Grupos

[piiixeeel OSU!]
Conterrâneos e bons irmãos dos Lâminas da Esperança! (ô frase~ o.o)
Aqui tem um "promocional" que eu fiz para o pessoal do grupo!
São bonequinhos em modelo RPG Maker XP com nossos personagens!
Não estão exatamente fiéis aos desenhos, e alguns não sei as cores e acabei indo no instinto, enfim, espero que gostem \o\
(Só não tem o da Bruna porque eu ainda não vi como ela é D: mas não deixarei de fazer o dela!)

Demirö
Kanom
Selene
Erick
Berethor
Koharu
Evee
até mais, pessoal!


Eis aqui Demirö Elthain. trazendo para vocês mais das crônicas dos Lâminas da esperança.
Apesar de muito impasses terem me impedido de escrever até agora, foi uma questão de tempo para que eu conseguisse concentrar toda a história "em uma casca de noz". e aqui está o capítulo 1!

Capítulo 1 – As primeiras passadas ao detsino

O grupo parte de Carídia, seguindo pelas planícies, enquanto procuravam pelo caminho certo para chegarem em Pandéia. Kanom parecia bastante determinado a achar o caminho, mas não parecia com muita sorte, ou concentrado o suficiente...

Então Kanom perdeu a paciência quando tentou ir ao ponto mais alto para pode verificar a direção certa depois de bastante tempo... Demirö simplesmente subiu em uma pedra não tão alta, conseguiu ver o caminho que cruzava as colinas ao longe.

Mais tarde,  pararam para descansar, mas estavam  cientes que a viagem seria perigosa, então trataram de preparar uma fogueira. Após Berethor, Erick e Kanom terem recolhido alguns talhos para queimar, antes que a pergunta:

- Alguem tem algo que faz fogo?

... A fogueira já havia sido acesa, e ninguém viu quem foi.

Demirö estava sentado tranquilamente aquecendo suas mãos, enquanto reparava na expressão profunda de Selene

Demirö – Senhorita, algo te aflige?

Selene escapa de seus pensamentos e balança a cabeça e fica olhando as chamas, enquanto sua cauda balançava inquietamente.

Quando de repente ouvem barulhos estranhos ao fundo, e resolvem checar para ver o que era

Selene – Parece um baruho de espadas...

Demirö – Uma luta?

Erick – Então, alguém vai lá ver? Pode ser problemas...

Sim, briga significa problema, e se passasse na direção do grupo não ia ser nada bom. Demirö e Selene decidem ir investigar, enquanto Erick, Kanom e Berethor vigiavam a comida

Os dois que foram, viram uma cena desesperada: Perante à uma fogueira, uma mulher ferida estava sendo atacada por goblins. Selene então decide retornar para avisar aos outros. Demirö vendo que Selene deu o toque de recuo, viu uma chance para ajudar a mulher. Engajou em combate um pouco nervoso por ser sua primeira vez, mas Demirö teve seu incentivo quando viu que estava perante à uma mulher em necessidade. Selene e o resto do grupo retornam com a batalha quase ganha, Demirö está gravemente ferido, o ultimo dos goblins é trucidado por Selene.

A mulher se levanta com a ajuda de Demirö, era uma mulher muito bonita, olhava para ele com uma expressão serena...

- Foi um ato muito nobre de sua parte... Obrigada

Demirö – Bem... Não poderia ter deixa-do de ajuda-la, senhorita...

- São os teus?

Demirö – Meus... Meus o quê?

A mulher aponta para o resto do grupo, não estavam com uma expressão muito animada

Demirö – Err... São meus amigos, e sim, somos um grupo de aventureiros.

- Ah, e quem seria o líder?

Mais uma vez a mesma cena, todos olhavam para Demirö, como se buscassem alguma coisa...

Demirö – Ahnn... Seria este... Eu, não? (gota).

Berethor e Kanom investigavam as coisas,  Berethor pega um dos Goblins pelas pernas

Berethor – Goblins não usam isso! – balança o goblin fazendo sua cota de malha cair no chão, jogando-o longe depois – Isso não ta certo!

A mulher se apressa:

- Temos que ir para um lugar antes que escureça!

O Grupo parte em retirada um pouco mais à frente, longe do local, onde reparam que... Esqueceram a comida.

Demirö cai em profunda depressão, enquanto Berethor e Kanom discutiam agressivamente, querendo ver quem tinha mais culpa. Quando na verdade – ninguém- lembrou da comida.

A mulher logo tratou de cuidar dos ferimentos do grupo, e se revela uma Elfa. Berethor já ficou com maus olhares sobre ela.

- Não se preocupem, estou acostumada à isso... Até porque sou a Maga Branca de Pandéia. Muito prazer, sou Koharu.

Koharu costumava muito ir para as colinas procurar por ervas raras para sua poções, e era muito querida pelo povo de Pandéia... Aparentemente Demirö ficou um pouco retido por se assimilar muito com Gizel.

Koharu – Ah, pois não seja por isso, eu a conheço... Aliás, éramos rivais.

Depois do “mero” choque que Demirö acabou tendo depois de ouvir alguma informação interessante...

