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Vamos falar de saúde pública!

 

Você deve estar pensado: ih, lá vem mais uma candidata pra falar de saúde! Sempre as mesmas coisas, as mesmas promessas, as mesmas garantias de que, nos próximos quatro anos, viveremos em um paraíso, e que todos os problemas da população serão resolvidos. Aliás, o que muitos esperam é que haja eleição todo ano, porque só em ano de eleição as obras e melhorias aparecem...

 

Como o candidato pode resolver todos os problemas da área de saúde de uma cidade, como muitos prometem, se não sabe sequer quais são as necessidades da população? Não existem cadastros, não existe o Programa de Saúde da Família (PSF) funcionando em todos os bairros. E, onde o PSF existe, não atua como se espera: com os médicos visitando as pessoas em suas casas, acompanhando de perto os problemas de saúde das famílias cabofrienses.

 

Dias desses, uma mãe veio se queixar de que tinha que trabalhar em dois empregos para sustentar a família. Só de plano de saúde (dela e do filho de seis meses) paga por mês R$ 310,00, para ter direito a um atendimento digno (um SUS melhorado) em um dos maiores planos de saúde da região. Paga para poder levar o filho em um pediatra, para ter um atendimento ginecológico decente.

 

E por que o poder público não pode financiar todos esses tratamentos, em todos os bairros? Porque falta vontade política, porque o lobby dos planos de saúde não deixa, porque os governantes são comprometidos com esses lobbys. Assim, o povo que quer atendimento, ou sai lá pelas tantas da madrugada para tentar marcar uma consulta, ou vai a um vereador implorar pelo amor de deus por uma vaga no hospital ou por uma consulta com um especialista, ou junta as economias e abre mão de muita coisa, inclusive do lazer em família, para pagar um plano de saúde.

 

E isso não é de hoje! Políticos se perpetuam no poder vendendo ilusões para o povo. Oferecendo migalhas para a população. Inauguram um postinho de saúde aqui, uma melhoria num hospital ali e dá-lhe milhões em publicidade, com campanhas megalômanas cheias de animação computadorizada para iludir o povo, para mostrar que são os “salvadores da pátria”.

 

A nossa proposta é diferente: vamos fazer o CENSO MUNICIPAL DE SAÚDE. Cada cidadão e cidadã (adulto, jovem, idoso, criança) será entrevistado(a) e, só assim, a Prefeitura e os vereadores terão condições de saber quais são as reais necessidades da população: em que especialidades os investimentos devem ser feitos, que tipo de tratamento é indispensável, onde há mais carências de postos de saúde e hospitais. Afinal de contas, quem sabe onde a dor está e onde o cinto aperta, somos nós mesmos!

 

O resto, é conversa fiada!

 

Nossas principais propostas para a saúde:

 

- Realização do CENSO MUNICIPAL DE SAÚDE, atingindo 100% da população;

- Implantação da Central de Marcação de Consultas por telefone 0800;

- Concurso público para todas as especialidades médicas e para enfermagem;

- Implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários para toda a área de saúde;

- Programa de Valorização do Profissional, com cursos de reciclagem;

- Reformulação do PSF: o médico vai atender na casa da população;

- Implantação do Projeto “Remédio em Casa”.


Vamos falar de nossa origem!

 

Ninguém deve ter vergonha de sua origem, muito menos, de reconhecer essa origem quando conquista o seu espaço. Eu nasci no Araçá, na Zona Rural de Cabo Frio, um lugar que muita gente que mora na cidade (e alguns até do segundo distrito), desconhece. Infelizmente, não são só eles! A Prefeitura que aí está (e as que passaram por aí) também não conhece! E o Araçá, a Agrisa, o Pacheco, o Angelim e tantas outras localidades – entra eleição e sai eleição – só vêem a cara dos políticos em época de campanha. Alguns, pior ainda, nunca apareceram lá na vida, e caíram de pára-quedas nesses meses que antecedem a eleição.

 

Peço que me empreste cinco minutos de sua atenção!

