ENCONTRO DE PARAPENTE PREJUDICADO PELO MAU TEMPO
22:40 @ 01/06/2008

Blog do grupo voltado para a divulgação de nossa cidade. ANO III


O 10º Congresso da CONAM foi mais um marco na história do movimento comunitário. Além de acontecer pela primeira vez no Nordeste, elegeu também pela primeira vez, uma mulher para presidenta da entidade. Desta forma, fortalecemos a concepção de construir um movimento comunitário unido, plural, democrático e autônomo, com jornadas e bandeiras próprias. Parabenizamos e agradecemos a todos (as) que colaboraram, acreditaram, contribuíram participando e divulgando esse nosso grande 10º Congresso.
Matéria:
Contribuição de Hendrik Aquino - Diretor de Comunicação da FAMEB.
Informações e fotos do site da Prefeitura Municipal de Miracema (texto reproduzido parcialmente)Destaque estadual na
produção do cereal no passado, Miracema, no Noroeste, promove a revitalização
da cultura, com novas tecnologias, equipamentos e assistência técnica.
Se depender do entusiasmo e disposição dos produtores rurais de
Miracema, no Noroeste do estado, os números da produção fluminense de arroz
darão um salto já nesta safra.O responsável pelo novo cenário é o programa
municipal de revitalização da cultura, que desde 2006 vem incentivando a
atividade com um pacote que reúne, novas tecnologias, máquinas e implementos
agrícolas e assistência técnica para o produtor. O desempenho é otimizado desde
o preparo do solo até o beneficiamento do produto.
O programa prevê levantamento geo-referencial da área, com sua
sistematização, construção de taipas, análise e preparo de solo, e fornecimento
de semente, orientado por técnicos municipais. O custo total do preparo das
áreas é pago em duas parcelas, sendo 50% na primeira safra, até o último dia de
junho, e os 50% restantes na safra subseqüente.O pagamento pode ser feito em
dinheiro ou produto.
BENEFICIAMENTO
Com 2 mil hectares de várzeas, próprias ao cultivo do arroz,
Miracema ocupou posição de destaque estadual na produção do grão, chegando a
contar no município com 22 unidades para o seu beneficiamento.
“Os altos custos de produção gerados pelo baixo de preço do
produto, mão-de-obra cara e escassa, associados ao reduzido nível tecnológico empregado
no processo produtivo desestimularam os agricultores. A grande maioria
abandonou a agricultura”, explica Mozart Carneiro, secretário municipal de Agricultura.
BOM RESULTADO
Os primeiros resultados são animadores e estão motivando cada vez
mais produtores. Na safra plantada em 2006, os 14 produtores que aderiram ao programa,
cultivaram 13,8 hectares e obtiveram
produtividade média de 7,5 mil quilos por hectare. A média histórica na região era de 3,5 mil quilos. O custo final de produção é fator
de atração. Produzir uma saca de 50 quilos está saindo por R. Em
Duas décadas depois, é um dos exemplos da euforia que surge com as
novas perspectivas introduzidas na produção do município.
“Com tecnologia, não há como dar errado. Teremos condições de competir
com o produto do Sul do País – frisa ele, que inicia na próxima semana colheita
mecanizada. Braga estima que seu custo de produção fique em R$ 8,60 por saca.
Valor que, segundo ele, pode ser inferior, por exemplo, com o manejo para o
aproveitamento da “soca”, a rebrota
do arroz, após a colheita. Já existem resultados no município,
apontando o acréscimo de 40% na produção. O sistema usa sementes
pré-germinadas, difundido
Unidade de beneficiamento para 40 sacos/horas
Mozart Carneiro explica que a variedade utilizada pelos
agricultores participantes é a Epagri 109, com grande produtividade e adaptada
às condições locais. “O objetivo é a homogeneização da qualidade de grãos. A
partir daí poderemos promover o selecionamento das sementes e o treinamento de
produtores interessados em produzir esse insumo certificado, para difusão No município
ena região”. Segundo o prefeito Carlos Roberto Medeiros, idealizador do programa, cujo objetivo é chegar
nos próximos cinco anos a 600 mil sacas por safra, até dezembro estará em
funcionamento a unidade de beneficiamento de arroz, com capacidade para processar
40 sacos/hora. “Dotada de equipamentos de última geração, a unidade é o
primeiro passo para a estruturação do Pólo Regional de Beneficiamento de Arroz,
que atenderá também produtores dos 13 municípios do Noroeste fluminense”,
destaca.
Ele esclarece que os recursos para implantação do programa, aquisição
de máquinas e equipamentos, foram provenientes de emendas parlamentares federais.
A construção da unidade de beneficiamento contou com verba do Padem (Programa
de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios), do governo estadual. Para o
secretário de Agricultura do estado, Christino Áureo, a retomada da produção no
Noroeste, ocorre num momento oportuno, em que o arroz, motivado por uma série de fatores da
economia internacional, se firma como uma comoditie, marcando definitivamente seu espaço no
agronegócio, com preços competitivos.
Rotação das culturas
“O aumento da produção estadual reduzirá a sua importação e
estimulará as atividades de pequenas unidades de processamento. Essa retomada reaquece
toda uma economia que é muito própria da agricultura familiar”, afirma. A
rotação de culturas é outra alternativa que o programa está incentivando.
Através de convênio com a Estação Experimental da Pesagro-Rio (Empresa de
Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro), em Campos, começam nesta
semana, em três propriedades, em
RENTABILIDADE
“Isso garante uma rentabilidade ao produtor, ao mesmo tempo em que
enriquece o solo com boas práticas de manejo. É importante frisar que esses plantios
são conduzidos de maneira sustentável, sem o uso de produtos químicos”, conclui
Mozart Carneiro.
Fonte: Informe RIO RURAL
– Maio/08.
http://www.agricultura.rj.gov.br/links/jornalriorural.asp






