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A CURA E A SAÚDE  PELOS ALIMENTOS


De acordo com uma antiquíssima experiência médica e com o atual conhecimentocientífico, a maior parte das doenças são conseqüência exclusiva de uma alimentação errada, ou de hábitos alimentícios antinaturais, mantidos e alentados durante tanto tempo que chegaram a provocar doenças e dores crônicas de toda a espécie, reduzindo e até mesmo destruindo a nossa potência vital ou a nossa alegria de viver.
Esta convicção vai-se impondo a círculos cada dia mais numerosos da nossa população, muito embora ainda não constitua um conhecimento geral, nem seja ainda tão vital que dele se possam extrair deduções práticas para este modo quotidiano de viver. Na maioria dos casos, a comoção fisiológica e psicológica, como conseqüência de alguma enfermidade grave, impõe a decisão de melhorar o nosso modo de pensar, o que nos leva a procurar melhorar, seguindo o melhor caminho, e a compreender que o estado de saúde de cada um depende do seu modo de viver.
 
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Drogras e Alcool

02:35 @ 12/02/2011






Crack
 

Leva 10 segundos para fazer o efeito, gerando euforia e excitação; respiração e batimentos cardíacos acelerados, seguidos de depressão, delírio e "fissura" por novas doses. "Crack" refere-se à forma não salgada da cocaína isolada numa solução de água, depois de um tratamento de sal dissolvido em água com bicarbonato de sódio. Os pedaços grossos secos têm algumas impurezas e também contêm bicarbonato. Os últimos estouram ou racham (crack) como diz o nome.
Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.

   
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar descritos como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.
O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinho e têm imensa dificuldade de aprendizado.
   
O caminho da droga no organismo
Do cachimbo ao cérebro:

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares;

2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro;

3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a freqüência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral;

4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea;

5. No fígado, ele é metabolizado;

6. A droga é eliminada pela urina.
   
Ação no sistema nervoso
   

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina(1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada(2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas.    Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga.    A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso.    Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais.

   
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição.
   
Fonte: Anjos Caídos, Içami Tiba. Editora Gente, 6ª edição Fonte: Globo Ciência/1996 Ano 5 nº 58.
 
Maconha
 

É a droga de entrada para consumo das outras drogas. Barata e de fácil acesso, o seu uso continuado interfere na aprendizagem, memorização e na fertilidade. É uma combinação de flores e folhas da planta conhecida como Cannabis sativa, e pode ser verde, marrom ou cinza.
Causa vermelhidão nos olhos, boca seca, taquicardia; angústia e medo para uns, calma e relaxamento para outros.Vício mundial, a maconha é usada comendo-a, mascando-a, fumando-a; aspirando-a sob a forma de rapé, ou engolindo-a.

  
   

No Brasil, ela é mais usada e, seu emprego é mais comum sob a forma de "cigarros", que apresentam vários nomes, como: fininho, baseado, dólar, beck e pacau.
Há cachimbos especiais para fumantes, e são conhecidos, em alguns países como "josie" e, outros, "narguilé".
Existe um cachimbo que filtra a fumaça com água que é conhecido em inglês como "bong". Algumas pessoas misturam a maconha com a comida e também é usada em forma de chá.

   A maconha é considerada um alucinógeno, isto é, faz o cérebro funcionar de forma desconcertante e fora do normal e seu princípio ativo é o delta nove tetrahidrocanabinol (THC).
   
 

O THC produz vários efeitos: avermelhamento da conjuntiva dos olhos (olhos injetados), redução da imunidade pela queda dos glóbulos brancos, sinusite crônica, faringite , constrição das vias aéreas, atua sobre o equilíbrio, movimentos e memória.

   A potência da droga é medida de acordo com a quantidade média de THC encontrada nas amostras de maconha confiscadas pelas agências policiais.
   A maconha comum contém uma média de 3% de THC.
   A variedade “sinsemilla” (sem semente, que só contem botões e as flores da planta fêmea) tem uma média de 7.5% de THC, mas pode chegar a ter até 24%.
• O haxixe (a resina gomosa das flores das plantas fêmeas) tem uma média de 3.6%,mas pode chegar a ter até 28%.
   A maconha cultivada por hidroponia, conhecida popularmente como SKANK pode ter até 35% de THC.
   O óleo de haxixe, um líquido resinoso e espesso que se destila do haxixe, tem em média de 16% de THC, mas pode chegar a ter até 43%.

