Grupos


A lista dos parlamentares processados, por estado
Veja a relação, por bancada estadual, dos congressistas que respondem a algum tipo de processo ou inquérito no STF
 

ACRE (2)


Deputados


Flaviano Melo (PMDB-AC)
Ação Penal 435 - crime contra o sistema financeiro nacional e peculato

Sérgio Petecão (PMN-AC)
Inquérito 2486 – uso de documento falso, crimes contra ordem tributária e IRPF


ALAGOAS (5)

Deputados


Carlos Alberto Canuto (PMDB-AL)

Inquérito 2758 - corre em segredo de Justiça. Crime contra a liberdade pessoal (ameaça) e crimes eleitorais

Francisco Tenório (PMN-AL)
Inquérito 2622 - captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral. O procedimento corre em segredo de Justiça

Olavo Calheiros (PMDB-AL)
Inquérito 2426 – crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético
Inquérito 2695 – crime de competência

Senadores

Fernando Collor (PTB-AL)
Ação Penal 451 - crime contra a ordem tributária/ apropriação indébita previdenciária
Ação Penal 465 - corrupção passiva, peculato, tráfico de influência, corrupção ativa e falsidade ideológica

Renan Calheiros (PMDB-AL)
Inquérito 2593 – investigação penal

AMAZONAS (2)

Deputados

Rebecca Garcia (PP-AM)
Inquérito 2691 - falsidade ideológica

Silas Câmara (PSC-AM)

Inquérito 1695 - investigação penal. A consulta processual do tribunal não oferece mais detalhes sobre a ação. O procedimento corre em segredo de Justiça
Inquérito 2005 - improbidade administrativa/ crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral. Também corre em segredo de Justiça
Inquérito 2626 - “crime contra a família/ contra o estado de filiação”

AMAPÁ (4)

Dalva Figueiredo (PT-AP)
Ação Penal 491 - falsidade ideológica e prevaricação
Inquérito 2838 - peculato

Jurandil Santos (PMDB-AP)
Inquérito 2709 - crime contra a Lei de Licitações

Sebastião Bala Rocha (PDT-AP)

Inquérito 2709 - crime da Lei de Licitações
Ação Penal 508 - corrupção passiva, prevaricação e crime da Lei de Licitações

Senador

Gilvam Borges (PMDB-AP)

Inquérito 2674 - crimes contra a honra
Inquérito 2779 - Injúria difamação

BAHIA (9)

Deputados

Fernando de Fabinho (DEM-BA)
Inquérito 2656 - crimes eleitorais (transporte em dia de eleição)
Inquérito2684 - crime de responsabilidade

Geraldo Simões (PT-BA)
Ação Penal 471- captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral
Inquérito 2707 - emprego irregular de verbas públicas.
Inquérito 2759 - crime de responsabilidade.
Inquérito 2719 - responde por crimes de responsabilidade.

João Carlos Bacelar (PR-BA)
Inquérito 2793 – crime de desacato

Joseph Bandeira (PT-BA)
Ação penal 486 - peculato

Maurício Trindade (PR-BA)
Ação Penal 510 - tráfico de influência

Paulo Magalhães (DEM-BA)
Inquérito 2311 - lesões corporais (com parecer da PGR pelo arquivamento)

Roberto Britto (PP-BA)
Ação Penal 512 – Captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Tonha Magalhães (PR-BA)
Inquérito 2677 - crimes da Lei de Licitações
Inquérito 2805 – crimes de responsabilidade – autuada em 23/03/2009

Uldurico Pinto (PMN-BA)

Inquérito 2706 - formação de quadrilha e crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral. O procedimento corre em segredo de Justiça


CEARÁ (6)

 
Deputados


Aníbal Gomes (PMDB-CE)

Inquérito 1396 - de natureza não informada.
Ação Penal 347 - crime de lavagem ou ocultação de bens.

Arnon Bezerra (PTB-CE)
Inquérito 2733 - captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral – processo encaminhado para a 27ª Zona Eleitoral do Crato/CE

José Linhares (PP-CE)
Inquérito 2720 – o site da corte descreve o assunto da ação como “investigação penal contra parlamentares”


Léo Alcântara (PR-CE)

Inquérito 2689 - crimes contra o sistema financeiro nacional. O procedimento corre em segredo de Justiça

Manoel Salviano (PSDB-CE)
Inquérito 2477 - crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito

Zé Gerardo (PMDB-CE)
Ação Penal 403 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito (prestação de contas do mandato)
Ação Penal 409 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação Penal 434 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2307 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2336 – crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2645 – crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético (c/ parecer da PGR pela extinção da punição)
Inquérito 2847 – crimes de lavagem ou ocultação de bens
Inquérito 2846 – crimes de lavagem ou ocultação de bens




DISTRITO FEDERAL (5)

Deputados

Alberto Fraga (DEM-DF)
Inquérito 2845 – crime contra a honra

José Edmar (PR-DF)
Ação Penal 507 - crimes contra meio ambiente e patrimônio genético
Ação Penal 511 - crime de injúria
Inquérito 2775 - crime de ameaça, estelionato, formação de quadrilha, concussão, corrupção passiva, abuso de autoridade, lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e parcelamento irregular de solo urbano
Inquérito 2784 - crimes do Sistema Nacional de Armas – reutuado na AP 513
Ação Penal 513 – crime no sistema nacional de armas – autuado em 22/05/2009

Laerte Bessa (PMDB-DF)
Inquérito 2661 - por formação de quadrilha ou bando, peculato, lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores, crimes eleitorais

Magela (PT-DF)
Inquérito 2788 - crimes contra a ordem tributária

Senador

 
Gim Argello (PTB-DF)
Inquérito 2724 - apropriação indébita, peculato, corrupção passiva e lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores


ESPÍRITO SANTO (2)

Deputados

Camilo Cola (PMDB-ES)
Inquérito 2836 – Captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Sueli Vidigal (PDT-ES)
Inquérito 2780 – Crime da lei de licitações

 

GOIÁS (8)

Deputados

Luiz Bittencourt (PMDB-GO)
Inquérito 2835 – Peculato

Pedro Wilson (PT-GO)
Inquérito 2781 – crimes eleitorais

Professora Raquel Teixeira (PSDB-GO)
Inquérito 2848 – crimes da Lei de licitações

Roberto Balestra (licenciado) (PP-GO)
Inquérito 2484 - crimes eleitorais.
Está licenciado. É secretário de governo em Goiás.

Sandro Mabel (PR-GO)
Ação Penal 352 (sigilosa) – crime contra a ordem tributária
Inquérito 2291 - crime contra a ordem tributária. Corre em segredo de Justiça.

Tatico (PTB-GO)
Inquérito 2700 – uso de documento falso
Inquérito 2012 – crime contra a ordem tributária referente ao imposto de renda; uso de documento falso. Corre em segredo de Justiça
Inquérito 2114 – crimes contra a ordem tributária
Ação Penal 489 – crime contra a ordem tributária
Ação Penal 516 - apropriação indébita previdenciária – autuado em 23/06/2009
Inquérito 2796 – crimes contra o patrimônio, usurpação de águas. Crimes contra a flora. Crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético

Senadores

Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Inquérito 2099 – peculato

Marconi Perillo (PSDB-GO)
Inquérito 2504 – crime da Lei de Licitações
Inquérito 2481 – Concussão, corrupção passiva, prevaricação, tráfico de influência, corrupção ativa e crimes de abuso de autoridade
Inquérito 2751 – investigação penal

MARANHÃO (5)

Deputados

Cléber Verde (PRB-MA)
Ação Penal 497 - crimes praticados contra a administração pública (inserção de dados falsos em sistema de informações)

Clóvis Fecury (DEM-MA)
Inquérito 2058 - crime contra a ordem tributária, por falta de recolhimento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
Inquérito 2447 - crime contra o meio ambiente

Zé Vieira (PR-MA)
Inquérito 2841 – crimes de responsabilidade     

Senadores

Roberto Rocha (PSDB-MA)
Inquérito 2693 - documento falso/crimes contra a ordem tributária.