 

Se você for pra roça em um fim de semana qualquer, vai ver todo mundo lá, mais uma vez, tentando enganar a população. Os verdadeiros candidatos “Copa do Mundo”, que surgem de quatro em quatro anos com promessas e, quando acaba a eleição, desaparecem. E assim vão se passando quatro, oito, doze, dezesseis, vinte anos...

 

Pois é! Quando eu saí da roça (termo que uso com muito carinho e respeito) para vir para a cidade trabalhar, ainda menina, acreditava que poderia ver as coisas mudarem. As pessoas terem mais dignidade e serem respeitadas. O tempo passou... A minha vida mudou, resultado de muita luta e suor! Mas, infelizmente, a de meus irmãos e irmãs da Zona Rural continuou a mesma. Há mais de vinte anos que se promete e não se cumprem as promessas. Entra governo, volta governo, muda governo...

 

E lá estão os mesmos candidatos hoje! Aqueles mesmos que já estiveram no poder e nada, simplesmente NADA fizeram pelo povo. Deram migalhas para enganar a população... E olhe que 63% dos royalties do petróleo arrecadados por ano pela Prefeitura, mais de 75 milhões de reais, só chegam a Cabo Frio por conta do litoral do Segundo Distrito. E o abandono lá é total! O descaso é por completo...

 

É muito bom falar de tudo isso, porque eu sei que está engasgado na garganta de cada morador dessa cidade um grito de mudança. Por isso, eu resolvi me candidatar a vereadora nessa cidade, porque já estou mais que engasgada: estou revoltada. Não quero ver a terra que eu nasci como está! Não quero a minha cidade entregue à própria sorte, refém do descaso de políticos desonestos. Quero mudança e acho que eu posso ser a representante dessa gente com muita dignidade.

 

Eu sou doméstica! E me orgulho muito de minha profissão também, assim como me orgulho muito de minha origem humilde lá no Araçá. Mas, o que a gente ouve por aí nas ruas é aquela mesma história: “a Jandira? A Jandira vai ganhar o quê? Não tem dinheiro... Não tem padrinho... Não faz esquema...”.

 

Prefiro que continue assim! Prefiro continuar com as minhas mãos limpas para poder trabalhar pelo povo. Aprendi os valores de família que muitos por aí não têm, principalmente esses mesmos que trocam voto por cesta básica, por promessa de emprego, por cimento, por cerveja... Aprendi a ter caráter, dignidade e cabeça erguida. E tenho certeza de que vamos chegar lá! A cada dia que passa, mais e mais pessoas fazem adesão espontânea à nossa campanha. As reuniões por toda cidade são ótimas. O povo está satisfeito!

 

Primeiro, porque já sabe que político corrupto, ladrão e desonesto não tem mais vez! Segundo, porque achou em nossas propostas de trabalho um “porto seguro” para depositar a sua confiança. Voltou a acreditar! Não nos sonhos fajutos que tentam nos empurrar goela abaixo com campanhas marketeiras milionárias, mas sim com a certeza de que entre nós tem alguém que poderá ajudar a mudar a história de Cabo Frio, desde a Zona Rural até a beira da praia, em todos os cantos dessa cidade. Em todos os bairros, ruas, caminhos, vielas, avenidas e para todos os lares cabofrienses.

 

Eu quero ser essa representante! Estou preparada para isso! As comunidades pediram que eu fosse candidata e, como nunca corro do trabalho, estou disposta a encarar mais esse desafio. E “vamos varrer”, definitivamente, a corrupção dessa cidade! O resto é conversa fiada!

 


 Vamos falar de Agricultura!

 

Cabo Frio é um município próspero! É uma pena que os nossos governantes, há décadas, não têm zelado pelo interesse público, mas sim de suas rodinhas de amigos. Infelizmente, muitos prefeitos e vereadores que por aqui passaram, agiram de forma corporativista, atendendo apenas interesses de lobbys que sempre dominaram a política de nossa cidade.