   Não cria a dependência física, mas a psicológica. Dependendo da personalidade do usuário, pode ser brutal; logo se retirada imediatamente, a saúde não correrá nenhum risco, porém, a força de vontade do paciente tem de ser grande, exatamente para vencer sua necessidade psíquica de buscar a maconha.
   

(Fonte: Como agem as drogas, Gesina L. Longenecker,PH.D. Quark books. Ilustrações de Nelson W.Hee)

O Poder de Cada Droga


Características de cada substância, nos Estados Unidos, em 2001.
                                   
 
SUBSTÂNCIAS
 
ACESSIBILIDADE
 
PODER DE VÍCIO**
 
LETALIDADE
 
PRECOCIDADE***
 
                                   
   
Nicotina
 
Grande
 
80
 
Alta
   15,5    
               
                               
                                   
   
Heroína
           
35
             
     
Pequena
   
Média
 
19,5
   
                     
                                   
   
Cocaína
 
Média
   
22
 
Alta
 
21,9
   
                                   
   
Sedativos*
 
Média
     
13
 
Média
   

19,5

   
                                   
   
Estimulantes*
           
12
             
       
Média
       
Alta
   
19,3
 
                           
                                   
   
Maconha
   
Média
   
11
 
Baixa
   

18,4

 
                                   
   
Alucinógenos
 
Grande
   
09
 
Baixa
   

18,6

   
                                   
   
Analgésicos*
 
Média
   
07
 
Média
   
21,6
 
                                   
   
Álcool
 
Grande
   
06
 
Média
   
17,4
   
                                   
     
Tranqüilizantes*
 
Média
   
05
 
Média
   
21,2
   
                                   
   
Inalantes
 
Grande
   
03
 
Média
   
17,3
   
                                   
* Uso não-médico de substâncias psicoativas
** % de usuários que se tornam dependentes
***idade do primeiro uso, em anos
 
Álcool
É a substância psicoativa mais antiga da humanidade. Consumo excessivo traz aplicações no sistema digestivo, podendo resultar em câncer na boca, faringe, laringe e esôfago, atrofia do cérebro, demência, icterícia, teleangioma (ruptura dos vasos sanguíneos da superfície), eritema palmar, varizes abdominais, fluído abdominal, atrofia testicular, pancreatite, edema de tornolzelos, tendência a sangramento fácil, tremor, aumento do braço, cirrose, vasos sanguíneos dilatados, coração aumentado e enfraquecido, etc. Afeta a capacidade intelectual, memória e destrói a vida social e afetiva do dependente.
 
Evolução do Problema Alcoólico
Neste gráfico fica mais fácil entender o uso, o abuso e a dependência do álcool. Lembre-se que as flechas azuis mostram o caminho que é possível de ser seguido, a flecha amarela o caminho que não pode ser feito.  
 
O Metabolismo do Álcool no Organismo
 
 
Hepatites relacionadas ao álcool
Mais de 2 milhões de americanos sofrem de doenças do fígado relacionadas ao álcool. Alguns desenvolvem hepatite alcoólica ou inflamação do fígado, como resultado de bebida intensa por longo-prazo. Seus sintomas são febre, icterícia (amarelamento exagerado da pele, olhos e urina escura) e dor abdominal. A hepatite alcoólica pode levar à morte se o indivíduo continuar a beber. Se para de beber, esta situação é freqüentemente reversível. Cerca de 10 a 20% de bebedores pesados desenvolvem cirrose alcoólica, ou degeneração do fígado. A cirrose alcoólica pode levar à morte se continuar a beber. Embora a cirrose não seja reversível, em se parando de beber, a chance de sobrevivência e a qualidade de vida da pessoa melhoram consideravelmente. Os acometidos de cirrose, freqüentemente, sentem-se melhor e o funcionamento do fígado pode até melhorar, caso não bebam nada. Embora o transplante de fígado seja necessário como um último recurso, muitas pessoas com cirrose que param de beber talvez nunca precisem fazer transplante. E ainda, existe o tratamento para as complicações causadas pela cirrose.
 
