Partidos políticos em frangalhos (aos do Grupo Ethos-Paidéia)
12:28 @ 26/01/2008
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Celso Furtado (anos 80 na UFC)
PARTIDOS POLÍTICOS EM FRANGALHOS
(Mensagem aos do Grupo Ethos-Paidéia,
Cedo, acordei. Rápida vista nos jornais. No caderno “política”, olhos na tônica de
Boquiaberto, de longe observando os atritos entre dois “históricos amigos” meus, Cartaxo e Ilário, recordo, anos atrás, o apelo de
MÍDIA EM SEU PAPEL:
DERRUBAR MUROS
E COSTURAR ABRAÇOS
Toca o telefone. Na linha,
A propósito do tema, falo-lhe do intuito de um grupo de “juntar os cacos”, a partir de três atores em perdidos “monólogos coletivos” (os atribuídos por Piaget ao mundo infantil), sob a sombra antiética dos muricis, cada qual a cuidar de si: intelectuais, gestores (estatais e privados) e o mundo político. E, nisso, falo da reedição nossa no curso perdido de nossa história. Ivonete vai além. Conta-me experiência recente sua como ombudsman da UFC: “Marcondes, estou horrorizada, a UFC não é mais aquela!”, o mesmo clima de dispersão e dos muricis da vida, trancada ainda em seus medievais muros... Digo-lhe do insulamento interno que hoje observo em cada corporação e falo de artigo meu, nessa segunda-feira, espaço em que, quinzenalmente, nos alternamos, ela e eu.
A ela, falo de minhas recentes surpresas, do por mim inesperado até, quando de recente passagem minha pela UECe e a UFC, onde mais me sobressaltei: a dos arranhões múltiplos postos de lado. E do “topamos” crescendo – vale dizer, voltar ao clima da (re) união das forças, por mim ouvido nos diferentes campos por onde andei.
Hora, sim, concorda Ivonete, de grande ação da ACI na recuperação de seu papel analítico e aglutinador, repondo a história, em seu fluxo entre o agora e os ideais cultivados e preservados desde o passado, o olhar, porém, a desenhar e construir o futuro.
“Até terça! Lá, na ACI, estarei” – esperançoso, asseguro-lhe. E, nesta manhã de hoje, após contactos na Assembléia Legislativa com deputados amigos, de diferentes partidos, em que tento alastrar o “topamos” em inesperado crescendo, vou até a ACI, eleitor de seu quadro diretor.
Nela, reencontro-me com amigos dos meios de comunicação (jornais, TVs, colunistas dos vários setores de nossa sociedade, além de radialistas), aí incluídos os dos tempos da Rádio Universitária (FM) (eu da equipe de sua idealização, ao tempo de Paulo Elpídio reitor da UFC).
Reencontro-me, além de Ivonete, com Adísia Sá, parceira dos “Fundamentos científicos da comunicação”, obra publicada, nos anos 70 pela Editora Vozes de Petrópolis, a inaugurar talvez, no País, o olhar de várias ciências sobre a comunicação, que, aos “órgãos de segurança”, na época, alimentada por um dos 7 pecados capitais, a inveja (no próprio mundo universitário) tacharia de “cor de rosa” – em meu caso, de um “mar-cor-de-rosa”. Este, sim, foi pauta nacional e em Portugal, do qual não guardo exemplar algum, tanta a dor histórica que em mim me causaria ele... E, nos abraços, a conversão do “oh! que saudades que tenho” em pauta ao desenhar o futuro: cimento da diversidade cultural e política, a buscar diálogo e pactuação (crença colhida pouco antes por mim da boca de um deputado, em relação ao poder de costura dos meios de comunicação).
O SABER, INDÚSTRIA
CIENTÍFICO-CULTURAL
COM ASSENTO NA FIEC...
