Grupos

 

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE

..

2010


Disciplina: Estágio Supervisionado no Ensino de Ciências

Departamento de Ciências Biológicas

Professora Doutora Ana Lúcia Crisóstimo


  1. Ficha de registro


Orientações de preenchimento do item 10 do formulário da ficha de registro.

Possíveis assuntos tratados ou atividades desenvolvidas:

    • Observações em sala de aula

    • Participação em projetos de extensão

    • Elaboração de um mini-projeto

    • Elaboração de palestras

    • Aulas ministradas

    • Atividades Pedagógicas – projeto de intervenção

    • Outra...

  1. Relatório final do estágio supervisionado (individual)

      1. Capa

      2. Contra capa: Estágio desenvolvido na escola___...

      3. Características da unidade escolar ou instituição

3.1 * Nome da Escola:

* Endereço:

* Subordinação / vinculação

* Cursos: (exemplo ensino regular, supletivo, técnicos)

* Quantidade de turnos:

* Corpo Administrativo:

* Comentários pessoais da escola e seu funcionamento:

3.2 Ambiente Escolar

Descrever e listar os materiais e equipamentos que poderão ser utilizados para as aulas de ciências. A observação é independente da presença do aluno no contexto escolar:

    • Laboratório e/ou similar: inventário de equipamentos e mobiliário; inventário de material didático; infra-estrutura básica.

    • Biblioteca: inventário de livros didáticos (qual é utilizado no dia-a-dia) do professor de ciência, jornais, livros etc. Verificar se o espaço é utilizado para outras atividades simultaneamente.

    • Salas de aula e sala dos professores; relacionar a existência de sala ambiente, de sala de professores, presença de material pedagógico (relacionar alguns).

4. Currículo Escolar

Anexar copia do(s) planejamento(s) anual da disciplina de ciências vigente no ano de 2010 na escola e apresentado pelo professor.

Relacionar com o documento oficial das Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná, que pode ser encontrado em http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/

 

5. Modalidade de Estágio

5.1 Assinale a modalidade de ensino escolhida para a realização do Estágio Supervisionado:

Modalidade A ( ) Observação e aula de regência

Modalidade B ( ) Participação em projeto de intervenção extensionista

Modalidade C ( ) Palestra

Modalidade D ( ) outra a definir_______________________________

5.2 Nome do professor (es) que acompanhou (ram) o Estágio Supervisionado

6. Relato detalhado da modalidade de estágio desenvolvido

6.1 Modalidade A: observação e regência

        1. Descrição resumida e comentários da observação em sala de aula.

Roteiro de observação em sala de aula: tempo sugerido 4 aulas de registro da observação no relatório final .

  • Anote os principais temas do conteúdo que for ministrado, seja ele escrito no quadro de giz, explicado pelo professor, estudado ou pesquisado em livros, exibido em audiovisuais, praticados em laboratório.

  • Para cada tópico ou assunto desenvolvido pelo professor registre a estratégia de aula correspondente: aula-expositiva, leitura, debate, vídeo, experimentação, seminário...

  • Anote a fonte na qual o professor se baseou para ministrar a aula se necessário consulte o professor sobre isso: jornais, Internet, livro didático, etc.

  • Registre o grau de interesse e participação dos alunos frente ao conteúdo ministrado.

  • Sugestão: para cada aula que for observada, elaborar um registro contendo: local, data, horário, classe/série, professor, tema da aula.


O registro é uma descrição comentada ou não do que se observou, de preferência deve ser feito logo após a observação para não se esquecer os detalhes. Durante a observação é importante ir anotando os pontos que achar mais relevantes para elaboração do registro posterior. Quando as observações forem feitas aos pares, cada aluno deve fazer suas anotações e elaborar seu próprio registro.

        1. Descrição detalhada das aulas a serem ministradas pelo estagiário na regência e apresentação do plano de aula – sugestão no mínimo 4 aulas.

        2. Comentários sobre a participação dos alunos:

          • Distribuição espacial dos alunos em sala de aula observe e registre o comportamento dos alunos em relação a participação voluntária nos assuntos abordados pelo professor, disciplina em relação às atividades propostas;

          • Relação com o professor: observe e registre o comportamento dos alunos nas atividades propostas: passividade, obediência, respeito quanto a presença do estagiário.

          • Participação dos alunos nas atividades propostas: grau de participação e interesse, se questionam, se conversam sobre as atividades propostas.

        3. Principais dificuldades.

        4. Comentários e observações sobre o estágio.

6.2 Modalidade B: participação em projetos de intervenção extensionista

a. descrição resumida do projeto principal

b.apresentação do mini-projeto das ações individuais, a serem desenvolvidas durante o desenvolvimento do projeto de intervenção:

Mini-Projeto

  1. Capa: Nome, Curso, RA do estagiário

  2. Nome do Projeto de Intervenção Extensionista

  3. Coordenação do Projeto

  4. Participantes

  5. Local do Projeto de Intervenção

  6. Período total de realização

  7. Objetivo geral do projeto

  8. Ações individuais a serem desenvolvidas junto ao projeto - em tópicos – seqüência cronológica das atividades desenvolvidas em 2010.


c. relatório detalhado das ações desenvolvidas pelo estagiário no projeto de intervenção.

Incluir obrigatoriamente comentários sobre a participação dos alunos da escola: principais dificuldades encontradas, comentários e avaliação pessoal sobre a participação no projeto de extensão. Quanto a participação dos alunos:

  • Distribuição espacial dos alunos em sala de aula, observe e registre o comportamento dos alunos em relação a participação voluntária nos assuntos abordados pelo professor, disciplina em relação às atividades propostas;

  • Relação com o professor: observe e registre o comportamento dos alunos nas atividades propostas: passividade, obediência, respeito quanto a presença do estagiário;

  • Participação dos alunos nas atividades propostas: grau de participação e interesse, se questionam, se conversam sobre as atividades propostas.






6.3 Modalidade C: palestras

a. descrição resumida do tema trabalhado / data e local das palestras

b. apresentação do plano de aula da palestra

c. comentários sobre a participação dos alunos

d. apresentação completa das palentras

Participação dos alunos

  • Distribuição espacial dos alunos em sala de aula, observe e registre o comportamento dos alunos em relação a participação voluntária nos assuntos abordados pelo professor, disciplina em relação às atividades propostas;

  • Relação com o professor: observe e registre o comportamento dos alunos nas atividades propostas: passividade, obediência, respeito quanto a presença do estagiário;

  • Participação dos alunos nas atividades propostas: grau de participação e interesse, se questionam, se conversam sobre as atividades propostas.


e. principais dificuldades

f. comentário pessoal

7. Referências

  1. Pasta com xérox das atividades referentes a instrumentalização para o ensino de Biologia – pasta de estágio no xérox do CEDETEG.



