Grupos

Leitura da Leitura

12:05 @ 11/10/2009

O estímulo à criação de planos estaduais e municipais de leitura está elencado como um dos principais objetivos do PNLL. No Dia do Livro, 7 de outubro, dirigentes estaduais e municipais de educação e cultura, assim como demais interessados no desenvolvimento da leitura no Brasil, estarão reunidos em Brasília para o lançamento do projeto O Livro e a Leitura nos Planos Estaduais e Municipais - PELL e PMLL, que ocorre durante o Fórum Nacional Mais Livro Mais Leitura nos Estados e Municípios. Trata-se trabalho desenvolvido em parceria pelo PNLL, os ministérios da Educação e Cultura e o Instituto Pró-Livro (IPL). Informações e inscrições no site do IPL. Veja mais em no blogue Leitura da Leitura em
http://www.leituradaleitura.blogspot.com/

Blogue não sei das quantas

17:41 @ 18/03/2009

Então, né, estou eu aqui em dia de meu aniversário sem porcaria nenhuma para fazer, nada para escrever, de boca escancarada num apartamento esperando a morte chegar e me deparei com o blogue Trivial, no endereço http://www.clubeletras.net/blog e então, estando um carrapato aincomodar ainda mais o não sei das quantas a dizer que hoje é dia de meu aniversário, uma porcaria de aniversário como foram os cinquenta e três antecessores, uma vez que sem o alcoól eu não sei o que é festa.
Vai daí, que o importante é conhecer-se, saber que a merda é essa e nada se pode fazer contra ela.
é isso.

Menina Maisa no Silvio Santos

08:59 @ 02/10/2008

O que eu estava falando da menina Maisa no Silvio Santos, é que a menina Maisa é uma menina que está dando muita audiência no Ibobe, é isso.
Então, a Maisa é um espetáculo de garotinha e patati patata, e que uma outra maluca não soube me dizer sobre o que estava relacionado com o sistema de coisas que estavam de lado de fora de um tudo que se passava por ali, então, o que eu tenho a dizer é que não foi possível ver o que se passava de outro ado disso, né, Maisa?
Fique no Silvio Santo que tudo estaaá bem.

Video Pornô da Leila Lopes

00:49 @ 28/09/2008

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Uma postagem do Lorem Ipsum

00:46 @ 28/09/2008

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Bem, não sei se vocês estão sabendo, estão ligados, mas a Cláudia Ohana esta nua na Playboy. A Claudia Ohana é um peixão de outros tempos, mas agora, nua, não sei como vai ser. Eu espero que seja uma procura muito grande e que todos se preocupem em querer ver essa linda morena nua na Playboy.
Ohana já fez muitos filmes interessantes, muita coisa no cinema e na televisão e agora, parece que esta fazendo uma novela na Globo, não é isso?
Pois é. Vejamos então, em que dará isso.

O nada que vai a lugar nenhum

01:29 @ 26/09/2008

Se é o nada que vai a lugar nenhum, então porque essa postagem? Ora, ela apenas faz parte de um projeto meio que bobo de experiência mil, uma coisa que certamente você verá usado no país, no estado, na nação. Bem não sei o que você verá nisso, mas acho que vou deixar alguma porcaria em aberto para suprir essa coisas aqui de postagens...
Se bem que... como estou gostando dos rendimentos do bloque, e nunca se sabe quando ficaremos na pior, quando vamos precisar de uma graninha para pagar o rango, o cigarro, as contas com a intenet, é melhor prevenir que remediar.
Inclusive, vou lá no Blogspot para fazer outra traquinagem.. vou sim... Ah, se vou... perasó...

Abraços!

Rotina do comercial da Natura

00:48 @ 24/09/2008

Você já viu o comercial Rotina da Natura? Pois é... vou te contar viu. A Rotina da Natura é um barato, é um comercial que gostei muito, mas muito mesmo. Não porque é um belo comercial que acredito tenha sido inspirado em música de Raul Seixas, não issso, não mesmo.
Acontece que a rotina da Natura é coisa natural mesmo. Assim, estou fazendo essa postagem de gancho para uma outra que tenho em outro blogue.
Sabem por que? Embora seja um saco ficar digitando coisas da Natura, a sua rotina da Natura cá nesse espaço sem uso, ele é muito útil para alavancar sua posição nas buscas.
Não sei se ainda passo essa experiência porque não tenho tido muito tempo para o blogue, como vocês sabem, estou na campanha eleitoral e assim, disponho de muito pouco tempo para dedicar a escritos como essa do comercial da Natural.

