Grupos


Nós, mais de 4 mil participantes da 10ª Jornada de Agroecologia, vindos de diferentes regiões do Brasil e de outros países da América Latina reunidos na cidade de Londrina/Paraná – Brasil, entre os dias 22 a 25 de junho de 2011, reafirmamos nosso compromisso com a Agroecologia e assim damos continuidade a nossa luta por uma Terra Livre de latifúndios, Sem Transgênicos e Sem Agrotóxicos, e pela construção de um Projeto Popular e Soberano para a Agricultura.
No dia-a-dia os camponeses e as camponesas seguem construindo a agroecologia em sistemas produtivos sustentáveis que garantem soberania alimentar e contribuem decisivamente com a superação das crises alimentar, climática e energética.

Esta luta cotidiana da afirmação da agroecologia não conta com políticas públicas estruturantes, como: reforma agrária, educação do campo da primeira infância à universidade, pesquisa científica e assistência técnica, infra-estrutura social e produtiva com fomento a produção, agro-industrialização e comercialização de modo a potencializar os excelentes resultados com programas governamentais, ainda parciais e isolados, como o PAA, PNAE e PRONERA.

Em oposição ao campesinato e a agroecologia, o Estado segue patrocinando majoritariamente a reprodução e a expansão do agronegócio que concentra terra, impede a reforma agrária e os direitos territoriais dos quilombolas, povos indígenas e comunidades tradicionais, situa-se desde 2008, como o maior usuário mundial de agrotóxicos, com 6 litros de veneno por pessoa/ano, vem impondo os transgênicos ampliando o domínio das transnacionais sobre a agricultura e os agricultores, mercantiliza a natureza, destrói a biodiversidade com os monocultivos, a pecuária extensiva e a eliminação das florestas nativas, utiliza-se do trabalho escravo e da criminalização e assassinato de lideranças camponesas, indígenas e ambientalistas.

É no âmbito dos seus interesses e da ampliação do lucro que o agronegócio age pelo desmantelamento do Código Florestal, impõe barreiras a proibição de agrotóxicos comprovadamente carcinogênicos, teratogênicos e desreguladores endócrinos já banidos em muitos países, hegemonizaram o controle da CTNBIO para aprovar transgênicos violando o princípio da precaução, atacam a moratória internacional contra a liberação das tecnologias “terminator” – “exterminador” na tentativa de aprovar projetos de lei no Congresso Nacional, e desarticulando as políticas públicas especialmente ambientais no intuito de impor a mercantilização da biodiversidade.

Por uma agricultura camponesa agroecológica sustentável e a soberania alimentar, nós, participantes da 10ª Jornada de Agroecologia reivindicamos dos Governos dos Estados e Federal:

1 – Criação e implementação imediata de políticas públicas estruturantes à promoção da agroecologia;


2 – Implementação de políticas públicas que efetivem a legislação ambiental atual e derrubada no Senado Federal do PL do “Código do Desmatamento”, aprovado na Câmara Federal;


3 – Banimento de todos os agrotóxicos e de imediato dos 14 princípios ativos já comprovados pela ANVISA como perniciosos a saúde e ao meio ambiente em total desacordo com a legislação vigente;


4 – Manter a Moratória Internacional contra a liberação das tecnologias “terminator” – “exterminador”, não aprovando o Projeto de Lei em tramitação na Câmara Federal que preconiza a legalização da tecnologia das sementes estéreis;


5 – Fazer cumprir o princípio da precaução e a legislação de rotulagem dos produtos com transgênicos, combater o monopólio das empresas transnacionais sobre as sementes e a contaminação genética com transgênicos, e revisar as normas e liberações das cultivares transgênicas;


6 – Garantir política pública de proteção aos defensores e defensoras de Direitos Humanos ameaçados/as e combate a criminalização dos Movimentos Sociais e a violência e impunidade no campo;


7 – Na Conferência Internacional da ONU – RIO +20, a se realizar em junho de 2011 no Brasil, afirmar que o caminho para a conservação e uso sustentável da biodiversidade não passa pela privatização e mercantilização dos bens comuns.