Observações importantes:

  • Ficará a critério do estagiário a inserção de fotos no relatório final;

  • O relatório final poderá ser entregue digitalizado (PDF), impreterivelmente 1 a 5 de novembro de 2010 e será devolvido para possíveis correções até o dia 20 de novembro de 2010. A aprovação da disciplina de Estágio Supervisionado em Ciências Biológicas I está condicionada a entrega dos itens I, II e III deste documento, dentro dos prazos mencionados.

  • A quantidade de horas a serem registradas na ficha de registro deve ser, no mínimo, de 20 horas.





Dicas para o uso adequado do RETROPROJETOR

Apresentam-se, a seguir, algumas dicas para a preparação de transparências e o uso adequado do retroprojetor.

PREPARAÇÃO DE TRANSPARÊNCIAS

1. Fazer originais com letras grandes, espaçadas e legíveis (6,8,ou 10mm).

2. Dar destaque aos títulos.

3. Colocar no máximo 08 frases na mesma transparência.

4. Ilustrar os conceitos e idéias com: figuras, charges, esquemas, gráficos e símbolos.

As transparências podem ser feitas à mão, com caneta própria para este fim (para retroprojetar), em papel comum e depois se tira xerox nas folhas de transparência ou com o auxílio do computador, sendo diretamente impressas na impressora.



USO ADEQUADO DO RETROPROJETOR

Algumas informações são importantes para que se alcance êxito no uso do retroprojetor. Detalhes que, a princípio, parecem irrelevantes, farão com que você obtenha melhores resultados , se observados.

1. Mantenha o retroprojetor a uma distância de 5 a 6 metros da tela.

2. Verifique se o vidro e as lentes de projeção estão limpos.

3. A tela de projeção deve ser colocada no canto da sala, de frente para o retroprojetor e com uma inclinação de + ou - 15 graus para baixo, evitando a distorção da projeção.

4. Coloque / troque as transparências você mesmo, evite dispersão.

5. Desligue o retroprojetor a cada troca de transparência, visando manter a expectativa do grupo .

6. Ao abordar algum assunto derivado, responder uma pergunta etc, também desligue o retroprojetor, para concentrar a atenção.

7. O apresentador deve se postar ereto, de frente para o grupo e ao lado do retroprojetor. Andar sempre para o lado oposto à tela.

8. Ao explanar /falar , fique sempre de frente para o grupo, não para a tela.

9. Nunca/ jamais passe na frente da projeção.

10. Aponte aspectos das transparências sempre no retroprojetor com uma caneta ou ponteiro, nunca na tela.

Fonte: Guia para a elaboração de trabalhos escritos – UFRGS

http://factef-faesa.blogspot.com/



SETE ELEMENTOS CHAVE PARA O SUCESSO  

1º Conseguindo e mantendo atenção:  

  • Uso de novidades e objetos;

  • Técnicas eficazes de questionamento;

  • Uso de organizadores gráficos;

  • Sinais auditivos;

  • Uso de retro-projetores e multimídia (para uma melhor visualização);

  • Respostas escritas associadas com atividades auditivas.  

2º Administração na sala de aula:

  • Clareza na comunicação e expectativas;

  • Uso de monitores;

  • Regras e conseqüências expostas;

  • Uso de controle por proximidade;

  • Alunos repetem instruções;

  • Sinais, elogios e reforço para períodos de transição;

  • Revisão de regras e auto-monitor em situação de grupo.  

3º Aprendizado participativo e oportunidades de respostas:  

  • Aprendizado cooperativo:

- uso de parceiros;

- membros do grupo tem papéis determinados;

- responsabilidade e auto monitoria.

  • Resposta em grupo (quadro de giz).  

4º Organização e habilidades de estudo:  

  • Uso de programas e expectativas da escola;

  • Uso de cadernos e calendários de tarefa;

  • Tarefas esclarecidas e expostas;

  • Sistema de estudo entre parceiros (por tutor).  

5º Instrução multisensorial e acomodação para estilos de aprendizado:

  • Uso de melodia e ritmo;

  • Apresente instrução visualmente / auditivamente;

  • Fazer uso de computadores;

  • Ambiente físico adequado ao trabalho dos alunos;

  • Ofereça escolhas de onde trabalhar;

  • Áreas privativas e escritórios para estudo;

  • Áreas de sala formal / informal;

  • Uso de fones ante-ruídos e outros artifícios como, por exemplo, luz local e não luz difusa;

  • Intervalo para alongamento e exercícios.  

6º Modificação na produção escrita:

  • Testes orais e transcrição escrita;

  • Rubricar trabalhos / tarefas menores;

  • Habilidades de processador de textos e digitação;

  • Uso de opções de papel (ex.: computador ou folha milimetradas).  

7º Práticas de colaboração

  • Equipes de estudo (equipes de consulta);

  • Ênfase em parcerias com os pais;

  • Ensinar em equipe para facilitar a instrução e a disciplina;

  • Uso de monitores de idades diferentes;

  • Necessidade de tempo para planejamento e apoio administrativo.  



Enchendo um Balão através da Reação de Vinagre com Bicarbonato de Sódio

Introdução

 O desenvolvimento intelectual da criança, junto aos seus estágios da construção do conhecimento e da aprendizagem definidos por Piaget (1982), tornaram-se conhecido no ensino de ciências. Diante disto, justifica-se a experimentação no ensino de Ciências como ferramenta auxiliar ao processo ensino-aprendizagem ou como sendo o próprio processo da construção do conhecimento científico, com uma contribuição positiva no processo de formação do cidadão.

A experimentação em si, não associada a uma estratégia de ensino mais abrangente, seria apenas uma contribuição ao seu desenvolvimento intelectual. Contudo, tais contribuições não devem ser superestimadas e nem subestimada demasiadamente e sim associada a uma boa didática, antes da construção do conhecimento científico, propiciando que os alunos aprofundem seus conhecimentos em ciências e estimulem a busca de soluções.

A utilização do ensino experimental nas escolas de ensino básico e ensino médio, examinando as contribuições teóricas no ensino-aprendizagem das ciências, o que é a própria natureza do conhecimento das Ciências, Química, Física ou Biologia, trata-se de uma proposta a procura de experimentos que despertem o interesse e a atenção ao fenômeno e a explanação do professor, para minimizar os problemas enfrentados nas escolas, por professores e alunos no processo de ensino-aprendizagem em Ciências.