Cardiopatias
Beber moderadamente pode trazer efeitos benéficos ao coração, especialmente entre aqueles com maior risco para ataques cardíacos, como homens acima de 45 anos e mulheres após a menopausa. Todavia, quantidades maiores que as moderadas, consumidas por anos aumenta o risco de hipertensão, cardiopatias, e alguns tipos de derrame.
 
Câncer
Quantidade maiores de bebidas alcoólicas a longo prazo aumenta o risco do desenvolvimento de certos tipos de câncer, especialmente no esôfago, boca, garganta e cordas vocais. As mulheres têm um risco ainda maior de desenvolver câncer de mama se beberem dois ou mais drinques por dia. A bebida também pode aumentar o risco de câncer de intestino.
 
Pancreatite
O pâncreas é o órgão que ajuda a regular os níveis de açúcar no corpo, produzindo insulina. O pâncreas também desempenha papel importante na digestão de diversos alimentos. Bebida intensa no longo-prazo pode levar à pancreatite (ou inflamação do pâncreas). Os sintomas são dor abdominal aguda e perda de peso, podendo ser até fatal.
 
Efeitos Crônicos do Álcool  
   
Coração normal Coração dilatado
   
Cérebro normal Cérebro dilatado
   
Pâncreas Normal Pâncreas Inflamado
 
Assim como outras drogas causam dependência, o álcool reforça seu próprio consumo através da ativação do circuito de recompensa do cérebro. O álcool causa vários efeitos agudos, como por exemplo, a embriaguez, tendo como causa mais freqüente a depressão do sistema nervoso central. Os efeitos agudos do álcool têm conseqüências significativas, incluindo a dificuldade de dicernimento. O consumo repetitivo de álcool pode induzir à tolerância, o que significa que a quantidade necessária para produzir o efeito desejado tem que ser progressivamente aumentada.
(Fonte: Como agem as drogas, Gesina L. Longenecker,PH.D. Quark books. Ilustrações de Nelson W.Hee)
 
Problemas de Nascença Relacionados ao Álcool
O álcool pode causar uma série de problemas de nascença, sendo o mais sério a síndrome fetal alcoólica (SFA). Crianças que nascem com problemas devido à bebida podem ter problemas de aprendizado e de comportamento para toda a vida. Os nascidos com SFA têm anormalidades físicas, comprometimento mental e problemas de comportamento. Como os cientistas não sabem exatamente a quantidade de álcool que causa este e outros problemas no nascimento, é melhor não beber álcool em hipótese alguma durante este período.
 
Bebida e Direção
Pode surpreendê-lo o fato de que mesmo pequena, a quantidade de bebida alcoólica pode comprometer a capacidade de dirigir um automóvel. Por exemplo, certas habilidades para dirigir, como virar o volante ao mesmo tempo que se dá atenção ao tráfego, podem ficar comprometidas por concentrações de álcool no sangue (CASs) tão mínimas como 0,02 por cento. (A CAS se refere à quantia de álcool no sangue). Um homem de 80 kg terá uma CAS de aproximadamente 0,04 por cento uma hora após ter consumido duas cervejas de 300 ml ou outros dois drinques padrão, de estômago vazio. E quanto mais álcool você consumir , mais comprometidas ficarão suas habilidades para dirigir. Embora a maioria dos estados norte-americanos estabelecem o limite de CAS par a adultos que dirijam depois de beber entre 0,08 e 0,10 por cento, e no Brasil este limite é de 0,05 % o comprometimento das habilidades de direção começa em níveis bem menores.
 
Os efeitos sobre o cérebro são proporcionais à sua concentração no sangue:  
                           
 
Quantidade de bebida
 
Nível de álcool no sangue (g/l)
 
Alteração no organismo
   
Possibilidade de acidente
     
                           
                   
Cresce o risco
   
   
2 latas de cerveja
2 taças de vinho
1 dose de uísque

 
0,1 a 0,5
   
Mudança na percepção de velocidade e distância. Limite permitido por lei.
       
