Grupos

Em 15 e 16 de março de 2010, reuniram-se em Brasília, representantes dos Fóruns para falar sobre os avanços de sua jornada desde 2008 quando houve a primeira reunião. Na ocasião, também, aconteceu uma reunião da CADARA e ainda a articulação entre fóruns e CADARA para atuarem na CONAE 2010.

Zezé Motta em Alagoas

08:11 @ 17/03/2010


Zezé Motta prestigia Encontro Etnicidades Brasil, em Alagoas

por Arísia Barros

 

A militante negra, atriz, cantora e Superintendente de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Estado do Rio de Janeiro, Maria José Motta de Oliveira, conhecida como Zezé Motta participa em Alagoas do IV Encontro Etnicidades Brasil: “Todos os Perfis. Todas as Áfricas e todos os Brasis na Palestra de Zezé Motta”, que ocorrerá nos dias 19 e 20 de março.

O IV Encontro Etnicidades Brasil, uma realização do Projeto Raízes de Áfricas, traz como patrocinadores as Secretarias Estaduais de Comunicação e Educação, a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, Faculdade Maurício de Nassau, Polícia Civil e Instituto Magna Mater e tem como objetivo promover uma intervenção substantiva no silêncio social estrutural que estimule o canto coletivo da igualdade compromissada com o entendimento dos valores sócio-étnicos, identificando lembrando, discutindo, refletindo e associando ao 21 de março- o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial,novas possibilidades de discussão e apreensão entre os pares e os ímpares sujeitos sociais,da afro-alagoanidade, que revise o passado na intenção de compreender o presente.

O IV Encontro Etnicidades Brasil: “Todos os Perfis. Todas as Áfricas e todos os Brasis na Palestra de Zezé Motta”,consta de uma extensa programação, entre palestras,entrega de comenda, almoço empresarial e o Show Divina Saudade , em homenagem a cantora Elizeth Cardoso.

 

Sobre Zezé Motta.

A artista é uma das fundadoras e Presidente de Honra do “CIDAN” Centro Brasileiro de Informações e Documentação do Artista Negro, que existe desde 1984. Zezé é também pela segunda vez Diretora Social da SOCINPRO (Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais), Superintendente da Secretaria Estadual de Igualdade Racial do Estado do Rio de Janeiro, atuante em programas comunitários e mestre de cerimônias. Atenta ao que acontece no país e no mundo exerce atividades extras, estimulando a formação de novos talentos e defendendo a classe artística.

Zezé Motta buscou sempre e continua buscando ampliar o espaço dos negros.
Nascida em Campos, cidade do norte fluminense, logo aos dois anos de idade veio para o Rio de Janeiro, onde passou a estudar em um colégio interno. Um dia, levada pelas mãos de Maria Clara Machado, foi como bolsista, fazer um curso de teatro no Tablado, e começou a se interessar pela arte de representar. Em 1967 já estava profissionalizada.

Como atriz, ZEZÉ MOTTA tem carreira fulgurante. Sua estréia no teatro se deu em 1967, com “Roda Viva”, sob direção de José Celso Martinez Corrêa e, desde então, participou do elenco de importantes peças como: “Fígaro, Fígaro”, “Arena conta Zumbi”, “A Vida Escrachada de Joana Martine e Baby Stompanato”, em 1969; “Orfeu Negro”, em 1972, e “Gospel”, em 1974, entre outras. (do site oficial da atriz).

 

 

O Quê? IV Encontro Etnicidades Brasil: “Todos os Perfis. Todas as Áfricas e todos os Brasis na Palestra de Zezé Motta”.

Quando:19 e 20 de março

Inscrições limitadas:solicitar pelo e-mail negrasnoticias@yahoo.com.br

Informações: (82)8815-5794/8855-1930

 

 

População negra na ciência e tecnologia é tema de simpósio

Estão abertas até 26 de março as inscrições para o I Simpósio A População Negra na Ciência e Tecnologia, que será realizado de 6 a 8 de abril no campus Pirassununga da Universidade de São Paulo (USP). Serão selecionados doze trabalhos de graduação, mestrado e doutorado das áreas de Ciências da Terra, Exatas, Humanas e Biológicas.