 Proposta

 A importância da química  no ensino de ciências, além da parte experimental, envolve também hipóteses e as teorias que fazem com que essa ciência possa evoluir continuamente. Nesse sentido, pode-se estabelecer que o pensar em química contribui com a investigação de fenômenos naturais, tendo em vista da aprendizagem a necessidade de observar, classificar e explicar os fatos analisados.

Foi escolhido um experimento em Química que ilustra uma reação química com desprendimento de gás, ou seja, ou uma reação de decomposição.

Dentro deste experimento pode ser trabalhado: a concentração de soluções; transformações endotérmicas e exotérmicas; a rapidez das reações químicas, catalise;  e os equilíbrios químicos.

 

Subsídios metodológicos

 

Vários pesquisadores têm salientado as diferenças do desenvolvimento intelectual da criança e sua implicação no desenvolvimento do raciocínio, mostrando também a importância do estímulo para tal. Assim, a  partir do momento em que o ensino trata de conceitos abstratos, a ciência torna-se mais difícil para aqueles estudantes que não atingiram o estágio do desenvolvimento intelectual adequado, ou seja, não podem entender abstrações. Isso pode ser uma das explicações para que a maioria dos professores de química (ou ciência em geral) estimulam a decoração independente do aprendizado do conceito, levando à uma queda da relação ensino/aprendizagem.

A química, e a maior parte da ciência, é formal por sua natureza, necessitando para a sua compreensão o desenvolvimento do raciocínio químico. Sabe-se que o cerne da ciência química é perceber, saber falar sobre e interpretar as transformações químicas da matéria (ou das substâncias) causadas pelo favorecimento de novas interações entre as partículas constituintes da matéria nas diversas situações. Portanto, faz-se necessário a utilização de experimentos em sala, onde os alunos poderão participar e praticar a teoria. 

 

Metodologia

 

Segue os materiais e o método da experiência:

 

Experiência: Enchendo um Balão através da Reação de Vinagre com Bicarbonato de Sódio

 

Pergunta problema

Por que o balão infla? Qual reação química que ilustra este acontecimento?

 

Objetivo: Demonstrar a reação de bicarbonato de sódio com vinagre produzindo gás carbônico, como forma de ilustração e observação da teoria previamente trabalhada.

 

Material e substâncias:

  1. Erlenmeyer ou frasco de vidro;
  2. Balão de festa;
  3. Proveta;
  4. 5 ml de vinagre;
  5. 1 colher de sopa ou 10g de bicarbonato de sódio.

 

Procedimento: Colocar o bicarbonato de sódio ao erlenmeyer e em seguida, adicionar o vinagre. Encaixar a boca do balão na boca do erlenmeyer e esperar a reação acontecer. Após o desprendimento do gás, pode-se notar que o balão enche rapidamente.

Discussão: O gás carbônico é liberado após a reação do ácido com o bicarbonato. Assim o balão fica cheio com o gás carbônico. 

HCO3- (aq)

+

H+(aq)

®

H2O (l)

+

CO2(g)

bicarbonato

ácido

água

gás carbônico

 

Questões propostas

 

  1. Concentrações. Se uma pessoa fosse fazer esse mesmo experimento mas utilizando 25ml de vinagre, quantos gramas de bicarbonato de sódio ela deveria pesar?
  2. Equilíbrio químico. Nesta reação o equilíbrio químico tende à formação de qual(is) substância(s)?
  3. Velocidade das reações químicas. A alteração da concentração de  um dos componentes da reação, bicarbonato ou vinagre,  ocasionaria mudança na velocidade da reação? Se a quantidade de vinagre fosse aumentada para 10 ml, e utilizando os 10 gramas de bicarbonato, a velocidade da reação aumentaria ou diminuiria?
  4. Catalise. Qual é a substância catalisadora dessa reação?

 

Este experimento pode ser apresentado junto das três vertentes de Ensino pelo professor

  1. Tradicional

A aula, primeiramente, é de puro conteúdo teórico, e depois é feita por exposição e conferência através do experimento. O professor explica o conteúdo de forma final. Fornece aos alunos respostas definitivas das questões propostas; e é o detentor do certo e errado. Explica passo a passo a solução do problema a partir de um único procedimento, não aplica o conhecimento no cotidiano da turma.

O Aluno é mero espectador da aula.

 

  1. Redescoberta

O professor faz a mediação do processo ensino-aprendizagem. O professor propõe a aula prática na qual os alunos participam e trabalham junto  das metodologias cientificas, o professor elabora e aplica questões para que os alunos expliquem suas conclusões. Nesta simples prática o conhecimento científico pode ser tratado como algo palpável ao aluno, onde  o conhecimento é compartilhado entre todos da turma e a relação professor-aluno-turma seja mutua.

 

  1. Investigativo

 

O professor age como um consultor do aluno. Elabora questões investigativas, que atraia a curiosidade dos alunos, e daí extrair os conceitos. Questiona os alunos para obter respostas do que eles já sabem e conhecem a respeito do conteúdo trabalhado. Fornece ao aluno oportunidade para procurar soluções para o problema proposto. O professor propicia a discussão do problema, junto à turma. Incentiva os alunos a explicarem os conceitos com suas próprias idéias; e confronta estas idéias com os dados e evidências obtidos. Ou seja, o professor explica o conteúdo base conivente com a turma, e depois os investiga durante a aula prática, sobre o experimento-conteúdo. Neste modelo os alunos devem ser os questionadores e próprios solucionadores dos problemas enfrentados em sala. Ao professor, cabe guiá-los à procura da resposta, propondo caminhos e oportunidades

  Conclusão

 Este trabalho visa investigar abordagens alternativas para o ensino de química, uma metodologia adequada à realidade do aluno, através de experimentos básicos que podem ser realizados pelos alunos por intermédio do professor.

A aplicação de experimentos práticos em sala de aula se mostra como uma boa ferramenta de ensino para aprendizagem real e que perdura bem além das provas de avaliação dos alunos, fazendo com que o aprendizado esteja presente também no cotidiano do aluno.
Equipe

Adalberto Penteado,

Alexandre Ribas, Luisa Zovico,

Milena Opata,

                                                                                      3º Ano Ciências biológicas – noite

 


“CARTOLINA GRUDENTA”


INTRODUÇÃO

            A experiência da cartolina grudenta é uma demonstração de como age a pressão atmosférica. Sabemos que a atmosfera terrestre é composta por vários gases, que exercem uma pressão sobre a superfície da Terra. Essa pressão depende da altitude do local, pois à medida que nos afastamos da superfície do planeta, o ar se torna cada vez mais rarefeito, e, portanto, exercendo uma pressão cada vez menor.