Casamento da Sandy

22:15 @ 20/09/2008

As fotos do casamento da Sandy com Lucas Lima você irá gostar de ver. Sandy casou-se muito bela. Ela é uma bela garota, e segundo dizem, o cabaço mais preservado da modernidade.
Coisas de bobo, mas Sandy pode mesmo ter se casado virgem, oras, ninguém tem nada a ver com isso.
Mas vem cá... você acredita que a Sandy casou virgem? Será? Será não sei... isso é música ou é uma música... E estou apenas fazendo um teste de digitação com todas essas abrobrinhações com a Sandy. Espero que você que agora esteja lendo isso, não se importe.
E tomar que amanhã eu lembre de vir aqui deletar isso sobre o casamento da Sandy e o Lucas Lima.

 Para quebrar o cadeado de fotos no Orkut em Como quebrar cadeados no Orkut
é mais uma das muitas bobagens que tenho visto por ai. Está certo ou errado? Eu, particularmente, não tenho interesse nisso, só nesse link que acho interessante. Você não? Pois é.. é assim mesmo, né?

Mensagem de amor

16:25 @ 01/11/2007

Visitem o Mensagem de amor, em mensagem de amor blog do meu Amigo de Letras Geraldo Lustre.

Mudança de endereço!

22:37 @ 24/05/2006

Segundo clichê

03:35 @ 22/05/2006

E o sonho do Marcos Pontes, colocado nessa vergonhosa máquina propagandística. O que acham disso?

 

Se US$ 10 milhões (gasto ainda contestado) foi útil porque "quem sabe dessas crianças não teremos novos astronautas", o argumento é tão válido como se tivessem comprado US$ 10 milhões em computadores e colocassem a disposição das crianças de escolinhas maternais. Sabem, bem naquela sala onde ficam os "anjinhos", aqueles que começam a brincar destruindo os brinquedos?

 

Ué, quem sabe não fosse bom como estímulo para o surgimento de um futuro Bill Gates brasileiro?

 

E você, tem também alguma outra boa sugestão para investir US$ 10 milhões no fomento do surgimento de novos valores, para dar ao Lula? Manda!

Eu não quero o nariz vermelho.

03:29 @ 22/05/2006

Sabem, tenho um amigo marketeiro de política e ele definiu bem o que acontece com as pessoas por época de campanhas eleitorais: é formado um consumidor, o consumidor de opiniões. E isso vem bem mesmo a corroborar uma outra frase de um célebre político cá de Barra Bonita, o velho Alberto Cescato, o Cartucho: "Tem tempo de manga, tempo de tangerina, tempo de soltar pipa, tempo de revoada de iças e tempo de política".

 

E estamos chegando agora ao tempo da política, em que é formado o consumidor em política. Com a Copa do Mundo, teremos uma breve escala para o consumidor do nacional-futebolismo, é claro.

 

E dois assuntos recentes fizeram este artigo cá para o blog. Primeiro, do programa político do Pc do B, o Partido Comunista do Brasil. Nele, a deputada federal  Jandira Feghali, do partido, pelo Rio de Janeiro, faz um pronunciamento mostrando sua contrariedade contra a tal "clausula de barreiras", uma lei que extinguirá os pequenos partidos, aqueles que não conseguirem determinada percentagem de votos e em vários estados. (São tantas as siglas que apropriam-se do estatuto de "partido político" que alguma lei teria que vir mesmo para disciplinar isso, pois são, em sua grande maioria, siglas sem nenhum conteúdo ideológico e são "alugadas" em campanhas eleitorais).

 

E a Jandira falou que o Pc do B não era um partido de aluguél. Reiteradas vezes falou isso. E o programa, sabe sobre o que mais versou? Apenas limitou-se a exaltar o "companheiro Lula". Apresentou lá algumas personalidades, algumas palavras de ordem e de resto, apenas exaltou as "conquistas sociais" do "companheiro Lula". A corrupção desse governo passou ao largo das observaçõs do Pc do B.

 

A outra, foi ver o deputado Aldo Rebelo, do Pc do B e atual presidente da Câmara Federal, o terceiro homem na linha da sucessão presidencial, representando o presidente Lula numa tarde de Jockey Clube onde o homenageado era, nada mais nada menos, que o extinto Roberto Marinho.

 

Gente, o poder é isso ai mesmo. Tem um velho jargão que diz, "poder se toma com a esquerda e se governa com a direita". Mentira?

 

Não, né? Mas eles poderiam ser menos abusados com nossa inteligência, que não a insultassem tanto.

 

Preparem-se para uma campanha eleitoral em que a disputa estará mais no campo de colunas policiais que políticas. Quem foi mais corrupto que quem?

"Se não chover, teremos sol"

19:09 @ 17/05/2006

Do presidente Lula sobre o crime organizado em São Paulo: "Isso, é falta de investimento em Educação. Tivessem contruido escolas, não teríamos presídios".

