Grupos

Plano de Aula

13:29 @ 06/12/2008

Universidade Federal da Bahia

Faculdade de Educação

Departamento de Educação

Disciplina Metodologia e Prática do Ensino da Geografia

Docente Maria Inês Carvalho

Discente Gilmara Silva Pereira

 

 

Plano de Aula 

 Duração 100 minutos

 

Turma 5ª série ou 6º ano do Ensino Fundamental II

 

Objetivos Gerais

 

Apresentação do conteúdo de forma dinâmica e lúdica, de modo a estimular a participação dos alunos.

 

 

Objetivos Específicos

 

Fazer com que os alunos descubram qual o conteúdo trabalhado e algumas das formas de utilização desse conteúdo na sociedade ou no seu cotidiano.

 

Conteúdo

 

Coordenadas Geográficas

 

Metodologia

 

Apresentação do conteúdo através de um jogo (Batalha Naval e Terrestre), e posteriormente um jogo de Perguntas e Respostas (Quiz), para certificar o aprendizado do conteúdo e de sua aplicabilidade.

 

Avaliação

Participação dos alunos durante a aula.

 

Recursos

 

Computador, data show, buzina.  

 

  

Palo de }

13:28 @ 06/12/2008

PLANO DE AULA

 

DADOS IDENTIFICAÇÃO

Disciplina: Geografia

Professores: Paula Angélica Reis Santos e Rodrigo Cortes Almeida

Nível de Ensino: 1° ano do ensino médio

Tema: Vegetação Brasileira

Tempo Previsto: 100 min

 

 

OBJETIVOS

OBJETIVO GERAL

Tem como principal objetivo colocar de forma coesa como se constituem os tipos de vegetação e suas diversidades ao longo do país; explicando onde se encontram e como se dividem; seu manejo e exploração econômica bem como a importância de sua preservação e quais são os meio de minimizar os problemas no tocante à continuidade das espécies em seu habitat natural.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Apresentação dos diversos tipos de vegetação encontrados no território brasileiro.

Identificação de espécies de cada formação vegetal.

Exposição do modelo econômico predatório, relatando a ação antrópica praticada nesses ambientes. Compreensão da importância da preservação para humanidade através da prática do Desenvolvimento Sustentável.

 

CONTEÚDO

5.1 MÓDULO I

* A Introdução à vegetação do Brasil

* Os tipos de formações vegetais

* Degradação da vegetação

* Importância da preservação da vegetação

 

METODOLOGIA

Aula expositiva e interativa com diálogo inicial trazendo a indagação do porque da existência da heterogeneidade das formações vegetais no território brasileiro.

Explanação dos diversos tipos de vegetação do Brasil, a degradação da vegetação e seus diferentes impactos e a importância da preservação da vegetação bem como a necessidade mundial de utilizar um modelo de desenvolvimento que não agrida e destrua de maneira desenfreada a vegetação brasileira.

Dessa forma pretende-se fazer com que os alunos possam compreender os diversos tipos de vegetação encontrados no território brasileiro bem como sua formação, refletir sobre a importância da preservação e manejo adequado desse recurso; com base nos procedimentos sugeridos pela pedagogia crítico social dos conteúdos. Espera-se que os alunos possam transformar um conhecimento empírico em conhecimento cientifico. Recorre-se ainda aos procedimentos de ensino e aprendizagem individualizantes e socioindividualizantes para que se possa atingir um maior desempenho dos mesmos.

 

 

RECURSOS DIDÁTICOS A SEREM UTILIZADOS

Utilização de Módulo de Geografia sobre o tema, com texto produzido pelos alunos durante a aula baseado nas explicações apresentadas para um melhor acompanhamento e aproveitamento do assunto; slides apresentados em Data – Show; mapa de vegetação; mudas de algumas espécies, vídeo sobre o tema, utilização do programa Google Earth para localização de cada tipo de vegetação no território brasileiro..

 

OBS.: Este plano de aula é flexível e será adequado a realidade da sala de aula.

________________________________________________________________

 

Para apresentação sobre o tema Vegetação, foram utilizamos como recursos didáticos: Módulo de Geografia sobre o tema, com texto produzido pelos alunos durante a aula baseado nas explicações apresentadas visando um melhor acompanhamento e aproveitamento do assunto; esquema no quadro; slides apresentados em Data-Show; mapa de vegetação; vídeo sobre a Mata Atlântica e Floresta Amazônica relatando a degradação, destruição e desmatamento dessas duas formações vegetais; utilização do programa Google Earth para localização no território brasileiro de tipos de vegetação.