Por meio da divulgação de pesquisas científicas voltadas para a promoção do desenvolvimento e da equidade social, o objetivo do Simpósio é incentivar a reflexão sobre a participação da população negra no universo acadêmico e apontar ações para o futuro da população negra no cenário cientifico e tecnológico brasileiro.

Além da apresentação de trabalhos científicos, serão realizadas mesas redondas e palestras, com participação gratuita e aberta aos interessados. As inscrições devem ser feitas pela Internet, pelo endereço eletrônico http://www.usp.br/lafac/simposio/ O evento é uma parceria da USP e da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR).

 

Coordenação de Comunicação Social
Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
Presidência da República
Esplanada dos Ministérios, Bloco A, 9º andar - 70.054-906 - Brasília (DF)
Telefone: (61) 3411-3659 / 4977

www.presidencia.gov.br/seppir

http://twitter.com/SEPPIR

O movimento de ser negro que hoje irrompe pelas portas do Brasil afora, começou em Alagoas.

por Arísia Barros

http://www.cadaminuto.com.br/blog/blog-raizes-da-africa

 

Alagoas é segundo o ideário midiático local, terra de liberdade.

Liberdade é sinônimo de cidadania efetiva, igualdade de oportunidades, o direito identitário de ser.

Alagoas é território de grandes lutas revolucionárias. O movimento de ser negro que hoje irrompe pelas portas do Brasil afora, começou em Alagoas.

Liberdade é um estado de conquista com a compreensão de que as lutas revolucionárias têm o papel de revisar a história.

Alagoas é o universo do primeiro quilombo histórico, o dos Palmares, valorizado em todo canto do conhecimento, menos na geografia de Alagoas.

Ser quilombola em Alagoas é invadir terrenos hierárquicos das quotas do Brasil - Colônia.

Alagoas, ainda é a terra do homem branco, em que a liberdade é engravidada cotidianamente pelo apartheid da indefectível distribuição de renda: o abismo entre os poucos ricos e o universo de pobres é avassalador. Assim o disse o IBGE, em 2009.

O chicote em Alagoas ainda estala!

Os poderes políticos priorizam o trabalho com os pobres alagoanos ou os alagoanos pobres, universalizando políticas que exigem especificidades, e o povo, em uma dependência de correntes torna-se apêndice de um sistema cuja abordagem é o poder paternalista.

Há um velado desprezo por proposições e execuções de políticas que efetivamente combatam a discriminação racial, e promovam a igualdade de oportunidades das populações vítimas desse contexto social.

Uma sociedade só será verdadeiramente igualitária quando o racismo e a discriminação deixarem de ser fatores básicos das desigualdades.

Igualdade é sinônimo por excelência de Liberdade. Qual o antônimo de liberdade?

Alagoas é o segundo menor estado do Brasil, mas é o invencivelmente o pior em termos de investimento em cultura. Imagine se investirão em cultura negra? Até hoje o Parque Memorial Quilombo dos Palmares é invisível.

Cultura negra em Alagoas é apartheid.

Apartheid é a segregação de espaços com medidas bem calculadas visando desestimular/ fragilizar o desenvolvimento completo de ações que afirmem a história de um grupo ou grupos raciais em detrimento ao pensamento hegemônico das gestões administrativas.

O apartheid em Alagoas tem como propósito criar uma estrutura deficitária para que as ações se façam anêmicas, ou se deixem morrer, igualzinho ao dissidente cubano.

Negros em Alagoas sofrem rotineiramente a perda de direitos sociais.

Quais são mesmo as políticas locais para a população negra? Não vale citar as que são federalizadas.

No planejamento institucional existe um flagrante menosprezo pela força da Lei que exige o combate a intolerância, combustível para a consolidação da ideologia racista.

A Lei Federal nº 10.639/03 e Lei Estadual nº 6.814/07, em Alagoas vivem no limbo das possibilidades...

Quais são os órgãos no estado responsáveis por fazer cumprir as determinações legais da Lei de Diretrizes e Bases?

Porque se omitem?

Atualmente o estado do guerreiro negro e de tantos contemporâneos experimenta o corporativismo étnico ou a disseminação da ideologia da democracia racial.

Somos morenos?!

 

boletim UNIFEM

11:46 @ 30/03/2010

Se não pode ver o Boletim, clique aqui.

