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Msg enviada por Fernando Tibiriça em 04/08/08

Vejam a Revista da Folha de ontem, dia 03/08/08, a seção FIGURA que fala sobre o homem que inventou o Flash Back...

Abs,Fernando Tibiriçá

Rock Brasileiro: anos 70 x 80?
 Por Rogério Ratner

 http://whiplash.net/materias/opinioes/073645.html
 

 Da leitura de diversas publicações (revistas, livros, sites,  blogs, etc.) tenho percebido uma visão – às vezes explícita, às vezes  latente -, no sentido de que o rock brasileiro dos anos 80 do século 20  representou o momento verdadeiramente culminante deste estilo musical na  história e no universo da música popular brasileira - precedendo às grandes  vendagens também verificadas nos anos 90 e 2000 -, ao passo que o rock  brasileiro dos anos 70 teria se constituído apenas em um esboço um tanto  tosco, embora heróico, da trajetória que o ritmo viria a ter na década  seguinte. Contudo, sem querer negar que o rock brasileiro nos anos 80 passou  a ter uma visibilidade midiática e vendagem de discos muito superior às  verificadas nos anos 70, além de revelar-se, de um modo geral, como uma  produção de grande valor artístico, acreditamos ser possível lançar um olhar  de maior fôlego sobre a questão, que nos revela o “estouro” oitentista não  apenas como uma decorrência das iniciativas de diversas “caras novas” no  cenário musical, mas também, em certa medida, como desaguadouro de  experiências que vários músicos/artistas - que também obtiveram sucesso  comercial ou prestígio junto à crítica - vivenciaram nas décadas anteriores. 
De outra parte, impende desde já assinalar que, a nosso sentir, a tentativa  de traçar comparações entre fenômenos extremamente complexos, se pode ter  algum atrativo à primeira vista, geralmente não consegue resistir a uma  análise mais amiúde. Com efeito, não há como comparar validamente dois  momentos diversos da história do rock nacional, pois cada um teve a sua  especificidade e méritos, além de estar conectado à uma realidade musical  diversa, tanto em termos de mercado nacional, quanto em relação ao cenário  internacional. De fato, parece-nos que iniciativas neste sentido, embora  tentadoras, não trazem resultados positivos para a real apreensão do que  representaram cada uma das cenas na história da MPB.
 Cabe, de pronto, abrir um pequeno parêntese, para abordarmos
 a problemática advinda do hábito bastante comum, no âmbito da música, de  utilizar-se as “décadas” como referência. Tal procedimento, se, de um lado,  permite uma comunicação sintética e quase semiótica entre o enunciante e o  ouvinte/leitor, termina constituindo-se em um entrave quando se tenta  compreender de forma mais aprofundada os fatos ocorridos no campo musical.
 Realmente, muito embora isto seja um hábito de resto disseminado e
 impregnado na linguagem tanto dos músicos, como da mídia especializada e do  público ouvinte, e sirva comumente como marco apriorístico de uma fala em  tal ambiente, a sua adoção não ajuda muito no sentido de uma melhor  apreensão dos fatos. Com efeito, a adoção desta conduta em muitos casos nos  leva a sublimar e omitir o fato de que a trajetória musical de um artista tem início em determinado momento, mas o “fim” não necessariamente vai  combinar com o final da década em que ele estreou. Em verdade, tal  tendência conceitual parece ser, ao menos em parte, um reflexo da curta  “vida útil” que a grande indústria fonográfica, em muitos casos, estabelece  com relação a alguns músicos/bandas, visando à sua maior lucratividade  imediata. É nítido o fato de que, no mundo pop, grande parte dos  artistas/bandas que conseguem chegar ao “topo” do mercado musical mantêm  esta maior visibilidade na mídia (rádio, TV, jornais, revistas, sites  especializados) em um período relativamente curto de tempo, não mais do que  alguns anos, sendo poucos os trabalhos que conseguem ultrapassar tal
 “barreira”. De fato, no âmbito das majors, costuma haver uma exigência quase  que constante no sentido de que o artista/banda lance em seqüência músicas  facilmente vendáveis, sob pena do “degredo, do limbo e da morte” artísticos. 
É claro que a expectativa de vendas vai ser matizada conforme o gênero
 musical, havendo aqueles artistas/músicos que as gravadoras mantém em seu  cast pelo prestígio cultural que os mesmos detêm, o que acontece nitidamente  com os segmentos erudito, jazz, choro, MPB, etc. Este fenômeno da chamada  “obsolescência” artística vem sendo cada vez mais agravado ao longo do tempo  em face das importantes transformações e desafios que as novas tecnologias  têm lançado ao mercado fonográfico. Na visão das grandes corporações, o mais
 desejável é uma exposição massiva do artista em um curto espaço de tempo, a  fim de que ele fique “estourado” nas rádios, o que costuma agravar o  problema da grande saturação de sua imagem, trazendo como conseqüência o  encurtamento do período em que, aos olhos da própria indústria e da mídia,  vai ser decretada a sua “obsolescência”. E, de fato, no atual contexto, em  que a pirataria (virtual ou não) grassa, diminuindo consideravelmente as  receitas das grandes gravadoras, verifica-se que tais empresas tem investido  menos em trabalhos que exijam um maior tempo para dar “resultados concretos” 
Embora tal conduta não seja aplicada de maneira taxativa e inflexível pela  indústria em relação a um número significativo de artistas/bandas, por uma  série de aspectos que são considerados em cada caso específico, é possível  verificar a delineação desta prática em relação a grande parte dos  contratados por gravadoras. Assim, esta curta “vida útil” de uma  considerável parte dos trabalhos musicais e estilos, em termos de exposição  midiática, acaba reforçando a tendência de boa parte dos elementos  envolvidos com as questões relativas ao mundo da música, de tentar situar o  que acontece em termos de movimentação artística dentro dos marcos de um  período de tempo mais ou menos delimitado. Outro aspecto a considerar, que  parece contribuir para a prática de delimitar a história musical conforme as  décadas, é o de que, em relação às bandas e grupos, fatores ligados à  própria estruturação interna e ao relacionamento pessoal mantido entre os  músicos podem encurtar a longevidade de uma formação ou um trabalho. No  entanto, e sem embargo, não se pode ignorar que muitos artistas (cantores e
 instrumentistas) dão prosseguimento às suas trajetórias, engendrando novos  trabalhos, novas bandas e novas propostas, ainda que não estando mais tão expostos aos holofotes. Ou, ainda, pode ocorrer que antes de “estourar” com determinada banda ou grupo, ou em carreira-solo, o artista já tenha uma longa estrada percorrida. Vale dizer, o caminho musical de um artista  normalmente não pode ser edvidamente compreendido quando tentamos  enquadrá-lo nos estilos predominantes em determinado período de tempo. Esta  “fôrma” que muitas vezes se cola ao nome de determinado artista (“este é da  década de 70, aquele é da década de 80”...), às vezes de forma até  inconsciente, e que já esta internalizada e ínsita em nossas ferramentas
 conceituais - embora nos sirva para situar de maneira econômica e rápida o  que pretendemos referir - geralmente é bastante limitante e falha, não se  revelando hábil à verdadeira apreensão dos fatos, e muito menos consegue ser  fiel à singularidade de cada trajetória, bem como à evolução artística do  músico. Neste sentido, melhor seria se updéssemos utilizar a referência à década aos passos dados pelo artista naquele período de tempo, sem que “a  priori” venhamos a atribuir ao mesmo determinadas características pelo fato  de ele ter começado sua trajetória em determinada época. 
O que estamos tentando dizer, em outras palavras, no caso  concreto em destaque, é que, se de um lado, não se pode negar que nos anos  80 surgiram inúmeras “caras novas” no cenário e no mercado musical  brasileiro ligadas ao rock, trazendo novidades estéticas e criando um novo  perfil mercadológico para este segmento, de outro lado é preciso atentar  também para o fato de que muitos músicos importantes - e que se poderia  dizer em certos casos até decisivos -, para o advento da explosão roqueira  havida, vieram de décadas anteriores. É evidente que muitas figuras de proa  da cena roqueira oitentista estavam estreando, ao menos em termos de grande  público, tais como Herbert Vianna, Paula Toller, Léo Jaime, Cazuza e Frejat,  Renato Russo, dentre muitos outros. Isto é bastante natural, porque cada  geração de jovens quer ter ídolos com a sua “cara”, que incluam a sua  linguagem própria e as gírias, bem como que tratem das dificuldades,  alegrias, tristezas, e preocupações, além da questão sexual, de um modo  particular. Na história do rock sempre houve essa necessidade de  identificação do público adolescente e jovem com ídolos de idade compatível  aos ouvinte. O que, contudo, não significa que elementos que iniciaram suas  carreiras anteriormente não possam participar da nova cena. Desta forma,  pretendemos demonstrar que a visão de que o rock brasileiro dos anos 80  estaria totalmente desvinculado do rock nacional dos anos 70 não consegue  dar conta da realidade havida como um todo uma apreensão mais exata da  realidade verificada. Realmente, em nossa visão, parece ser mais apropriado  para compreender-se o fenômeno do rock brasileiro dos anos 80 que  consideremos não apenas o seu viés novo e transgressivo no panorama da MPB,  mas também os aspectos que apresentou de continuidade de um caminho que já  estava sendo traçado por um grande número de excelentes músicos na década  anterior, ou antes, ainda, e que se deu de forma concomitante com o impulso  original trazido pelos novos nomes.
 É bem verdade que o espaço para o rock brasileiro nos anos 70  foi visivelmente mitigado em relação ao que o ritmo obteve nos anos 60 (com a Jovem Guarda, especialmente), encontrando dificuldades em termos de  veiculação, vendagens e espaços. Mas é preciso assinalar que, apesar dos  entraves, o rock desenvolveu-se nesta década, no mais das vezes, com muito  talento e brilho. Pode-se apontar, como uma das razões para essa diminuição  do espaço do ritmo no mercado musical brasileiro geral à influência  psicodélica e do rock progressivo, que, em muitos casos, resultou em algum  abandono, ainda que parcial, do formato da canção e do single. Realmente, o  fato de que as bandas influenciadas pelo rock progressivo, que nos parece  corresponder à tendência mais difundida na cena roqueira nacional passaram a  elaborar e gravar músicas com duração superior à então “normal”, além de  alterarem muitas vezes a estrutura usual das músicas, transformando-as em  verdadeiras “viagens sonoras”, em muitos casos fizeram o pessoal das rádios  torcer o nariz para o ritmo, o que, naturalmente, também resultou em  defecção de público. De outro lado, a influência do hard rock (que na época  era considerado “rock pesado”) em algumas bandas brasileiras, também serviu  em parte para “afugentar” o público consumidor de música pop de feição mais  suave. É bem verdade que, sem embargo disto, muitas bandas e artistas, ao  mesmo tempo que faziam estas alterações na forma das composições e arranjos,  também lançavam músicas mais “normais” aos ouvidos do público médio. Mas é  inegável que esse approach “não-comercial”, sem dúvida, resultou em um  encolhimento mercadológico para o rock no Brasil. De fato, pode-se dizer que  o rock brasileiro feito nos anos 70, de uma maneira geral, expressou muito  mais o tipo de som que os músicos estavam a fim de fazer, ainda que em  prejuízo dos resultados mercadológicos das bandas. Apesar disto, o que  manteve a cena viva e pujante foi justamente o fato de que, mais claramente  do que havia ocorrido nos anos 60, verificou-se uma segmentação de público,  que fez surgir o “público fielmente roqueiro”, normalmente constituído de  muitos “fãs de carteirinha” das bandas e artistas, que estavam mais a fim de  “curtir o som” feito ao vivo, e, para tanto, lotava, não raro, os teatros  em que eram realizados os “concertos”. De maneira que o rock brasileiro,  nos anos 70, se não ocupou o espaço de maior destaque no cenário musical –  exceção deve ser feita a alguns artistas, tais como Rita Lee, Raul Seixas e  Guilherme Arantes, entre outros -, encontrou a viabilidade mínima necessária  para manter a chama acesa. Curiosamente, foram muitos elementos ligados à  Jovem Guarda que, amainadas e diluídas suas influências roqueiras,  mantiveram-se em certos casos com destaque no mercado, centrando foco no  segmento popular escudados pelas baladas românticas, enquanto alguns outros,  também oriundos do iê-iê-iê (especialmente o pessoal dos Incríveis, no Som  Nosso de Cada Dia e no Casa das Máquinas, mas também os próprios Mutantes,  entre outros), seguiram o caminho do rock progressivo. Erasmo Carlos, ao que
 parece, foi a figura que melhor fez a “ponte” entre estes dois caminhos  tomados por parte do pessoal ligado à jovem guarda, atuando nas duas
vertentes.
 Retomando-se o foco de nossa análise, cumpre assinalar que,  conforme já adiantamos, muitos elementos importantes do rock nacional dos  anos 80 iniciaram sua trajetória musical antes de tal marco. Por exemplo, e  apenas para referir alguns nomes, Lobão (que chegou a integrar a Blitz,
 antes de começar sua carreira solo), Ritchie e Lulu Santos, três nomes  fundamentais do chamado “Rock Brasil dos 80”, integraram o grupo de rock  progressivo Vímana nos anos 70. Ritchie também integrou outro grupo  progressivo muito importante que foi A Barca do Sol, e, ainda, a banda Scaladácida. Lulu também integrou as bandas Cave Man, Albatroz, Veludo e  Pomoja. Ricardo Gaspo, baixista do Ira, começou tocando na banda Mescla, nos  anos 70, e Nasi e Edgar Scandurra participaram da banda Subúrbio. O Herva  Doce era liderado por Renato Ladeira, que começou sua carreira ainda nos  anos 60, no conjunto The Bubbles, ou A Bolha, e passou também pela banda  gaúcha Bixo da Seda, pelo Aeroblues e pela Scaladácida; Marcelo Sussekind  também pertenceu à Bolha, à Scaladácida e ao Aeroblues; Paul de Castro  integrou os grupos Tradicional Blues, Mutantes e o Veludo. A banda Tilt  contou com Piska, que foi dos Incríveis, e Sérgio Della Mônica, ex-Tutti  Frutti. O Metrô, nos anos 70, atuava como o grupo de rock progressivo Gota  Suspensa. A banda KGB contava com Willie (o mesmo do Tutti-Frutti e do Radiotáxi) e Rui Motta (ex-Mutantes). A banda Valéria e Alma de Borracha  contava com Elias Mizrahi, ex-Veludo. Bruno Fortunato, guitarrista do Kid  Abelha, já era um músico bem atuante na cena carioca setentista. Arnaldo  Brandão, do Hanói-Hanói e do Brylho, também foi membro de A Bolha, além de  participar das bandas Asfalto, Porque Sim, Banda Atômica e Brilho da Cidade  (O Brylho, do superhit “Noite do Prazer”, aliás, já atuava desde os anos 70  como Brilho da Cidade). Bebeco Garcia e Edinho Galhardi, dos Garotos da Rua  integraram os grupos setentistas gaúchos Farinha do Bruxo e A Barra do Porto. Wander Taffo, guitarrista do Rádio Taxi, integrou nos anos 70 as  bandas Memphis, Made In Brazil, Secos e Molhados e o Joelho de Porco; Lee  Marcucci, baixista da banda, tocou no legendário Tutti Frutti, ao lado de  Rita Lee, e também nas bandas Coqueiro Verde e Lisergia; Gel Fernandes, o  baterista, por sua vez, tocou em uma das formações de Os Incríveis (estes  vêm da Jovem Guarda). Antonio Pedro, baixista da Blitz, fez parte dos  progressivos a Fenda, Veludo, Os Mutantes e Unziôtro (com Lulu Santos e  Arnaldo Baptista, projeto que não teve seqüência). O Yahoo, por sua vez,  contava com Robertinho do Recife (que começou tocando na banda Os Fabulosos, em Pernambuco) e Zé Henrique (dos Analfabitles, banda ligada à jovem guarda) 
Aliás, os Analfabitles também se bifurcaram, nos 80, nas bandas Analfarrock  e Câmara Indiscreta. Celso Blues Boy, por sua vez, participou, nos anos 70,  das bandas cariocas Flamboyant, Legião Estrangeira e Aero Blues. Dudu França  nome que surgiu forte no início dos anos 80, participou do Memphis nos 70. 
Flávio Venturini (ex-Turbulentos) e Sérgio Magrão (ex- Joint Stock Co.),  antes de formarem o 14 Bis, participaram de O Terço, e Hely Rodrigues e  Vermelho integraram o Bendegó. Guilherme Arantes tocou no Moto Perpétuo nos  anos 70, antes de sair em carreira solo, sendo que também integrou nos anos  80 a Gang 90. Aliás, pela Gang passaram Wander Taffo, Luis Paulo Simas e  Lobão. Vinícius Cantuária, que foi um dos fundadores originais de O Terço,  ainda no final dos anos 60, integrou o Bixo da Seda, o Asfalto, a Orquestra  Branca e a Banda Atômica. O Roupa Nova, nos anos 70, atuava como Os Fanks. A  Cor do Som contava com diversos integrantes dos Novos Baianos, e do  baterista de A Bolha, Gustavo Schoroeter, que também integrou o Porque Sim.
Augustinho Licks, guitarrista da segunda formação dos Engenheiros do Hawaii  também é um músico que já tinha começado sua carreira nos anos 70, atuando  ao lado de Nei Lisboa. Kid Vinil, do Magazine, integrou no final dos anos 70  o grupo Verminose, do qual se originou o primeiro; Fábio Gasparini,  guitarrista do Magazine, tocou nos anos 70 com as bandas Sunday, Mona e  Scaladácida; Stopa foi do Ponto e Vírgula, e Ted Gaz foi do Mona,  Scaladácida e Joelho de Porco. João Penca e seus miquinhos amestrados já  atuavam desde os 70, antes de estourar nos 80. O Sempre Livre contava com  Flávia Cavaca, que pertenceu à banda Paulo Bagunça e a Tropa Maldita. Os  RPM’s Paulo Ricardo e Luiz Schiavon fizeram parte do grupo Aura nos anos 70. 
O gaúcho Zezinho Athanásio, que protagonizou uma das maiores metamorfoses  artísticas de que se tem notícia na história da MPB, nos anos 70 chegou a  ser vencedor, em parceria com Jerônimo Jardim (autor de Purpurina, vencedora  do Festival MPB-81, na interpretação de Lucinha Lins), da Califórnia da  Canção, o mais tradicional festival nativista do RS, na linha de projeção  folclórica, transmutou-se nos 80, após radicar-se no Rio, em “Joe  Euthanásia” ou simplesmente “Joe”, lançando alguns bons discos de rock.
Alemão Ronaldo e Paolo Casarin, da Bandaliera, participaram da clássica  banda gaúcha Bixo da Seda – Ronaldo também participou do Taranatiriça  e  Marcinho Ramos, o guitarrista da Bandaliera, fez parte de O Beco, Rabo de  Galo, Coquetel Molotov e Bandaneon. Rita Lee, que continuou fazendo sucesso  nos anos 80, já era a rainha do rock brasileiro desde os anos 70, quando,  após sair dos Mutantes, passou a ser acompanhada pelo Tutty Frutti. A Banda  aúcha os Eles contou com o já experiente guitarrista Léo Henkin - que tocou  junto com o Dzáhguri e o Saracura, e hoje atua nos Papas da Língua. Enfim,  há uma infinidade de exemplos que poderíamos listar, de artistas que começaram nos anos 70 e prosseguiram o seu caminho nos anos 80,  desempenhando um papel muito importante na cena dessa década. Assim, como  pode-se ver, muito embora diversos nomes do mainstream do Rock Nacional dos  anos 80 tenham surgido apenas nesta década, muitos outros nomes importantes  desta cena iniciaram suas trajetórias nos anos 60 ou 70.
 Mas além de vários dos artistas-solo ou componentes de  bandas da cena oitentista terem começado a tocar nos anos 60 ou 70, é  necessário assinalar que diversos dos principais produtores musicais e executivos vinculados às gravadoras que apostaram na viabilidade comercial  do rock nacional nos 80 foram músicos de bandas das décadas anteriores, ou  ao menos começaram suas atividades vinculados à cena roqueira dos 60 ou 70.
O produtor Liminha, considerado um dos grandes responsáveis pelos bons  resultados de estúdio das gravações feitas nos anos 80 por bandas/artistas  de rock, foi baixista dos Mutantes, e, antes ainda, participou da Companhia  Paulista de Rock, dos Lunáticos e dos Baobás. Marcos Maynard, Sérgio Lopes,  Luiz Carlos Maluly, Marco Bissi e Cláudio Condé, produtores e executivos de  gravadoras, estão relacionados aos conjuntos Memphis e Lee Jackson, dos anos  70. Ezequiel Neves, jornalista que escreveu na clássica primeira versão da  revista Rolling Stone brasileira, e que foi produtor do Made in Brazil nos  70, quando passou a trabalhar na Som Livre, foi um grande incentivador do  Barão Vermelho, virando produtor da banda. Renato Corrêa, dos pioneiros  Golden Boys, da Jovem Guarda, também atua com grande destaque como produtor.
Isto só para citar alguns nomes. A presença destes e de outros produtores  com intimidade com o rock, que passaram a ocupar um espaço muito importante  dentro da indústria fonográfica, foi importante para que acontecesse o boom  oitentista nas proporções verificadas.
 Poder-se-ia objetar que os artistas que iniciaram a sua  trajetória nos anos 70 “repaginaram” o seu trabalho, em alguns casos de  forma radical, abandonando influências e estilos anteriormente adotados em  seu “layout” nos 80, redirecionando sua trajetória em torno de outras  perspectivas. Neste ínterim, em nosso entender, o fato de que as influências e estilos se modificaram ou se diluíram não invalida absolutamente as  experiências e o conhecimento adquiridos por estes artistas na década  anterior. De fato, não deve ser desprezada a trajetória pregressa, que, sem  dúvida, constituiu-se em importante bagagem pessoal. Assim, entendemos que  estes artistas não “zeraram” suas trajetórias; apenas deram continuidade ao  seu trabalho criativo, sintonizando-se, em maior ou menor nível, e  dependendo de cada caso, com as mudanças que estavam ocorrendo no rock em  nível mundial. Realmente, parece-nos que somente podemos analisar os fatos  dentro de uma perspectiva histórico-diacrônica, pois o rock brasileiro ( de  resto, como ocorre em todas as cenas roqueiras pelo mundo afora) sempre foi
 tributário, em maior ou menor medida, do que está em voga nos EUA e no Reino  Unido. Além do mais, o fato de o folk, a psicodélia (tropicalista ou não),  o hard e o progressivo terem representado os estilos predominantes no rock  brasileiro dos anos 70, não depõe absolutamente, em nossa perspectiva,  contra a sua qualidade, mesmo porque estas eram as tendências predominantes  no cenário internacional. Efetivamente, não podemos perder a noção de que os  paradigmas em nível internacional nos anos 70 eram outros, e o rock  brasileiro da época sofreu seus reflexos, da mesma forma que as modificações  do cenário internacional, trazidas pelo advento do punk, da new wave, do  metal, do reggae-ska, do tecnopop e do new romantic influenciaram os músicos  que deram início às suas carreiras nos anos 80. Ora, estes estilos também  repercutiram fortemente sobre muitos músicos brasileiros já em atividade no  começo da década, tal como aconteceu em outros países, como na Argentina,  apenas para dar um exemplo. Charlie Garcia é um caso emblemático: do Sui  Generis folk do início dos 70, passou pelos progressivos Seru Giran e La  Máquina de Hacer Pássaros, e quem pode negar que foi uma figura de proa no  cenário do pop rock argentino dos 80? É claro que Charlie não sofreu de uma  amnésia, de forma a “limpar o seu winchester” das influências dos trabalhos  anteriores, embora tenha se adaptado ao novo cenário.
 É importante ter presente que havia grande qualidade  instrumental e criatividade melódica no rock brasileiro dos anos 70; em  certo sentido, poder-se-ia falar – não sem o risco do equívoco, em alguns  casos, por certo - que o rock foi até “simplificado” nos anos 80 em termos  instrumentais e estruturais em relação ao que era feito na década anterior;  isto, entretanto, não significou absolutamente perda de qualidade, mas  apenas uma diferença de approach, o que deve ser ressaltado. Comparar as  duas cenas, sob este aspecto, não apenas é inócuo, como absolutamente  injusto, já que todas as análises devem levar em conta não somente os  elementos sincrônicos envolvidos, mas evidentemente a diacronia, a dimensão  histórica em que se desenrolaram os fatos. Ora, o rock dos anos 70 recebeu  influências muito fortes do hard e do progressivo, pois estes eram os  estilos vigentes em nível mundial, ao passo que nos anos 80 a cena teve uma  grande influência do “faça você mesmo” propugnado pelo punk, o que inclusive  permitiu que músicos com menor domínio instrumental e musical surgissem. Mas  comparar os dois estilos não traz um bom resultado, pois o que pode ser  considerado “sujo” em um estilo pode funcionar muito bem em outro, dentro de  seu contexto.
 De outro lado, cumpre dizer que, se é inegável que a geração  80 do rock brasileiro trouxe para o palco principal do cenário musical  grandes compositores e letristas, tais como Renato Russo, Cazuza, Herbert  Vianna, entre muitos outros, também temos que ter em mente que nos anos 70  igualmente atuaram grandes compositores e letristas, tais como Rita Lee,  Raul Seixas, Paulo Coelho, entre vários outros. E se algumas bandas dos anos  70 apresentavam letras de baixa qualidade, isto não foi exclusividade  daquela década. O que dizer de uma série de bandas lançadas nos 80, tais  como Absynto, Bom Bom e Dr. Silvana, em termos de letras? Nesta senda,  podemos considerar que na década de 80, em alguma medida, houve uma comunhão  entre alguns dos novos músicos e outros que já tinham uma trajetória traçada  desde os anos 70, no sentido de tornar a cena roqueira brasileira mais  adequada à conjuntura internacional dos “novos tempos”, que sinalizava na  direção de se buscar uma reaproximação mais significativa com o formato  “canção” e o universo pop, tendo como inspiração especialmente o punk e a  new-wave, em que pese os mais variados estilos de rock adotados. O que,  sempre frisamos, não invalida que diversos nomes que surgiram nos 80 também  tenham tido uma atuação decisiva e inovadora na cena.
 Assim, em nossa visão, o rock brasileiro dos anos 80, para ser bem compreendido como fenômeno, deve ser visualizado não apenas sob os inegáveis aspectos de ruptura e revolução em relação à cena musical até então vigente de que se revestiu, mas também sob o viés – ainda que apenas em certa medida - de continuidade e interação com elementos da cena setentista, em que pese a aparente contradição entre tais assertivas. De fato, concluímos que a contraposição da cena de uma década com a cena da década anterior não consegue dar conta integralmente da riqueza criativa que se verificou em ambos os períodos.