Quando não se tem o remédio, faz-se um comentário sobre a doença. E esse, é daqueles que atinge o ápice da cretinice crônica. 

Dinheiro, poder e a história.

15:06 @ 16/05/2006

Existem duas formas de se ver as coisas. Aquelas que querem como a vejamos e aquela outra, a verdade. (Verdade com toda sua relatividade "raulseixista", anote-se lá).

 

Certa feita, um conhecido meu que chegou a ser assessor de um prefeito de São Paulo, a capital, disse-me que espiando na mesa de despachos do prefeito, assombrou-se com as somas das contas que são pagas por uma prefeitura daquele porte: "Não se paga nada de 20, 30 mil reais por aqui? É tudo de milhões, é?". Coisas como contas básicas de um organismo qualquer do governo (tipo marmitex para funcionários de determnado local) eram na ordem de R$ 10 milhões, por milhares de unidades servidas.

 

Valores normais para um orçamento como o de Sampa, mas para quem está acostumado a apenas ver essas cifras em megasenas acumuladas, é mesmo de assombrar.

 

E o que isso tem a ver? Tem a ver com a fraqueza do homem e da História. Ensinam História não para que nosso saco ser enchido com datas para decorar, como é sua principal antipatia por parte dos alunos. Ensinam-nos História para que conheçamos a trajetória da humanidade, para aprendamos com os erros e com isso, melhoremos o futuro. Porisso que dizem não ter futuro um povo que não preserva sua memória.

 

Na Alemanha pré-nazista, Hitler era um bosta, não era ninguém que pudesse convencer ou que inspirasse confiança nos magnatas ou no generalato alemão. No entanto, essas forças (magnatas e generais) estavam unidas pela diminuição de seu poder depois da I Guerra Mundial, pela opressão econômica e pela humilhação imposta pelos aliados. O nacionalismo estava latente antes de Hitler apresentar-se como um lider populista.

 

Bem, os magnatas e os generais queriam uma retomada de posição e Hitler surgiu como mote. Era o nome que poderia ser usado para isso. Deu certo. Só não contavam com sua megalomania e deu no que deu.

 

Por aqui, alguém tem que apresentar-se também para atender aos interesses dos magnatas. Os verdadeiros patrões do Brasil sempre estão de olho em quem "investir", para que (ao contrário do que aconteceu na Alemanha) o "status quo" da situação permaneça.

 

Então, minha gente, quando alguém vai até "lá" na casa deles, não é para tranquilizar, dizer que os constratos serão respeitados, coisas e tais. É, na verdade, um aperto de mãos final de tudo que foi cheirado, sentido, pressentido, "olha... será?", "diga que topo", "mas não tem jeito de ninguém saber mesmo?", "ele é manobrável?'", "Votos eu tenho!", e etc e tal. Ou seja, a ida até "lá" não é o começo de um processo. É sua sagração final.

 

No poder, imagine você se alguém alí não irá se submeter a magia daquelas faturas de contas de marmitex que estão na mesa de trabalho? Claro que irá! O coração dos caras deve acelerar a mil, elevando a adrenalina à estratosfera. Daí, dá nessa merda toda que deu, na gestão mais corrupta da história da República no Brasil.

 

Update depois de uma revisão básica: "Falta Cultura prá cuspir nas estruturas" (Raul Seixas)

Que tal essa? Pelo menos o índio fez o que prometeu. Falou que ia nacionalizar e nacionalizou mesmo. Por aqui, só tem político mentiroso, que diz uma coisa e faz outra. São umas maravilhas para adaptar seus discursos aos momentos, às circunstâncias de interesse. Já falei sobre isso, sobre a facilidade com os discursos que tem o político brasileiro. Ajusta-o ao seu momento de maneira eficientíssima!

 

O Evo Morales é um homem que trabalha 20 (vinte) horas por dia, não está (nem poderia, coitado, num país paupérrimo...) deslumbrado com o poder e está enfrentando gigantes para poder manter sua palavra junto ao povo boliviano.

 

Honestidade em político, o povo a tem em abrangência que inclue o cumprimento de promessas eleitorais. De "mentireiras", discursos vazios, genéricos e populistas, acho que ja está todo mundo cheio. Distingua um do outro: O verdadeiro diz, "Eu vou fazer isso, assim e assado". O populista diz: "Nós precisamos fazer isso", ou "O (nome do país) precisa fazer isso".

 

Mas até que a idéia não seria de todo má não, "nacionalizar" o Evo Morales e trazê-lo para ser candidato no Brasil.

Fé e emocionalismos

12:24 @ 12/05/2006

Com a internet, todos somos um pouco neologistas. Tenho visto alguns termos que tranquilamente poderiam ter uma tradução do inglês para o português, mas o vício da imagem nos faz por optar por imbecis neologismos que poderão um dia, pela consagração do uso, serem assumidos pelo "Aurelião". 