                           
   
3 latas de cerveja
3 taças de vinho
1,5 dose de uísque

 
0,6 a 0,9
   
Estado de euforia, com redução da atenção, julgamento e controle
 
Duplica
 
                         
                           
             
Condução perigosa devido à demora de reação e à alteração dos reflexos.
         
   
5 latas de cerveja
5 taças de vinho
2,5 doses de uísque

 
1 a 1,4
     
É seis vezes maior
 
                           
   
7 latas de cerveja
7 taças de vinho
3,5 doses de uísque

                     
     
acima de 1,5
   
Motorista sofre confusão mental e vertigens. Mal fica em pé e tem visão dupla.
 
Aumenta 25 vezes
 
               
                     
                           
 
Obs: Dados referentes a uma pessoa de 70 quilos e que variam conforme a velocidade de ingestão da bebida e o metabolismo de cada indivíduo. ( Fonte: Anjos Caídos, Içami Tiba. Editora Gente, 6ª edição)
   
                           
 
Inalantes
É a famosa cola de sapateiro, dos meninos de rua. Produz sensação de euforia e excitação, perturbações auditivas, visuais e até alucinações. A aspiração repetida do solvente pode resultar na destruição de neurônios, provocando perda de reflexos, dificuldade de concentração e déficit de memória.
A maioria dos inalantes deprime o sistema nervoso central (SNC) com efeitos agudos muito semelhantes aos do álcool. Na verdade, muitos usuários de inalantes usam simultaneamente outras drogas, especialmente o álcool. Os efeitos sedativos combinados aos do álcool podem causar morte súbita.
Os sintomas agudos do abuso de inalantes começam com a desinibição, que pode surgir com a excitação, seguida de falta de coordenação, vertigem, desorientação e, então, fraqueza muscular, às vezes alucinações e certamente coma e morte. A morte pode ocorrer cedo e rápido com o abuso de alguns inalantes que causam distúrbios no ritmo cardíaco. Isto é chamado de síndrome da morte súbita por inalação (SSD). Os efeitos no coração são mais prováveis se os níveis de adrenalina forem aumentados através de corrida, excitação ou medo, por exemplo. Os fluocarbonos disponíveis hoje em dia, principalmente em extintores de incêndio e certos gases anestésicos, são os principais agentes causadores da SSD. Pode ocorrer morte por asfixia se o inalante for aspirado de um recipiente fechado. O vapor dos inalantes toma o lugar do oxigênio no recipiente e nos pulmões. A falta de oxigênio não é detectada pelo cérebro durante a intoxicação devido aos crescentes efeitos sedativos do inalante. No caso de sobrevivência do usuário, podem ocorrer danos cerebrais permanentes.
Nitritos, como o amil-nitrito, são exceções entre os inalantes porque eles não deprimem o sistema nervoso central. Eles relaxam os vasos sanguíneos e baixam a pressão sanguínea, causando leves torturas e vertigens, que podem ser sentidas como um "barato" por alguns, mas a principal razão para o uso dos nitritos é a sua pretensa capacidade de aumentar o prazer sexual.
 
O cérebro reage de forma rápida à presença dos solventes em geral. Nesta tomografia computadorizada podemos ver um cérebro, dentro de sua caixa craniana, ocupando adequadamente todo o espaço a ele reservado. Um cérebro normal.
   
Esta tomografia foi tirada em um hospital em Londres, este é o cérebro de um rapaz com histórico de três anos de uso de inalantes. Não é preciso ser neurologista para observar a atrofia cerebral causada pela morte dos neurônios e pela falta de estímulos que desenvolvam novas ligações neuronais, ou mantenham as anteriores ao uso. 
   
