Bom Dia, amigos! E aqui está mais um episódio prosseguindo o
início de nossa aventura!
Obs: Todo o texto em itálico pertence a revisão do mesmo.
Capítulo 2 – É pelo que viemos fazer
Todos se preparavam a entrar, mas pararam diante da porta de
entrada, nem todos acharam uma boa idéia entrarem pela entrada da cidade
sabendo que havia problemas.
Depois de um breve momento para pensar, Koharu decide dar
umas boas informações ao grupo:
Koharu – Bem, Existe uma forma de entrarmos em Pandéia sem
que entremos logo pela dianteira, pois a cidade está à beira de um lago, e
podemos nos aportar aos fundos da cidade sem sermos percebidos diretamente...
Erick – Tá, mas precisamos de um barco, não é?
Berethor – Isso é tolice! Não tem onde conseguirmos isso de
uma hora pra outra, tem um bando desses arruaceiros na cidade e precisamos
acabar com eles!
Selene ia abrir a boca, mas contem-se para que não percebam
que ela sequer saiba de algo sobre ninjas...
Evee – Mas senhor, são... err, Ninjas, não sabe que são
cheios de truques?
Berethor – Bah! Seus bando de frescos! Não precisamos ficar
que nem eles cheios de truques, nem que eu precise ir lá sozinho! (Kanom –
Isso, vai sozinho e deixa a gente em paz...)
Demirö – Mas Sr Berethor, isto pode ser perigoso demais, até
para alguém tão forte quanto o senhor...
Berethor – Sabe duma coisa rapaz? NADA barra uma boa e velha
atitude, o que se resume a: Chegou-Porrou-Cabou, Adeus! – E Berethor segue rumo
à Pandeia, Erick por um momento fica desnorteado.
Koharu - ... Vão deixar o anão ir sozinho assim desse jeito?
Erick levanta a cabeça, e sem mais dizer, vai atrás de
Berethor
E todos olham espantados para Erick e sua boa vontade,
principalmente Koharu e Kanom, que não imaginava que Erick prezava tanto pelo
arrogante anão.
Em meados, Demirö havia visto uma pequena casa ao longe, e
perguntou a Koharu:
Demirö – Senhorita, conhece aquele lugar?
Koharu – E se conheço... Sim, aquela é uma fazenda que
pertence á um velho senhor... Apesar dele ter o que precisamos... Não
recomendaria se aproximar muito dele
Demirö – Por quê? Ele é tão ruim assim?
Koharu – Não, é mais porque...
Demirö – Olha, por mais que este seja tão maldoso, existem
coisas piores à preocuparmos, e ele tem de nos emprestar o barco, se é que ele
possui-o... Então, podemos prosseguir?
Kanom – Se é fazenda deve ter comida, ou seja: ‘bora.
Evee, Selene e Koharu parece que não têm escolha, se Erick e
Berethor decidiram ir à Pandeia por si mesmos, decidem acompanhar Kanom e
Demirö, relutantemente indo até o rancho.
Ao chegarem na porta do rancho,Demiro se adiantou para abrir a
porteira quando escutou um barulho..tipo um...Tiro! Olhou para os lados e
nenhum de seus amigos estava ali. Ao lado da porteira ficou a marca fumegante
do tiro.
Demirö se sentiu ofendido pela “recepção” e entra imponente
pra dentro do rancho, indo pra casa pra tirar satisfação com o tal do velho, mas Selene o
impede - “olha, ele tem um bacamarte...”
Neste mesmo momento, o anão sai da casa preparado para atirar de
novo:
- Ah, peraí, dessa vez eu acerto!
Demirö – MAS EM QUÊ O SENHOR ESTÁ PENSANDO? PARE
IMEDIATAMENTE!
- Não não, sai da frente! Está atrás de você!
Demirö – Quê??? Que diabos está falando?
O Velho virava a mira da espingarda mais pro lado, onde
Koharu e os outros estavam, quando Demirö percebeu...
Demirö – PARE!!! Aqueles lá são meus amigos! Viemos à
pedido!
- ... Tá zoando que você veio com aquela –coisa-???
Parece que agora ele entendeu porque Berethor parecia mais
nervoso quando estava com Koharu por perto
Demirö – Ah, é o de menos, precisamos levar ela de volta à
casa, que é Pandeia... Precisamos muito saber se tem um barco a emprestar-nos.
O anão resmunga um pouco e fala que a elfa sempre tenta entrar
na fazenda dele.
-“procurar ervas coisa nenhuma! Aposto que vem me roubar!”
Demirö – Te asseguro senhor, somos um grupo de aventureiros
e precisamos livrar a cidade de Pandeia de um caos; está sendo invadida por
ninjas desconhecidos.
- Não me admira o barulho... Ah sim, entrem.