Em casa, releio o artigo “Em sua porta, o futuro”, no Jornal “O Povo”. E, por e-mail, remeto ao Jornal Laboratório de curso de jornalismo, outro artigo – a mim pedido “inédito” (sic), por instituição da órbita privada, sobre “educação brasileira”, onde, num balanço de minha história na educação cearense e nacional, no jogo entre fracassos e sonhos, concluo havermos morrido na praia – isto é, porto final não alcançado, mas seguramente a contabilizar o sucesso nos termos de Mário de Andrade, no poema “O poeta come amendoim”, em 1924: “progredir, progredimos um tiquinho, que o progresso é uma fatalidade”...
Depois, o lançar, num preescrever, idéias avulsas para artigo solicitado pelo Sindicato das Escolas Particulares, o SINEPE/Ce, onde me volta a idéia, guardada em stand by, da “Câmara de Educação Superior”, desde quando eu, presidente do Conselho de Educação do
Nessa reunião, terminei por me sentir “em casa”. Inesperados abraços de
Em minha fala, confesso que, sem peias, excedi-me. De logo, a propósito de insinuações do Banco Mundial orientadas pelo urgente cuidar de nossa educação infantil, evoquei a desculpa de dias atrás, no Fórum da Modernidade, onde o Conselho de Educação e as Instituições Educacionais, ouviam Eunice Durhan, do MEC, sobre nossos desafios, então com urgência maior no ensino, na nomenclatura oficial brasileira ... “fundamental”: Nessa pauta, concluía eu ali, ante o
“Nossa ação urgente, ante tal quadro, quando o mundo já tem, como desafio, a universalização da educação superior”, isso pode nos deixar a correr atrás do atraso, no dizer de Keynes, deixando para depois ... “quando todos já estivermos mortos”.
Na verdade, havia eu feito enorme esforço por envolver, no encontro, as instituições de ensino superior (públicas e privadas) para que, na linha do aludido Fórum da Modernidade, pudéssemos criar um sistema aberto de educação superior, com os olhos voltados para que, em articulação com o mundo produtivo e os setores outros de nossa sociedade, atacássemos os problemas do Estado, na linha do lema da UFC, isto é, na tensão entre o universal e o regional.
Duro esforço, mas as instituições todas estavam ali. Em minha fala, vendo alguns antigos colegas, ex-pró-reitores de extensão do País, testemunhas de minha luta, lancei, sim, a frase registrada por Paulo Elpídio, no seu livro inconficências@indeletáveis.com.br – os deslizes dos outros e os nossos também. Fortaleza. Imprece/Oficina da Palavra, 2007, , à p. 128:
“Por 30 anos, vivi sempre no limitar entre a universidade, de um lado, e a sociedade e governo, de outro, tentando um namoro entre os dois lados. Lamentavelmente, vejo, após 30 anos, que nada mais consegui que um ... coito interrompido”
Diálogo entre mim e o Vice-governador Beni Veras não está nas “inconfidências” de Paulo Elpídio. Dele, relato agora, alguns trechos. Beni me responde que a culpa, se existente, não caberia ao governo e nem à sociedade. Mas ao próprio mundo universitário, trancado em seu medieval fosso... Respondo-lhe que, ao governo, caberia, numa gramática de sedução, a dar direção a esse namoro, a iniciativa do levar à cama os dois: academia e governo...
Dias depois, em reunião em que, a meu lado, estava o presidente da Fiec, dele ouviria eu “cochichos” a reclamar da não inclusão, nesse grupo, dos componentes do mundo econômico. Retruco ao então presidente da Federação das Indústrias do Estado do
Projeto, infelizmente, que, logo, com a mudança de dirigentes nos diversos níveis, quando visão e clima voltariam à batuta de dirigentes supostamente mais objetivos, conquanto mais prosaicos.
Quanto à educação infantil,
A queixa espraiou-se. E eu, logo, me daria conta de que Gomes tinha razão e não apenas com artigos, mas com ação, tentei, pela convocação dos diversos atores da educação em tal nível, amargar, em ação, reiterados “atos de contrição”.