 

Com o sufixo "izar", tenho visto alguns. "Customer" em inglês, é "cliente, freguês". E um "customer" lá, tem tantos direitos que o termo define algo como "sua Majetade, o cliente", entendendo-se seu atendimento como altamente personalizado.

 

E, "customize", "customizar", lá para eles, significa optar por uma alguma forma de apresentação de algo ou alguma coisa. E, lá vai a banda tupiniquim trocando os "personalize" por "customize". Esta tudo "customizado" agora, porque se você pode "customizar", porque devo ficar com um modelo padrão (que quase foi desbancado por "standard", numa barbaridade menor até).

 

Mas você pode perguntar. Mas o que tem isso com fé e emocionalismo? Tem a ver porque acabo de criar o termo "emocionalizar".  Apenas "emocionar" no desce às  minúcias do sentimento. E, como seria necessário uma categoria inferior, acabo de criar o "emocionalizar".

 

Que tal?

 

Ao AL Paulo de Araújo. A fé que nos uniu continua intacta. Cuide-a por ai, junto  do AL Nilson Matos e outros. 

Coisas...

12:12 @ 10/05/2006

Em rápida troca de e-mail com o AL Carlos Márcio F.Furtado (em "Além das Letras") lembrei-me de um dito enviado há tempos pelo também AL Dagoberto Aranha Pacheco (em "Vozes escritas" e "Além das Letras"):

 

* Prepararei a terra sem esperar plantar

* Plantarei na terra sem esperar colher 

* Colherei da terra sem esperar comer

* O prêmio é concluir e bem empreender

 

E um outro que tenho comigo, contra o qual cometi um crime lesa pátria uma vez, por estar na página de apresentação  de um livro e, num instante de pura desumaninade, insano mesmo, arranquei. É, arranquei a página do livro, por preguiça de tomar uma caneta e apenas copiar. Crime bárbaro que não há perdão ou penitência que redima. Vivo procurando-o (o autor do texto) para render-lhe minhas mais sinceras excusas, o meu mais profundo arrependimento.

Dizia algo assim:

 

Existe três tipos de homens para três tipos de orações:

"Senhor, eu sou um frágil arco. Não me vergues, pois quebrarei"

"Senhor, eu sou um frágil arco. Se me vergares, eu posso quebrar"

"Senhor, eu sou um frágil arco. Se me vergares e eu quebrar, pouco se me dá"

Aviso aos navegantes

22:20 @ 09/05/2006

Que história é essa de fã? Não sou fã de Raul Seixas no sentido definitivo conhecido do termo.

 

Fã é aquele que se veste igual ao idolo, que tem as paredes do quarto e do guarda-roupas entupida de "posters", tem toda coleção de discos em vinil, CD e DVD, sabe todas as músicas do cara, toda sua história desde quem foi o primeiro namorado de sua mãe, tem várias caixas cheia de revistas, jornais e recortes criando baratas, que chora, que vai todo ano no túmulo do ídolo... É isso?

 

Pois eu não sou isso. Sou um seguidor. Ou antes, um parceiro, pois existem formas de pensar que estão por ai, pelo ar. Um de nós toma delas e as divulga. Os demais parceiros de caminhada a decodificam. Então, sou um decodificador de Raul Seixas.

 

É... sou isso.

Deus e esses homens...

21:55 @ 09/05/2006

"O deputado federal Salvador Zimbaldi (PSB-SP) quer impedir que o filme "Código Da Vinci", inspirado no best-seller de Dan Brown, seja exibido no Brasil. Segundo ele, "a obra é uma afronta à fé cristã", já que coloca em xeque as histórias oficiais de Jesus Cristo e de toda a Igreja Católica."

 

O que dizer dessa nota? Para mim, o puro reflexo de um povo ignorante, inculto, conduzido ainda por dogmas e que estes, têm que ser vigiados a punho de ferro.

 

Fé é algo que se viva, não que se proclame. Fosse um povo culto, certamente que um filme desses seria exibido nos circuitos mais trash (lixo) do mercado, pois não teria qualquer apelo como poder de doutrinação ou de mácula sobre alguma doutrina. Já escrevi aqui sobre como ter sucesso em literatura: crie algo que mexa com quem não pode defender-se.

 

Isso, o filme, só é bom para desencadear ações com nenhum propósito construtivo, servem apenas para mídia pessoal de tantos quantos queiram dela tirar proveito. De mailing-list a deputados, de crentes a igrejas. Esta, principalmente a católica, pouco tem se pronunciado, de maneira veemente, sobre estas coisas. Pede lá, no máximo, um pedido de boicote para seus fiéis. E praquê se esforçar, se ninguém liga? Num tá ficando rouca de dizer que é contra a camisinha? Acho que depois da "cagada" que fizeram com Galileo Galilei e com a Santa Inquisição, estão meio ressabiados.

