Grupos

BRANCO DO OLHO

    1° SALINHA DE ARTES VIRTUAIS DO RECIFE

(SAVIR 2006)

Regulamento

 

 

O Branco do Olho estará recebendo inscrições para a 1° Salinha de Artes Virtuais do Recife (SAVIR 2006) - exposição de imagens - a ser realizada na sede do B.O. – Poço da Panela.

A SAVIR 2006 pretende ser um espaço de exposições da produção de arte virtual atual e descompromissada de artistas visuais também descompromissados. Ou seja, ninguém aqui tem compromisso, é todo mundo livre e desimpedido.

 

INSCRIÇÕES

Art. 1º A SAVIR 2006 se destina a selecionar artistas visuais para a mostra coletiva a ser realizada nos jardins do B.O.
Art. 2º Podem inscrever-se artistas visuais brasileiros e estrangeiros, desde que já tenham tido pelo menos vontade de vir conhecer Recife, senão, nem pensem!
Art. 3º As inscrições poderão ser feitas por e-mail no horário da 0h à meia-noite, baixando a ficha de inscrição no website http://www.brancodoolho.com.br e enviando, via e-mail ou outro meio digital, para quem você quiser, o importante mesmo é que o trabalho chegue em nossas mãos.  
Art. 4º  Cada artista poderá inscrever até 03 trabalhos.
Art. 5º O artista deverá enviar imagens de no máximo 600pixels de largura e 400pixels de altura e resolução de 72 dpi, nos formatos jpg, gif ou png.
Art. 6º Se desejar que a ficha técnica do trabalho apareça na projeção, a mesma deverá estar na própria imagem enviada.

Parágrafo único. Leia todo o regulamento com atenção! A inscrição implica na automática e plena concordância das normas estabelecidas neste regulamento.

SELEÇÃO

 

Art. 8º A seleção dos trabalhos não terá seleção, todos que enviarem estarão selecionados.

EXPOSIÇÃO

 

Art. 8º A exposição será uma projeção dos trabalhos selecionados e acontecerá na noite do dia 13 de setembro, no B.O. Caipirinha, na sede do Branco do Olho.
§ O B.O. se compromete a deixar o projetor multimídia ligado e passando as imagens até o público ir embora ou pedirem pra gente desligar a máquina.

 

COMO CHEGAR

Art. 9º Os trabalhos deverão chegar ao B.O. via Cabo, DSL ou outro meio digital, 10 (dez) dias antes do dia exposição, enviados para o e-mail: bo.contato@gmail.com
Art. 10º Os trabalhos dos artistas selecionados poderão ficar no acervo do B.O. ou serem deletados, caso seja o desejo do artista.

Parágrafo único. O B.O. não assumirá custos com o recebimento de trabalhos que chegarem via correio e nem no envio de volta.

Art. 11º O Branco do Olho não se responsabiliza por eventuais danos causados às obras, no caso de envio de CD´s (durante o percurso do transporte), cabendo aos artistas providenciar embalagem segura, se for de seu interesse.
Obs: agente não deu nenhum endereço, como é que a galera vai mandar por correio. Fala sério!

 

O B.O. VAI FAZER

Art. 22º Cabe ao B.O. promover a divulgação da programação na imprensa local, na internet, e via outras estratégias de divulgação aonosso alcance.
Art. 23º As decisões finais da Comissão de Seleção são irretratáveis (nem com máquina tradicional nem com digital) e irrevogáveis (só consoantes, por favor). Bom, podem até ser questionáveis, mas como somos descompromissados nem vai valer a pena questionar tanto...
Art. 24° O B.O. vai imprimir as fichas de inscrição e exibi-las numa pasta como parte da mostra.
Art. 25º Os casos omissos e controversos serão resolvidos no bar do Seu Vital com direito a cerveja quente e tudo mais.



http://www.brancodoolho.com.br/ficha_salinha_bo.html


.: SPA - 2006 | ABERTURA :.

