Mianmar
13:57 @ 12/05/2008

O evangelho da misericórdia numa terra devastada pela tragédia.
Capital: Naypyidaw desde 2005. Antes, Rangum.
Localização: Sul da Ásia continental.
Idioma: Birmanes e dialetos regionais.
Religião: Budismo 87%, cristianismo 5,7%, islamismo 4%.
Restrição: Há liberdade de culto e evangelização.
Notícia da semana
Mais de 22 mil mortos, mais de 41
mil desaparecidos e cerca de 1 milhão de desabrigados. Segundo a ONU,
40% das vítimas são crianças. Esse é o saldo divulgado da passagem do
ciclone Nargis em Miannmar no último 04/05. Até o fechamento
dessa edição, esse era o balanço divulgado. A probabilidade de os
números desse caos ser ainda maior é grande – o que significa que no
exato momento em que lê essa edição, o número de mortos,
desaparecidos e desabrigados seja ainda maior. Segundo a diplomata
Shari Villarosa, o número de mortos pode ultrapassar a 100 mil. Com
ventos de até 190 km/h, o ciclone varreu o país de forma avassaladora.
A notícia foi divulgada pela agência Efe de notícias e veiculada pelo
jornal Folha de São Paulo (folhaonline.com.br – em 7/5). O
fato tem sido destaque em todos os jornais e pela imprensa mundial,
dada sua trágica magnitude. Desde 1991, Nargis foi o ciclone mais
devastador na Ásia, quando uma tempestade matou 143 mil pessoas em
Bangladesh (segundo informou o Folha).
Vários países têm se mobilizado para prestar socorro aos sobreviventes em Mianmar, mas o maior desafio, pasme, é o próprio País. Fechado ao extremo em razão do regime militar rigoroso vigente há 46 anos, a nação dificulta a chegada de ajuda humanitária – inclusive da própria ONU. O País permanece relativamente fechado à operação internacional. Segundo informou o portal de notícias G1 (g1.com.br – em 6/5), a embaixada de Mianmar em Brasília passou a receber, desde terça-feira (6/5), doações para as vítimas do ciclone. Roupas, tendas, remédios, grãos, cereais e até mesmo dinheiro poderão ser enviados ao País, segundo informou o portal. Não se sabe de que forma os mantimentos e remédios serão enviados ao País.
Somados a essa tragédia do ciclone, Mianmar enfrenta outro dilema: o narcotráfico domina grande parte da economia. Oremos, pois:
- pelos familiares e sobreviventes, vítimas do ciclone.
- por mais abertura no País, a fim de que a ajuda e recursos cheguem ao local da tragédia.
- pelo fim do narcotráfico que assola a economia birmanesa e por mais opções de trabalho e renda a população.
- pela chegada ainda mais intensa do evangelho na nação – evangelho esse traduzido em ações de misericórdia de que tantos birmaneses carecem.
Vários países têm se mobilizado para prestar socorro aos sobreviventes em Mianmar, mas o maior desafio, pasme, é o próprio País. Fechado ao extremo em razão do regime militar rigoroso vigente há 46 anos, a nação dificulta a chegada de ajuda humanitária – inclusive da própria ONU. O País permanece relativamente fechado à operação internacional. Segundo informou o portal de notícias G1 (g1.com.br – em 6/5), a embaixada de Mianmar em Brasília passou a receber, desde terça-feira (6/5), doações para as vítimas do ciclone. Roupas, tendas, remédios, grãos, cereais e até mesmo dinheiro poderão ser enviados ao País, segundo informou o portal. Não se sabe de que forma os mantimentos e remédios serão enviados ao País.
Somados a essa tragédia do ciclone, Mianmar enfrenta outro dilema: o narcotráfico domina grande parte da economia. Oremos, pois:
- pelos familiares e sobreviventes, vítimas do ciclone.
- por mais abertura no País, a fim de que a ajuda e recursos cheguem ao local da tragédia.
- pelo fim do narcotráfico que assola a economia birmanesa e por mais opções de trabalho e renda a população.
- pela chegada ainda mais intensa do evangelho na nação – evangelho esse traduzido em ações de misericórdia de que tantos birmaneses carecem.
::Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo e http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,5602,00.html.
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