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Tributo ao erudito brasileiro

11:12 @ 01/03/2009

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01/03/2009 - 08:11
 
Cultura e Lazer

Tributo ao erudito brasileiro

Embora sediada no Rio, a série organiza, neste mês, concertos com a mesma temática em São Paulo, no Norte e no Nordeste do país

Da Redação

Em 2009, no mesmo ano em que lembramos o cinquentenário de morte de nosso compositor maior, Heitor Villa-Lobos, o país se curva diante de seu gênio para comemorar, no dia de seu nascimento, 5 de março – pela primeira vez em nível nacional – o Dia da Música Clássica. A série Música no Museu dedica a programação de março à sua obra multifacetada, porém firmemente arraigada em suas origens brasileiras. Serão 48 concertos em que parte da impressionante produção de Villa-Lobos (mais de mil obras) poderá ser apreciada em programas executados por intérpretes de talento (e conhecimento de causa).

Embora sediada no Rio, a série organiza, neste mês, concertos com a mesma temática em São Paulo, no Norte e no Nordeste do país. Em Maceió, São Luís e Belém, o eclético e refinado Quarteto Colonial interpreta modinhas de Villa-Lobos. Em Salvador e Aracaju, apresenta-se o duo de violino e piano Jerzy Milewsky & Aleida Scheitzer. Villa será ouvido em Manaus pelo trio formado pelo saxofonista Mauro Senise, pelo violoncelista Márcio Mallard e pelo pianista Gabriel Geszti em concerto no Teatro Amazonas no dia 5 de abril.

No Rio, a festa começa hoje, no MAM (11h30), com a pianista Késia Decoté interpretando a Suíte floral de Villa-Lobos, dentre obras de compositores franceses que influenciaram a sua produção musical, como Debussy e Ravel. Amanhã, na Biblioteca Nacional (12h30), acontece o primeiro concerto de artistas da Cia. Versátil de Música, responsável pela curadoria da programação. O violonista Fábio Nin toca a célebre Suíte popular brasileira, além de vários de seus estudos e prelúdios para violão.

No Museu do Primeiro Reinado, na terça (12h30), Rubinho Bastos (piano) e Charles Kocerginskis (clarineta e sax) fazem um programa focado na música brasileira contendo composições próprias. Na quarta, no mesmo museu (12h30), o Duo Solaris retorna à série. A PianOrquestra se apresenta na quinta, no CCBB (12h30). Na sexta, o Centro Cultural Light recebe, às 12h30, a Camerata de Violões do Conservatório Brasileiro de Música e, no sábado, Villa e música contemporânea brasileira com a soprano Doriana Mendes e o violonista Marco Lima (Parque das Ruínas, 11h30).

Complementando a programação de concertos, ministro o curso Villa-Lobos: o homem, o artista e sua obra, dividido em três palestras ilustradas com DVD, às quintas, no Forte de Copacabana (18h), começando dia 12.

 

Amigos,

Encaminho o link para assinatura de uma petição para o MinC, feita pelo Pensarte.

Motivo: a cultura é uma das grandes estratégias de desenvolvimento do século XXI ainda mais neste momento de crise que só reforça a importância de trabalhar com o intangível: único recurso que não se esgota, e se renova e multiplica com o uso.Na contramão da história vemos o aumento dos impostos para cultura, que ainda é considerada “supérflua” e vista como gasto e não investimento.

 

Convido a assinar pelo Link abaixo

http://www.petitiononline.com/ip9s1234/

Abraços

 

Lala Deheinzelin

Diretoria, Enthusiasmo Cultural

Special  Advisor, Creative Economy Program/ South South Cooperation / UNDP

(+5511)3726-5167

Obras para leilão

08:38 @ 03/03/2009

http://mail.google.com/a/gaiabrasil.com.br/?ui=2&ik=518fc20fb0&view=att&th=11fcc1b3776aae0d&attid=0.1&disp=inline&zw


Trabalho para educadores/as em instituição de São Paulo   A Associação Morungaba, que busca promover a valorização e o desenvolvimento de pessoas em espaços públicos de São Paulo (SP) através do esporte, movimento corporal e atividades de arte e educação, está selecionando educadores/as nas seguintes áreas: Música (percussão, coral e musicalização); e oficinas de papel, tear, jogos cooperativos, meio ambiente (horticultura), teatro de rua e teatro de bonecos. Interessados/as devem enviar currículo para renata@morungaba.org.br ou especificando no título a área de interesse. Informações sobre a instituição podem ser encontradas em www.morungaba.org.br.




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04/03/2009 - 10:05
 
Cultura e Lazer

Artistas e ativistas se reúnem para debater economia da cultura em Brasília (DF)

InterCidadania

Foto: Eduardo BorgesFoto: Eduardo Borges
Brasília será a sede do encontro
Favoráveis às iniciativas de flexibilização do direito autoral e empenhados em formar um movimento para pensar formas alternativas, solidárias e sustentáveis de produzir música, diversos artistas, ativistas e representantes de coletivos de cultura se reúnem em Brasília. A articulação, que vai se lançar oficialmente como Fórum Música é Para Baixar (FMPB) num grande evento em junho, na cidade de Porto Alegre, teve como ponto de partida o Fórum Social Mundial 2009, em Belém.

Para a Trupe Teatro Mágico é necessário quebrar com o silêncio da sociedade frente ao monópolio e controle que sempre existiu na Música no país. "O FMPB nasce de uma carência de inúmeros produtores culturais de serem sujeitos e sobreviverem daquilo que criam”, afirma Fernando Anitelli da Trupe. Ele acredita que é preciso envolver grupos culturais numa “nova relação capital e trabalho apontando, para os conceitos e práticas da economia solidária”. O FMPB debate a economia da cultura em todos os aspectos: distribuição dos produtos, preço justo, produção cultural, consumo consciente, o espaço das mulheres na cultura e o software livre.

O músico Richard Serraria entende que o FMPB também vai se deter numa reflexão séria e profunda sobre a música independente no Brasil: a questão da circulação. "Criar, gravar, lançar é uma parte complexa, mas realizável da empreitada. A circulação  deve ser objeto de análise séria e profunda, à medida que é elemento importantíssimo nesse gargalo que é a subsistência no mercado da música", reflete.

Já confirmaram presença no evento grupos diretamente ligados ao circuito musical nacional, além, de ativistas e convidados. Estarão presentes a Trupe Teatro Mágico (SP), o rapper Gog (DF), o grupo Serraria Vila Brasil (RS), o Casarão Cultural Floresta Sonora (PA), o Sol na Garaganta do Futuro (ES), Coyote Guará (DF), DJ Lucho (DF), Projeto Software Livre Brasil, Associação Software Livre.org (RS), Associação Brasileira de Rádios Comunitárias, Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, Coletivo Intervozes, Projeto Casa Brasil, SouJava (SP), Mídia.com (DF),  Dione Manetti e Luciano Canez (Secretaria Nacional de Economia Solidária).

De acordo com Everton Rodrigues, do Projeto Software Livre Brasil, é preciso "refletir e propor a criação de ferramentas visando a democratização do acesso à conteúdos e conhecimentos culturais através da internet, e assim, fortalecer a diversidade cultural".

Também serão foco do debate o projeto de lei de controle da internet (já aprovado no Senado e em debate na Câmara dos Deputados) e a democratização da comunicação, principal pauta da I Conferência Nacional de Comunicação anunciada pelo Governo Federal. Segundo a organização do encontro, “o FMPB entende que não basta apenas fazer shows. É preciso ser orgânico de um movimento para mudar a realidade. Os artistas não são integrantes de uma classe superior, mas trabalhares e trabalhadoras que possuem os mesmos direitos dos demais”. A perspectiva é que o movimento se fortaleça e promova mais debates, oficinas e manifestações, “que culminarão em festivais pelo país levando a cultura livre onde tudo poderá se acessado e disponibilizado na internet”.


Debate sobre economia da cultura
Local: CUT/DF (Conic)
Endereço: SDS Ed. Venâncio V - 1º e 2º subsolos - lojas 4, 14 e 20
Data: 15 de março
Hora: 14 horas
Everton Rodrigues (51 84850299) – everton@softwarelivre.org




Hebe Camargo – 80 anos – Preferência Nacional

Taubaté – SP, 08 de Março de 1.929 – Rua Barão da Pedra Negra, Filha de Ester e do Maestro Fêgo Camargo. Estréia em nossa cidade HEBE CAMARGO, (ela não nasceu, ela estreou, para o mundo) nasceu pra ser estrela; é Preferência Nacional.
80 anos depois ela é a própria historia da televisão, fui apresentador de programa de televisão, em meados dos anos 90 pela CNT/GAZETA e sei o que isto representa.

Desde criança, eu também nascido em Taubaté-SP, sempre ouvi falar e acompanhei a trajetória de Hebe Camargo, atriz, cantora, locutora de radio, apresentadora de Televisão.

Embora talvez ela não saiba, foi á grande paixão, o grande amor, platônico, de quem me criou, meu pai o Amácio Mazzaropi.

Obvio que dele sempre ouvi sobre ela os maiores e melhores elogios. A Moreninha do Sumaré, adorada por ele Mazzaropi, por Dr. Assis Chateaubriand, dono da TV. TUPI e Diários Associados, e por um numero tão grande de publico que nunca pode ser efetivamente quantificado e numerado, pois ora Hebe Camargo é brega, ora Hebe Camargo é chic.

Trabalhar como artista, Teatro, Cinema e Televisão e chegar aos 80 anos de idade é mais que uma vitoria, haja saúde, como disse uma vez nosso amigo Roberto Carlos, são tantas emoções.

Falar do Amor que o publico tem por Hebe Camargo é maravilhoso, pois não sendo assim seu patrão o Silvio Santos, não a teria no ar por tantos anos, e claro, outras emissoras do pais, não tem sequer uma apresentadora a sua altura.

Mais decidi escrever sobre Hebe Camargo para lhe prestar uma grande homenagem.

Contar lhes, novos amigos overmanos e quem sabe a ela Hebe Camargo uma bela historia de amor, que a mim nunca foi dado á oportunidade de lhe contar pessoalmente, afinal são 27 anos que tenho tentado. junto a seus empresários e produtores, sem nunca ter conseguido.

Hebe Camargo toda a vida foi amiga do Mazzaropi, embora às vezes ficasse muito tempo sem se ver, trabalharam na TV. Tupi, 1.950, programa Rancho Alegre, Caravana da TUPI, e fizeram junto um filme chamado Zé do Periquito, Mazzaropi, Hebe, Aguinaldo Raiol e grande elenco.

Em 1.980, Hebe Camargo estava terminando seu contrato com a TV Bandeirante SP, (BAND) e queria que Mazzaropi fosse ao seu programa e isto a ajudaria a renovar seu contrato.

Neste período toca o telefone de casa, na Rua Paes de Araujo – Itaim Bibi, São Paulo, eu que atendi, lembro como se fosse hoje, era a Hebe Camargo, querendo falar com Mazzaropi. Claro ele atendeu na hora.
Após este telefonema com a Hebe, Mazzaropi ficou muito feliz e me disse que pela primeira vez em sua vida iria a um programa de TV, com a Hebe Camargo.
Acontece que estávamos nós em negociação com a uma grande Rede de Televisão para fazermos um especial de fim de Ano com Mazzaropi. Que renderia ao Mazzaropi muito dinheiro. E as tratativas envolvia a direção da TV. á época o Augusto Cesar Vannucci, entre outros mais.

Disse eu ao Mazzaropi que ele não podia fazer isto, pois estávamos em finalização do projeto e iríamos assinar o Contrato.

No dia seguinte, ao telefonema da Hebe Camargo, o Mazzaropi chamou para uma reunião em casa, eu o Péricles Moreira e o Carlos Garcia e nos disse que definitivamente não iria mais dar continuidade ao Projeto de fazer o programa dele na TV, e que iria participar do Programa da Hebe Camargo na TV Bandeirante.
Nos contou o que Hebe Camargo, significava na vida d”ele.

Cinco dias depois, Mazzaropi me chamou para irmos fazer compra de material para o Hotel Pam Filmes, (hoje Hotel Fazenda Mazzaropi em Taubaté-SP), e fomos a fabrica da MERIDIONAL, (talheres e baixelas) Em São Paulo, lá após atendidos pelo pessoal de venda da Fabrica que fica lá pelos lados do Bairro de Pinheiros, em São Paulo, Mazzaropi pediu para falar com o dono da Fabrica, (que infelizmente não me lembro o nome) ele nos atendeu prontamente e o Mazzaropi lhe falou da Hebe Camargo e lhe pediu que renova-se seu contrato de patrocínio, pois ele iria lá ao programa da Hebe. Ele se comprometeu com Mazzaropi e cumpriu.