Cultura e Lazer

Lei Rouanet fica mais ágil a partir desta quinta

Novo formulário da Lei Federal de Incentivo à Cultura pode ser enviado agora pela internet, a partir do site do Ministério da Cultura

Da Redação

Os interessados em inscrever projetos para financiamento via Lei Rouanet, a Lei Federal de Incentivo à Cultura, contam a partir de hoje com uma novidade que chega em 2009 para facilitar a vida dos produtores e artistas: o preenchimento e envio do formulário pela internet. Até o ano passado os proponentes só podiam contar com os Correios para inscrever seus projetos, o que implicava numa demora maior na avaliação das propostas e num risco de erro quando as informações escritas no papel eram digitadas para um banco de dados pela equipe do Ministério da Cultura (MinC). Agora, a responsabilidade é de quem preenche o formulário.

Se preferir, o proponente pode continuar enviando o formulário do jeito anterior – baixando o arquivo, preenchendo e enviando pelo correio. No entanto, o formulário pela internet permite um atendimento mais ágil. “O esforço de um novo formulário foi acompanhado do desenvolvimento de uma plataforma segura baseada na internet. Além da ampliação do acesso ao mecanismo do incentivo fiscal, o envio pela internet, a exemplo de Declaração do Imposto de Renda, proporcionará um nível de agilidade que não é possível pelo meio físico, do papel”, reforçou o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura Roberto Nascimento, no site do MinC (www.cultura.gov.br).

A novidade faz parte das alterações implementadas no cadastro da lei há dez dias pelo ministro Juca Ferreira. Além de poder ser preenchido via internet, o novo formulário disponibilizado no site do ministério passa a ter dados como o local de realização do projeto e de despesa. Outra mudança diz respeito aos produtos e serviços previstos em cada projeto. “O novo formulário vai dar maior transparência aos dados sobre projetos e permitir uma melhor avaliação pelo ministério e pela sociedade da utilização de recursos públicos para o financiamento de projetos culturais”, complementa o secretário.

Desde que substituiu Gilberto Gil, em setembro passado, o novo ministro Juca Ferreira está empenhado em alterar a Lei Rouanet, que ainda funciona via isenção fiscal.


Logotipo do veículo Folha de S. Paulo - SP     28/12/2008 - 09:56

Política

Governo anuncia pacote para a cultura

Depois da ajuda aos bancos e à indústria automobilística, o meio cultural esperava, em silêncio e com ceticismo, plano análogo

Teixeira Coelho

Em iniciativa inédita na área, representantes dos três níveis de governo anunciaram um plano comum de combate aos efeitos da crise sobre a cultura.

Depois da ajuda aos bancos e à indústria automobilística, o meio cultural esperava, em silêncio e com ceticismo, plano análogo.

Com razão: a cultura dá trabalho, senão emprego, a mais pessoas do que a própria indústria automobilística, segundo dados do governo federal. Ainda para essas fontes, a cultura gera 8% do PIB nacional.

Embora críticos contestem esse índice -por incluir atividades não culturais-, reconhecem que mesmo os habituais 3% ou 4% (média internacional) seriam suficientes para justificar a medida.

À margem dos argumentos humanísticos e políticos sobre o papel da cultura, hoje despidos de apelo, o reconhecimento da função econômica da área terminou por convencer os opositores do plano.

Propostas

O Decálogo Cultural da Crise, como é chamado, prevê:

1) crédito imediato de R$ 4 bilhões para a produção cultural e instituições de cultura na linha de frente do contato com o público;

2) a partir de janeiro de 2009, e por dois anos (condição para todos os tópicos seguintes), 5% para a cultura sobre os valores das obras públicas federais de todo tipo (rodovias, aeroportos etc.);

3) 2% para a cultura sobre o valor de empreendimento imobiliário de uso coletivo a cargo da iniciativa privada (prédios residenciais, de escritórios, postos de gasolina, shoppings etc.);

4) 2% do Orçamento nacional para o Ministério da Cultura e dos Orçamentos municipais e estaduais para as respectivas secretarias da Cultura;

5) desconto de 100% sobre Imposto de Renda para doações de todo tipo a instituições culturais sem fins lucrativos (até o dobro do previsto na atual Lei Rouanet, da qual ficam eliminados os atuais entraves burocráticos);

6) idem para doações visando o aprimoramento cultural dos professores da rede pública de ensino;

7) criação de um Fundo de Reserva para a Arte Pública no âmbito municipal, com recursos orçamentários e outros derivados de uma nova Tarifa Municipal de Visitante (onde for inexistente);

8) financiamento visando a desenvolver, sobretudo pela iniciativa jovem, novas ofertas culturais que atraiam turistas, com recursos dos municípios e dos ministérios das Cidades e do Turismo;

9) isenção de impostos e taxas municipais e estaduais para empreendimentos culturais, com comodato de terrenos públicos quando necessário;

10) programa especial de desenvolvimento das grandes organizações culturais não vinculadas a entidades produtivas ou financeiras.

A surpreendente medida reconhece que a cultura se dá na cidade e inclui uma também incomum preocupação com o público, a educação para a cultura e os jovens.

O crédito de R$ 4 bilhões, mesmo sendo metade do concedido à industria automobilística pela União e por São Paulo, é quase duas vezes o orçamento do MinC somado aos valores gerados pela Lei Rouanet no ano de 2008.

E só as obras federais, nos próximos dois anos, chegarão a R$ 45,5 bilhões, dos quais 5% irão para a cultura. A expectativa é de que também essas disposições transitórias se tornem permanentes, desta vez sem reclamações. Apesar do receio de que os habituais cortes na execução dos orçamentos públicos anulem parte dos benefícios previstos e de que a Lei Rouanet resulte diminuída em seus efeitos, a área já fala em verdadeiro renascimento cultural.

É que, além da imediata geração de renda, prevê-se a rápida melhora, via cultura, da qualidade geral de vida em tempos de crise. Para especialistas, trata-se de medida histórica de grande repercussão nacional e internacional.

Enviado por: "BINHO Perinotto" bob_binhow@yahoo.com.br   bob_binhow

Sex, 2 de Jan de 2009 2:04 pm

"BINHO Perinotto" - Fábio Riani Costa Perinotto

COMISSÃO NACIONAL dos PONTOS DE CULTURA -
Gt de JUVENTUDE
COMISSÃO ESTADUAL PAULISTA dos PONTOS DE CULTURA

(019) 97750972  bob_binhow@yahoo.com.br
8poesias.blogspot.com
www.clicfolio.com/8poesias
 
Caros

Abrimos um chamamento para formar uma banco de candidatos
interessados em trabalhar no Programa.
 
O cadastramento de currículos será na primeira semana de janeiro (de 5 a 9).

O texto do chamamento, com as orientações para o envio do currículo,
pode ser acessado pela página inicial de nosso site:
www.fabricasdecultura.sp.gov.br

Veja abaixo

COMUNICADO

O Programa Fábricas de Cultura comunica que, em vista de suas necessidades futuras de contratação, receberá currículos para cadastro de profissionais interessados em sua inclusão no banco de dados, no local e no período abaixo. Os currículos cadastrados no Programa serão considerados, sem caráter de exclusividade, nos processos seletivos a serem realizados, sempre que houver necessidade de contratação de profissionais autônomos e/ou consultores pelo Programa. Esclarece-se que as contratações, quando necessárias, serão por tempo determinado e sem vínculo empregatício. Este cadastramento não gera direitos e nem obrigações desta Secretaria em contratar os interessados.

Os currículos deverão conter a formação e experiência dos candidatos às seguintes funções:

  • 1. Diretores de Cena, para profissionais com experiência em direção artística e/ou encenação de espetáculos de Teatro, Dança, Circo e/ou Música;
  • 2. Consultores Programáticos, nas áreas de Dança, Artes Circenses, Música e Teatro, para profissionais com experiência em concepção e coordenação de trabalhos com jovens e programas de inclusão social;
  • 3. Consultores Temáticos, nas áreas de Dança, Artes Circenses, Música e Teatro, para profissionais com experiência em trabalhos de formação de arte-educadores;
  • 4. Arte-educadores das artes do espetáculo, nas áreas de Dança, Artes Circenses, Teatro e Música (Canto Coral, Instrumentos e Percussão Corporal), com experiência em trabalhos com jovens e programas de inclusão social;
  • 5. Arte-educadores de cultura, para graduados e estudantes dos terceiros e quartos anos dos cursos de Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia, Comunicação e Letras que se interessem por trabalhar com atividades de cultura junto a jovens, preferencialmente com experiência em programas de inclusão social;
  • 6. Agentes Culturais, para graduados em Serviço Social, Psicologia, Pedagogia, Ciências Sociais, História, Geografia e Comunicação, com no mínimo 2 anos de experiência em acompanhamento e articulação de trabalhos com crianças e jovens em programas de inclusão social.

Os currículos deverão apontar, em seu início, qual(is) a(s) função(ões) de interesse e deverão ser enviados pelo correio para: Secretaria de Estado da Cultura / Programa Fábricas de Cultura - Rua Mauá, 51 - 2° andar - CEP 01028-900 - São Paulo/SP, ou por meio do endereço eletrônico: fabricasdecultura@cultura.sp.gov.br, no período de 05 a 09 de janeiro de 2009. A comunicação das etapas do processo seletivo será realizada através do site www.fabricasdecultura.sp.gov.br.


 

Divulguem entre seus amigos e conhecidos.
Bom Ano Novo para todos!

Hugo Malavolta
Coordenador Técnico-cultural
Programa Fábricas de Cultura

Cinema na escola - Orkut

11:30 @ 03/01/2009

Participe da comunidade no orkut – Cinema na Escola:

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=45844492


Desta forma, pretendemos incentivar cada vez mais, a cultura e a
utilização desta poderosa ferramenta de comunicação dentro do
planejamento escolar!