Edison Lobão Filho (PMDB-MA)
Ação Penal 496 – crime contra as telecomunicações
 

MINAS GERAIS (12)
 
Deputados
 
Ademir Camilo (PDT-MG)
Ação Penal 404 - crime contra a fé pública e falsidade documental

Aelton Freitas (PR-MG)
Ação Penal 341 - crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito

Bonifácio Andrada (PSDB-MG)
Inquérito 2757 - sonegação de contribuição previdenciária
Inquérito 2662 - apropriação indébita previdenciária (corre em segredo de justiça)
Inquérito 2670 - está sob segredo de Justiça. Sem assunto definido

Edmar Moreira (PR-MG)
Inquérito 2584 - crimes contra o patrimônio/ apropriação indébita previdenciária – plenário recusou a denúncia. Ainda deve seguir para arquivamento, embora acusação ainda possa recorrer.
Inquérito 2797 - crimes contra a ordem tributária. Este procedimento corre em segredo de Justiça     

Jairo Ataíde (DEM-MG)
Ação Penal 432 - crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação Penal 450 - crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação Penal 467 - crime de responsabilidade (com relação à lei de Licitações). Teve os autos baixados à 2ª Vara criminal da Comarca de Montes Claros, mas, em março de 2009, com a reassunção do parlamentar, retornou ao STF e permanece ativa

João Magalhães (PMDB-MG)
Inquérito 2427 - crime contra a Lei de Licitações. O procedimento corre em segredo de Justiça.

Leonardo Quintão (PMDB-MG)
Inquérito 2792 - crimes eleitorais

Márcio Reinaldo (PP-MG)
Inquérito 2730 - denunciação caluniosa
 
Mário de Oliveira (PSC-MG)
Inquérito 2727 - estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, crime contra a ordem tributária, crimes de responsabilidade e crime da Lei de Licitações.
Inquérito 2567 – homicídio simples e crime tentado
inquérito 2139 – crime contra a honra

Vitor Penido (DEM-MG)
Inquéritos 2483 - crime contra a Lei de Licitações
Inquérito 2482 - crime contra a Lei de Licitações

 
Senadores


Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Inquérito 2280 - peculato e lavagem ou ocultação de bens


Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG)
Inquérito 2628 – apropriação indébita previdenciária, crimes contra a ordem tributária (IRPF)
Inquérito 2634 - apropriação indébita previdenciária, crimes contra a ordem tributária (IRPF)
Inquérito 2800 – apropriação indébita previdenciária, sonegação de contribuição previdenciária

Mato Grosso do Sul (1)

Dagoberto Nogueira Filho (PDT-MS)
Inquérito 2809 - apropriação indébita, crime contra o sistema financeiro nacional e crime contra a Lei de Licitações. Corre em segredo de Justiça

MATO GROSSO (4)

Deputados

Carlos Bezerra (PMDB-MT)
Inquérito 2500 - peculato
Inquérito 2755 - peculato, corrupção passiva e ativa

Eliene Lima (PP-MT)
Inquérito 2599 – crimes eleitorais/ uso de documento falso – teve parecer pela condenação e autuação de ação penal, em 26/11/2007
Inquérito 2667 – crimes eleitorais/ uso de documento falso. Este corre em segredo de Justiça
Inquérito 2678 – por captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral.
Inquérito 2772 – crimes contra a ordem tributária – (encaminhado ao Tribunal Regional Federal 1º região)

Pedro Henry (PP-MT)
Ação Penal 470 (mensalão) - formação de quadrilha, crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral, crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores.

Senador

Jayme Campos (DEM-MT)
Inquérito 2799 - formação de quadrilha ou bando, lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e crime contra a Lei de Licitações
Ação Penal  460 - uso de documento falso
Inquérito 2804 - crimes de responsabilidade durante gestão em prefeitura
Inquérito 2830 - crimes de responsabilidade durante gestão em prefeitura como emprego irregular de verbas ou renda pública.


PARÁ (7)


Deputados

Asdrúbal Bentes (PMDB-PA)
Ação Penal 481 – estelionato, captação ilícita de votos e formação de quadrilha ou bando. É resultado do Inquérito 2197, que em março de 2005, foi instaurado para apurar a troca de votos por laqueaduras de trompas – Redistribuído em 15/09/2009

Jader Barbalho (PMDB-PA)
Ação Penal 336 – emprego irregular de verbas ou rendas públicas
Ação Penal 339 – crimes contra o sistema financeiro nacional
Ação Penal 397 – estelionato, formação de quadrilha, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro
Ação Penal 498 – peculato
Ação Penal 398 – peculato. Corre em segredo de Justiça
Ação Penal 374 – emprego irregular de verbas ou rendas públicas
Inquérito 2051 – crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral. Corre em segredo de Justiça.
Inquérito 2760 – formação de quadrilha, crime contra o sistema financeiro nacional, lavagem de dinheiro. Corre em segredo de Justiça
Inquérito 1332 – crime contra a administração pública

Lira Maia (DEM-PA)
Ação Penal 484 – crime de responsabilidade durante gestão em prefeitura. Inquérito 2578 – crime de responsabilidade, durante mandato como prefeito
Ação Penal 517 – crime de responsabilidade, durante mandato de prefeito
Ação Penal 518 – crime de responsabilidade, durante mandato de prefeito
Inquérito 2742 – crime de responsabilidade, durante mandato como prefeito.

Paulo Rocha (PT-PA)
Ação Penal 470 (mensalão) – por formação de quadrilha ou bando, crimes contra a administração pública em geral, crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores
 
Wladimir Costa (PMDB-PA)
Ação Penal 415 – crimes de imprensa/ crimes contra a honra
Ação penal 474 – crimes de imprensa/ crimes contra a honra
Inquérito 2312 – não tem a natureza informada e corre em sigilo.


Senadores
 
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Inquérito 2266 – sem assunto especificado. Corre em segredo de justiça

Mário Couto (PSDB-PA)
Ação Penal 440 – crime eleitoral/ Desobediência às determinações da Justiça Eleitoral
Inquérito 2539 – desobediência às determinações da Justiça Eleitoral



PARAÍBA  (5)


Deputados

Armando Abílio (PTB-PB)
Inquérito 2609 - crime contra a administração da justiça/coação
Inquérito 2119 - falsidade ideológica
Inquérito 2692 - improbidade administrativa
Inquérito 2711 - apropriação indébita previdenciária

Rômulo Gouveia (PSDB-PB)
Ação Penal 492 - captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Wellington Roberto (PR-PB)
Inquérito 2612 - falsidade ideológica e crimes contra o sistema financeiro nacional

Senadores
 
Roberto Cavalcanti (PRB-PB)
Inquérito 2817 - corrupção ativa
Inquérito 2818 - documentação falsa e corrupção ativa


Cícero Lucena (PSDB-PB)
Ação Penal 493 - crimes na Lei de Licitações. O processo corre em segredo de Justiça
Inquérito 2527- crimes na Lei de Licitações. O procedimento corre em segredo de Justiça



PERNAMBUCO (3)


Deputados

Armando Monteiro Neto (PTB-PE)
Inquérito 2611 - crimes contra o Sistema Financeiro Nacional

 Raul Jungmann (PPS-PE)
Inquérito 2531 – peculato

Silvio Costa (PNM-PE)
Inquérito 2813 – Calúnia


PIAUÍ (4)

Deputados

Ciro Nogueira (PP-PI)
Inquérito 2613 - por crimes eleitorais.

