que os defensores do método fônico no Brasil são psicólogos, em sua maioria. “Eles não lidam com a língua enquanto sistema em implementação. Eles estão preocupados em encontrar uma metodologia que seja objetiva e controlada, para ensinar a ler e a escrever. Mas só isso não é suficiente hoje em dia”, afirma. De acordo com Colello, pode-se até ensinar a criança a ler e a escrever, mas se anulará o gosto que ela poderia vir a ter pela leitura.

O grande argumento contra os parâmetros construtivistas é o péssimo desempenho do Brasil em diversas avaliações nacionais e internacionais, como no Sistema de Avaliação do Ensino Básico (Saeb) e em avaliações da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) e da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) desde que o conceito foi incorporado nos PCNs, em 1996.


Bibliografia :

Alfabetização no Brasil - Uma metodologia ultrapassada - Fernando C. Capovilla - RedePsiConstrutivismo não é método para alfabetização - Mariana Garcia, Revista Com Ciência;Construtivismo x Método Fônico - Telma Weisz e Fernando Capovilla (Abrelivros);O método Fônico na Alfabetização de Crianças - Vicente Martins - TextoLivre;

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 O “MÉTODO DA ABELHINHA" – ORIGEM E PROPOSTA DE ENSINO

O referido método é de autoria de Alzira Sampaio Brasil da Silva, Lúcia Marques Pinheiro e Risoleta Ferreira Cardoso, educadoras com ampla experiência de ensino e pesquisa que, criaram o método que foi experimentado na Escola Guatemala, na cidade do Rio de Janeiro, em 1965 (CARVALHO, 2005).
A evidência na memorização dos sons e a preocupação com a leitura são características fundamentais do “Método da Abelhinha”, que foi assim denominado em razão da História da Abelhinha que acompanha o Guia do Mestre e o Guia de Aplicação, cujo o personagem da abelhinha tem grande importância no enredo da história. Na utilização do método em estudo são usados prioritariamente recursos fônicos e visuais
O “Método da Abelhinha” apresenta três etapas seguidas de objetivos, duração,
recomendações e sugestões de atividades. De acordo com os Guias, as etapas são
as seguintes: Período Preparatório ou Integração da Criança, História ou Início da
Alfabetização e Completando a Alfabetização.
A segunda etapa do “Método da Abelhinha” denominada de História ou Início da Alfabetização é considerada o ponto central do método, pois através da apresentação da “História da Abelhinha” organizada de forma continuada e dividida em sete capítulos, os personagens são apresentados e associados a sons e letras.
Do segundo ao quinto capítulo da História ou Início da Alfabetização as consoantes são apresentadas seguindo a seqüência do “Método da Abelhinha”, no entanto, sendo introduzidas uma de cada vez e paralelamente são realizados exercícios de fixação, interligando os sons aos personagens da história. Dentre as atividades que podem ser realizadas podemos destacar: leitura oral, cópia de sons, identificação do som inicial, união de consoantes e vogais, ditado, identificação das vogais e consoantes maiúsculas e minúsculas e a utilização dos cartazes e código de sons.
Para diversificar o trabalho no dia-a-dia da sala de aula a professora pode utilizar o
alfabeto mural (cartazes) ou código de sons. No Guia do Mestre e de Aplicação são
indicados materiais para a utilização do método, entre eles o alfabeto mural:
composto de vinte e três cartões coloridos, com as letras integradas aos desenhos
dos personagens da “História da Abelhinha” e o código de sons: que reproduz os
cartazes murais em tamanho pequeno, utilizado para atividades de fixação de sons.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