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif


http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000973.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000970.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

Notas

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

Curso de Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça

Entre os dias 08 e 09 de fevereiro, aconteceu o I Seminário Nacional do Curso de Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça, em Brasília. Durante o evento, foram apresentadas as 19 universidades federais e estaduais brasileiras, que a partir de março, oferecerão o curso. Clique aqui para conhecer as instituições selecionadas. A formação tem o objetivo de formar profissionais aptos a atuar no processo de elaboração, aplicação, monitoramento e avaliação de projetos e ações de forma a assegurar a transversalidade e a intersetorialidade de gênero e raça  nas políticas públicas.

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

Trabalho Doméstico

Exibida entre 05 e 26 de fevereiro de 2010, a série “Trabalho Doméstico, Trabalho Decente" mostra a realidade das trabalhadoras domésticas do Brasil, Bolívia, Guatemala e Paraguai e analisa políticas de garantia de direitos e promoção de condições de trabalho decentes. Produzidas por uma parceria entre a TV Brasil/Canal Integración e o UNIFEM Brasil e Cone Sul, por meio do Programa Regional Gênero, Raça, Etnia e Pobreza, as reportagens foram exibidas para 14 países das Américas. O tema é parte da agenda estratégica do Programa e atende ao marco da 99ª Conferência Internacional do Trabalho, que acontece em julho deste ano. Assista as reportagens no canal do UNIFEM Cone Sul no You Tube.

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

Bolsas de estudos para jovens afrodescendentes

O Departamento de Direito Internacional da Secretaria de Assuntos Jurídicos da OEA (Organização dos Estados Americanos) anuncia a convocatória para concessão de 4 (quatro) bolsas de estudos para jovens afrodescendentes dos Estados membros da Organização, para que participem como alunos do XXXVII Curso de Direito Internacional: “O Direito Internacional e as Transformações do Mundo Contemporâneo”. Para mais informações clique aqui e aqui

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

VI Congresso de Pesquisadores Negros

Estão abertas, até 20 de abril de 2010, as inscrições de trabalhos para o VI Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros (VI COPENE), que acontecerá entre 26 e 29 de julho, no Rio de Janeiro. Podem ser inscritas propostas para Comunicações Temáticas, Mesas Redondas, Minicursos, Posters e apresentações artísticas relacionados ao tema de discussão do congresso “Afrodiáspora: saberes pós-coloniais, poderes e movimentos sociais”. O encontro vai apresentar e discutir os processos de produção e difusão de conhecimentos ligados às lutas históricas da população negra nas Diásporas Africanas, nos espaços de religiosidade, quilombos, movimentos negros organizados, na imprensa, nas artes e literatura, escolas e universidades nas organizações não-governamentais, nas empresas e nas diversas esferas estatais, que resistem, reivindicam e propõem alternativas políticas e sociais que atendam às necessidades das populações negras, visando a constituição material dos direitos. Para mais informações, acesse: http://www.abpn.org.br/copene/

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

Artigo

Diferentes formas de ser mulher: diante a construção de um novo feminismo indígena?

Por: Aída Hernández Castillo Salgado

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000992.gif

Há dez anos seria impensável falar da existência de um feminismo indígena no México, no entanto, a partir do levantamento zapatista iniciado em 1 º de janeiro de 1994, podemos ver surgir no âmbito nacional um movimento de mulheres indígenas que está lutando em diversas frentes. Por um lado, as mulheres indígenas organizadas uniram suas vozes ao movimento indígena nacional para denunciar a opressão econômica e o racismo que marca a inserção dos povos indígenas no projeto nacional.Ao mesmo tempo estas mulheres lutam no interior de suas organizações e comunidades para mudar aqueles elementos da tradição que as excluem e as oprimem. As demandas destas mulheres e de suas estratégias de luta nos levam a considerar esta luta como o surgimento de um novo tipo de feminismo indígena, que mesmo coincidindo em alguns pontos com as demandas de setores do feminismo nacional, têm ao mesmo tempo diferenças substanciais. Leia mais.