Todos vão entrando, Koharu indo pro último como se estivesse
com nojo do lugar onde estava entrando. O senhor de fato era um Anão como
Berethor, até se pareciam um pouco, apesar deste ter barba branca e não ter
elmo.
A propósito, foi bem amigável ao receber Demirö e Kanom
- Seu filho é bem energético
Demirö e Kanom se entreolham espantados, Kanom dá passos pra
trás com a cara esticada de tão perplexo.
Demirö – M-mas, ele não é meu filho! Eu, nem sequer já tive
uma relação antes...
- Oras, não precisa ser modesto – Dando tapas nas costas de
Demirö – Sei que até mesmo os mais precoces têm os melhores filhos, sei como é...
Demirö – Mas!~ (Cahem) bem... Necessitamos que empreste-nos
teu barco para que possamos aportar nos fundos de Pandeia
- Só isso rapaz? Se quiser mais alguma coisa, é só falar
Demirö havia lembrado-se e se enervado por um certo momento,
de que todos precisavam de comida e todas as previsões de comida haviam sido
perdidas, então acaba perguntando:
Demirö – Se não for um incômodo gostaria que nos pudesse
arranjar um pouco de carne e algumas hortaliças, senhor. (Kanom – Ê! Carne!...Verdura?
EEEW!)
- Então é encher o barco com carne e verdura? Olha, o que
temos aqui são beterrabas, serve? Ah sim, já vou preparar a carne – E parecia
ser bem decidido ao que fazer
Demirö parou pra ponderar, e imaginou que todos ficassem bem
felizes ao ter um barco cheio de comida, e com uma expressão ludicamente
satisfeita disse – Sim, pode ser!~
Passa-se o tempo na fazenda enquanto o Anão abatia carnes, e
Kanom teve sua terrível primeira experiência como açougueiro... houve até um
momento onde Demirö tentou ser furtivo o suficiente para tentar investigar
melhor o rancho com ajuda de Selene e Koharu, que não entenderam nada, e o Anão
estava ocupado demais tentando segurar a bicharada no abate... Pelo menos
Demirö conseguiu uma erva bastante rara que crescia naquele local conhecida
como Flor de Prata.
Enquanto isso, uma cena não muito agradável à Berethor e
Erick, que chegaram facilmente em Pandeia, mas não havia ninguém na cidade...
Até o momentoq eu Berethor não agüentou e perguntou um nada conveniente:
Berethor – Tem alguém aí???
Depois de algum tempo, surgiu uma figura de roupas negras com as
mãos erguidas. Mais um momento e outros iguais a este encheram a rua.
Com um único movimento, todos abaixaram as mãos e, com isto,
arremessaram vários dardos no anão e no cavaleiro.
Voltando até a cena do rancho, o Velho Anão havia realmente
feito: encheu praticamente o barco todo com carne e rabanetes, todos Á
principio ficaram maravilhados, porém
Koharu – Onde a gente vai sentar?
O Espaço do barco ficou limitado pelo tanto de coisas, ¾ do
barco estavam cheios de comida
Evee - ... EEww... – Sim, contemos mais Koharu, seres
herbívoros não se sentem à vontade perto de carne – o que se reverte no caso de
Selene e Kanom. Mas eis que chegam duas figuras muito parecidas com ouriços, a
propósito o Velho levanta a espingarda, mas depois abaixa a arma esbugalhando
os olhos.
Koharu – E então bravo Sr Bateu-Porrou-Cabou, como foi em
Pandeia?
Berethor deu uma gargalhada irônica e adentrou na fazenda
com Erick, parecendo um estande de espetos de carne –sem carne-, e por falar em
carne...
- Muito bem, agora vamos decidir o pagamento Sr...
- Bordek, vou fazer as contas.
O anão abraçou Berethor animado. Esses povos longévolos são um
pouco rabugentos mas sabem o valor real da amizade.
Demirö estava tão confortado pela boa vontade e empatia do
Velho Anão que... Não se deu conta que aquilo tudo ia sair à um –belo- preço.
Mas Demirö não podia deixar a coisa ficar constrangedora na frente de todo
mundo. O Velho Anão deu seu preço, mas Demirö tentou puxar um argumento.
Demirö – Caro senhor,
se não havia percebido, somos um grupo de aventureiros em brando
desespero para chegar e socorrer a cidade de Pandeia e retornar sua Maga Branca
–suposta Elfa- E concluirmos uma importante missão a que nos foi incumbida...
Sei que precisa manter tua vida nesta tão solitária fazenda, mas tem de
entender que o que fazemos vai te beneficiar depois, pois se o povo se corroer
dessa invasão, o senhor terá sérios problemas, e... espero que compreenda nossa
causa. – E retira um saco de moedas, metade do que o Anão havia oferecido... E
eis que simplesmente o Velho Anão toma o saco de moedas tranquilamente sem mais
dizer, parece que a dissertação de Demirö funcionou bem o suficiente para o
anão (Erick – Espera, o que é “Incumbida” mesmo??) (Selene – Ok, depois dessa
eu vou votar nesse cara~nya) (Kanom - ... D: medo desse jeito de falar~)
O anão faz o seguinte acordo: Metade do pagamento e levam só
metade da comida. Pareceu razoável a todos.