Júlio César (DEM-PI)
Inquérito 2239 - formação de quadrilha ou bando e peculato

Marcelo Castro (PMDB-PI)
Inquérito 2332 - crime contra a honra, injúria

Senador

Mão Santa (PSC-PI)
Inquérito 2449 – peculato
Inquérito 2613 - crimes eleitorais
Inquérito 2849 – crimes contra a administração em geral. Peculato.

PARANÁ (9)

Deputados

Abelardo Lupion (DEM-PR)
Ação Penal 425 - crime eleitoral

Alfredo Kaefer (PSDB-PR)
Inquérito 2833 – crimes eleitorais (captação ilícita de votos)


Alceni Guerra (DEM-PR)

Ação Penal 433 - crime da Lei de Licitações
Ação Penal 436 - crime contra a fé pública/ falsificação de documento público
Ação Penal 451 - crimes da Lei de Licitações, durante mandato como prefeito

Cassio Taniguchi (DEM-PR)
Ação Penal 445 - crimes da Lei de Licitações.
Ação Penal 503 - crimes de responsabilidade, por conta de gestão à frente de prefeitura
Inquérito 1814 - improbidade administrativa.
Inquérito 1957 – crime da Lei de Licitações
Inquérito 2850 – crime da Lei de Licitações
Está licenciado. É secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do governo do Distrito Federal

Eduardo Sciarra (DEM-PR)
Inquérito 2610 - por captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral. A apuração tramita em segredo de Justiça


Giacobo (PR-PR)

Ação Penal 345 - crime contra a ordem tributária
Ação Penal 395 - calúnia e difamação.
Ação Penal 433 - crime contra a Lei de Licitações
Ação Penal 480 - por apropriação indébita
Inquérito 2712 - crime contra a ordem tributária

Luciano Pizzatto (DEM-PR)
Ação Penal 490 - apropriação indébita previdenciária

Ricardo Barros (PP-PR)
Inquérito 1164 - crimes contra a ordem tributária (sonegação fiscal). Os autos estão sobrestados no STF.

Takayama (PSC-PR)
Inquérito 2652 - peculato, crime contra a ordem tributária e estelionato
Inquérito 2771 - peculato


RIO GRANDE DO NORTE (3)

Deputados

Fábio Faria (PMN-RN)
Inquérito 2454 - crimes eleitorais.

Rogério Marinho (PSB-RN)
Inquérito 2571 - corrupção passiva. O procedimento corre em segredo de Justiça

Rosalba Ciarlini (DEM-RN)
Inquérito 2646 – Crimes de responsabilidade durante gestão como prefeita

RIO DE JANEIRO (9)

Deputados

Arnaldo Vianna (PDT-RJ)
Inquérito 2826 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2827 – crimes de responsabilidade/crimes de lei de licitações

Arolde de Oliveira (DEM-RJ)
Inquérito 2798 - Crimes contra o sistema financeiro nacional, crimes contra a ordem tributária

Cida Diogo (PT-RJ)
Inquérito 2821 – crime de competência por prerrogativa de função

Edson Ezequiel (PMDB-RJ)
Inquérito 2300 - peculato, emprego irregular de verbas públicas e corrupção passiva. O processo corre em segredo de Justiça

Geraldo Pudim (PMDB-RJ)
Inquérito 2601 - crimes eleitorais
Inquérito 2704 - boca de urna.

Leandro Sampaio (PPS-RJ)
Ação Penal 419 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito
Ação Penal 442 – crime contra o meio ambiente e patrimônio genético/ poluição
Inquérito 2596 – crimes contra a ordem tributária (imposto de renda da pessoa física). Este corre em segredo de Justiça.

Nelson Bornier (PMDB-RJ)
Inquérito 2137 – crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2168 – crime contra a lei de Licitações
Inquérito 2177 – crime da lei de licitações
Inquérito 2655 – crimes de responsabilidade, crime contra a Lei de Licitações


Silvio Lopes (PSDB-RJ)

Inquérito 2641 - crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Inquérito 2837 – investigação penal por prerrogativa de função
Inquérito 2855 – crimes na Lei de Licitações

Solange Almeida (PMDB-RJ)
Inquérito 2664 - crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2726 - crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2834 – crimes praticado contra a administração pública. Emprego irregular de verbas ou rendas públicas

RONDÔNIA (5)

Ernandes Amorim (PTB-RO)
Ação Penal 418– crime contra a Lei de Licitações, durante gestão como prefeito
Ação Penal 487 – crime de responsabilidade
Ação Penal 475 – irregularidades na concessão/permissão/autorização/radiodifusão de serviços
Inquérito 2801 – crimes contra o meio ambiente
Inquérito 2807 – crimes contra o meio ambiente

Lindomar Garçom (PV-RO)
Ação Penal 462 – falsificação de documento público.
Inquérito 2598 – improbidade administrativa
Inquérito 2753 – crimes eleitorais

Natan Donadon (PMDB-RO)
Ação Penal 396 - peculato e crime contra a Lei de Licitações
Inquérito 2494 - crimes eleitorais.

Senadores

Expedito Júnior (PR-RO)
Inquérito 2828 – natureza não informada

Valdir Raupp (PMDB-RO)
Ação Penal 358 – peculato
Inquérito 2027 – crimes contra o sistema financeiro nacional
Inquérito 2442 - crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral
Ação Penal 383 – crimes contra o sistema financeiro nacional


RORAIMA (6)

Deputados

Francisco Rodrigues (DEM-RR)
Inquérito 2459 - por crimes contra a administração pública em geral
Inquérito 2250 - por crime contra a Lei de Licitações. Corre em segredo de Justiça.

Neudo Campos (PP-RR)
Ação Penal 468 – formação de quadrilha ou bando e peculato
Ação Penal 456 – formação de quadrilha ou bando e peculato. Corre em segredo de Justiça
Ação Penal 453 – crime contra a administração pública. Peculato
Ação Penal 485 – crime contra a administração pública. Peculato
Ação Penal 457 – formação de quadrilha ou bando e peculato
Ação Penal 459 – crime contra a administração pública. Peculato
Ação Penal 452 – crime contra a administração pública. Peculato.
Ação Penal 468 – formação de quadrilha. Peculato
Ação Penal 500 – crime contra a administração pública. Peculato.
Ação Penal 505 – peculato
Ação Penal 506 – formação de quadrilha ou bando e peculato
Inquérito 2464 – crime contra a administração pública. Peculato.
Inquérito 2489 – crime contra a administração pública. Peculato.
Inquérito 2627 – crime contra a administração pública. Peculato
Inquérito 2647 – crimes de Responsabilidade e contra a Lei de Licitações.
Inquérito 2715 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral.
Inquérito 2710 – crimes contra a Lei de Licitações.
Inquérito 2735 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2743 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2746 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2823 – crimes contra a administração em geral e peculato

Urzeni da Rocha (PSDB-RR)
Inquérito 2464 – peculato, formação de quadrilha
Inquérito 2489 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2766 – crime contra o meio ambiente e o patrimônio genético/crimes contra a flora
Inquérito 2744 – crime contra o meio ambiente e o patrimônio genético; autuado em 2008.