A turma foi dividida em três equipes para que os módulos sobre o tema pudessem ser utilizados conjuntamente, a aula seria ministrada para uma turma de 1° ano do ensino médio, com tempo previsto de 100 min de duração.

Na apresentação inicial do ensaio houve a indagação do porque da existência da heterogeneidade das formações vegetais no território brasileiro, após as respostas da turma foi explicado que essa heterogeneidade é derivada: do clima, relevo, drenagem; em seguida teve início a explanação dos diversos tipos de vegetação do Brasil, bem como a sua degradação e os diferentes impactos causados pela ação antrópica e a importância da preservação da vegetação.

Após as apresentações foram abertos os comentários e críticas feitas pelos alunos e professoras, com destaque para: o bom conhecimento do assunto pela dupla, a boa esquematização e organização da aula, a forma clara como foi passado os assunto. A profª. Tuca alertou quanto à importância de dar a espaço para a participação dos alunos e ouvir as repostas dos mesmos. A discussão ficou calorosa com as críticas da profª. Maria Inês, pois não foram explicadas as convenções cartográficas do mapa utilizado dando margem, além de outros, a uma falsa associação quanto a cor da vegetação original e a cor convencionada no mapa, além disso foi dado ênfase a uma vegetação primitiva que o território brasileiro quase já não possui. As discussões foram muito proveitosas pois puderam trazer as opiniões dos alunos a respeito principalmente as críticas manifestadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PLANO DE AULA

 

DADOS IDENTIFICAÇÃO

Disciplina: Geografia

Professores: Paula Angélica Reis Santos e Rodrigo Cortes Almeida

Nível de Ensino: 1° ano do ensino médio

Tema: Vegetação Brasileira

Tempo Previsto: 100 min

 

 

OBJETIVOS

OBJETIVO GERAL

Tem como principal objetivo colocar de forma coesa como se constituem os tipos de vegetação e suas diversidades ao longo do país; explicando onde se encontram e como se dividem; seu manejo e exploração econômica bem como a importância de sua preservação e quais são os meio de minimizar os problemas no tocante à continuidade das espécies em seu habitat natural.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Apresentação dos diversos tipos de vegetação encontrados no território brasileiro.

Identificação de espécies de cada formação vegetal.

Exposição do modelo econômico predatório, relatando a ação antrópica praticada nesses ambientes. Compreensão da importância da preservação para humanidade através da prática do Desenvolvimento Sustentável.

 

CONTEÚDO

5.1 MÓDULO I

* A Introdução à vegetação do Brasil

* Os tipos de formações vegetais

* Degradação da vegetação

* Importância da preservação da vegetação

 

METODOLOGIA

Aula expositiva e interativa com diálogo inicial trazendo a indagação do porque da existência da heterogeneidade das formações vegetais no território brasileiro.

Explanação dos diversos tipos de vegetação do Brasil, a degradação da vegetação e seus diferentes impactos e a importância da preservação da vegetação bem como a necessidade mundial de utilizar um modelo de desenvolvimento que não agrida e destrua de maneira desenfreada a vegetação brasileira.

Dessa forma pretende-se fazer com que os alunos possam compreender os diversos tipos de vegetação encontrados no território brasileiro bem como sua formação, refletir sobre a importância da preservação e manejo adequado desse recurso; com base nos procedimentos sugeridos pela pedagogia crítico social dos conteúdos. Espera-se que os alunos possam transformar um conhecimento empírico em conhecimento cientifico. Recorre-se ainda aos procedimentos de ensino e aprendizagem individualizantes e socioindividualizantes para que se possa atingir um maior desempenho dos mesmos.

 

 

RECURSOS DIDÁTICOS A SEREM UTILIZADOS

Utilização de Módulo de Geografia sobre o tema, com texto produzido pelos alunos durante a aula baseado nas explicações apresentadas para um melhor acompanhamento e aproveitamento do assunto; slides apresentados em Data – Show; mapa de vegetação; mudas de algumas espécies, vídeo sobre o tema, utilização do programa Google Earth para localização de cada tipo de vegetação no território brasileiro..

 

OBS.: Este plano de aula é flexível e será adequado a realidade da sala de aula.

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Para apresentação sobre o tema Vegetação, foram utilizamos como recursos didáticos: Módulo de Geografia sobre o tema, com texto produzido pelos alunos durante a aula baseado nas explicações apresentadas visando um melhor acompanhamento e aproveitamento do assunto; esquema no quadro; slides apresentados em Data-Show; mapa de vegetação; vídeo sobre a Mata Atlântica e Floresta Amazônica relatando a degradação, destruição e desmatamento dessas duas formações vegetais; utilização do programa Google Earth para localização no território brasileiro de tipos de vegetação.