O Anão se despediu do grupo, mas antes de Kanom ir para o
barco, o Velho dá um barril amarrado a uma fita vermelha
- “leva isso por me ajudar a cortar a carne”
Kanom levanta uma sombrancelha e agradece (Kanom – Eu não
sou filho dele!) tenta dar uma chacoalhada pra ver o que tinha (Medo de ter
tripas dentro) apenas ouviu um pequenos sussurro do anão: “-Tem pólvora aí
dentro”...
A primeira viagem levou demiro, a mithra e a viera. O barco já
apresentava que não suportaria muita carga. Quando fizeram a segunda viagem que
levou os outros, o barco começou a fazer muita água e o comentário da elfa só
serviu para que Erick e o anão remassem mais rápidos:
- “hum...sabem nadar?”
Ao aportarem em Pandeia, a primeira atitude de Koharu foi
tentar chegar até sua casa – Uma gigantesca árvore reformada em uma casa.
Conseguiu encontarr alguns locais da cidade, e retorna às pressas ao grupo com
novas:
Koharu – Eu tenho uma noticia quase-boa e uma
totalmente-ruim
Ninguém deu um pio
Koharu suspira – Bem, os ninjas se foram, parece que estavam
atrás de alguma coisa e partiram de navio daqui
Berethor – Explica porquê não foram atrás de nós
Koharu – A totalmente ruim é que a cidade está com um Golem
à solta
Berethor – Golem??? De onde veio uma coisa dessas?
Demirö – É muito perigoso assim?
Koharu – É porque este Golem é um Guardião da cidade, quando estamos em época de crises de ataque ou
guerra, Temos
o golem para nos defender. Não sabemos como os ninjas fizeram para que o golem
perdesse o controle e atacasse qualquer coisa na cidade. Devem ter mexido em
algo na casa do construtor.
Erick – Mas Golems são enormes! Como vamos derrotar uma
coisa dessas?
Koharu – O nosso Golem na verdade é construído pelo nosso engenheiro,
não deve ter mais que o dobro do
tamanho de vocês... Mas recomendo ter cuidado.
O que precisaram fazer era ir até a torre de controle para
que pudessem parar o Golem de funcionar, e assim planejaram: Kanom, Erick e
Berethor serviriam de atração para o Golem enquanto Demirö, Evee e Selene iam
para a torre desativar o Golem. A luta dos três com o Golem não foi muito bem
proveitada, mas Berethor agora sabia que suas machadadas estavam bem mais
fortes que de costume: pois conseguia penetrar na couraça do mosntro, enquanto
Erick e Kanom conseguiam desviar de seus ataques até o momento...
Enquanto isso, no desespero de tentarem abrir a torre de
controle que estava trancada, não teve tempo o suficiente e o Golem acertou os
três na retaguarda com um golpe em cheio, fazendo com que Selene e Evee
desmaiassem no chão, inconscientes. Demirö quase ficou abalado mas entrou em
fúria, mas não sabia se vingava suas companheiras ou se salvava seus corpos de
outro ataque em massa
Kanom lembrou do presente que recebera e reolveu coloca-lo em um plano
audaz: Em momentos nervosos, o jovem kanom correu para entre as pernas do golem
e posiciona o barril lá. A criatura ainda se ocupava do anão e do cavaleiro.
Kanom olha para Demiro e grita:
- “ Acende!!”
Demiro fez
todo o possível para emanar uma chama rápida par acertar o Golem, o que atinge
o monstro e o barril... O que resulta numa explosão colossal instantânea.
Erick está estático no chão, aparentemente, sua armadura era
resistente contra calor intenso, mas Berethor e Kanom não eram... Foram
atirados para longe com o impacto, nem Koharu conseguiu fugir se ser jogada pra
trás com a força da explosão... Enquanto isso, partes do Golem caiam como
meteoros ao chão da cidade, a vitória estava ganha.
Fez alguns minutos de silêncio e com um assobio, kanom cai dos
céus junto com algumas peças do golem.
Demirö – Sr Berethor! Jovem Kanon!!! – Demirö mesmo ferido
se apressa para os corpos de Kanom e Berethor, que estavam igualmente
inconscientes. – N-não...
Erick se aproximava como se tivesse sido o único
sobrevivente junto a Demirö, mas Koharu dá o momento de alívio.