Márcio Junqueira (DEM-RR)
Inquérito 2703 - furto qualificado, estelionato

Senadores

Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
Inquérito 2595 - crime de contrabando ou descaminho

Romero Jucá (PMDB-RR)
Inquérito 2663 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral


RIO GRANDE DO SUL (6)

Eliseu Padilha (PMDB-RS)
Inquérito 2097 - crime contra a administração pública/ corrupção passiva. Corre em sigilo

Enio Bacci (PDT-RS)
Inquérito 2575 - crime de imprensa

Fernando Marroni (PT-RS)
Inquérito 2825 – crimes da lei de licitações

José Otávio Germano (PP-RS)
Inquérito 2808 - crime de competência de prerrogativa de função. O procedimento corre em segredo de Justiça
Inquérito 2842 – peculato

Luciana Genro (Psol-RS)
Inquérito 2802 – calúnia
Inquérito 2803 – calúnia e difamação

Sérgio Moraes (PTB-RS)
Ação Penal 416 - crime de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação penal 448 - crime de responsabilidade, durante gestão como prefeito

SANTA CATARINA (2)

Deputados

Décio Lima (PT-SC)
Inquérito 2851 – improbidade administrativa

Nelson Goetten (PR-SC)
Inquérito 2765 – estelionato, falsidade ideológica
Ação Penal 466 – crimes de responsabilidade
Ação Penal 479 – crime de responsabilidade


SÃO PAULO (20)

 
Deputados


Abelardo Camarinha (PSB-SP)

Ação Penal 417 – direito administrativo e direito público/meio ambiente
Ação Penal 441 – crime de responsabilidade (durante gestão em prefeitura)/crime da Lei de Licitações
Ação Penal 478 – crime contra a honra/crime de imprensa
Ação Penal 482 – injúria/crimes eleitorais
Inquérito 2503 - crime contra a honra/crimes de Imprensa
Inquérito 2624 – incêndio/quadrilha ou bando
Inquérito 2638 – crimes contra a ordem tributária. Corre em segredo de Justiça (REVER )
Inquérito 2672 – injúria/difamação
Inquérito 2694 – crime da Lei de Licitações
Inquérito2702 – crimes eleitorais. Corre em segredo de Justiça
Inquérito 2745 – crimes de responsabilidade durante gestão em prefeitura

Aline Corrêa (PP-SP)
Inquérito 2786 - formação de quadrilha ou bando, lavagem ou ocultação de bens, valores ou direitos e falsificação de documento público

Antonio Palocci (PT-SP)
Inquérito 2767 – formação de quadrilha ou bando, falsificação de documento público e peculato
Inquérito 2443 – refere-se a denúncia de formação de possível caixa 2 eleitoral com dinheiro proveniente de contrato de coleta de lixo de Ribeirão Preto

Beto Mansur (PP-SP)
Inquérito 2496 – crime contra a liberdade pessoal. Redução de pessoa a condição análoga à de escravo.
Inquérito2519 – crimes praticados pro funcionários públicos contra a administração em geral.
Inquérito 2616 – crimes de responsabilidade, prefeito.
Inquérito2688 – crimes de responsabilidade, crimes contra a Lei de Licitações

Bispo Gê Tenuta (DEM-SP)
Inquérito 2639 - improbidade administrativa

Celso Russomanno (PP-SP)
Ação Penal 427 - por crime contra o patrimônio/dano – redistribuído em 15/09/2009
Inquérito 1645 - crimes eleitorais – reautuado como ação penal em 13/10/2008
Ação Penal 504 - peculato/crime contra a administração pública.

Emanuel Fernandes (PSDB-SP)
Inquérito 2588 - crime de responsabilidade, durante gestão como prefeito

Fernando Chiarelli (PDT-SP)
Inquérito 2812 - difamação e injúria –
Inquérito 2814 - crimes contra a honra. A denúncia deste procedimento foi aceita no dia 28 de maio, portanto o Inquérito será convertido em Ação Penal e o parlamentar passará de indiciado a réu.
Inquérito 2832 – crimes contra a honra
Ação Penal 514 – crimes contra a honra
Ação Penal 519 – crime contra a hora

Jilmar Tatto (PT-SP)
Inquérito 2716 - crime contra a Lei de Licitações

João Paulo Cunha (PT-SP)
Ação Penal 470 (mensalão) - formação de quadrilha, crimes cometidos por funcionários públicos contra a administração em geral, lavagem ou ocultação de bens ou valores.
Inquérito 2245 – crime de lavagem ou ocultação de bens 

Jorginho Maluly (DEM-SP)
Inquérito 2761- peculato e crime da lei de licitações. Este corre em segredo de Justiça.

José Genoino (PT-SP)
Ação Penal 470 (mensalão) - formação de quadrilha ou bando
Ação Penal 420 - crime de falsidade ideológica

José Mentor (PT-SP)
Inquérito 2329 - corrupção passiva

Márcio França (PSB-SP)
Inquérito 2516 - crimes de responsabilidade, desobediência; referente ao período de gestão enquanto prefeito
Inquérito 2708 - apropriação indébita previdenciária
 
Michel Temer (PMDB-SP)
Inquérito 2747 - crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético

Paulinho da Força (PDT-SP)
Ação Penal 421 - estelionato e concussão
Inquérito 2725 - crime de competência por prerrogativa de função. Este corre segredo de Justiça
Inquérito 2778 - crimes da Lei de Licitações
Inquérito 2839 – crimes da Lei de Licitações

Paulo Maluf (PP-SP)
Ação Penal 458 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito
Ação Penal 461 – formação de quadrilha ou bando, crime contra o sistema financeiro nacional, crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e competência. Corre em segredo de Justiça
Ação Penal 477 – crimes contra o sistema financeiro nacional/competência. Corre em segredo de Justiça
Ação Penal 483 – crime contra o sistema financeiro nacional/competência. Corre em segredo de Justiça
Inquérito 2471 – crime contra o sistema financeiro nacional/competência. Corre em segredo de Justiça
Inquérito 2791 – crimes contra a ordem tributária

Renato Amary (PSDB-SP)
Inquérito 2723 - crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral

Vadão Gomes (PP-SP)
Ação Penal 364 - emprego irregular de verbas ou rendas públicas. O processo corre em segredo de Just

Na 1 Conferência da Comunicação em Matriz, faltou comunicação

Apenas a Folha do Norte, a Matriz FM e a Camaragibe FM, compareceram
 
Após ter sido recusada sua realização em Porto Calvo, a 1 Conferência Municipal de Comunicação foi realizada na Câmara de Vereadores de Matriz de Camaragibe, na sexta-feira, 16, com a participação do vereador Adelino Evangelista que representou o Poder Legislativo de Matriz para a realização do evento, que teve como objetivo aproximar os meios de comunicação da região Norte de Alagoas, promovendo cidadania e valorizar as manifestações culturais da região Norte, organizada pela Secretaria de Comunicação – Secom, e por José João, 49, que lamentou o posicionamento dos políticos do município de Porto Calvo que não aceitaram a realização da conferência na cidade de Calabar.
A iniciativa é louvável, mas faltou comunicação para a realização da conferência. Os organizadores esqueceram de comunicar a direção do único jornal da região Norte de Alagoas, a Folha do Norte sobre o evento, mas como a equipe do jornal está na região pode acompanhar de perto a conferência. O evento contou apenas, com as presenças das rádios Matriz FM e a Camaragibe FM, ninguém mais compareceu ao evento.
Dos presentes a grita foi geral, atestando que o grande culpado dessa situação toda é a própria Secom que prioriza apenas os grandes meios de comunicação, em detrimento dos pequenos meios. Toda a verba da estrutura da Secretaria de Comunicação é destinada aos grandes empreendimentos jornalísticos que trabalham o macro, e estão nas mãos de políticos, esquecendo dos pequenos meios que trabalham os municípios, mas a Secom não enxerga essa situação.
Na conferência foram escolhidos os dois representantes da sociedade civil e um do poder público para a conferência de Maceió nos dias 13, 14 e 15 de novembro, para discutirem o tema, avaliarem as sugestões e levá-las para a Conferência em São Paulo.
 