GPEC - GRUPO DE PRODUÇÃO EM EDUCAÇÃO & CULTURA
www.gpeconline.com.br
gpec@gpeconline.com.br

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03/01/2009 - 09:16
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TV

Do morro do Vidigal para elenco de Malhação

Ator já havia atuado em um papel no filme Cidade de Deus

Da Redação

Micael Borges não tinha nem 10 anos quando entrou na fila da criançada das favelas do Rio para um teste com a equipe do filme “Cidade de Deus”. Passou e ganhou o papel de um dos “caixa-baixa”, grupo de garotos que roubam nos morros. Rodou o mundo com a famosa seqüência em que os pequenos tomam um “corretivo” dos traficantes (“Prefere levar um tiro no pé ou na mão?”). Seu personagem acaba assassinado.

Na vida real, Borges, que acaba de fazer 20 anos, também mora no morro - do Vidigal -, mas diz não estar tão perto do tráfico de drogas nem enfrentar a realidade violenta mostrada no premiado longa de Fernando Meirelles. “A gente não anda no meio dos traficantes como as pessoas pensam.”

Tanto que decidiu continuar no bairro agora que inicia a carreira como “galã” da Globo (“eu, galã?!”). Filho de dona-de-casa e eletricista, ele será Luciano, um dos protagonistas da nova temporada de “Malhação”, que estréia no próximo dia 12. Com o salário da Globo e todas as economias que juntou ao longa da vida, acaba de comprar um apartamento no morro do Vidigal.

Foi lá que, aos seis anos, teve acesso ao grupo de teatro Nós do Morro, criado em 1986 e composto por artistas da comunidade. Com a trupe, já encenou diversas peças no Brasil e no exterior. Depois de “Cidade de Deus”, atuou no filme “Irmãos de Fé”, com o padre Marcelo Rossi, e agora fará seu primeiro papel na televisão. Seu personagem é filho de um jangadeiro e luta capoeira -assim como Borges. Ele disputará o amor da mocinha da história, interpretada pela atriz Bianca Bin.

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03/01/2009 - 09:03

Cinema

A onda da ecoasneira

Na refilmagem de O Dia em que a Terra Parou, um alienígena vem dizer que a humanidade está matando o planeta. A ordem, então, é destruir os destruidores

Isabela Boscov

Uma nave espacial em forma de esfera aterrissa no Central Park de Nova York e um alienígena chamado Klaatu sai de seu interior com uma mensagem – que ele se recusa a revelar para este ou aquele chefe de estado apenas: quer falar com todos eles juntos. A exigência é obviamente impraticável, como o saberia qualquer extraterrestre que, como este aqui, diz representar um consórcio de civilizações que de há muito observa a Terra. Da mesma forma que no filme original, de 1951, o protagonista do novo O Dia em que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still, Estados Unidos, 2008), que estreia nesta sexta-feira no país, fugirá então da custódia do governo americano para uma série de contatos imediatos com a espécie inteligente local. Inteligente, mas não muito esperta, na avaliação de Klaatu, já que com sua ganância e brutalidade está prestes a inviabilizar a própria existência. E assim se dá a transformação de Klaatu, de emblema do cinema em pânico do pós-guerra (em 1951, ele vinha avisar sobre a iminência da destruição nuclear) a encarnação robótica – posto interpretado por Keanu Reeves – de Al Gore: sem nenhuma originalidade, o alienígena veio informar que a humanidade está matando a Terra. E, para compensar o atraso do recado, traz também uma ameaça. Conforme esclarece a Helen Benson (Jennifer Connelly), a bióloga que o auxilia em sua fuga, sua missão agora é destruir os destruidores, já que os planetas com capacidade para abrigar vida inteligente são poucos e é preciso protegê-los. Ainda que, numa pegadinha não muito bem resolvida, para tanto seja necessário exterminar precisamente aquilo que os torna tão valiosos.

Dirigido por Robert Wise, um exímio artesão da velha Hollywood (são dele também A Noviça Rebelde e outra ficção científica exemplar, O Enigma de Andrômeda), o primeiro O Dia em que a Terra Parou sobrevive muito bem como clássico B em razão do estilo discreto, quase jornalístico, com que acompanha a imersão de Klaatu entre os humanos – e, não menos importante, pela destreza com que Wise capitalizou dados sociais genuínos, como o pavor da aniquilação súbita em que se vivia durante a Guerra Fria e a ingenuidade com que se imaginava ser possível desarmar essa ameaça. Não é culpa do diretor Scott Derrickson que essas circunstâncias não mais vigorem, ou que o roteiro tenha aquele cheiro inconfundível de coisa aprovada por comitê. Justiça seja feita, Derrickson – do modesto e bem urdido O Exorcismo de Emily Rose – briga, cena a cena, para imprimir atmosfera e emoção a essa espécie de versão xiita, e com efeitos especiais caros, de Uma Verdade Inconveniente, o documentário ecológico de Al Gore. Mas há pouco que mesmo um cineasta esforçado possa fazer com uma historieta em que bastam uma gravação de Bach e o apego da cientista ao seu enteado (Jaden Smith, filho de Will Smith) para que o alienígena revise seus planos: a humanidade é violenta, mas cria! e ama!, é o argumento canhestro que o filme tem a propor.

Se o ridículo é inevitável, então o melhor é abraçá-lo. Na série que está por vir de filmes dedicados a explorar o pânico ecológico, nenhum desperta mais esperança do que 2012, de Roland Emmerich, o autor do muito bobo e muitíssimo divertido O Dia Depois de Amanhã, em que os americanos tinham de resistir a uma nova era do gelo migrando para o México ou enfrentando lobos em Nova York. No trailer de 2012, um monge budista corre para o pico de uma montanha para soar um gongo em alerta de uma catástrofe – tarde demais: ondas gigantes já estão varrendo o Himalaia. Isso, sim, é asneira que se pode levar a sério.

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03/01/2009 - 08:54

Música

Melhor do centenário

Em 2008, Elton Medeiros, parceiro e amigo de Cartola, foi o grande nome dos discos lançados para comemorar os cem anos do criador de As Rosas Não Falam

Luiz Fernando Vianna


Ao se tornarem clássicos, compositores passam a ser gravados por deuses e, sobretudo, diabos. Quanto mais próximo o intérprete for do universo do autor, melhor ele tende a ser.

Em 2008, Elton Medeiros, parceiro e amigo de Cartola, foi o grande nome dos discos lançados para comemorar o centenário do criador de As Rosas Não Falam. O CD que divide com a cantora Márcia foi gravado ao vivo em 1998 e ressurge ainda mais atemporal.

Com produção de J. C. Botezelli, o Pelão, responsável pelos dois primeiros discos solo de Cartola nos anos 70, e inspirados arranjos de Théo de Barros, o CD se torna perfeito graças ao conhecimento de causa de Medeiros. A leveza valseada em Divina Dama, os vibratos em Peito Vazio, a emissão desconsolada em Acontece, a divisão cheia de quebras em Amor Proibido são exemplos de uma aula de cantar samba.

Já Márcia tem um estilo mais empostado, de cantora da noite, traduzido muitas vezes como “de fossa”. Em Autonomia e O Mundo é um Moinho, cabe bem. A dupla termina em tom maior com Alegria e O Sol Nascerá - a mais célebre parceria Cartola/Elton.

Boletim - Portal Viva Música!

14:59 @ 06/01/2009

sica!

 para mim
mostrar detalhes 14:36 (21 minutos atrás)
Responder

Amantes da música clássica espalhados pelo Brasil podem adquirir com mais facilidade ingressos para a rica vida musical paulistana.

Leia em VIVAMÚSICA! a notícia completa sobre as bilheterias da Sala São Paulo (foto) e do Theatro Municipal, agora on-line.

O site traz ainda destaques de lançamentos de CDs e livros, além da relação de eventos clássicos programados para as próximas semanas no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Acesse diretamente nosso site clicando na logomarca VIVAMUSICA! acima.
VivaMúsica! © 2005. Todos os direitos reservados.
 



Fundação de Cultura abre edital de R$ 1 milhão para projetos culturais [MS]

cliping DUO

Publicado no Diário Oficial do Estado de 29 de dezembro passado o edital do Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul (FIC/MS), que nesta edição vai disponibilizar R$ 1 milhão para a execução de projetos culturais.

As propostas devem contemplar as áreas de artes cênicas, artes visuais, audiovisual, artesanato, biblioteca, estudo e pesquisa, folclore e manifestações populares, formação, literatura, museus, música, patrimônio cultural, entre outras. As inscrições devem ser feitas no período de 02 de janeiro de 2009 a 16 de fevereiro de 2009.

O objetivo do FIC é contemplar a produção cultural sul-mato-grossense em suas mais diversas manifestações, priorizando a circulação de bens culturais por todas as regiões do Estado, como forma de ampliar o acesso do público e, sobretudo estimular a formação de novas platéias, tomando por referência a Lei nº. 2.726, de 03 de dezembro de 2003, que dispõe sobre as diretrizes da Política Cultural para o Estado de Mato Grosso do Sul.

Os interessados podem ter acesso ao documento através do endereço http://ww1.imprensaoficial.ms.gov.br/pdf/DO7369_29_12_2008.pdf ou na Gerência do FIC da Fundação De Cultura de Mato Grosso do Sul, à Av. Fernando Correa da Costa, 559 – 6º andar – Centro - Memorial da Cultura e da Cidadania, na Capital, fone 3316 9320, das 7h30 às 17h30, nos dias úteis.
http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=141200





Queridos amigos e alunos.

Primeiramente Feliz 2009 para todos!!!
Muita saúde, paz e Harmonia.

Gostaria de informar que estarei dando aulas no Curso de Verão de Brasília.
As matrículas já estão abertas pelo site:
http://www.emb.com.br/
Por favor divulguem para os colegas músicos.
E quem for participar e quiser maiores informações por favor entre em contato comigo: mingoelias@gmail.com
Um grande abraço.
Domingos Elias
AS MATRÍCULAS JÁ ESTÃO ABERTAS
31º Curso Internacional de Verão
De Brasília
14 de janeiro a 31de janeiro de 2009
http://www.emb.com.br

Esta mensagem foi enviada por Domingos Elias.


Bom dia Rose, Feliz Ano Novo para você!!

 

Estamos iniciando o ano de 2009 e no próximo domingo estaremos realizando o primeiro recital do Conjunto Retratos que será em Homenagem a Alfredo da Rocha Viana Filho, o grande Pixinguinha, figura ímpar da música brasileira.

 

Trata-se da 27ª edição do projeto Choro na Manhã, que é realizado mensalmente no Centro Cultural do Jabaquara.

 

Caso tenha disponibilidade, venha prestigiar o recital e se possível, encaminhe este e-mail aos amigos que apreciam música brasileira.

 

Projeto Choro na Manhã – 27ª Edição

Conjunto Retratos homenageia Pixinguinha

 

Dia 11 de Janeiro às 11:00hs da Manhã

Centro Cultural do Jabaquara

Rua Arsênio Tavolieri 45 – Vila Oriental – Jabaquara

Telefone: (11) 5011-2421

 

Muito obrigado e tenha um bom dia!


Alex Mendes

www.conjuntoretratos.com.br

 

 

Olá sócios cooperados,

 

No início de 2009 a Cooperativa Cultural Brasileira irá realizar uma série de encontros, preparativos para nossa Assembléia Ordinária que acontecerá em março,  para discutir os seguintes temas:

 

Discussão do planejamento estratégico e os caminhos da sua cooperativa em 2009 e também as mudanças de pagamento e possibilidades de trabalho nos Contratos com a Associação dos Amigos do Projeto Guri e Assaoc- Associação dos Amigos das Oficinas culturais do Estado de São Paulo.

 

As primeiras cidades que irão participar deste encontro são: São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Bauru. (Veja abaixo o dia, horário e local).

 

Por causa da importância dos temas citados acima, a CCB será representada pela presidente Marilia de Lima. E pedimos que em cada cidade seja escolhido pelo menos um representante para participar do encontro. Nossa união é que fará a força e fortalecidos faremos da nossa empresa um grande sucesso.

 

E sempre importante ressaltar: que você cooperado é o dono da Cooperativa Cultural Brasileira, e quanto maior for o seu interesse e participação nas assembléias, encontros, eventos, etc, mais produtivo será o relacionamento com a sua Cooperativa, desta forma todos ganham, pois o cooperativismo só existe quando todos participam. Não deixe que poucos decidam por você, participe.

 

2009 é nosso!!!

 

Saudações cooperativistas!!

 

Datas do encontro:

 

12/01/09 Segunda-feira

São José do Rio Preto

Local: Casa de Cultura, sem nº

Fica em frente da Av. Brigadeiro Faria Lima, próx. Do Hospital de base.

Horário: 14hs

 

13/01/09 Terça-feira

Presidente Prudente

Local: Zeca Casa de Cultura – R. Paulo Marques, 600 – Jardim Paulista

Horário: 14hs

 

14/01/09 Quarta-feira

Bauru

Local: Centro Cultural – Auditório

Av. Nações Unidas, 8-9 – Centro

(5 quadras da rodoviária)

Horário: 14hs

 

Atenciosamente,

Cooperativa Cultural Brasileira

Marília Lima

OSUSP - ASSINATURAS 2009

19:20 @ 08/01/2009

Prezados Ouvintes!

 

É com prazer que anunciamos que as Assinaturas para Temporada 2009 da OSUSP terá início em  26 de janeiro. E com ela, algumas novidades: o preço da assinatura caiu até 30%, concerto aos domingos e terças-feiras, funcionários da USP conquistaram 50% de desconto.

Grandes compositores abrilhantarão nossas noites, tais como Mozart, Villa-Lobos, Mendelssohn, Beethoven e Haydn.

Faça parte desta magia!

PREÇOS (ANUAL): 9 concertos

Balcão Mezanino: R$ 350,00

Camarote Mezanino: R$ 300,00

Platéia Central: R$ 230,00

Platéia Elevada: R$ 170,00

Camarote Superior: R$ 100,00

Balcão Superior: R$ 60,00

Coro não disponível

PREÇOS (1º semestre): 4 concertos

Balcão Mezanino: R$ 170,00

Camarote Mezanino: R$ 150,00

Platéia Central: R$ 120,00

Platéia Elevada: R$ 90,00

Camarote Superior: R$ 60,00

Balcão Superior: R$ 35,00

PREÇOS (2º semestre): 5 concertos

Balcão Mezanino: R$ 210,00

Camarote Mezanino: R$ 180,00

Platéia Central: R$ 145,00

Platéia Elevada: R$ 110,00

Camarote Superior: R$ 75,00

Balcão Superior: R$ 45,00

 

v             para compra por fax: depósito no Banco Nossa Caixa S/A,
agência 0864-8, conta corrente 13.000468-1, CNPJ 63.025.530/0001-04, em nome de Universidade de São Paulo – Pró Reitoria de Cultura e Extensão Universitária. A Assinatura será efetivada após a transmissão do comprovante por fax ou por e-mail e confirmação por telefone por parte do assinante.

 


v             para compra na Secretaria da OSUSP, na Rua do Anfiteatro 109, Cidade Universitária: dinheiro ou cheque nominal à Reitoria da USP ( o pagamento poderá ser feito em até duas vezes, um no ato da compra e o outro para 30 dias). Não aceitamos cartões de crédito ou débito.

Obs.1: Funcionários da Universidade de São Paulo, estudantes, professores, aposentados e pessoas com idade acima de 60 anos têm 50% de desconto, mediante apresentação de documentação que comprove o benefício no ato da compra.

Obs.2: Os descontos NÃO são cumulativos.

 

OSUSP - Orquestra Sinfônica da USP

tel.: 11-3091-3000/2392

http://territorio.terra.com.br/boletins/boletim_tdm.htm
Boletim Território da Música - 07/01/2009 cancelar  |  outros boletins
destaques
Retrospectiva Rock - Os fatos que marcaram o mundo do Rock n’ Roll neste ano que passou.
Retrospectiva Pop - O mundo da música pop foi recheado de acontecimentos neste ano que passou.
Ludacris: Theater of the Mind - Novo álbum do rapper e ator é influenciado pelo cinema mas traz a mesma pegada gangsta de sempre.
Karmakanic: Who's The Boss In The Factory - Álbum traz rock progressivo com canções longas, sinfônicas e épicas.
Melhores de 2008
Uma lista com os melhores álbuns do ano, escolhidos pela nossa redação.
Álbuns comentados
Tom Jones, Fall Out Boy, Scott Weiland, Kanye West, Fireman, Marcelo D2, Beyoncé.
veja também
  • iTunes abre mão do preço fixo e vende músicas sem DRM.
  • Musical do Homem-Aranha composto por Bono e The Edge deve estrear este ano.
  • Divulgado repertório do novo álbum do rapper 50 Cent.
  • Bruce Springsteen libera música nova no Guitar Hero.
  • Heaven and Hell no Brasil: divulgadas datas e locais dos shows.
  • Inventor da guitarra Fender receberá prêmio especial no Grammy 2009.
  • Membro fundador do Kraftwerk anuncia saída do grupo.
  • Foals libera trecho de novas músicas na internet.
  • agenda
  • Blaze Bayley: em turnê pelo Brasil.
  • Elton John e James Blunt (17/01 em SP e 19/01 no RJ)
  • Cultura Electro (de 10 a 31/01/2009 - São Paulo/SP)
  • Zé Geraldo (10 e 11/01/2009 - São Paulo/SP)
  • Earth Crisis (11/01/2009 - São Paulo/SP)
  • Dê a sua opinião no
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    Pesquise sobre
    seu artista preferido
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    08/01/2009 - 11:00

    Cultura e Lazer

    Seguem abertas inscrições para oficinas do Grandes Espetáculos

    Realizadas pela Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe), as oficinas são direcionadas por profissionais premiados e experientes na área

    Da Redação

    As inscrições para as quatro oficinas de teatro, das quais três destinadas a profissionais e uma para iniciantes, seguem abertas e podem ser realizadas no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão no Estado de Pernambuco (Sated/PE), na Casa da Cultura. A programação de cursos de curta duração integra o 15º Janeiro de Grandes Espetáculos, que acontece de 14 a 31 de janeiro.

