Grupos

quinta-feira, 10 de junho de 2010
Seminário reúne ativistas do movimento negro e educadores para conscientizar sobre a auto-afirmação no Censo 2010
José Demetrio
ascom/SEE

Ana carolina, representante da Unifem

O seminário “Afrodescendentes e o Censo 2010: A educação contribuindo para a autoafirmação, realizado no último dia 9, no auditório da Secretaria Estadual de Educação e Esportes, por meio da Gerência Étnicorracial e de Gênero reuniu ativistas do movimento negro de Alagoas, além de educadores, com o objetivo de conscientizar as pessoas para a importância da pesquisa realizada a cada dez anos, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que este ano terá uma pergunta relacionada a cor da pele da população.

A auto-afirmação da população negra servirá para avaliar o modo de vida e dificuldades enfrentadas e para intensificar as ações governamentais, já que a maioria vive em condições precárias e não tem acesso a saúde e a educação. Até 2012, uma rodada de censos será executada em toda a América Latina, e uma rede formada por instituições de vários países está comprometida na divulgação e preocupada em relação a temática racial.

O Estado possui inúmeras comunidades que abrigam descendentes de quilombolas, atendidos por programas do governo Estadual e Federal. Desde o ano passado, a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL), o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô/APN-AL e a Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro realizam palestras e ciclos de debates, como o “Tambor Falante” sobre a importância do Censo 2010.

José Demetrio
ascom/SEE

Eram meninos e dificilmente se tornariam homens.

por Arísia Barros

http://www.cadaminuto.com.br/blog/blog-raizes-da-africa

 Eram todos pretos. A miséria que os rodeava tinha cor indefinida. Ou miséria tem cor? Eram todos pretos e estavam estranhamente rígidos feito transeuntes de efêmera passagem pela vida.

A morte os fazia mais pretos e de tão pretos, indigentes invisíveis. A invisibilidade demarcando espaço com a indiferença alheia. Foram mortos enquanto dormiam. Nenhum de bala perdida. A bala do racismo é certeira.
Eram todos pretos e dormiam no limbo de uma existência sem muita significação. Nem para eles. Nem para os outros. Praticavam pequenos roubos na vizinhança comercial e a noite dormiam em colchão de papelão disputado a tapas. Às vezes encontravam um saco de cimento...
O pequeno ainda usava uma chupeta pendurada no pescoço e a alma recheada do oco da cola de sapateiro.

Quantos anos? Talvez cinco. Mirrado. Sete? Quem sabe? Alguém quer saber?
A piedade cristã embrulha os corpos com jornais. Notícias fresquinhas de mortes iminentes. Sem mãe. Nem pai. Todos pretos. Todos meninos. Todos solidão. Todos passado.

Eram meninos diferentes de todos os outros que moram em nossas casas. Eram meninos com a selvageria das ruas. Vence quem mais esperto for. Eram meninos que não conheciam as letras, nem com elas formavam sonhos.

Eram meninos com a ferocidade que só o abandono provoca e demora uma vida para reabilitar. Eram meninos e dificilmente se tornariam homens.
Uma vez os vi disputando os restos de sanduíche dos lixos. Sanduíches e restos de papel higiênico.

Quantas vezes tomavam banho? Quem os aconselhava a escovar dentes. E antes de embrulhar-se com o saco de cimento qual oração pronunciavam?
Acreditavam em Deus? Tinham medo de escuro?

Eram todos meninos. Todos pretos. Todos pobres. Meninos pretos que morreram como homens.

 Assassinados.

 

Brasília, 05/04/2010
Desigualdade entre negros e brancos cai na educação, mas com pouco impacto na renda
Matrícula escolar e taxa de analfabetismo entre jovens melhoram mais para pretos e partos; diferença entre ganhos no trabalho tem leve recuo

Fundação Palmares/Divulgação
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da PrimaPagina

As disparidades entre negros e brancos têm diminuído na educação, mas isso ainda não se refletiu em queda da desigualdade de renda na mesma proporção, indica o quarto Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), lançado pelo governo federal no fim de março, em Brasília.

Entre a população que trabalha, o rendimento de pretos ou pardos melhorou um pouco mais que o dos brancos, e a inequidade caiu. Na população como um todo a pobreza encolheu, mas a redução foi semelhante entre os dois grupos — a desigualdade, portanto, se manteve. Na avaliação do estudo, “os dados indicam a persistência de práticas de discriminação”.

A diminuição do abismo entre brancos e negros (pretos ou pardos) não é um Objetivo do Milênio específico — aliás, a ausência de um enfoque sobre as desigualdades em geral nos ODM é alvo de críticas de estudiosos. No entanto, representantes da ONU no Brasil têm destacado a importância de que as metas sejam atingidas para todos os grupos. "O gênero, a raça, a etnia e o local de nascimento de uma criança brasileira ainda determinam, em grande parte, suas oportunidades futuras. Essas desigualdades têm repercussões diretas também na saúde da mulher e na razão da mortalidade materna", afirma a coordenadora-residente interina do Sistema das Nações Unidas no Brasil, Marie Pierre Poirier, na apresentação do relatório.

O estudo mostra que a tendência de universalização do ensino fundamental — uma política mais geral, não voltada a determinadas etnias especificamente — beneficiou negros e brancos. Em 1992, o percentual de pessoas de 7 a 14 anos que frequentavam o ensino fundamental era de 75,3% para pretos ou pardos e 87,5% para brancos. Já em 2008, as porcentagens eram praticamente iguais: 94,7% no primeiro caso e 95,4% no segundo.

Um dos efeitos disso foi a queda da desigualdade no analfabetismo. Na faixa etária de 15 a 24 anos, a taxa era de 95,6% para os brancos e 86,8% para os negros, em 1992. Já em 2008 os números eram parecidos: 98,7% para os brancos, 97,3% para pretos ou pardos.

No ensino médio a desigualdade ainda persiste, embora em nível menor. Em 1992, a proporção de brancos de 15 a 17 anos matriculados no antigo colegial (27,1%) era quase o triplo da dos negros (9,2%). Em 2008, a diferença havia caído para 44% (61% entre os brancos, 42,2% entre pretos ou pardos). Quanto se adiciona o componente gênero, porém, a questão se agrava. "As negras frequentam menos as escolas, apresentam menores médias de anos de estudo e maior defasagem escolar", afirma o estudo.