 

DESCRIÇÃO

            Experimento simples que trata da ação da pressão atmosférica em todas as direções.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

            *Cartolina
            *Copo
            *Água
            *Tesoura

 

            O copo é cheio com água. Recorta-se um pedaço da cartolina maior que o tamanho da boca do copo.  Desliza-se a cartolina sobre o copo, tapando-o. Vira-se o copo de cabeça para baixo e levanta-se o copo.

            A pressão atmosférica, que age em todas as direções aplica uma força de baixo para cima na cartolina, maior que o peso da água do copo.

            Como essa pressão não age diretamente na parte de cima da água por causa do copo, a água não cai.

 

COMO SERÁ TRABALHADO

            Tanto no Ensino Médio como no Ensino Fundamental, relacionado à Física. Na 5° série, pode-se trabalhar esse conteúdo juntamente com “A Previsão do Tempo”.

 

EXPERIMENTO 02

“VULCÃO”

 

INTRODUÇÃO

            Vulcão é uma abertura na crosta terrestre, de formato montanhoso, por onde saem magma, cinzas, gases e poeira. Esta estrutura geológica é formada, geralmente, a partir do encontro entre placas tectônicas. 

 

DESCRIÇÃO

            Experimento simples a base de bicarbonato de sódio e vinagre. Essa mistura de ácido e base produz bolhas de gás. As milhares bolhinhas que se formam são muito leves e, por isso, a mistura faz efervescência. A erupção das bolhas é semelhante à lava que irrompe de um vulcão.

MATERIAIS E MÉTODOS

            *bicarbonato de sódio

            *corante

            *detergente

            *vinagre

            *chapa de compensado

            *garrafa pet

            *trigo

            *sal

            *água

            *pregos

            *erva mate

 

            Primeiramente, fixa-se a garrafa pet na chapa de compensado com a ajuda de pregos. A garrafa tem que estar com a parte superior cortada. Então, confecciona-se uma massa com o sal, o trigo, o corante e a água, para modelar o “vulcão” em torno da garrafa pet. Depois disso, pode-se usar erva mate para decorar, simulando uma “floresta” em torno do vulcão. A experiência é muito simples: dentro da garrafa coloca-se o bicarbonato de sódio, o corante e o detergente. Quando desejar que a erupção aconteça, é só acrescentar o vinagre.

 

COMO SERÁ TRABALHADO

            Pode ser trabalhado na 5° série na disciplina de Ciências ou no Ensino Médio, relacionado com geologia, causas de extinções, ou até mesmo em relação ao aquecimento global, devido às emissões de gás. É a parte prática de muitos conteúdos teóricos. 

 

ENSINO TRADICIONAL

REDESCOBERTA

PROJETOS OU INVESTIGAÇÃO

O papel do professor é demonstrar, no caso da cartolina grudenta, a pressão atmosférica, através de explicações e conceitos aplicados antes do experimento. Ele mesmo realiza a prática e o aluno apenas observa e absorve as conclusões do professor. O experimento torna visível o conteúdo teórico. O conhecimento científico é tratado como mera vantagem do professor, que tem o domínio da prática científica.

O professor é tratado como mediador do processo ensino-aprendizagem. Ele prepara a aula prática mas permite que o aluno faça o papel do cientista que aplicará os métodos e chegará as suas próprias conclusões. O experimento suscita no aluno a curiosidade para descobrir o vai acontecer ao final. Mesmo nesta simples prática o conhecimento científico pode ser tratado como algo palpável ao aluno, não sendo esse conhecimento apenas restrito ao professor

O professor tem o papel de ser referência para o aluno, tentando inserir nele o espírito de investigação científica, no caso do vulcão, o professor poderia inserir uma atividade no sentido de que o aluno mesmo pensasse e encontrasse a sua própria maneira de demonstrar essa estrutura geológica. Nesse tipo de prática, o experimento torna-se papel do aluno e o conhecimento científico é a consequência obtida pelo próprio aluno ao final da aula.

 

Cientista

19:17 @ 13/04/2010

        


                              A EXPERIÊNCIA DO 'PULMÃO'


Introdução


Como possíveis educadores, nos vemos algumas vezes perdidos quanto a forma de ensinar, pois, se não há compreensão por parte dos alunos de que vai valer nosso esforço tanto nos árduos anos de faculdade, como também após ela.

É possível porém que com a ajuda de “técnicas”, de aprendizagem possa-se aguçar a curiosidade dos alunos, e estimular uma aula construtiva e produtiva.

Através das aulas práticas no ensino de Ciência, o professor terá a oportunidade de oferecer à seus alunos o incrível mundo das descobertas, seja observando parasitas em um microscópico, observado a reação de componentes químicos ou mesmo realizando maquetes simples de um vulcão, não importa qual seja a ação, o certo é que o professor de Ciências tem nas mãos um aliado para desenvolver sua aula e dar aos alunos a oportunidade de presenciar o que eles muitas vezes aprendem somente na teoria, portanto, o professor tem que estar disposto a ter o aluno como seu aliado na aula, pois a união entre professores e alunos é que torna o ensino e a aprendizagem possível.

O professor só pode ensinar quando esta disposto a aprender”. Janoí Mamedes.

A experiência do “Pulmão” foi escolhida, pois envolve conceitos de física, juntamente com os de Biologia, e também, por poder ser trabalhada nas séries do ensino fundamental, já que os alunos estudam o corpo humano nas aulas de Ciências.

Objetivos:

  • Desenvolver de forma clara o tema Sistema Respiratório;

  • Estimular alunos a fazer questionamentos sobre o assunto;

  • Aguçar a curiosidade dos alunos em relação ao tema;

  • Inserir nos alunos o sentimento de equipe;

  • Promover uma atitude diferenciada na sala de aula onde haja participação dos alunos e estimular a criatividade.

Metodologia:

O experimento consiste em um pequeno pote de plástico transparente vedado na parte superior (parte aberta) com um pedaço de luva cirúrgica amarra da com um elástico que serve para vedar a parte interna do pote em relação ao meio, mas admitindo uma variação volumétrica, por ser uma película elástica. Na parte inferior do frasco, existem dois furos pequenos com diâmetros iguais aproximadamente de um tubo de caneta. Na parte interna há duas bolas (bexigas) fixas cada uma em um dos furos por uma cola instantânea (figura 1). Sendo o custo total para a confecção

deste experimento de aproximadamente R$ 6,00.