A turma foi dividida em três equipes para que os módulos sobre o tema pudessem ser utilizados conjuntamente, a aula seria ministrada para uma turma de 1° ano do ensino médio, com tempo previsto de 100 min de duração.

Na apresentação inicial do ensaio houve a indagação do porque da existência da heterogeneidade das formações vegetais no território brasileiro, após as respostas da turma foi explicado que essa heterogeneidade é derivada: do clima, relevo, drenagem; em seguida teve início a explanação dos diversos tipos de vegetação do Brasil, bem como a sua degradação e os diferentes impactos causados pela ação antrópica e a importância da preservação da vegetação.

Após as apresentações foram abertos os comentários e críticas feitas pelos alunos e professoras, com destaque para: o bom conhecimento do assunto pela dupla, a boa esquematização e organização da aula, a forma clara como foi passado os assunto. A profª. Tuca alertou quanto à importância de dar a espaço para a participação dos alunos e ouvir as repostas dos mesmos. A discussão ficou calorosa com as críticas da profª. Maria Inês, pois não foram explicadas as convenções cartográficas do mapa utilizado dando margem, além de outros, a uma falsa associação quanto a cor da vegetação original e a cor convencionada no mapa, além disso foi dado ênfase a uma vegetação primitiva que o território brasileiro quase já não possui. As discussões foram muito proveitosas pois puderam trazer as opiniões dos alunos a respeito principalmente as críticas manifestadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na aula do dia 13 de novembro, quinta-feira, dias em que as aulas são  ministradas pela manhã, contando com a presença também da turma de Metodologia do Ensino de História; foi realizada a apresentação dos Ensaios de Aula de duas duplas: Paula e Rodrigo e Alex e Neomar.

As apresentações iniciaram-se depois do horário previsto, pois Paula e Rodrigo seriam a primeira dupla, porém como houve atraso, ao chegar já havia se iniciado os preparativos para a apresentação da segunda dupla, mas como a minha apresentação e a de Rodrigo necessitava da instalação de um programa no computador da professora Maria Inês, conversamos com a segunda dupla e o espaço inicial foi cedido para a primeira equipe.

A primeira dupla, Paula e Rodrigo, realizou a apresentação sobre o tema Vegetação, onde foram utilizamos como recursos didáticos: Módulo de Geografia sobre o tema, com texto produzido pelos alunos durante a aula baseado nas explicações apresentadas visando um melhor acompanhamento e aproveitamento do assunto;  esquema no quadro; slides apresentados em Data-Show; mapa de vegetação; vídeo sobre a Mata Atlântica e Floresta Amazônica relatando a degradação, destruição e desmatamento dessas duas formações vegetais; utilização do programa Google Earth para localização no território brasileiro de tipos de vegetação.

O ensaio foi iniciado por Paula, com a solicitação da divisão da turma em três equipes para que os módulos sobre o tema pudessem ser utilizados conjuntamente, explicação do material que seria utilizado e a explicação sobre a aula: que seria ministrada para uma turma de 1° ano do ensino médio, com tempo previsto de 100 min de duração.

Após este primeiro momento Rodrigo iniciou a apresentação do ensaio com o diálogo trazendo a indagação do porque da existência da heterogeneidade das formações vegetais no território brasileiro, onde a turma participou com diversas respostas satisfatórias e em seguida com a resposta e explicação de Rodrigo: que essa heterogeneidade é derivada: do clima, relevo, drenagem; em seguida teve inicio a explanação Por Rodrigo e Paula dos diversos tipos de vegetação do Brasil, bem como a sua degradação e os diferentes impactos causados pela ação antrópica e a importância da preservação da vegetação.

A segunda dupla: Alex e Neomar, onde o tema foi Subdesenvolvimento e Desenvolvimento, utilizaram como recursos didáticos a música A Novidade de Gilberto Gil, Hebert Viana e João Barone, slides sobre o tema apresentados em Data – Show, esquema no quadro; foi proposto debate final, em torno principalmente da musica , sobre a questão da desigualdade social.

A discussão feita por Alex e Neomar abordou principalmente as questões do Subdesenvolvimento e Desenvolvimento, bem como questões pertinentes à realidade do homem no Brasil e no mundo, ou seja, o problema das desigualdades sociais enfrentados no mundo.

O ensaio se iniciou com o áudio da música A Novidade com cada um com a letra escrita para que pudesse acompanhar, em seguida com fala de Neomar explicando o objetivo da aula e com a apresentação da imagem no slide de uma favela como símbolo das desigualdades sociais do Brasil e no mundo.

