Capítulo 0 – O Início da partida
17:10 @ 05/06/2008
Gokigenyou, pessoal!
Aqui é o Edward (Demirö Elthain), um dos integrantes dos Lâminas da Esperança (Também... segundo o grupo, também o líder).
Trago aqui a cronologia que se passa ao decorrer da aventura, são resumos em capítulos revendo os acontecimentos ao decorrer da história. Prefiro separar em capítulos para facilitar o acompanhamento da história. Apesar de que os capítulos não são muito curtos... Enfim.
Espero que aproveitem os capítulos das histórias, muita coisa ainda pode acontecer!
*cahem*
Capítulo 0 – O Início da partida
A vila de Carídia continuava mais um comum dia pacato como
sempre...
Á princípio, o Anão Berethor trabalhava em sua ferraria, enquanto estava
sentindo que explodiria a qualquer momento, com tantas coisas que o
perturbavam:
Seus ajudantes não faziam nada que o ajudasse.
Erick resolve aparecer para uma visita (Não muito
conveniente no momento)
Não segurou e começou a despejar toneladas de palavrão nos
2 rapazes, o Sacerdote da cidade não fica nada satisfeito e resolve dar uma
bronca.
E para piorar, Bryu ainda tenta “animar” Berethor:
Bryu -“Calma Berê-kupo, o dia pode melhorar-kupo!”
Serviu para que explodisse em uma pilha de nervos...
Berethor – Preciso sair dessa vida antes de morrer da
cabeça...
Enquanto isso, Kanon estava vagando pela entrada da cidade,
pensando na vida. Quando de repente chega uma silhueta familiar que chama a
atenção do rapaz: era Shocker, todo ferido.
Kanon vai logo até Shocker perguntar o que houve, e reparar
no grande embrulho que levava consigo.
Shocker sem sequer levantar o rosto, entrega o pacote a Kanon.
Shocker - Quero que cuide disso até nos revermos de novo,
ok campeão?
Kanon fica sem reação, pois não está entendendo o que está
acontecendo, nem o que seria o tal pacote. Tenta falar algo mas é interrompido
por um amigável afago no cabelo, e um “até mais” de Shocker...
Kanon fica intrigado com o que aconteceu, mas também
preocupado com o que poderia ter acontecido à Shocker... Resolve ficar por
perto da taverna.
Demirö e Gizel estão preocupadíssimos com o fato de que as
poções não estão vendendo em ultimamente, e que estiveram acontecendo casos de
vandalismo que atrapalharam muito os negócios...
Demirö – Malditos, se eu pudesse pega-los eu~!!
Gizel – Acalme-se Demirö... Sei que está preocupado e é um
bom rapaz... Mas creio que desta forma não podemos sobreviver...
Demirö fica cada vez mais indignado com a situação, pois
não consegue ter idéia de como poder reverter a situação
Gizel sugere que Demirö entre para o grupo de guarda de Carídia,
mas Demirö acaba não concordando... Porém, se Gizel e Demirö não puderem se
sustentar por si mesmos, Gizel acabará se casando com o Burgo-Mestre...
Demirö – DEFINITIVAMENTE NÃO!
Gizel fica chocada e sem reação, Demirö tenta reconciliar:
Demirö – Mamãe... Eu sei que é difícil, mas não precisamos
nos ceder à esse tipo de coisa... Eu sei que existe algo que eu possa fazer...
Fora de Carídia, que possa trazer bem à nos...
Gizel – Quer dizer, como um grupo de aventureiros?~
Demirö ficou com isso na cabeça, enquanto dirigia-se para a
taverna da cidade.
No entanto, Selene e Lya, juntas em sua cabana nos confins
da cidade, pensando em sua situação agora que estavam livres, mas, sem o que
fazer.
Não tinham muito trabalho, e eram mal-vistas na cidade por
serem Mihtras.
Selene estava intrigada pelos acasos recentes no vilarejo,
e por suspeitar sobre Demirö estar usando mágica... Mas está tão preocupada com
o que vai acontecer em seu futuro, que prefere deixar de lado e resolve também
ir á taverna para achar informação (talvez apenas tomar algo).
A taverna “O Samurai perdido” é a taverna de Carídia onde
os viajantes reúnem-se.
Nela já estavam Berethor e Erick já com algumas biritas
(Ó~bvio que Erick não estava pagando), Kanon simplesmente estava no bar porque
geralmente freqüentava o lugar para ouvir as histórias dos viajantes. Selene
chega ao bar sutilmente, mas não recusa um pedido quando é abordada pelo dono
da taverna...
Demirö acaba chegando à taverna, e acaba pensando alto:
Demirö – Onde eu vou arranjar pessoas para um -grupo de
aventureiros-...?
Parece que a frase ecoou na cabeça de alguns ali no bar...
Principalmente em Kanon que saltou levantando a mão
O dono da taverna soltou uma risada.
- Grupo de aventureiros? Há, isso é muito raro nos dias de
hoje, ainda mais com essas coisas por aí fora...
Mas Erick levanta-se, pondo a mão nos ombros de Berethor:
Erick – He, mas estamos prontos! (Berethor – HEIN?)
Enquanto isso, Selene de orelhas viradas prestando atenção
de longe.
Então Demirö Kanon, Erick e Berethor se entreolharam.
Demirö ficou muito satisfeito de ter achado pessoas para o
grupo (apenas estranhando o fato de ter um garotinho que parecia ser pouco
experiente. Mas pelo menos demonstrava uma sincera confiança)
Selene solta um murmúrio irônico – Hmph, e se acham
confientes de suas habilidades?