Subsídios teóricos


No experimento a caixa torácica é representada pelo pote de plástico, o balão preso no fundo do pote é o diafragma, o balão preso ao canudo representa a traquéia.

A garrafa representa a caixa torácica, o balão de borracha preso ao fundo da garrafa representa o diafragma, o balão de borracha preso ao canudo representa um dos pulmões e o canudo representa a traquéia. Os processos de expiração e inspiração se dão através da movimentação do diafragma.

O processo de expiração promove a saída de ar dos pulmões, dá-se pela contração da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma eleva-se e as costelas abaixam-se, o que diminui o volume da caixa torácica, com consequente aumento da pressão interna,forçando o ar a sair dos pulmões.

A inspiração promove a entrada de ar nos pulmões, dá-se pela expansão da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma abaixa-se e as costelas elevam-se, promovendo o aumento da caixa torácica, com consequente redução da pressão interna (em relação à externa), forçando o ar a entrar nos pulmões.


Formas de uso da experimentação nos modelos clássicos de ensino de Ciências

  • Ensino tradicional:O professor prepara o experimento e não há participação dos alunos

  • Redescoberta: O Professor faz o experimento e o aluno em sala de aula faz juntamente com o professor o seu experimento.

  • Projeto ou Investigação: O aluno executa a parte científica, orientado pelo professor.

Acadêmicos: Basílio, Luciane Miranda e Viviane de Godoi












Poesia

10:13 @ 12/04/2010

José Régio, em seu Cântico Negro, que em alguns extratos diz:

Vem por aqui, dizem-me alguns

com olhos doces, estendendo-me os braços

e seguros de que seria bom se eu os ouvisse.

Quando me dizem: Vem, vem por aqui!

Eu olho-os com olhos laços

que há nos meus olhos ironias e cansaços,

eu cruzo os braços e nunca vou por aí.

Não, eu não vou por aí,

eu vou por onde levam os meus próprios passos.

Se ao que busco saber

nenhum de vós me respondeis,

por que me repetis: Vem, vem por aqui!

Eu prefiro escorregar nos becos lamacentos,

redemunhar aos ventos feito farrapos,

arrastar os pés sangrentos

      a ir por aí.

Tendes estradas, tendes tratados,

Tendes filósofos, tendes sábios.

Eu tenho a minha loucura

e levanto-a como um facho.

Eu amo o longe e a miragem,

Eu amo os abismos, as torrentes e os desertos.

A minha vida é um vendaval que se soltou,

é uma onda que se levantou,

um átomo a mais que se animou.

Não sei por onde vou,

Não sei para onde vou,

      Mas sei que não vou por aí.

Modelo Mini-projeto

10:07 @ 12/04/2010

MINI PROJETO

 

Nome do Projeto de intervenção extensionista a que o mini-projeto está vinculado: Curso de  formação  pedagógica na área de Ciências  nas  séries iniciais: integração da prática  de  ensino institucional na UNICENTRO

1.    Institucionalização do projeto: Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO

2.    Coordenação Geral: Prof. Dra. Ana Lúcia Crisóstimo

3.    Telefone  042-88021215                               e-mail: anacrisostimo@hotmail.com

4.    Local do Projeto de intervenção:

5.    Período total de realização:

6.    Objetivo Geral do projeto:

7.    Atividades individuais a serem assumidas na participação do projeto:

a.    Nome da Oficina:

b.    Participantes:

c.    Planejamento da oficina:

O objetivo:

Desenvolvimento/Metodologia: (sugestão) Após uma breve explanação teórica sobre a extinção de espécies, será realizado um jogo sobre as etapas de um processo de extinção. Os participantes receberão cartões que representarão diferentes espécies de animais cujas exigências ambientais constarão por escrito. Será apresentado um tabuleiro em que cada casa consistirá numa situação (alteração do ambiente, mortalidade natural ou por caça, etc.) que pode ou não prejudicar a espécie. A progressão das casas ao longo do tabuleiro será mediante o jogo de um dado. Cada vez que o jogador atingir uma casa com uma situação que prejudique a permanência da espécie, perderá um ponto. Ao se atingir 3 pontos perdidos, o animal em questão será extinto e sairá do jogo. Vence o último animal que restar. Ao final dessa atividade serão apresentados exemplares de animais em extinção taxidermizados.

Recursos audiovisuais e materiais de apoio: data-show e computador para explanação teórica e projeção do tabuleiro.

Bibliografia:

Instituto Ambiental do Paraná. 2007. Fauna do Paraná em Extinção. IAP: Curitiba, 270p.

Pough, F. H.; Janis, C. M. & Heiser, J. B. A vida dos vertebrados. Atheneu: São Paulo, 684p.

d.    Elaboração do material de apoio a ser entregue aos cursistas: tópicos a serem abordados neste material

e.    Elaboração de relatório final das atividades.

 

 

 

HABILIDADES DE ENSINO

12:41 @ 10/04/2010

1- HABILIDADE DE ORGANIZAÇÃO DO CONTEXTO ESCOLAR

  • explicita objetivo do estudo
  • localiza historicamente o conteúdo
  • estabelece relações do conteúdo com outras formas de saber
  • apresenta ou escreve o roteiro da aula
  • referencia materiais de consulta

2- HABILIDADE DE INCENTIVO À PARTICIPAÇÃO
  • formula pergunta, valoriza diálogo
  • provoca o aluno para realizar as próprias perguntas/formulação de hipóteses
  • usa palavras de reforço positivo
  • aproveita a resposta dos alunos para dar continuidade às aulas
  • ouve as experiências cotidianas
3- HABILIDADE DE TRATAR A MATÉRIA DE ENSINO
  • linguagem acessível
  • clareia conceitos/faz analogias
  • vincula teoria-prática
  • usa exemplos
  • utiliza resultados de pesquisa
4- HABILIDADE DO USO DA LINGUAGEM
  • uso de terminologia adequada
  • emprego de voz audível
  • uso de pausas e silêncios
  • adoção de uma entonação de voz variada
  • senso de humor no trato com os alunos
5- HABILIDADE DE VARIAÇÃO DE ESTÍMULOS
  • movimenta-se no espaço de ensino
  • estimula o pensamento divergente e criativo
  • preocupa-se em instalar a dúvida
  • usa adequadamente recursos audiovisuais
  • emprega  metodologias de ensino adequadas aos conteúdos trabalhados
Referência: CUNHA, M. I. O Bom professor e sua prática. Papirus, 1989.