 

Existe um Deus e ele nos dotou de um enorme cérebro que soube assimilar comportamentos e nos fazer crescer como ser. Nos fez auto-suficientes. E só. Sucesso ou fracassos são apenas nossos. Deus não tem nada com isso. Para onde vamos a partir daqui, a ninguém é dado saber, só especular ou acreditar no que lhe aprouver, naquilo que seus "memes" assimilaram.

 

(Tou aqui digitando isso e um pedinte bate palmas. Aponto na janela atendo e ele fala... fala... Eu digo: "Você quer dinheiro? Ah, num tem..." E vai embora. Pedinte que é um necessitado mesmo, pede durante a luz do dia. A noite, é só aporrinhação, quando já está "embriago"... De qualquer forma, olho com ternura: "Deus te proteja, meu filho...").

 


"Deus te proteja", "Deus lhe guarde", "Que Deus te abençõe"... são boas energias que se pode passar, bons mantras, bons fluidos, ou o diabo a quatro de como cada um chama isso.

 

Ah, sim, sobre o filme. Quem quer apostar que desse carnaval num sai nada, desse mato os únicos coelhos que saem são os mesmos já esperados? Que o filme será exibido normalmente e dentro de algum tempo estará na televisão? É só oportunismo, puro oportunismo. E alguém acha que isso incomoda os produtores? Muitíssimo pelo contrário pois isso é uma pusta mídia para eles que nao há dinheiro que pague. Ou seja, estamos tratando de uma simbiose, uma convivência pacífica de interesses.

 

Ora... vamos trabalhar, Brasil.

 

Enquanto isso...

Mas é que lá em cima
lá na beira da piscina
olhando os simples mortais
das alturas fazem escrituras
e não me perguntam se é pouco ou demais

(Raul Seixas, na música "Judas") 

Bordunadas e luzes

11:53 @ 09/05/2006

Um mesmo assunto, duas opniões. Cronista de jornal é fogo. Tem que produzir material. O que fazer então? Ora, parta de um título chamativo e escreva qualquer idiotice que estará tudo bem.

Um mensalão para a Bolívia - Carlos Heitor Cony

RIO DE JANEIRO - Uma das manias que Lula cultiva com mais entusiasmo é a do auto-elogio. E, quando deixa de elogiar-se a si mesmo e passa a elogiar as suas realizações, lembra os governos militares, que eram pródigos em dividir a história do Brasil em antes deles e depois deles.
Já lembrei a última prestação de contas do presidente Figueiredo, em que ele arrolou como obras suas até mesmo o Pão de Açúcar e o Corcovado. Lula ainda chegará lá, mas, na semana passada, chegou à Muralha da China.
Explico: durante o governo Médici, iniciaram uma estrada monumental, a Transamazônica. A publicidade oficial dizia que seria a maior obra da Era Moderna, tal como a Muralha da China na Antiguidade. Pela sua extensão e largura, a Transamazônica seria vista da Lua.
Semana passada, falando do gasoduto que seu governo está transando com países vizinhos, Lula disse que será uma obra igual a da Muralha da China, certamente com a vantagem de ser vista da Lua, embora, creia eu, grande parte dela seja subterrânea. Mas nunca se sabe.
O açodamento com que ele aceitou a soberania da Bolívia em cima de uma empresa brasileira foi também exagerado. Evidente que não é caso de o Brasil imitar países colonialistas e invadir a Bolívia para garantir investimentos ameaçados pela febre nacionalista de Morales. Mas rasgar contratos internacionais, trair compromissos aceitos de parte a parte, dá direito ao prejudicado pelo menos à estranheza, à busca de uma negociação, e não ao comodismo de aceitar a soberania alheia como referência maior da questão. A Bolívia é pobre (o Brasil também é pobre), merece ser auxiliada, mas não à custa dos interesses de uma empresa de mercado, como a Petrobras.
Lula deveria chamar Delúbio Soares e Dirceu para montarem um esquema igual ao do valerioduto para ajudar os bolivianos.

 

De um outro, uma opinião sóbria, com propriedade.

