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JOSÉ COSTA MATOS

* Ipueiras - 2 de setembro de1927
+ Fortaleza - 2 de março de 2009

 

  

CHOVE POESIA

SOBRE IPUEIRAS

UM MANTO TRISTE

COBRE AS ESTRELAS

 

OS PIRILAMPOS

LEVES COMETAS

HOMENAGEIAM

OS SEUS SONETOS

 

SOBRE IPUEIRAS

NAVEGA AGORA

EXTEMPORÂNEO

 

NO CÉU IMENSO

UM RIO INTENSO

SOBRETERRÂNEO

 

 

Exercícios de Admiração

Horácio Dídimo

 

 

Comentários

(13:21 @ 20/03/2009) Jean Kleber disse:
Os poetas brincam com as palavras. Nos tocam o coração. Eles nos alegram e traduzem a nossa catarse (Κάθαρσις ), a purificação. O que seria de nós sem eles?

(08:12 @ 02/04/2009) Anônimo disse:
Costa Matos levou sua terra, no lado esquerdo do peito. Cantou sua aldeia , de tudo quanto foi jeto.Meu poeta dos pirilampos, sempre foi um grande sujeito. Dalinha Catunda

(20:16 @ 11/05/2010) Prof. João Valente de Miranda disse:
José Costa Matos para mim foi um dos maiores escritores deste país, ao nível de um Luiz Carlos Lisboa, de quem ele tanto gostava. Meu amigo, irmão e mestre, de quem guardo as mais vivas saudades, estará por certo embelezando mais ainda o Céu com sua eterna veia poética. Seus melhores livros são “O Sono das Respostas” e “Na última curva da esperança”. Seu poema “Sermão do Primeiro Domingo do Advento” é uma obra prima que ainda hoje retumba nos céus.