Foi mostrada de forma explicativa e participativa a diferença entre desenvolvimento e crescimento tão confundido como sinônimos. Nos slides foram apresentados dados recentes sobre os aspectos mundiais de: IDH, longevidade e outros, mostrando os contrastes e disparidades internas e externas. O Brasil econômico se distancia do Brasil social e isso faz do nosso país um líder em desigualdades sociais. Onde podia ser feita uma comparação e constatação da situação do desenvolvimento e crescimento dos paises do mundo, sempre fazendo uma relação com a letra da música que traz uma metáfora justamente sobre o tema abordado pela dupla

A dupla mostrou vários indicadores nacionais e internacionais que atestam as disparidades; parecem dois mundos distintos, dois países diferentes, e o primeiro faz de conta que o outro não existe, como por exemplo o Brasil subiu de posição no ranking das maiores economias do mundo de acordo com o levantamento mostrado pela dupla. No entanto, esse mesmo Brasil é também um dos países onde mais ocorre a concentração de renda. O resultado disso é que os pobres estão cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos.

Com essa realidade, o país acaba em condição semelhante à dos países mais pobres do mundo, onde a disparidade entre ricos e pobres é marcada exatamente pela injustiça social e pelo abuso dos governantes. A concentração de riqueza no Brasil é tão cruel que agrada os ricos e ao mesmo tempo esmaga os pobres, tanto em períodos de expansão como de retração

O aumento do desemprego e a contenção de salários têm sido os mais eficientes alimentadores das desigualdades

            Porém apesar de tudo isso o pais investe em projetos considerados até “superfluo” para as condições atuais do pais, como por exemplo ser sede de Olimpíadas e Jogos Pan-americanos.

Devido ao tempo ter ficado muito escasso, o debate não foi realizado, porém a proposta foi: a sala seria dividida em duas equipes, onde cada uma defenderia uma posição de acordo com a música e a desigualdade social, ficando assim: A guerra travada entre o mundo desigual:

De um lado há o Brasil que deu certo. Aquele em que as pessoas possuem tudo o que o dinheiro pode comprar. Têm acesso ao que há de melhor em termos de educação, alimentação, lazer, moradia etc; seriam os poetas representando o lado do carnaval que defenderiam a vida da sereia, que quer dizer que apesar de tudo as coisas andam, bem há mudanças, crescimento e desenvolvimento no mundo.

De outro lado há o país dos miseráveis, dos que passam fome. Dos que não têm acesso ao mercado de trabalho, à educação, à saúde, à habitação, à terra. É o país que não deu certo, seriam os esfomeados representando a fome total estraçalhando a sereia que metaforicamente quer dizer que o mundo não vai bem há desigualdades, pobreza e que a situação tem que mudar mudar.

Algumas pessoas da turma chegou a propor que o debate fosse feito em um outro dia, pois a dupla foi prejudicada devido ao tempo e ao atraso, porem a professora Maria Inês informou que o importante foram os recursos didáticos propostos e que a turma é que foi prejudicada por não poder participar de uma debate que seria muito proveitoso.

Após as apresentações foram abertos os comentários e criticas feitas pelos alunos e professoras, com destaque para: o bom conhecimento dos assuntos pelas duplas, a boa esquematização e organização das aulas, a forma clara como foram passados os assuntos. A profª. Tuca alertou quanto à importância de dar a espaço para a participação dos alunos e ouvir as repostas desses alunos. A discussão ficou calorosa com as criticas da profª. Maria Inês em relação à aula de vegetação: pois não foram explicadas as convenções cartográficas do mapa utilizado dando margem, além de outros, a uma falsa associação quanto a cor da vegetação original e a cor convencionada no mapa, além disso foi dado ênfase a uma vegetação primitiva que o território brasileiro quase já não possui.

A profa. Maria Inês informou ser muito interessante a abordagem da dupla de Neomar e Alex, pois raramente este assunto é posto de forma tão conjunta retirou a tradição da forma fragmentada. As discussões foram muito proveitosas pois puderam trazer as opiniões dos alunos a respeito principalmente as criticas manifestadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MEMORIA

02:30 @ 04/12/2008

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA-UFBA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO-FACED          

DISCIPLINA: METODOLOGIA DE ENSINO I

PROFª: MARIA INEZ

DISCENTE: ALEX FRANÇA

 

MEMORIA

 

Em 2000, quando estava no segundo ano do ensino médio, no Centro Educacional Edgard Santos, conheci um professor, que no período era um estagiário, por nome de Kleber, que mesmo sem saber me ajudou a escolher pela Geografia.