Rendimentos

Se o perfil educacional de negros e brancos ficou mais parecido, poderia se esperar que o mesmo acontecesse com o rendimento. Não é o que tem ocorrido. A distância entre trabalhadores brancos e os de cor preta ou parda diminuiu, mas ainda é grande. Em 2008, estes últimos recebiam somente 56,7% da remuneração dos primeiros, enquanto dez anos antes o percentual era de 48,4%. "Tal diferencial se deve, em grande medida, à menor escolaridade média da população preta e parda, que, no entanto, não é suficiente para explicar as diferenças de rendimentos", afirma o relatório.

O confronto dos dados de 1998 com os de 2008 mostra que, nos dez anos e para todas as faixas de escolaridade, os pretos ou pardos sempre estiveram em situação pior na população ocupada. Ao longo desse período, a desigualdade caiu entre quem tem até 4 anos de estudos ( no máximo o antigo primário, portanto) e quem tem de 9 a 11 anos de estudos (ensino médio completo ou incompleto). Mas não mudou entre trabalhadores com 5 a 8 anos de estudos (antigo ginásio completo ou incompleto) e aumentou entre os que têm superior completo e incompleto.

Quando se leva em conta não apenas os trabalhadores, mas toda a população, a desigualdade se mostra estável. O relatório aponta que, em 1990, 37,1% dos pretos ou pardos viviam abaixo da linha de extrema pobreza do Banco Mundial (US$ 1,25 ao dia, em dólar calculado pela paridade do poder de compra, que desconta as diferenças de custo de vida entre os países). Em 2008, a proporção havia caído para 6,6% — um recuo de 82% no período. Entre os brancos, a queda foi semelhante (83%): de 16,5%, em 1990, para 2,8%, no ano retrasado.

Os números mostram, portanto, que a proporção de pessoas muito pobres entre os negros é mais que o dobro que entre os brancos. Sob esse ponto de vista, a desigualdade racial abre um fosso de cinco anos entre os dois grupos: a extrema pobreza de pretos e partos de 2008 era a mesma que a de brancos de 2003. Como afirma o estudo, apesar dos avanços "o objetivo da igualdade racial requereria uma queda mais acelerada da pobreza extrema entre pretos ou pardos".

boletim UNIFEM

11:46 @ 30/03/2010

Se não pode ver o Boletim, clique aqui.

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Notas

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Curso de Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça

Entre os dias 08 e 09 de fevereiro, aconteceu o I Seminário Nacional do Curso de Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça, em Brasília. Durante o evento, foram apresentadas as 19 universidades federais e estaduais brasileiras, que a partir de março, oferecerão o curso. Clique aqui para conhecer as instituições selecionadas. A formação tem o objetivo de formar profissionais aptos a atuar no processo de elaboração, aplicação, monitoramento e avaliação de projetos e ações de forma a assegurar a transversalidade e a intersetorialidade de gênero e raça  nas políticas públicas.

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Trabalho Doméstico

Exibida entre 05 e 26 de fevereiro de 2010, a série “Trabalho Doméstico, Trabalho Decente" mostra a realidade das trabalhadoras domésticas do Brasil, Bolívia, Guatemala e Paraguai e analisa políticas de garantia de direitos e promoção de condições de trabalho decentes. Produzidas por uma parceria entre a TV Brasil/Canal Integración e o UNIFEM Brasil e Cone Sul, por meio do Programa Regional Gênero, Raça, Etnia e Pobreza, as reportagens foram exibidas para 14 países das Américas. O tema é parte da agenda estratégica do Programa e atende ao marco da 99ª Conferência Internacional do Trabalho, que acontece em julho deste ano. Assista as reportagens no canal do UNIFEM Cone Sul no You Tube.

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Bolsas de estudos para jovens afrodescendentes

O Departamento de Direito Internacional da Secretaria de Assuntos Jurídicos da OEA (Organização dos Estados Americanos) anuncia a convocatória para concessão de 4 (quatro) bolsas de estudos para jovens afrodescendentes dos Estados membros da Organização, para que participem como alunos do XXXVII Curso de Direito Internacional: “O Direito Internacional e as Transformações do Mundo Contemporâneo”. Para mais informações clique aqui e aqui

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VI Congresso de Pesquisadores Negros

Estão abertas, até 20 de abril de 2010, as inscrições de trabalhos para o VI Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros (VI COPENE), que acontecerá entre 26 e 29 de julho, no Rio de Janeiro. Podem ser inscritas propostas para Comunicações Temáticas, Mesas Redondas, Minicursos, Posters e apresentações artísticas relacionados ao tema de discussão do congresso “Afrodiáspora: saberes pós-coloniais, poderes e movimentos sociais”. O encontro vai apresentar e discutir os processos de produção e difusão de conhecimentos ligados às lutas históricas da população negra nas Diásporas Africanas, nos espaços de religiosidade, quilombos, movimentos negros organizados, na imprensa, nas artes e literatura, escolas e universidades nas organizações não-governamentais, nas empresas e nas diversas esferas estatais, que resistem, reivindicam e propõem alternativas políticas e sociais que atendam às necessidades das populações negras, visando a constituição material dos direitos. Para mais informações, acesse: http://www.abpn.org.br/copene/

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Artigo

Diferentes formas de ser mulher: diante a construção de um novo feminismo indígena?

Por: Aída Hernández Castillo Salgado

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Há dez anos seria impensável falar da existência de um feminismo indígena no México, no entanto, a partir do levantamento zapatista iniciado em 1 º de janeiro de 1994, podemos ver surgir no âmbito nacional um movimento de mulheres indígenas que está lutando em diversas frentes. Por um lado, as mulheres indígenas organizadas uniram suas vozes ao movimento indígena nacional para denunciar a opressão econômica e o racismo que marca a inserção dos povos indígenas no projeto nacional.Ao mesmo tempo estas mulheres lutam no interior de suas organizações e comunidades para mudar aqueles elementos da tradição que as excluem e as oprimem. As demandas destas mulheres e de suas estratégias de luta nos levam a considerar esta luta como o surgimento de um novo tipo de feminismo indígena, que mesmo coincidindo em alguns pontos com as demandas de setores do feminismo nacional, têm ao mesmo tempo diferenças substanciais. Leia mais.