 

 

Nosso dever para com a Bolívia - Roberto Mangabeira Unger

A reação da parte endinheirada e cosmopolita da sociedade brasileira contra a nacionalização das instalações de petróleo e de gás na Bolívia revela a miopia, a mesquinharia e o mercantilismo que pervertem a discussão da política exterior no Brasil. O interesse vem travestido do direito, o privado confundido com o público e as vantagens de curto prazo sobrepostas aos objetivos de longo prazo. Tratam-se as relações entre dois países vizinhos -um grande e outro pequeno- a respeito de assunto de peso para ambos, porém muito mais vital para o pequeno do que para o grande, como ocasião só para garantir, ainda que por revide e coação, nossa parte.
Primeiro, os fatos essenciais. A Bolívia, sob governos anteriores, repudiados pelo povo boliviano como entreguistas, contratou para vender ao Brasil gás por menos da metade do preço pelo qual ele comumente se vende no mundo. Sucessivos governos brasileiros preferiram continuar dependendo do gás boliviano a desenvolver a base energética brasileira. Em troca, a Bolívia ganhou gasoduto e comprador fiel. E a Petrobras, sem cuidar de contrapeso ou de seguro contra o risco político, tornou-se um dos maiores investidores naquele país. A luta para controlar recursos naturais extraídos de minas e de poços foi sempre o fio da história da Bolívia e o foco da afirmação nacional dos bolivianos.
O que fazer diante da nacionalização e da revisão forçada dos contratos de fornecimento? À Petrobras, como empresa privada, cabe reivindicar seus direitos por todos os meios legítimos. Seus diretores estão obrigados a fazê-lo. Ao governo brasileiro cabe negociar com o governo boliviano com a magnanimidade dos fortes e dos clarividentes, demonstrando espírito de sacrifício e de solidariedade. E usar o imperativo de assegurar nossa independência energética como mais uma razão para pôr fim à política antidesenvolvimentista que se pratica entre nós.
Dizem que isso é romantismo idealista. Engano. A política exterior é ramo da política, não ramo do comércio. Na política exterior das democracias, realismo e idealismo se comunicam e se reforçam. E nenhum país ascende no mundo, ou sequer enriquece, subordinando interesses estratégicos duradouros a interesses comerciais passageiros. Não tem o Brasil interesse mais importante do que acalentar a integração sul-americana, afastando, para preservá-lo, a sombra de qualquer subimperalismo brasileiro. É assim, só assim, que construiremos o palco vasto e variado indispensável a política alternativa de desenvolvimento, que acumularemos força para negociar com o resto do mundo, que criaremos condições para resistir à imposição da hegemonia dos Estados Unidos na América do Sul e que ganharemos ânimo para ficar de pé.
Não cedo a ninguém no vigor de minha oposição ao rumo tomado pelo governo Lula, inclusive na política exterior. Denuncio, porém, o clamor por reação forte contra a Bolívia. Denuncio-o como movimento que desonra o Brasil e que ataca, ao mesmo tempo, nossos interesses permanentes e nossos ideais básicos. Denuncio-o como infidelidade às tradições e ao futuro de nosso país. Que os ventos soprando sobre as selvas e os cerrados brasileiros tragam ao povo triste e forte do altiplano, desfalcado de tudo, menos de dignidade, a verdadeira voz do Brasil: irmãos, sua libertação é nosso engrandecimento.

Moro em Barra Bonita (ou paro, ou me escondo...) bem nos fundos do Teatro Municipal, da Câmara Municipal e da Biblioteca idem. Daqui, de meu pc é possivel ver toda movmentação na rua. São eles, meus "bigbrthers TV", pois no sentido orweliano, sou eu seu Big Brother.

E hoje,  já saindo de casa vejo o  vereador Marquinhos Gava,  presidente da  Casa na atual legislatura, conversando com o Caxale, um conhecido meu também, que trabalha com artefatos de bronze (placas, números, estas coisas ai...)

E o que vi foi o Marquinhos Gava tomando de orçamento para reparar diversos apliques em bronze e alumínio no prédio da Câmara Municipal. Precisando mesmo e faz tempo. Uma das coisas que sempre me aborreceu, por alí foi faltar a letra "E" na placa que indica o nome do prédio, quer seja, "Miguel Torcia". E está "Migu l Torcia". Miguel Torcia foi comerciante, político e patriarca de uma família maravilhosa.

Com meus 8/10 anos eu era engraxate na Rua Primeiro de Março exatamente onde o Miguel Torcia morava, cuja casa ainda existe e é da família. Uma tia minha era diarista lá e, sempre (e por ordem da esposa de "seo" Miguel, uma mulher fantástica, iluminada, que de tanta humildade fugiu seu nome de minha memória, pode?) eu e meu irmão José Luiz, o Meio Kilo, tínhamos um prato de comida nos esperando pela hora do almoço. Comida de gente fina, chique toda vida.

Iamos para um porão saborear nossos pratos mas não era apenas um porão. Era uma enorme biblioteca! Livros de toda ordem em armários de mogno com portas de vidro. Eu não tinha educação bastante para perguntar se podia ou não, mas devorei aquilo tudo! Tinha muitas edições da "Reader's Digest", romances de Vitor Hugo, os Alexandre Dumas (pai e filho)... nossa. Quantos!