No dia seguinte Mazzaropi determinou ao Péricles Moreira, que agenda-se Um encontro com o Dr. João Saad (dono da TV Bandeirante-SP), para uma reunião lá na BAND. Dr. João Saad ligou para o Mazzaropi no mesmo dia, e marcamos para o dia seguinte um almoço na TV Band.
Lá na Band o Dr. João Saad nos mostrou toda a emissora, sem saber qual era o motivo da visita,
E durante o almoço Mazzaropi contou ao Dr. João Saad o motivo da sua visita, disse que iria ao programa da Hebe Camargo e que queria que a Band renova-se o contrato com a Hebe Camargo, o que ele se comprometeu – e cumpriu.

Em fim, Mazzaropi foi ao Programa Hebe da TV-Band, lá estávamos eu, Vitor Branco e o Mazzaropi, foi um sucesso. 89% de audiência em São Paulo.
Hebe Camargo, aquela botina que você deu a ele em seu programa até hoje me acompanha em meus shows, que faço á 27 anos por todo o Brasil, Tem Um Jeca na Cidade.

Hebe Camargo, você mereceu tudo isto, pena que Mazzaropi não mais possa estar aqui ver todo este seu sucesso.
Há; nós te amamos, o povo de Taubaté-SP te ama e todo o Brasil também.

Que DEUS lhe abençoe.

André Luiz Mazzaropi
O Filho do Jeca


www.andreluizmazzaropi.com.br

http://mail.google.com/a/gaiabrasil.com.br/?ui=2&ik=518fc20fb0&view=att&th=11fe39a73473fa54&attid=0.1&disp=inline&zw

Mario Capasso - Perfil

09:10 @ 08/03/2009

Mario Capasso nació el 9 de Marzo de 1953, en Villa Martelli, localidad del Gran Buenos Aires, República Argentina, en la que continúa residiendo.

Literariamente, se ha formado con Beatriz Isoldi, Nilda Adaro y Federico Jeanmaire.

Ha publicado tres libros:

  • EL FUTURO ES UN TROPEL ABSURDO, cuentos, año 1999.
  • EL EDIFICIO, Una novela en escombros, novela, Ediciones AQL, año 2002.
  • PIEDRAS HERIDAS, cuentos, Ediciones Corregidor, año 2005.
Este último obtuvo el 2do. Premio del Fondo Nacional de las Artes, año 2003. El jurado estuvo integrado por Ana María Shua, Vicente Battista y Juan José Hernández.

Tiene un libro de relatos y dos novelas pendientes de publicación. Actualmente trabaja en una nueva novela.

http://www.textos-en-escombros.com.ar/index.php


OLÁ BOM DIA!!!

     ESTOU ENVIANDO DEMONSTRATIVO DE GRAVAÇÕES COMERCIAIS, OS MESMOS ESTÃO EM ANEXO, CASO VOCÊ PRECISE ESTAREMOS A DISPOSIÇÃO, OS NOSSOS SERVIÇOS SÃO DE QUALIDADE PROFISSIONAL E COM PREÇOS BEM ACESSIVEIS, CONFIRA!!!

PAGAMENTO FEITO POR DEPOSITO BANCARIO.

SPOTS DE ATÉ 15 SEGUNDOS (SÓ A VOZ).................... R,00

SPOTS DE ATÉ 15 SEGUNDOS (PRODUZIDO)................. R,00

SPOTS DE ATÉ 30 SEGUNDOS (SÓ A VOZ).................... R,00

SPOTS DE ATÉ 30 SEGUNDOS (PRODUZIDO)..................R,00

SPOTS DE 60 SEGUNDOS (SÓ A VOZ)........................... R,00

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VINHETAS A COMBINAR!!!


CONTATO
e-mail: d.jdenilson@yahoo.com
msn: d.jdenilson2009@hotmail.com
att: Denilson

Programação Paidéia - 2009

09:17 @ 08/03/2009

Barbatuques em Sampa

09:19 @ 08/03/2009

Estréia


 
Região Metropolitana, Sábado | 07 | Março | 2009
Newsletter
   
Solidariedade empresarial: projeto ampla realiza operações gratuitas de lábio-leporino
Se você conhece alguém que tenha alguma dessas deficiências, por favor, informe o telefone da Ampla (21) 2562-2822 ou o site www.operacaosorriso.org.br


Jazz Big Band recorda 10 anos da perda de Luiz Arruda Paes com show no Memorial da América Latina
A história da Jazz Big Band se confunde com a de Luiz Arruda Paes. No final da década de 80, o competentissimo maestro, já morando na Baixada Santista, reunia em sua casa, músicos e artistas de varias partes do país e nessas reuniões sempre rolava música


No Dia Internacional da Mulher, Madô Martins participa de bate-papo e de sarau literário
Santista de nascimento, Madô faz do mar presença constante, na prosa e na poesia, aliado a impressões que o olhar feminino capta em cenas da natureza, contatos pessoais, memórias


Cartunista Ed Carlos concorre a prêmio com tira publicada no Metrópole
O projeto Apaixonados por Quadrinhos foi o primeiro inteiramente voltado para a internet, e teve sua primeira edição em junho de 2004. O concurso é divido em quatro categorias

Cia Primatas di Humor apresenta “Uma Cutucada na sua última vértebra” dia 14
A companhia é composta por atores da Baixada Santista, que escolheram a comédia na forma de exercer a profissão, curtas metragens de humor, espetáculos e peças teatrais e pockets show para lugares alternativos


Palácio das Artes de Praia Grande sedia inscrições para Mapa Cultural Paulista
“A participação no Mapa Cultural Paulista é uma oportunidade única de o artista mostrar seu trabalho para todo o estado de São Paulo”, pontua a chefe da seção de Ação Cultural, Lourdes Marszolek


Nadja e Via Rock se apresentam no Projeto "Santos de Casa", do Sesc
Nos intervalos também haverá intervenção teatral com o grupo Casa 3 de Artes e do artista gráfico Max


Associação dos Artistas apóia Evento em prol das Mulheres na Concha Acústica, dia 7
Evento tem o objetivo de difundir as 8 metas do milênio e principalmente propagar a Responsabilidade Social na Baixada Santista, através da difusão dos conceitos que permeiam os valores e princípios do desenvolvimento sustentável

Estréia - Cinema (SP)

09:25 @ 08/03/2009

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08/03/2009 - 07:20
 
Cinema

Filme de Lula é ''hit'' entre empresas

Financiadores abrem mão de benefício fiscal ao bancar cinebiografia do presidente, com estreia prevista para 2010

Julia Duailibi e Roberto Almeida

De olho na popularidade recorde do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, empresas começaram a comprar cotas de até R$ 2 milhões para patrocinar o longa Lula, O Filho do Brasil, descartando o mecanismo mais comum de financiamento cinematográfico - o de incentivo fiscal.

Essas companhias, que não estão entre as principais financiadoras de cinema no País, são, na maior parte, empresas com negócios que dependem intimamente de decisões do Executivo e que possuem contratos milionários com o governo federal - nos últimos dois anos, já receberam mais de R$ 1 bilhão.

Das sete empresas que já decidiram bancar o filme sobre os primeiros 30 anos da vida de Lula, dirigido por Fábio Barreto, três estão entre as principais construtoras do País: Odebrecht, OAS e Camargo Corrêa, que financia um longa pela primeira vez. A Oi, empresa de telefonia que teve autorização para comprar a Brasil Telecom, também financia o projeto.

Além delas, são patrocinadoras Volkswagen, AmBev e Nestlé, que farão merchandising no filme, baseado no livro homônimo da historiadora Denise Paraná. O bilionário empresário Eike Batista, do grupo EBX, doou R$ 1 milhão.

O filme sobre a vida do presidente será lançado em 2010, ano de eleição presidencial. Os produtores Paula e Luiz Carlos Barreto alegam que a data tem a ver com uma questão comercial. A produção custará R$ 12 milhões - 70% já foram captados. Para a distribuição, serão necessários outros R$ 4 milhões, que ainda estão em negociação.

O financiamento do filme com o chamado "dinheiro bom", ou seja, sem uso de leis de incentivo, está na contramão da maneira como a produção cinematográfica é bancada no Brasil. Desde a retomada do cinema nacional, em 1995, o principal caminho são as leis de incentivo, como a Rouanet e a do Audiovisual, que preveem a isenção fiscal para patrocinadores. De acordo com dados da Ancine, dos 274 filmes nacionais lançados entre 2003 e 2007, apenas 33 não tiveram recursos oriundos de leis de incentivo.

Os produtores alegam que estão criando um novo paradigma de financiamento no Brasil. O uso do "dinheiro bom" é celebrado por produtores, alguns céticos sobre a viabilidade desse tipo de captação para obras que não tenham o presidente como protagonista. "O investimento de empresas pode ocorrer para alguns títulos muito especiais. A tendência mais forte de retorno para o investidor é, no entanto, por meio de fundos que investem em várias produções. Faz mais sentido comprar cotas de um fundo que investir num único filme", disse o cineasta Roberto Moreira. "Não há tantas histórias de Lula para que a indústria se lance nesse mecanismo do dinheiro bom", declarou Assunção Hernandes, da Raiz Produções.

"É um caso especial ainda. E único. Em cinema, não dá para saber quais filmes terão resultado. Mas há fortes indicativos de que esse poderá ter", afirmou o diretor André Klotzel.

Segundo estimativas de produtores ouvidos pelo Estado, Lula, O Filho do Brasil deverá ter 4 milhões de espectadores para se pagar. Os produtores do longa estimam que, num cenário positivo, o filme terá cerca de 5 milhões de espectadores. Será um fracasso, dizem, se for visto por até 2 milhões de pessoas. Desde 1995, apenas três filmes nacionais tiveram público acima de 4 milhões. Foram eles Se Eu Fosse Você 2 (2009), 2 Filhos de Francisco (2005) e Carandiru (2003).

Companhias

As companhias que bancam o filme do presidente alegam interesse na obra em razão do retorno de imagem para suas marcas, mesmo em época de crise. Muitas não abrem o total bancado, mas alegam ser normal o patrocínio, uma vez que já financiaram outras produções.

A AmBev, antes da fusão Brahma-Antártica, alega já ter patrocinado outro filme da família Barreto, Dona Flor e seus Dois Maridos. A investida mais recente no cinema foi com Meu Tio Matou um Cara (2004). A Odebrecht, que deu R$ 350 mil, também diz já ter bancado outros longas.

A Oi afirma que o filme tem o apoio do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social. A empresa não abre o valor, mas diz que já fez parceria com outras produções, como Feliz Natal, de Selton Mello. Segundo André Senador, diretor de relações com a imprensa da Volkswagen, a empresa banca outros três longas. "O filme extrapola a condição política. Não enxergamos nenhuma conotação, mas o exemplo de vida de um homem", disse. Procurada, a OAS não se manifestou.

Semana da água em Suzano (SP)

09:12 @ 13/03/2009

 
 
 
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15/03/2009 - 10:03
 
Educação

Arte beneficente dá exemplo de inclusão social

Integrarte, ONG que cuida de portadores de síndrome de Down, festeja dez anos e hoje encena peça para arrecadar recursos para a sua manutenção

Da Redação

O Centro Pró-Integração Cidadania e Arte (Integrarte), organização não governamental (ONG) que cuida de portadores da síndrome de Down, festeja dez anos de trabalho com espetáculos teatrais. Hoje, o grupo de atores da instituição se apresenta a partir das 16h, no Teatro Valdemar de Oliveira, Centro do Recife. O ingresso custa R$ 5 e o valor arrecadado será destinado à manutenção da entidade.

Nas apresentações, que começaram no último fim de semana, 35 portadores de síndrome de Down, entre 17 e 35 anos, assistidos pela instituição, encenam um mix das peças O baile do menino Deus, Uma fogueira para São João, Chamada para o Natal, Celebração da criação e a Farra dos bonecos, todas dirigidas por Vicente Monteiro, produzidas e apresentadas pela organização durante esta década. Os atores participam da oficina de teatro oferecida pela Integrarte, em sua sede provisória, na Madalena, Zona Oeste do Recife.

Essa ONG atua na profissionalização e integração de jovens utilizando a arte como veículo de cultura capaz de estimular a criatividade e sensibilizar a mente. A arte dá a possibilidade para que o aluno com necessidades específicas por portar síndrome de Down, na medida de seus limites, participe e sinta-se cidadão.