SILVA, Almira Sampaio Brasil da; PINHEIRO, Lúcia Marques; CARDOSO, Risoleta
Ferreira. Método misto de ensino da leitura e da escrita e história da abelhinha
– Guia do mestre. 8. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, s/d.
SILVA, Almira Sampaio Brasil da; PINHEIRO, Lúcia Marques; CARDOSO, RisoletaFerreira. Método misto de alfabetização – Guia de aplicação. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, s/d.
AMÂNCIO, Lázara Nanci de Barros; CARDOSO, Canciolina Janzkovski. Fontes para
o estudo da produção e circulação de cartilhas no Estado de Mato Grosso. In:
FRADE, Isabel Cristina Alves da Silva; MACIEL, Francisca Izabel Pereira (orgs.).
História da Alfabetização: produção, difusão e circulação de livros (MG/ RS/ MT
– Séc. XIX e XX). Belo Horizonte: UFMG/FaE, 2006.
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e letrar: um diálogo entre a teoria e a prática.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.

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A história deve ser contada aos poucos, por partes, apresentando sempre o personagem correspondente e treinando o som com as crianças, a partir da visualização de cada cartaz. Ao final de cada trecho deve-se deixar uma expectativa em torno da continuidade da história, fazer com que o aluno de fato vivencie cada trecho, vibre com as conquistas e espere ansiosamente pelo desfecho.

Cartazes Alfabeto da Abelhinha


























Os meus cartazes são antigos e "cá entre nós", são mais bonitos... (rs,rs,rs...).


Referência Bibliográfica:

  • SILVA, Almira Sampaio Brasil da; PINHEIRO, Lúcia Marques; CARDOSO, Risoleta
    Ferreira. Método Misto de Ensino da Leitura e da Escrita e História da
    Abelhinha – Guia do Mestre. 7. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1973.
O Guia de Aplicação e o Guia do mestre são livros raramente encontrados, dado o tempo de seu lançamento, alguns educadores possuem estas obras raríssimas.
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Sugestões para Páscoa

21:20 @ 18/03/2010

Páscoa

Nossas artes  para Páscoa!

Usando a criatividade surgem vários coelhinhos coloridos!

" Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim..."

" De olhos vermelhos de pêlo branquinho..."

Coelhinhos diferentes recheados de bombons!

Lembrancinha moderna...

Garrafinha PET com confetes de chocolate!

 

Hora da história!

 

A História da Páscoa

Há muitos anos atrás, quando o Natal já tinha passado, o Papai Noel estava preocupado, porque a Páscoa estava chegando e ele não sabia o que dar para as crianças.
Então se reuniu com seus duendes e perguntou:
__Duendes , vocês que são crianças também,o que querem ganhar de presente nesta Páscoa?
__Chocolate Papai Noel!
__Mas , onde conseguiremos tanto chocolate para as crianças?
Nesta hora um duende se levantou e respondeu:
__Na Floresta Encantada tem muitas árvores que dão cacau, o fruto de que o chocolate é feito.Vamos na floresta que eu tenho uma ideia!
Todos foram a floresta, e chegando lá o duende tirou da sua cestinha uma tinta mágica e começou a pintar o cacau.Como num piscar de olhos o cacau se transformou em ovos de chocolate.
O Papai Noel falou:
__Agora, nós vamos enfeitar estes ovos com papéis e fitas coloridas, eles se chamarão Ovos de Páscoa!
Os Ovos de Páscoa ficaram lindos, mas o Papai Noel não conseguiria entregá-los a tempo para todas as crianças.
Na Floresta Encantada o Coelho tinha fama de ser muito rápido e esperto e por isso o Papai Noel foi se encontrar com ele e falou:
__Senhor Coelho, tenho uma missão muito importante a ser cumprida: entregar os Ovos de Páscoa para as crianças.O Senhor aceita?
__Claro Papai Noel! Com todo prazer!
Apartir deste dia o Senhor Coelho se transformou no Coelho da Páscoa que leva os Ovos de Páscoa e muita alegria as crianças!
 
 
(Autor desconhecido)
 

Dramatização de Páscoa.