HEGEMONIAS EM CACOS
À mesma página, das inconfidências@indeletáveis, lá se encontram insistências minhas com a temática, expressas nos títulos de meus artigos:
“Hoje, escrevi outro artigo, a falar “Na desunião, o fracasso”. Ontem, o dia inteiro, a proposta de um grande seminário, em parceria com instituições européias lideradas pela Universidade de Barcelona.
“Hegemonias em cacos – o título de um dos meus artigos. ‘Em farelos’, a confissão de alguns líderes políticos e sociais. Mas uma certeza aí está. Não dá para alimentar uma democracia helênica nem a da Revolução Francesa. O mundo se inquieta. O povo aí está impaciente (...) a exigir institutos como o ‘recall’. E o Oriente, a despeito das democracias formais, está mostrando que é possível se chegar lá.
“Continuo na luta, acreditando. Acho que Virgílio Távora foi ator principal da ‘União pelo
COMO DOU COM
Estava eu procurando, no Google, artigos meus, por aí afora. Apus, na busca, meu nome. E, aqui e ali, surpresas muitas. Isso, noite adentro. Lá pelo 80ª ocorrência, o livro “Para onde vai universidade brasileira” e ... “no sebo”!
.Para falar a verdade, nem me apercebo, olhos fitos “no sebo”. Para minha surpresa, o positivo espanto, no Grupo Ethos-Paidéia, com a imediata reação de nosso festejado nacional lingüista e tradutor, Adail Sobral, sempre, embora discreto, oportuno e arguto. Curioso, sem perceber a reação de Adail, tento encontrar, nos meus guardados, um exemplar do livro. Debalde. Lá, pela madrugada, acordo e, sem querer, dou com um exemplar, bem visível numa das estantes, em meu gabinete.
Enquanto isso, no Blog da ADAUFC - Associação dos Docentes e Pensionistas Aposentados da UFC, http://adaufc.blig.ig.com.br/, leio:
“Caro professor, aposentado ou não, Tente abrir o nosso blog que terá informações interessantes e proveitosas. Não fique surpreso com a mensagem de natal enviada pelo Prof. Gomes, que é sócio da ADAUFC e, mesmo de longe, morando nos Estados Unidos, mantém sempre um contato com a nossa Associação como se estivesse perto de nós. Prof. Gilberto Vale”
QUEIXAS MIL,
MAS AFINAL
O “TOPAMOS”
Na ADAUFC, pela UECe e, depois, na UFC, após burocrático périplo com vistas a encaminhar problemas meus, converso sobre a busca de con(s)ertos e co(c)ertos dos reclamados frangalhos entre cabeça, mãos e tato, em nossa sociedade – aí a própria cabeça sob a visão de agora, os ângulos das “inteligências multiplas” a se darem as mãos, sob a regência dos transcendentes valores, no esforço pelo rejuntar dos frangalhos...
Queixas mil, sim, tive de ouvir. Mas, ao final, para minha surpresa, o convencimento e o inesperado “topamos”, seguido do “por onde então começar?”. Lembro-me dos anos 80, com o Simpósio “Para onde vai a universidade brasileira?” e Celso Furtado, que nos arrastaria a todos – das esquerdas aos políticos e os então “novos empresários” do CIC (Centro Industrial do Ceará), no Seminário “Perspectivas para o Desenvolvimento do Nordeste”, onde pregou “crescimento econômico a se metamorfosear em desenvolvimento”.
Queixas mil, mas, felizmente, o “topamos”, a me surpreender. E a indagação imediata do “por onde começar?”. Aí, me veio a lembrança do que, no passado, untou-nos, como coisa mais importante: a) o “Para onde vai a universidade brasileira”; b) o “Perspectivas para o Desenvolvimento do Nordeste”, e o porto do “crescimento a se metamorfosear em desenvolvimento”, com Celso Furtado, guru a nos (re) unir todos (das esquerdas aos empresários do Centro Industrial do Ceará).