Anexos: Moções contra “terminator” (Anexo 1) e agrotóxico “metamidophós” (Anexo

2) e em defesa do Código Florestal (Anexo 3).

Londrina, Paraná, Brasil, 25 de junho de 2011


Plenária Final da 10ª Jornada de Agroecologia
FONTE  
http://ecosolidariapr.blogspot.com/2011/07/arta-10-jornada-de-agroecologia.html

http://abelhazul.blogspot.com/2011/07/carta-10-jornada-de-agroecologia.html

http://www.grupos.com.br/blog/salada/Index.html

A Campanha Permanente contra os Agrotóxicos acaba de lançar o primeiro caderno de formação.
O caderno apresenta um material de subsídio sobre os efeitos dos agrotóxicos na agricultura, na saúde humana e no meio ambiente.
O prefácio da caderno foi escrito por Jean Pierre Leroy, assessor da Fase e membro da Rede Brasileira de Justiça Ambiental.
“Este livro quer nos colocar em movimento, nos armar para o bom combate, nos colocar em campanha não só contra este modelo agrário, mas a favor de outro desenvolvimento, minando por dentro o capitalismo que desumaniza o mundo e desnatura o planeta”, avalia Leroy.

Faça o download da Caderno de Formação (PDF, com 1,59 Mb)

Abaixo, leia o prefácio da cartilha.