A menina da casa chamava-se Rosália. Nunca me esqueci de seu nome, sua simpatia e delicadeza. Tinha o João Batista (O bom) e o Miguelzinho, os filhos mais velhos. Minha primeira comunhão na igreja, inclusive, foi o Miguelzinho quem arrumou-me as roupas. Minha tia Fia é quem via isso. E fiquei bem na foto, fiquei sim.

Essas lembranças mais o fato que, se uma cidade turística não cuida de seu próprio patrimônio, como poderá apresentar-se aos visitantes? fez-me registrar o flagrante aqui. E ainda, gosto do Marquinhos Gava, que tem uma conduta que o credenciam a bem prosseguir na carreira, pois sabe fazer política e tem a seu favor juventude, experiência e a sensibilidade para assimilar novas informações e delas retirar o que pode ser de interesse coletivo. Falei-lhe uma única vez da importância do trato cultural, o que isso representa para uma nação e foi o bastante para que eu acreditasse que um dia teremos isso em Barra Bonita.

Na foto, o Caxale passa o orçamento para o Marquinhos, para reparar uma placa que deve estar, no mínimo, uns vinte anos com o "Migu l".


De fw: em fw:

03:57 @ 07/05/2006

De foward em foward nos indisíveis "Undisclosed-Recipient" com a insana sentença da presunção que todo mundo gosta de tudo no mundo, vem alguma coisa boa:

"Infeliz de quem passa pelo mundo procurando no amor a felicidade! A mais linda ilusão dura um segundo, e dura a vida inteira uma saudade". 

Guilherme de Andrade e Almeida (1890 - 1969)

 

Rapidinhas.

19:12 @ 05/05/2006

Consegui colocar o blog on-line novamente. Não vou mais ficar bulindo aqui não, para não acontecer de dar pau outra vêz.  Eu já estava sentindo falta.


Estou usando o navegador Firefox. Eu o tinha aqui na máquina mas não usava. Comodismo. Que navegador! Excelente! Se vir por ai, pode baixar e executar em sua máquina. Dá de 10 a 5 no IE numa porção de coisas práticas.


Você tem Orkut? Pois é... Vamos tentar usar aquela ferramente como um de nossos meios de contato. Já tentei procurar-me e tenho dificuldades com isso. Mas na comunidade Clube Amigos das Letras é fácil. Comece por lá.


O prazo para a III Olimpiada Cultural 500 Anos da Língua Portuguesa no Brasil foi prorrogado, como é mais ou menos praxe quando seu prazo de vencimento coincide muito perto de uma Noite Festiva. É para dar tempo para os "veteranos" do clube prepararem material e enviar. Aguardo você!


Amanhã, sábado dia 06/05, vou dar uma ajeitada neste templeite, pelo menos os links que indicam o Clube Amigos das Letras.


Por final, esse templeite tem espaço para comentários, mas é péssimo para responder, dar um retorno para os leitores. Então, para qualquer contato use o email info@clubeletras.net

Luz e trevas

15:29 @ 03/05/2006

Nunca passou-me pela cabeça escrever um blog. Eu já tenho muita coisa a fazer aqui na frente do pc e imaginei que isso, seria apenas mais um componente para piorar minha LER (meus pulsos, estão horríveis...) No entanto, fui levado por impulso a um estímulo: a disponibilização do espaço aqui na minha cara, no site do Grupos.com.br que utilizo para emissão de Boletim de Notícias para os quase 5.000 inscritos no Clube Amigos das Letras.

O pessoal gostou, aplaudiu e então, cá estou e não tem sido difícil produzir algum conteúdo e postar uma coisa ou outra todo dia. (sem revisões, por favor né... uma hora dessas partilho a senha com alguma revisora do clube e resolvemos isso)

Hoje, moro na casa que foi palco de minha infância. A mesmissima casa, mas claro que agora com outra paisagem (interior e exterior). Reminiscências, são fatais. Muitas... uma delas, a primeira televisão (não se falava "televisor") dada por uma irmã de São Paulo. (Filhas por parte de pai, que eu não conhecia... "Esta é sua irmã Fulana").

A "televisão" era semelhante essa da foto. E eu, como o "geniozinho" da família, é quem deveria operá-la. Válvulas do tamanho de uma garrafa, que esquentavam muito e chegavam a queimar as mãos. Mas fiz a "bichinha" funcionar e foi um mundo novo que se descortinou para mim. Acho que isso foi lá em 1965/1966.