Algumas crianças estavam muito preocupadas, pois era domingo de Páscoa , e o coelho ainda não viera trazer os ovinhos, que elas tanto esperavam.
Resolveram ir a procura do Coelho , cansados de tanto procurar sentaram à sombra de uma árvore para descansarem.
Estavam muito tristes, por isso ficaram em silêncio.De repente , ouviram uma voz que vinha de trás de uma moita.Foram logo espiar, e viram um coelho que não parava de resmungar:
__ Só eu é que dou presentes! Nada recebo! Então não vou dar mais ovinhos!
As crianças acharam muita graça no coelho e fizeram uma roda em volta dele e começaram a cantar:

" Vem cá coelhinho conosco vem brincar,
Esconde os ovinhos que vamos procurar".

O coelho responde:
__ Pois sim ! E vocês o que vão trazer para mim?

E as crianças falam:
__ Lindas alfaces e cenouras.

__ Combinado! Responde o coelho.

As crianças vão para suas casas .No dia seguinte encontraram no jardim uma porção de ovinhos escondidos.Enquanto recolhiam os ovinhos , cantavam assim:

Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim ?
Um ovo , dois ovos ,três ovos assim.
Coelhinho da Páscoa que cor eles tem?
Azul ,amarelo e vermelho também.

MÚSICAS

O COELHINHO GULOSO

DE OLHOS VERMELHOS
DE PÊLO BRANQUINHO
DE PULO BEM LEVE
EU SOU COELHINHO
SOU MUITO ASSSUSTADO...
PORÉM ,SOU GULOSO
POR UMA CENOURA,
JÁ FICO MANHOSO
EU PULO PRA FRENTE,
EU PULO PRA TRÁS
DOU MIL CAMBALHOTAS,
SOU FORTE DEMAIS
COMI UMA CENOURA
COM CASCA E TUDO
TÃO GRANDE ELA ERA...
FIQUEI BARRIGUDO!

COELHINHO JANJÃO

MEU COELHINHO É TÃO BRANQUINHO
QUE PARECE DE ALGODÃO
TEM ORELHAS BEM COMPRIDAS
COMO É LINDO MEU JANJÃO!
MUITAS VEZES VEM CHEGANDO
PRA COMER NA MINHA MÃO
MAIS ARISCO FOGE LOGO
DANDO PULOS PELO CHÃO.


COELHINHO SALTADOR

COELHINHO SALTADOR
COM VOCÊ QUERO BRINCAR
E VELOZ TAMBÉM SALTAR
ZIP,ZIP,ZAP.
QUERO TER GRANDES ORELHAS
PULAR PARA FRENTE E PARA TRÁS
E VELOZ SALTAR
ZIP,ZIP,ZAP.

Técnicas de pintura

22:49 @ 17/03/2010

Créditos: http://ocantinhodanisa.blogspot.com

Quantas vezes entramos em desespero na hora de aplicar uma técnica de pintura em sala de aula?

Agora chegou a hora!

Aproveite a oportunidade!

 



PINTURA COM CANUDOS


MATERIAL:

- Papel comum, cartolina ou ofício
- canudinhos de refrigerante
- guaches de cores variadas ( de preferência um pouco ralas, diluídas em um pouco de água)

TÉCNICA: Pingar várias cores de tintas sobre o papel, e soprar as gotas rapidamente com o canudinho, espalhando a tinta.




PINTURA ESPONJADA


MATERIAL:

- Papel branco
- esponja
- guache um pouco diluído


TÉCNICA: Molhar a esponja no guache e ir batendo no papel, misturando várias cores. Experimente usar esponjas de texturas diferentes.





PINTURAS COM CARIMBOS DE LEGUMES


MATERIAL:

- Papel branco
- legumes (batata, cenoura, quiabo, chuchu e etc)
- tinta guache de cores variadas


TÉCNICA: Cortar o quiabo ao meio. Os demais legumes, podem ser esculpidos de qualquer forma em alto relevo.Molhar o material esculpido na tinta e ir carimbando no papel. Essa técnica também tem um efeito muito legal se usarmos ao invés de legumes, rolhas de cortiça, e palha de aço. Experimentem!