Mas não durou muito, a partir do momento em que mais goblins avistaram o grupo e partiram para tentar pega-los, Lançando estranhos fracos em direção ao grupo. Selene tem um pequeno momento de má sorte quando tropeça feio na grama enquanto apenas passavam por Selene... Na verdade Kanom tentou parar, ajuda-la a levantar-se enquanto corria, mas não estava ajudando muito... Enquanto isto Selene estava sendo atacada pelos fracos dos goblins. Esforçadamente chegaram até perto de uma àrvore onde estavam os outros... Exceto por Demirö e Koharu. Erick e Berethor se preparavam para enfrentar os goblins que vinham ferozmente, mas eis que uma gota de fogo passa perto Selene atingindo um dos goblins, fazendo os outros entrarem em pânico e saírem correndo...

O mais estranho tamvez não fosse o fato de “donde essa gota de fogo veio?”, era o fato de que Erick também sumiu, Berethor cutucava o morro abaixo da árvore com seu machado, enquanto Demirö e Kanom perguntaram o que se passava:

Berethor – Esse morro come gente, olha! – mirabolado enquanto tirava e retirava o machado de dentro do morrinho.

Na verdade se tratava de uma ilusão que levava à um lugar pequeno e totalmente escuro que pertencia a Koharu, ela e Erick já estavam ali dentro. Enquanto se recuperavam, Erick conseguia entender o que alguns goblins estavam gritando lá fora:

- ... vanborah sinaum lordi gratta vai fika bravu ni nois!

Depois tudo fica em silêncio, decidem então sair do lugar apertado para passarem a noite fora do esconderijo.

Kanom é o único que não consegue dormir depois de estar totalmente empolgado com os últimos acontecimentos... Quando começa a contar as estrelas, vendo a textura da relva no plano escuro da noite... a moita... a Lua que estava quase toda cheia... as moitas... Berethor roncando como um Dragão... as 4 moitas...

Kanom – 4 moitas?

Tudo parecia tranqüilo, Selene parecia até graciosa enquanto dormia... 8 moitas...

Kanom – Péraí, não eram 4?

Erick parecia até mais engraçado sem a armadura, Demirö talvez fosse um dos únicos que não era engraçado dormindo... E estava muito frio, mas pelo menos tinha bastante moitas para a aparar os ventos frios...

Kanom – Ahh não – Cutucando Erick – Acorda~!

Erick acorda zonzo nem conseguindo falar direito

Kanom – Olha! – Aponta para as moitas, Erick grita algo muito parecido com um rugido, e volta a dormir...

Kanom perde a paciência, acha uma pedrinha no chão e tenta tacar na moita para ver se acontece alguma coisa... E escuta um gritinho agudo vindo da moita

Kanom – C******!!!

Todos acordam num susto, Berethor já acordou com o machado perto da cabeça de Kanom, Demirö levanta-se com uma cara de nervoso que não costuma muito fazer, e Selene está com os cabelos em pé... Mas não comparado com as “moitas”, que levaram um susto, e se revelaram mais goblins, de cara embasbacada segurando pedaços de grama, e em seguida prontos para atacar

Kanom – Sabia que tinha algo estranho na moita, mas Náááum!~

Não houve muito problema para derrotar os goblins. Um deles deixa um apito estranho feito de osso cair no chão. Kanom ia pegar e assoprar, mas Koharu o impediu:

- Isso só vai chamar mais deles! Nem ouse soprar isto!... Acho melhor continuarmos viagem, senão...

... Pois bem, decidiram ficar por ali mesmo para descansar, mas Erick por sua vez não conseguia mais dormir, e Kanom estava moído de cansaço.

No dia seguinte, o grupo acordou com o sol mal-saído das relvas, apenas vêem Koharu trazendo um ramo de ervas e raízes como café da manhã

Tirando Demirö, ninguém parecia muito satisfeito com a refeição, mas mesmo assim comeram e continuaram viagem até Pandéia.

Ao chegarem perto da cidade, avistam alguém correndo ao longe em direção ao grupo, Berethor logo ficou mais irritado por ver que a pessoa tinha orelhas longas... Mas não para os lados como os elfos. Logo chega uma menina-coelho apressada que para diante do grupo.

Demirö - ... Que graça~! – Acabara de ficar encantado por ver uma menina tão bonitinha, ainda mais sendo uma coelha

Berethor – É... Deve ser bom com feijão e cenoura

Kanom – Que tal com... Molho madeira?

Erick – Acho melhor com molho de pimenta...

- Errr... bem... – recua um pouco, enquanto via Demirö olhando para os outros três com um jeito nada satisfeito – Vocês estão indo para Pandéia?

Koharu – Sim, estamos... Mas você não é de Pandeia... Quem é você?

- Ah bem, permita que eu me apresente – junta as pernas e faz uma reverência com a cabeça – Meu nome é Evee, e sou uma Viera. Eu vim para cá buscando a Maga Branca de Pandéia... Mas acabei encontrando problemas...

Koharu – Mas que isso não é coincidência... Eu sou a Maga Branca da cidade!... Mas que tipo de problemas?

Evee – Errm... Tem ninjas na cidade... E dizem que esses ninjas são os que trabalhavam para o Mago da torre negra... Não acho que seja bom para vocês irem até lá...

Selene de repente fica pálida e de orelhas baixas...

Demirö – Mas temos que ir para lá, não temos escolha, Precisamos ir até lá para podemos prosseguir com nossa missão!

Evee – Então sugiro um bom plano, moço. Porque ir direto até lá pode ser um tanto... Fatal...

Então, nossos heróis agora estão diante de um terrível problema. Ir ou não ir até Pandéia? O que fazer para se chegar até lá?

Parece que Selene não está muito bem por saber disso... Mas algo deve ser feito.

Em breve, o desfecho da situação, e como o grupo irá até Pandéia.

Até a próxima!