A presidente da ONG, Laíse Rezende, afirma que esse tipo de iniciativa é essencial para o desenvolvimento deles como pessoas. “Quando participam de espetáculos, os jovens se conhecem melhor e conhecem melhor os outros. É uma questão de auto-estima já que a resposta do público é tão positiva”, certifica. Laíse é mãe de Danilo Rezende, 26, participante do evento.

A Integrarte assiste, atualmente, cerca de 40 jovens, através do Projeto Todos Somos Aprendizes, patrocinado pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). Além das aulas de teatro, o projeto oferece oficinas de dança, conhecimentos gerais, cidadania e direitos humanos, percussão, trabalho e profissionalização, comunicação e criatividade. A Chesf paga os instrutores.

O último dia de apresentações é hoje. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro ou com os dirigentes da ONG. O trabalho é divulgado durante as apresentações que servem, também, para conseguir adesão de parceiros e colaboradores e, assim, aumentar o número de jovens que podem ser assistidos pela Integrarte.

A sede provisória da entidade fica fica na Avenida Caxangá, nº 990, Madalena. Interessados em contribuir com a Integrarte podem adquirir o livro Receitas da Fazenda, produzido por voluntários e funcionários da Secretaria da Fazenda de Pernambuco. A obra custa R$ 20. Para adquirir, basta solicitar no site www.integrarte.com.br ou solicitar à presidente da ONG pelos telefones 3227-3670 e 8897-1311.

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14/03/2009 - 10:06
 
Cidades

Petrolina e Juazeiro no ritmo da sanfona

Petrolina, Sertão de Pernambuco, e a cidade vizinha de Juazeiro, na Bahia, se rendem ao fascínio da sanfona

Da Redação

De segunda-feira até o dia 21, os dois municípios realizam simultaneamente a primeira edição do festival internacional em homenagem ao instrumento imortalizado por Luiz Gonzaga, Rei do Baião.

Sob curadoria do cantor, sanfoneiro e compositor pernambucano Targino Gondim, o evento gratuito conta com apoio da Lei Rouanet, de incentivo à cultura, e patrocínio na Natura.

A organização do festival espera receber mais de 20 mil pessoas. para isso, chamou instrumentistas de várias regiões do País e do exterior e elaborou uma programação eclética.

Estão previstos shows musicais, palestras, atividades educativas, exposições e gravação do segundo DVD de Targino Gondim.

Entre os artistas convidados para a primeira edição do evento, que homenageia Gonzagão e Sivuca, estão Dominguinhos, Oswaldinho do Acordeon, Elba Ramalho, Mirco Patarini (Itália), Renato Borghetti, Cicinho de Assis, Luizinho Calixto, Mestre Camarão, Clã Brasil e Raimundinho do Acordeon.

A abertura do festival ocorre em Petrolina. A partir das 10h de segunda-feira, no River Shopping, haverá exposição de modelos de sanfonas da coleção de Valério Sanzovo e de mostra do acervo do Museu Fonográfico Luiz Gonzaga.

No dia seguinte, ocorrerá concerto do italiano Mirco Patarini, às 20h, no Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro.

“O festival vai proporcionar ao público um contato mais próximo com este instrumento presente nos mais diversos ritmos brasileiros por meio de palestras, shows e exposições”, afirma a Gerente de Marketing Institucional da Natura, Renata Sbardelini.

A sanfona tem mais de 3.200 anos de história. Descende do milenar Sheng chinês e foi patenteada no século 19, na Áustria.

Até hoje, o instrumento está presente nas grandes manifestações culturais brasileiras.

Também é tocado em vários países, como Alemanha, Estados Unidos, Itália, França, Bulgária e Japão.

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http://mail.google.com/a/gaiabrasil.com.br/?ui=2&ik=518fc20fb0&view=att&th=120002d6b5d63ff7&attid=0.2&disp=inline&zw

Programação Quinta Essentia

07:42 @ 18/03/2009




    Notícias QUINTA ESSENTIA QUARTETO 2009

    Olá,
    Nossos próximos concertos:
   
    Março 18
    21h
    Lançamento do CD LA MARCA
    SESC Bauru - SP
    Entrada Franca

    Abril 17
    18h
   
Lançamento do CD LA MARCA
    Fundação das Artes de São Caetano do Sul -SP
    Entrada Franca

    Maio 08
    19h45
    Pocket Show - CD LA MARCA
    Livraria da Vila - Shopping Cidade Jardim São Paulo-SP
    Entrada Franca

    Acesse nosso site para saber mais sobre o grupo, sobre a flauta doce no Brasil e comprar o CD LA MARCA
    Agora o quinta essentia também tem myspace: http://www.myspace.com/quintaessentiaquarteto

    Esperamos encontrá-los em breve!
    GRANDE ABRAÇO,
    5E

Rumos Itaú Cultural lança os Editais 2009

da Redação

Rumos - Itaú Cultural

Rumos - Itaú Cultural

Em 4 de março, o Itaú Cultural lançou os novos editais do programa Rumos. São eles: Arte Cibernética; Cinema e Vídeo, Dança, e Jornalismo Cultural.

Com exceção de Jornalismo Cultural, que encerra as inscrições no dia 31 de julho, todos os editais estarão com as inscrições abertas até 29 de maio.

A seleção dos projetos será feita por comissões autônomas formadas por especialistas nas áreas contempladas e um representante do Itaú Cultural.

Os resultados serão divulgados no segundo semestre de 2009. Em todos os casos, a divulgação será feita por meio da imprensa e do site da instituição, onde se encontram os quatro editais e por meio do qual deve se fazer a inscrição gratuita.

Equipes do Itaú Cultural, formadas por profissionais de cada núcleo responsável pelos novos editais, visitarão as 27 capitais brasileiras para divulgar o conteúdo desta edição do Rumos e debater a produção nacional nas respectivas áreas. A itinerância começará, em março, por Goiânia (GO) e Brasília (DF) e será encerrada em Porto Alegre.

Confira abaixo as informações sobre os editais:

Arte Cibernética 2009 - 2011

O programa Rumos Itaú Cultural Arte Cibernética é um importante instrumento de incentivo à produção e à pesquisa em arte e tecnologia do Brasil. O seu principal objetivo é o mapeamento e o apoio à produção de arte cibernética no país.

Em sua quarta edição, traz duas carteiras para participação: Apoio à Produção de Obra em Arte e Tecnologia e Apoio à Pesquisa Acadêmica. O resultado será comunicado até o dia 05 de setembro pela imprensa e pela internet, no site do instituto.

Neste tema, serão contemplados até oito projetos – sendo até cinco no valor de até R$ 25 mil e até três no valor de até R$ 50 mil.

Cinema e Vídeo 2009 – 2009 - Linguagens Expandidas

A partir de uma percepção de que o audiovisual na contemporaneidade se apresenta em suportes, meios e formatos diversos cada vez com mais intensidade, três categorias de fomento foram criadas: Filmes e Vídeos Experimentais; Eventos Multimídia; e Documentário para Web.

Os trabalhos terão aporte financeiro definido e cujo orçamento deve contemplar a realização integral do projeto. O processo de seleção será realizado entre os meses de junho, julho e agosto de 2009. O resultado final será comunicado aos contemplados, até o dia 08 de setembro pela imprensa e pela internet, no site do instituto.

Dança 2009 – 2010

Esta é a quarta edição do Rumos Itaú Cultural Dança, programa voltado para o apoio à pesquisa e desenvolvimento de obras de dança contemporânea e de videodança.

As carteiras para participação nesta temporada são duas: Desenvolvimento de Pesquisa Coreográfica em Dança Contemporânea, para apoiar o processo de pesquisa e criação; fomentar e difundir criadores, intérpretes e obras de dança contemporânea brasileira; e Apoio à Pesquisa e Produção de videodança, de modo a contribuir para a especialização, estimular a produção e difundir artistas e obras brasileiras de videodança.

A seleção dos projetos está prevista para julho deste ano, quando o resultado será comunicado pela imprensa e pelo site do instituto.

Jornalismo Cultural 2009 – 2010

Em sua terceira edição, o Rumos Jornalismo Cultural reitera a importância de identificar um caminho para a melhor compreensão dos papéis e das funções da mídia, da academia e das instituições culturais no jornalismo cultural brasileiro. O programa também se justifica pela relevância que universidades, professores, veículos de comunicação e jornalistas têm no diálogo entre agentes culturais diversos – sejam instituições, artistas, curadores, pesquisadores, produtores, técnicos – e a sociedade.

O seu foco se mantém na promoção da reflexão sobre a formação do jornalista de cultura e sobre a prática desse tipo de jornalismo na contemporaneidade. Assim, as duas carteiras para participação são Estudante e Professor.

Nos dois casos, a seleção será realizada entre setembro e outubro e o resultado será comunicado a seguir de pela imprensa e pelo site do instituto.

Mais informações sobre os editais e inscrições no site:
Rumos – Itaú Cultural

Sobre o Programa Rumos Itaú Cultural

Criado em 1997 para incentivar a criação artística brasileira, apoiando a formação de talentos emergentes e a produção e difusão de suas obras em todo o Brasil, o Rumos tem hoje como matéria-prima tanto a produção artística nas mais diversas áreas do país, quanto a intelectual, (ao expandir sua atuação, a partir de 2000, para algumas áreas do conhecimento humano: Jornalismo Cultural, Educação, e Pesquisa Acadêmica).

O programa mapeia talentos nestes setores, apóia a formação dos contemplados e promove a articulação e intercâmbio entre artistas, agentes culturais, pesquisadores, curadores e instituições.

Ao premiar projetos oriundos de diferentes estados brasileiros, o Rumos descentraliza e amplia o eixo de produção cultural. O seu caráter nacional mobiliza artistas, especialistas, pesquisadores e instituições parceiras. Além disso, o Rumos emprega recursos para a produção e difusão de suas obras, por meio de exposições, CDs, DVDs, espetáculos e outros produtos, de modo a contribuir para a reflexão sobre a realidade artística e cultural do país.

Essa trajetória soma 18 mil projetos inscritos, com o apoio ao desenvolvimento de 744 projetos em Arte  Cibernética, Artes Visuais, Cinema  e Vídeo, Dança, Educação, Jornalismo Cultural, Literatura, Música e Pesquisa Acadêmica. Levou a obra dos selecionados a mais de 2 milhões de pessoas em todo o país, (sem contar o público atingido pelos seminários e demais ações das itinerâncias do programa). As obras selecionadas foram divulgadas, ainda, por mais de 310 emissoras de rádio e televisão parceiras.


 
Olá amig@s!
 
No próximo sábado, dia 21 de março de 2009, acontece na Casa da Lagartixa Preta Malagueña Salerosa, a partir das 16 horas, o encontro "Quilombagem: práticas libertárias, buscas emancipatórias", debate/vivência enfocando questões sobre a africanidade e a afrobrasilidade. A atividade é parte da programação especial organizada pelo Ativismo ABC, que gerencia a casa, composta por conversa, oficinas, shows, intercâmbios, exposições, e que durante todo o mês de março ocupam o espaço por conta das comemorações de seus 5 anos de existência/resistência.
 
O KILOMBAGEM, coletivo de jovens pret@s (como preferem ser reconhecidos) estabelecido no ABC paulista, é o responsável pela dinamização da data. O grupo se preocupa com o estudo e com a difusão de informações relativas aos temas raça, classe e gênero, suas conexões e suas opressivas materializações na atual sociedade. Realiza inúmeras ações e intervenções nos meios acadêmicos e estudantil, cultural, político, dos movimentos sociais, comunitários, etc.
 
Vale ressaltar que a atividade tem tom de protesto/reivindicação pois 21 de março é o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial (massacre de Sharperville, África do Sul, em 1960).
 
Destaque da programação deste sábado para as manifestações corporais afrobrasileiras (danças e ritmos) e suas contextualizações.
 
QUILOMBAGEM: práticas libertárias, buscas emancipatórias
Dia 21 de março de 2009
a partir das 16 horas
ENTRADA FRANCA
dinamização: coletivo KILOMBAGEM
 
Casa da Lagartixa Preta Malagueña Salerosa
Rua Alcides de Queirós, 161
Bairro Casa Branca, Santo André, SP
 
Programação completa do Ativisimo ABC: www.fotolog.com/ativismoabc, ativismoabc@riseup.net
 
Carlos Rogerio
www.oficinativa.blogspot.com

http://mail.google.com/a/gaiabrasil.com.br/?ui=2&ik=518fc20fb0&view=att&th=1201e4d8940bb41b&attid=0.1&disp=inline&realattid=0.1&zw

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O que está acontecendo na ULM?