    Realizadas pela Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe), as oficinas são direcionadas por profissionais premiados e experientes na área como Antonio Guedes (Teatro do Pequeno Gesto/RJ), responsável pela oficina Sobre os limites da representação teatral; Anderson Aníbal (Cia. Clara de Teatro/MG), que dará o curso Oficina de atores; Luís Alberto Alonso (Coletivo Oco Teatro Laboratório/Cuba/BA), incubido das aulas Tecendo partituras; e José Pimentel (PE), que abordará Iniciação à interpretação. Confira as opções de oficinas:

    Sobre os limites da representação teatral

    Com Antonio Guedes (Teatro do Pequeno Gesto/RJ)

    De 16 a 20, das 15 às 18h, na sala de ensaio do Teatro de Santa Isabel. Processo de seleção: enviar carta de intenção e currículo com contatos por telefone e e-mail – para oficinaantonioguedes@terra.com.br. Os quinze selecionados poderão efetivar a inscrição no Sated/PE até o dia 14, no valor de R$ 30. Público alvo: atores profissionais ou estudantes de teatro.

    Oficina de atores – Cia. Clara de Teatro

    Com Anderson Aníbal (Cia. Clara de Teatro/MG)

    De 14 a 18 e de 19 a 23 (para apenas oito selecionados da fase inicial), das 14h às 18h, no Teatro Armazém. Processo de seleção: enviar currículo com contatos por telefone e e-mail para oficinaciaclara@terra.com.br. Os 20 selecionados para a primeira fase poderão efetivar a inscrição no Sated/PE até o dia 12, no valor de R$ 30. Público alvo: atores e atrizes, profissionais e estudantes de Artes Cênicas.

    Tecendo partituras

    Com Luís Alberto Alonso (Coletivo Oco Teatro Laboratório/Cuba/BA)

    De 22 a 25, das 14 às 17h, na sala de ensaio do Teatro de Santa Isabel. Processo de Seleção: enviar currículo com contatos por telefone e e-mail para oficinaluisalonso@terra.com.br. Os 20 selecionados poderão efetivar a inscrição no Sated/PE até o dia 20, no valor de R$ 30, e providenciar um bastão e um pano com 2m de comprimento e 50cm de largura para as aulas. Valor: R$ 30. Público alvo: atores profissionais.

    Iniciação à interpretação

    Com José Pimentel (PE)

    De 19 a 23 e de 26 a 30, das 14 às 17h, no Teatro do Parque, (no último dia, às 18h, no Teatro Armazém, com entrada franca - apresentação da conclusão do curso). Valor: R$ 30. Inscrição: SATED/Casa da Cultura. Nº de vagas: 30. Público alvo: atores iniciantes.

    Serviço


    Sated/PE
    Tel. (81) 3424.3133




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    08/01/2009 - 15:45

    Cultura e Lazer

    Abertas inscrições para oficinas de cultura digital no Recife

    Seis oficinas serão oferecidas durante o 1º Encontro de Conhecimentos Livres de 2009

    Jornal iTEIA


    O Centro de Desenvolvimento em Tecnologias Livres (CDTL), Pontão de Cultura Digital de Pernambuco, começa pelo Recife, cidade onde está sediado, a primeira atividade de formação do projeto, dentre as nove programadas para acontecer até maio deste ano no Nordeste. De 12 a 18 de janeiro acontece na Casa da Cultura o Encontro de Conhecimentos Livres (ECL), evento que combina oficinas voltadas para a produção multimídia com softwares e hardwares de código-aberto com mostra de cultura livre e digital.

    Ao longo da semana serão ministrados seis minicursos: Áudio, Vídeo, Metareciclagem, Introdução à Programação com Python, Artesanato Digital e Fotonovela. Essas oficinas, cujo público-alvo são os Pontos de Cultura, buscam unir conceitos libertários de aprendizado, à criação artística e padrões tecnológicos, visando a formação de multiplicadores.


    Em Pernambuco, as oficinas de Áudio e Vídeo serão realizadas em parceria com a TV Brasil, visando criação de conteúdo para o programa Ponto Brasil (www.pontobrasil.org.br). Para conduzir os trabalhos audiovisuais de seis temáticas, que serão transformadas em programates de até cinco minutos, foram convidados os Pontos de Cultura Coco de Umbigada, Cinema de Animação, Ação Cultural e Negras Raízes, que começaram a se reunir em dezembro de 2008.

    De segunda (12) a sexta-feira (16), das 9h às 12h e das 13h às 17h, a oficina de Metareciclagem acontece na Casa da Cultura. Aqueles que se integrarem no tema aprenderão mais sobre reapropriação de tecnologia com foco na transformação social. Ministradas pelo oficineiro do CDTL, Fábio Moura, as aulas passarão pelo reconhecimento dos componentes de um computador, reaproveitamento de equipamentos descartados e instalação de software livre. Além da formatação de novas máquinas, a oficina ainda propõe o uso das peças de maquinário como matéria-prima para criação de esculturas, bijouterias, moda, objetos de decoração, entre outros.

    Ainda na Casa da Cultura, também de 12 a 16 de janeiro, das 9h às 12h e das 13h às 17h, a oficina de Fotonovela, será conduzida pelas integrantes do coletivo recifense Mané a Troá, Adrianna Figueiredo, Maria Simonetti e Ioanna Papou, misturando crítica social, humor e ficção. Além de aprender sobre esta linguagem, os participantes também ficarão sabendo sobre funcionalidades dos softwares livres para diagramação gráfica Inkscape e GIMP. Os lambe-lambes, resultado das aulas, serão colados no dia 17 e ficarão em exibição na Torre Malakoff.

    A oficina de Introdução à Programação com Python será realizada no Ponto de Cultura De Antena Ligada (CAIS do Parto), em Olinda, entre 12 e 16 de janeiro, das 9h às 12h e das 13h às 16h. Propondo um desafio para a área cultural, o conteúdo envolve desde conceitos básicos de algoritmos e estruturas de dados (listas, pilas, filas bem como árvores de busca binária), até noções da linguagem de programação Python (tipos de dados, estruturas condicionais, classes, métodos e exceções). De acordo com o programador e oficineiro Thiago Moreira, o principal objetivo destas oficinas é "oferecer possibilidades para que o usuário possa tirar o máximo proveito dos recursos midiáticos e equipamentos, usando programação de uma maneira simples e direta".

    Integra ainda a programação do Encontro de Conhecimentos Livres de Pernambuco a oficina de Artensanato Digital, que será apresentada no dia 17 de janeiro, das 14h às 17h, na Casa da Cultura, por Ricardo Brazileiro, militante e estudioso da área de Educação e Tecnologia com ênfase em Tecnologias Livres e Metodologias de Aprendizagens Colaborativas. A idéia é utilizar as plataformas Processing (http://processing.org), Pure Data (http://puredata.info), GIMP (http://gimp.org), Inkscape (http://inkscape.org) e Arduino (http://arduino.cc) para prototipar soluções de arte interativa e computação gráfica, criando samples de som e imagens, animações, performances, jogos, ambientes interativos, instalações, enquanto se aprofundam nos fundamentos da programação.

    Além da parte de formação, também haverá o momento voltado para a sustentabilidade dos grupos culturais, foco da diretriz de Geração de Renda do CDTL. Nos dias 12, 14 e 16, das 14h às 18h, na Casa da Cultura, serão mapeados os produtos e serviços oferecidos pelos coletivos, instituições ou indivíduos participantes do ECL. Segundo Pedro Jatobá, coordenador de Geração de Renda do Pontão de Cultura Digital de Pernambuco, a idéia é "mapear o que os pontos produzem, quais conhecimentos e equipamentos podem oferecer", com o objetivo de criar uma rede de divulgação e consumo daquilo que é produzido na área cultural.

    O encerramento do Encontro de Conhecimentos Livres será realizado na Torre Malakoff, no domingo 18 de janeiro, das 15h às 20h, com a mostra L.I.BR.E.S., onde serão exibidos os produtos de cada oficina, bem como outros produtos audiovisuais, metareciclados e criados em, com ou a partir de tecnologias livres.

    As inscrições para as oficinas, que têm 10 vagas cada, podem ser feitas solicitando a ficha de inscrição pelo e-mail contato@tecnologiaslivres.org. Lembrando que 5 vagas são reservadas para os Pontos de Cultura. Dúvidas e outras informações: (81) 3423-4580 ou www.tecnologiaslivres.org.

    O Encontro de Conhecimentos Livres de Pernambuco é uma realização do Centro de Desenvolvimento em Tecnologias Livres, através de parceria com o Ministério da Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), TV Brasil, Casa Brasil, Estúdio Livre, Recife Plaza Hotel e Coletivo Mané à Troi.


    Contatos:

    Felipe Machado (Coordenador de Desenvolvimento do CDTL) - (81) 9166-5863;

    Thiago Moreira (Introdução à Programação com Python) - (81) 9238-1590;

    Adrianna Figueiredo (Fotonovela - Coletivo Mané a Troá) - (81) 9977-8621;

    Ricardo Brazileiro (Artesanato Digital) - (81) 9665-8778;

    Fábio Moura (Metareciclagem) - (81) 8681-7576;

    Léo Guedes (Áudio) - (81) 8801-6155;

    Éthel Oliveira (Vídeo) - (81) 8773-2939;

    Museu da História do Estado de São Paulo - pesquisa históri

    Enviado por: "Estação História" estacaohistoria@uol.com.br   marsulo2005

    Sex, 9 de Jan de 2009 8:59 am

    Aos amigos professores, doutores e demais interlocutores com a área do
    patrimônio, da história e da cultura:

    Nós da Estação História Cultura e Patrimônio estaremos participando – dentre outras empresas da área - da “carta convite 001/2008” para a Implantação do Museu da História do Estado de São Paulo-MHESP. Em convênio com a Secretaria de Estado da Cultura, fomos convidados pela Fundação Energia e Saneamento do Estado de São Paulo, a encaminhar uma proposta de trabalho com a formação de uma equipe interdisciplinar que venha a compor o quadro de historiadores e pesquisadores. Esta equipe será encarregada de proceder as pesquisas e demais coleta de informações – em no máximo seis meses, sob nossa supervisão. Para tanto necessário se faz localizar e convidar àqueles que tiverem interesse em fazer parte deste quadro, para atender aos seguintes
    temas básicos de pesquisa:

    1- A terra. Descrição do espaço físico em que se assenta o estado, como
    subsídio para a construção de cenários/maquetes

    2- Regiões. O Tietê, rio da integração paulista. A conquista do oeste.
    O Vale do Paraíba. O litoral, do esquecimento a sedução da praia. O Sul

    3- Os primitivos habitantes. Os índios que habitavam o espaço que viria
    a se tornar SP.

    4- Os caminhos primitivos: as trilhas da serra do mar e os peabirus

    5- Os jesuítas. As primeiras povoações e os aldeamentos

    6- Era bandeirista. A expansão paulista. Rota das principais bandeiras.
    O que era uma bandeira, sua composição. Quem eram os bandeirantes. A vida do
    bandeirante, a comida, a roupa, a casa, a língua.

    7- As monções. Rotas, tipos humanos, hábitos, etc.

    8- O tropeirismo. Rotas, tipos humanos, hábitos, etc.

    9- A agricultura paulista antes do café. Do trigo a cana de açúcar

    10- O café. Do Vale do Paraíba à expansão para o oeste. As cidades
    surgidas em seu rastro. Como era uma fazenda de café típica. A planta, o
    beneficiamento, estocagem. A mão-de-obra do café. Os barões do café. Os
    comissários. Os mercados

    11- A estrada de ferro. Tudo. Da inglesa e sua vitória sobre a serra do
    mar ao sucateamento da rede que outrora cobria o estado

    12- Os imigrantes. De onde vieram, para onde foram

    13- A indústria. Da fabriqueta do major Diogo à Embraer. Sua origem na
    capital e no cinturão que a envolve-expansão pelo interior. As
    especializações, conforme a região

    14- O panorama agrícola e fundiário da SP de hoje. O café, a cana de
    açúcar, o agronegócio, os conflitos de terra. A mão-de-obra do campo.

    15- A língua paulista. A língua geral, o sotaque caipira, a língua dos
    bacharéis e do rádio, a influência dos imigrantes

    16- O governo e a política. Os donatários e os capitães-gerais, os
    presidentes da província, os governadores: os modos de mandar. As casas de
    câmara e cadeia. Os modos de votar, dos pelouros à urna eletrônica.

    17- A expansão urbana.

    Se você estiver interessado ou conhecer profissionais que tenham as
    expertises necessárias aos assuntos correlatos acima, pedimos a gentileza de encaminharem seus currículos - via e-mail – para que possamos analisar e apresentar nossa proposta de remuneração.

    Agradecemos pela oportunidade e certos de que trabalhos em parceria são essencialmente necessários para este tipo de empreendimento

    Marcos Marsulo

    Historiador e Consultor em Cultura

    contato@estacaohistoria.com.br

    Cartaz.jpg

     

    Ass e-mail

    Foi anunciada a programação do Festival Amazonas de Ópera, em abril.

    O evento dirigido por Luiz Fernando Malheiro em Manaus (no Theatro Amazonas estampado na foto ao lado) estará em linha com o Ano Brasil na França e dedicará toda sua programação aos franceses.

    Leia a notícia completa no site VIVAMÚSICA!, que também traz notícia sobre a programação de música clássica na TV Brasil e na TV Cultura de São Paulo.

    Acesse o site clicando na logomarca VIVAMÚSICA! acima.


    Sex, 9 de Jan de 2009 9:00 pm

    Geleira Job Coca Cola-seleção de elenco-futebol-asiáticos e europeus - Urgente.
    Segue um pouco de referência para o casting:
    O vídeo abaixo do You Tube mostra um grande número de diferentes tipos de meta celebrações. Nós estamos buscando para este filme ótimos jogadores e alguns acrobatas e dançarinos para alguns dos truques em vez de jogadores de futebol.

    http://www.youtube.com/watch?v=R_IgcIx5Cf0&feature=related

    Informações do filme:
    Produtora de Cinema no Brasil: Film Planet
    Teste de Vt: São Paulo-SP-Com data, hora e local determinado pela equipe de casting mediante pré seleção da produtora de elenco
    Filmagens: Rio de Janeiro- entre os dias 22 de Janeiro de 2009 `a 28 Janeiro de 2009
    02 dias de ensaio
    02 dias de filmagens
    Veiculação: 12 meses Mundial
    cachê : informação será divulgada aos pré selecionados para o teste.

    Elenco `a ser Selecionado:

    Casting Universal-todas as idades com foco em adolescentes e jovens
    Excelêntes jogadores de futebol que saibam fazer acrobacias na hora de comemorar um gol.

    Etnias: ASIÁTICOS E EUROPEUS DO NORTE (ALEMANHA, IRLANDA...)

    IMPORTANTE:
    -enviar material fotográfico por e-mail ( máximo 1MB e terminação .jpg) e dados pessoais: idade, telefones de contato, nacionalidade, descendência, há quanto tempo joga futebol e se joga profissionalmente ou não; se sabe fazer acrobacias e se está disponível nas datas de ensaio e filmagens informadas acima.

    e-mail para envio das informações e fotos: soatores.pesquisa@gmail.com
    -data limite para entrega do material para pré-seleção: dia 11 de Janeiro de 2009
    -Os pré- selecionados serão agendados para um teste de VT com local e horário marcado pela equipe de produção e deverão comparecer ao local vestindo adequadamente uniforme de futebol.
    -Próxima etapa será a edição do diretor e os escolhidos deverão comparecer para um novo teste que poderá acontecer no Rio de Janeiro com data e hora agendada pela equipe de casting (todos os gastos com viagens e despesas com alimentação serão de responsabilidade da produção).

    Aguardo retorno.
    bjs Ana Paula Nero



    BM&A Notícias - 12 de janeiro de 2008

    Edição 01/2009

    Nesta edição:
    Mais uma ação do convênio entre OEM e BM&A - coquetel no MIDEM 2009
    BM&A na Alemanha
    Novo integrante na BM&A
    BM&A em 2008


    > MIDEM - No MIDEM 2009, mais uma ação do convênio entre OEM e BM&A
    O projeto Música do Brasil, realizado pela BM&A e pela Apex-Brasil, organizará novamente o estande brasileiro no MIDEM. Neste ano, a OEM (Oficina de Exportación de la Música), do governo de Buenos Aires, promoverá um coquetel na feira no dia 19/01 (2a feira às 16h30 do horário local) e o Brasil é o convidado especial, representado pela BM&A. Essa é mais uma ação integrante do convênio entre BM&A e OEM. O MIDEM acontece entre os dias 18 e 21 de Janeiro em Cannes, França.

    > BM&A na Alemanha
    Michel Nicolau, Relações Institucionais da BM&A, está agora residindo na Alemanha e será o representante da BM&A na Europa. Lá vai procurar contatos e oportunidades para a exportação da música brasileira na região. A intenção é a partir de Março criar uma base em Berlim, com foco inicial de ações na Alemanha para depois ampliá-las para toda a Europa. Aguarde mais informações em Abril.

    > Novo integrante na BM&A
    A BM&A conta com mais um integrante em sua equipe: Rafael Fernandes. Trabalhando diretamente com o gerente David McLoughlin, fará o acompanhamento e follow-up do projeto Comprador e Imagem, bem como a divulgação das atividades da Brasil Música e Artes pelo país, para que mais artistas possam ser beneficiados e as ações dêem ainda mais resultados. Contato: rafael@bma.org.br

    > BM&A em 2008
    Apesar de saber que há muito a melhorar, a BM&A considerou 2008 um ano extremamente produtivo. Resumo das realizações:

    >>>feiras:
    A BM&A mais uma vez teve participação ativa nas principais feiras mundiais de música. Além das atividades detalhadas a seguir, a participação da BM&A em tais feiras contou com reuniões institucionais e de negócios em prol dos associados não presentes e ampliação da rede de contatos com empresários, associoações, gravadoras, produtores, empresas de entretenimento, etc. Outros destaques:

    - MIDEM (França) - organização do estande e distribuição de CDs promocionais;
    - WOMEX (Espanha/2008) - organização de estande,
    distribuição de CDs promocionais, realização de reuniões de negócios, 16 empresas participantes e três shows na Noite Brasileira. Realização de coquetéis para promover a música capixaba, brasileira e argentina, numa parceria entre a BM&A, o projeto Música do Espírito Santo e a OEM (Oficina de Exportación de La Música, da Argentina);
    - POPKOMM (Alemanha) -  organização de estande, distribuição de CDs promocionais, 12 empresas participantes, lançamento do Projeto Música do Espírito Santo, uma iniciativa do Instituto Quorum, SEBRAE/ES e SECULT/ES em parceria com a BM&A. O coquetel contou com a presença de representantes dos bureaus da França e da Hungria, da BAFIM (feira de música da Argentina), profissionais da Itália, Bélgica, EUA, Rússia, Taiwan, China e Coréia e produtores e jornalistas da Alemanha, além de Gerald Seligmann, diretor geral da Womex;
    - SOUTH BY SOUTHWEST (EUA) - organização de estande, distribuição de CDs promocionais. Primeiros contatos com imprensa e rádios americanas;
    - London Calling - organização de estande, distribuição de CDs promocionais.

