Grupos

Antonio Lisboa, o Pioneiro

23:24 @ 02/10/2006

Cidade Livre

 

"(...) consideramos, de alguma forma, a nossa Ipueiras como uma espécie de “avó” da então chamada “Novacap”, Brasília." (Antônio Lisboa Mourão)


 

Antônio Lisboa, o Pioneiro (03.05.2004)

 

Só agora, pude acusar o recebimento da matéria do Correio Braziliense homenageando, entre os “pioneiros” da construção de Brasília, nosso conterrâneo de Ipueiras, Antônio Lisboa Mourão (74 anos), sua esposa Maria Inês e sua descendência.

 

Justa a homenagem. Duro trabalho, para quem se alojou, de início, no improvisado “Núcleo Bandeirantes” (meu pai, Wencery lá esteve alguns meses e, ao sair do Seminário, por lá passei algum tempo) e viu a cidade nascendo e a ajudando a crescer. 

 

Como outros tantos cearenses (muitos de Ipueiras), Lisboa ajudou Brasília e suas cidades satélites a se afirmarem no mapa do hoje Distrito Federal. E, hoje, com orgulho, pode bater no peito e rejubilar-se, como um “orgulhoso pioneiro”, na expressão do Correio Braziliense:  “Considero todas as pessoas que nasceram em Brasília meus netos porque a cidade é como se fosse minha filha mais velha”.

 

E, nós outros, ipueirenses, diante disso, considerarmos, de alguma forma, a nossa Ipueiras como uma espécie de “avó” da então chamada “Novacap”, Brasília.

 

Parabéns, pois, a Lisboa, pela homenagem do Correio Brasiliense, que a todos nós, seus conterrâneos, envaidece. (Marcondes Rosa)

 

 

Na Cidade Livre e Taguatingua

 

Seu Wencery esteve comigo não só na Cidade Livre, como em Taguatinga. Ele me dizia: “Acho incrível todos os ministérios serem perto uns dos outros. Assim se resolvem todos os problemas, até a pé.”

 

Quero convidar os filhos do saudoso Wencery a virem a Brasília. Estaremos de braços abertos para recebê-los (Lisboa e Marines)             

 

Quantas histórias!
 
Ah! Quantas histórias, dosadas de ficção, você, na Cidade Livre – onde
passei uns tempos – e em Taguatinga, escutou de meu pai. E quantas 
outras, dos candangos cearenses, você ouviu e até presenciou.
 

Parabéns a você, a Maria Inês e aos filhos por sua história de vida. E todo o acolhimento nos "bancos desta avenida" a relembrar histórias comuns aqui (nesta virtual Ipueiras) e em nossa Cap ...

Quem sabe, um dia, a gente se encontra aí, relembrando histórias. Fui muito a Brasília. Mas daquelas viagens em que a gente sai do aeroporto, fica o dia todo discutindo (ou resolvendo problemas) e volta pro aeroporto. (...) Ando meio preso na universidade. Sabe, professor tem aulas o tempo todo. Mas vamos ver se a gente dá uma escapulida e se encontra. Abraço da família do Wencery: Adaísa, a nossa mãe, Solange, Marcondes e Walmir.

 

 

 

 

 

 

Comentários