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SERENA E SIRENA

 

 Dalinha Catunda

 

 

Mulher de alma vadia

Nos olhos sugere magia

De um mundo singular.

 

Tão senhora, tão serena,

Mas carrega uma sirena,

Que não resiste ao luar.

 

Em noite de plenilúnio

Entoa seu belo canto

Com intuito de encantar

 

E assim, feliz e faceira,

Com ares de feiticeira,

Atrai sua presa ao mar

 

Após a dança fremente

Saciada e sorridente

Recomeça seu cantar.

 

(Em homenagem ao

Dia Internacional da Mulher)