Gostava muito de  programas culturais. Num deles, uma mesa respondia perguntas (tipo "superinteressantes") para telespectadores que enviavam cartas. Uma delas, "Para onde vão as trevas quando é acesa uma luz?".

Se luz possui massa e como dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar ao mesmo tempo, alguém teria que explicar.

E um dos mesários: "Trevas não existem, é apenas a ausência da luz"

Lacônico, literal e metafórico.

Conserve seu medo II

00:18 @ 03/05/2006

Já fui expulso de muitas "casas", como também já expulsei gente de minha "casa". Agora, só vou inibindo o acesso às "dependências". No "banheiro da suite", ninguém. ("...jamais me revelarei" Nuit - Raul Seixas). Outros, melhor que fiquem mesmo fora da "casa".

 

 

 

 

 

 

Dá uma ajudinha ai!

22:04 @ 02/05/2006

Hoje, pela cidade, em dois lugares acessei esse blog, como teste de formatação. Interessante que num deles, estava tudo certo. Num outro, vi uma deformação na logo. A logo, logo acima, é assim em seu formato original:

Se em seu computador estiver aparecendo de outro jeito, deformado, pode ser a configuração de seu monitor. Se aparece rmal formatado, avise-me e diga em qual configuração, de forma que possa reclamar com o fornecedor. Obrigado!

Conserve seu medo

21:47 @ 02/05/2006

Conserve seu medo é uma música de Raul Seixas, com um balanço dos mais ritmicos de sua obra. Faz tempo já, encontrei um bom modelo físico para enquadrar em partes da letra dessa música, com relação ao relacionamento humano, notadamente a amizade.

 

Conservar o medo num relacionamento, é a medida no tempo e no espaço para seu aprofundamento, ou seja, nunca entre "de cabeça" em nenhum deles.  E o modelo físico legal que achei para exemplificar isso, é a casa onde mora minha irmã, a Bete.

 

Acho-a perfeita para isso. Vejam, é uma casa de esquina que, de um lado da rua o muro a encobre quase até o telhado. E de outro, mal dá para ver as janelas. Não que seja um casarão, é o terreno que favorece isso. Ou seja, uma total privacidade para quem passe pela rua. Do lado de dentro dos muros, é possivel vislumbrar a rua.

 

Os entregadores (gaz, água, pizzas, etc...) são recepcionados de uma área que não é possivel nem imaginar o que há além dali. Dá pequena área da sala, nada também. Já na sala, a pessoa tem visão e acesso apenas a um lavabo e, se for convidada a sentar-se, tem também uma visão da sala de jantar. Na sala de jantar, não é possivel ver a cozinha nem os corredor dos quartos, que tem acesso tanto pela sala de jantar como pela cozinha. Na cozinha, não se tem visão da sala de jantar nem do corredor dos quartos. E, no corredor dos quartos, não se tem visão do quarto do casal, só a porta dos demais quartos. Na suite do casal, não tem como ver onde é o banheiro. E tudo isso, como poucas portas, só as essenciais mesmo. Só lhe é possível perceber as dependências se for dado um passo além do programado pelo arquiteto.

 

O que vi nisso? Um ralacionamento de amizade. As vezes, um amigo pode nos decepcionar, mas a falta não é o bastante grave para que seja expulso de "casa". Ele pode perder o acesso a níveis superiores numa relação de amizade, até ser permitido seu acesso só até a área de "entregadores". 

 

Inspirou-me a escrever isso hoje, um e-mail de uma pessoa muito querida, que disse ter, digamos, assustado-se com o que sou. Adoro ela (embora lembre que ela nunca gostou do "adora" .... "Quem se adora é Deus", dizia ela...). Ela sempre encantou-me e fico feliz com sua passadinha pelo blog vez em quando e um mail de, digamos, "sala de estar ainda sem o convite para sentar".

Cambuquira

20:52 @ 02/05/2006

Não sei como se chama em outras regiões do Brasil, mas aqui em minha região, no interior de São Paulo, chama-se cambuquira o broto das aboboreiras, as ramas de abóboras.

 

Vai daí, que hoje no centro da cidade, encontrei o Vugá num prédio cujo fundos, dentro de sua aridez, descobri um aboboral (mínimo, com menos de três metros de área) viçoso, esparramando-se por um monte de entulhos da construção.

 

Já falei: "Uia! cambuquira. Não se vê mais isso. É muito gostoso isso". E o Vugá, que é um excelente cozinheiro, logo pensou comigo: "Isso, mais alguns ovos e arroz, é um manjar dos deuses".

 

Adivinha se não colhemos a cambuquira antes que outro espertalhão também fosse um saudoso dos tempos de menino. Amanhã, tem cambuquira com arroz aqui em casa.

Esse é o Vugá, um bom sujeito e o cozinheiro/churrasqueiro da turma.