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Contatos
Equipes nacionais do Unifem para o Programa Regional Incorporação das Dimensões de Igualdade de Gênero, Raça e Etnia nos Programas de Redução da Pobreza:

Gerente do Programa
Ana Carolina Querino
unifemconesul@unifem.org
www.unifem.org.br

UNIFEM/Bolivia
Responsável:
Mónica Mendizábal

monica.mendizabal@unifem.org

UNIFEM/Brasil
Responsável:
Danielle Oliveira Valverde

danielle.valverde@unifem.org

UNIFEM/Guatemala
Responsável:
Irma Otzoy

irma.otzoy@unifemca.org

UNIFEM/Paraguay
Responsável:
Moli  Molinas Cabrera

moli.molinas@unifem.org

Responsável pelo Boletim
Ximena Machicao Barbery

ximenamachicao@gmail.com

Co- responsável
Isabel Clavelin

isabel.clavelin@unifem.org

Mara Silva
maras.unifem@gmail.com

Projeto Gráfico
Ribamar Fonseca
(Supernova Design)

Tradução
Mónica Patricia Daduch

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Edições anteriores

2010 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 |

 

 

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Editorial

A Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher – CEDAW reconhece, no seu artigo 14, a especificidade dos problemas enfrentados pelas mulheres das zonas rurais e determina que os Estados Partes adotem medidas para o combate à discriminação. Visa, portanto, a plena participação das mulheres no desenvolvimento do campo e no acesso aos benefícios gerados pelo setor produtivo. A pobreza que acomete as trabalhadoras rurais se estrutura na lógica do sexismo e do racismo, privando-as de direitos iguais aos dos homens. Na maioria das vezes, o trabalho diário das mulheres rurais na colheita, na produção artesanal, na extração vegetal ou na pesca não é reconhecido na totalidade da força empregada e nos bens gerados. Em geral, é percebido como extensão do trabalho doméstico, com pouca autonomia e baixa remuneração reforçando a condição de pobreza das trabalhadoras rurais.

Ao desenvolver ações relacionadas ao fortalecimento de políticas para mulheres negras e mulheres indígenas, o Programa Regional Gênero, Raça, Etnia e Pobreza atinge também mulheres residentes nas zonas rurais da Bolívia, Brasil, Guatemala e Paraguai. O Programa incentiva a organização política de entidades representativas, o trabalho em projetos sociais e comunitários para a autonomia de mulheres negras e indígenas, e inclusão das demandas em fóruns internacionais.

No âmbito dos países, o Programa participa do processo de incorporação de instituições que desenvolvem projetos relacionados ao empoderamento das mulheres rurais afrodescendentes e indígenas. Em 2008, apoiou a UNAMG (União Nacional de Mulheres Guatemaltecas) para publicação do documento “Inclusão dos Direitos das Mulheres Indígenas nas Políticas de Desenvolvimento Rural”. E, para este ano, o Programa ampliará o apoio a outras organizações de mulheres indígenas e afrodescendentes com foco às ações realizadas no meio rural do país.

Já no Brasil, vale destacar o apoio às ações implementadas pela Secretaria Estadual da Mulher de Pernambuco na formação de mulheres rurais, para o enfrentamento das desigualdades sociais, de gênero e de raça e o seu empoderamento econômico. Um dos resultados dessa construção coletiva de melhores oportunidades para as mulheres rurais é o Plano Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres Rurais de Pernambuco. Trata-se do primeiro plano do país com foco específico nas mulheres rurais e com uma perspectiva de integração entre políticas de várias secretarias estaduais.

Nesse contexto, o Programa continuará atuando para o fortalecimento das organizações de mulheres rurais nos quatro países de atuação, bem como para as ações de governo que tenham como objetivo a melhor inserção econômica das mulheres atentando-se para as especificidades de gênero, raça e etnia.

UN Photo/Martine Perret http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000999.jpg

 

Coordenação do Programa Gênero, Raça e Etnia
na Bolívia, Brasil, Guatemala e Paraguai

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Notícias

Encontro reúne empregadores, centrais sindicais e governo brasileiro para discutir questões de gênero, trabalho e sindicalismo

No dia 26 de fevereiro, a gerente do Programa Gênero, Raça e Etnia e Pobreza do UNIFEM Brasil e Cone Sul, Ana Carolina Querino, participou do evento “Gênero, Trabalho e Sindicalismo”, realizado em São Paulo. O evento foi organizado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e pela OIT (Organização Internacional do Trabalho).

O encontro teve como finalidade a construção uma agenda conjunta para o fortalecimento institucional e das políticas públicas de promoção de igualdade de gênero e raça no mundo do trabalho entre governo, centrais sindicais e a OIT. Neste encontro também foi feita uma apresentação sobre a 99ª Conferência Internacional do Trabalho e a agenda do trabalho doméstico nas Nações Unidas. Mais informações.

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UNIFEM e OIT promovem, em abril, reuniões para fortalecer a incidência das trabalhadoras domésticas na 99ª Conferencia do Trabalho

A fim de fortalecer a participação das trabalhadoras domésticas nas discussões sobre trabalho decente na 99ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT (CIT), em Genebra, o Programa Regional Gênero, Raça e Etnia, do UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para Mulher) em parceira com a OIT (Organização Internacional do Trabalho), participará de dois eventos para fortalecer a mobilização de trabalhadoras domésticas no Brasil e na Região e estabelecer um espaço de discussão entre as trabalhadoras, os empregadores, as centrais sindicais brasileiras e governo para garantir a maior participação das trabalhadoras na CIT.

Entre os dias 15 e 16, a OIT promove com apoio do UNIFEM a Oficina Nacional Tripartite, que contará com a presença de representantes das centrais sindicais, das confederações de empregadores, órgãos do governo federal, da Federação de trabalhadoras Domésticas (FENATRAD) e especialistas no tema. De acordo com Danielle Valverde, assistente do Programa, “o objetivo do encontro é sensibilizar e buscar apoio dos empregadores, das centrais sindicais e governo para garantir a presença de pelo menos duas trabalhadoras na delegação brasileira que vai a Genebra”.

No dia 17 de abril, o UNIFEM, com o apoio da OIT, promove o Seminário Regional sobre Trabalho Doméstico que contará com a presença de trabalhadoras do Brasil, Bolívia, Paraguai e Guatemala, onde serão definidas estratégias para garantir presença das trabalhadoras domésticas na Conferência da OIT, em junho. Durante o evento, será apresentado um panorama das ações em desenvolvimento nos países para que a categoria seja representada nos debates sobre trabalho decente na Conferência.

Os eventos também serão apoiados pela SPM (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) e a SEPPIR (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial).