11:33 @ 22/03/2009

 

Esse é um informativo para todos músicos e a população que conhece a importância da ULM para a formação musical.
Por favor leiam e repassem, o que está acontecendo é muito sério.
 


ULM & Santa Marcelina
 
A Universidade Livre de Música (ULM) foi criada em 1989. Em 1990 foram iniciadas suas atividades pedagógicas, coordenadas pelo Centro de Estudos Musicais Tom Jobim. O intuito de sua criação era "abordar, estimular e privilegiar o ensino da música popular brasileira" (Bellodi, 2008).
 
Sua primeira sede foi na Rua Três Rios 363, no bairro do Bom Retiro, logo depois se transferindo para o prédio anexo, na Rua  Lubavicth, 64.  
 
Até o ano passado, a escola se distribuía em três localidades distintas: Largo General Osório, 147, no bairro da Luz, Avenida Padre Antonio José dos Santos, 1019, e também em São José dos Campos.
 
Em 1990, o Maestro Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim recebeu o cargo honorífico de reitor da ULM. Músicos como Arrigo Barnabé, Aílton Escobar, Akiko Oyafuso, Hélio Ziskind e Amílton Godoy foram os responsáveis pela elaboração da proposta pedagógica dos períodos iniciais. 

Nos últimos anos, a proposta pedagógica passou a ser profissionalizante, com a meta de preparar o aluno para o mercado de trabalho na área da música. A média era de 2.500 alunos que completavam sua formação gratuita anualmente nesta escola.
 
O nome ULM perdurou até o fim da gestão da antiga Organização Social, que também se chamava Tom Jobim  (Manual do Aluno, 2008). As Organizações Sociais (OS´s) são responsáveis pela gestão das áreas da Cultura e da Saúde. Por isso, uma OS administra a ULM: 

A OS é um modelo de parceria entre Estado e sociedade; de organização pública não-estatal, é constituído por pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos/econômicos (ex.: fundações ou associações) qualificadas pelo Poder Público

(Araújo, F. F, 2006, p.3)

 Em meados de 2008, a Secretaria de Estado da Cultura fez o contrato com uma nova OS: a Santa Marcelina.

A principal justificativa da mudança de OS era a irregularidade da contratação dos professores. Dentro do modelo das OS´s "os recursos humanos são contratados pelo regime jurídico da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)" (Ibdem, p.6). Ou seja, a ULM poderia ser considerada um "cabide de empregos" enquanto não adotasse esta forma de contratação. Mas isto não é toda a verdade.

Ela se tornou uma das escolas de música de maior prestígio no Brasil, graças à sua estrutura física e, principalmente, à história da instituição e a qualificação do corpo docente. Este alto nível contribuiu para formar alunos que se destacaram no mercado musical, atuando em todas as áreas, desde orquestras até conjuntos de música popular.

É certo que algumas falhas também puderam ser observadas. Tanto na orientação pedagógica, quanto na parte material, e na forma de contratação dos professores. Estes, sempre receberam pouco em vista do retorno que proporcionaram à sociedade. 

Por fim, apesar de os alunos serem poucos (2.500) perto do número de candidatos inscritos anualmente (já chegou a somar 20.000), eram encontradas dificuldades para horários e locais de estudos, matérias adequadas, etc. 

No fundo, todos os alunos e funcionários tinham esperanças de que estes problemas fossem solucionados. Tratava-se mais de melhorar algo que já estava bom. Aqueles que apenas se aproveitavam do Estado deveriam sair e os problemas pedagógicos e materiais solucionados.  

Todos estes problemas se tornaram muito pequenos a partir de outubro de 2008, quando a nova OS Santa Marcelina divulgou aos alunos e professores que ela seria a responsavel pela gestão a partir de 2009. 

Já em novembro de 2008 os alunos estavam angustiados pela razão da possibilidade de perderem seus professores. Enquanto estes também pouco sabiam ou informavam sobre as mudanças que ocorreriam.

Todo este mistério teve um desfecho indesejado. Professores fundamentais, por serem coordenadores ou ativos quanto às propostas pedagógicas, foram eliminados. Mas esta eliminação não obedeceu a uma avaliação criteriosa e transparente.

As listas de convocados para as fases do processo seletivo de profissionais de música foram alteradas seis vezes. Nomes que poderiam se reprovados pela banca examinadora foram aprovados, e nomes que pelo mérito poderiam ser aprovados, foram deixados de fora.

Ao final, o número de professores que conseguiram atribuir aulas, ao invés de aumentar, diminuiu em relação ao ano anterior.

Quanto à manutenção dos prédios, algumas reformas já foram feitas. Até o fim deste ano a Santa Marcelina receberá da Secretaria de Estado da Cultura uma verba de R$ 20.000.0000,00 (vinte milhões de reais), além de outras possíveis rendas obtidas através das leis de incentivo fiscal. Tudo indica que parte deste investimento apenas conseguiu melhorar a fachada da escola.

Não houve processo seletivo para alunos dos cursos de formação, apenas para iniciação musical. Somente crianças ingressaram na escola, enquanto nos anos anteriores havia uma grande contingente de candidatos. A alegação da direção foi a de que devido ao processo seletivo dos profissionais de música e a quantidade de tarefas acumuladas pela mudança, esta seleção não foi possível.

Os alunos teriam muitos motivos para ficar tristes por isso, mas como se não bastasse, dois outros acontecimentos aprofundaram ainda mais a crise: a mudança radical da proposta pedagógica e a imposição dos "ciclos", correspondentes às idades ideais dos estudantes.

Sabe-se que os alunos da ULM tinham um perfil bastante diversificado até então. Tanto com relação às idades, quanto com relação ao aspecto sócio-cultural. Esta diversidade de perfis corresponde aos princípios que nortearam a fundação da escola, e que vinham sendo mantidos durante quase duas décadas.

Com a nova proposta pedagógica, esta heterogeneidade tende a acabar. São propostos limites de idade para cada ciclo de formação, o quê é uma forma sutil de exclusão da maior parte do atual contingente de alunos. Mesmo porque a escola, segundo o edital publicado no Diário Oficial de 10/12/08, tem como "Meta" para 2009, o antendimento de 1250 alunos para os cursos de formação da escola. Ou seja, metade da média de estudantes dos anos anteriores.

O excedente dos alunos deverá ser transferido para as clínicas, mais conhecidas como workshops, que não têm o caráter de cursos de formação.

Além deste artifício, o estudante que se encontra fora das idades ideais, já está encaminhado para os últimos anos dos ciclos, e as matérias que deverá cursar durante o ano são alternativas em relação ao currículo oficial. O nome dado para estas turmas de alunos é "transição". Tudo isto indica que ao final deste ano letivo, as pessoas da transição não permanecerão na escola.

Para finalizar, os cursos de formação que eram oferecidos no período noturno, geralmente cursados por alunos que trabalham ou estão fora da idade escolar, foram encerrados.

Uma atitude simbólica desta mudança radical foi a alteração do nome de ULM pra EMESP - Escola de Música do Estado de São Paulo. O nome foi mudado repentinamente, sem que ninguém da nova direção tivesse comunicado aos alunos, professores e, finalmente, à população.

Não apenas o nome foi mudado, como também não mais consta no endereço eletrônico da escola a História da ULM.  Não se menciona mais São José dos Campos como uma das unidades.Tanto no Manual 2009 quanto no sítio eletrônico, está registrado apenas o nome da nova administração, ao invés dos nomes responsáveis pela construção da escola ao longo dos anos.

 Nestes documentos, não há menção alguma às épocas passadas. Toda a história da ULM, da inauguração até o ano passado, está se dirigindo para o esquecimento. Até os próprios coordenadores e diretores atuais parecem desconhecer totalmente o trabalho realizado anteriormente. 

A nova direção aponta para a padronização do que antes era uma escola livre. Isto significa que os currículos serão fixos, como um conservatório tradicional. Uma das coordenadoras pedagógicas, durante a apresentação do novo curso, disse até que a escola passaria a ser um preparatório para o vestibular.

Isto demonstra com muita clareza como a nova funcionária desconhece o perfil dos alunos da ULM. Muitos deles já concluíram o curso de graduação em Música ou ainda estão cursando. Mesmo assim, se aprimoram na escola. Outros não tem intenção nenhuma de fazer faculdade, visto que se prepararam pra ser músicos práticos.

Além disto, é possível dizer até  que o corpo docente da ULM foi superior ao corpo docente de qualquer faculdade do Brasil. Mas a intenção que está por trás do novo currículo não é tanto a preocupação com o vestibular, quanto a de colaborar com as orquestras financiadas pelo Governo do Estado.

No Manual 2009, está escrito: "para o Curso de Formação a escola dispõe de duas modalidades de ingresso: o ingresso mediante exame aberto e ingresso para integrar os grupos instrumentais jovens da Tom Jobim" (p.7).  

Podemos entender, de todos estes fatos, que o Governo do Estado tem o propósito de varrer a memória da instituição que recebe o nome Tom Jobim. Também quer fazer a propaganda de seus grupos e orquestras. Por isso a ULM , ou melhor, EMESP, ao invés de atender ao interesse da população e à toda diversidade de seus alunos, quer padronizar o ensino e utilizar a escola como um laboratório para os grupos e orquestras.

Esta lógica garante  o lucro e a propaganda do atual governo, ao mesmo tempo em que desampara milhares de jovens músicos e profissionais.

Por tudo isso, fez-se necessário um movimento de união entre os estudantes e professores.

Os alunos vêm realizando debates e reuniões a fim de que seus direitos sejam defendidos. Além disso, eles estão comparecendo às audiências públicas e divulgando para a sociedade o quê o governo e a nova OS estão fazendo com o dinheiro que os cidadãos pagam seus impostos.

 

Documentos e Referências: 

BELLODI, Julio N. I. Criatividade e Educação Musical. Dissertação de Mestrado, UNESP. Disponível em <http//WWW.ia.unesp.br>           2008. pp. 26 – 43.

ARAUJO, F.F. Novos Arranjos Organizacionais para prestação de serviços públicos. Disponível em <http://www.cepam.sp.gov.br/arquivos/artigos/NOVOS_ARRANJOS_ORGANIZACIONAIS_PARA_PRESTAcaO_DE_SERVIcOS_PuBLICOS.pdf>

2006

Diário Oficial do Estado de São Paulo, 12/10/2008

Manual do aluno da ULM, 2008 

Manual do aluno da EMESP, 2009 

Mulheres do Poti selam parceria

13:14 @ 22/03/2009



Logotipo do veículo Agência Sebrae Piauí
22/03/2009 - 08:10
 
Empresas

Mulheres do Poti selam parceria

Ação vai beneficiar artesãs da Cooperarte

Suzana Prado

DivulgaçãoDivulgação
As mulheres artesãs do Poti Velho
Na primeira semana de março, as trinta mulheres que integram a Cooperativa de Artesanato do Poti Velho, Cooperarte, na zona norte de Teresina, vivenciaram um momento importante para a entidade. É que foi confirmada parceria entre a Cooperarte e o Instituto Wal-Mart, que pretende, dentro de dois anos, organizar e capacitar as integrantes da cooperativa composta exclusivamente por artesãs do Pólo Cerâmico do Poti Velho.

“É nossa primeira grande parceria, é muito importante para nós porque vai conseguir dar uma nova cara, uma nova organização dentro da entidade com o objetivo de aumentar a produção dessas mulheres, valorizando o trabalho a auto-estima delas”, explica a presidente da Cooperarte, Raimunda Teixeira.

A iniciativa de realizar essa parceria surgiu de uma ação do Projeto de Artesanato do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí, que buscou contato com o Instituto Wal Mart para dinamizar o trabalho das artesãs do Poti.

“É uma satisfação imensa ver o talento dessas mulheres artesãs que juntas estão conseguindo formalizar parcerias de sucesso. Acredito que esse seja um passo importante dentro da comunidade do Poti Velho, pois o trabalho e a união das mulheres serve de exemplo em termos de criatividade e de cooperativismo”, analisa o presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae no Piauí, Ulysses Gonçalves Nunes de Moraes.

Criado em 2005, o Instituto Wal-Mart busca investir no desenvolvimento de projetos sociais, econômicos e culturais, que promovam a melhoria da qualidade de vida de inúmeras comunidades do país.

"Estamos muito entusiasmados com esta parceria. Por meio do conhecimento e apoio do Sebrae no Piauí, encontramos no Poti Velho um grupo de mulheres com grande potencial para desenvolver o artesanato a partir do barro. Neste projeto, como nas demais ações do Bompreço/Instituto Wal-Mart em todo o Nordeste, vamos contribuir para a transformação da cooperativa em um grupo produtivo mais estruturado e com sustentabilidade, melhorando não apenas a renda das mulheres, mas também fortalecendo a auto-estima e o espírito de cidadania da comunidade da qual fazem parte", declara a gerente do instituto no Nordeste, Jakeline Soares.