    >>>outras atividades:
    - Consolidação do convênio entre BM&A e OEM (Oficina de Exportación de la Música), do governo de Buenos Aires;
    - Realização de mais um projeto Comprador e Imagem, com mudanças em relação às edições anteriores que proporcionaram maior agilidade e produtividade nas negociações;
    - Lançamento de CD duplo promocional com 37 faixas no total, contemplando artistas de diferentes estilos e regiões do país.

    >>>participantes:
    - Alguns dos artistas beneficiados direta ou indiretamente pelas ações da BM&A: Vanguart, DJ Grace Kelly, Andréia Dias, Mundo Livre S/A, Beatriz Azevedo, Fabiana Cozza, Plêiades, Andréia Dias, Erika Machado, La Pupuña, Luíza Maita, 3naMassa, Gilberto Monteiro, Músicas Intermináveis para Viagem, Sombrero Luminoso, entre outros;
    - Alguns dos profissionais que compareceram a algumas das ações da BM&A: John Bissell (Mothlight Music), Olivier Lacourt (Discograph e do French Export Bureau), Jim Caroll (The Irish Times), Brent Grulke (SXSW, EUA), Mark Gartenberg (MG Limited, EUA), Neil Mowat (Better Days, Reino Unido), Gene de Souza (Rhythm Foundation, EUA), Tracy Mann (publicista, EUA), Jody Gillett (Free Associates, Reino Unido), Alex Robinson (Songlines/Travel Magazines/New York Times, Reino Unido), etc.

    -> Contato
    Para saber mais sobre a BM&A, escreva para duvida@bma.org.br

    -> Mais informações e notícias 
    Para mais informações acesse www.bma.org.br
    Para outras notícias clique aqui

    Amigos e colegas,


       Estou divulgando meu curso "Heitor Villa-Lobos: técnica e poética na sua obra para violão", que será ministrado nos dias 26 e 27 de janeiro, respectivamente segunda e terça, na Universidade Cruzeiro do Sul.

       Serão abordados aspectos técnico-interpretativos na obra de Villa, e aspectos de poética e técnica segundo o conceito revisado por Heidegger. A pertinência desses conceitos para o trabalho do artista e a proposta da Poética como disciplina da produção musical na Universidade serão alguns dos assuntos tratados. Haverá a apresentação de parte da obra para violão de Villa-Lobos.

       Por favor, divulguem e compareçam. A inscrição é gratuita no site:
    http://200.136.79.4/capacitacao_dis/menu_inscri.php

    Um abraço!

    Luciano Cesar Morais
    Violonista e professor.

    Voltamos! Um ótimo ano para todos!!!

    Começamos com o pé direito! Neste fim de semana o Auditório recebe o amigo Hamilton de Holanda e Quinteto, no espetáculo que rodou a Europa em 2008 e encerra turnê aqui, Brasilianos 2. O virtuoso bandolinista traz ainda convidados especiais: Marcos Suzano (dia 16), Carlos Malta (dia 17) e Andre Mehmari (dia 18).
    Na semana que vem os alunos da Escola do Auditório, em sua formação de Orquestra Brasileira, junto com convidados especiais como Fabiana Cozza, Osvaldinho da Cuíca, Edson Montenegro e mais, prestam uma homenagem aos 455 anos de São Paulo.
    E para fechar o mês de janeiro, Carlinhos Antunes traz a Orquestra Mundana para uma viagem musical em ritmos e timbres.

     

    Esperamos por você!

    Abraços,

    Equipe do Auditório Ibirapuera

    Serviço da semana:

    16, 17 e 18 de janeiro
    Sexta e Sábado, 21h. Domingo, 19h
    HAMILTON DE HOLANDA QUINTETO
    “Brasilianos 2”
    Daniel Santiago, André Vasconcellos, Gabriel Grossi e Márcio Bahia
    Convidados especiais: Marcos Suzano (dia 16), Carlos Malta (dia 17) e André Mehmari (dia 18)
    R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)

     

    24 e 25 de janeiro
    Sábado, 21h. Domingo, 19h
    ORQUESTRA BRASILEIRA DA ESCOLA DO AUDITÓRIO
    “Homenagem a São Paulo”
    Convidados: Fabiana Cozza, Osvaldinho da Cuíca, Grupo Samba de Roda de Pirapora e Edson Montenegro
    R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada). Crianças até 14 anos não pagam.

     

    30 e 31 de janeiro. 1 de fevereiro
    Sexta e Sábado, 21h. Domingo, 19h
    CARLINHOS ANTUNES E ORQUESTRA MUNDANA
    Convidados especiais: Adriana Holtz, Luiz Amato, Deborah Nefussi e Simone Soul (todos os dias), Badi Assad (dia 30), Barbatuques e Paulo Betti (dia 31), Mawaca e Zé Pitoco (dia 1)
    R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)

     

     

    Para facilitar a compra de ingressos, temos um serviço especial para você que recebe nossa programação semanalmente: reservas de ingressos, sem taxa de conveniência. Converse com a Marina – reservas@iai.org.br, de segunda a sexta (das 9h às 18h), para mais detalhes.

     

    Ministério da Educação terá R$ 9 bilhões a mais no orçamento 2009

    O MEC (Ministério da Educação) terá em 2009 o maior orçamento de sua história, de R$ 40,5 bilhões, aproximadamente R$ 9 bilhões a mais do que no ano passado. Apesar da grande quantidade de recursos, o órgão tem uma série de desafios pela frente. O MEC precisa manter a complementação da União ao ensino fundamental, por meio do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), ajudar os Estados na renovação e expansão do ensino médio, além de manter a expansão das universidades federais, que duplicaram vagas e abriram novos campi, colocar em funcionamento um sistema de formação de professores e promover a criação de novos centros tecnológicos. 

    Contudo, os valores investidos no ensino básico e na educação superior, com proporção de gastos no sistema de universidades federais e centros tecnológicos em R$ 6,50, para cada R$ 1,00 destinado ao ensino fundamental e médio serão mantidos. Segundo informações do MEC, o dado mais concreto da execução orçamentária deste ano é a complementação ao Fundeb, que atingirá R$ 5,2 bilhões. 

    Com informações do jornal “O Estado de S. Paulo".



    O Departamento de Museus e Centros Culturais do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) está com três editais abertos. O primeiro, “Mais Museus”, recebe propostas até o dia 13 de fevereiro e vai apoiar a implantação de museus em municípios com até 50 mil habitantes. Os projetos devem ter custos de R$ 100,00 a R$ 200,00 mil.

    Outro edital - Modernização de Museus - tem o mesmo prazo para inscrições e visa a oferecer recursos financeiros, também de R$ 100,00 a R$ 200,00 mil, para modernização de unidades museológicas. O último edital se refere ao Prêmio Darcy Ribeiro, que recebe projetos até o dia 27 de fevereiro e vai contemplar práticas relacionadas à ação educativa em museus brasileiros. A premiação é de R$ 15 mil para o primeiro colocado; R$ 10 mil para o segundo e R$ 8 mil para o terceiro colocado. Podem concorrer ao prêmio instituições públicas municipais e de direito privado sem fins lucrativos. Interessados podem solicitar os editais pelo e-mail: demu@iphan.gov.br. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3414-6167. 

    Com informações Gestão C&T



    ciaborellidedança
    KASULO
    ESPAÇO DE CULTURA E ARTE
    DA CIA. BORELLI DE DANÇA
    BOLETIM 01/2009

    A Cia. Borelli de Dança inaugura sua sede neste mês e oferece gratuitamente um ciclo de oficinas.
    Período de inscrição de 08 a 23 de janeiro apenas pela internet

    Período: de 26 de janeiro a 14 de fevereiro (segunda a sábado) das 14h  as 17h.
    Local:
    KASULO ESPAÇO DE CULTURA E ARTE
    DA CIA BORELLI DE DANÇA 
     
    Rua: Souza Lima 300 B, Santa Cecília, São Paulo.

    Objetivos: Propiciar aos participantes uma investigação corporal dentro dos princípios dramatúrgicos desenvolvidos pela Cia. Borelli de Dança, lidando com signos corpóreos e com as possibilidades de traduzir no corpo dualidades em constante conflitos.

    Oficineiros/Orientadores: Elenco da Cia. Borelli de Dança
    Coordenação Geral: Sandro Borelli
    Produção: Dudu Oliveira

    Público Alvo: Profissionais e Estudantes de Dança e/ou Teatro acima de 18 anos com experiência mínima de 03 anos de estudos e/ou atuação profissional.
    Número de vagas: 45 (quarenta e cinco) alunos que estarão divididos em 3 (três) turmas: segunda e quinta/ terça e sexta/ quarta e sábado.

    Critério de Seleção: Será levado em consideração a experiência e envolvimento de cada participante com os elementos técnicos-expressivos da Dança Contemporânea. No primeiro dia de atividade haverá uma seleção para compor as Três Turmas com 15 integrantes cada.

    Haverá uma finalização da Oficina com uma MOSTRA DE EXERCÍCIOS COREOGRÁFICOS com os participantes dessa Oficina, numa apresentação na sede da Cia.

    Essa oficina é parte das atividades do Projeto CANTOS MALDITOS da CIA. BORELLI DE DANÇA, contemplado pelo PROGRAMA MUNICIPAL DE FOMENTO A DANÇA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO/2008.


    A ficha de inscrição poderá ser  adquirida através do blog:
     
    que deverá ser preenchida e encaminhada para:
     

    Olá Amigos!

     

    Abrimos 2009 com uma homenagem aos profissionais da sustentabilidade. Lançamos a Revista Benchmarking, Aprendendo com os detentores das Melhores Práticas, uma publicação especialmente desenvolvida para gestores, empreendedores e lideranças empresariais e públicas com atuação e/ou interesse nos temas socioambientais do momento. Acesso gratuito: www.maisprojetos.com.br/benchbrasil/revista/

     

    Na primeira edição, reunimos o mais avançado pensamento e conhecimento socioambiental da atualidade em entrevistas exclusivas com personalidades atuantes (pioneiros, acadêmicos e artistas), artigos técnicos de especialistas, e preciosas dicas de quem vive a gestão socioambiental na pratica.  

     

    Se o conhecimento é o mais valioso patrimônio de uma pessoa ou organização, na REVISTA BENCHMARKING, compartilhamos este tesouro com os atuais e futuros gestores socioambientais do planeta com domínio da língua portuguesa, já que a Revista é eletrônica e de livre acesso na URL: www.maisprojetos.com.br/benchbrasil/revista/

     

     

    REVISTA BENCHMARKING
    Profissionais da Sustentabilidade

    www.maisprojetos.com.br

    www.benchmarkingbrasil.com.br

    www.socioambientalonline.com.br

    www.institutomais.org



    SHOW DE LANÇAMENTO DIS#1 com LABIRINTO em São Paulo

    Escute uma faixa de cada banda participante da DIS1 em

    www.myspace.com/dis1

     

    Canal Contemporâneo - jan/09

    09:09 @ 17/01/2009

    www.canalcontemporaneo.art.br
    ANO 9 - N. 2 / 16 DE JANEIRO DE 2009

    EDIÇÃO SIMPLIFICADA
    Veja a edição integral online
    Associe-se para recebê-la por emeio

    AGENDA DE EVENTOS


    Coletiva 08 na Mercedes Viegas, Rio de Janeiro


    10/12/2008 a 14/02/2009
    english


    Laura Vinci na Capela do Morumbi, São Paulo

    18/10/2008 a 01/03/2009
    english


    40ª Anual de Arte FAAP no Museu de Arte Brasileira, São Paulo

    30/11/2008 a 01/02/2009
    english


    SALÕES E PRÊMIOS VERBO 2009 na Galeria Vermelho, São Paulo


    Os e-nformes são publicados três vezes por semana: às segundas, quartas e sextas.
    Para receber as edições integrais e ter acesso ao histórico de oito anos de e-nformes, entre em contato para se tornar um associado.

    Boletim Petrobrás - jan/09

    09:12 @ 17/01/2009

     

     

    Olá!

    No dia 2 de fevereiro encerram-se as inscrições para as áreas de Festivais de música, Festivais de cinema, Difusão de filmes de longa-metragem em salas de cinema e Festivais e eventos de artes eletrônicas e cultura digital do Programa Petrobras Cultural - Produção e Difusão. Para tirar suas dúvidas, nesta reta final, acontece no dia 22 de janeiro, quinta-feira, chats sobre estas áreas. Participe e se prepare para fazer sua inscrição!

     

    15h às 16h

    Romildo Nascimento, responsável pelo setor de seleção pública de Audiovisual.

    Assunto: Dúvidas sobre as seleções públicas de Festivais de música, Festivais de cinema, Difusão de filmes de longa-metragem em salas de cinema.

     

    16h às 16h30

    Isabela Paulucci, setor de seleção pública de Música

    Assunto: Dúvidas sobre a seleção pública de Festivais de música.

     

    16h30 às 17h

    Eliane Costa, gerente de Patrocínios da Petrobras

    Assunto: Dúvidas sobre a seleção pública de Festivais e eventos de artes eletrônicas e cultura digital.

     

    Acompanhe aqui o calendário de encerramento das inscrições das demais áreas:

    • 9 de março de 2009 para as demais áreas do Setor Música
    • 10 de março de 2009 para as demais áreas do Setor Audiovisual
    • 11 de março de 2009 para as demais áreas do Setor Artes Cênicas; e
    • 12 de março de 2009, para as demais áreas do Setor Literatura e o Setor Cultura Digital

    Não perca essa chance. Para participar, acesse o site do PPC no momento do chat: www.petrobras.com.br/ppc


    Cine Ceará Itinerante percorre 15 bairros de Fortaleza

    Jornal iTEIA

    A caravana do projeto Cine Ceará Itinerante irá percorrer a partir desta sexta-feira, 16, um total de 15 bairros da periferia de Fortaleza (CE), fazendo a exibição de filmes em curta-metragem.

    As exibições serão gratuitas e realizadas sempre a partir das 19h, em espaços de circulação pública, como praças, escolas e creches municipais, entre outros. A primeira exibição será realizada na Escola Frei Tito de Alencar (Av. Dioguinho, 5927 – Praia do Futuro).

    No sábado (17), a caravana segue para a Praça da Feira Solidária, no Conjunto Palmeiras. No domingo (18), as exibições serão na sede da Associação Santo Dias, no Parque Santa Maria. O circuito do Cine Ceará Itinerante segue até o dia 8 de fevereiro.

    A programação traz a exibição de seis curtas-metragens por bairro. São eles: Filipe (Documentário, Margarita Hernández, 2006, 14 min); Vida Maria (Animação, Márcio Ramos, 2006, 8 min); Câmera Viajante (Documentário, Joe Pimentel, 2007, 19 min); Águas de Romanza (Ficção, Gláucia Soares e Patrícia Baia, 2002,15 min); Odisséia no Sertão (Animação, Josimário Façanha, 2006, 8min); e Calango (Animação, Direção: Ale Camargo, 2007, 8min).

    Serviço:

    • Cine Ceará Itinerante 2009 Exibições de Curtas-Metragens em 15 bairros de Fortaleza Horário: sempre às 19h Sexta-feira – 16/01 – Praia do Futuro (Escola Frei Tito de Alencar, av. Dioguinho, 5927) Sábado – 17/01 – Conjunto Palmeiras (Praça da Feira Solidária) Domingo - 18/01 - Santra Maria (Ong - Santo Dias)

    Cultura e Lazer

    Mostra L.I.BR.E.S agita Torre Malakoff

    Apresentações de áudio, vídeo e fotografia marcam encerramento do Encontro de Conhecimentos Livres do Recife

    Maíra Brandão

    Já diz o ditado: depois da tempestade, vem a bonança. Após uma semana cheia de atividades, com as oficinas de Áudio, Vídeo, Fotonovela, Metareciclagem, Introdução à Programação em Python e Artesanato Digital, o Encontro de Conhecimentos Livres conclui seus trabalhos neste domingo (18), com a Mostra L.I.BR.E.S, na Torre Malakoff, Bairro do Recife. O evento rola das 15h às 20h, propondo uma tarde descontraída, com exibição de vídeos, fotos das oficinas, performance e Vjing, tudo criado com plataformas em código aberto.

    Das 15h às 17h, o desenvolvedor paulista e colaborador do Centro de Desenvolvimento em Tecnologias Livres (CDTL), Renato Fabbri, apresenta o workshop Manipulação de Áudio em Python. Durante a apresentação, Fabbri irá explorar a transformação de ondas de áudio em formas gráficas (plot) e tocará através da placa de som. Será discutida ainda síntese, seqüenciamento temporal de eventos e análise espectral, incluindo transformada de fourier e ondeletas (wavelets), bem como exploração das bibliotecas específicas do Python para comunicação via OSC e para interfaces gráficas.

    Na seqüência, das 17h15 às 18h, o Coletivo Cicuta apresenta a performance É tempo de parar!, misturando música, dança e vídeo na intenção de abordar uma nova conectividade entre homem, máquina e expressões artísticas. Das 18h15 às 19h, mostra de vídeos produzidos pelos Pontos de Cultura durante as oficinas de Cultura Digital no Brasil. E pra fechar a noite, o vídeo-artista inglês, Gabriel “Salsaman” Flinch, faz uma apresentação de Vjing, das 19h às 20h, utilizando o programa LiVES.

    O L.I.BR.E.S também traz a mostra das máquinas montadas nas oficinas de Metareciclagem e a sequência de Fotonovela, criada pelos participantes do curso de Fotonovela, junto com as integrantes do Coletivo Mané a Troá. O L.I.BR.E.S e o Encontro de Conhecimentos Livres são uma realização do Centro de Desenvolvimento em Tecnologias Livres, através de parceria com o Ministério da Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), TV Brasil, Casa Brasil, Estúdio Livre, Recife Plaza Hotel e Coletivo Mané à Troá.