PINTURA RASPADA


MATERIAL:

- Papel branco mais encorpado
- guache ou anilina
- pregos
- pincel

TÉCNICA: Arranhar o papel en qualquer forma desejada com o prego. Depois passe o guache dissolvido ou anilina em toda a superfície.




VITRAL COM PINTURAS SOPRADAS


MATERIAL:

- Papel branco mais encorpado
- nanquim
- canudos
- giz de cera

TÉCNICA: Respingar gotas de nanquim sobre o papel branco e ir soprando. Deixar secar. Colorir as áreas tomadas pelo encontro das estrias do nanquim com giz de cera, usando cores fortes e variadas.




PINTURA COM BARBANTE



MATERIAL:

- Papel branco
- barbante
- guache bem expesso com cores variadas

TÉCNICA: Mergulhar pedaços de barbante no guache em cores variadas e ir fazendo composições sobre o papel. O cordão adere ao papel, fixando o desenho feito. Deixar secar. Podem-se usar diversas cores num só trabalho.




PINTURA COM FITA CREPE


MATERIAL:

- Papel branco
- pedaços de fita crepe
- guache ou anilina;

TÉCNICA: Vá colando os pedaços de fita crepe como preferir sobre o papel, depois cobrir tudo com a tinta ou anilina dissolvida. Deixe secar e retire os pedaços de fita crepe.




PINTURA COM PAPEL CREPOM


MATERIAL:

- Papel branco
- retalhos de papel crepom de diversas cores
- álcool;

TÉCNICA: Colocar um pouco de álcool num recipiente de boca larga, molhar o papel crepom e ir deixando respingar sobre o papel. Fazer isso com diversas cores. Depois deixe secar. O resultado é um papel bem colorido, que pode ser usado para encapar cadernos ou embrulhar presentes.




Créditos: http://ocantinhodanisa.blogspot.com

Aqui estão algumas sugestões para trabalhar com músicas, partindo destas sugestões novas ideias irão surgir e com certeza iremos dar um show!

Músicas infantis




Olá!
Essas musiquinhas são fáceis, podendo ser usadas em : berçário 2,maternais,os gestos devem ser feitos sempre,pois com isso a estimulação ocorre,a memorização também,e o enriquecimento do vocabulário,junto a expressão corporal e motora.Já com os maiores as atividades podem ser acrescentadas.


SAPO CURURU




Sapo Cururu na beira do rio
Quando o sapo grita, ó Maninha,
diz que está com frio

A mulher do sapo, é quem está lá dentro

Fazendo rendinha, ó Maninha,
pro seu casamento.




Sugestões de atividades a partir da música










BORBOLETINHA




Borboletinha tá na cozinha
Fazendo chocolate para a madrinha
Poti, poti Perna de pau Olho de vidro
E nariz de pica-pau (pau, pau)



Sugestões de atividades a partir da música



Borboleta confeccionada com recortes de mãozinhas




Borboletas confeccionadas com coador de café.




Para colorir,pintar,fazer móbiles,etc.












Através dessa música você ainda trabalhar a metamorfose das mesmas,enriquecendo mais ainda sua aula.



PINTINHO AMARELINHO





Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão

Na minha mão.
Quando quer comer bichinho
Com seus pezinho ele cisca o chão.
Ele bate as asas

Ele faz piu, piu
Mas tem muito medo é do gavião.



Atividades para serem desenvolvidas










DONA ARANHA






A dona aranha
Subiu pela parede
Veio a chuva forte E a derrubou
Prum...

Já passou a chuva

E o sol já vem surgindo
E a dona aranha continua subindo
Ela é teimosa
É desobediente

Sobe, sobe, sobe
E nunca está contente