O FUTURO
À NOSSA PORTA!
De minha parte, alegro-me, como confessei ao fechar o artigo dessa última segunda, “Na sua porta, o futuro”, ao citar entusiástica adesão de Antonio Gomes Pereira e Paulo Elpídio, daí nascendo intensa troca de idéias, que, aos deste Grupo Ethos-Paidéia, solidarizamos:
Surpreendo-me. De todos os cantos, o "contem comigo". Como os de Paulo Elpídio, a sediar, na UFC dos anos 80, esse clima. E, do frio em Washington, Antônio Gomes Pereira, outrora a indagar o "para onde" dos "jardins de Academo nacional, a nos falar do futuro a nos chegar "de repente, sem sequer bater na porta". E dos tigres asiáticos, "que mudaram de zoológico (...), de vocabulário, prioridade e tecnologia".
Nessa troca de idéias em que, gradativamente, outros vão, aos poucos, participando, além do economista Cláudio Ferreira Lima, Osmundo Rebouças – do Banco do Nordeste e da nacional equipe do plano real, entre outros, as discussões, por ora, em clima de tempestade-de-idéias, poroso às adesões de todos os lados. O importante é o renascer da esperança. O futuro, arrancado do agora, olhar à frente, para além do simples “revirar das saudades” (nas palavras de meu irmão, Walmir Rosa de Sousa).
Papos reatam-se. Paulo Elpídio com a sadia ânsia do “mãos à obra”, já apontando vias a navegar, águas pequenas dos interesses menores a serem invadidas pela água grande, como nordestinos rios a sepultar, com os rios recobrados em suas cheias, as cacimbas privatizadas sob cadeados...
A Paulo Elpídio, Gomes Pereira, em nossos papos, confessa:
“Alegra-me o entusiasmo despertado pela idéia de repensar, aberta e responsavelmente, a universidade brasileira. Quem diria que, 25 anos mais tarde, iríamos outra vez vibrar com essa convocação. Parece uma contradição (já identificada, faz anos, por Jacques Barzun, no seu livro "A Casa do Intelecto") que a instituição que se assenta sobre a racionalidade se torne, às vezes. tão atarantada e ineficiente.
Pensando bem, não é bem assim. A procura cíclica do Santo Graal mediante reformas é de fato a consciência de uma missão sempre desafiada pelo tempo e o desenvolvimento, e a que a universidade deve responder ou antecipar-se de maneira significativa. Daí que a temática de hoje não será a de 25 atrás, mas se orienta no mesmo sentido de, instituição medieval, fazer-se genuinamente do seu tempo para poder falar do seu tempo (educar, formar, pesquisar, liderar) e servir ao seu tempo”
De Paulo Elpídio, muitos os papos, a nos instigar sob a pauta do “por onde começar”, aqui prometidos solidarizados com todos os do Ethos-Paidéia. Da Associação dos Professores do Ensino Superior do Ceará (APESC), que congrega também as instituições particulares de ensino superior do Ceará, o “topamos”, almoço por marcar e, de já a recuperação de encontro nacional, aqui no Ceará realizado nos anos 60, marcando, em nossa história, a preocupação do mundo acadêmico, com os caminhos de nosso ensino superior. Sem dúvida, o passo primeiro para o que, nos anos 80, se converteria no diálogo entre os “de dentro” e os “de fora”: o mundo acadêmico e o social, a buscar o desenho de nosso amanhã.
IMPRESSÃO DE QUE
O FUTURO PASSOU
Muitos, os telefonemas que, a propósito do artigo, para surpresa minha, recebi, em solidariedade com o espírito, o tom e a proposta do (re) unir nossas dispersões.