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif


Contatos
Equipes nacionais do Unifem para o Programa Regional Incorporação das Dimensões de Igualdade de Gênero, Raça e Etnia nos Programas de Redução da Pobreza:

Gerente do Programa
Ana Carolina Querino
unifemconesul@unifem.org
www.unifem.org.br

UNIFEM/Bolivia
Responsável:
Mónica Mendizábal

monica.mendizabal@unifem.org

UNIFEM/Brasil
Responsável:
Danielle Oliveira Valverde

danielle.valverde@unifem.org

UNIFEM/Guatemala
Responsável:
Irma Otzoy

irma.otzoy@unifemca.org

UNIFEM/Paraguay
Responsável:
Moli  Molinas Cabrera

moli.molinas@unifem.org

Responsável pelo Boletim
Ximena Machicao Barbery

ximenamachicao@gmail.com

Co- responsável
Isabel Clavelin

isabel.clavelin@unifem.org

Mara Silva
maras.unifem@gmail.com

Projeto Gráfico
Ribamar Fonseca
(Supernova Design)

Tradução
Mónica Patricia Daduch

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

Edições anteriores

2010 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 |

 

 

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

Editorial

A Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher – CEDAW reconhece, no seu artigo 14, a especificidade dos problemas enfrentados pelas mulheres das zonas rurais e determina que os Estados Partes adotem medidas para o combate à discriminação. Visa, portanto, a plena participação das mulheres no desenvolvimento do campo e no acesso aos benefícios gerados pelo setor produtivo. A pobreza que acomete as trabalhadoras rurais se estrutura na lógica do sexismo e do racismo, privando-as de direitos iguais aos dos homens. Na maioria das vezes, o trabalho diário das mulheres rurais na colheita, na produção artesanal, na extração vegetal ou na pesca não é reconhecido na totalidade da força empregada e nos bens gerados. Em geral, é percebido como extensão do trabalho doméstico, com pouca autonomia e baixa remuneração reforçando a condição de pobreza das trabalhadoras rurais.

Ao desenvolver ações relacionadas ao fortalecimento de políticas para mulheres negras e mulheres indígenas, o Programa Regional Gênero, Raça, Etnia e Pobreza atinge também mulheres residentes nas zonas rurais da Bolívia, Brasil, Guatemala e Paraguai. O Programa incentiva a organização política de entidades representativas, o trabalho em projetos sociais e comunitários para a autonomia de mulheres negras e indígenas, e inclusão das demandas em fóruns internacionais.

No âmbito dos países, o Programa participa do processo de incorporação de instituições que desenvolvem projetos relacionados ao empoderamento das mulheres rurais afrodescendentes e indígenas. Em 2008, apoiou a UNAMG (União Nacional de Mulheres Guatemaltecas) para publicação do documento “Inclusão dos Direitos das Mulheres Indígenas nas Políticas de Desenvolvimento Rural”. E, para este ano, o Programa ampliará o apoio a outras organizações de mulheres indígenas e afrodescendentes com foco às ações realizadas no meio rural do país.

Já no Brasil, vale destacar o apoio às ações implementadas pela Secretaria Estadual da Mulher de Pernambuco na formação de mulheres rurais, para o enfrentamento das desigualdades sociais, de gênero e de raça e o seu empoderamento econômico. Um dos resultados dessa construção coletiva de melhores oportunidades para as mulheres rurais é o Plano Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres Rurais de Pernambuco. Trata-se do primeiro plano do país com foco específico nas mulheres rurais e com uma perspectiva de integração entre políticas de várias secretarias estaduais.

Nesse contexto, o Programa continuará atuando para o fortalecimento das organizações de mulheres rurais nos quatro países de atuação, bem como para as ações de governo que tenham como objetivo a melhor inserção econômica das mulheres atentando-se para as especificidades de gênero, raça e etnia.

UN Photo/Martine Perret http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000999.jpg

 

Coordenação do Programa Gênero, Raça e Etnia
na Bolívia, Brasil, Guatemala e Paraguai

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000971.gif

Notícias

Encontro reúne empregadores, centrais sindicais e governo brasileiro para discutir questões de gênero, trabalho e sindicalismo

No dia 26 de fevereiro, a gerente do Programa Gênero, Raça e Etnia e Pobreza do UNIFEM Brasil e Cone Sul, Ana Carolina Querino, participou do evento “Gênero, Trabalho e Sindicalismo”, realizado em São Paulo. O evento foi organizado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e pela OIT (Organização Internacional do Trabalho).

O encontro teve como finalidade a construção uma agenda conjunta para o fortalecimento institucional e das políticas públicas de promoção de igualdade de gênero e raça no mundo do trabalho entre governo, centrais sindicais e a OIT. Neste encontro também foi feita uma apresentação sobre a 99ª Conferência Internacional do Trabalho e a agenda do trabalho doméstico nas Nações Unidas. Mais informações.