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Décima Primeira Conferência Regional sobre a Mulher de América Latina e Caribe

Brasília, 13 a 16 de Julho de 2010

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A 11ª Conferência Regional sobre a Mulher será celebrada em um momento caracterizado pelo impacto da crise econômica e financeira originada em 2008. A revisão dos acordos destas cúpulas se realizará dentro de uma crise financeira e econômica que, segundo muitos estudos e previsões, vão incrementar os obstáculos para que possam ser cumpridos os compromissos internacionais referentes a direitos humanos, ambientais e os próprios Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. 

É neste momento que se dará a convergência da avaliação de vários processos iniciados na década de 1990. Em 2009 foi comemorado o 15ª aniversário da Conferência Internacional sobre a População e o Desenvolvimento e, em 2010, será a vez da 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher (Beijing+15 e El Cairo+15), junto com o 10º aniversário da Cúpula do Milênio (ODM+10) e o segundo aniversário da Campanha Mundial do Secretário Geral pelo fim da violência contra a mulher. Leia mais.

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Avanço significativo da liderança das mulheres indígenas

Publicado por Shinji el Martes, 16 Fevereiro de 2010

Nos últimos anos, foi significativo o crescimento da liderança indígena feminina e, especialmente, de mulheres cada vez mais jovens, afirmou José del Val Blanco, diretor do Programa Universitário México Nação Multicultural (PUMC), da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

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Curso para fortalecer a liderança de mulheres indígenas, organizado por la UNAM, o UNIFEM e a CDI.

Este fenômeno ocorre apesar da tripla discriminação que sofrem as mulheres indígenas: de classe, gênero e sua condição ética, tema destacado no Curso para Fortalecimento da Liderança de Mulheres Indígena, organizado por este espaço de estudo, pelo UNIFEM e pela Comissão Nacional para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas (CDI). Leia mais.

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O movimento de ser negro que hoje irrompe pelas portas do Brasil afora, começou em Alagoas.

por Arísia Barros

http://www.cadaminuto.com.br/blog/blog-raizes-da-africa

 

Alagoas é segundo o ideário midiático local, terra de liberdade.

Liberdade é sinônimo de cidadania efetiva, igualdade de oportunidades, o direito identitário de ser.

Alagoas é território de grandes lutas revolucionárias. O movimento de ser negro que hoje irrompe pelas portas do Brasil afora, começou em Alagoas.

Liberdade é um estado de conquista com a compreensão de que as lutas revolucionárias têm o papel de revisar a história.

Alagoas é o universo do primeiro quilombo histórico, o dos Palmares, valorizado em todo canto do conhecimento, menos na geografia de Alagoas.

Ser quilombola em Alagoas é invadir terrenos hierárquicos das quotas do Brasil - Colônia.

Alagoas, ainda é a terra do homem branco, em que a liberdade é engravidada cotidianamente pelo apartheid da indefectível distribuição de renda: o abismo entre os poucos ricos e o universo de pobres é avassalador. Assim o disse o IBGE, em 2009.

O chicote em Alagoas ainda estala!

Os poderes políticos priorizam o trabalho com os pobres alagoanos ou os alagoanos pobres, universalizando políticas que exigem especificidades, e o povo, em uma dependência de correntes torna-se apêndice de um sistema cuja abordagem é o poder paternalista.

Há um velado desprezo por proposições e execuções de políticas que efetivamente combatam a discriminação racial, e promovam a igualdade de oportunidades das populações vítimas desse contexto social.

Uma sociedade só será verdadeiramente igualitária quando o racismo e a discriminação deixarem de ser fatores básicos das desigualdades.

Igualdade é sinônimo por excelência de Liberdade. Qual o antônimo de liberdade?

Alagoas é o segundo menor estado do Brasil, mas é o invencivelmente o pior em termos de investimento em cultura. Imagine se investirão em cultura negra? Até hoje o Parque Memorial Quilombo dos Palmares é invisível.

Cultura negra em Alagoas é apartheid.

Apartheid é a segregação de espaços com medidas bem calculadas visando desestimular/ fragilizar o desenvolvimento completo de ações que afirmem a história de um grupo ou grupos raciais em detrimento ao pensamento hegemônico das gestões administrativas.

O apartheid em Alagoas tem como propósito criar uma estrutura deficitária para que as ações se façam anêmicas, ou se deixem morrer, igualzinho ao dissidente cubano.

Negros em Alagoas sofrem rotineiramente a perda de direitos sociais.

Quais são mesmo as políticas locais para a população negra? Não vale citar as que são federalizadas.

No planejamento institucional existe um flagrante menosprezo pela força da Lei que exige o combate a intolerância, combustível para a consolidação da ideologia racista.

A Lei Federal nº 10.639/03 e Lei Estadual nº 6.814/07, em Alagoas vivem no limbo das possibilidades...

Quais são os órgãos no estado responsáveis por fazer cumprir as determinações legais da Lei de Diretrizes e Bases?

Porque se omitem?

Atualmente o estado do guerreiro negro e de tantos contemporâneos experimenta o corporativismo étnico ou a disseminação da ideologia da democracia racial.

Somos morenos?!

 

 

População negra na ciência e tecnologia é tema de simpósio

Estão abertas até 26 de março as inscrições para o I Simpósio A População Negra na Ciência e Tecnologia, que será realizado de 6 a 8 de abril no campus Pirassununga da Universidade de São Paulo (USP). Serão selecionados doze trabalhos de graduação, mestrado e doutorado das áreas de Ciências da Terra, Exatas, Humanas e Biológicas.

Por meio da divulgação de pesquisas científicas voltadas para a promoção do desenvolvimento e da equidade social, o objetivo do Simpósio é incentivar a reflexão sobre a participação da população negra no universo acadêmico e apontar ações para o futuro da população negra no cenário cientifico e tecnológico brasileiro.

Além da apresentação de trabalhos científicos, serão realizadas mesas redondas e palestras, com participação gratuita e aberta aos interessados. As inscrições devem ser feitas pela Internet, pelo endereço eletrônico http://www.usp.br/lafac/simposio/ O evento é uma parceria da USP e da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR).

 

Coordenação de Comunicação Social
Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
Presidência da República
Esplanada dos Ministérios, Bloco A, 9º andar - 70.054-906 - Brasília (DF)
Telefone: (61) 3411-3659 / 4977

www.presidencia.gov.br/seppir

http://twitter.com/SEPPIR

Zezé Motta em Alagoas

08:11 @ 17/03/2010


Zezé Motta prestigia Encontro Etnicidades Brasil, em Alagoas

por Arísia Barros

 

A militante negra, atriz, cantora e Superintendente de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Estado do Rio de Janeiro, Maria José Motta de Oliveira, conhecida como Zezé Motta participa em Alagoas do IV Encontro Etnicidades Brasil: “Todos os Perfis. Todas as Áfricas e todos os Brasis na Palestra de Zezé Motta”, que ocorrerá nos dias 19 e 20 de março.