 

Mas, por que eu digo que Cabo Frio é próspera? Temos um litoral maravilhoso, que reúne algumas das mais belas praias do Estado e atrai turistas de todo o mundo. Além disso, recebemos uma boa fatia dos royalties do petróleo, cerca de 10 milhões por mês, por conta de nossa proximidade com a Bacia de Campos e com o município de Macaé. Além disso, temos uma excelente Zona Rural, com 27.340 hectares.

 

Infelizmente, essa área rural não recebe investimentos há décadas da Prefeitura. Basta vocês conhecerem a estrada que liga Cabo Frio à Fazenda Campos Novos e também a que vai para o Araçá, Agrisa, Angelim, Pacheco e outras localidades da Zona Rural da nossa cidade. Para se ter uma idéia, quando chove a população fica “ilhada” sem poder sair dessas localidades.

 

É mentira quando os políticos vão para a televisão dizer que a Zona Rural vai bem obrigado porque abastece as escolas da rede municipal. Basta ir lá e conversar com a população. Aliás, é caçoar da cara da população achar que as escolas municipais vão consumir tudo que a roça produz. A produção principal é de cana de açúcar e farinha de mandioca. Para a subsistência da população local também se cultiva batata doce, milho e feijão, em escala bastante reduzida.

 

A Prefeitura não tem que achar que faz favor aos produtores rurais em comprar a produção para a merenda escolar (o que eu já disse se tratar de uma, dentre as muitas mentiras que se diz por aí). A Prefeitura tem que fomentar a produção, auxiliar no escoamento, criar leis de incentivo, criar linhas de financiamento para a aquisição de equipamentos e insumos. Enfim, estar presente!

 

Nós vamos fazer nossa parte e exigir que a Prefeitura faça a dela! O nosso mandato na Câmara Municipal de Cabo Frio tratará de forma diferenciada cada bairro da cidade, de acordo com as necessidades de cada região, e dará uma atenção especial ao povo sofrido da nossa querida Zona Rural, lugar onde tenho orgulho de dizer que nasci, passei minha infância e, ainda hoje, mantenho o meu domicílio eleitoral.

 

Nós temos propostas, temos disposição para trabalhar e transformar a realidade da nossa gente. Quem prometeu e não fez, perdeu a vez! Está na hora de renovar a Câmara, de mudar a Prefeitura, de varrer a corrupção para bem longe. De transformar Cabo Frio em uma cidade próspera, como foi no passado. Estamos aí pra isso!

 

O resto, é conversa fiada!

 

Nossas principais propostas para a agricultura:

 

- Implantação do Gabinete Itinerante do Segundo Distrito;

- Criação de cooperativas para os produtores rurais;

- Implantação de linhas de crédito agrícola para aquisição de equipamentos;

- Criação da Central de Escoamento da Produção Agrícola;

- Implantação da Escola Rural de Cabo Frio (cursos técnicos e de gestão);

- Implantação do Programa “Cesta Cheia – Família Feliz”, casado com o PSF;

- Criação da Exposição Agropecuária e Pesqueira de Cabo Frio


 Vamos falar de Honestidade!

 

Honestidade é herança. Ela vem de berço! A gente aprende com o pai e a mãe em casa, com a professora na escola, com os amigos e com a vida. Honestidade não se compra em farmácia e nem se colhe na horta de casa. É quase uma herança genética que a gente carrega no peito e na alma. São os nossos valores morais, a nossa disposição para seguir o caminho do bem e da verdade. Nosso respeito e temor a Deus. Honestidade NÃO é discurso, NÃO é promessa de campanha...

 

Infelizmente, Cabo Frio está vivendo tempos muito difíceis. Nós que caminhamos por toda cidade com nossa campanha de vereadora encontramos, a cada dia, muitas pessoas (honestas) que estão cansadas, ressabiadas, temerosas, desacreditadas na classe política (a quem julgam ser desonesta). O 11 de Setembro, uma data muito triste de ser lembrada pela humanidade por causa dos atentados às torres gêmeas de Nova Iorque, também será uma data muito triste para o povo cabofriense.