Este professor passou a dá aula do tema massa de ar, algo que me chamou atenção, pois neste momento comecei a ficar encantado pela Geografia. Por este motivo quando estava na duvida entre a Filosofia, História ou Geografia, lembrei deste professor e decidir optar pela Geografia.

Esta aula abordou um tema, ou melhor, subtema, pois massa é parte integrada do tema clima. Com isso, ele pode explicar a dinâmica do sistema climático de Salvador e do Brasil.

Dessa forma pode perceber que Salvador tem duas estações bem definidas: uma estação quente e úmida e outra estação chuvosa e, que esta é provocada pela massa polar atlântica no período de abril e junho.

Em conseqüência disso, o fato dele demonstrar que aproximidade do assunto teórico com a realidade do aluno aumenta a probabilidade do aluno se interessar pelo tema apresentado.  

     

MEMÓRIA ESCOLAR

01:30 @ 04/12/2008

MEMÓRIA ESCOLAR - NEOMAR

03/12/2008

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

CURSO: GEOGRAFIA

DISCIPLINA: METODOLOGIA DO ENSINO DA GEOGRAFIA I

DOCENTE: NEOMAR AMORIM

 

 

MEMÓRIA ESCOLAR

 

No  segundo ano do Ensino Médio tive uma experiência que marcou muito minha vida de estudante, que pode ser analisada sob dois aspectos: no primeiro momento negativa e no segundo momento positiva.

Já aproximava-se da terceira unidade e ainda não tinhamos professor de Geografia, uma realidade muito presente na educação pública brasileira. O professor Flávio, no Colegio Duque de Caxias, era formado em Filosofia, muito embora ensinasse Geografia, o mais  interessante é que possuia uma postura diferente dos professores tradicionais, o que dispertou minha atenção desde o início das aulas.

As aulas de Geografia era realizada da seguinte maneira. O tema em estudo era o processo de internacionalização do capital (globalização), as aulas quase sempre eram expositivas com muita participação e apresentação de seminários.

O professor selecionava alguns textos, solicitava a leitura e na sala de aula debatíamos, não necessariamente nesta ordem, o que tornava uma participação de quase toda a turma. Para mim essas aulas dispertou-me interesse pela docência . Os pontos positivos era a antecedencia que preparava o material e o estimulo a participação do discente. Enquanto o ponto negativo era a não utilização de  mais recursos didáticos

PLANO DE AULA

DISCIPLINA: GEOGRAFIA

TEMA: PENSAR O ESPAÇO

ELABORAÇÃO: ALTAIR HONORATO PACHECO

PREPARADO PARA ALUNOS DE 7° E 8° SÉRIES

DURAÇÃO AS AULA: 50 MINUTOS

 

 

OBJETIVO GERAL

 

Estimular o estudante na tarefa de compreender o espaço geográfico como produto do processo geográfico e histórico.

 

OBJETIVO ESPECÍFICO

 

  • Pensar o espaço de forma estratégica;
  • Analisar criticamente as articulações existentes no espaço, de caráter natural e social;
  • Compreender conceitos importantes no processo de análise espacial;
  • Estimular a capacidade de pensar criticamente o espaço cotidiano, como primeiro passo rumo compreensão de espaços mais amplos.

 

 

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

 

  • Assistir o Vídeo: Analise geográfica do espaço geográfico a partir de um desenho animado (re-significando o desenho animado – utilizando-o como recurso didático);
  • Trabalho de grupo: Discutir em sub-grupos (Qual a relação existente o desenho e a disciplina geografia? Quais os temas de geografia presentes no desenho? Que aprendizados podem extrair deste vídeo?);
  • Aula participativa: Reflexão no grupo maior – construindo os primeiros entendimentos; provocando a reflexão crítica;
  • Aula Participativa: Leitura coletiva de Texto
  • Aula participativa: Interpretar e analisar o texto; associar com o vídeo; aprofundar aspectos importantes do texto;
  • Aula expositiva: Trabalhando conceitos chaves: orientação; localização; representação;
  • Atividade prática: Primeiro passo, refletir sobre o espaço do cotidiano; Segundo passo, representar este espaço; Terceiro passo, socializar as representações produzidas; Quarto passo, Ampliar a compreensão sobre os elementos e as forças que influenciam na unidade/diversidade espacial, como é construída a identidade com o espaço.