    Serviço:
    L.I.BR.E.S – Encerramento do Encontro de Conhecimentos Livres
    Data: 18 de janeiro, domingo
    Local: Torre Malakoff, Bairro do Recife, Recife - PE
    Horário: das 15h às 20h
    A entrada é gratuita

    Confira abaixo a programação:

    15h às 20h
    Mostra dos produtos das oficinas de Metareciclagem e Fotonovela

    15h às 17h
    Workshop Manipulação de Áudio em Python, com Renato Fabbri (SP)

    17h15 às 18h
    Performance É tempo de parar!, com Coletivo Cicuta (PE)

    18h15 às 19h
    Mostra de vídeos produzidos pelos Pontos de Cultura durante as oficinas de Cultura Digital

    19h às 20h
    Vjing com Salsaman (Inglaterra)

    Informativo CCB - jan/09

    09:15 @ 17/01/2009

     

     

    Olá sócios cooperados,

     

    No início de 2009 a Cooperativa Cultural Brasileira irá realizar uma série de encontros, preparativos para nossa Assembléia Ordinária que acontecerá em março,  para discutir os seguintes temas:

     

    Discussão do planejamento estratégico e os caminhos da sua cooperativa em 2009 e também as mudanças de pagamento e possibilidades de trabalho nos Contratos com a Associação dos Amigos do Projeto Guri e Assaoc- Associação dos Amigos das Oficinas culturais do Estado de São Paulo.

     

    No dia 21 de janeiro de 2009 - Quarta-feira - o encontro irá acontecer na cidade de Tatuí. (Veja abaixo o dia, horário e local).

     

    Por causa da importância dos temas citados acima, a CCB será representada pela presidente Marilia de Lima. E pedimos que em cada cidade seja escolhido pelo menos um representante para participar do encontro. Nossa união é que fará a força e fortalecidos faremos da nossa empresa um grande sucesso.

     

    E sempre importante ressaltar: que você cooperado é o dono da Cooperativa Cultural Brasileira, e quanto maior for o seu interesse e participação nas assembléias, encontros, eventos, etc, mais produtivo será o relacionamento com a sua Cooperativa, desta forma todos ganham, pois o cooperativismo só existe quando todos participam. Não deixe que poucos decidam por você, participe.

     

    2009 é nosso!!!

     

    Saudações cooperativistas!!

     

    Data, horario e local do encontro:

     

    21/01/09 - Quarta-feira

    Cidade: Tatuí

    Local: R. Francisco Pereira Almeida, 303 - Centro

    Fica ao lado do bazar do asilo.

    Horário: 14hs

     

    Atenciosamente,

    Cooperativa Cultural Brasileira




     


    Abertas as incrições para o IX Festival de Inverno de Amparo

     secretaria municipal de Cultura e Turismo de Amparo está recebendo inscrições, no período de 12 de janeiro a 13 de março de 2009, para o IX Festival de Inverno de Amparo. Podem se inscrever artistas e grupos de todo o Brasil, nas seguintes categorias: Música, Dança, Teatro e Oficinas Culturais, Educativas e Literárias. Todas as informações, Edital e Ficha de Inscrição estão disponiveis no site www.amparo.sp.gov.br

    Espaço para novos talentos
    O Festival de 2009, a exemplo dos anos anteriores, também abrirá espaço para os novos talentos. Nos meses que antecedem o Festival será realizado um concurso de pré-seleção.

     

    Rádio Cultura Municipal de Amparo

    Secretaria Municipal de Cultura e Turismo

    Super passeio fotográfico do Preserva SP

    Especial do aniversário de São Paulo

    Atenção! Em homenagem ao aniversário da cidade (dia 25 - domingo),
    a Associação Preserva São Paulo realizará nessa data um super
    passeio fotográfico no Centro. O local de encontro será na
    escadaria da Catedral da Sé, pontualmente às 13 horas.

    Fotógrafos acompanharão o grupo dando dicas de como tirar as
    melhores fotos arquitetônicas. O roteiro previsto é: Parque D.
    Pedro, Praça João Mendes, Viaduto D. Paulina, Rua Maria Paula,
    Praça da Bandeira, início da Av. Nove de Julho e Praça
    Roosevelt (o roteiro poderá ser modificado conforme as
    circunstâncias). A duração máxima do passeio será de 4
    horas, e terminado o percurso, nos deslocaremos até a Cinemateca
    Brasileira para assistir a um documentário sobre a cidade (programa
    opcional).

    O passeio é INTEIRAMENTE GRÁTIS e não é necessária
    inscrição prévia: basta comparecer ao local de encontro
    pontualmente no horário combinado.

    Para que os participantes possam inscrever as fotos tiradas no passeio
    na Jornada Fotográfica do Preserva SP, decidimos prorrogar as
    inscrições para este concurso até o dia 31 de janeiro. Não
    percam essa oportunidade!

       Se  você  é  membro, dirigente ou conhece algum grupo, organização ou
    instituição que promova atividades culturais, esportivas, artísticas
    (música, teatro, pintura, cinema, etc), de lazer, de saúde, de caráter
    social, etc, entre em contato conosco porque buscamos parceiros para novos
    eventos em 2009.
    O Parque da Juventude, local do antigo Carandiru, é um lugar com
    acesso e localização privilegiados, espaços diversos, quadras, público
    diversificado e amplo, uma belíssima área verde, aulas gratuítas e
    regulares de esportes, e utilizamos toda essa infra-estrutura para promover
    atrações, atividades, cultura e cidadania para um número cada vez maior de
    usuários.
    Agradecemos a atenção e aguardamos contatos, idéias e sugestões de
    todos.

    Envie e-mail para:
    parquedajuventude@hotmail.com
    ppavan@sp.gov.br
    fone: 2251-2706

    Olá

    Agora a Cia Sábias Cenas tem um canal no Youtube.

    Veja nosso trabalho através dos seguintes links.

    Vamos adorar compartilhar com vocês.

     

    Regina Pessoa - (11) 9411-6114

    Rubia Konstantyni - (11) 9633-0388

     

    ROUPA NO VARAL, PAIXÃO NO QUINTAL

    Registro Fotográfico

    http://www.youtube.com/watch?v=fnktbjEvlAI&feature=channel

     

     

     Clip 01 do Projeto LEMBRANÇAS E Memórias Cecília Meireles

    http://www.youtube.com/watch?v=INBxO5I1T5o

     

     

     Clip 02 do Projeto LEMBRANÇAS E Memórias Cecília Meireles

    http://www.youtube.com/watch?v=INBxO5I1T5o&feature=channel

             

     

    Cursos - Escola Natasha (SP)

    21:44 @ 19/01/2009

     
    Já estão abertas as matrículas para os cursos de 2009.
    Cursos de Informática mensais de R,00, Eletroeletrônica e Construção Civil mensais de R0,00, Enfermagem e Estética mensais de 150,00. Valores por módulo!!!!
    Garanta já sua vaga!!!!!
    Agende seu vestibulinho pelo site: www.escolanatasha.com.br ou pelo tel.:(11) 2403-5050.

    Endereço.:Av Brigadeiro Faria Lima, 2102 - Cocaia - Guarulhos - SP
    Bruna Caetano
    Relação Escola Empresa
    Escola Natasha Franco Vieira
    bruna@escolanatasha.com.br
    Tel:(11) 2403-5050


    Prezados Senhores


     Meu nome é Guilherme de Morais, sou cravista e aluno do curso de pos-graduação da Unicamp. Gostaria de atraves deste e-mail, apresentar-lhes o trabalho do grupo Oficina Barroca, afim de que eventualmente possamos trabalhar juntos durante o ano 2009. A oficina Barroca é uma pequena orquestra  especializada em música do período barroco, sendo integrada por alunos e ex alunos do Instituto de artes da Unicamp. Nosso princípio é interpretar a música produzida nos séculos XVII e XVIII seguindo os princípios histórico de interpretação encontrados nos tratados antigos que descrevem aspectos importantes da execução musical deste período.Para isso o grupo alem de fazer um intenso trabalho de pesquisa, utiliza em suas execuçoes intrumento originais ou cópias de instrumentos do século XVIII. O grupo, apesar de ser jovem , vem participando de algumas séries de concertos importantes no estado de São Paulo, sendo extremamente bem recebido pelo público das salas por onde vem se apresentando. Segue anexado um realese do grupo com o curriculo de seus integrantes.

    É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.


    http://br.youtube.com/watch?v=unUt3B53xuw
    http://br.youtube.com/watch?v=NHUnOZ4ZW2k

    grato pela atenção

    --
    Guilherme de Morais

    Oboés : Gustavo de Francisco e Alfredo Zine

    Violinos: Alexandre d`Antonio, Afredo Rezende Benjamim Savianni

    Viola : André Costa

    Violoncelo : Lucas Bracher

    Contrabaixo : Walter Valentini

    Cravo : Guilherme de Morais

    Logotipo do veículo Jornal do Commercio - PE
    19/01/2009 - 08:01
     
    Cultura e Lazer

    Mais Cultura tem 2009 para dar resultado

    Até agora, o Ministério da Cultura (MinC) investiu R$ 223 milhões, pouco mais da metade prevista para o primeiro ano do programa, 2008

    Olívia Mindêlo

    O Programa Mais Cultura foi lançado em outubro de 2007 como uma grande esperança para o setor no País, afinal de contas o presidente Lula garantiu um investimento de R$ 4,7 bilhões até 2010 somente para a iniciativa. Desses, R$ 2,2 bilhões de recursos federais e o restante de verbas estaduais e municipais. Até agora, o Ministério da Cultura (MinC) investiu R$ 223 milhões, pouco mais da metade prevista para o primeiro ano do programa, 2008. A largada mais desacelerada tem gerado críticas ao Mais Cultura, que, na prática, teve uma repercussão tímida nesse tempo. Seguindo o conselho do presidente Lula, no discurso do lançamento do programa, a reportagem Jornal do Commercio resolveu cobrar um balanço da iniciativa de quem está perto, ou melhor, à frente da gestão do dinheiro público nessa ação, em Brasília: a pernambucana Silvana Meireles, secretária de Articulação Institucional do MinC e coordenadora executiva do programa desde setembro passado. Leia a entrevista a seguir.

    Jornal do Commercio – Quando o Mais Cultura foi lançado, o então ministro Gilberto Gil definiu o programa como o “Fome Zero do espírito”, porque foi criado para atingir áreas com menor acesso à cultura do País. De que forma o programa tem servido na prática, desde então, de alimento para a alma dos brasileiros?

    Silvana Meireles– O programa está estabelecido em três grandes linhas: Cultura e Cidadania, Cidade Cultural, e Cultura e Renda. Isto é, está pensando a cidadania e o acesso, mas pensando também nas cidades que precisam de infra-estrutura cultural e na necessidade de tirar da informalidade os trabalhadores da cultura, investindo na formação de jovens. De lá para cá, diferentes ações foram desenvolvidas, nos três eixos. A questão do acesso foi a que mais avançou, sobretudo com os Pontos de Cultura, no intuito de incentivar projetos da própria sociedade. O Cultura Viva já existia, mas passou a ser incorporado e ampliado pelo Mais Cultura. Nessa linha, a grande questão foi a relação do Estado com a cultura e a sociedade. Ao invés de o Estado dizer o que deve ser feito, a sociedade apresenta a sua proposta e o governo fica encarregado de implementar. O Estado fomenta, incentivando, portanto, o protagonismo e a autonomia.

    JC – De certa forma, a Lei Rouanet também já recebe projetos da sociedade.

    Silvana – Recebe, mas são só projetos. Um Ponto de Leitura não é um projeto, já existe e vai ser potencializado pelo ministério. É um fomento a uma atividade já desenvolvida. Tanto que os Pontos de Cultura precisam ter no mínimo dois anos de atividade. Diferente do projeto com começo, meio e fim fomentado via Lei Rouanet. A segunda diferença é que a maioria dos proponentes do Mais Cultura está fora da Lei Rouanet, que é uma autorização para captação de recursos com isenção fiscal, uma negociação do proponente com as empresas. E aí os critérios de avaliação são muito diferentes dos critérios do Mais Cultura. Na lei, são os de mercado e os patrocinadores apóiam grandes eventos. Em relação aos Pontos de Cultura, é dinheiro do Fundo Nacional de Cultura. A partir do Mais Cultura, os recursos foram descentralizados, através dos pontos, para 23 Estados e cinco municípios. Foi um salto. Tínhamos 800 Pontos de Cultura e agora são mais de 2 mil.

    JC – Dos R$ 223 milhões gastos pelo Mais Cultura em 2008, R$ 111,2 milhões foram investidos somente em Pontos de Cultura. São de fato a prioridade do programa?

    Silvana – Não, é uma das prioridades. Ao lado deles, tem os Pontos de Leitura, como o caso da palafita-livroteca Os Guardiões no Bode (Recife) e outras similares, selecionados com edital nacinal. Foram selecionadas em 2008 517 iniciativas, de pessoas físicas e jurídicas. Nessa mesma linha de fomento, tem também os Pontinhos de Cultura, espaços de brincar, iniciativas para a infância. Foram aprovados cerca de 200 no País. A ideia é fomentar iniciativas da sociedade civil. O MinC está implementando ainda 661 bibliotecas, através do Mais Cultura, que vão receber o kit, com acervo, mobiliário, telecentro e software de catalogação. Isso envolve negociação com os prefeitos. É um acordo com o gestor do município, que fica responsável pelo espaço e sua manutenção. Outra questão é a modernização das bibliotecas. Em 2008, foram modernizadas 410.

    JC – O objetivo do MinC é zerar o número de municípios sem bibliotecas. Mas a pesquisa do IBGE (Suplemento de Cultura da Munic 2006), base para a elaboração do Mais Cultura, constatou que 89,1% dos municípios brasileiros já possuem pelo menos uma. Não seria um número alto, se comparado ao de museus, por exemplo, que só existem em pouco mais de 20% dos municípios do País?

    Silvana – Entendemos que o livro e a leitura são fundamentais à cidadania. Precisamos formar um país de leitores, ampliar esse universo. Livro e leitura são estruturantes. E aí a prioridade é zerar o número de municípios sem bibliotecas e modernizar as que existem.

    JC – Mas não há o risco de os brasileiros, mesmo assim, não se atraírem pela leitura?

    Silvana – Sim. Mas como a gente está pensando o estímulo? Através da Rede Biblioteca Viva, que tem objetivo de integrar bibliotecas estaduais, municipais, Pontos de Leitura, escolas. Unir tudo numa rede. Atrelado a isso, tem a formação de mediadores, dos agentes de leitura. São eles que vão contribuir para o estímulo. A ideia é que sejam jovens selecionados e tal qual um agentes de saúde, possam trabalhar diretamente com as famílias de sua comunidade. Nos baseamos numa experiência bem-sucedida do Governo do Ceará. Afora isso, a pesquisa Retratos da Leitura, divulgada em 2008, apontou que os leitores brasileiros geralmente têm bibliotecas próximas às suas moradas e tiveram influência da mãe. São dois pontos que se destacam como estímulo para a formação. Existe ainda outra ação que ainda não aconteceu, a dos Livros Populares, para incentivar o acesso ao livro. O preço é ainda muito caro. A ideia ainda está sendo desenvolvida, vamos ver parcerias com editoras, um edital. Pensamos também em estimular a leitura de revistas que já existam, para fazer o leitor ir à biblioteca ler a edição do mês.

    JC – Em artigo publicado no mês passado, no site Cultura e mercado, Leonardo Brant atacou a eficácia do Mais Cultura, cujos propósitos seriam muito vagos e corriam o risco de transferir para os municípios e Estados o dever federal, sobretudo com o Cultura Viva. Como responde a essa crítica?

    Silvana – É evidente que temos metas muito ousadas, quantitativas. No ano passado, o aporte orçamentário nos obrigou a reduzir as metas para 2008. Algumas ações estão estruturadas, mas há outras mais novas. O País tem uma dimensão continental. Leva tempo até as coisas acontecerem. Quanto à parceria com Estados e municípios, penso que tem havido um erro de interpretação de Leonardo Brant. Ao fazermos a descentralização, a intenção não é transferir a responsabilidade para Estados e municípios, mas construir na prática o Sistema Nacional de Cultura, com divisões de responsabilidades e competências. O Estado e o município são os que estão mais próximos da sociedade, podem ajudar a implantar o programa mais rapidamente, acompanhando de perto. Acompanhar 2 mil Pontos de Cultura não é uma tarefa que deva ser feita pelo MinC sozinho, mas por quem está com o cidadão. Evidente como o sistema está em construção, essa divisão é algo que vai ser aprimorado. Afora isso, ao descentralizar, você está incorporando a cultura local e reforçando a economia local. Descentralizando, amplia-se o número de cada uma das ações, porque o Estado e o município entram com recurso. Para cada R$ 1 que os governos estaduais e municipais colocam, o MinC bota R$ 2. A gente amplia essa meta.

    JC – Onde foi gasto o restante da verba do programa em 2008, de R$ 114,8 milhões, tirando a dos Pontos de Cultura?

    Silvana – Em Pontos de Leitura, Pontinhos de Cultura, modernização e implantação de bibliotecas, conteúdos para TV. Está previsto para março um programa novo na TV Brasil, o Tô sabendo, que vai articular escolas de três Estados (RJ, BA e PA) num game de conhecimento. Esse recurso foi utilizado ainda no edital FIC TV/ Mais Cultura para a produção de três minisséries feitas por e para jovens de 15 a 29 anos, das classes C, D e E. Também foi gasto com o Cine Mais Cultura, em pequenas salas de exibição, com o Promoart (Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural) e uma parte em microprojetos culturais.

    JC – O que seriam esses microprojetos?

    Silvana – São incentivos a pequenos projetos, com recursos entre 1 e 30 salários mínimos, para proponentes que não têm acesso a qualquer lei de incentivo à cultura e precisam comprar um instrumento, uma roupa, fazer uma pequena exposição, publicar um pequeno livro. É um edital descentralizado e vai abrir com foco, neste primeiro semestre, nos Estados do Nordeste, no Norte de Minas e no Espírito Santo.

    JC – Além dessas ações, como outros dados da pesquisa do IBGE estão sendo revertidos?