11:00 @ 12/09/2006

Você está convidado para a abertura do SPA 2006!
 
Nesse domingo, 10, às 19h,
no Centro de Formação em Artes Visuais
(Pátio de São Pedro).






Celso Favaretto discute o experimentalismo brasileiro

 


  O ciclo Fontes da Arte Contemporânea apresenta de 14 a 29 de setembro, o curso Arte e cultura nos anos 60: experimentalismo e participação com Celso Favaretto, das 20 às 22h, no Centro Universitário Maria Antonia da USP.


O curso aborda as propostas e experiências ocorridas nos anos 60, em todas as áreas artísticas, que configuraram uma ampla atividade de vanguarda, renovando os processos e linguagens, em boa parte referidos à situação sócio-política, produtora de uma arte de alta densidade experimental, em que a participação, artística e social, destacava-se como uma categoria básica.

Celso Favaretto é doutor em Filosofia, e professor da Faculdade de Educação da USP. Autor de Tropicália: Alegoria Alegria (Kairós, 1979) e de A Invenção de Hélio Oiticica (EDUSP, 1992). Foi diretor do Centro de Estudos de Arte Contemporânea e da revista Arte em Revista.

Programa

14 de setembro – Inovação artística e modernização cultural nas décadas de 1950 e 60
21 de setembro – Arte e engajamento político no início dos anos 60
28 de setembro – Vanguarda e participação: de Opinião 65 à Nova Objetividade
29 de setembro – 67/68: o momento tropicalista da cultura brasileira

Arte e Cultura nos anos 60: experimentalismo e participação com Celso Favaretto
14, 21 e 28 de setembro (quintas-feiras) e 29 de setembro (sexta-feira), das 20 às 22h.
Preço R$ 150,00 (descontos especiais)

Inscrições
Centro Universitário Maria Antonia – 2° andar – sala de cursos
Segunda a sexta das 10h às 12h e 13h às 17h

Informações
3255-7182 - ramal 32 e 33 – cursosma@usp.br


 

Seminário Internacional Memória e Cultura:
a importância da memória na formação cultural humana
19 a 21 de Setembro de 2006
SESC Vila Mariana

Aos 60 anos, o SESC dá início à consolidação de uma ação que visa organizar, preservar e difundir sua memória como instituição sociocultural e educativa, engajada na promoção da cidadania. Trata-se do SESC Memórias.

Como uma de suas primeiras iniciativas, o Seminário Internacional Memória e Cultura: a importância da memória na formação cultural humana pretende discutir essa temática sob a forma de conferências, colóquios, debates e relatos de experiências. A memória se estabelece em paralelo à experiência vivida, vinculada aos grupos que a experienciaram e aos significados tirados dali. No SESC, ela se refere ao conjunto de sua programação, à metodologia de trabalho institucional e à maneira como os diversos programas e atividades vêm sendo percebidos pelo público ao longo do tempo. Nesse sentido, ao refletirmos sobre a influência entre memória e cultura, remetemo-nos ao conceito de memória coletiva, estabelecido por Maurice Halbwachs, em que a memória pessoal refere-se diretamente àquela do grupo e ali se constitui.

A cultura deve considerar a necessidade existencial do sonho, do imaginário, da criação estética, da reflexão sobre o sentido das coisas, tendo claro que ela constitui um bem a ser cultivado, não é fixa, não está terminada e é construída por meio de um processo contínuo de educação permanente. Da mesma forma, a memória também se estabelece cotidianamente por meio de um trabalho no qual interagem os contextos social e afetivo de sua criação. Assim, pretendemos: garantir uma apropriação da memória como elemento integrante do projeto institucional; produzir e difundir conhecimento a partir da produção teórica e da ação prática sobre o tema e garantir a realização de um debate multidisciplinar, com a presença de pesquisadores com formações distintas, capazes de abordar o tema sob diferentes aspectos.