Visão do Norte -Cadaminuto.com.br

 

A realização da Conferência tem encontrado entraves em todo território brasileiro, tanto é que precisa uma quota histórica de estratégias políticas para que a coisa aconteça. E agora só esperamos pela mobilização de todos os governos, inclusive o de Alagoas para que o direito de construção de novos paradigmas para a comunicação não seja censurado. Vejam o que acontece em São Paulo...

Afrobraços sem censura,

da Arísia Barros

 

com.brE

Carta aberta da Comissão Paulista Pró-Conferência à Comissão Organizadora Nacional da I Confecom

Por Redação CNPC , CPC São Paulo

Por meio de carta aberta à Comissão Organizadora Nacional da Confecom, a Comissão Paulista Pró-Conferência de Comunicação protesta contra os sucessivos adiamentos de reuniões decisivas para a realização da I Confecom e solicita o adiamento no prazo para realização das etapas estaduais também por duas semanas, como ocorreu com a etapa nacional.

Abaixo, a carta na íntegra.

Carta aberta à Comissão Organizadora da Conferência Nacional de Comunicação

Nós, movimentos sociais e organizações da sociedade civil integrantes da Comissão Paulista pró Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), protestamos contra mais um adiamento de decisões fundamentais da CON – Comissão Organizadora Nacional, em prejuízo do processo nos Estados. Particularmente nos dirigimos ao Governo Federal, por meio do Ministério da Comunicação, da Secretaria de Comunicação e da Secretaria Geral da Presidência, para que tomem ciência das dificuldades que os Estados estão enfrentando no processo, especialmente aqueles onde o Poder Executivo se negou a convocar a etapa estadual da Confecom.

Os 40 milhões de cidadãs e cidadãos do Estado de São Paulo já foram castigados com a perda de um terço dos delegados à etapa nacional em relação aos demais estados e enfrentamos problemas objetivos para a organização das etapas da Conferência em nosso estado. Tanto o governador José Serra quanto o Prefeito Gilberto Kassab, que possuem relações harmoniosas com a mídia local e nacional, não convocaram as respectivas etapas da Conferência. Os governantes paulistas preferiram boicotar a discussão da comunicação para esses milhões de pessoas, dificultar ao máximo a participação do maior estado do país, a se indispor com seus parceiros na mídia. A demanda da sociedade civil foi remetida para a Assembléia Legislativa, que convocou a conferência estadual, mas alega não ter recurso algum para financiar essa participação.

No plano nacional, a organização desta 1ª Conferência Nacional de Comunicação vem registrando uma seqüência de incertezas e mudanças intempestivas, além de fatos inusitados se comparada à organização das diversas conferências realizadas por outros setores, que preocupam todas e todos os envolvidos com a democratização da comunicação e em particular com este processo nos estados.

Aguardamos por meses o Regimento Interno, que só foi publicado no dia 1º de setembro, e a partir de um acordo que estabeleceu critérios pouco justos para a proporção dos delegados à etapa nacional entre os três setores participantes da Confecom, além do estabelecimento de quórum para deliberação de “temas sensíveis”.

Os sucessivos adiamentos de datas, incluindo as das reuniões em que deveriam ser definidos critérios e normas necessárias à organização das etapas preparatórias e eletivas da Conferência Nacional, prejudicam sobremaneira a mobilização da sociedade civil, engessando ações necessárias. O Governo Federal anunciou recentemente o adiamento da Confecom por duas semanas, deixando-nos sem saber, por exemplo, se haverá novos prazos para Estados e Municípios realizarem suas respectivas etapas. Agora, por duas vezes, a reunião da CON é adiada unilateralmente, deixando os Estados sem deliberações importantes e que devem garantir a uniformidade dos procedimentos com vistas à etapa nacional.

Por tudo isso, a Comissão Paulista Pró-Conferência apela pela célere continuidade no processo de construção de tão importante e oportuna discussão para o avanço democrático da República brasileira. E, vem, por meio desta, solicitar a essa Comissão Organizadora Nacional que adie o prazo para realização das etapas estaduais também por duas semanas. Esperamos contar com a atenção dessa comissão e com a solidariedade e cooperação de todos os seus componentes, para garantirmos a realização da etapa paulista da Conferência Nacional de Comunicação.

Comissão Paulista Pró-Conferência de Comunicação
ABRAÇO-SP, Ação da Cidadania SP, Ação Educativa, Acesp, AFUBESP, Agência Pressenza, Andep, APEOESP, APIJOR – Ass. Bras. Da Propriedade Intelectual dos Jornalistas Profissionais, Articulação Mulher & Mídia, Artigo 19, Associação Cantareira, Associação da Parada Orgulho GLBT, Campanha pela Ética na TV, Cavalo Marinho, CEERT, Centro Academêmico Benevides Paixão - Comunicação Social – PUC-SP, Centro Camará de Pesquisa e Apoio à Infância e Adolescência, Centro Informação Mulher, Ciranda Internacional Informação Independente, Ciranda Afro, Coletivo Cidadania Ativa, Coletivo de Esquerda, Coletivo Demover, Coletivo Digital, CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras, Consulta Popular – SP, CRESS, CRP-SP - Conselho Regional de Psicologia de S. Paulo, CUT-SP, Educafro, ENECOS – Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação Social, Escritório Modelo Dom Paulo Evaristo Arns PUC-SP, Fitert – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Emissoras de Rádio e Televisão, Fórum Centro Vivo, Fórum de Mídia Livre, Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, FRENAVATEC, Geledés – Instituto da Mulher Negra, GENS – Educação e Cultura, GPOPAI-USP, Grupo Baixada Santista Pró-Conferência, IBCCRIN, Instituto Alana, Instituto de Cultura Árabe, Instituto Patrícia Galvão, IPJ – Instituto Paulista de Juventude, Instituto Paulo Freire, Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, Juventude do PT, LBL – Liga Brasileira de Lésbicas, Mandato da deputada Luiza Erundina, Marcha Mundial das Mulheres, Marcha Mundial pela Paz e pela Não-Violência, Memória Magnética, Movimento Anistia, Movimento dos Sem Mídia, Movimento Humanista, Movimento Moradia Flagelados Enchentes de Guaianazes, Movimento Música pra Baixar, Movimento Nacional da População de Rua - Comissão SP, Movimento Palestina para tod@s, Movimento Sindicato É pra Lutar!, Newswire Comunicação, Núcleo de Cinema e Vídeo COM-Olhar, Oboré - Projetos Especiais em Comunicações e Artes, Observatório da Mulher, Portal Vermelho, Projeto Cala Boca já Morreu, Projeto Catraca Pede Passagem, Projeto O que Pode Ser Diferente, Rede Andi Brasil – Secretaria Executiva, Rede Grumim de Mulheres Indígenas, Rede Mulher de Educação, Revista Debate Socialista, Revista Fórum, Revista Viração, Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Sindicato dos Psicólogos, Sindicato dos Radialistas, Sociedade de Desenvolvimento Cultura Ecológica e Social de S.Paulo, Sociedade de Desenvolvimento Cultura Ecológica e Social de São Paulo, SOMA Comunicação, Sumaré - int. Sindicato dos Radialistas no Estado de São Paulo, Tribunal Popular, TV Cidade, TV Comunicação de Bauru, UBM-SP - União Brasileira de Mulheres, UMSP – União de Mulheres de São Paulo, UNEAFRO, União Brasil, UMM - União dos Movimentos de Moradia de São Paulo e Interior , União Estadual dos Estudantes – SP