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000971.gif

UNIFEM e OIT promovem, em abril, reuniões para fortalecer a incidência das trabalhadoras domésticas na 99ª Conferencia do Trabalho

A fim de fortalecer a participação das trabalhadoras domésticas nas discussões sobre trabalho decente na 99ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT (CIT), em Genebra, o Programa Regional Gênero, Raça e Etnia, do UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para Mulher) em parceira com a OIT (Organização Internacional do Trabalho), participará de dois eventos para fortalecer a mobilização de trabalhadoras domésticas no Brasil e na Região e estabelecer um espaço de discussão entre as trabalhadoras, os empregadores, as centrais sindicais brasileiras e governo para garantir a maior participação das trabalhadoras na CIT.

Entre os dias 15 e 16, a OIT promove com apoio do UNIFEM a Oficina Nacional Tripartite, que contará com a presença de representantes das centrais sindicais, das confederações de empregadores, órgãos do governo federal, da Federação de trabalhadoras Domésticas (FENATRAD) e especialistas no tema. De acordo com Danielle Valverde, assistente do Programa, “o objetivo do encontro é sensibilizar e buscar apoio dos empregadores, das centrais sindicais e governo para garantir a presença de pelo menos duas trabalhadoras na delegação brasileira que vai a Genebra”.

No dia 17 de abril, o UNIFEM, com o apoio da OIT, promove o Seminário Regional sobre Trabalho Doméstico que contará com a presença de trabalhadoras do Brasil, Bolívia, Paraguai e Guatemala, onde serão definidas estratégias para garantir presença das trabalhadoras domésticas na Conferência da OIT, em junho. Durante o evento, será apresentado um panorama das ações em desenvolvimento nos países para que a categoria seja representada nos debates sobre trabalho decente na Conferência.

Os eventos também serão apoiados pela SPM (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) e a SEPPIR (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial).

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000971.gif

Décima Primeira Conferência Regional sobre a Mulher de América Latina e Caribe

Brasília, 13 a 16 de Julho de 2010

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000995.jpg

A 11ª Conferência Regional sobre a Mulher será celebrada em um momento caracterizado pelo impacto da crise econômica e financeira originada em 2008. A revisão dos acordos destas cúpulas se realizará dentro de uma crise financeira e econômica que, segundo muitos estudos e previsões, vão incrementar os obstáculos para que possam ser cumpridos os compromissos internacionais referentes a direitos humanos, ambientais e os próprios Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. 

É neste momento que se dará a convergência da avaliação de vários processos iniciados na década de 1990. Em 2009 foi comemorado o 15ª aniversário da Conferência Internacional sobre a População e o Desenvolvimento e, em 2010, será a vez da 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher (Beijing+15 e El Cairo+15), junto com o 10º aniversário da Cúpula do Milênio (ODM+10) e o segundo aniversário da Campanha Mundial do Secretário Geral pelo fim da violência contra a mulher. Leia mais.

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000971.gif

Avanço significativo da liderança das mulheres indígenas

Publicado por Shinji el Martes, 16 Fevereiro de 2010

Nos últimos anos, foi significativo o crescimento da liderança indígena feminina e, especialmente, de mulheres cada vez mais jovens, afirmou José del Val Blanco, diretor do Programa Universitário México Nação Multicultural (PUMC), da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00001001.jpg

Curso para fortalecer a liderança de mulheres indígenas, organizado por la UNAM, o UNIFEM e a CDI.

Este fenômeno ocorre apesar da tripla discriminação que sofrem as mulheres indígenas: de classe, gênero e sua condição ética, tema destacado no Curso para Fortalecimento da Liderança de Mulheres Indígena, organizado por este espaço de estudo, pelo UNIFEM e pela Comissão Nacional para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas (CDI). Leia mais.

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000971.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000972.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

Administrado por:

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

UNIFEM Brasil e Cone Sul
EQSW 103/104 Lote 1 Bloco C
70670-350 - Brasília - DF - Brasil
Tel: +55 61 3038-9142
Fax: + 55 61 3038-9289

 

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

Com apoio do:

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000977.gif

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000974.gif

 

 

0 comentários | publicado por navarro