 

Ontem, dois episódios marcaram a política de nossa Cidade. Num deles, um caminhão distribuindo material de construção em nome da Prefeitura foi flagrado e apreendido pela Justiça Eleitoral e pela Polícia. Em outro episódio, o ex-prefeito da cidade (que quer voltar a qualquer custo) foi finalmente impugnado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio por causa de um processo em que é acusado de má administração dos recursos da Prefeitura. Em resumo: do nosso dinheiro.

 

Como já havia dito em outra oportunidade, eu sou empregada doméstica. E sempre trabalhei na casa das pessoas com muita honestidade. Aprendi com meus familiares que nós não devemos invejar o que é dos outros e zelar pelo que é nosso. Cuidar do que é dos outros como se fosse nosso, com carinho e dedicação, é fundamental no caminho que escolhi. Assim, sempre fui muito honesta e digna, sem ter nada que desabone a minha conduta como mulher e como profissional. A ser assim também ensinei meus filhos e filhas, desde o berço.

 

É por isso que aceitei a missão de ser candidata a vereadora por Cabo Frio. Por acreditar que posso representar com dignidade, respeito e, principalmente, HONESTIDADE o povo dessa Cidade. Tenho minhas mãos limpas, minha consciência limpa também e a certeza de que, uma vez eleita, não vou me deixar levar pelo “canto de sereia” da corrupção, por um motivo muito simples: a minha honestidade não foi fabricada, veio de berço!

 

O resto é conversa fiada!


Vamos falar de cultura!

 

Falar de cultura é sempre bom! É falar de alegria, de arte, de raiz! Infelizmente, quando esse assunto se transfere para a esfera do poder público, na maioria das vezes é deturpado. O administrador público acha que cultura é fazer o carnaval e shows para o povo. Mas, sabemos que cultura é muito mais que isso. Há uma máxima que diz que “um povo sem cultura é um povo sem memória”.

 

Como alguns políticos que querem se manter no poder por muito tempo e não querem que o povo tenha memória, não investem em cultura como deveriam. A cultura tem que começar pela sala de aula. Por isso, é preciso incentivar a cultura desde cedo, com oficinas criativas, criando escolas inteligentes, que unam as atividades curriculares regulares com  atividades extracurriculares culturais.

 

Muito mais que isso, é preciso resgatar a cultura original do povo. E isso só se consegue realizando um grande CENSO CULTURAL. Identificando todas as pessoas que produzem cultura na cidade: grupos de teatro, de dança, bandas de música, artistas plásticos das mais diferentes categorias, escritores e poetas, grupos folclóricos, artesanato, canto coral, o pessoal do samba (é claro!), produtores de cinema e vídeo, entre tantas outras atividades correlatas.

 

Assim, será mais fácil saber onde investir os recursos públicos para a Cultura. Incentivar a produção local é reconhecer a importância do povo como pilar de uma sociedade justa e ordeira. Um povo culturalmente educado abre mão da violência, entende melhor o seu papel na sociedade e sabe exatamente quais são os seus deveres e os seus direitos enquanto cidadãos e cidadãs.

 

A cultura, naturalmente, vai gerar desenvolvimento e atrair o turismo. Com o incentivo às artes, o povo passa a ser mais feliz. E as produções culturais, ocupando todos os espaços públicos (praças, teatros, centros culturais) garantirão que a cidade seja economicamente ativa e não sobreviva apenas de temporadas. Cabo Frio precisa investir na sua produção cultural para criar e apresentar produções e festivais ao longo dos doze meses do ano.

 

Resgatar as tradições históricas, como a cultura caiçara e as festas folclóricas; incentivar a produção de festivais e criar espaços alternativos fora do grande centro, levando a cultura para todos os bairros e para o segundo distrito. Deselitizar a produção cultural e torná-la viável de ser produzida por pessoas de todas as camadas sociais, de todas as idades. Isso é incentivar a cultura!

 

O resto, é conversa fiada!

 

Nossas principais propostas para a cultura:

 

- Realização do CENSO CULTURAL da cidade de Cabo Frio;

- Incentivo à realização de festivais populares e comunitários;

- Criação de espaços de cultura nos bairros e no segundo distrito;

- Implantação da Lei Municipal de Incentivo à Cultura;

- Desenvolvimento da Olimpíada Cultural das Escolas Públicas;

- Criação do Fundo Municipal de Desenvolvimento da Cultura.