Os inalantes podem reduzir o fluxo de oxigênio para o cérebro, o que pode matar células do cérebro.
Uma vez que um inalante chega nos pulmões, ele entra na corrente sanguínea. As substãncias químicas no sangue atingem o cérebro em segundos.
O uso excessivo de alguns inalantes pode causar danos à medula óssea. Isto pode causar uma produção insuficiente de glóbulos vermelhos. A fadiga constante é sintoma deste estado.
O cantato crônico com alguns inalantes pode danificar os rins e o fígado e reduzir suas funções. Se isto acontecer, o corpo fica menos apto para se livrar das toxinas ou produtos do metabolismo (talvez até do próprio inalante).
 
 (Fonte: Como agem as drogas, Gesina L. Longenecker,PH.D. Quark books. Ilustrações de Nelson W.Hee)
 

Cocaína

É uma das drogas ilegais mais consumidas no mundo.
A cocaína é um psicotrópico, pois age no Sistema Nervoso Central, isto é, sua atuação é no cérebro e na medula espinhal, exatamente nos órgãos que comandam os pensamentos e as ações das pessoas.
Há dois tipos de envenenamento pela cocaína: um caracterizado pelo colapso circulatório e, o outro, pela intoxicação do Sistema Nervoso Central - o cérebro, que é o órgão da mente.
A respiração, primeiro é estimulada e, depois decai. A morte advém devido ao colapso cardíaco.
As alucinações cocaínicas são terríveis: no início, um pouco de prazer, mas com o decorrer do tempo, o usuário pode ouvir zumbidos de insetos, queixando-se de desagradável cheiro de carrapatos; sente pequenos animais imaginários, como vermes e piolho, rastejando embaixo de sua pele, e as coceiras ou comichões quase o levam à loucura. Nos casos agudos de intoxicação, pode haver perfuração do septo nasal, quando a droga é aspirada ou friccionada nas narinas; e queda dos dentes, quando a fricção for nas gengivas.
A maneira como a cocaína é usada pode ter influência nos efeitos. Quanto mais rápido a cocaína é absorvida e enviada para o cérebro, maior será a euforia experimentada. Neste caso o reforço do próprio uso e a possibilidade de efeitos colaterais também são maiores.
 
Neste estudo feito em uma Universidade inglesa, usaram um exame de contraste vascular para medir os efeitos vasoconstritores imediatos da cocaína sobre o cérebro. É possível ver com facilidade as artérias e arteríolas que irrigam o cérebro.
   
Vinte minutos após a ingesa de cocaína, fizeram o mesmo exame. O efeito da cocaína é tão intenso que é impossível localizar artérias que estavam presentes no exame anterior.
   
Baseados no experimento Inglês neuropsiquatras da mesma universidade fizeram o algo similar, só que usando outro exame. O teste discriminava a presença de glicose (principal nutriente de ação rápida dos neurônios). Baseado neste dois exames concluiu-se que a cocaína não é um estimulante do SNC, mesmo estimulando a atividade mental.
   
Mascar folhas de cocaína devagar e continuamente. As folhas de coca apresentam apenas o equivalente a 1% do seu peso de cocaína, portanto são engolidas quantidades relativamente pequenas ao mascar. Estes fatores contribuem para manter níveis baixos de cocaína no sangue e, portanto, significativamente menos euforia do que a obtida com a cocaína através de outras formas.
   
A cocaína extraída das folhas e purificada como um sal (hidroclorido). Nesta forma, a cocaína pode ser absorvida por inalação e pode ser injetada. A inalação (cheirar) produz níveis rápidos e também declives rápidos. Os níveis de cocaína no cérebro, suficientes para surtir efeitos, são atingidos de 3 a 5 minutos. Os efeitos da injeção intravenosa são ainda mais rápidos, menos de um minuto.
   
Fumar produz efeitos em um tempo mais curto ainda do que o da injeção intravenosa, normalmente abaixo de 10 segundos. Duas formas de base para a cocaína têm sido usadas para fumar - "freebase" e "crack". Estas formas são quimicamente idênticas, mas são preparadas de forma diferente. "Freebase" refere-se a base isolada em éter depois de tratada com sal dissolvido em água com amônia. O éter é evaporada para obter uma droga muito pura e sólida. "Crack" refere-se à forma não salgada da cocaína isolada numa solução de água, depois de um tratamento de sal dissolvido em água com bicarbonato de sódio. Os pedaços grossos secos têm algumas impurezas e também contêm bicarbonato. Os últimos estouram ou racham (crack) como diz o nome.
   