    Sulvana – Quando pegamos o dado de que 90% dos municípios não possuem qualquer equipamento cultural, mostramos a importância de criar no País uma infra-estrutura cultural, e isso tem pautado a locação de recursos no Mais Cultura. Tem sido positivo, inclusive no Congresso. Os deputados têm feito emendas à cultura, o que é uma ajuda, porque sofremos cortes em 2008.

    JC – Por quê? Qual foi o maior entrave?

    Silvana – A disponibilidade orçamentária do governo mesmo. Houve um outro agravante também. Perdemos R$ 120 milhões, porque uma liminar derrubou medidas provisórias que fossem votadas via crédito suplementar. E esses R$ 120 milhões estavam incluídos na medida provisória de crédito suplementar de 2007.

    JC – Este é o último ano antes das eleições presidenciais. É definitivo para o Mais Cultura mostrar a que veio. Quais são as perspectivas para os próximos meses?

    Silvana – Este é o ano que o Mais Cultura precisa de fato estar na rua, em todo território nacional. Como várias coisas são fruto de edital, os resultados de 2008 vão ficar mais visíveis em 2009. As bibliotecas vão receber os kits. Os pontinhos, R$ 18 mil cada um. O Plano Nacional de Cultura está sendo enviado ao Congresso agora em fevereiro. O ano de 2008 foi de lançamento dos editais e agora estamos na conclusão das ações.


     

    Capacitação em liderança

    15:35 @ 20/01/2009

    VENHA PARTICIPAR DA 3ª TURMA DO

    CURSO

    LIDERANÇA E TRABALHO EM EQUIPE
    BASEADO NO LIVRO "O MONGE E O EXECUTIVO"

    26/01 e 27/01/2009 das 18h30 às 22h30

    INSCREVA-SE JÁ! CLIQUE AQUI

    OBJETIVOS

    * Como exercer corretamente a liderança e o trabalho em equipe.
    * Como alcançar o equilíbrio emocional nas relações profissionais; aprender a ter autocontrole.
    * A importância de criar metas.
    * Por que a importância da  desistência do ressentimento.
    * A importância do dar para receber.
    * Como lidar com as pessoas.
    * Mostrar que em algum momento todos nós somos líderes.

    PÚBLICO ALVO

    À todas as pessoas que queiram viver melhor com outras pessoas.

    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

    * Diferença entre Poder e Autoridade;
    * Diferença entre Líder e Gerente;
    * Velhos e novos paradigmas sobre o assunto;
    * Componentes da Liderança e do Trabalho em Equipe: Amor; Serviço e Sacrifício; Vontade; Paciência e Bondade; Humildade e Respeito; Abnegação e Perdão; Honestidade e Compromisso; Ambiente; Escolha; Recompensa;
    * O compromisso consigo mesmo e com o outro;
    * O Carisma como arma do líder;
    * Trabalho em equipe e seus componentes;
    * Espiritualidade (ou Terceira Inteligência, segundo Floriano Serra);
    * Executivo é fácil, mas como chegar perto do monge?

    INSTRUTORA IMARA HEBLING CAMARGO
    Consultora de Treinamento desde 1993, quando ganhou o prêmio IEL + Sebrae + CNPq, pela região sudeste do país. Prêmio recebido na CNI (Confederação Nacional das Indústrias), em Brasília - DF. Foi convidada pela FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) para ser Consultora das Incubadoras de Empresas e para ministrar treinamentos nos Ciesps (Centros da Indústria do Estado de São Paulo). Portanto, há 15 anos ministra treinamentos, inclusive "in company". Sua formação consiste nas Faculdades de Jornalismo e Relações Públicas, com Especializações em Recursos Humanos e Psicopedagogia.  Pós-graduação em Marketing e MBA em Gestão Empresarial.

    DATA - 26 e 27/01/09 das 18h30 às 22h30

    CARGA HORÁRIA - 8 horas

    INVESTIMENTO
    R$ 100,00 - Associados CIESP e Associados SESCON
    R$ 200,00 - Não Associados
    A partir da 3ª inscrição DESCONTO ESPECIAL - VAGAS LIMITADAS

    O CURSO COMTEMPLA: Credenciamento, Apresentação de Participantes e Instrutor, Material Didático, Coffee Break e Certificado de Conclusão.

    LOCAL:  Rua Natal, 283/285
    (Trav. da Rua da Mooca na altura do nº 4.500)


    Inscrições com Juliana através do tel.: 2601-7664 ou
    e-mail
    cursoseeventos@ciespleste.org.br 
     

     
    CIESP Distrital Leste - www.ciespleste.com.br



     
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    20/01/2009 - 09:17


    Radiola de Ficha

    7 anos de atraso supersônico

    Thiago Corrêa

    Vamos voltar o relógio. Em setembro de 2001, quando boa parte das bandas indies de Recife ainda nem sonhavam em existir, o Supersoniques já gravava o álbum “As Aventuras do Tenente Douglas” no Fabrica Estúdios. Como ainda não existia MySpace, o disco empacou na falta de recursos para sair em CD. O quarteto formado por Igor Gazatti (vocal), Gerardo Lopes (bateria), Zé Guilherme (baixo) e Marcelo Gomão (guitarra) se dispersou, gerando bandas como a Vamoz, Badminton, Suvaca di Prata e Guardaloop.

    Passados quase sete anos, a Supersoniques volta hoje apenas para, finalmente, lançar “As Aventuras do Tenente Douglas” com um show no Bar Dona Carolina, às 23h. Na apresentação, a banda fará uma retrospectiva de sua trajetória nos anos 90, tocando músicas do EP “1999”, da demo “Esta Não é a Demo do Supersoniques” e covers que integravam o repertório do grupo na época. As 13 faixas do disco podem ser baixadas no Trama Virtual (www.tramavirtual.com.br/supersoniques). A noite terá discotecagem de Nicola Sultanum e a entrada custa R$ 5.

    Rec Beat

    Sinônimo de bons shows no Carnaval, o Rec Beat agora vai ter uma edição em São Paulo. Por lá, o festival acontece no Sesc Pompéia entre os dias 26 e 28 de janeiro e já tem confirmada as apresentações de Catarina, DJ Dolores e Júlia Says, além das atrações internacionais Desorden Publico (VEN), Bombaestereo (COL) e Original Hamster (CHI). Por aqui, a latinidade também vai se acentuar. Ao todo serão 24 atrações e uma delas deve ser o Cordel do Fogo Encantado. O grupo está preparando um show em comemoração pelos dez anos de carreira, iniciada no próprio Rec Beat.

    Frevos

    O período de Momo é sempre rico em lançamentos musicais. Uma das melhores novidades desta safra é ver o talento de Siba e a Fuloresta abraçando o frevo. O músico disponibilizou para download no MySpace (www.myspace.com/sibaeafuloesta) as faixas “A Bagaceira” e “Canoa Furada”. A última concorre com outras nove músicas a final do Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas e, caso fique entre as três mais votadas no site www.concursodemarchinhas.com.br, será exibida no Fantástico, da Globo. O lançamento das músicas acontece esse sábado, no UK Pub, em Boa Viagem.


    Bongar
    Sexta-feira o Bongar cai na estrada em direção a Piaçabuçu (AL). O grupo fica por lá até domingo, onde troca experiências musicais com o Caçuá, do Ponto de Cultura Olha o Chico. O encontro entre os grupos é fruto do projeto Na Sonoridade do Rio São Francisco: Aprendendo com o Olha o Chico, aprovado pelo Prêmio Interações Estéticas do Ministério da Cultura. O resultado dessa troca será conferido em duas apresentações em maio, sendo uma em Piaçabuçu e outra no Recife.

    NOSSA SEGUNDA ANTOLOGIA.

    Na semana de 19 a 23/JAN enviaremos os exemplares da ANTOLÓGICA PRIMAZIA para os autores que se inscreveram para a Fase de Seleção, nas condições previstas no nosso
    regulamento. Aproveitamos para lembrar que estes autores também têm direito a uma página pessoal com validade até 30/MAR. Para isso, deverão enviar uma foto e o seu perfil para que possamos confeccionar a sua página pessoal. Pedimos a todos que
    ainda não enviaram, que o façam o mais breve possível. Com uma página pessoal ativa, o autor poderá possível postar tantos trabalhos quanto quiser e, assim, aumentar sua chance de ser selecionado para participar da nossa Segunda Antologia.

    Relembramos a todos que as inscrições para a Fase de Seleção já podem ser feitas e que os inscritos receberão, gratuitamente, uma página pessoal com validade até 30/MAR, para aumentar a sua chance de participação. LEMBRE-SE: Quanto mais cedo você se inscrever, mais tempo você terá para produzir e postar seus trabalhos.

    Saiba mais, visitando www.autoreseleitores.com/segunda_antologia.php

    Abraços e Felicidades!
    Marcelo Torca.


    --
    Cordialmente, Morales.
    www.marcelotorca.com
    www.grupoinstrumental.com
    www.marcelotorca.autoreseleitores.com
    http://moralesmp3.googlepages.com
    http://musicagi.googlepages.com
    www.caestamosnos.org/autores/autores_m/marcelotorca.htm



    O AUTOR NO MERCADÃO: mais um espaço dedicado a literatura na cidade de São Paulo

     

    UMA BANCA DE IDÉIAS: Encontro com escritores, cartunistas e outros artistas

     

    Para comemorar o aniversário de São Paulo e do Mercado Municipal Paulistano, a cidade ganha mais um espaço dedicado a literatura: O AUTOR NO MERCADÃO, através de uma parceria entre a RENOME – Associação da Renovação do Mercado Paulistano e o projeto O Autor na Praça, que completa 10 anos em maio deste ano, quinzenalmente, aos sábados, na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, coordenado pelo produtor cultural Edson Lima. A idéia é promover o encontro descontraído e informal entre escritores, cartunistas e outros artistas com o público em um local muito especial da cidade: O charmoso “Mercadão”, com sua gastronomia, suas bancas atraentes, sua bela arquitetura e sua história. Os eventos acontecerão duas vezes por mês, aos domingos, criando um espaço para lançamentos, tarde de autógrafos, caricaturas e outras manifestações.

     

    O AUTOR NO MERCADÃO será montado no hall de entrada do mezanino, no dia 25 de janeiro, a partir das 11 horas. Contaremos com a presença de escritores autografando livros e cartunistas realizando caricaturas do público.

     

    Os convidados para o evento de abertura são:Milton Jung, jornalista e apresentador do programa CBN São Paulo, organizador do livro Conte sua história de São Paulo; Ayrton Mugnaini, músico e autor do livro Adoniran, dá licença de contar; Levino Ponciano, jornalista e autor dos livros Todos os centros da Paulicéia e São Paulo 450 anos, 450 bairros; Caio Silveira Ramos, autor do livro Samba Explícito, as vidas desvairadas de Germano Mathias; Verônica Tamaoki, pesquisadora da história do circo e escritora, organizadora do livro Circo Nerino; Flavio Amoreira autor do livro Sampoemas; Worney Almeida de Souza, jornalista e organizador do livro Gianfrancesco Guarnieri – Crônicas 1964; José Vieira Camelo Filho, o Prof. Zuza, autor do livro Lampião, o sertão e sua gente, o primeiro lançado pelo selo editorial O Autor na Praça; Mouzar Benedito co-autor do livro Saci, o Guardião da Floresta em parceria com o cartunista Ohi; Sérgio Rubinato, Sobrinho de Adoniran Barbosa, participa do evento representando a família. Os cartunistas Júnior Lopes e Gepp realizando caricaturas do público.

     

    O AUTOR NO MERCADÃO

    Dia 25, Domingo, a partir das 11h, no Hall de entrada do mezanino.

    Rua da Cantareira, 306 - Centro

    Informações: Edson Lima – 3746 6938 / 9586 5577 – edsonlima@oautornapraca.com.br

    Sobre O Autor na Praça: www.pracabeneditocalixto.com.br/programacao.htm Histórico no Mapa de Ações do Plano Nacional do Livro e leitura: www.vivaleitura.com.br/pnll2/mapa_show.asp?proj=1

     

    Assessoria de Imprensa: Dagmar Alba – Tels - (11) 8188-3030 / (11) 7887-0675

     

    O Mercado Municipal Paulistano, ou simplesmente o "Mercadão" como é conhecido popularmente, está completando 76 anos no próximo domingo dia 25 de janeiro, com uma programação que terá início às 12h de sábado (24) e só termina no domingo por volta das 16h, com direito a queima de fogos, muita música e literatura. "Setenta no Samba" é o título escolhido pela Associação Renome (Associação da Renovação do Mercado Municipal Paulistano) que convidou para abrilhantar este evento, sambistas famosos como Jair Rodrigues, Dona Inah, Germano Mathias, e ainda a tradicional roda de samba "Chorinho da Contemporânea" que dará inicio a festa no sábado. A associação fechou uma programação pensando em atender o público que frequenta o Mercadão e ainda agradar os inúmeros turistas que visitam São Paulo nesta época do ano, quem vêem para conhecer o mercado, e ainda poderão se divertir com muita música. O início da festa está marcado para as 12h quando músicos da Contemporânea, que há 45 anos fazem uma roda de chorinho todos os sábados na Rua General Osório, se apresentam no palco principal do Mercadão, mostrando o melhor do "Chorinho Paulistano". A festa não para, e após o chorinho sobem ao palco os grupos Berço do Samba; Samba na Laje; Samba da Vela e ainda o grupo "Quinteto em Branco e Preto" que promete uma grande apresentação para os paulistanos. Os conhecidos "Trovadores Urbanos" também marcam presença no evento e chegarão ao Mercado Municipal em grande estilo, dentro de um Ford dos anos 30, apresentando músicas que retratam a história de São Paulo, como Adoniram Barbosa entre outros que sempre relataram bem a poesia paulistana. Pontualmente às 0h acontece à tradicional queima de fogos para festejar o aniversário do Mercadão Paulistano, e na sequência sobe ao palco o cantor Jair Rodrigues, a cantora Dona Inah (prêmio TIM 2005) e o sambista Germano Mathias apresentando o melhor do samba e prometendo que a festa não tem hora para acabar. No domingo 25 de janeiro, as atividades começam às 11h com apresentação de grupo folclórico português e ainda diversos grupos musicais que se apresentarão simultaneamente em várias partes do Mercado Municipal, assim o público poderá circular e curtir em cada ponto, uma atração diferente. Além das atividades musicais, Henrique Pacheco, diretor de Marketing da Associação, dará início a um novo projeto: ‘O Autor no Mercadão'. Trata-se de um desdobramento do projeto O Autor na Praça que acontece há 10 anos na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, coordenado pelo produtor cultural Edson Lima. "Hoje na Praça Benedito Calixto em Pinheiros, existe o espaço ‘O Autor na Praça', nossa idéia é que a partir deste domingo, aniversário do Mercado Municipal, teremos "O Autor no Mercadão", abrindo espaço para lançamentos de livros, assim autores também terão mais esse espaço cultural em São Paulo "- disse Henrique Pacheco.

     

    O mercado Municipal estará aberto a partir das 6h e todos os shows têm entrada gratuita.

     

    Serviço:

    Aniversário do Mercadão de São Paulo - 76 anos

    Data - 24/01 a partir das 12h. e 25/01 a partir das 11h.

    Local: Mercado Municipal Paulistano

    Rua da Cantareira, 306 - Parque Dom Pedro II - SP

    Entrada Franca - Saiba mais sobre o Mercadão: WWW.mercadomunicipal.com.br 

    suntoQUATRO SHOWS DOS TROVADORES URBANOS EM SÃO PAULO ESTA SEMANA!

    ocultar detalhes 18:59 (15 horas atrás)
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    LÍNGUA DE TRAPO - ALLEGRO MA NON TRAPPO

    SESC Santo André
     
     
    Dia(s) 25/01
    Domingo, às 19h30.
     
    O SESC Santo André homenageia São Paulo em seus 455 anos com um exemplo marcante do humor paulistano: no show Allegro ma non Trappo, surge um Língua de Trapo com a irreverência e o sarcasmo de sempre. O repertório mescla antigos sucessos repaginados, músicas inéditas, as sátiras de costume, piadas e esquetes que são a marca registrada do grupo. Com quase 30 anos de estrada e no auge da maturidade, o grupo se mantém sempre mordaz e atual, encantando platéias de todas as idades. No Teatro.


      Não recomendado para menores de 14 anos
     
    R$ 16,00[inteira]
    R$ 8,00[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]
    R$ 4,00[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

    Logotipo do veículo Jornal do Commercio - PE
    21/01/2009 - 08:13
     

    Cultura e Lazer

    Festival abre o ano da França no Recife

    Fundação Joaquim Nabuco confirmou a realização do Festival des 3 Continents - Produire au Sud, entre os dias 21 e 24 de abril, com mostra de filmes e realização de um curso

    Da Redação

    No Recife, é o cinema que vai abrir a programação do Ano da França no Brasil, daqui a três meses. A notícia foi anunciada ontem pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), que confirmou a vinda de mais uma edição do Festival des 3 Continents - Produire au Sud, a ser realizado entre os dias 21 e 24 de abril. Feita a partir de uma articulação com a cidade de Nantes, na qual o Recife já mantém acordo de cooperação desde 2001, a iniciativa prevê a vinda de um curso com especialistas franceses e um brasileiro da área, além de uma mostra com filmes produzidos por países em desenvolvimento.

    "Tivemos a confirmação do Festival des 3 Continents - Produire au Sud no calendário do Ano da França no Brasil na última sexta, pela comissão (formada por brasileiros e franceses)", disse Isabela Cribari, diretora de Cultura da Fundaj, que recebeu em 2006 a primeira itinerância do projeto. De fato, quando foi divulgada a programação oficial do França.BR 2009 pelo Ministério da Cultura (MinC), no mês passado, o Recife ainda era um destino meio vago no roteiro dos franceses pelo País. Ao contrário de São Paulo e do Rio de Janeiro, que abriga, por exemplo, a solenidade de abertura oficial, no dia 21 de abril.

    Os realizadores brasileiros interessados em participar do curso do Produire au Sud já podem acessar a partir desta sexta o edital de seleção nos sites da Fundaj (www.fundaj.gov.br), da Prefeitura do Recife (www.recife.pe.gov.br) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco - Fundarpe (www.fundarpe.pe.gov.br), que representam as três instâncias governamentais parceiras do projeto. O candidato ao curso deve ser o produtor ou o diretor de um projeto de longa-metragem (ficção, documentário ou animação) cuja ideia deve estar em andamento. Serão selecionados oito projetos de filme, ou seja, oito duplas de produtores e diretores, sobretudo em início de carreira. A proposta é capacitá-los para o mercado de audiovisual, em particular para realizar co-produções internacionais, instruindo-os em aspectos jurídicos, financeiros e comerciais.