O IV Encontro Etnicidades Brasil, uma realização do Projeto Raízes de Áfricas, traz como patrocinadores as Secretarias Estaduais de Comunicação e Educação, a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, Faculdade Maurício de Nassau, Polícia Civil e Instituto Magna Mater e tem como objetivo promover uma intervenção substantiva no silêncio social estrutural que estimule o canto coletivo da igualdade compromissada com o entendimento dos valores sócio-étnicos, identificando lembrando, discutindo, refletindo e associando ao 21 de março- o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial,novas possibilidades de discussão e apreensão entre os pares e os ímpares sujeitos sociais,da afro-alagoanidade, que revise o passado na intenção de compreender o presente.

O IV Encontro Etnicidades Brasil: “Todos os Perfis. Todas as Áfricas e todos os Brasis na Palestra de Zezé Motta”,consta de uma extensa programação, entre palestras,entrega de comenda, almoço empresarial e o Show Divina Saudade , em homenagem a cantora Elizeth Cardoso.

 

Sobre Zezé Motta.

A artista é uma das fundadoras e Presidente de Honra do “CIDAN” Centro Brasileiro de Informações e Documentação do Artista Negro, que existe desde 1984. Zezé é também pela segunda vez Diretora Social da SOCINPRO (Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais), Superintendente da Secretaria Estadual de Igualdade Racial do Estado do Rio de Janeiro, atuante em programas comunitários e mestre de cerimônias. Atenta ao que acontece no país e no mundo exerce atividades extras, estimulando a formação de novos talentos e defendendo a classe artística.

Zezé Motta buscou sempre e continua buscando ampliar o espaço dos negros.
Nascida em Campos, cidade do norte fluminense, logo aos dois anos de idade veio para o Rio de Janeiro, onde passou a estudar em um colégio interno. Um dia, levada pelas mãos de Maria Clara Machado, foi como bolsista, fazer um curso de teatro no Tablado, e começou a se interessar pela arte de representar. Em 1967 já estava profissionalizada.

Como atriz, ZEZÉ MOTTA tem carreira fulgurante. Sua estréia no teatro se deu em 1967, com “Roda Viva”, sob direção de José Celso Martinez Corrêa e, desde então, participou do elenco de importantes peças como: “Fígaro, Fígaro”, “Arena conta Zumbi”, “A Vida Escrachada de Joana Martine e Baby Stompanato”, em 1969; “Orfeu Negro”, em 1972, e “Gospel”, em 1974, entre outras. (do site oficial da atriz).

 

 

O Quê? IV Encontro Etnicidades Brasil: “Todos os Perfis. Todas as Áfricas e todos os Brasis na Palestra de Zezé Motta”.

Quando:19 e 20 de março

Inscrições limitadas:solicitar pelo e-mail negrasnoticias@yahoo.com.br

Informações: (82)8815-5794/8855-1930

 

Em 15 e 16 de março de 2010, reuniram-se em Brasília, representantes dos Fóruns para falar sobre os avanços de sua jornada desde 2008 quando houve a primeira reunião. Na ocasião, também, aconteceu uma reunião da CADARA e ainda a articulação entre fóruns e CADARA para atuarem na CONAE 2010.

ENTREVISTA-África do Sul diz que violência no Brasil é pior

Por Gordon Bell

PRETÓRIA (Reuters) - A África do Sul é injustamente considerada o país mais violento do mundo e o Brasil, que vai sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, tem problemas maiores com a criminalidade, disse nesta segunda-feira o principal chefe de polícia do país anfitrião do Mundial da Fifa deste ano.

"Eu diria que o crime no Brasil é pior... acho que lá é o único país do mundo onde um helicóptero foi derrubado por criminosos", disse em entrevista à Reuters o comissário de polícia do país Bheki Cele nesta segunda-feira. "Normalmente um helicóptero é alvejado em campos de batalha."

"Quando as pessoas dizem que a África do Sul lidera (as estatísticas de criminalidade), com que base elas dizem isso se não existe uma estatística internacional sobre crimes?", questionou.

O comissário referiu-se ao ataque de supostos traficantes a um helicóptero da polícia do Rio de Janeiro em outubro de 2009, quando a aeronave foi derrubada por disparos dos suspeitos durante operação numa favela da cidade.

Críticos afirmam que os altos índices de criminalidade são uma grande preocupação para torcedores estrangeiros que pretendem acompanhar a Copa do Mundo da África do Sul entre junho e julho.

Estatísticas oficiais do governo sul-africano mostram que mais de 18.000 pessoas foram assassinadas no país em 12 meses até março de 2009. Isso significa quase 50 assassinatos por dia, mais do que nos Estados Unidos, que têm população seis vezes maior.

Cele disse que seria insensato dizer que o crime não é um problema, mas acrescentou que a polícia não tem recebido o mérito devido por ter conseguido reduzir os números de assassinatos nos últimos seis anos.

Ele acrescentou que 41.000 policiais serão destacados para proteger a Copa do Mundo e que 1,3 bilhão de rands (170,1 milhões de dólares) foram gastos em equipamentos e operações, incluindo helicópteros e aviões.

INTERPOL E FBI

Cele disse que a África do Sul está trabalhando com a Interpol e o FBI para minimizar a ameaça de ataques terroristas durante o torneio.

"Ninguém nos informou que poderíamos ser alvo de terrorismo, mas também seria insensato dizer que não devemos olhar para isso. A inteligência internacional está se encontrando com outras agências de inteligência, recebemos conselhos e nos encontramos com eles, especialmente com os norte-americanos. Estamos trabalhando bem de perto com o FBI", afirmou Cele, que assumiu o cargo no ano passado.

O comissário disse que o histórico do país de organizar grandes eventos políticos e esportivos com sucesso tem que servir como exemplo.

"A História tem que estar do nosso lado, 140 eventos grandes foram realizados na África do Sul, organizados e protegidos corretamente pela polícia sul-africana", disse.

Apesar de não terem o mesmo tamanho da Copa do Mundo deste ano, esses eventos incluem a Copa do Mundo de Rúgbi de 1995, o Mundial de Críquete de 2003 e a Copa Africana de Nações de 1996.