Destaque, entre essas manifestações, a de Pedro Sisnando Leite, de quem fui colega (ele de planejamento e eu, pela segunda vez, de extensão,. Ele de histórica participação na UFC, no Banco do Nordeste, no Governo do Estado do Ceará, na Sudene, entre outros campos:
“Caro Marcondes,
O sentimento que chegou a minha mente ao ler seu marcante artigo do jornal “O Povo" de hoje foi de que “O Futuro Passou". Durante trinta anos, estudamos, ensinamos, trabalhamos certos de que estávamos construindo um futuro próspero. Com as pessoas felizes e em paz consigo e com o nosso Estado e com o nosso belo País. Como a água que corre no rio sem retorno, é o que parece que aconteceu com as realizações de nossas vidas.
A esperança é que tenham ficado algumas sementes dos nossos sonhos e de nossas atividades, que honestamente e eticamente semeamos ao passar dos anos, dos preciosos anos de nossa longa peregrinação que Deus nos permitiu aqui na terra.
Não estou frustrado pelo que não foi possível realizar, mas feliz pelo pouco que realizei juntamente com você e tantos outros Dons Quixotes que amam a sua terra e o seu povo. Não podemos ser responsáveis pelo que os outros não fizeram, mas é bom explicitar essas lamentáveis falhas.
Continue manifestando sua indignação em voz alta, ou através de sua afiada pena de escrever que é uma poderosa arma do intelectual atuante que você sempre foi. Prometo voltar com um artigo sobre “O Futuro Passou" para o nosso Blog.
Fraternalmente,
Pedro Sisnando
psisnando <psisnando@terra.com.br”
Sem dúvida, a provocação de Sérgio Machado, que, um dia, confessou-nos que, para surpresa minha, dois olhares – à exceção, claro, de Celso Furtado, de quem nasceria – mais apoiaram o Movimento das Mudanças, no Ceará, foram: a do Coronel (do Exército), Virgílio Távora, contra o “clientelismo político” e a do ... Jornal do Brasil.
Fiquei satisfeito. Conheci VT, numa curiosa reunião, ao tempo de João Goulart, de movimento então nascente, a “Arca de Noé”, quando, ao lado do então governador, saboreei, pela primeira vez, um uísque, de memorável nome “Cavalo Branco” (talvez porque me induziria a cavalgar..). Era reunião em que, estudantes, apenas dois – Valdizar, que fugiria, logo após, no 31 de março, para a União Soviética, e eu, em meio a representantes dos mais diferentes setores sociais.
Só muitos anos depois, retirei de minha cabeça a idéia de que, naquele dia, teria eu participado de movimento nascente para a derrubada de nossa democracia, o 31 de março... Soube, para surpresa e alívio meus, que a “Arca de Noé”, justo ao contrário, era liderado por VT, em solidariedade a seu amigo e compadre ... João Goulart...
MUDANÇA POSSÍVEL,
INSTITUIÇÕES VIÁVEIS
VALORES EM PAUTA
O Grupo Ethos-paidéia, aberto à dimensão amplas do “Ethos” – na dimensão abrange de nossos dias, de “social responsabilidade” e de ampla “paidéia” a nos conduzir, infantes do nascer ao morrer, mãos dadas seus amplos agentes (escola, família e sociedade), em dimensão “urbs et orbis”, a abranger a tensão entre o local e o global.
Por isso, a proposta de aqui receber, com toda honra e esperança, Antonio Gomes Pereira, sintonizado conosco, nos termos de comunicação só agora jogada no Grupo.
Bem-vindo!
Marcondes:
Não risque meu nome do seu caderno. Ao contrário, inscreva-me entre os que são o ethos-paideia. Estou certo de que estarei em casa, sintonizado com aqueles que crêem na possibilidade de mudança, na viabilidade das instituições, na necessidade dos valores.
Um abraço,
Gomes
***
Bem-vindo, que o seja entre nós!
Marcondes Rosa de Sousa
Coordenador do Grupo
Ethos-Paidéia
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