Companheiros,
esse Demetrio Magnoli esteve aqui em POA, participando do Fórum da Liberdade e fez um discurso repugnate, que nos deu náuseas, precisei retirar-me do recinto para recuperar-me da tristeza e dor que senti ao vê-lo sendo aplaudido pela platéia, constituida por estudantes da PUC, que nos vaivam, esses que preencheram o esvaziamento do evento. Pois não é que o homem tem obsessão pelo tema anti tudo que se refere  à questão da inclusão social do povo negro com dignidade, utilizando-se de qualquer argumento para destruir-nos. A vítima mais recente dele é o Kabengele Munanga, nosso negro Doutor, Antropólogo,  professor-titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, onde entrou  por concurso, coisa que esse Demétrio não conseguiu, perdendo a vaga para Munanga e isso o dito não engole.   
NOTÍCIA
15/10/2009 - 09:51:15
Relato sobre cerceamento da palavra em lançamento anticotas

*Maria das Graças dos Santos* *



Estive hoje(13/10) no lançamento do livro "Uma gota de sangue" do Demetrio
Magnoli, na Livraria Cultura, em Brasília, um local totalmente elitizado da
cidade, de dificil acesso para a maioria de nós. Fiz o convite, mas poucos
de nós apareceram. O auditório estava lotado, mais ou menos cem pessoas. E,
lógico, uns 90% brancas brasileiras. Quando cheguei com uma amiga, o
Demetrio já estava fazendo sua exposição. Fiquei surpresa com a mesa:

-Demetrio Magnoli - geografo, etc, etc, etc.;
-Roberta Kaufman - procuradora do DF;
-George Zarour – antropólogo;
-Paulo Kramer - professor da UnB, com vários processos sobre prática de
racismo contra alunos  da Universidade;
-Demóstenes - senador DEM/GO;
- Gabeira - deputado PV/RJ

O evento estava sendo filmado pela TV Câmara e transmitido pelo radio Band
News FM.
Demetrio  fez o mesmo discurso - da tentativa de racialização do Brasil,
etc, etc. A procuradora Roberta  veio atrás, repetindo o mesmo discurso, e
procurando dar uma aula para a platéia, concluindo em tom de euforia  que
não tinha havido institucionalização do racismo no Brasil. O antropólogo
George Zarour  veio elogiando o Demetrio, com quem teve contato através do
livro "Corpo da Pátria", indo para o grande geógrafo Milton Santos, que não
concordava com cotas, conforme ele dizia, e o Darcy Ribeiro t ambém não
concordava, etc., etc. Paulo Kramer, que foi identificado como cientista
político, é o tal professor da UnB,que tem vários processos de racismo.
Afirmou que os racialistas, nós né, tinham todo o espaço na mídia, e que
éramos bancados por muito dinheiro. E outras mentiras. Gabeira, que ficou o
tempo todo encolhido, com as mãos juntas sobre o rosto, falou de sua
juventude, e de  que quando tinha 21 anos, para ele a questão de raça era
uma ficção. Depois entrou na guerrilha e só veio ter contato com o tema na
Europa. Foi contra a posição do Demetrio, que coloca no seu livro que o
multiculturalismo divide; ele não acredita nisto, muito pelo contrário. Mas
defende a mestiçagem e afirma que até a Luzia era mestiça. E que sempre
apoiou o MN, e que assinou o requerimento para levar o Estatuto para
discussão no plenário. Foi tipo vazelina, ficou no muro. Demóstenes afirmou
que o livro dava prazer de ler. E vai no mesmo caminho do Demetrio, fala do
caso jurídico do Supremo sobre se judeu é raça, do texto do Demetrio no
Estadão, chegando ao ABSURDO de afirmar que as pesquisas sobre o bom
resultado dos cotistas eram manipuladas. A toda fala, a platéia ia ao
delírio, batendo palmas.
Até que chegou ao clímax total:
O Demetrio informa que as perguntas enviadas não poderiam ser totalmente
respondidas, por falta de tempo - já que havia pressão da livraria - e
começou a escolher as perguntas (como era esperado). Neste ponto uma pessoa
(negro) pediu para falar e ele, ríspido como sempre, disse que não, e
começou a passar as perguntas (que  ele não tinha gostado, conforme dizia de
forma irônica). A pessoa, de nome Joel, insistiu, e ele disse não. Neste
momento vários de nós começamos a gritar, DEBATE, DEBATE, DEBATE. E ele
começou a ficar nervoso e fazer com que a platéia a seu favor gritasse
contra também. Neste momento se juntou ao Joel outro militante que tinha
levado uma faixa com a fra se DEBATE DA KU  KLUX  KLAN BRASILEIRA. Eles
foram ficando nervosos, e o Kramer gritou:  Vamos todos dar uma vaia - e a
platéia dava. E pediu de novo, e a platéia novamente vaiava.
E foi juntando pessoas que davam apoio ao Joel, que insistiam para que se
desse voz ao outro lado. Neste momento o Demetrio SURTOU. Afirmando que iria
explicar o que estava acontecendo - que eles tinham identificado na internet
um grupo do Yahoo, que tinha apenas 59 membros, coordenado por um alto
funcionário do Estado brasileiro, Humberto Adami, que coordenava INVASORES
para invadir os lançamentos de livros,
e que no Rio  de Janeiro tinha sido formada uma milícia fascista. Pedia que
fotografassem a todos nós. SURTOU totalmente. Ficava gritando mentiras como
se fossem verdades, chamava os seguranças para nos retirar, foi uma
confusão. Só que isto trouxe várias pessoas, muitos jovens brancos, para o
nosso lado, apoiando.
E aí ele foi retirado para a mesa de autógr afos, com uma fila enorme, já
que livraria já ia fechar. Ficamos até o final, conversando com várias
pessoas que nos procuraram.
Então mais uma vez ele mostrou que está numa CRUZADA COVARDE de combate aos
direitos do povo negro, falando mentiras, mentiras, mentiras, esperando até
o momento que elas se tornem verdades. Ele realmente está fazendo o trabalho
direitinho. Também está sendo bem pago, mas trabalha com prazer. Das pessoas
que estavam lá só eu (Que a toda fala dele eu repetia VOCÊ MENTE, VOCÊ ESTÁ
MENTINDO) participo do grupo discriminação racial. Ele e seu pessoal estão
realmente nos monitorando. Já sabíamos disto. Eu acho que o Adami deveria
processá-lo por calúnias irresponsáveis.
*Ativista do Movimento Negro/DF**
 
Para apimentar esta conversa, encontrei na internet a resposta que Kabengele deu a esse Demétrio a uma das tantas loucuras que anda falando pelo Brasil a fora.