Vamos falar de royalties!

 

Foge do discurso político da maioria dos candidatos a preocupação com o fim dos royalties do Petróleo. Como novas reservas estão sendo descobertas pelo Estado do Rio de Janeiro, há possibilidade das cidades que já ganham milhões por mês por causa da exploração do óleo, lucrarem ainda mais. Porém, em Brasília, existe um grupo querendo redistribuir os recursos entre todas as cidades do País.

 

A bancada paulista é uma das mais interessadas em retirar do Rio de Janeiro a grande parcela dos royalties que arrecada. Cabo Frio, por exemplo, recebe mais de R$ 10 milhões por mês. Isso é o que se estima, uma vez que não há transparência na divulgação da arrecadação do município. Em um estudo recente da Fundação Getúlio Vargas, descobriu-se que a renda da Cidade decorrente dos royalties é de R$ 727,00 por habitante.

 

Levando-se em consideração uma população de 162 mil pessoas, de acordo com o IBGE, a Cidade de Cabo Frio receberia, por ano, cerca de R$ 117 milhões de royalties do Petróleo. Esses recursos não são aplicados nas áreas que mais precisam: saúde e educação. E o município amarga prejuízos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), registrando, inclusive, recuo entre 2005 e 2007, de acordo com a mesma pesquisa da FGV.

 

Isso significa que Cabo Frio não tem um plano de investimentos concreto para a destinação final dos recursos provenientes dos royalties do Petróleo. O que se vê são promessas de obras megalômanas, muita animação computadorizada, muita publicidade e poucos investimentos. O dinheiro do Petróleo entra e sai dos cofres públicos sem destino certo e a Câmara Municipal da Cidade sequer se preocupa em fiscalizar onde está sendo aplicado esse dinheiro.

 

Nosso objetivo na Câmara Municipal é, em primeiro lugar, dar transparência ao processo. A população precisa saber quanto é arrecadado e de que forma são gastos os recursos públicos. Mais do que isso, precisa ajudar a decidir onde serão feitos tais investimentos. Por isso, será muito importante a participação dos cidadãos e cidadãs cabofrienses na discussão do orçamento público. O nosso mandato na Câmara Municipal trabalhará intensamente para que isso aconteça.

 

O resto é conversa fiada!


Vamos falar dos Diretos da Mulher!

 

A mulher é o esteio do lar. A coluna principal de uma estrutura familiar. É mãe, é esposa, é dona de casa, é professora, é recreadora, é psicóloga, é advogada, é conselheira, é política. Dentro de casa, a mulher é um pouco disso tudo. Por isso, é importante fazermos uma reflexão sobre o nosso papel na sociedade.

 

Tudo que já se falou até então, é que a mulher deveria ser uma companheira para os seus maridos, e muitos defendiam até a sua submissão. Mas, os tempos mudaram, e a mulher ocupou o seu espaço na sociedade. Eu me pergunto: e na política? Ocupou?

 

Com a ânsia de marcar o seu território (num território em sua essência masculino), a mulher se esqueceu de olhar o problema por outros ângulos. E as que fizeram, assim como eu, até então se colocavam omissas ao processo. Aí sim, parece que queriam fazer ressurgir a empoeirada idéia do passado de que a mulher deveria ser submissa.

 

Acontece que na política, embora sejamos maioria em termos de número de eleitores no Brasil, ainda nos mantemos com uma pífia representação em todas as Câmaras. Em Cabo Frio somos 7% APENAS, com uma única representante eleita.

 

História que nós temos que mudar. E o dia está chegando... Faltam 10 DIAS para fazermos essa história mudar. E elegermos mais mulheres para a nossa Câmara Municipal. E, quem sabe, poder mudar os velhos conceitos, arranjando-lhes novas roupagens: “se toda casa precisa de uma mulher, a casa do povo também precisa de nós. Rumo à Câmara, COMPANHEIRAS!