Práticas em Ciências

 

PRÁTICA: RESPIRAÇÃO PULMONAR

Introdução

Na atualidade, o ensino de ciências não é visto apenas como transmissão de conhecimentos, onde o professor é o único detentor do saber. O conhecimento científico não se limita apenas como uma verdade absoluta e sem questionamentos, sendo visto como mera transmissão dos conhecimentos acumulados pela humanidade.

Sendo o sistema respiratório muitas vezes de difícil compreensão por parte dos alunos, e visto a dificuldade em imaginar como realmente acontece a nossa respiração, buscou-se um experimento que tornasse este conteúdo mais compreensível aliando então à parte teórica a prática, permitindo que o próprio aluno faça questionamentos na busca de explicações.

 

 

Objetivos

 

·         Compreender como ocorre a respiração pulmonar.

·         Observar como cada órgão do sistema respiratório atua.

 

Materiais e métodos

 

·         Uma garrafa plástica com fundo cortado

·         Um tubo fino de plástico (canudo de refrigerante)

·         Dois balões de borracha

·         15 cm de barbante

·         Fita adesiva

·         Massa de modelar

·         Tesoura

 

Metodologia

 

Colocar o canudo na boca do balão e este foi preso com a fita adesiva, colocou-se o balão dentro da garrafa, passando o canudo pelo gargalo, o qual foi tapado com a massa de modelar.

O outro balão foi cortado ao meio no sentido da largura e “vestido” o fundo da garrafa com ele. O orifício do balão foi deixado para baixo e amarrado com o barbante.

Com movimentos suaves o barbante é puxado para baixo e soltado em seguida simulando a respiração.

 

Subsídios teóricos

 

A garrafa representa a caixa torácica, o balão de borracha preso ao fundo da garrafa representa o diafragma, o balão de borracha preso ao canudo representa um dos pulmões e o canudo representa a traquéia.

No inicio da atividade, a pressão do ar dentro da “caixa torácica” é igual à de fora. Quando o barbante puxa o “diafragma”, o espaço da “caixa torácica” aumenta. Portanto, a pressão do ar dentro dela diminui. A pressão externa agora é maior do que a interna. Essa diferença de pressão faz com que o ar entre pela “traquéia” e encha o “pulmão”. A pressão interna se iguala à externa.

Quando o barbante é solto, o “diafragma” retoma a posição original e o espaço da “caixa torácica” volta a diminuir. Isso provoca um aumento da pressão do ar dentro dela, e as paredes do “pulmão” são comprimidas, forçando o ar a sair pela “traquéia”.

 

Formas de uso da experimentação nos modelos clássicos de ensino de Ciências:

 

ENSINO TRADICIONAL

REDESCOBERTA

PROJETO OU INVESTIGAÇÃO

Professor: Prepara o experimento, aplica aos alunos e ele próprio explica sem fazer questionamento algum.

Professor: Planeja o experimento, traria todos os materiais que serão utilizados(garrafa plástica, balão...).

Professor: Atua como o orientador do aluno, seu papel é explicar a teoria, no caso sobre o sistema respiratório.

Aluno: Passivo, não tem participação nenhuma na prática.

Aluno: Reproduz a experimentação idealizada pelo professor.

Aluno: Cabe a este pesquisar o experimento relacionado ao sistema respiratório, planejar e aplicar, buscando explicações.

 

 

PRÁTICA: FILTRAÇÃO DA ÁGUA

Objetivo

·         Compreender o processo de filtração da água

Materiais e Métodos

 

·         Garrafa plástica transparente

·         Algodão

·         Areia limpa

·         Pedras pequenas

·         Carvão em pó

·         Tesoura

·         Água suja (água limpa com terra preta, tinta, folhas secas e papel picado).

 

Metodologia

 

Dividir a garrafa plástica em dois pedaços, dando um corte um pouco a cima da sua metade. Na parte de cima da garrafa onde fica o gargalo colocar uma camada de algodão, sobre ela uma camada de carvão em pó, depois uma de areia e, por fim, as pedras. Arrumar a parte de cima da garrafa dentro da outra metade, como se fosse um funil, após derramou-se a água suja dentro do filtro, filtrando-a.

 

Subsídios Teóricos

 

É possível observar que a água ficou mais clara. Cada camada do filtro é responsável por retirar um dos elementos que estão poluindo a água. As pedras e a areia servem de barreira física, as partículas de terra misturadas na água e aos pequenos objetos – como as folhas secas e o papel picado. Já o carvão filtra os poluentes químicos invisíveis a olho nu – como metais dissolvidos na água, pesticidas e outros. O algodão também serve para reter partículas maiores. Quanto maior forem às camadas do seu filtro mais transparente a água sairá pela parte de baixo.

 

Formas de uso da experimentação nos modelos clássicos de ensino de Ciências:

 

 

 

 

ENSINO TRADICIONAL

REDESCOBERTA

PROJETO OU INVESTIGAÇÃO

Professor: Prepararia tudo e trazia o experimento da filtração da água e explicaria aos alunos como ocorreu e o porquê.

Professor: Traria os materiais necessários para montar à prática da filtração da água planejada por ele próprio.

Professor: Explicaria a teoria sobre a água, poluição ou outro tema relacionado e lançaria uma pesquisa de experimentação aos alunos.

Aluno: Sem questionamentos, passivo a explicação do professor.

Aluno: Reproduz a experimentação idealizada pelo professor.

Aluno: Pesquisa sobre o tema relacionado planeja o experimento, aplica e tira suas conclusões a partir de sua experimentação. O porquê que ocorreu a filtração, como cada objeto utilizado atuou nesse processo.