Demirö – Tão bem quanto a senhorita deve estar, não ? –
Enquanto o resto a olhava com um olhar estranho, Selene ficou sem reação.
O dono da taverna então resolve dar uma ponta de informação
ao grupo:
- Bem, então, jovens aventureiros... Tem um alquimista aqui
no vilarejo chamado Iolaus, e ele parece estar com alguns problemas, talvez possam
ajudá-lo...
Pensam um pouco e decidem ir até Iolaus, enquanto Selene se
levanta:
Selene – Ok, eu vou com vocês.
Demirö sorri satisfeito para Selene, enquanto Kanon já se
apresava na frente para prosseguir
Porém, enquanto seguiam ao caminho no meio da noite, o
grupo escuta uma música de violino de longe, e Demirö reconhece a música... Uma
música que costumava ouvir de sua mãe, sendo que ela também tocava violino...!
Demirö pede ao grupo para esperar. Enquanto Kanon também
quer ir junto para ver o que era.
Chegando até a grande casa, Kanon tenta pular o muro para
ver o que via pelas janelas...
Sendo que uma vez pulou apenas na adrenalina e não viu nada
(a não ser os cães furiosos), teve que pular de novo para de fato ver a
janela... Mas algo que não perceberam era a guarita (do lado deles...?) Que deu
um susto nos dois (Kanon caiu no chão e Demirö não conseguiu segurar a queda do
garoto)
Depois de uma breve “conversa” com os guardas da casa, o
Pai de Kanon aparece para leva-lo pra casa...
Demirö acaba reencontrando sua mãe na volta, depois de uma
breve conversa, retornam ao caminho onde estavam... Quanto a Kanon, depois do “esporro”,
consegue fugir de casa e reencontrar o grupo mais adiante.
Chegam à casa de Iolaus, onde recebem a seguinte missão:
= Ele requisitou certos itens que passariam/vinham de Pandea, mas os itens não
haviam chegado à Carídia, teriam de investigar o trajeto para se certificar de
onde poderiam estar os itens: se resumem à ingredientes raros e uma caixinha
preta (que não podia ser aberta em nenhuma hipótese) provavelmente os itens
foram pegos por monstros ou um grupo de ladrões=
E então aceitaram a missão, mas algo que deixou Demirö numa
fúria foi ouvir que:
Iolaus – Ficaria feliz se conseguissem os itens para mim; assim serei o novo
mago de Carídia!
Significa que Iolaus pode substituir Gizel, e ambos vão
estar numa encrenca pesada. Mas Demirö estava numa sinuca.
Cada um retorna à suas casas para se prepararem. No caso de
Selene, ela encontra Lya polindo estranhas armas. A principio Selene tenta
refletir mais sobre as coisas do vilarejo e sobre sua missão, Lya mostra-se
despreocupada até o momento de Selene começar a questioná-la sobre o que Lya
pretendia:
Lya – Eu vou reconstituir meu destino e minha honra. Tenho
algo em mente, e recomendo que não venha comigo... Aliás, você sabe muito bem o
que você é, certo?...
Foi um momento de provocação rápida, Selene se sente incrivelmente
ofendida, e antes que Lya pudesse fazer qualquer gesto contra Selene, ela pega
a espada mais próxima para se defender. Podia-se ver o reflexo e os adornos das
espadas à luz do lampião aceso na sala.
Mas Selene não sabia usar espadas, e logo desfez-se da
arma, enquanto Lya recua a arma.
Lya – se sabe o que é bom para você, fique longe do meu
caminho... E sobre essa caixa preta, é melhor não me encontrar se você
possui-la, senão você morre...
Lya vai dormir enquanto Selene continuava saia da cabana...
Olhando o grande luar que tentava consolar sua cabeça transtornada...
Demirö chegara em casa, ainda preocupado com sua mãe,
dizendo sobre sua viagem... Gizel estava tomada dum sentimento muito forte...
Era como ver um jovem pássaro tomando vôo pela primeira vez... Não conseguiu
conter-se no momento, mas Demirö procurou comforta-la:
Demirö – Mamãe, eu sei que você está perocupada, mas eu
estou fazendo isso por nós... E eu sei que mesmo longe, espero estar sempre
contigo, flamejando e aquecendo aqui dentro – gestua com a mão sobre o peito, e
apontando para o de Gizel – Quero o teu bem retribuindo o que você me deu por
tantos anos...
Gizel pensa profundamente e desaba em prantos... Ela e
Demirö se abraçam, não que significasse um adeus, mas uma promessa de amor
entre mãe e filho.
Kanon chegara silenciosamente em casa arrumando suas coisas
enquanto seu pai dormia, porém. Quando o pai de Kanon acordara para ver se o
garoto estava dormindo, achou o garoto na cama dormindo feito um tronquinho.
No dia seguinte, Demirö despede-se calorosamente de sua
mãe, recebendo bastante itens e comida para seguir viagem... tendo que aturar a
enorme ância de Kanon (sentando sobre a comida e brincando com o chapéu de
Demirö à princípio) enquanto resto do grupo se reunia para enfim, saírem de
Carídia.
Ó Jovens heróis, nem sabem o que os aguardam... E enfim, partem de Carídia, rumo à não só uma missão, mas uma viagem que podem levá-los à seus verdadeiros rumos...
==Então, espero que cês tenham gostado, em breve mais um capítulo tá chegando, enquanto isso, comentem à vontade! \o\
see ya!