Referência Nacional

No Piauí, o artesanato tem uma ampla função sócio-econômica, pois além de promover a inclusão social de milhares de pessoas, garante renda e divulga a atividade. Em todo o país, o artesanato piauiense é referência pela sua diversidade de tipologias, pela criatividade dos artesãos, pela organização da cadeia produtiva e pela qualidade das peças fabricadas.

O produto artesanal piauiense é tão bem acabado que nove unidades de produção foram selecionadas no Prêmio Sebrae Top 100 de Artesanato, que escolhe os cem melhores do País nesse segmento. O Piauí está em primeiro lugar no Top 100. Associação das Bordadeiras da Central de Compras de Teresina, ACCBT Bordados; Associação dos Artesãos de Pedro II, AAP; Ateliê de Prata, em Pedro II; Associação das Rendeiras dos Morros da Mariana, de Ilha Grande; Cerâmica Artesanal Serra da Capivara Ltda, de São Raimundo Nonato; Cooperativa de Artesanato do Poti Velho, Cooperart, de Teresina; Cooperativa dos Garimpeiros de Pedro II; Opalas de Pedro II; e Trapos e Fiapos, de Teresina, são as entidades e empresas escolhidas na segunda edição do prêmio.

O Top 100 é uma iniciativa pioneira do Sebrae Nacional, que dá mais visibilidade à atividade de milhares de artesãos brasileiros que geram trabalho e renda no país. Mais de nove milhões de brasileiros vivem do artesanato no Brasil. No Piauí eles chegam a quase 30 mil artesãos. Segundo dados do Sebrae no Piauí, a atividade garante uma renda média para os artesãos que varia entre dois a três salários mínimos/mês.

“É uma grande alegria vermos que nossas ações dão resultados extremamente importantes não somente para o segmento artesanal, mas para todo o Estado. O artesanato piauiense é referência no País quando o tema é artesanato de qualidade, com todos os elementos da nossa cultura, tendo um produto competitivo, de acordo com o que o mercado exige. Tudo isso é resultado de um grande trabalho coletivo entre o Sebrae, os parceiros e os artesãos”, destaca o diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Delano Rodrigues Rocha.

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Boletim Informativo 23/03/2009
CURSO: TURISMO DE NEGÓCIOS COMO GERADOR DE OPORTUNIDADES
A ESTAÇÃO DO TURISMO PREPARA VOCÊ PARA O MERCADO DE TRABALHO!!!

Em sintonia com o crescimento do potencial turístico da região, aliado à melhora da qualidade do setor, a Estação do Turismo tem o compromisso de informar e trazer o que há de novo no mercado.

Devido ao crescimento do Turismo de Negócios em nossa região e à necessidade, cada vez mais, de mão de obra especializada, criamos o curso:

TURISMO DE NEGÓCIOS E EVENTOS COMO GERADOR DE OPORTUNIDADES

Conteúdo programático: Turismo de Negócios no Brasil e no Mundo; Perfil do Turista de Negócios; Impactos Econômicos da atividade no destino; Turismo de Negócios na Costa da Mata Atlântica; Raio X da Região: Infra-estrutura de negócios; Oportunidades: o que pode ser explorado; Como se beneficiar do segmento na região: Perfil profissional; Recepcionistas de eventos e hotéis: como se qualificar; Investindo no mercado e etc.

Com carga horária de 18 horas, o curso se realiza de 30/03 a 13/04 das 19h às 22h.

O investimento é de R0,00. Com descontos de 10% para estudantes e Associados do Convention Bureau.

Os cursos incluem certificado de conclusão e material didático e será ministrado pela Estação do Turismo. Informações e inscrições na Rua Monsenhor Paula Rodrigues, 68, pelo telefone (13) 3321 3504, ou através do e-mail atendimento@estacaodoturismo.com.br. SITE: www.estacaodoturismo.com.br

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23 a 29 de março
  Cinema - Marcello Mastroianni   Bienal do Design  
  teatro Estreia   ao meio-dia  
 

Dia 24 a Cia. Zero Zero entra em cena no CCSP com o espetáculo O caderno da morte, inspirado no mangá Death Note, de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, com direção de Alice K., especialista em cultura e cena japonesa. Um caderno é encontrado por um estudante que lê a seguinte frase: "Aquele cujo nome for escrito no caderno morrerá". Até 30 de abril.

 
ponto Dia 27 a cantora, compositora e instrumentista Tetê Espíndola participa da série Show ao meio-dia no CCSP e lança seu novo álbum, eVAporAR.
ponto O Duo Cantares apresenta um trabalho que transita entre a música popular e a erudita, com foco na pesquisa e divulgação da música antiga e da história da formação do repertório brasileiro. Dia 26, no Concerto ao meio-dia no CCSP, com Carlos Eduardo Vieira e Rosimary Parra Gomes.
 
         
         
  cinema   música popular  
 
Um recorte do cinema paulista será exibido em filmes de renomados cineastas como Carlos Reichenbach, Tata Amaral, Laís Bodansky, Lina Chamie, entre outros, na mostra Cinema paulista contemporâneo, de 26 de março a 5 de abril.
 

De 26 a 29 março, últimos dias da série Chuva de estrelas, as cantoras Mirianês Zabot, Ruthe London, Stella Campos e Laura Finochiaro apresentam uma diversidade musical em comemoração ao mês das mulheres.

 
         
         
  dança Últimos dias   debates Dança  
 
A Stacattosp Cia. de Dança faz uma conexão entre poesia e dança na coreografia Dispnéia 33 33 33, que encerra sua temporada no dia 29 de março.

infanto-juvenil Últimos dias
O teatro de fantoches Acuda Benedito fica em cartaz até 29 de março - história de um menino que nasce em um galinheiro e vai morar na cidade.
 

Helena Katz, crítica de dança, participa do ciclo de conversas sobre os espetáculos apresentados no projeto Solos, duos e trios. Dia 26, o tema "Os coletivos" propõe uma reflexão sobre a formação e a organização dos coletivos de dança.

 
         
         
  institucional Edital      
  Estão abertas as inscrições para a seleção de oficineiros interessados em apresentar projetos para o programa de Oficinas livres promovidas pela Divisão de Ação Cultural e Educativa do CCSP. Serão selecionados trabalhos nas áreas de linguagens visuais, teoria, crítica e história das linguagens artísticas, atividades em família, história em quadrinhos, escrita criativa, práticas corporais, dança de salão, canto coral, laboratório pedagógico e cultura e vestibular. Até 17 de abril, de segunda a sexta, das 10h às 13h e das 14h às 17h. Consulte o edital na íntegra no site www.centrocultural.sp.gov.br  
         
         
     
 
     
   
   

Boletim - Revista Museu

09:58 @ 24/03/2009

Publicada em 22/3/2009

Caderno C
Coleção quer cativar público jovem

/ CANTO LÍRICO / Primeiro volume de série traz La Traviata, de Giuseppe Verdi

Para cativar o público jovem, o Grupo Santillana acaba de lançar a cole ção Tesouros da Ópera , que a princípio será vendida exclusivamente nas bancas de revista da Região Metropolitana de Campinas. Projeto inédito no mercado nacional de produtos editoriais, a série é composta por 25 volumes de livros ilustrados e CDs com gravações remasterizadas das mais importantes óperas de todos os tempos. O primeiro exemplar, La Traviata , de Giuseppe Verdi, já pode ser adquirido.

Cada edição, em capa dura e acabamento de luxo, traz um capítulo cronológico sobre a história da ópera ao longo dos seus 400 anos e um ensaio sobre o compositor e sua obra, compondo um panorama abrangente do gênero. Segundo o maestro Ricardo Prado, que fez a consultoria da coleção, as informações contidas nos livros "são acessíveis para os leigos e trazem dados valiosos para os já iniciados". Os volumes acompanham ainda uma sinopse do enredo e o libreto completo, em português e no idioma original em que foi escrito.

A coleção tem um histórico de sucesso na Espanha, França e Portugal e em mais quatro países da América Latina, onde foi lançada no ano passado. No Brasil, a série circulou inicialmente em São Paulo, onde foi bem recebida. "O que mantém a ópera viva até hoje é a sua atualidade emocional. Por isso é tão bom e importante descobrir os tesouros da coleção", diz Prado.

Na explicação do maestro, as gravações foram selecionadas por sua relevância histórica. Ele também revisou a tradução dos ensaios sobre cada uma das peças, redigidos por especialistas, e escreveu a história do gênero - que abrange da sua origem até as mais contemporâneas escolas operísticas do mundo. "A coleção traz execuções de orquestras renomadas, como as filarmônicas de Viena e Nova York, e as orquestras dos teatros de Alla Scalla, de Milão, e La Fenice, de Veneza, regidas por maestros como Herbert Von Karajan e Wilhelm Furtwangler", comenta.

La Traviata , o primeiro volume a chegar às bancas, vem acompanhado de dois CDs. A gravação data de 1953 e traz a soprano Maria Callas no auge de sua extraordinária capacidade vocal. " La Traviata abre a coleção porque é uma das mais conhecidas e admiradas óperas, e também é apropriada para quem quer começar a ouvir este gênero musical. É uma obra brilhante, de melodia alegre que versa sobre amor e paixão", explica Ricardo Prado. A gravação é da Orquestra Sinfônica de Turim, regida por Gabriele Santini. O segundo volume, previsto para ser lançado em abril, é Carmen , de Georges Bizet.

Ópera

A primeira transmissão ao vivo de uma ópera se deu em setembro de 2006. Diante dos telões es palhados pela Times Square, em Nova York, uma multidão parou para assistir a Madame Butterfly , que estava sendo encenada a poucos metros dali, no famoso teatro Metropolitan House. Para alguns especialistas, a tentativa de popularizar o espetáculo não tem nada de gratuito e acende um sinal de alerta para artistas e produtores: o público da ópera estaria em declínio.

Somente este ano, a Ópera da Cidade de Nova York apresentou um déficit de US$ 15 milhões. A sua orquestra cancelou sua temporada por causa da crise financeira mundial e da crescente perda de público. A Ópera de Baltimore decretou falência, com uma dívida estimada em US$ 1,2 milhão. O governo italiano anunciou um corte de US$ 13 milhões na verba anual do Teatro Scala, de Milão. A própria Metropolitan House apresentava um déficit de quase US$ 20 milhões até que seu atual diretor, Peter Gelb, tivesse a ideia de transmitir seus espetáculos para salas de cinema, dentre outras mudanças.

Apesar dos números apontarem para uma perspectiva pessimista, especialistas brasileiros em ópera preferem não falar em decadência e vêem como natural os períodos de crise e de transformações pelos quais tem passado o gênero. O Caderno C entrevistou três maestros renomados e estreitamente ligados ao universo da ópera: Ricardo Prado, curador da coleção Tesouros da Ópera ; Branco Bernardes, maestro da Orquestra de Câmara Paulista; e Parcival Módulo, maestro associado da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas.

Todos concordaram que, em relação ao século 19, a ópera perdeu espaço e importância na sociedade. Mas, segundo os especialistas, o gênero está mais vivo do que há 50 anos e, ao contrário do que a crise financeira dos teatros leva a deduzir, continua arrastando multidões para seus melhores espetáculos. (Bruno Ribeiro/AAN)

OPINIÕES

Maestros falam sobre o status atual da ópera

Ricardo Prado, maestro e curador da coleção Tesouros da Ópera

"É inegável que a ópera está perdendo público em muitos lugares do mundo. Mas é preciso dizer que ela não está perdendo público em todos os lugares. Pelo contrário, tenho visto um aumento de público jovem em incontáveis teatros. Frequento os melhores espaços de ópera internacional e vejo multidões nas portas dos teatros. Na minha opinião, os espetáculos que estão esvaziando são aqueles que não estão se renovando ou que não estão conseguindo manter a qualidade no decorrer dos anos. O desafio da ópera é parecido com o dos museus: não basta você entrar no lugar e ficar olhando para uma relíquia. Aquilo tem que dizer alguma coisa ao seu espírito, tem que haver naquilo alguma atualidade emocional. É importante modernizar os espetáculos com um tratamento cênico interessante."