    Ao todo, serão ministradas 32 horas/aula, afora o tempo de consultoria que será dedicado pelos especialistas aos projetos escolhidos. O conteúdo da oficina inclui ainda treinamento em pitching, jargão utilizado no meio para batizar os minutos que um realizador tem para defender sua ideia numa concorrência. "Logo após o curso, participamos de um pitching em São Paulo do Documenta Brasil. Como estávamos afiados, deu certo", conta Gabriel Mascaro, que dirigiu e roteirizou com Marcelo Pedroso o documentário KFZ-1348, ganhador não só do citado prêmio para sua filmagem, como de outros reconhecimentos festivais afora. Ambos participaram com o projeto do documentário no primeiro Produire au Sud no Recife, realizado em 2006, ao lado do produtor do longa, João Vieira Jr. Para Mascaro, o curso é bem mais voltado a quem lida com produção do que com criação.

    A inscrição e as aulas da oficina são gratuitas e os aprovados terão, com exceção das passagens para o Recife (quem estiver em outra cidade), todo o custeio coberto. O único nome de professor confirmado até agora para o curso foi o do argentino Gualberto Ferrari, que também participou da iniciativa há três anos. Ainda não foi divulgada também a programação do Festival des 3 Continents, cujas projeções vão se dividir entre o Cinema da Fundação, no Derby; e nos teatros Apolo e do Parque, no Centro, com sessões gratuitas.

    O Brasil e a França vão investir R$ 135 mil no curso e na mostra, sendo a maior parte dos recursos vinda dos governos brasileiros.

    Olá

    Nesta semana teremos o primeiro espetáculo do ano dos jovens músicos da Escola do Auditório, que prestam uma homenagem à cidade de São Paulo e trazem convidados especiais como Fabiana Cozza, Osvaldinho da Cuíca, Edson Montenegro e Grupo de Samba de Roda de Pirapora. Venha com sua família! Crianças até 14 anos não pagam!

     

     

    E para fechar o mês, Carlinhos Antunes e a Orquestra Mundana para uma viagem musical em ritmos e timbres. Reunindo grandes nomes do cenário da cultura brasileira: Badi Assad, Barbatuques, Paulo Betti e Grupo Mawaca. Nos três dias, a Orquestra Mundana terá seus integrantes Beto Angerosa, Luis Cabrera e Rui Barossi, acompanhados de Adriana Holtz, Laura Sokolowicz; Luis Amato, Simone Sou; as bailarinas flamencas Deborah Nefussi e Úrsula Correia, além de Luizinho Gonzaga.

     

    Fevereiro começa com festa! Comemoramos os 70 anos de vida e 50 de carreira de um dos maiores músicos do Brasil, Jair Rodrigues! Sexta, dia 06, traz convidados especiais, entre eles, Pelé! Saiba mais em nosso site: www.auditorioibirapuera.com.br


    Esperamos por você!

    Abraços,

    Equipe do Auditório Ibirapuera

     

    Serviço da semana:

    24 e 25 de janeiro
    Sábado, 18h. Domingo, 18h
    ORQUESTRA BRASILEIRA DA ESCOLA DO AUDITÓRIO
    “Homenagem a São Paulo”
    Convidados: Fabiana Cozza, Osvaldinho da Cuíca, Grupo Samba de Roda de Pirapora e Edson Montenegro
    R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada). Crianças até 14 anos não pagam. Próximas atrações:30 e 31 de janeiro. 1 de fevereiro
    Sexta e Sábado, 21h. Domingo, 19h

     

    CARLINHOS ANTUNES E ORQUESTRA MUNDANA
    Convidados: Badi Assad (dia 30), Barbatuques e Paulo Betti (dia 31) e Grupo Mawaca (dia 1). Nos três dias, Adriana Holtz, Laura Sokolowicz, Luis Amato, Simone Sou, as bailarinas flamencas Deborah Nefussi e Úrsula Correia, além de Luizinho Gonzaga.
    R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)6 e 7 de fevereiro
    Sexta e Sábado, 21h.

     

    JAIR RODRIGUES – FESTA PARA UM REI NEGRO
    Convidados dia 06, gratuito: Pelé, Alcione, Chitãozinho e Xororó, Pedro Mariano, Rappin Hood, Simoninha, Max de Castro, Jorge Aragão, Luciana Mello e Jair Oliveira
    Dia 7, bilheteria normal, com sua banda: Paulinho Dafilin, Marcelo Maita, Carlos Santos, Giba Favery, Marcio Forte e Marinho Mattos
    R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)8 de fevereiro
    Domingo, 19h.

     

    LUCIANA MELLO E JAIR OLIVEIRA
    Gravando o DVD “O Samba me cantou”
    Nesse projeto especial, os irmãos famosos Jair Oliveira e Luciana Mello juntam-se para mostrar um pouco do que herdaram do pai, Jair Rodrigues, através do principal gênero musical brasileiro: O samba.
    R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)13, 14 e 15 de fevereiro
    Sexta e Sábado, 21h. Domingo, 19h

     

    ANTONIO NÓBREGA
    Em “Frevereiro”
    Antes de correr para a folia em Recife, ele faz seu último concerto de frevo antes do Carnaval aqui no Auditório.
    R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)27 e 28 de fevereiro. 1 de março
    Sexta e Sábado, 21h. Domingo, 19h

     

    ORQUESTA TÍPICA FERNANDEZ FIERRO E CONVIDADOS
    Casa lotada em todas as apresentações no Auditório Ibirapuera, eles retornam para manter a tradição, na sexta-feira depois do Carnaval.
    R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada) 

     

    Para facilitar a compra de ingressos, temos um serviço especial para você que recebe nossa programação semanalmente: reservas de ingressos, sem taxa de conveniência. Converse com a Marina – reservas@iai.org.br, de segunda a sexta (das 9h às 18h), para mais detalhes.

     

     

    Queridos(as) amigos(as),
     
    Iniciando mais um ano, desejamos a todos um excelente 2009!

     Queremos comunicar que encontram-se a venda, na sede do Moitará,
    dois livros sobre a máscara teatral:

    - L'arte magica - de Amleto e Donato Sartori (em italiano),
    produção do Centro Maschere e Strutture Gestuali

    - A Máscara Teatral na Arte dos Sartori - de Donato Sartori e Paola Piizzi (em português),
    produção do Grupo Teatral Moitará
    Patrocinio: Instituto Italiano de Cultura

    Para melhores informações entre em contato por e-mail ou telefone.

    Grupo Moitará
    Rua Joaquim Silva, 56/3º andar-Lapa, Rio de Janeiro-RJ
    Tels.: (55 - 21) 3852 0403 / 2221 7319
    www.grupomoitara.com.br
    contato@grupomoitara.com.br



    Precinho camarada, entrega vapt-vupt, qualidade garantida. Não são traduções oficiais (juramentadas) mas quem precisar de tradução para documentos, textos, livros, etc. para uso "domiciliar" é só me procurar.

    .........Divulgue para seus amigos, comentem com quem acharem que pode precisar desse serviço.

    Recebo e envio o texto para traduzir por e-mail se preferir, para os casos de urgência.

    É só entrar em contato:
    (11) 7301.3621 ou thiagoocampo@yahoo.com.br

    Obrigado à todos pela força!!!

    Esta mensagem foi enviada por RicK *Massaini Ricardo


    Instituições sem fins lucrativos que conservam, investigam interpretam, expõem e comunicam estudos, pesquisas, turismo, conjunto e coleções de valor histórico, científico ou de qualquer outra natureza cultural, abertas ao público, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento. Assim estão definidos os museus, que tiveram no dia 15 de janeiro instituído o Estatuto de Museus por meio da Lei nº 11.904.

    Dentre os pontos dispostos na lei, estão o regime aplicável aos museus; o regimento e as áreas básicas dessas instituições; a preservação, conservação, restauração e segurança; a difusão cultural; o uso das imagens e reproduções dos bens culturais dos museus. Foram vetados cinco artigos e o parágrafo único do artigo 27. Um dos artigos vetados foi o 51, que tratava da concessão e utilização de áreas de museus. O veto aconteceu para evitar que tais áreas sejam utilizadas sem licitação. A lei pode ser consultada por meio do site www.planalto.gov.br.

    O CIRCO MÍNIMO convida

    15:31 @ 22/01/2009


    Circo%20Mínimo%20Coop20 anos mais leveLogo%20Cooperativa%20leveLapa%20subprefeitura%20leve

     

     

    Fomento Teatro mais  levelogo_cultura%20levelogo_DEC mais leve

     

                        

    OFICINA ABERTA

    VAGAS REMANESCENTES

     

    Acompanhamento do projeto

     "CIRCO MÍNIMO - 20 ANOS: A Narrativa das Imagens"

     

     

                        

    OFICINA ABERTA

    VAGAS REMANESCENTES

     

    Acompanhamento do projeto

     "CIRCO MÍNIMO - 20 ANOS: A Narrativa das Imagens"

     

     

    O CIRCO MÍNIMO abre o processo criativo do projeto "Circo Mínimo - 20 anos: As Narrativas de Imagens", contemplado pelo Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

    O Projeto prevê oficinas, montagem do espetáculo inédito "NuConcreto" - criação coletiva a partir da obra de Milton Santos –, remontagens de espetáculos do repertório do CIRCO MÍNIMO ("Prometeu", "Deadly", “Gravidade Zero” e "Babel"), e dois ciclos de estudos teóricos, sobre as narrativas de imagens e sobre a obra de Milton Santos.

    São oferecidas 03 vagas REMANESCENTES, sendo 02 na para oficinandos de Arte (cenografia, figurinos e adereços), sob coordenação de Luciana Bueno e 01 para oficinandos de Iluminação, sob coordenação de Wagner Freire.

    As oficinas acontecerão nos meses de fevereiro, março e abril de 2009 em horários a serem acordados com os selecionados junto aos coordenadores das oficinas e de acordo com as atividades que já estão em andamento desde março de 2008.

    As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail circominimo.fomento2008@yahoo.com.br, até 02 de fevereiro de 2009. Os interessados devem enviar carta de interesse, especificando a área pleiteada; e currículo, contendo formação (formal e informal) e as principais atividades exercidas, especificando datas, locais de realização e profissionais relevantes envolvidos.

    Ao final do projeto, os participantes receberão certificado.

     

    Rodrigo Matheus

    CEFAC - Centro de Formação Profissional em Artes Circenses - www.escoladecirco.com.br

    Circo Mínimo - www.circominimo.com.br

    tel. (55) 11 3834-8433

     

    Fomento Teatro leve.jpg          logo_cultura leve.jpg         logo_DEC leve.jpg

     


    Caros Amigos!

     

    Preciosas dicas para quem quer se manter informado com as melhores práticas socioambientais. E o melhor, totalmente gratuito.

     

    1.    Business do Bem 10 – Leitura obrigatória para quem quer ficar por dentro das mais atuais noticias de Economia, Negócios e Sustentabilidade. A matéria de capa da 10ª edição fala sobre pagamento por bens e serviços ambientais,  inclui pesquisas internacionais, estudos de avaliação de riscos e oportunidades, entre outros. Business do Bem é uma publicação da Ruschel & Associados Marketing Ecológico e disponível no link http://www.ruscheleassociados.com.br/revista/ed10/interface.html

     

    2.    Revista Benchmarking – Leitura preferida dos Profissionais da sustentabilidade por apresentar práticas gerenciais para aplicabilidade em seus trabalhos. Entrevistas exclusivas com personalidades conhecidas e respeitadas internacionalmente, artigos técnicos de especialistas e dicas de quem vive a gestão socioambiental na pratica.  A Revista Benchmarking é um periódico da MAISPROJETOS com livre acesso na URL: http://www.maisprojetos.com.br/benchbrasil/revista/

     

    3.    Encontros Técnicos 2009 – Eventos abertos e gratuitos para profissionais atuantes em sustentabilidade. São 04 encontros ao ano realizados há 07 anos pela MaisProjetos. Participam dos painéis, especialistas, pesquisadores e gestores benchmarking. Temas 2009: Ciclo de Vida e Gerenciamento de Produtos; Programas Desenvolvimento Sustentável;  Mobilidade, Logística e Emissões; Ferramentas da Gestão Sustentável. Inscrições: http://www.maisprojetos.com.br/formulario_inscricao.php

     

    4.    Entrevistas Benchmarking – 15 entrevistas com os responsáveis pelos cases Benchmarking selecionados na Edição 2008 do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro. As entrevistas foram veiculadas pelo Radio Imprensa, Programa  Aprendendo com o Radio apresentado pelo Jornalista Silvio Ferro. Este programa tem cunho educativo e entrevista pessoas e empresas que estão fazendo algo de bom para a coletividade. Ouça as entrevistas no link: http://www.maisprojetos.com.br/arquivos/revista/audio.swf

     

    Boa leitura, aproveite e tenha um Feliz 2009.

     

    Atenciosamente,

     

    GMGA – Grupo Multidisciplinar de Gestão Ambiental

    Há 07 anos reunindo pessoas, empresas e boas práticas

    http://www.maisprojetos.com.br/agenda.php?pag=painel

     

    + Educação, + Qualidade de Vida, + Humanização

     

    No sentido de auxiliar o aprendizado sobre o cadastramento do novo formulário eletrônico de propostas culturais, informamos que serão promovidos encontros com os proponentes para demonstração de preenchimento, quando será oportunizado tirar dúvidas. As primeiras datas e locais são as seguintes:

     Belo Horizonte

     30 de janeiro, 14h30min,

     Funarte Casa do Conde
    Rua Januária, 68 - Floresta - Belo Horizonte MG
    Tels.: (31) 3213-3084 / 3213-7112

      Informações adicionais na Representação Regional do MinC/MG

    Rua Rio Grande do Sul, 928  Santo Agostinho Belo Horizonte MG

    Tel: 31 - 3293-5713 / 5796   Fax: 31 3293-8144

     

    Não há necessidade de confirmação de presença. A entrada será por ordem de chegada até a lotação do espaço.

     Em breve divulgaremos as demais datas e locais.

     Atenciosamente,

     Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura

    Ministério da Cultura

    Teatro Treinamento In Company

    Motivação , Sensibilização e Conscientização
     
    eduardo@treinadoresdaalegria.com.br


    Nosso instrumento de conscientização são peças teatrais objetivas e interativas que despertam grande empatia, permitindo uma assimilação eficaz e duradoura

    Segurança "Coloque a Vida em Primeiro Lugar"

    Qualidade e Trabalho em Equipe "Busque a perfeição em tudo que fizer

    Comunicação & Motivação "A Harmonia nossa de cada dia"

    Aquecimento Global "SOS  PLANETA  TERRA"

    Segurança Sem Limites  "No Lar, na Rua, no transito , etc"

    S M S – "Aja sempre pelo bem comum"

    Saúde  e Qualidade de Vida "Rir é o melhor remédio"

    AIDS / DST – Tabagismo & Alcoolismo "De bem com a Vida"

    OHASAS 18.001 "Sorria aí vem a Auditoria"

    GMP / BPF "Higiene e limpeza uma questão de Segurança"

    CINCO S´s  "Ordem  &  Limpeza"

    Responsabilidade Social  "Faça sua parte para um mundo melhor"

            Mudanças de Paradigmas "Aprendendo com as diversidades"

    Comprometimento "Missão sem Confusão.com Motivação"

    Ética  e Código de Conduta "Reflexão , Conscientização & AÇÃO"

     

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    Cabaré do Cefac

    10:39 @ 31/01/2009

    Amigos:

    Convido a todos para o novo Cabaré do CEFAC, este ano apresentando o espetáculo “Frissom”, criação e direção de André Mandarino, artista brasileiro radicado na França, fundador e diretor da Cia. Les Escargots Ailés, com os alunos do CEFAC. Eu assisti o ensaio geral hoje e estou gratamente surpreso, pois o resultado é impressionante. Tenho certeza que vão gostar deste novo passo do Centro. Abraço

    Rodrigo Matheus

     

    Cabaré do Cefac

    Apresenta o espetáculo...

     

    FRISSOM

    Direção: André Mandarino

    Dias: 31 de Janeiro,01 e 07 de Fevereiro,nos horários das 20:30 e às 22:30 hs.

    Dia: 06 de Fevereiro às 22:30 hs.

    Dia:08 de Fevereiro às 20:30 hs.

    Local: Galpão do Circo

    Entrada Gratuita!

    Os ingressos serão distribuídos com 1 hora de antecedência.

     Rodrigo Matheus

    CEFAC - Centro de Formação Profissional em Artes Circenses - www.escoladecirco.com.br

    Circo Mínimo - www.circominimo.com.br

    tel. (55) 11 3834-8433

    Mobilização contra os impostos

    Enviado por: "Grupo OFF-SINA" offsina@riguetti.com.br

    Sex, 30 de Jan de 2009 11:22 am

    Grupos.com.brOlá companheiros e companheiras,

    Mobilização contra o decreto 128 que aumenta a tributação da cultura.

    A Funarte abriu um canal de comunicação através do endereço eletrônico abaixo. Vamos dar nossa opinião em massa. Peça para um grupo amigo, um artista conhecido, passe este endereço para as Redes que você participa, vamos encher a caixa com mensagem a favor do Simples Nacional para Cultura.

    Colabore, enviando sua posição ou sugestão para: faleconosco@funarte.gov.br , colocando no assunto a palavra "simples".

    Aqui, no Rio de Janeiro, o SEBRAE abraçou nossa causa. Dia 4 de fevereiro, às 16h, na Rua Santa Luzia, 685, vamos realizar uma reunião para tratar do tema. APAREÇAM!!!

    O companheiro Cristiano, de Belo Horizonte, está escrevendo um primeiro esboço da Carta da Rede Brasileira de Teatro de Rua se manifestando sobre o decreto 128.
    Ele vai disponibilizar na Rede e todos podem contribuir. Assim que a Carta estiver pronta, vamos encaminhar para o MinC, a Funarte, o Governo (quem tiver contato de deputados, senadores, Ministros e do Lula, manda bala).

    Abraços,
    Richard Riguetti
    Rede RJ