O governo sul-africano e os organizadores do Mundial têm dado garantias aos torcedores que eles estarão seguros e acusam a imprensa estrangeira de ser injusta nas críticas à segurança no país.

Cele ironizou o marketing feito por algumas empresas de segurança pessoal, como as "roupas antifacadas" oferecidas por uma firma britânica aos torcedores.

"Fico pensando quanto dinheiro eles estão colocando nesse projeto. Os auditores e acionistas vão acabar demitindo alguém... porque ninguém vai comprar isso."

Pelo menos 64 concursos públicos em todo o país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (22) e totalizam 18.123 vagas para todos os níveis de escolaridade.

Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva, ou seja, os aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.


Pelos menos cinco concursos abrem as inscrições nesta segunda-feira: o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo, para 5 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de todos os níveis de escolaridade; o governo de São Paulo, que abriu 60 vagas de executivo público para o Arquivo Público do Estado da Casa Civil; o Instituto Evandro Chagas (IEC) e o Centro Nacional de Primatas (Cenp), ligados ao Ministério da Saúde, com 392 vagas de níveis médio e superior; Prefeitura de Itapevi (SP), para 40 vagas de nível médio; e Prefeitura de Ipatinga (MG), para 200 vagas.

 

Já a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) encerra nesta segunda as inscrições para 697 vagas. O Ministério Público de São Paulo também, para 75 vagas de promotor.

Entre os concursos abertos, os que oferecem os maiores salários são os do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul) e o do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15º Região (Campinas): R$ 20.953,17. 

 


Instituição/Órgão

Prazo

Vagas Salário máximo Escolaridade Local de trabalho Edital
Advocacia-Geral da União 24/02/10 111 R$ 14.549,53 nível superior em direito todo o pais veja edital
Agência de Fomento do Paraná 23/02/10 3 e formação de cadastro R$ 3.467,56 nível superior Curitiba (PR) veja edital
Assembleia Legislativa de Roraima 01/03/10 78 e formação de cadastro de reserva R$ 1.897,68 todos os níveis Roraima veja edital
Banco do Nordeste do Brasil 04/03/10 cadastro de reserva R$ 7.029,75 nível médio e superior Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo e Sergipe veja edital
Comissão Nacional de Energia Nuclear 28/02/10 203 R$ 12.685,16 nível médio e superior São Paulo (SP), Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Resende (RJ), Belo Horizonte, Poços de Caldas (MG), Recife (PE) e Abadia de Goiás (GO) veja edital
Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás) 17/03/10 25 R$ 4.896,32 nível médio e superior Bahia veja edital
Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia 26/02/10 58 R$ 1.500 todos os níveis Aracaju, Campo Grande, Cuiabá, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife e São Luís veja edital
Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo 19/03/10 5 vagas e formação de cadastro de reserva R$ 3.354 todos os níveis São Paulo veja edital
Conselho Regional de Educação Física da 14ª Região (Goiás e Tocantins) 25/03/10 48 R$ 1,5 mil nível médio e superior Goiânia veja edital
Conselho Regional de Psicologia de São Paulo 09/03/10 30 R$ 3.225,19 nível fundamental, médio e superior São Paulo, Santo André, Assis, Bauru, Campinas, Santos, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Taubaté veja edital
Correios 26/02/10 4.355 R$ 282,50 nível fundamental (completo ou cursando) todo o país veja edital
Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro 19/03/10 50 R$ 18 mil nível superior em direito Rio de Janeiro veja edital
Defensoria Pública do Estado de Rondônia 25/03/10 25 R$ 14 mil nível superior em direito Rondônia veja edital
Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de Roraima 08/03/10 374 R$ 2.130,86 todos os níveis Roraima veja edital
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) 22/02/10 697 R$ 7.419,96 todos os níveis todo o país veja edital
Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte 18/03/10 120 e cadastro R$ 3.604 nível médio, técnico e superior Belo Horizonte veja edital
Fundação Estatal Saúde da Família (BA) 07/03/10 1,2 mil R$ 4.065.69 nível médio, técnico e superior Bahia veja edital
Governo da Bahia 05/03/10 80 R$ 1.275,84 nível médio Salvador e região metropolitana, Esplanada, Feira de Santana, Ilhéus, Jequié, Paulo Afonso, Teixeira de Freitas e Vitória da Conquista veja edital
Governo de São Paulo 15/03/10 60 R$ 2,7 mil nível superior em qualquer área São Paulo veja edital
Grupo Hospitalar Conceição 22/03/10 formação de cadastro R$ 2.466,00 nível fundamental, médio e técnico Porto Alegre (RS) veja edital
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo 26/02/10 176 R$ 3.873,47 todos os níveis São Paulo veja edital
Instituto Evandro Chagas e Centro Nacional de Primatas 31/03/10 392 R$ 13.620,02 nível médio e superior  Belém e Ananindeua (PA) veja edital
Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual 05/03/10 4 R$ 1.909,25 nível superior em medicina São Paulo veja edital
Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) 23/02/10 294 R$ 3.012,82 nível médio e superior Brasília (DF), Vitória (ES), Cidade de Goiás (GO), Alcântara (MA), Belo Horizonte, Caeté, Diamantina, Outro Preto, Sabará, São João Del Rei e Serro (MG), Recife (PE), Cabo Frio, Niterói, Paraty, Petrópolis, Rio de Janeiro e Vassouras (RJ), São Miguel das Missões (RS), Florianópolis (SC) e São Paulo (SP) veja edital
Instituto Nacional do Câncer 26/02/10 3 R$ 11.205,36 nível superior e doutorado Rio de Janeiro veja edital
Itaipu Binacional 11/03/10 157  R$ 5.546,94 nível médio, técnico e superior Foz do Iguaçu (PR) veja edital
Marinha 01/03/10 2,2 mil não informado nível fundamental Fortaleza,Recife, Vitória e Florianópolis veja edital
Ministério dos Transportes 08/03/10 170 R$ 2.643,28 nível médio e superior Brasília (DF), Manaus (AM), Fortaleza (CE), Salvador (BA), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Paranaguá (PR), Santos (SP), Manaus (AM), Recife (PE), Itajai (SC) e Vitória (ES) veja edital
Ministério Público de Rondônia 11/03/10 4 R$ 18.910,23 nível superior em direito Rondônia veja edital
Ministério Público de Sergipe 12/03/10 9 R$ 18.174,35 nível superior em direito Sergipe veja edital
Ministério Público de São Paulo 22/02/10 75 R$ 18 mil nível superior em direito São Paulo veja edital
Polícia Militar do Estado do Paraná 25/02/10 18 R$ 4.170,26 nível superior em medicina, farmácia e bioquímica Paraná veja edital
Prefeitura de Araraquara (SP) 25/02/10 18 R$ 933,14 nível fundamental e médio Araraquara (SP) veja edital
Prefeitura de Divinópólis (MG) 05/03/10 343 R$ 5.771,04 todos os níveis Divinópolis (MG) veja edital
Prefeitura de Ipatinga (MG) 10/03/10 200 R$ 2.935,00 todos os níveis Ipatinga (MG) veja edital
Prefeitura de Itapevi (SP) 07/03/10 40 R$ 932,26 nível médio Itapevi (SP) veja edital
Prefeitura de Lavras (MG) 25/02/10 635 R$ 1.179,19 todos os níveis Lavras (MG) veja edital
Prefeitura de Novo Hamburgo (RS) 08/03/10 51 R$ 3.439,91 nível médio, técnico e superior Novo Hamburgo (RS) veja edital
Prefeitura de Ortigueira (PR) 14/03/10 48 R$ 6,5 mil todos os níveis Ortigueira (PR) veja edital
Prefeitura de Riachuelo (SE) 16/03/10 44 R$ 1.660,00 todos os níveis Riachuelo (SE) veja edital
Prefeitura de Serra Negra (SP) 25/02/10 582 R$ 5.783,24 todos os níveis Serra Negra (SP) veja edital
Prefeitura de Valinhos (SP) 04/03/10 190 R$ 3.383,11 todos os níveis Valinhos (SP) veja edital
Procuradoria-Geral da União do Estado de Santa Catarina 05/04/10 40 R$ 1,2 mil nível superior Santa Catarina veja edital
Secretaria de Coordenação e Articulação de Santa Catarina 09/03/10 34 R$ 1.632,12 nível médio e superior Florianópolis (SC) veja edital
Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo (1) 07/03/10 450 R$ 1.000 nível médio Espírito Santo veja edital
Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo (2) 05/03/10 902 R$ 2.839,20 nível superior para professor e pedagogo Espírito Santo veja edital
Secretaria da Fazenda do Estado do Espírito Santo 11/03/10 8 R$ 5.950,00 nível superior em contabilidade e economia Espírito Santo veja edital
Secretaria da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro 10/03/10 100 R$ 9.885,40 nível superior Rio de Janeiro veja edital
Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo 12/03/10 316 R$ 3,8 mil nível superior capital, Santos, Taubaté, Sorocaba, Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Araçatuba, Araraquara, Presidente Prudente e Marília veja edital
Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado da Bahia 05/03/10 80 R$ 1.275,84 nível médio Salvador e região metropolitana, Esplanada, Feira de Santana, Ilhéus, Jequié, Paulo Afonso, Teixeira de Freitas e Vitória da Conquista veja edital
Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal (1) 07/03/10 471 R$ 1.779,74 nível médio Distrito Federal

