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A Aposentadoria por tempo de contribuição é um benefício devido ao cidadão que comprovar o tempo total de 35 anos de contribuição, se homem, ou 30 anos de contribuição, se mulher. AGENDAR< Principais requisitos Regra 85/95 progressiva Não há idade mínima Soma da idade + tempo de contribuição 85 anos (mulher) 95 anos (homem) 180 meses efetivamente trabalhados, para efeito de carência Regra com 30/35 anos de contribuição Não há idade mínima Tempo total de contribuição 35 anos de contribuição (homem) 30 anos de contribuição (mulher) 180 meses efetivamente trabalhados, para efeito de carência Regra para proporcional Idade mínima de 48 anos (mulher) e 53 anos (homem) Tempo total de contribuição 25 anos de contribuição + adicional (mulher) 30 anos de contribuição + adicional (homem) 180 meses efetivamente trabalhados, para efeito de carência Documentos necessários Documento de identificação válido e oficial com foto; Número do CPF; Carteiras de trabalho, carnês de contribuição e outros documentos que comprovem pagamento ao INSS; Se precisar, veja outros documentos para comprovação que podem ser apresentados. Outras informações Tempo exigido para proporcional: o adicional de tempo citado na regra transitória corresponde a 40% do tempo que faltava para o cidadão atingir o tempo mínimo da proporcional que era exigido em 16/12/1998 (30 anos para homem e 25 para mulher). Exemplo: um homem que tinha 20 anos de contribuição nessa data, precisava de 10 para aposentar-se pela proporcional. Logo, para aposentar-se pela proporcional hoje, deverá comprovar 34 anos (30 anos + 40% de 10 anos). Valor da aposentadoria proporcional: a aposentadoria proporcional tem valor reduzido, que vai de 70 a 90% do salário-de-benefício. Confira as regras de cálculo. Adicional de 25% para beneficiário que precisa de assistência permanente de terceiros: somente o aposentado por invalidez possui este direito. Período de carência: para ter direito a este benefício, é necessário que o cidadão tenha efetivamente trabalhado por no mínimo 180 meses. Períodos de auxílio-doença, por exemplo, não são considerados para atender a este requisito (carência); Fim da aposentadoria proporcional: a aposentadoria proporcional foi extinta em 16/12/1998. Só tem direito a esta modalidade quem já contribuía até esta data; Requerimento por terceiros: caso não possa comparecer ao INSS, você tem a opção de nomear um procurador para fazer o requerimento em seu lugar.

Quando um segurado do INSS requer um benefício, principalmente auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez, fica ansioso para saber se foi concedido e quando vai poder receber a primeira parcela. Hoje com a tecnologia implementada na previdência, o trabalhador pode saber a situação do benefício pela internet ou pelo 135 no conforto de sua casa. Importante explicar que o INSS é o Instituto Nacional do Seguro Social, um órgão do estado que recebe e repassa as contribuições para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), sendo ele responsavel pelo Benefício INSS em todo o território brasileiro. Normalmente o resultado sai 15 à 30 dias após a perícia feita, no caso do auxílio doença, nos outros casos o resultado sai em 30 a 45 dias, isso se no dia do atendimento não ficou nenhuma pendência, quando isso ocorre é dado uma carta de exigência para que seja possível a correção do problema. Saiba pela internet se seu beneficio do INSS foi concedido Carta de concessão de benefício do INSS pela internet. Já para saber a situação do benefício INSS requerido junto à previdência, é necessário esperar a carta de concessão ou acessar o site do INSS via internet. No site da Previdência Social você poderá fazer sua consulta sobre a situação do benefício. Preencha os dados e terá sua resposta de forma simples, rápida e sem sair de casa. Para saber a situação do benefício, sem ter que ir até o posto de atendimento, é só acessar a internet, no site da Previdência ou clicar neste LINK e fazer a consulta. O dado mais importante para realizar a consulta é o número do benefício, por isso é importante que seja anotado no momento do atendimento. Caso o segura não possua ou tenha perdido, a única forma de recuperar é se dirigindo ao posto de atendimento da Previdência Social. Se você já teve o seu benefício INSS concedido pela previdência social, você deve acessar o extrato detalhado, clicando AQUI. Os outros dados que precisam ser preenchidos no formulário apresentado no site da Previdência são: Data de nascimento Nome completo do segurado CPF. As letras que aparecem na imagem de confirmação precisam ser digitadas na mesma forma que se apresentam. Caso na sua carte de concessão conste que seu beneficio INSS foi indeferido por qualquer motivo, envie uma mensagem para nossa equipe, podemos ajudar no próximo procedimento. O sistema responde a situação atual do pedido, se estiver escrito “deferido” é por que foi concedido, as outras situações indicam em que fase o pedido se encontra. Quando já se passou muito tempo do pedido e não foi concedido é recomendável que vá até o posto de atendimento para saber mais detalhes. benefício INSS Logo em seguida o segurado encontrará em que etapa se encontra o seu pedido. Você pode encontrar umas das três diferentes condições: a) Habilitado – os documentos foram entregues no INSS e estão sob análise para julgar; b) Deferido – seus documentos foram analisados e você vai receber a aposentadoria. c) Indeferido – significa que o pedido foi negado. Duvidas mais comuns sobre o benefício INSS: 1. Não tenho o número do benefício INSS : Neste caso o segurado tem que se dirigir novamente ao posto de atendimento da previdência social e pedir novamente o seu número de protocolo. Apenas com ele você poderá acessar o site e verificar a situação do seu pedido. 2. Como anda o pedido de aposentadoria de “tal pessoa”? Apenas a pessoa que pediu o benefício pode requerer no site do INSS como anda o seu pedido de aposentadoria. Para isso basta acessar o link já colocado acima, colocar seus dados e verificar como anda o seu pedido de aposentadoria. Não há como nossa equipe verificar para terceiros como se encontra a situação do pedido.