Uma resposta (bem-educada) ao Demétrio Magnoli

Interrompo o silêncio sepulcral que acomete este blog para reproduzir aqui um trecho da resposta do prof. Kabenguele Munanga a Demétrio Magnoli.

Tive aulas de Antropologia Física com um dos melhores biólogos e geneticistas franceses, Jean Hiernaux. Uma das primeiras coisas que ele me ensinou era que a raça não existe biologicamente. Através de suas aulas, li François Jacob, Nobel de Fisiologia (1965) e um dos primeiros franceses a decretar que a raça pura não existe biologicamente; e J.Ruffie, Albert Jacquard e tantos outros geneticistas antirracistas dessa época. Portanto, sei muito bem, e bem antes de Demétrio que o racismo não pode ter mais sustentação científica com base na noção das raças superiores e inferiores, que não existem biologicamente. Sei muito bem que o conteúdo da raça enquanto construção é social e político. Ou seja, a realidade da raça é social e política porque tivemos na história da humanidade povos e milhões de seres humanos que foram mortos e dominados com justificativa nas pretensas diferenças biológicas. Temos em nosso cotidiano, pessoas discriminadas em diversos setores da vida nacional porque apresentam cor da pele diferente. Nosso sistema educativo é eurocêntrico e nossos livros didáticos são repletos de preconceitos por causa das diferenças. Não sou um novato que ingressou ontem na universidade brasileira. No Brasil, fui introduzido ao pensamento racial nacional por grandes mestres, como João Baptista Borges Pereira, que foi meu orientador no doutoramento, Florestan Fernandes, Octavio Ianni, Oracy Nogueira, entre outros. Não sei onde estava Demétrio nessa época e em que ano ele descobriu que a raça não existe. Acho um exagero querer me dar lição de moral sobre coisas que eu conheço muito antes dele.


80 mil novas vagas em cursos de licenciatura

O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira, 15, a abertura de 80 mil vagas em cursos de licenciatura para professores que trabalham nas redes públicas estaduais e municipais. Os docentes têm prazo até 30 de novembro para escolher o curso, a universidade e fazer a pré-inscrição. Todo o processo deve ser feito pela internet, dentro da Plataforma Freire.

Os docentes vão fazer a formação em instituições públicas federais ou estaduais de educação superior.  Todos os cursos serão gratuitos. O pagamento das universidades será feito com recursos do orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que é uma autarquia do Ministério da Educação.

O ministro  explicou que o Plano Nacional de Formação de Professores é uma ação desenvolvida numa parceria entre o MEC, as secretarias estaduais e municipais de educação e uma rede de universidades públicas. Hoje, 20 estados (AL, AM, AP, BA, CE, GO, MA, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RR, SC, SE, TO) aderiram ao plano, e secretarias de educação de mais quatro anunciaram ao ministério que pretendem aderir: Rondônia, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Noventa universidades estão preparadas para atender os docentes.

A qualificação do magistério, que se concretiza com o Plano Nacional de Formação criado em maio deste ano, e o piso nacional de salário, aprovado pelo Congresso, são ações, segundo Haddad, que valorizam a carreira do professor e permitem avançar na busca da qualidade da educação básica.

Na universidade – Até dezembro deste ano, 49,8 mil professores já estarão na universidade. De acordo com o ministro da Educação, das 58 mil vagas oferecidas na primeira etapa do Plano Nacional de Formação de Professores, no mês de julho, aproximadamente 50 mil foram ocupadas. Agora o ministério abre mais 80 mil vagas em licenciaturas e dá prazo de 45 dias para os professores se inscreverem. “Se mantivermos esse passo, em quatro semestres teremos oferecido alguma coisa em torno de 330 mil vagas, que é a demanda potencial do programa de formação”, explicou.

Haddad prevê que até o primeiro semestre de 2011, todos os professores sem licenciatura ou com licenciatura diferente da área em que atuam terão acesso à universidade. O investimento na formação é estimado em R$ 1,9 bilhão, de 2009 a 2011.

 

Como utilizar a Plataforma Freire

A Plataforma Freire, criada pelo Ministério da Educação, é a porta de entrada dos professores da educação básica pública, no exercício do magistério, para as instituições públicas de ensino superior.

É na Plataforma Freire que os professores vão escolher as licenciaturas que desejam cursar, fazer inscrição, cadastrar e atualizar seus currículos. É também o local para a pré-inscrição para cursos de formação continuada.

Construída para ser uma ferramenta de fácil acesso do professor, a Plataforma Freire também é informativa. Os docentes vão encontrar uma série de dados, entre eles as tabelas com a previsão de oferta de cursos, as instituições, as modalidades de formação oferecidas no primeiro semestre de 2010.

Para aproveitar todas as informações disponíveis na Plataforma Freire, o professor precisa fazer um cadastro. Depois de entrar, deve clicar em primeiro acesso, fornecer dados, como o CPF e nome completo, cadastrar uma senha (com quatro letras e dois números) e informar o e-mail (se não o tiver, a plataforma tem um campo para criá-lo).

Feito isso, o professor retorna à tela principal e clica em já sou cadastrado, informa CPF e senha e clica em autenticar, então aparece a tela principal da plataforma. Entre a série de ícones informativos, ele vai encontrar o currículo do professor.

Como cadastrar o currículo – Quando clicar em currículo do professor vai aparecer o nome do docente (que fez aquele cadastro inicial). Nesse espaço, ele pode inserir uma foto. No campo seguinte, vai descrever, em poucas linhas, um resumo do currículo (formação, experiências). Salva as informações e passa para o campo seguinte, onde vai detalhar sua formação acadêmica e complementar; no próximo espaço, vai informar sobre a atuação profissional (escolas em que trabalhou e trabalha, as disciplinas, as etapas de ensino); no outro espaço, vai descrever projetos que tenha desenvolvido na escola; nos próximos campos são pedidas informações sobre produção de textos, publicações culturais ou técnicas, participação em congressos e seminários, prêmios e títulos, domínio de idiomas, participação em bancas examinadoras e de orientação.

Escolha de cursos – Depois de cadastrado, o professor deve consultar o ícone previsão de oferta de cursos. Ali, ele encontrará tabelas com a projeção por estado. Depois de verificar os cursos disponíveis – para o primeiro semestre de 2010, são 62 mil vagas de graduação e 721 mil de formação continuada –, o professor pode fazer a pré-inscrição. Primeiro, seleciona o estado e a área do conhecimento. Feito isso, a plataforma informa a relação de cursos disponíveis (presenciais e a distância).

Passos seguintes – A plataforma manda para a secretaria estadual ou municipal de educação todas as pré-inscrições de professores. É a secretaria que vai validar a inscrição, autorizar a participação do professor e enviar o nome dele para a universidade que dará o curso.

Professor acompanha a pré-inscrição – Com a senha e o CPF cadastrados, o professor acompanha o andamento da sua pré-inscrição diretamente na plataforma.

Informativo eletrônico da Secretaria de Educação Básica
Ministério da Educação - Brasília-DF
E-mail: imprensa.seb@mec.gov.br
Tel.: (55 61) 2022 8321

Computador portátil

O Ministério da Educação ampliou para todo o Brasil o programa Computador Portátil para Professores. Lançado  em agosto,  o programa atendia a 64 municípios com 62 mil docentes, em sua fase piloto. Agora, passa a atender cerca de 3,4 milhões de professores da rede pública e privada, em todos os níveis de ensino no país.