veja edital

Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal (2) 03/03/10 869 R$ 1.779,74 nível médio Distrito Federal veja edital
Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal (3) 03/03/10 511 R$ 3.125,36 nível superior Distrito Federal veja edital
Sergipe Gás S/A 17/03/10 21 R$ 2.416,55 nível médio, técnico e superior Sergipe veja edital
Serviço Social do Comércio (Sesc) de Pernambuco 01/03/10 84 e cadastro R$ 2.194 todos os níveis Pernambuco veja edital
Serviço Social da Indústria (Sesi) de São Paulo 22/02/10 cadastro de reserva R$ 2.478,75 nível superior São Paulo veja edital
Serviço Social de Saúde do Acre 07/03/10 254 R$ 15 mil nível superior para fisioterapeuta, físico médico e médico Acre veja edital
Superintendência de Seguros Privados 28/02/10 138  R$ 12.413,65 nível superior Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo veja edital
Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará 18/03/10 100 R$ 5.730,25 nível superior Ceará veja edital
Tribunal de Justiça do Acre 30/03/10 330 R$ 2.598,16 nível médio e superior Acre veja edital
Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul 18/03/10 23 R$ 18.610,07 nível superior em direito Mato Grosso do Sul veja edital
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul 01/03/10 122 R$ 4.095,90 nível médio Rio Grande do Sul veja edital
Tribunal Regional Federal da 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul) 26/02/10 39 R$ 20.953,17 nível superior em direito São Paulo e Mato Grosso do Sul veja edital
Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas) 23/02/10 56 R$ 20.953,17 nível superior em direito Campinas veja edital

sobre história da África

15:14 @ 10/02/2010

Viajante marroquino é tema de vídeo sobre história da África

Quarta-feira, 03 de fevereiro de 2010 - 16:38
O viajante Ibn Battuta, que viveu no século XIV, é personagem de vídeo educativoUm videodocumentário de 26 minutos, um livro com 71 páginas para os professores, um caderno de 35 páginas para os alunos e uma página eletrônica reúnem novos materiais sobre história da África e cultura afro-brasileira para uso de educadores e alunos do ensino básico público.

Os materiais foram elaborados pelo historiador e pesquisador José Rivair Macedo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com recursos do Ministério da Educação. Devem ter dois tipos de distribuição, segundo a coordenação de diversidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad). Na primeira etapa, o vídeo, o livro e o caderno serão oferecidos por meio eletrônico no Portal do MEC e na TV Escola. O prazo previsto é junho deste ano. A impressão dos materiais de estudo e a reprodução do vídeo devem ficar prontas até dezembro.

O vídeo é o produto principal, explica o coordenador do projeto, José Rivair Macedo. O livro, o caderno e a página eletrônica, além de darem suporte ao vídeo, servirão de subsídio para pesquisa. As obras farão parte do acervo didático-pedagógico sobre a temática étnico-racial, história da África e cultura afro-brasileira que o MEC está construindo para a educação básica pública, conforme prevê a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. A proposta, diz o professor Rivair, é que estudantes professores tenham “um novo olhar sobre a África”.

O fio condutor dos três materiais é o personagem Ibn Battuta, um viajante marroquino que foi de seu país ao Sudão ocidental entre os anos de 1352 e 1353. Viajando pela África com Ibn Battuta, que é o título do vídeo, relata e ilustra a jornada do viajante, um cidadão culto, rico e protegido do sultão Ibu Inam, que governava o Marrocos naqueles anos do século 14. Ibn, conforme o vídeo, é hoje lembrado pelo mundo muçulmano como o “príncipe dos viajantes”. Ele viveu 64 anos e teria viajado durante 30 anos para conhecer países e culturas.