CALCULADORA DA Previdência

10:32 @ 19/05/2017

Projeto a ser votado no Congresso prevê idade mínima mais alta e tempo de contribuição maior antes de se aposentar. Faça o seu cálculo e planeje o quanto você precisa guardar para ter uma aposentadoria mais tranquila. Os cálculos contemplam o Regime Geral do INSS Apoio: Faça o cálculo

A autora apela contra sentença que julgou improcedente o pedido de liberação dos valores depositados em conta vinculada do FGTS da parte requerente após sua aposentadoria, os quais estão relacionados com novo vínculo empregatício. A requerente faz menção ao julgado desta Quarta Turma, asseverando que a liberação dos valores evidencia o cumprimento de princípios constitucionais, fazendo referência à dignidade humana. Sustentou que deve haver uma adaptação da letra fria da lei para que os depósitos na conta vinculada do FGTS realizados após a aposentadoria sejam liberados mês a mês. Refere, inclusive, que a recorrida já procede assim nos casos em que o vínculo de emprego é mantido após a aposentadoria. Vejamos: VOTO A requerente teve concedida aposentadoria por tempo de contribuição, a qual foi requerida em 01/02/2012 (evento 1 – OUT5). Posteriormente (26/03/2012), iniciou vínculo empregatício com a Santa Casa de Misericórdia (evento 1 – CTPS6). A requerente busca a movimentação da sua conta vinculada do FGTS por ser aposentada. Entendo que somente é possível a movimentação do saldo da conta vinculada do FGTS nas hipóteses previstas em lei ou em situações realmente graves e urgentes. A condição de aposentada da requerente não é suficiente para permitir o levantamento dos valores depositados, que se referem a vínculo empregatício que surgiu após a aposentadoria. Tal realidade não se enquadra no inciso III do art. 20 da Lei 8.036/90, nem em quaisquer dos demais incisos do referido dispositivo legal. Ademais, não observo, no caso concreto, situação capaz de ensejar o alargamento das hipóteses legais, porque não caracterizada situação extrema para tão drástica medida. Por fim, registro que a alegação de que a CEF autoriza o saque dos depósitos realizados após a aposentadoria, quando o vínculo empregatício não é encerrado com ela, não é suficiente para alterar o entendimento ora exposto. Portanto, a manutenção da sentença é medida que se impõe. Em face da sucumbência também no recurso de apelação, os honorários devem ser majorados em 2% sobre o valor da causa, nos termos do art. 85 – § 11º do NCPC, totalizando 12% sobre o valor da causa. A exigibilidade da verba sucumbencial permanece suspensa, na forma do artigo 98 – §3º do NCPC, em face da concessão de AJG. Fonte: 5004007-61.2016.4.04.7106 TRF4 Fonte