Branco Bernardes, maestro da Orquestra de Câmara Paulista

" ,Quando falamos sobre o suposto declínio da ópera, essa ideia não pode estar afastada da realidade sócioeconômica dos nossos dias. A ópera é um espetáculo caro. Tão caro quanto o cinema, só que menos lucrativo. Além disso, a partir do século 20, temos o surgimento da indústria cultural e da popularização de outros tipos de espetáculo, mais baratos e acessíveis ao público em geral. É natural que, proporcionalmente, a ópera seja menos vista do que antes. O que não significa, porém, que ela esteja em decadência ou que vá desaparecer. Uma das saídas da ópera para conquistar novos públicos é voltar suas atenções para os autores contemporâneos, pois ela ficou muito presa ao século 18 e 19. A ópera é um espetáculo atemporal, porque simbólico e onírico, mas toda arte sobrevive da criação."

Parcival Módulo, maestro

" A ópera ocupa um espaço de menor importância na sociedade de hoje? Se compararmos com o espaço que ela ocupava na Europa do século 19, quando era a única referência e arrastava cidades inteiras para os teatros, podemos dizer que sim, que ela perdeu público. Porém, se compararmos a realidade de hoje com a de 50 anos atrás, veremos que a ópera está passando por uma revitalização. Acho engraçada essa ideia de que a ópera está em declínio, porque noto justamente o contrário. Se houve um período de decadência, esse período se deu no início do século 20, quando as óperas começaram a perder qualidade. Logo depois, porém, surgiram compositores novos, dispostos a criar espetáculos contemporâneos, como Carl Orff, por exemplo. Desde então, nunca vi uma ópera em teatro vazio."

Carta Desabafo

por Denilson Shikako

Acabei de colocar uma placa em frente a Fábrica de Criatividade: vende-se este sonho.

E o pior que não é retórica, nem uma ação de marketing, nem nada que não seja apenas a realidade.

Eu investi minha vida neste espaço que hoje é de mais de 20 mil pessoas (isto mesmo 20 mil!) que passaram e passam por aqui. Eu investi todo o meu dinheiro, eu investi todo o meu tempo nos últimos 10 anos, eu investi todos os meus contatos, os meus recursos, as minhas ferramentas, o meu conhecimento, eu investi todos os meus sonhos, eu investi tudo, para no final acabar em uma simples plaquinha.

É mais do que frustrante, é mais do que triste, é mais do que revoltante...é incabível e eu não posso me conformar.

Não há uma só pessoa que não tenha conhecido pessoalmente a Fábrica de Criatividade que não tenha no mínimo se encantado. Quer seja por sua arquitetura, quer seja por sua proposta, que seja por sua história, quer seja por suas pessoas, quer seja por seus resultados.

A Fábrica de Criatividade está seriamente comprometida com a sua sustentabilidade, e mesmo existindo oficialmente há menos de três anos, já conseguimos grandes avanços nesta área. Hoje, a Fábrica "custa", por mês, algo em torno de R$ 47 mil. Até o ano passado, tínhamos o patrocínio das minhas empresas pessoais (e que por isso, inclusive, hoje estão no vermelho), do Instituto Hedging-Griffo (no 1º semestre), e também o apoio pontual e pequeno, para algum evento específico ou projeto, de algumas empresas e pessoas físicas. A Hedging-Griffo perdeu muito dinheiro com a crise que abateu o mundo, no final do ano passado, com isso, eles cancelaram os apoios que davam a  projetos sociais, incluindo o nosso. Ainda assim, conseguimos atender quase o nosso potencial máximo (que é de 1000 alunos) no ano passado, além de mais de 6 mil pessoas que vieram nos eventos culturais gratuitos que aconteceram em praticamente todos os finais de semana de 2008. Eu acredito piamente que a Fábrica no médio e longo prazo consiga plenamente ser totalmente auto-sustentável tanto por causa das parcerias com o setor privado e  público (que o projeto por ter menos de 3 anos oficialmente, só agora conseguiu alguns documentos que precisavam deste tempo para serem emitidos) como através dos produtos gerados pela própria Fábrica, (anexo você encontrará também nosso projeto de auto-sustentabilidade dentro de ‘institucional’), o problema é que a situação financeira atual simplesmente não permite que a gente possa esperar o médio e longo prazo.

Olhando para a plaquinha em frente a este prédio que se destaca na paisagem triste e cinzenta do Capão Redondo eu me questiono, inconformado...Como pode um espaço completamente inovador, pioneiro, com uma proposta pedagógica, política e social completamente embasada nas melhores teorias e práticas, planejada cuidadosamente, estruturada em um bairro onde moram mais de 300 mil pessoas carentes e sedentas pelo que oferecemos e onde praticamente inexistem espaços como este, não ter patrocínio?

Como um lugar já validado por quase todos os meios de comunicação (SPTV, TV Xuxa, Programa Ação - Serginho Groissman, Antena Paulista, Revista Veja SP, Jornal Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Jornal da Tarde, Rede Record, SBT, Gazeta, Band, Cultura, Revista Educação, Empreendedor, Claudia, Portal Uol, Terra, e mais um monte de mídias já fizeram matérias altamente positivas sobre a gente) e também validado pela comunidade que está a nossa volta e outras instituições como o UNICEF que já nos escolheu como sede em algumas discussões sobre o terceiro setor... como pode um lugar tão conceituado e validado ter que ser vendido por não conseguir um mísero patrocínio?

Como deixar que um local que vem oferecendo eventos culturais gratuitos tão maravilhosos como por exemplo um espetáculo de dança envolvendo uma parceria inédita o Balé da Cidade do Teatro Municipal com alunos bolsistas de dança contemporânea da Fábrica no meio de um campo de várzea no meio do Morro do Piolho, com centenas de pessoas assistindo de suas "janelas-camarotes" e se emocionando com algo inédito que transcende a razão? Como conceber que oportunidades como esta de acesso à cultura, de abertura de um novo mundo, talvez nunca mais ocorram para esta população?

Como aceitar que um projeto de democratização cultural provado tão eficaz ao ponto de no início ter necessidade de várias tentativas de propaganda para que as pessoas viessem até a Fábrica para assistir as exibições de cinema, saraus, recitais, shows de música, espetáculos de teatro, exposições, vernissagens, espetáculos de dança contemporânea, hip-hop, grafite, jazz, formações de grupo como a orquestra de sucata, tucboys, diversidança, freestyle ds, festa culturais e hoje simplesmente as pessoas vêm, como que naturalmente, para algo que qualquer um pode perceber que é libertador, vivo, real, que é a arte e a cultura de quem faz, de quem é protagonista....como pensar que uma prática assim não tenha mais recursos pra funcionar?

Como podem deixar de existir histórias como a de Junior Silva, morador da favela do Jd Amália no Capão e um dos "quase" caçulas de uma família com 21 irmãos, que no alto dos seus 18 anos, recém contratado por uma empresa que a Fábrica indicou, fala: "A Fábrica me deu uma coisa que ninguém nunca mais vai tirar: a vontade de sonhar, de acreditar, de ter esperança, hoje eu acredito que eu mesmo posso fazer uma mudança real na minha vida, da minha família, dos meus amigos e da minha comunidade, hoje eu sei que eu quero isso que eu tenho pra todo mundo... e é isso que eu vou fazer" ou então de Cleiton Silva que era ajudante de pedreiro na época da construção da própria Fábrica e depois virou aluno e hoje é o Gerente Operacional e futuro professor de piano: “A Fábrica é literalmente tudo pra mim: Sonho, prática, realidade”, a aluna de teatro Valéria Ribeiro acabou de passar aqui na minha sala e falou: "Aprender aqui, é aprender a pensar, interagir e modificar o meio em que se vive. Nós aqui, não aceitamos passivamente as decisões, mas ajudamos a construí-las”. Ou ainda, a fala de Maria, mãe de um dos alunos presente em um dos nossos eventos: "...isto aqui é mais do que um centro de educação e lazer, é uma fábrica de sonhos"... Como ficar calado quando um lugar com histórias assim esteja acabando por falta de recursos financeiros?

Eu sonhei alto e realmente achei que um projeto que tivesse uma sede própria, completamente lúdica, intrigante e funcional, que tivesse um projeto escrito, planejado e de alta qualidade, que tivesse um pessoal altamente capacitado, gabaritado mas principalmente apaixonado pelo que faz, e que se juntássemos a isso a carência, a necessidade, a aceitação e a aprovação de toda a comunidade, do setor público (como a Lei Rouanet aprovada por exemplo e o PAC ICMS e o FUMCAD em vias de aprovação), dos meios de comunicação, e de todas as pessoas envolvidas no processo, enfim, com tudo isso, que seria impossível o projeto não ser facilmente auto-sustentável, patrocinado e um símbolo de um novo paradigma no terceiro setor. Não só eu, mas toda a equipe de profissionais que investiram cada minuto, energia e recursos nos últimos 3 anos neste projeto sonhamos e arregaçamos as mangas para fazer este sonho acontecer, acreditando incansavelmente que era possível. Mas nós estávamos errados. Será?

E não me venha falar de crise. Crise é ficar assistindo televisão o dia inteiro ou então consumir drogas porque não há outra coisa para se fazer depois da escola. Crise é você ter 17 anos e já ter 3 filhos porque nunca ninguém se preocupou em te educar mas sobretudo em te dar perspectivas. Crise é o seu exemplo ser o cara que tem o tênis da moda porque entrou cedo para o tráfico e vai morrer ou ser preso na média com 19 anos. Crise é você não querer estudar, trabalhar, ter carreira ou sonhar, porque percebe que tudo e todos a sua volta nunca tiveram algo que motivasse a sua inspiração, a sua gana, a sua ambição. Crise é você simplesmente não ter esperança que dá sim para se ter um mundo melhor e isto se consegue com educação, cultura, arte, cidadania. E não falo aqui de situações hipotéticas. Falo da crise que já vi acontecer na vida de muitas crianças e jovens das comunidades com que estou envolvido nos últimos 10 anos de trabalho com populações em risco social, histórias que já vi se repetindo bem mais vezes do que eu gostaria de ver, e que ajudamos a evitar com o estabelecimento da Fábrica. Crises que voltarão a acontecer caso essa placa de "vende-se" continue ali na frente.

Alguma coisa tem que estar mesmo muito errada no mundo quando não há dinheiro para investir em um projeto que claramente está dando resultados evidentes e crescentes na área educacional e social, enquanto há mais de U0 bilhões sendo injetados em empresas de capital financeiro, bancos, corretoras e congêneres. Alguma coisa está muito invertida e equivocada quando se fala em lucros recordes de bancos nacionais, na expansão do mercado de alto luxo, no aumento de salário de deputados, na existência de mais de 36 mil pessoas físicas só em São Paulo com mais de R$ 1 milhão aplicados em contas investimento e não se consegue R$ 47 mil por mês para um projeto social modelo e de grande abrangência numa das áreas mais populosas e carentes da mesma cidade.

Enfim, a sensação de impotência é a mesma que eu senti quando há 9 anos cheguei em casa e descobri que meu pai tinha sido morto por 5 motoqueiros que simplesmente o abordaram no farol e como ele não parou, eles atiraram. A partir disso eu achei que realmente alguma coisa muito errada estava acontecendo e que talvez eu, dando o meu melhor e juntando gente disposta a dar e ser o melhor possível poderia fazer, quem sabe, um Capão Redondo diferente, uma São Paulo diferente, um Brasil diferente, um mundo diferente. Utopia? Nós achamos que não, mas infelizmente, com o 'infelizmente' mais triste que eu já senti, estou vendo que talvez tenha idealizado o impossível, pois quando um projeto que precisa de R$ 47 mil por mês pra fazer a diferença para mais de mil pessoas e inspirar e mudar o paradigma de sabe-se lá mais quantas, tem que parar, penso que o mundo está tão cheio de valores errados a ponto de que um sonho realmente as vezes tenha que se contentar em ser um sonho, utópico sonho construído com histórias lindas, mas que terminam aqui.