Prefácio

Em 1962, a norte-americana Rachel Carson publicou um livro de grande repercussão, A primavera silenciosa, em inglês Silent Spring. Ela mostrava que o DDT, pesticida inicialmente produzido para lutar contra a malária, matava não somente as pragas, mas todo tipo de insetos e de pássaros e penetrava na cadeia alimentar e no corpo dos animais e seres humanos. As consequências eram dramáticas para o meio ambiente e a saúde humana, tanto que o DDT foi progressivamente banido. Se o livro de Rachel Carson e suas repercussões forçaram as indústrias produtoras de pesticidas a se defender e demonstrar a ausência de nocividade dos seus produtos, elas não se deram por vencidas.
O Desastre de Bhopal, ocorrido em 3 de dezembro de 1984, na região de Bhopal, Índia, quando uma fábrica da empresa Union Carbide deixou vazar 27 toneladas do gás mortal isocianato de metila, é paradigmático. Meio milhão de pessoas foi exposta ao gás; delas até o momento 25 mil já morreram e 100 mil pessoas são doentes crônicos pelos efeitos desse desastre. A Union Carbide e sua proprietária, a Dow Chemical, continuam negando a responsabilidade pela intoxicação e se negam a limpar a fábrica.
Os pesticidas causam ou podem causar a contaminação da água, do solo e do ar, de plantas e animais, e das pessoas. Às vezes, os seus efeitos sobre as pessoas são imediatos. Lembro a fumigação aérea que atingiu a cidade de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso. Situada numa área de cultivo de soja, foi pulverizada por agrotóxicos em 2006, porque um pequeno avião de aspersão jogou químicos demais e de forma imprudente. Não demorou para que pessoas começassem a aparecer com sintomas de contaminação, às vezes graves. Mas geralmente as consequências demoram em se fazer sentir, o que torna difícil apontar o culpado.
O fato é que estamos vivendo num mundo impregnado e saturado de produtos químicos, em particular de agrotóxicos, e que isso raramente aparece como uma preocupação da sociedade. Quando um trabalhador rural é atingido, se diz que não usou os equipamentos de proteção, que não seguiu as normas de uso, ou que fez mau uso do produto, colocando doses exageradas ou aplicando fora do momento previsto.
Isso acontece, é verdade, mas acusá-los é inverter a responsabilidade: empresas produtoras e vendedoras e poder público devem fornecer o acesso à informação qualificada, não somente colar bulas nos frascos e nos galões. O problema é que as indústrias não têm nenhum interesse em informar, não só o trabalhador, mas também o vizinho da fábrica e o consumidor dos alimentos sobre os reais perigos dos seus produtos. E mais, elas não querem saber desses perigos potenciais, que poderiam
colocar em risco seus lucros. Não promovem pesquisas independentes e chegam mesmo a atacar e desmoralizar pesquisas que questionam seus produtos.
O que levou a essa situação? Aponto aqui três fatores interligados: o modelo de agricultura, a confiança desmedida no progresso tecnológico e o domínio das grandes empresas. O modelo de agricultura dominante é oriundo do que se convencionou chamar de “Revolução Verde”, implementada a partir da segunda metade do século XX para incrementar a agricultura nos países ditos então subdesenvolvidos. A Revolução Verde está calcada no uso combinado de variedades (sementes e matrizes) de alto rendimento, de adubos e produtos fitossanitários (os agrotóxicos) e na irrigação intensiva. Ela facilitou o crescimento da grande propriedade e, com ela, o uso de maquinário pesado. Com ela, efetivamente, aumentou enormemente a produção de alimentos, embora a fome continue, já que a alimentação se tornou uma mercadoria inacessível para muitos.
Nota-se que os agrotóxicos fazem parte de um pacote. Se quisermos questioná-los, é preciso questionar o pacote inteiro. A Revolução Verde suscitou o entusiasmo dos pesquisadores que se empenharam para que a produção alimentar subisse, apoiada em muitas inovações tecnológicas. Ela não nasceu de um dia para o outro; tem a sua origem no processo de industrialização do mundo ocidental que se desenvolveu desde o início do século XIX. As ciências conheceram um enorme progresso e as aplicações das suas descobertas se multiplicaram. As duas guerras mundiais tiveram seu papel nisso, com o uso de gases mortíferos desenvolvidos pelas indústrias químicas e do DDT, para evitar que os soldados fossem vítimas da malária.
Os cientistas que criaram o DDT achavam que estavam dando uma grande contribuição à humanidade. A sua confiança na ciência e na tecnologia era total. Hoje também há cientistas e técnicos que acreditam sem restrição que as sementes transgênicas são a melhor solução. Eles ignoram o princípio de precaução, que reza que certas ações humanas podem ter consequências graves para o futuro e em lugares distantes do local onde estão sendo efetivadas. Agrotóxicos podem prejudicar a saúde de um ser humano que ainda não nasceu, porque sua mãe foi contaminada.
Zonas costeiras veem diminuir a vida marinha, porque um rio que deságua no mar carregou restos de agrotóxicos que vieram de centenas de quilômetros de distância.
Essa busca permanente da ciência por novas descobertas e novas aplicações para elas (o que foi nomeado tecnociência) encontrou um terreno propício ao seu desenvolvimento na agroindústria. Para esta, inovação significa novos produtos e mais lucros.
A ETC Group, a ONG mais atuante na temática das novas tecnologias, em comunicado de 2008 sobre as grandes corporações, menciona as palavras do presidente de Crop Science de Syngenta, John Atkin: “A resistência [das pragas aos agrotóxicos] é um fenômeno globalmente sadio, porque nos obriga a inovar”.
Segundo a ETC Group, “trinta anos atrás, havia dezenas de fabricantes de pesticidas enquanto hoje dez fabricantes realizam cerca de 90% das vendas de produtos químicos no mundo”. A conclusão que ela tira daí é muito instrutiva: Assim como a biotecnologia, as novas tecnologias não necessitam provar a sua utilidade social ou sua superioridade técnica para ser lucrativas. Só têm que expulsar a concorrência e forçar o Estado a
abrir mão do controle. Uma vez o mercado monopolizado, os verdadeiros resultados da tecnologia não têm mais a menor importância. E poderíamos acrescentar: “os verdadeiros efeitos dos agrotóxicos não têm importância”.
As pressões exercidas com sucesso sobre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aumentar o valor de resíduo de agrotóxicos na soja Roundup Ready; o sucesso em manter o uso de pesticidas extremamente perigosos, como o endosulfan, proibido há mais de 20 anos na União Européia e em vários países e somente agora proibido no Brasil; e, num outro registro, a maneira como a CNTBio toma as suas decisões sobre a liberação de sementes transgênicas; e a desqualificação e a criminalização de pesquisadores independentes são exemplos do poder do que poderíamos chamar de “discurso único”, uma das maneiras pelas quais se manifesta a hegemonia do capital.
Isso não seria possível sem uma combinação de interesses que junta as grandes corporações, os principais meios de comunicação e a grande maioria dos executivos e legisladores. Ao seu serviço, os economistas, que mostram que o agronegócio exportador, e a tecnociência já mencionada, é a salvação do país. Esse conjunto faz o que eles identificam como sendo a “opinião pública” acreditar que a modernidade, o desenvolvimento do país e a erradicação da miséria passam por esse modelo de agricultura. Em retorno, empresas, partidos e políticos e meios de comunicação se apóiam nessa opinião pública que formaram para impor seus interesses como se fossem os interesses de todos. O círculo vicioso se fecha. As outras falas são silenciadas e passam a não exisitir.
É esse o bloco de poder que deve ser minado. “Minado”, não derrubado, pois na atual correlação de forças, há um longo caminho de transição a percorrer. O complexo do agronegócio é baseado tecnicamente no modelo da Revolução Verde. Do ponto de vista econômico e político, é peça importante do capitalismo globalizado; cultural e ideologicamente, é orientado pela crença cega no poder quase absoluto das ciências e tecnologias de inventar o futuro. Não há lugar para a busca da igualdade e para o cuidado real da natureza, para a saúde e para a qualidade de vida no complexo agroindustrial. Frente a ele, quais são as tarefas?
O estudo dos agrotóxicos, a informação, a denúncia e o combate direto, sem dúvida. Mas isso não é suficiente. A agricultura ecológica, a economia solidária, estratégias locais/regionais de produção e de consumo, por atacarem o mode9 lo capitalista em um dos seus pilares de sustentação (o agronegócio), tornam-se tarefa política essencial.
Este livro quer nos colocar em movimento, nos armar para o bom combate, nos colocar em campanha não só contra este modelo agrário, mas a favor de outro desenvolvimento, minando por dentro o capitalismo que desumaniza o mundo e desnatura o planeta. É a Via Campesina assumindo o seu papel de protagonismo na construção do futuro.
fonte
http://ecosolidariapr.blogspot.com/2011/07/campanha-permanente-contra-os.html