 

 

Grupo:

Carine Costa Tractz

Clarisse Kuhn

Mari Claudia Wennek

Marcos Sakai

 

 

DICAS PARA UMA BOA APRESENTAÇÃO

Seguem algumas dicas que poderão te ajudar na hora de preparar a sua apresentação

1. Saiba do que você está falando, estude muito e tenha domínio não só do tema apresentado, mas de todo assunto relacionado

2. Seja claro, faça com que o espectador saiba facilmente do que você está falando

3. Apesar de uma introdução ser importante, evite "rodeios" para chegar ao assunto principal

4. Não transcreva o assunto em parágrafos enormes e depois fique lendo o texto. Use tópicos para lembrar o que você deve falar. O texto é um roteiro e não uma bengala. Não decore, saiba do assunto de explique o que você sabe ao espectador

5. Aborde os pontos principais, normalmente uma apresentação tem tempo pré-definido, e mesmo que não tenha, ninguém aguenta ficar muito tempo parado ouvindo alguém falar sobre um único assunto

6. Tome cuidado para não omitir detalhes importantes sobre o assunto

7. Tome muito cuidado com a "outrografia"

9. Se for usar o retroprojetor e suas transparências, organize-as na ordem em que serão utilizadas

10. Se for utilizar data-show, tome cuidado com o tamanho das letras, a cor e prefira fundos claros com letras escuras

11. Figuras ajudam a prender a atenção do espectador

12. Fale pausadamente e dê ênfases com a voz em algumas ocasiões

13. Não fique de costas para a platéia,

14. Use os espaços, ande pelo local da apresentação. Não fique preso(a) ao datashow ou ao retroprojetor

15. Se a apresentação for importante e inadiável, prepare a apresentação em mais de uma forma (data-show e retroprojetor, retroprojetor e cartaz) e fique preparado para apresentar sem nenhum auxílio

16. Mantenha a calma e nunca diga que está nervoso (a). Em 99% das vezes é você quem sabe mais sobre o assunto específico sobre o qual está falando

17. Não diga que não sabe ou que "não pensei nisso", fale que vai buscar a informação ou que ainda não chegou a uma conclusão

18. Cuidado com as vestimentas, nada de mini-saias, blusas curtas, bonés, calças transparentes. O que deve ser o centro da sua aula é você.

19. Use mais de um recurso áudio-visual. Obrigatoriamente utilize o quadro-de-giz.

20- Confira todo o equipamento antes de iniciar a aula. Se utilizar recurso áudio-visual, apague a luz.

21- Faça a síntese conclusiva.

E por fim, nunca deixe para estudar e preparar sua apresentação na última hora. O tempo que você destina à busca de informações e à preparação do material tem uma relação direta com a qualidade do trabalho final.

 

 

Plano de Aula

21:39 @ 09/04/2010

PLANO DE AULA

Dicas para elaborar o seu plano de aula durante o estágio de licenciatura em escolas de ensino fundamental.

1.     Dados de identificação

Escola:                                                        Localidade:

Curso:                                                        Série:

Turma:                                                       Disciplina:

Professora:                                           Assunto Central:  Escreva o (os) tema geral que você vai trabalhar durante a unidade

2.     Objetivos

No objetivo geral deve ser escrito o que você deseja alcançar de forma geral no término de sua aula (regência).

3.     Cronograma:

Aqui deve ser colocado todas as atividades desenvolvidas durante a aula (regência) em sala de aula.

4.     Conteúdos:

Deve ser colocado todos os conteúdos que serão ministrados durante o período da aula (regência), de preferência com tópicos.

5.     Procedimentos:

Deve ser colocado todas as formas que você irá utilizar em sala de aula para passar o conteúdo para os alunos. Como por exemplo:

1-Aula expositiva dialogada com auxílio de quadro branco;

2-Aula expositiva dialogada com auxílio de retro projetor

3-Aula prática, visualização de diferentes algas;

4-Construção pelos alunos de painéis, maquetes, revista em quadrinhos, seminários, etc, sobre o tema estudado;

5-Elaboração de feiras de Ciências, etc.

6.     Recursos:

Colocar todos os recursos materiais que serão utilizados durante a aula (regência). O ideal é que para cada tema, você coloque os recursos (desta forma seu plano de aula ficará mais organizado).

7.     Avaliação

Neste tópico você deve saber de que forma o professor da escola onde está fazendo a regência, trabalha com a avaliação.

Se a escola permitir você pode seguir o exemplo citado abaixo: A avaliação será feita durante todo o processo de ensino-aprendizagem, de forma qualitativa no que se refere a freqüência, participações nas aulas expositivas e práticas, cumprimentos dos trabalhos em grupos propostos; e quantitativa através de uma avaliação individual escrita que será aplicada no final da unidade. Além disso, os alunos serão também avaliados através de pré-testes e pós-testes que serão aplicados no início e no final de cada tema que será trabalhado.

A IMPORTÂNCIA DAS AULAS PRÁTICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS

 

A importância do trabalho prático é inquestionável na disciplina de Ciências e Biologia e deveria ocupar lugar central no seu ensino (Smith, 1975). No entanto, o aspecto formativo das atividades práticas experimentais tem sido negligenciado, muitas vezes, ao caráter superficial, mecânico e repetitivo em detrimentos aos aprendizados teórico-práticos que se mostrem dinâmicos, processuais e significativos (Silva e Zanon, 2000).

Alguns autores como Luz et al. (1989), enfatizam que o que verdadeiramente se busca como ensino de ciências é um aluno sendo convenientemente iniciado no mundo das ciências de forma que este produza saber científico voltado para a busca da melhoria de vida neste planeta. Em outras palavras este ensino deve servir para a formação da consciência critica do cidadão, revertendo (seus conhecimentos científicos) em ações voltadas à melhoria de vida da sua comunidade. Ter um aluno com consciência crítica atualmente, só é possível quando ele tem a oportunidade de pensar, questionar, criar, formular hipóteses e obtiver as respostas destas hipóteses. Para que isso ocorra é necessário que o educador saiba ministrar aulas práticas com seus alunos.

Sendo assim, a abordagem prática poderia ser considerada não só como ferramenta do ensino de ciências na problematização dos conteúdos como também ser utilizada como um fim em si só, enfatizando a necessidade de mudança de atitude para com a natureza e seus recursos, pois, além de sua relevância disciplinar, possui profunda significância no âmbito social (Vasconcelos et. al., [s.d] ).

Dessa forma, a formação de uma atitude científica está intimamente vinculada ao modo como se constrói o conhecimento (Fumagalli, 1993). Na aula prática, o aluno desenvolve habilidades processuais ligadas ao processo científico, tais como capacidade de observação (todos os sentidos atuando visando à coleta de informações), inferência (a partir da posse das informações sobre o objeto ou evento, passa-se ao campo das suposições), medição (descrição através da manipulação física ou mental do objeto de estudo), comunicação (uso de palavras ou símbolos gráficos para descrever uma ação, um objeto, um fato, um fenômeno ou um evento), classificação (agrupar ou ordenar fatos ou eventos em categorias com base em propriedades ou critérios), predição (previsão do resultado de um evento diante de um padrão de evidências. A partir delas, ou concomitantemente, ocorre o desenvolvimento de habilidades integradas: controle de variáveis (identificação e controle das variáveis do experimento), definição operacional (operacionalização do experimento), formulação de hipóteses (soluções ou explicações provisórias para um fato), interpretação de dados (definir tendências a partir dos resultados), conclusão (finalizar o experimento, através de conclusões e generalizações) (Vasconcelos et al., [s.d] ).