 

RECURSOS

 

  • TV E Vídeo ou Projetor Multimídia;
  • Cópia de texto para os presentes;
  • Papel ofício ou cartolina ou papel metro
  • Lápis de cor ou lápis de cera

 

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 

 

KOZEL, Salete, FILIZOLA, Roberto. Didática de Geografia: Memórias da Terra: O Espaço vivido. FTD – São Paulo, 1996.

 

SIMIELLE, Maria Helena. Primeiros mapas: Trabalhando com mapas – as regiões brasileiras. Ed. Atíca – São Paulo, 1998.

 

 

ANÁLISE DA AULA

 

Por infelicidade, a aula teve seu inicio prejudicado, pois o desenho animado que foi pensado para ser utilizado como instrumento detonador da atividade, por problemas técnicos, não funcionou. Por conta deste incidente tive que utilizar o método da improvisação, o que não substituiu os efeitos que certamente seriam provocados pelo desenho, mesmo por que este instrumento iria fazer perpassar por toda a atividade.

Na tentativa de cobrir o vazio deixado pelo vídeo passei para a segunda parte da aula que seria a leitura de um texto complementar em sub-grupos. O mesmo seria refletido e associado com o vídeo, explorando os conteúdos de cunho geográficos. A analise do texto foi feita mediante os conhecimentos trazidos pelos colegas que não corresponderam da forma imaginada por mim. Nesse momento segundo analise da Professora Inês aconteceu uma incorreção da minha parte. Segundo ela, na ausência ou não do vídeo o texto deveria ser mais explorado.

Outra incorreção percebida pela Professora diz respeito a confusão provocada pela evidencia dada a exposição da temática da localização, uma vez que se trata, esta de um conhecimento que visa a precisão e todo o conteúdo trabalhado na atividade não visava esse objetivo.

Acredito que a atividade cumpriu parcialmente com seu objetivo pelo fato de provocar as presentes a pensar e refletir o seu espaço cotidiano, prática que não é muito exercitada.

Por fim, queria considerar, que desde o momento da escolha do tema, estava ciente que correria o risco de recair em alguns equívocos, imprecisões. Mesmo assim, quis aceitar a aridez de enfrentar o desafio de trabalhar diretamente com algo que de fato se traduz em uma das nossas fragilidades e que precisa ser enfrentada – trabalha com a dimensão espacial; sair da condição de mero reprodutor de métodos ultrapassados.

Peço desculpas pelas incorreções, mas quero continuar trilhado firme na direção desses propósitos e se possível atrair outras pessoas. Espero nesse caminho poder amadurecer minhas idéias e aprimorar meu método.

Aula do 28/11

20:06 @ 03/12/2008

A aula dessa quinta-feira esteve centrada na apresentação do ensaio de aula da dupla Karla e Elissando. O tema da aula foi A Globalização. A aula iniciou-se com uma apresentação convencional do que seria a globalização apresentando um histórico do processo desde de o capitalismo comercial até o informacional. Nessa parte da aula seguiu-se os moldes dos livros didáticos com a intenção de contrastar essa abordagem com a da segunda parte da aula. Durante a apresentação dessa parte por Elissandro, Karla fez algumas interferencias buscando expandir a discussão e criar uma linha condutora ao longo de todo o processo, o que foi percebido e comentado como algo muito positivo pela professora de história. Nessa primeira parte, logo no inicio da aula, a dupla apresentou o video-clip da música Ideologia de Cazuza, deixando-a para ser discutida posteriormente, usando-a inicialmente como um estímulo ao pensar.

Na segunda parte da aula buscou-se apresentar outras perspectivas para a globalização, outras análises e olhares. Utilizou-se outros autores, em geral, não trabalhados no ensino fundamental e médio. Os autores usados como referencia foi Manoel Castells (Fim de Milênio, 1999) e Milton Santos (Por uma outra globalização). Nessa parte da aula retomou-se a música para discutir o conceito de ideologia e para pensa-la como ferramenta da construção da globalização hegemonica.

Na terceira parte da aula foi solicitado que os estudantes reunissem tudo o que foi visto, explanado e discutido naquela aula e construissem o seu entendimento da aula a partir de uma série de imágens que foram mostradas, podendo os estudantes usar as imagens apresentadas ou mesmo propor outras.

Ao final da aula foi feita uma rodada de discussão sobre a aula. Discutiu-se muito sobre como apresentar uma perspectiva geográfica para uma contextualização histórica. Sobre a importância de trazer outros autores e outros olhares, sempre deixando muito claro que são justamente isso: apenas olhares e perspectivas possíveis, dentre tantas outras.