Obviamente muitas pessoas não só acreditaram como investiram no projeto. Cito aqui o Junior e o João Madeira do Afroreggae que mesmo com o projeto completamente engatinhando lá no seu inicio nos deram fôlego e inspiração pra continuar, ou da nossa "fada-madrinha" Bitoca Nascimento que literalmente vestiu nossa camisa nas situações mais difíceis, ou ainda a Silvia Morais do Instituto Hedging Griffo; a família da Dani Fainberg e o pessoal do Instituto Geração; a família da Silvana Brito; a minha mãe, tia, irmã e cunhado; a Renata, Fabiana e Nora da Atuação Social; a Suzi e a Gabi da Natura; Cris Morales; a produção do TV Xuxa; a direção do Mercado Livre Brasil; o jornalista Gilberto Dimenstein; Andre Skaff, Joana Rudiger, Joao Carlos Silva, Ronaldo Kolozuk, Sylvio Gomide, Lyto da Drywash, o Marcelo Vit e o Levy, Gisely Cordeiro, Elaine Dominic, Angela Rios, Osni Diniz, Tuca Dias, Marlon Alvarenga, Carlos Rossi, Abraão Dantas, Rosana Sperandeo, Cristiane Verderesi, Cecilia Rosa, Luciana Vincenzo, Flavio Jacobsen, Marilena Borges, Flavia Souza, Sidney Santos, o pessoal da LegoEducation, da Condor, da Solvi e da Giroflex e o núcleo administrativo gestor mais comprometido e apaixonante que já existiu (Felipe Junior, Cleiton Silva, Eliana de Castro, Mafe Carmo, Gal Martins, Elaine Garcez),  graças a todos esses, as muitas conquistas que tivemos (que não foram poucas) aconteceram. Quiçá o mundo fosse feito somente de pessoas assim, que cartas como estas nunca precisariam ser escritas e projetos como o nosso seriam a regra e não a exceção.

Pensei muito antes de escrever essa carta e senti vergonha. A Fábrica é justamente uma alternativa ao assistencialismo e um convite ao protagonismo. Não queremos pedir dinheiro, queremos vender um produto de mudança social. É isso que temos feito pelas pessoas que participaram do projeto nestes três anos e é isso que temos feito enquanto coordenadores e professores na direção cuidadosa do mesmo. É isso que sabemos e queremos fazer. É para que isso não pare de acontecer que você está lendo essa carta. É porque eu ainda acredito que seja possível trocar essa placa aqui na frente de "Vende-se esse sonho" por aquela para a qual a Fábrica foi feita: "Aberta para todos os sonhos".

Grande abraço,

Denilson Shikako

Diretor - Fábrica de Criatividade
Tel (11) 5511-0055 / Cel (11) 8516-5983
 
 

 Fábrica de Criatividade

 

A Fábrica de Criatividade é uma ONG situada no Capão Redondo, região periférica de São Paulo com mais de 300 mil habitantes e totalmente desprovida de equipamentos culturais. A Fábrica atua como um espaço cultural e educacional oferecendo mais de 20 cursos gratuitos a comunidade, entre eles, por exemplo: teatro, dança, robótica, violão, inglês, desenho, história em quadrinhos. Dentro de sua política cultural oferece mensalmente a comunidade uma programação de eventos de qualidade tais como: exposições, shows, saraus, vernissagens, espetáculos de teatro e dança e mostra de cinema.

 

Além de ser um espaço conceito quanto a sua arquitetura (portas de bolinha de gude, chão de garrafas, pias sem ralos nem torneira, uma praia na cobertura, salas temáticas, etc), a Fábrica também quer criar um novo paradigma no 3º setor, trabalhando com profissionais de ponta, metodologia político-pedagógica consistente baseada em formação contínua de educadores e atendimento integral e afetivo aos alunos, além de uma séria e real postura de planejamento, metas, resultados, sustentabilidade e transparência contábil e financeira disponibilizada na internet.

 

Em quase 3 anos de funcionamento a Fábrica já se tornou uma referência, sendo inclusive chamada pela UNICEF para representar trocar idéias sobre iniciativas e projetos desenvolvidos nas periferias.

 

Além disso muitos veículos de comunicação já fizeram matérias sobre nós. Se você quiser saber mais detalhes sobre a Fábrica de Criatividade segue abaixo links para ver algumas destas matérias:

 

-Rede Globo – Antena Paulista: http://www.youtube.com/watch?v=oLrcoWdtVeM

-Rede Globo – Ação – Serginho Groisman: http://www.youtube.com/watch?v=XXTntWL02jc

-Rede Globo – TV Xuxa: http://tvxuxa.globo.com/TvXuxa/0,,MUL750628-15581,00.html               

-Rede Record: http://www.youtube.com/watch?v=5RTplXGVR8s

-Folha de São Paulo – Glberto Dimentein: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/colunas/gd010206.htm

-Revista Educação:  http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=10739

-Revista Veja São Paulo: http://veja.abril.com.br/vejasp/010605/misterios.html

-Revista do 3º setor: http://arruda.rits.org.br/rets/servlet/newstorm.notitia.apresentacao.ServletDeSecao?codigoDaSecao=4&dataDoJornal=1151692952000

-Site educação pública: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/internet/sitedavez/0050.html

 

 

Como você pode ajudar?

 

-Fazendo uma doação direta:

 

A Fábrica de Criatividade possui projeto aprovado pela Lei Rouanet (PRONAC 06 10648)

ou seja a sua doação tanto de pessoa jurídica como física pode ser deduzida do imposto de renda:

 

Banco Brasil (01)

Agência: 1547-4

Conta Corrente: 22361-1

 

Se você desejar fazer uma doação direta para a nossa ONG (sem dedução do imposto):

Banco Itau (341)

Agência: 2978

Conta: 12105-7

 

Ambas em nome de Associação Amigos da Fábrica de Criatividade

CNPJ  08332986/0001-00

 

-Sendo um associado mensal:

 

Via boleto ou depósito em conta

 

-Contratando um de nossos produtos da nossa política de sustentabilidade:

 

Já elaboramos e estamos pondo em prática o nosso plano de sustentabilidade de médio e longo prazos, a saber:

-Estamos com a documentação quase completa para participarmos de editais públicos e privados (muitos deles dependiam de dois ou 3 anos de "existência" da ONG, que atingimos só agora);

-Conseguimos a aprovação e prorrogação da Lei Rouanet;

-Estamos conseguindo montar um grupo de pessoas físicas que estão dispostas a nos patrocinar;

-Estamos focando em fazer a comunidade que quer estudar na Fábrica, e tem condições financeiras melhores, pagarem seus cursos com bolsas parciais (os cursos que normalmente custariam algo em torno de R$ 200,00 são pagos por no máximo R$ 70,00 por quem pode);

-Estamos, como já dito, fazendo os grupos formados na Fábrica terem apresentações semi-profissionais, cobrando cachê que é revertido para o grupo e para a instituição;

Por exemplo:

-Show da orquestra de sucata (instrumentos feitos de material reciclado e percussão corporal com temática focada no meio ambiente);

-Show de grupos formados na Fábrica de Criatividade (como Dança Contemporânea, HipHop, Teatro, Orquestra de Violões, etc) para aberturas de Sipat, por exemplo;

-Contratando os nossos serviços de personalização de festas internas da empresa (como dia das mães, natal, aniversário da empresa) com grupos de teatro, caricaturas ao vivo, grupos musicais, etc.;

 

-Palestra de Criatividade e Inovação – ministrada pelo fundador da Fábrica e especialista – Denílson Shikako;

 

-Formação de educadores sociais e arte educadores;

 

 

-Vindo nos conhecer

 

E vendo onde você ou sua empresa pode ser nossa parceira neste sonho de tornar o nosso mundo um lugar melhor.

 

Empresas que já são nossas parceiras:

Instituto Hedging Griffo, Mercado Livre, Vega engenharia ambiental, Natura, Grupo Cultural Afroreggae, Odontoprevi, CJE-Fiesp, Lego education

 

 

Fábrica de Criatividade: criatividade como meio, cidadania como fim.

 

Para saber mais:

www.fabricadecriatividade.com.br

 

R. Dr Luis da Fonseca Galvão, 248 (a 100 metros do metro Capão redondo)

Pq- Maria Helena – Capão Redondo – SP

Fone 5511-0055 / 5513-3512

Celular: (11) 8516-5983 (Denílson Shikako – núcleo gestor)

denílson@fabricadecriatividade.com.br

 

Revista Bravo!

22:22 @ 24/03/2009





Olá!


Edição 139




QUAL O FUTURO DA MÚSICA?

O grupo Radiohead, que vem neste mês ao Brasil, abriu a temporada de previsões sobre as mudanças na arte de compor e veicular canções. Das ideias levantadas, saiba o que faz sentido e o que é só especulação




O MAIOR POETA DO BRASIL
Reedições e lançamentos comemoram o 80º aniversário de Ferreira Gullar

A ÍNDIA É POP
Danny Boyle mergulhou na cultura da Índia moderna e fez "Quem Quer Ser um Milionário", vencedor do Oscar





MÁSCARA - AMANDA WINGFIELD
Personagem de "O Zoológico de Vidro" incorpora em Cássia Kiss

CHEGA DE LOIRA E PORTUGUÊS
Depois do teatro, o stand-up chega à TV para renovar o humor

FESTA DA MAIORIDADE
E sua 18ª edição, o Festival de Curitiba se consolida como o mais diversificado do gênero no país




O ARTISTA QUE PINTOU

UMA CIDADE
Stephan Doitschinoff transformou Lençóis num museu a céu aberto

EM BUSCA DA PINTURA PERDIDA
A relação de Proust com a arte em "Em Busca do Tempo Perdido"

A SIMPLICIDADE DE UM OUTSIDER
O polonês Louis Begley discute paz e morte em "Questões de Honra"




VERDADES E MENTIRAS
Sérgio Rodrigues mistura jornalismo e ficção para criar Elza, executada pelo PCdoB nos anos 30

GUERRA E PAZ NAS TELAS
"Valsa Com Bashir" representa o movimento que denuncia absurdos do conflito no Oriente Médio

O FIM DO ILUMINISMO
"Entre os Muros da Escola" aborda um tema sensível na França atual: a educação de filhos de imigrantes




MÁSCARA - DEUS
Na voz de Ary França, ele admite enfrentar crise de identidade

PODCAST RADIOHEAD
A banda que trabalha com a inovação permanente

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Bar da Fonte - Programação

07:38 @ 26/03/2009

 

 
 
PROGRAMAÇÃO
 
 
Sexta feira - 27/03 - Bar aberto 
 
Sábado - 28/03 - Evelyn e Ricardo (MPB)
A partir das 21h00
 
 

Horário de funcionamento do bar da Fonte

 

Noite:

sexta -feira  e sábado- a partir das 18h00

 

Dia / almoço:

sábado e domingo - a partir das 12h00

 

Programa-se

 

Sexta - feira Santa (10/04) - Noite do Abre Coração

Com João Ormond (Viola raíz) 

 

 

 


  BIBLIOTECA TEMÁTICA DE MÚSICA CASSIANO RICARDO

ESPAÇO ITAMAR ASSUMPÇÃO

 PROGRAMAÇÃO - ABRIL 2009

 

 

Show

Mauricio Pereira

 

No show “Pra Marte”, o ex - integrante dos Mulheres Negras aprofunda o caráter eminentemente paulistano de seu trabalho, com os músicos: Tonho Penhasco na guitarra (Skowa e Máfia, Arrigo Barnabé), Luiz Waack no violão (Itamar Assumpção e Marisa Monte), Leandro Paccagnella na bateria (Edvaldo Santana, Zé Geraldo) e Mano Bap no contrabaixo (Karnak, Orquestra Paulista de Soul). Destaque para as canções “Pra Marte”, “A Loira da Caravan” e  “Purquá Mecê”

 

Sábado, 25 de abril, 2009  às 18h00

        

Cursos e Oficinas

“Oficina de Canções Instantâneas”

com Mauricio Pereira e Daniel Szafran;

O objetivo é desenvolver a capacidade de ouvir e compor canções, entender e vivenciar a estrutura de uma canção. Sair da oficina tendo feito pelo menos uma canção.

Através de sugestões do público (uma frase musical assobiada, um verso, uma sugestão de ritmo ou estilo), ir construindo aos poucos uma canção, e conversar sobre sua estrutura: partes, refrão, formatos, assuntos caminhos melódicos, harmônicos, rítmicos, a importância do acaso.

 Maurício Pereira é compositor, cantor, produtor, saxofonista.

É também ator e jornalista. Tem 6 discos mais tantos outros, como músico ou produtor.

Figura no Guinness Book por ter feito “o 1º Show ao vivo via internet no Brasil”, e realiza palestras e oficinas sobre o cenário da música independente e a criação de canções.

 

Daniel Szafran é pianista, compositor, produtor.

Já trabalhou com Zé Rodrix, Laura Finnochiaro, a banda do programa Fanzine (TV Cultura), Fortuna, Cris Aflalo, Luiz Waack.

 
público alvo: músicos iniciantes, ouvintes interessados.

 Sábado, 4 de abril, 2009  às 11h00

Inscrições pelo telefone 2092-4570 de 2ª a 6ª das 8h00 ás 17h00  – Emissão de certificado de participação

 

 

Oficina: “Canções Casuais”

com Tonho Penhasco.