Pelo deserto
– O vídeo conta que, em 1352 da era cristã, Battuta decidiu conhecer o império do Mali, seguindo com uma caravana de comerciantes pelo deserto do Saara, que iam em busca de ouro, sal e escravos. De acordo com o documentário, a caravana percorreu quase 1 mil quilômetros durante dois meses, suportando tempestades de areia, o calor do dia e o frio da noite no Saara.

Ao final da travessia do deserto, o viajante descreve o que encontrou: bois selvagens e manadas de animais desconhecidos, o rio Níger, a vegetação das savanas. Ao chegar a Mali, Ibn Battuta fica oito meses conhecendo o país, seu povo e costumes.

Battuta escreve assim: “...Marrakech é uma das cidades mais famosas, muito larga e longa, bem abastecida com todos os gêneros de mercadorias. Há grandes mesquitas, como a de Kutublyyn (dos livreiros), que tem um enorme e colossal minarete em que subi e pude ver toda a vista da povoação, que vai sendo dominada por ruínas”.

Quando conta sobre as minas de sal de Togaza, diz: “Depois de 25 dias, chegamos a Togaza, uma povoação sem cultivos, mas que tem uma singularidade: suas casas e a mesquita são edificadas com blocos de sal gema e os tetos são feitos com couro de camelo”.

Estudantes e professores poderão ler e discutir a parte final do relato – A viagem ao Mali na Trilha de Ibn Battuta, que serviu de base para o vídeo, traduzido para a língua portuguesa. São 19 páginas. O manuscrito original está na Biblioteca Nacional de Paris.

Ionice Lorenzoni


Leia também: Vídeo sobre Battuta dirige-se a estudantes de 10 a 18 anos

Programa de Apoio a Eventos no País (PAEP) PDF Imprimir E-mail

 

O Programa de Apoio a Eventos no País – PAEP – é um programa que visa impulsionar a realização de eventos científicos no Brasil e a formação de professores para a educação básica, através da concessão de auxílio financeiro às Comissões Organizadoras.

Inicialmente voltado apenas a eventos de curta duração, cujos vínculos se relacionavam unicamente à pós-graduação; agora, no edital de 2010, também aqueles que prezem pela formação e melhoria do quadro docente da educação básica.

O programa vem, ano a ano, estendendo seu escopo de atuação no país, havendo, apenas em 2009, concedido auxílio a 897 eventos de diversas áreas de conhecimento, desde eventos novos aos tradicionalmente consolidados, os quais têm aval prévio da consultoria científica da Capes.

Para submeter um pedido de auxílio ao programa, siga as instruções do Edital 2010. Acesse nosso sistema, preenchendo corretamente os dados requeridos e na página final, envie, nos campos indicados, os documentos que lhe serão solicitados.

Roteiro para solicitação de apoio a evento no País:

  1. Para se familiarizar com as mudanças implementadas, conheça o Edital 2010 do PAEP;
  2. Acesse o SAD-PAEP para obter sua senha e submeter uma solicitação;
  3. Preencha e envie o formulário AUXPE, sendo este o único documento que deve ser enviado pelo correio, conforme instruções do edital (item 5, letra h)*;
  4. Aguarde contato da equipe PAEP, que comunicará o resultado da análise técnica e quais serão os passos seguintes.

* O formulário AUXPE deve ser preenchido sem rasuras, assinado pelo dirigente máximo da instituição beneficiada no item 3, pelo beneficiário nos itens 6 e 13 – e os campos dos dados bancários da conta específica e vinculada no Banco do Brasil devem ser deixados em branco; e então enviados à Capes sem datação, em duas vias, para o seguinte endereço:

CAPES / CEX
SBN, Quadra 2, lote 6, Bloco L
70040-020, Brasília – DF.

Mais informações, dúvidas e sugestões podem ser obtidas pelo e-mail paep@capes.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Documentos relativos ao programa

Publicação na WEB Nome do documento Formatos disponíveis
29/01/2010 Formulário de inclusão / substituição de novos palestrantes DOC
42kb
PDF
15kb
SXW
34kb
29/01/2010 Formulário de mudança de rubrica / remanejamento de recursos DOC
66kb
PDF
19kb
SXW
38kb
29/01/2010 Formulário de alteração de data de evento DOC
42kb
PDF
15kb
SXW
35kb
 

I Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras

Inscrições até 5 de março

O Prêmio Expressões Culturais Afrobrasileiras foi concebido em 2006, após o II Fórum Nacional de Performance Negra, realizado no Teatro Vila Velha, em Salvador. Um dos temas mais debatidos no fórum tratava da ausência de editais públicos e de linhas de financiamento direcionadas exclusivamente para o desenvolvimento de artistas, grupos e companhias que trabalham com a produção artística de estética negra.

Nesta primeira edição serão contemplados três segmentos:

· Teatro
· Dança
· Artes Visuais

O Prêmio é realizado pelo CADON - Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves, em conjunto com a Fundação Cultural Palmares - FCP e com patrocínio da Petrobras.

Confira o Edital do prêmio.

Mais informações: www.premioafro.org

Esclarecimento de dúvidas: secretaria@premioafro.org, telefone (21) 2533-1171.

29 de janeiro de 2010

Edital Espaços Mais Cultura 2010

Inscrições até 14 de março


Atualizado em 01 de fevereiro de 2010

Constitui objeto do presente Edital a seleção de projetos para a implantação de Espaços Mais Cultura, de 225m², em municípios de até 500 mil habitantes.

Confira os editais e os anexos:

Edital

Edital I - Formulário de inscrição

Anexo II _ Declaração de Contrapartida

Dúvidas e informações referentes a este Concurso deverão ser esclarecidas ou obtidas pelo
endereço eletrônico espacos@cultura.gov.br .

01 de fevereiro de 2010

Edital Curta Metragem de Ficção ou Documentário

Inscrições até 18 de março

Curta Metragem de Ficção ou Documentário - apoiará, com até R$ 80 mil, a produção de 20 obras cinematográficas inéditas de curta metragem, de ficção ou documentário, sendo aceitas técnicas de animação em ambos os gêneros.

Confira os editais e os anexos:

Edital

Requerimento de Inscrição

Currículo

Termo de compromisso

Autorização da Conta e   Orçamento

Informações: concurso.sav@cultura.gov.br

(Narla Aguiar, Ascom SAv/MinC)