(Fonte: Como agem as drogas, Gesina L. Longenecker,PH.D. Quark books. Ilustrações de Nelson W.Hee)    

 
             
 
Tempo Necessário para alcançar o cérebro através de formas comuns de dependência
 
             
 
Fumar
 
6-8 segundos
 
             
   
Injeção intravenosa
 
10-20 segundos
 
             
     
Cheirar
 
3-5 minutos
 
           
             
     
Mascar produz um nível mais baixo e estável da droga

1. Os ricos criam suas próprias vidas

As pessoas ricas acreditam na seguinte idéia: “Eu crio a minha própria vida.” As pessoas de mentalidade pobre acreditam na seguinte idéia: “Na minha vida, as coisas acontecem.”

Já exploramos esse assunto aqui no blog quando falamos do papel de vítima. É o tal complexo de Zeca “Deixa a vida me levar” Pagodinho que impede com que muitas pessoas construam sua própria independência financeira .

2. Os ricos entram no jogo do dinheiro para ganhar

As pessoas ricas entram no jogo do dinheiro para ganhar. As pessoas de mentalidade pobre entram no jogo do dinheiro para não perder.

Pessoas de mentalidade rica criam empresas, lançam produtos, investem em ações, dão a cara à tapa. Elas arriscam e por isso obtêm um retorno proporcional.

Enquanto isso, quem tem uma mentalidade pobre ou de classe média joga para não perder. Investe na poupança, porque é “seguro”. Fica no mesmo emprego por anos com medo de tentar algo melhor e “perder tudo”. E assim ficam escravas de seu próprio trabalho pelo restante da vida.

3. Os ricos assumem o compromisso de serem ricos

As pessoas ricas assumem o compromisso de serem ricas. As pessoas de mentalidade pobre gostariam de ser ricas.

Para ser rico, você precisa se comprometer com esse objetivo principal definido. Comprometer-se significa cortar todas as outras possibilidades e fazer o que estabeleceu como meta. Sem desculpinhas esfarrapadas.

As pessoas de mentalidade pobre apenas dizem que “gostariam” de ser ricas, mas na verdade não fazem praticamente nada para cumprir essa meta. Assim, continuam pobres.

4. Quem é rico pensa grande

As pessoas ricas pensam grande. As pessoas de mentalidade pobre pensam pequeno.

Pensar grande significa querer fazer dinheiro em larga escala. Quando você mira no céu, no mínimo acerta as estrelas. Definir metas ousadas não apenas proporciona um retorno financeiro maior como também dão um entusiasmo a mais na hora de cumpri-las.

Por outro lado, pensar pequeno é pensar apenas em manter seu emprego. Ou subir uma posição na hierarquia da firma, em vez de querer ser o próprio dono da empresa.

5. Os ricos focam as oportunidades

As pessoas ricas focalizam oportunidades. As pessoas de mentalidade pobre focalizam obstáculos.

Cada item com que nos deparamos na vida possui nele mesmo um aspecto positivo e outro negativo. O que diferencia os ricos dos pobres, nesse ponto, é que os primeiros focalizam as oportunidades. Enquanto isso, as pessoas de mentalidade pobre focalizam apenas os obstáculos, colocando-se continuamente no papel de vítimas.

6. O mais importante: rico admira rico!

As pessoas ricas admiram outros indivíduos ricos e bem-sucedidos. As pessoas de mentalidade pobre guardam ressentimento de quem é rico e bem-sucedido.

Esse é talvez o mais importante segredo da mente milionária.

Desde pequenos, somos programados para ver as pessoas ricas como vilãs. Nos livros, novelas, filmes e quadrinhos, os ricos geralmente são pessoas de mau caráter, que passaram por cima dos outros para conquistar sua fortuna.

Se na nossa mente ser rico é sinônimo de ser mau, dificilmente vamos nos empenhar para nos tornarmos algo que desprezamos. Ninguém quer ser o vilão da história. Repare como até hoje qualquer empregado enche a boca para falar “eu sou um trabalhador”, colocando implicitamente que ser o capitalista é o lado errado da história.