         

A proposta é explorar o processo de composição da canção popular, através de dois caminhos, sempre junto com o público:

Pensar um estilo, achar uma levada, a partir daí dar forma (mapa) à canção, definir uma melodia, e, finalmente, fazer uma letra. Propor o caminho inverso: a partir de uma letra, feita na hora, achar uma melodia, buscar uma harmonia, uma levada, chegando até um estilo.

E nesse processo, sempre junto com o público, vivenciar conceitos básicos da canção popular, como o arranjo, a improvisação, a composição, a interpretação, partes, possibilidades melódicas.

 
Tonho Penhasco é guitarrista, compositor, produtor e luthier.

Tocou com Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Skowa e a Máfia, Os Mulheres Negras, Suzana Salles, entre outros. Tem 2 discos solo lançados: Traquitana e Tonho Penhasco e Cia.

 público alvo: músicos iniciantes, ouvintes interessados.

 Sábado, 18 de abril, 2009  às 16h00

Inscrições pelo telefone 2092-4570 de 2ª a 6ª das 8h00 ás 17h00 – Emissão de certificado de participação

Biblioteca Temática de Música Cassiano Ricardo - Espaço Itamar Assumpção –

Av. Celso Garcia 4.200 - Metrô tatuapé

 Veja aqui como chegar à biblioteca


Contato dos eventos:

Evaldo Piccino

Coordenador da Área Temática de Música

Sistema Municipal de Bibliotecas

Secretaria de Cultura de São Paulo

Rua Catão, 611 - 6º andar - Lapa

Tels: (11) 3675-6727 / 7152-2992

http://mail.google.com/a/gaiabrasil.com.br/?ui=2&ik=518fc20fb0&view=att&th=12043ef186826cb8&attid=0.1&disp=inline&zw





CURSO
Música
INTRODUÇÃO À MÚSICA CLÁSSICA

Irineu Franco Perpetuo

O objetivo do curso é fornecer elementos que auxiliem a apreciação musical, apresentando algumas das melhores obras e intérpretes do repertório internacional. Conhecer a estrutura e o desenvolvimento dos instrumentos e gêneros musicais enriquece a fruição desta que sempre foi considerada uma das artes mais sublimes.

Início: 01 ABR
Duração: 4 encontros semanais
Dias/horários: Quartas-Feiras, às 15h (01/04, 08/04, 15/04, 22/04)
Valor: R$ 190,00 na inscrição + 1 parcela de R$ 190,00

Casa do Saber - Shopping Cidade Jardim
av. Magalhães de Castro, 12.000 - Térreo

Tel.: (11) 3552-1280

Horário de funcionamento: segunda a sexta: 13h às 22h
sábados: 10h às 18h

E-mail:
info@casadosaber.com.br


01 ABR | 1. Os instrumentos de orquestra
Os naipes ou famílias que compõem a sinfônica moderna: cordas, madeiras, metais e percussão

08 ABR | 2. A voz humana
O repertório vocal e seus registros: soprano, mezzo-soprano, contralto, tenor, barítono e baixo

15 ABR | 3. O piano e seus antepassados
A história dos teclados, do órgão e do cravo até o piano moderno

22 ABR | 4. Introdução às formas musicais
A estrutura e o desenvolvimento de gêneros como a música de câmara e a sinfonia

Irineu Franco Perpétuo. Jornalista. Escreve sobre música para a Folha de S. Paulo e a Bravo! e é correspondente no Brasil da revista Ópera Actual, de Barcelona. Colabora com a redação de textos para os concertos da Osesp e do Teatro Municipal.

Dandara - 01/04 -

20:43 @ 26/03/2009

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Show: Dandara com Bruno Silveira (bateria), João Spitz (baixo), Mauricio Caruso (guitarra e violão)

Data: 01 de abril - 4ª feira às 22:30 h

Local: Bleecker Street                                                                                Rua: Inácio Pereira da Rocha, 367-Vila Madalena

Reservas Mesas: 3032-3697

R$ 15,00 com nomes na lista para desconto, enviar email: lista@bleeckerst.com.br

R$ 20,00 sem nome lista 

Com nome de guerreira e se apresentando desde os 10 anos de idade em diversos palcos da cidade de São Paulo, aos 18 anos Dandara mostra “que é possível, sim, combinar técnica e emoção, para fazer do ofício de cantar uma obra de encantamento”.1 

Neste trabalho, ela interpreta canções da nova geração de compositores da cena musical, a exemplo de Fabio Cadore, Vinicius Calderoni, Luiz Murá, Leonardo Versolato, Kana, Salloma Salomão, Sonekka, Tiê Alves e de autores consagrados como Chico Buarque, Djavan, Beatles entre outros. Seu repertório expressa uma concepção contemporânea da música, mesclada a ritmos tradicionalmente brasileiros, tais como samba, maracatu, ijexá, baião, e resulta numa identidade própria e sofisticada criada em conjunto com os músicos Mauricio Caruso (guitarra e violão), João Spitz (baixo) e Bruno Silveira (bateria).

Dando início a sua participação em Festivais, em agosto de 2008 foi escolhida como Melhor Intérprete do 1º FICA Festival do Intérprete e da Canção.  

Assista Música Repertório Show:

http://www.youtube.com/watch?v=2Y7udzkQ01U


BOLETÍN Nº 390 26/03/2009

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Jodorowsky
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Antonio Luque
> Antonio Luque
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Boletin Docuforum

08:29 @ 27/03/2009

Boletin Docuforum
18.700 miembros

1) ACUERDO DE COLABORACION ENTRE CIEMAT Y FUNDACION CIENCIAS DE LA DOCUMENTACION
www.documentalistas.org/noticias/09marzo.php

Juan Antonio Rubio Rodriguez, Director General del Centro de Investigaciones Energeticas, Medioambientales y Tecnologicas (CIEMAT), organismo del Ministerio de Ciencia e Innovacion del Gobierno de España, y Jose Raul Vaquero Pulido, Presidente de la Fundacion Ciencias de la Documentacion, han firmado un acuerdo de colaboracion por el que ambas instituciones se centraran en el desarrollo de programas y actividades que conlleven la cooperacion, capacitacion, asesoría y difusion en el ambito de las Tecnologias de la Informacion, Comunicacion e Innovacion a nivel mundial, y en especial en el entorno extremeño.

2) AUDITORIO - 2º CONGRESO MUNDIAL
www.documentalistas.org/eventos/IICMIC09/auditorio.php

El 2º Congreso Mundial "Informacion y Conocimiento: Aspectos Tecnologicos" se realizara en el Auditorio del Banco Central de la Republica Dominicana. Av. Pedro Henriquez Ureña. Esq. Calle Leopoldo Navarro. Santo Domingo, Republica Dominicana. El Castellano sera el idioma oficial del 2º Congreso Mundial, aunque se ofrecera traduccion Castellano-Ingles e Ingles-Castellano en la apertura y clausura de sesiones, asi como en otras seleccionadas por el Comite Organizador.

3) NUEVOS ARTICULOS EN CASTELLANO EN LA SECCION FIRMAS
www.documentalistas.org/colaboradores/firmas

Seccion para promocionar la profesion entre columnistas que escriben en castellano sobre conocimiento, tecnologias, sociedad de la informacion, bibliotecologia, archivologia, museologia, innovacion, y terminos relacionados. Nuevos articulos en castellano:

- "Elearning, tambien para empresarios y ejecutivos". Jose Enebral (España)
- "Todo es conocimiento". Javier Martinez (Chile)
- "El fracaso de la Democracia". Emilia Curras (España)

4) ADHESION A LA MARCHA MUNDIAL POR LA PAZ Y LA NO-VIOLENCIA
www.documentalistas.org/noticias/09marzo.php

Conscientes de que la Informacion es un instrumento fundamental para el cambio social y erradicacion de la violencia, la Fundacion Ciencias de la Documentacion se adhiere a la Marcha Mundial por la Paz y la No-Violencia, organizada y promovida por la asociacion internacional "Mundo Sin Guerras y sin Violencias", que se realizara del 2 de Octubre de 2009 al 2 de Enero de 2010. Es la primera Marcha Mundial que recorrera todo el planeta pidiendo el fin de las guerras, las armas nucleares y la eliminación de todo tipo de violencia.

5) NOTICIAS RSS
www.documentalistasorg/rss.xml

Si lo desea, puede mantenerse constantemente informado de las ultimas actividades de la Fundacion desde el servicio de noticias RSS.

6) REVISTA DOCUMENTACION
www.documentalistas.org/secretaria/publicaciones/revista

Recuerde que puede enviarnos informacion breve acerca de sus ultimas actividades y carta de los lectores en formato TXT antes del 15 de abril. Email: redaccion@documentalistas.org

7) PREMIO INTERNACIONAL FCD
www.documentalistas.org/premios/fcd

La Fundacion Ciencias de la Documentacion convoca un Premio Internacional para reconocer el trabajo de las unidades de informacion mas comprometidas socialmente, en especial entre los desfavorecidos en el acceso y uso de la informacion. El plazo de presentacion de solicitudes termina el 30 de septiembre de 2009. El premio tendra una dotacion economica de 3.000 Euros, mas la entrega de un Diploma. Sera entregado en el ENCUENTRO MUNDIAL DE INFORMACION Y DERECHOS HUMANOS que se celebrara en España en 2010, organizado en colaboracion con la Fundacion Cultura de Paz.

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Fundacion Ciencias de la Documentacion
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Docuforum Bulletin
18.700 members

1) COLLABORATION AGREEMENT BETWEEN CIEMAT AND DOCUMENTATION SCIENCES FOUNDATION
www.documentalistas.com/news/09march.php

Juan Antonio Rodriguez Rubio, General Director of the Research Center for Energy, Environment and Technology (CIEMAT), an organism of the Ministry of Science and Innovation (Spain Government), and Jose Raul Vaquero Pulido, President of the Documentation Sciences Foundation, signed a collaboration agrement in which both institutions will be focus on developing programs and activities involving cooperation, training, consultancy and dissemination in the field of Information Technology, Communication and Innovation at the global level, especially in Extremadura.

2) AUDITORIUM - 2ND WORLD CONGRESS
www.documentalistas.com/events/2wc09/auditorium.php

The 2nd World Congress "Information and Knowledge: Technology Issues" will be held at the Auditorium of the Central Bank of the Dominican Republic. Av. Pedro Henriquez Ureña. Esq. Calle Leopoldo Navarro. Santo Domingo, Dominican Republic. Spanish will be the official working language for the 2nd World Congres. Spanish-English and English-Spanish translation will be provided in the opening and closing sessions, as well as others selected by the Organizing Committee.

3) NEW ENGLISH ARTICLES IN THE SIGNATURES SECTION
www.documentalistas.com/collaborators/signatures

Section wich exists to promote professionalism and camaraderie among columnists who write in english about knowledge, technology, information society, bibliotecology, record, museology, innovation, and related terms. New english articles:

- "Science and Scientific Information". Emilia Curras (Spain)
- "Processing of Scientific Information". Emilia Curras (Spain)
- "Connotations of Scientific Information". Emilia Curras (Spain)
- "New trends in Distributed Computing at the Extremadura Research Centre for Advanced Technologies. The Virtualization approach". Miguel A. Corchero; Et. Al. (Spain)

4) ADHESION TO THE WORLD MARCH FOR PEACE AND NONVIOLENCE
www.documentalistas.com/news/09march.php

Aware that the information is an essential tool for social change and eradication of violence, the Documentation Sciences Foundation has joined to the World March for Peace and NonViolence, organized and promoted by the international association "World without wars and without violence. The World March will begin in New Zealand on October 2, 2009, the anniversary of Gandhi's birth, declared the "International Day of Non-Violence" by the United Nations. It will conclude in the Andes Mountains (Punta de Vacas, Aconcagua, Argentina) on January 2, 2010.

5) NEWS RSS
www.documentalistas.com/rss.xml

You can stay constantly informed of the latest activities of the Foundation from the RSS news service.

6) DOCUMENTATION MAGAZINE
www.documentalistas.org/secretaria/publicaciones/revista

Remember that you can send us short information about your last activities and readers' letters in TXT format before april 15th. Email: redaccion@documentalistas.org

7) FCD INTERNATIONAL AWARD
www.documentalistas.org/premios/fcd

The Documentation Sciences Foundation convenes an international award to recognize the work of units of information more socially engaged, especially among the disadvantaged in access to and use of information. The deadline for submitting applications expires on september 30, 2009. The award will have a strength of 3,000 Euros, plus the delivery of Diploma. The award will be delivered within the WORLD MEETING ON INFORMATION AND HUMAN RIGHTS to be held in Spain 2010, event organized in collaboration with the Foundation for a Culture of Peace.

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Documentation Sciences Foundation
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