Koharu – Não se esqueçam que sou A Invocadora Branca de Pandéia. -
Eis que envolve Berethor e Kanom com sua mágica de Cure, revitalizando seus
corpos, enquanto se dirigia á Selene e Evee
Demirö apenas tirou seu chapéu aliviado enquanto via seus
amigos retornando à consciência
Demirö – Graças aos céus...
Koharu havia revitalizado Selene e Evee, e logo apressava o
grupo.
Koharu – Vamos para minha casa depressa, ainda preciso ver
se está tudo bem por lá!
O grupo se apressou até a casa de Koharu. Via-se por dentro
da casa, nem parecia uma obra de um arquiteto qualquer: a casa era toda
estruturada de ramificações de madeira que a arvore fazia por dentro, era uma
estrutura bem interessante. Koharu pediu à Kanom que a ajudasse indo ao segundo
andar de sua casa a verificasse suas poções enquanto ia à ver seus pertences
mais restritos. O que Koharu descobriu não foi algo agradável de se ouvir.
A casa, além de ter sido revirada pelos ninjas, parecia estar em
ordem, apenas algumas coisas fora do lugar.
Koharu – A Caixa sumiu!!
Evee – Que caixa?
Koharu – Era uma caixinha azul lacrada que eu tinha
guardado, era um bem tão precioso que não podia ser entregue à ninguém que
fosse pelo menos um sacerdote renomado...
Koharu – “esse item deveria ser preparado para ser enviado para
a maga branca de Carídia”
Selene – Espera aí... Não era o que justamente estávamos
procurando??
Demirö – Senhorita! Este é o artefato de que falávamos, o
que foi perdido nas viagens à Caridia!
Koharu – Não sejam tolos... Eu jamais iria deixar que essa
caixa chegasse em qualquer mão, principalmente por meio de comércio! Mas recebi um
pedido do burgomestre de carídia pedindo pelo item.
Erick – Perai... Então quer dizer que~
Antes que qualquer palavra pudesse ser dita, ouvia Kanom
soltando um alto e desesperado
Kanom – UWAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! – Enquanto se
despencava da prateleira de poções, fazendo com que quase todas viessem ao
chão, que aliás se foi caindo junto como todo mundo, enquanto todos se banhavam
em poções estranhas que caiam de cima: Erick quase viu a morte de perto, duas poderosas
poções se derramaram sobre o cavaleiro, uma que matava imediatamente e uma
outra que fazia o encanto Reviver – O cavaleiro passou um bom susto.
Demirö havia sido tranformado em um sapo vermelho de listras
laranjas congelado, e Koharu por fim... Havia sido encharcada com uma poção de
rejuvenescer, pra finalizar recebeu a essência de “permanente”... Koharu agora
havia metade de seu tamanho, e uma aparência tão meiga quanto uma autêntica
criança inocente...
Koharu – KANNONN...
Kanom – Ah! SEBO NAS CANELAAAAAAAAS!
Boa parte da tarde foram vistos um jovem humano (kanon) correndo
desesperado enquanto uma pequena elfa o perseguia atirando frascos diversos no
rapaz.
Depois de um breve momento bizarro filosófico de Erick, e depois
de Demirö finalmente ter conseguido tirar o gosto horrível de mosquitos da boca
de um cacoete que tinha de quando era sapo. Enfim puderam descansar em uma
Taverna: “Kappa Kupo” (Taverna-restaurante especializada em pepinos e peixes)
onde houve um pequeno show introduzindo cada personagem do grupo!
Moogle – E aqui estão nossos heróis! Responsáveis por esta
bravura-kupo!
O moogle pede silêncio e começa a citar os nomes de todos do
grupo e um por, são todos aplaudidos pelo povo de Pandéia.
Apenas Berethor não quis ser homenageado e preferiu beber sua
bebida.
Um breve momento para fazer os pedidos, e Koharu queria
saber um pouco mais do objetivo do grupo.
Koharu – Então, o que realmente queriam era a caixa não é? Bom, a caixa
contém um cristal fino e comprido. Mais ou menos do tamanho de um palmo de
vocês. Ele é um artefato antigo, mas os detalhes não posso dizer. Eu recebi um
pedido de exame por parte da maga branca de Carídia. Então comecei a prepara
ele para viagem, mas não foi enviado na última caravana.
Alguém perguntou para a pequena (agora) elfa sobre Iolaus, mas
ela respondeu que nunca ouvira falar em ninguém com esse nome – “e olha que sou
uma elfa! Devo ser mais velha que vocês todos juntos.”
Uma virada de planos vai acontecer agora, então nada do que
Iolaus disse era verdade! O que realmente seria esta caixa azul, e quem poderia
te-la levado? Será que isto envolve o misterioso ataque dos Goblins? E quem
poderia ser este que está comandando os monstros? Mais desfechos no episódio
seguinte!
Falôôôôôôôôô rapaziadaaaaaaa!!!
Texto por Edu. Revisão por Kenku