Na vida real, entretanto, é possível notar que existem pessoas ricas boas e más, da mesma maneira como existem pessoas pobres boas e más. O dinheiro apenas potencializa o caráter da pessoa. Tanto entre os ricos como entre os pobres, a maioria das pessoas é boa. Se não fosse assim, como um rico conseguiria fazer com que tantas pessoas confiassem seus investimentos em suas ideias? Como juntaria tantas pessoas para trabalharem para ele?

7. Rico anda com rico

As pessoas ricas buscam a companhia de indivíduos positivos e bem-sucedidos. As pessoas de mentalidade pobre buscam a companhia de indivíduos negativos e fracassados.

Nós costumamos adotar os hábitos, comportamentos e até mesmo vocabulários das pessoas com quem passamos mais tempo. Perceba como seu círculo de amizade ou de colegas possuem características mais ou menos semelhantes.

Sendo assim, não seria interessante buscar também a companhia de pessoas positivas e bem-sucedidas? Uma boa dica (atenção para o jabá) é cadastrar-se na nossa rede social e manter contato com outras pessoas também interessadas em desenvolvimento pessoal.

8. Quem é rico gosta de se promover

As pessoas ricas gostam de se promover. As pessoas de mentalidade pobre não apreciam vendas nem autopromoção.

Se você leu o ponto anterior, viu como fizemos uma autopromoção.

Muitas pessoas acreditam que autopromoção – ou vender o próprio peixe – é algo inadequado e até mesmo boçal.

As pessoas de mentalidade rica não tem esse preconceito. Sabem que, para fazer um negócio deslanchar, é preciso que outras pessoas o conheçam. E para que elas conheçam, é preciso que o negócio seja promovido.

A questão é: se você não vai promover seu próprio negócio, quem vai?

9. Você vence um problema tornando-se maior do que ele

As pessoas ricas são maiores do que os seus problemas. As pessoas de mentalidade pobre são menores do que os seus problemas.

Um problema só é algo que atrapalha quando você não consegue vencê-lo. Os Segredos da Mente Milionária mostra que as pessoas pobres são quase sempre menores do que os seus problemas. Por isso, ficam empacadas nele.

Enquanto isso, os ricos estudam, aperfeiçoam-se, tornam-se maiores do que seus problemas. E assim deslancham na vida financeira.

10. Ricos sabem receber dinheiro

As pessoas ricas são excelentes recebedoras. As pessoas de mentalidade pobre são péssimas recebedoras.

Enquanto os ricos sabem cobrar e principalmente receber dinheiro, quem tem uma mentalidade pobre prefere “não tocar no assunto”. Quando alguém lhes dá um presente ou um dinheiro, soltam logo que “não precisava”. Muitos até devolvem ou se recusam a receber a oferta.

11. Os ricos recebem de acordo com seus resultados

As pessoas ricas preferem ser remuneradas por seus resultados. As pessoas de mentalidade pobre preferem ser remuneradas pelo tempo que despendem.

Trocar tempo por dinheiro, como fazem praticamente todos os que são empregados, é um obstáculo para a riqueza. Seu tempo é limitado, você nunca vai conseguir trabalhar mais do que 24 horas em um dia.

Os ricos compreendem isso e usam alavancas para ganhar dinheiro em grande escala, de múltiplas fontes, mesmo quando estão dormindo! Sua riqueza depende diretamente do desempenho de sua equipe e de suas empresas. Assim, ele está sempre motivado e melhorar um pouco.

12. Quem é rico não limita suas opções

As pessoas ricas pensam: “Posso ter as duas coisas.” As pessoas de mentalidade pobre pensam: “Posso ter uma coisa ou outra.”

As pessoas de mentalidade pobre fazem muitas vezes falsas escolhas. Pensam, por exemplo, que podem “ou ser pobre e feliz ou rico e triste”, quando dinheiro e felicidade não tem nenhuma relação.

Você só precisa fazer escolhas entre itens semelhantes. Você pode ser rico ou pobre, gordo ou magro, forte ou fraco. Mas não há nenhuma relação entre escolhas como ser rico e triste.

