Número de jornalistas mortos em conflitos registra recorde em 2006
18:16 @ 19/12/2006
O cálculo foi feito pelos promotores da Campanha por um Emblema de Imprensa (PEC, na sigla em inglês), que publicaram nesta terça-feira um relatório no qual indicam que 48 jornalistas morreram no Iraque em 2006, o dobro do registrado no ano passado.
Ao menos 103 profissionais morreram no Iraque desde abril de 2003, o que transforma o conflito no país no mais sangrento da história para os jornalistas, segundo a ONG, com sede
Além do Iraque, morreram oito jornalistas no México, quatro na Rússia, Sri Lanka e Filipinas, três no Paquistão e Colômbia, dois na China, Índia, Angola e Líbano, e um no Equador, Venezuela, Somália, República Democrática do Congo, Sudão e Brasil.
A PEC, que reúne 28 associações representantes de mais de 50 mil jornalistas, assegura que o crescente número de vítimas na profissão é "conseqüência direta da violação em grande escala do direito humanitário e do princípio da distinção entre civis e combatentes, especialmente no Oriente Médio".
Em 27 de novembro, a Associação Mundial de Jornais (WAN) informou que o número de jornalistas assassinados em 2006 era de 105 profissionais --44 deles no Iraque.
da Agência Internacional Efe,


Comentários