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA-UFBA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO-FACED

DISCIPLINA- METODOLOGIA DE ENSINO A GEOGRAFIA- EDC165

 

 

 

ALEX FRANÇA & NEOMAR AMORIM


PLANO DE AULA

 

TEMÁTICA : Subdesenvolvimento e desenvolvimento brasileiro

TEMA: A sociedade brasileira e os seus indicadores socioeconômicos

SÉRIE: 7ª série

TEMPO DE AULA: 1 hora

 

OBJETIVOS GERAIS:  Através do tema proposto desenvolver com o discente a compreensão da realidade; trabalhar o mundo atual em diversidade, contribuindo com explicações de como as paisagens, os lugares e os territórios são produzidos; que os estudantes possam compreender, explicar e perceber a influência do fenômeno abordado pelo tema na sua própria vida.

 

OBJETIVOS ESPECIFICOS: Buscar identificar a origem e composição da desigualdade social brasileira evidenciada através dos dados qualitativos e quantitativos que revelam o contraste presente nas diversas paisagens, ou seja, como elementos e fatores condicionam na construção do espaço geográfico. Para isso, será utilizado os conhecimentos históricos-geograficos para caracterizar as relações sócio-espaciais. Será também abordados  pontos das diferenças sociais como:  subdesenvolvimento e desenvolvimento; IDH – Índice de Desenvolvimento Humano e analise  das categorias (saúde, renda e educação) presentes neste índice, no município, Estado e no Brasil; a analise da distribuição de renda da população brasileira.

 

METODOLOGIA: Para aplicação deste tema (a sociedade brasileira e os seus indicadores socioeconômicos) a aula será expositiva e participativa, no qual será utilizada a letra da música de Gilberto Gil “A novidade’’, como forma de resignificação incorporando o caráter lúdico, como forma intencional de facilitar o processo de ensino-aprendizagem do conteúdo proposto, que ajudará na abordagem sobre a desigualdade social no Brasil. Será promovido um debate, tomando como base as informações, presente na apresentação e discussões em salas e também na letra da música, na qual a sala será dividida em dois grupos: um que defendera a preservação da sereia; já o outro grupo, vai defender que a sereia seja consumida. Aliado a isso, será desenvolvidas algumas questões reflexivas, como fomento a discussão no debate.

 

RECURSOS: Quadro de giz, projetor de imagem e som que possibilite a exposição dos slide e a execução da musica.

 

COMENTÁRIO: Embora a professora Maria Inês não tenha identificado questões pertinentes a aplicação do ensaio de aula e, de ter elogiado junto com alguns colegas da turma, a apresentação e a forma com que a dupla conduziu e sistematizou o esquema de aula. A dupla identificou que é extremamente necessário conhecer os equipamentos a ser utilizados e sua utilização, quando possível chegar com antecedência no local, visto que houve problema com a utilização da caixa de som. Possibilitar o discente ao contato com diferentes linguagens é uma preocupação inerente ao tema a ser abordado e um desafio ao professor na busca pelo sucesso do aprendizado.

 

 

 

 

CONTEUDO:

 

Desenvolvimento: crescimento, aumento e progresso socioeconômico.

 

Subdesenvolvimento: não é um estágio rumo ao desenvolvimento, mas como a conseqüência da expansão do capitalismo desde a época das Grandes Navegações. Sendo que a dominação colonial e fatores internos de cada país geraram o subdesenvolvimento.

 

IDH - Índice de Desenvolvimento Humano, que mede o progresso da humanidade em termos de qualidade de vida (saúde, educação e rendimento).

 

Histórico: Industrialização e Modernização:

 O BRASIL PERÍODO ATÉ 1950:

Concentração populacional (de cada 100 brasileiros, 64 campo); PEA;      61% setor primário (agricultura, pecuária, extrativismo, caça e pesca); 13% na indústria; 26% serviços;racionamento das usinas hidrelétricas; Rodovias precárias; transporte grandes cidades (bonde e ônibus); Lavoura principal (café, cana-de-açúcar, algodão etc.); e, pequenas lavouras (arroz, feijão, milho etc.).

 

O INÍCIO DAS MUDANÇAS: O IMPULSO A INDUSTRIALAIZAÇÃO:

Entrada de capital estrangeiro (1956); indústria automobilista, de usinas siderúrgicas, de indústria de eletrodomésticos, de autopeças, eletrônica, estradas de rodagem. (empresas multinacionais); incentivaram ainda mais a industrialização – empresas de capital nacional e as multinacionais – financiamento e condições naturais de empréstimos. (1964); introdução do capitalismo no campo - Modernização da agricultura (implementos agrícolas); e, crescimento industrial nas cidades; Migração de trabalhadores para cidade.

