Inesquecíveis momentos no Center Um III (Marcondes Rosa)
17:53 @ 04/12/2007
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INESQUECÍVEIS MOMENTOS NO CENTER UM (III)
Papos muitos, entrecortados, antes de o show começar. Conversando com Helder Sabóia, pondo nossas histórias-de-vida em reencontro, nem me havia apercebido de que, ao se volitarem as mesas para o palco armado para o show, estavam sentados, justo a meu lado, Waldonys e os que o acompanhavam. Carlito diz a Waldonys do que eu escrevera sobre a “gafe minha” ao não me lembrar do “internacional Waldonys”. Ele, humilde, se ri. Falo-lhe da emoção que o DVD “Waldonys – Vinte Anos de Carreira” em mim despertou. Não apenas pela qualidade de um excelente DVD gravado ao vivo.Tocou-me, antes de tudo, a reverência de Waldonys a “Seu Luiz Gonzaga”, ao “pa(i)drinho Dominguinhos e a Sivuca com a belíssima e sentimental interpretação por Waldonys de João e Maria, dos anos 40, que receberia, após, letra de Chico Buarque. No DVD, sem dúvida, a homenagem, com a música “Andando e vivendo” de nosso Carlito Matos, citado por Waldonys ali presente. E dos convidados especiais, no palco e nos camarotes, Renato Borghetti,
Instrumentistas todos dão banho, sobretudo, Borghetti, em verdadeiros e virtuosos desafios, no show. Ponto alto, disse eu a Waldonys, o Hino Nacional, embora tenha eu captado maior que a interpetação no Theatro José de Alencar, a executada, todos ao se dar as mãos, ao final da reunião do
Em vários momentos, ao lado, trocamos, Waldonys e eu, comentários rápidos. Depois, ele iria até o palco acompanhar, no acordeon, canções de Carlito. Isso, sem antes, ser justo com o valor de Carlito, nas letras e músicas, sobre várias temáticas e em diferentes ritmos, todos, em palmas a acompanhar. Note-se que, ali, além de conterrâneos ipueirenses, muita gente ligada à música cearense e oriundos das diversificadas amizades do compositor e músico ali homenageado.
Ao final, indaguei a Waldonys onde encontrar seu DVD – eu havia recebido um de Carlito mas gostaria de recomendar e dar alguns presentes. Ele me disse que, fácil, ali perto, na “Desafinado”, onde encontrei muita coisa dos amigos e “remasterizações preciosas” dos tempos dos discos em mono. No DVD que comprei, o telefone para vendas: (85) 3253.4055.
Na noite de autógrafos, ali, Carlito Cartos, visivelmente grato e emocionado, autografava, em longa fila: Carlito Matos – Coletânea; Alguém que Sonha e Canta, e Andando e Vivendo. Informações maiores poderão ser obtidas em seus contactos: (85) 3264.31.10 e
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REAÇÕES COLHIDAS
DOS VÁRIOS CLOSE-UPS
NO SHOW
Já tarde, após tudo, alguns rápidos close-ups. Cristina e Corrinha falam-me da Matriz e do Buriti. Elogio emocionado texto de Corrinha, na missa do pai, Guarani. Ela agradece, mas confessa que foi expressão coletiva de todos. Cristina SE surpreende com o retrato do pai e da mãe a correr mundo nos Blogs e Grupos de Internet e me diz: “Se soubesse que papai e mamãe circulariam tão longe, mandaria fotografia maior e melhor”. Digo a ela que mande. Todo tempo é tempo e um conciliador como o casal é ícone, por certo, que merece mais que uma foto.
Tadeu, sentado e, em silêncio a escrever, indaga-me se, em janeiro, toparia ir a Ipueiras, por ocasião de comemorar aniversário de
sua turma no Colégio Otacílio Mota, sentindo importante integrar os ora ali e os lá ficados,
Os Medeiros (Renato e Edésio) me são reencontros. Unidos aos demais – como nos velhos tempos – como, nos de crianças, ao compartilharem da mesma rua. Gessy me indaga, última vez que esteve comigo, na Assembléia Legislativa, a me perguntar em qual dos títulos. Respondo-lhe que quando fui agraciado com a Medalha “Otávio Lobo”, que, por sinal, vai ser conferida a Lauro de Oliveira Lima. Ela, que já trabalhou no Agapito dos Santos, ao tempo de Lauro, alegrou-se. Disse a ela: “estarei lá” a me encontrar com você. No mais, infindáveis abraços, acenos, Maria Sólon, como que símbolo, de tantos outros a nos dar a mãe e nos jogá-las em convidativos acenos de união em torno, assim percebi, de um projeto. E a certeza de que o melhor cimento a nos amalgamar a todos é, seguramente, a arte.
Do Center Um, saí a dar razão a Zequinha.
De volta para casa, telefonei para W
Comentários
(02:02 @ 13/04/2008) Jean Kleber disse:
A noite do Center Um aqui retratada por Marcondes Rosa constitui-se num momento previlegiado de nossa vida, nós, que vivemos a juventude em Ipueiras. Carlito, com seu talento, nucleou-nos para um abraço fraterno embalado por seus versos e sua música. Bela crônica.