17 e 18 de Agosto de 2011 - Curitiba - PR
 
Promovido pelo Centro Integrado de Pesquisa Experimental (CIPE) das FIES e pelo e pela
International Society of Life Information Science (do Japão) o Encontro Psi tem sido considerado um
dos mais importantes eventos de Pesquisa Psi da América Latina.
 
Nesta sétima edição pesquisadores da Alemanha, Argentina, Brasil, EUA, Inglaterra, Japão, México,
Rússia e Suécia estarão mostrando seus últimos estudos sobre percepção extrassensorial, ação direta
da mente sobre sistemas biológicos e físicos, nutrição e fenômenos psi, medidas biofísicas da cura psíquica,
experiências e estados e excepcionais da mente, incluindo medidas neurofisiológicas, experiências
fora-do-corpo, experiências próximas da morte e as experiências místicas ou espirituais, entre outros temas,
além de refletir sobre a Psicologia Anomalística e a Pesquisa Psi em diferentes culturas.
 
É prevista a apresentação de:
- 18 trabalhos científicos;
- 2 mesas redondas: “A variedade das experiências humanas” e “Pesquisa psi e Psicologia Anomalística”;
- 2 palestrantes convidados: psicólogos Stanley Krippner (Ph.D.) e Carlos Alvarado (Ph.D.), ambos dos EUA e
- 4 apresentações informais: psicólogo Ravil Sedreev, (B.Sc.) da Rússia; biofísico Hideyuki Kokubo, (B.Sc.)
do Japão; neuropsicóloga Joan H. Hageman, (Ph.D.) dos EUA e o psicólogo David Luke (Ph.D.) da Inglaterra.
- Haverá ainda o lançamento da edição brasileira do renomado livro “A variedade das experiências anômalas:
examinando a evidência científica”, publicado pela APA (Associação Americana de Psicologia),
com palestra de um dos editores, o Dr. Etzel Cardeña (Ph.D.),
professor de Psicologia da Universidade de Lund, na Suécia.
 
Os trabalhos e palestras contarão com tradução simultânea.
 