 

O BRASIL DE 1970 E 1980:

Continuação da industrialização e modernização; aviões, navios, maquinas, pesadas, material de guerra, ponte Rio -Niterói,  a Rodovia Transamazônica, muitas usinas siderúrgica e hidrelétrica; e, aumento da divida externa (10 bilhões de dólares de juros).

 

A INDUSTRIALIZAÇÃO E A MODERNIZAÇÃO DO BRASIL NÃO BENEFICIARAM A TODOS OS BRASILEIROS:

Concentração populacional (de cada 100 brasileiros, 25 campo)1998; e, modelo excludente e concentrador.

 

Brasil: Indicadores sociais – IBGE, 1999:

Abastecimento de água: 58,7% no Nordeste x 87,5% no Sudeste; rede de esgoto: média de 52,8%; 22,6% no Nordeste x 79,6% no Sudeste; lixo coletado: 79,9% do lixo coletado; o serviço de coleta servia 59,7% dos domicílios do Nordeste, contra 90,1% dos do Sudeste; iluminação elétrica: 85,8% no Nordeste contra 98,6% no Sudeste.

 

 

 

 

 

REFERENCIAS BIBIOGRAFICAS

 

SENE, Eustáquio & MOREIRA, João Carlos. Espaço Geografico Mundial e Globalização: 8ª serie. Scipione. São Paulo, 2000.

 

VESENTINI. J. Willian & VLACH, Vânia. Geografia Critica: Geografia do mundo industrializado. 8ª serie. Ed. Ática. São Paulo, 2004.

 

BAHIA. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) Bahia-2000. Disponível em: <www.pnud.org.br/home/> acessado em 10 OUT 2008


MEMÓRIA ESCOLAR - ALTAIR

16:08 @ 03/12/2008

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

CURSO: GEOGRAFIA

DISCIPLINA: METODOLOGIA DO ENSINO DA GEOGRAFIA I

DOCENTE: ALTAIR HONORATO PACHECO

 

 

MEMÓRIA ESCOLAR

 

A escola é algo marcante na vida das pessoas. Nela passamos boa parte do nosso tempo. Neste tempo somos surpreendidos positiva ou negativamente por acontecimentos, que ficam impregnados nas nossas memórias.

A minha formação escolar na disciplina Geografia foi um pouco prejudicada, pelo fato de ter optado pelo curso Técnico em Contabilidade, no ensino médio. Com isso, somente tive aulas de Geografia o primeiro ano do ensino médio. Ainda sim, o curso era focado numa formação especializada em contabilidade, deixando em segundo plano as demais disciplinas.

Diferentemente do ocorrido no ensino médio, no ensino fundamental tive um maior contato com a Geografia o que propiciou uma aprendizagem mais significativa dos conteúdos estudados por esta disciplina. De todas as experiências vivenciadas nas aulas de Geografia a que mais marcou minha vida, por isso até hoje carrego na memória, foi a atividade de representação cartográfica, na 7ª série. Sentia-me encantado tendo contato com os mapas, poder pintá-los, desenhá-los, identificar as unidades administrativas, os rios, as florestas.

Embora essas experiências estejam presentes em minha memória, hoje como observador da minha própria história percebo que aquelas atividades estavam embasada numa abordagem estritamente tradicional, carregada de observação, muita discrição, reprodução e memorização. Se fosse possível interferi no desenvolvimento delas sugeriria a inserção da analise, associação com a realidade, correlação entre as regiões e localidades de todas aquelas representações. 

 

Memória - Aline Amaral

15:21 @ 03/12/2008

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

DISCIPLINA: METODOLOGIA DO ENSINO DA GEOGRAFIA I

DISCENTE: ALINE AMARAL DA SILVA NEVES

 

MEMÓRIA

 

Minha memória aconteceu na 5ª série do Ensino Fundamental, quando a professora de Geografia, fazia prova oral com os alunos, exigindo que nós (os alunos), respondesse os nomes das capitais dos estados que ela falava, quando nós errávamos, ao final do teste era dito para toda a sala, para que pudesse servir de exemplo para os outros alunos.

Tal forma de avaliação expunha os alunos ao ridículo, haja vista que os nossos erros eram expostos para toda a sala, desta forma, ficávamos muito apreensivos, com receio de errar.

Além disso, acredito que essa forma de avaliação não tenha contribuído para minha formação, pois ao sair da 5ª série, percebi não ter aprendido o nome dos estados e suas capitais, tendo apenas gravado e logo após a avaliação esquecia todas.

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