13. Ricos olham para o patrimônio líquido

As pessoas ricas focalizam o seu patrimônio líquido. As pessoas de mentalidade pobre focalizam o seu rendimento mensal.

Quem busca a independência financeira tem como objetivo formar um patrimônio líquido tão grande que, ao ser investido, dispense a pessoa de trabalhar pelo resto da vida. A não ser que queira.

Enquanto os ricos estão de olho nisso, as pessoas de mentalidade pobre olham apenas para “salário e benefícios” que vão ganhar todo mês para pagar o crediário das Casas Bahia.

14. Os ricos administram bem o dinheiro

As pessoas ricas administram bem o seu dinheiro. As pessoas de mentalidade pobre administram mal o seu dinheiro.

Para ser rico, você precisa controlar seus gastos, ter educação financeira e administrar bem o seu dinheiro. O livro Os Segredos da Mente Milionária recomenda que administremos nosso dinheiro primeiramente da seguinte forma:

  1. 10% para investimentos (Pague-se primeiro!)
  2. 10% para educação financeira
  3. 10% para despesas de longo prazo
  4. 10% para doações
  5. 10% para diversão
  6. 50% para necessidades pessoais

Há dois pontos curiosos nesse sistema. O primeiro é o da conta da diversão. Harv Eker argumenta que não faz sentido trabalharmos para ficar juntando dinheiro e viver uma jornada de restrições. Se não dermos ao cérebro pistas que associem o que estamos fazendo a um pouco de prazer, cedo ou tarde iremos nos sabotar.

O segundo ponto curioso é doar 10% de tudo o que ganhamos. Isso pode parecer difícil, mas aumenta nosso poder de compaixão e também faz com que nos desapeguemos um pouco do dinheiro.

15. Ricos investem

As pessoas ricas põem o seu dinheiro para dar duro para elas. As pessoas de mentalidade pobre dão duro pelo seu dinheiro.

Enquanto R$ 100 reais nas mãos de uma pessoa pobre viram R$ 105 depois de um mês aplicado na poupança, a mesma quantia nas mãos de quem sabe investir vira R$ 150, R$ 200, até R$ 1.000 no mesmo período.

Em vez de apenas trabalhar pelo dinheiro, faça o dinheiro que você já possui trabalhar arduamente para você, aplicando-o em boas opções de investimentos.

16. Quem é rico supera o medo

As pessoas ricas agem apesar do medo. As pessoas de mentalidade pobre deixam-se paralisar pelo medo.

É claro que qualquer pessoa tem medo de investir tudo o que já juntou na vida para arriscar abrir um negócio. O que diferencie um rico de um pobre, é que a pessoa de mentalidade rica age apesar desse medo. Por outro lado, quem tem mentalidade pobre deixa-se paralisar pelo medo, fica ponderando, ponderando, e nunca age efetivamente.

17. Os ricos usam a ideia da sobrecarga progressiva

As pessoas ricas aprendem e se aprimoram o tempo todo. As pessoas de mentalidade pobre acreditam que já sabem tudo.

Quando se trata de educação financeira e oportunidades de investimento, os ricos mantêm uma mente de principiante. Estão sempre interessados em aprender mais, em se aprimorar o tempo todo. O objetivo é sempre saber como fazer o dinheiro trabalhar mais e melhor para eles mesmos.

Enquanto isso, quem é pobre acha que nasceu assim e vai morrer assim, que a vida é assim mesmo, que não tem jeito para dinheiro, e outras desculpas esfarradas.

Conclusão

Os Segredos da Mente Milionária não é um livro que vai ensinar você a investir, a lidar com o mercado de ações, a construir uma empresa.

Todo o foco do livro é voltado para o lado psicológico do dinheiro. Nisso, ele é bastante competente, apesar das críticas comentadas no início desse texto.

Os Segredos da Mente Milionária, saiba mais no site  http://www.grupos.com.br/blog/sucesso_ja/permalink/43445.html
 é um dos melhores investimentos que você pode fazer por sua educação financeira.
 
 
 
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