Voltado ao público acadêmico e pessoas interessadas nestes temas,
o evento busca apresentar o que existe de mais recente na ciência nacional e internacional
sobre estas experiências tão impactantes e prevalentes, porém muito pouco compreendidas.
 

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Pérolas do último ENEM

01:28 @ 29/07/2011


As Grandes Pérolas do último ENEM. Confira Abaixo:

‘O sero mano tem uma missão…’
(A minha, por exemplo, é ter que ler isso!)

‘O Euninho já provocou secas e enchentes calamitosas. .’
(Levei uns minutos para identificar o El Niño…)

‘O problema ainda é maior se tratando da camada Diozanio!’
(Eu não sabia que a camada tinha esse nome bonito)

‘A situação tende a piorar: o madereiros da Amazônia destroem a Mata Atlântica da região.’
(E além de tudo, viajam pra caramba, hein?)

Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele.’
(Faz sentido)

‘O grande problema do Rio Amazonas é a pesca dos peixes’
(Achei que fosse a pesca dos pássaros.)

‘É um problema de muita gravidez.’
(Com certeza…se seu pai usasse camisinha, não leríamos isso!)

‘A AIDS é transmitida pelo mosquito AIDES EGIPSIO.’
(Sem comentário)

‘Já está muito de difíciu de achar os pandas na Amazônia’
(Que pena. Também ursos e elefantes sumiram de lá)

‘A natureza brasileira tem 500 anos e já esta quase se acabando’
(Foi trazida nas caravelas, certo ?)

‘O cerumano no mesmo tempo que constrói, também destroi, pois nos temos que nos unir para realizarmos parcerias juntos.’
(Não conte comigo)

‘Na verdade, nem todo desmatamento é tão ruim. Por exemplo, o do Aeds Egipte seria um bom beneficácio para o Brasil’
(Vamos trocar as fumaças pelas moto-serras)

…. menos desmatamentos, mais florestas arborizadas. ‘
(Concordo! De florestas não arborizadas, basta o Saara!)

‘Isso tudo é devido ao raios ultra-violentos que recebemos todo dia.’
(Meu Deus……. Haja pára-raio!)

‘Tudo isso colaborou com a estinção do micro-leão dourado.’
(Quem teria sido o fabricante? Compaq ? Apple? IBM?)

‘Imaginem a bandeira do Brasil. O azul representa o céu , o verde representa as matas, e o amarelo o ouro. O ouro já foi roubado e as matas estão quase se indo. No dia em que roubarem nosso céu, ficaremos sem bandeira..’
(Caraca! Ainda bem que temos aquela faixinha onde está escrito ‘Ordem e Progresso’ para amarrar na testa..)

‘…. são formados pelas bacias esferográficas. ‘
(Imaginem as bacias da BIC.)

‘Eu concordo em gênero e número igual.’
(Eu discordo!)

‘Precisa-se começar uma reciclagem mental dos humanos, fazer uma verdadeira lavagem celebral em relação ao desmatamento, poluição e depredação de si próprio…’
(Putz, que droga é essa?)

‘O serigueiro tira borracha das árvores, mas não nunca derrubam as seringas.
(Esse deve ter tomado uma na veia)

‘Vamos deixar de sermos egoistas e pensarmos um pouco mais em nos mesmos.’
(Que maravilha!)

‘As chuvas foram fortes, mas não tivemos danos morais’
((Palavra de algum vereador de astorga (quem seria processado? São Pedro?))




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Ocupando o LATIFUNDIO IMPRODUTIVO DA INTERNET
serginho
 
O pessimista vê dificuldade em cada
oportunidade; o otimista vê oportunidade
em cada dificuldade.
(Winston Churchill)


O filme mostra de forma bem-humorada

a tentativa de um padre jesuíta de ensinar

 os 10 mandamentos a uma tribo guarani poligâmica.

Assista em :
http://ecosolidariapr.blogspot.com/2011/07/curta-metragem-aldeia-diretor-geraldo.html








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serginho
 
O pessimista vê dificuldade em cada
oportunidade; o otimista vê oportunidade
em cada dificuldade.
(Winston Churchill)