As aulas práticas podem ajudar no desenvolvimento de conceitos científicos, além de permitir que os estudantes aprendam como abordar objetivamente o seu mundo e como desenvolver soluções para problemas complexos (Luneta, 1991). Além disso, as aulas práticas servem de estratégia e podem auxiliar o professor a retomar um assunto já abordado, construindo com seus alunos uma nova visão sobre um mesmo tema. Quando compreende um conteúdo trabalhado em sala de aula, o aluno amplia sua reflexão sobre os fenômenos que acontecem à sua volta e isso pode gerar, conseqüentemente, discussões durante as aulas fazendo com que os alunos, além de exporem suas idéias, aprendam a respeitar as opiniões de seus colegas de sala ( Leite et al., [s.d].

As aulas práticas de Ciências e Biologia proporcionam grandes espaços para que o aluno seja atuante, construtor do próprio conhecimento, descobrindo que a ciência é mais do que mero aprendizado de fatos. Através de aulas práticas o aluno aprende a interagir com as suas próprias dúvidas, chegando a conclusões, à aplicação dos conhecimentos por ele obtidos, tornando-se agente do seu aprendizado.

As aulas práticas de Ciências podem ser feitas através de trabalhos em campos, laboratórios, computadores, museus, filmes, jogos e etc.

 

Referências

 

FUMAGALLI, L. El desafio de enseñar ciencias naturales. Una propuesta didáctica para la escuela media. Buenos Aires. Troquel. 1993. LIBANEO, J. C. Didactica y prática histórico-social. Ande, ano 4, n. 8, 1984.

 

LEITE, A.C.S.; SILVA, P.A.B.; VAZ, A.C. R. A importância das aulas práticas para alunos jovens e adultos: uma abordagem investigativa sobre a percepção dos alunos do PROEF II. . [Si][Sn][Sd].

 

LUNETTA, V. N. Actividades práticas no ensino da Ciência. Revista Portuguesa de Educação, v. 2, n. 1, p. 81-90, 1991.

 

LUZ, G. O . F.; MARQUES, D. M. C. Fundamentação em Ciências: uma Proposta para Debate e Ação. Rio de Janeiro: Ciências e Cultura, n. 41. Janeiro, 1989.5-13p.

 

SMITH, K.A. Experimentação nas Aulas de Ciências. In: CARVALHO, A.M.P.; VANNUCCHI, A.I.; BARROS, M.A.; GONÇALVES,M.E.R.; REY, R.C. Ciências no Ensino Fundamental: O conhecimento físico. 1. ed. São Paulo: Editora Scipione. 1998. p. 22-23.

 

SILVA, L.H.de A.; ZANON, L.B. A experimentação no ensino de Ciências. In: SCHNETZLER, R.P.; ARAGÃO, R.M.R. Ensino de Ciências: Fundamentos e Abordagens. Piracicaba: CAPES/UNIMEP, 2000.182 p.

 

VASCONCELOS, A. L. S.; COSTA, C. H.C.; SANTANA. J. R. & CECCATTO, V.M. Importância da abordagem prática no ensino de biologia para a formação de professores (licenciatura plena em Ciências / habilitação em biologia/química - UECE) em Limoeiro do Norte – CE. [Si][Sn][Sd].

 

 

http://www.obrasill.com/importancia-aulas-praticas-de-ciencias

 

Esteriótipo do Cientista Louco

11:29 @ 01/03/2010

Cientista louco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Características:Cientistas loucos são tipicamente caracterizados como tendo comportamento obsessivo e desprovidos de escrúpulos, não hesitando em adotar métodos extremamente perigosos ou pouco ortodoxos. Muitas vezes são motivados por vingança, por ânsia de conhecimento ou por ganância.

Seus laboratórios muitas vezes são equipados com tubos de ensaio, geradores Van de Graff, máquinas com engrenagens em constante rotação e várias aparatos eletrônicos visualmente impressionantes. Também são comuns vidros e provetas com líquidos de cores estranhas sem propósito óbvio.Outras características incluem:

  • Uso da ciência sem medir as conseqüências de seus atos, que podem resultar em destruição em massa ou mutações.
  • Prática de experimentar suas criações em si próprio.
  • Uso de cobaias.
  • Agir como um deus, fazendo experimentos com a fauna e a flora.
  • Uso de jalecos.
  • Despreocupação com a aparência, mantendo seus jalecos sujos e cabelos despenteados.
  • Inaptidão para viver em sociedade, permanecendo isolado, às vezes por opção própria.
  • Deformidade física. (devido à segunda característica)
  • Sotaques estrangeiros, principalmente alemão.(Seria alusão a Mengele?)
  • Risada maníaca, pronunciada especialmente quando seus experimentos chegam ao climax.
  • Monólogos sobre seus planos e/ou opressão da vida.
  • Título acadêmico, geralmente Doutor ou Professor.
  • Quase invariavelmente, são homens brancos

A maior parte dessas características são exageros dos estereótipos dos cientistas: Cientistas sempre são vistos como obcecados pelo trabalho, assumindo uma visão curta do panorama geral da sociedade aonde seus atos interferem, adotando perpetuamente uma visão do mundo "desinteressada" para uma maior objetividade, etc. Também pode ser interessante notar que as grandes massas encontram cientistas nos tempos de colégio, aonde o envolvimento é restrito, o que causa a visão de um cientista ser estereotipada como egoísta, obsessivo e amoral.

Na ficção, o cientista louco pode representar o medo do desconhecido, e as conseqüências de desafiar o que "era melhor ser desconhecido". De modo similar, a tendência do cientista louco de se colocar no papel de Deus pode ser uma extensão das diferenças entre religião e ciência, como é exemplificado nas discussões sobre a evolução -- que é um tema usado pelos cientistas loucos, que criam bestas e monstros fantásticos. Quando seu monstro nasceu, Victor Frankenstein gritou, "Agora eu sei como Deus se sente!" Essa afirmação foi considerada controversa o bastante para ser censurada na versão filmada de 1931.

Na ficção, a linha que separa os cientistas sãos dos loucos é bem tênue, e os exemplos usados neste artigo são aqueles que possuem essas características e/ou são estereótipos exagerados de cientistas.