São oferecidos três modelos de computador portátil e os preços variam entre R

<$BlogPosts_Titulo$>

<$BlogPosts_Data$>

<$BlogPosts_Texto$>

.199 e R

<$BlogPosts_Titulo$>

<$BlogPosts_Data$>

<$BlogPosts_Texto$>

.399. O valor pode ser financiado em 24 ou 36 parcelas. Para participar, é preciso acessar a página do projeto ou o portal dos Correios para escolher o equipamento que mais se adequar à sua necessidade. Leia mais no portal do Ministério da Educação.

notícias

Mídia comanda campanha contra cotas
Por: Redação: Milena Almeida, do Jornal Raízes D'África para a Afropress - Fonte: Afropress - 17/10/2009

Rio - Pesquisas feitas entre os anos de 2001 e 2009 apontam que o Jornal O Globo – da família Roberto Marinho e que tem como diretor da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, um dos líderes da campanha contra cotas – foi o jornal que mais publicou textos sobre as ações afirmativas – 46% deles contra e apenas 24% a favor. O mesmo Estudo aponta que a Revista Veja teve 100% de matérias contrárias às Ações Afirmativas.

O resultado do levantamento foi apresentado por João Feres, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), no Seminário “Comunicação e Ação Afirmativa: o papel da mídia no debate sobre igualdade racial”, promovido esta semana (14 e 15/10) pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial, Comdedine, Cepir e Seppir, na Associação Brasileira de Imprensa. “A Veja escolheu um lado, o lado contra as cotas”, disse o pesquisador do IUPERJ.

A Veja e o apartheid

A Revista Veja é sócia do conglomerado de mídia que apoiou o regime racista do apartheid na África do Sul - o Grupo Naspers que, em novembro do ano passado passou a ser proprietário de 30% das ações do Grupo Abril, que edita a Revista. O negócio, estimado em US$ 422 milhões, foi o maior investimento feito pelo Grupo apoiador do apartheid no exterior. Apesar da família Civita, proprietária da Abril, permanecer no controle do Grupo Abril e da Veja, o Naspers passou a ter assento no Conselho de Administração.

O Grupo Naspers, fundado em 1.915, é uma multinacional que atua nos segmentos da mídia eletrônica e impressa. Com faturamento de US$ 2,2 bilhões, publica mais de 30 revistas e cerca de 25 jornais, dos quais o maior é o "Dayly Sun", na África do Sul. Atua em 50 países e tem negócios de Internet, TV paga e editora de livros. Foi uma das principais bases de sustentação do apartheid – regime racista sul africano – enquanto este vigorou no país.

Seminário

O Seminário teve mesas de debate com Muniz Sodré, Ancelmo Gois e Mírian Leitão do O Globo, o antropólogo e jornalista Kássio Motta, a diretora de redação da revista Cláudia Márcia Neder, Carlos Medeiros, da CEPIR, Rosângela Malachias do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) e o próprio Feres do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ).

Mírian Leitão (foto) explicou que “o problema é quando a opinião sai do editorial ou artigo e vai para as matérias”, isto é, estas deixam de ser imparciais, o que acontece em vários veículos da grande imprensa.

Entre as principais justificativas apresentadas pelas posições contrárias estão afirmações como a que as ações afirmativas não levam em conta o mérito, acirram o conflito racial e que não tem como dizer quem é negro no país. “Os brasileiros acreditam que discutir o racismo provoca racismo”, disse Carlos Medeiros da CEPIR. Mírian Leitão completou, “o que mais incomoda é escutar que o Brasil não é racista, pois isto impede o diálogo”.

Medeiros disse ainda que a ação afirmativa não deve se resumir a cotas e que este diálogo deve avançar. “As ações afirmativas não vão acabar com o racismo, mas vão promover igualdade de oportunidades”. Muniz Sodré acredita que por meio da aproximação o preconceito se torna menor. “É importante que o negro esteja em lugares onde barreiras históricas foram construídas, como é o caso das universidades”.

Identidade negra na mídia

Ao ser questionada sobre o fato da mulher negra ainda não se identificar e se enxergar nas páginas de uma revista como a Cláudia, Márcia Nader rebateu afirmando que quem diz isto não lê a revista.

“A mulher negra se vê sim na Cláudia, a Taís Araújo, por exemplo, já foi capa duas vezes”. Márcia defendeu a atitude “libertária” da revista, mas não soube dizer qual a média de matérias voltadas para este público, quantas capas de Cláudia já tiveram negras e nem o número de profissionais negros na redação. A jornalista reconheceu que a freqüência de negras retratadas na revista ainda é pouca, mas justificou dizendo que “a mídia é um reflexo da sociedade”.

Em contrapartida, Muniz Sodré foi um dos participantes que discordaram da afirmação e disse que a mídia cria o seu próprio público, construindo a realidade, não retratando-a. “E há uma imensa saudade da escravidão por parte da mídia brasileira”, acrescentou. Além disso, para reforçar a questão da identidade visual, o sociólogo disse que a relação de classe social, como muitos acreditam, não esgota a questão étnica.

“O pobre branco já se encontra em vantagem, pois a cor se tornou objeto patrimonial”, concluiu.

BANDO DE TEATRO OLODUM

21:16 @ 30/10/2009

CARA E CULTURA NEGRA TRAZ BANDO DE TEATRO OLUDUN COM O ESPETÁCULO ÁFRICAS, PELA 1ª VEZ EM BRASÍLIA, DE GRAÇA


O teatro engajado do  abre as apresentações artísticas do Festival Cara e Cultura Negra 2009, no dia 04 de novembro, na Sala Villa Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro. O Festival, mais uma vez é realizado pela Prefeitura do Setor de Diversões Sul, com produção Griô e S&A Produções.

 "Áfricas", espetáculo infanto-juvenil, traz à cena o continente africano, através da sua história, povo, mitos e religiosidade.  A peça aborda o universo mítico africano em uma tentativa de suprir a escassez de referênciais africanos no imaginário infantil, povoado de fábulas e personagens eurocêntricos. 

 
Assim, desfilam no palco personagens que revelam o modo de ser do povo africano, as formas de se relacionar com a natureza e com o sagrado e os traços que unem o Brasil, em especial a Bahia, ao continente negro. 

"Queremos proporcionar um encantamento com a África, sua história e cultura e despertar a curiosidade de todos em conhecer mais sobre este imenso continente tão importante para o Brasil", afirma a diretora Chica Carelli, fundadora do Bando de Teatro Olodum. Chica não está sozinha. "Áfricas" possui um time de profissionais carimbados, como o coreógrafo Zebrinha, o diretor musical Jarbas Bittencourt, que criou músicas especiais para o espetáculo, os iluminadores Rivaldo Rio e Fábio Espírito Santo e Zuarte Júnior, responsável pelo figurino e adereços, com muitas cores e elementos do cotidiano africano. O elenco participa de todo o processo de criação, desde a dramaturgia. Os atores e atrizes participaram de uma oficina de adereços ministrada por Zuarte Júnior e Júlio Maya e uma oficina de Xequerê, instrumento tradicional africano, ministrada por Daniel Souza. 

     Para assistir ao espetáculo, basta retirar, gratuitamente, os ingressos na bilheteria do Teatro Nacional Claudio Santoro no dia 03 de novembro das 12h às 20h e, no dia 04, das 12h às 17h. Ingressos limitados!

 

Mais informações:

 Jaqueline Fernandes

caraeculturanegra@gmail.com

grioproducoes@gmail.com

 61- 8571 4531

61-7814 2907

ID Nextel: 103728*2

 -- 

Griô Produções
valores que agregam produção
http://www.grio.art.br/





--
Griô Produções
valores que agregam produção
http://www.grio.art.br/