UMA VITÓRIA EM GRENÁ, VERDE E BRANCO
Por Adilson Dutra
Mesmo que não tem simpatia pelas cores do Fluminense, "as três cores que traduzem tradição", como diz o hino do clube, se viu envolvido com a decisão da última vaga para a final da Libertadores, a outra já havia sido conquistada pela Liga Desportiva Universitária, a LDU, de Quito/Equador. O tricolor estava a toa na vida e foi levado pelo seu amor, pelo seu amigo ou por um vizinho para enfrentar a fila e a fúria de um trânsito violento só para ver o seu tricolor de coração enfrentar o Boca, o temível, até então, Boca Juniors, da Argentina.
Diferentemente da letra de Chico Buarque, torcedor histórico do Fluminense, o tricolor não amou daquela vez como se fosse a última, como em "Construção", ele guardou forças e está pensando em juntar grana para ir ao Japão para ver passar na avenida principal um samba popular e criar uma página feliz para sua história esportiva. Não sei se o Fluminense conhece os passos dessa estrada, não sei se vai dar em nada, mas Renato Gaúcho diz que sabe de cor os segredos e conhece as pedras do caminho que levam ao título mundial.
Sobre Renato Gaúcho, um treinador competente, podemos dizer que veio sem muita conversa, sem muito explicar e que veio para o Rio porque gostava de falar e de mar. Não sei se tem uma tatuagem no braço ou um dourado no dente, mas tenho certeza de que tem uma mente brilhante e que para as meninas afoitas, em seu tempo de craque do Grêmio, Flamengo ou Seleção Brasileira, era um mestre sala e o camisa sete mais bonito do mundo da bola.
Na quarta-feira, o velho fraco se esqueceu do cansaço e vibrou. Vibrou com o gol de Washington, com as peripécias de Conca e com a destreza de Dodô. A marcha alegre, com os cânticos e os hinos tricolores, se espalhou pelas arquibancadas do Maracanã e fez coro com Chico Buarque: "Quem canta comigo, canta o meu refrão, meu melhor amigo é o meu Fluzão". Evandro Mesquita, outro tricolor famoso, dizia a todo o momento; "Estou a dois passos, do paraíso", no que era acompanhado daquele coro de oitenta mil vozes.
Voltando ao Chico e a sua "A Banda", até a moça feia debruçou na janela após a histórica vitória sobre o Boca Juniors. Em certo momento, até acreditou que aquela banda tocava só pra ela, como se não houvesse mais tricolores no mundo e, como a marcha alegre se espalhava, a avenida ficava coberta de pó de arroz e a lua cheia surgiu para enfeitar toda uma cidade. Que vitória, Fluminense. Épica. Feita com tijolo sobre tijolo, com paredes sólidas e o time jogando como se lembrasse a máquina de Francisco Horta, que com seus olhos embotados, sentou prá descansar como se fosse sábado.
O torcedor menos letrado, não é só de gênios, artistas e ricaços é feita a torcida do Fluminense, chora, não o choro da tristeza, mas o choro de quem já brincou de bola, soltou balão e teve que fugir da escola por opção, mas jamais vai esquecer esta lição: Vencer, no futebol, é tão duro quanto vencer na vida, perguntem só ao garoto Fernando Henrique, que dias antes a torcida pedia: "Pai afasta de mim este goleiro". É Fernando Henrique, é duro beber desta bebida amarga, tragar a dor e engolir a labuta. Mesmo calando o Boca, resta o peito e o silencio torcida após a épica vitória.
Quem te viu, quem te vê Fernando Henrique. Hoje o samba saiu, procurando você. Sua noite foi de gala e suas defesas foram reconhecidas. Hoje o samba saiu, procurando você, Fernando Henrique, mas, por favor, não dê na vista, mande a torcida bater palmas com vontade e faz de conta que é apenas um turista. Tricolores de todo Brasil, cante o hino e cante Chico Buarque de Holanda, cante nos dias tristes, nas noites claras, com o peito marcado de lembranças do passado. Vá, tricolor, colecionar mais um título e coloque mais um retrato, não em preto e branco, mas em Verde, Grená e Branco.
Publicado no Jornal Dois Estados - 15/06/2008, coluna PAPO DE BOLA.
Foto do Blog Miracema
HOMENAGEM AOS TRICOLORES DO GRUPO CONTERRÂNEOS E AMIGOS DE MIRACEMA: Otto, Raquel...





Uma homenagem que poder ser estendida a todo o empresariado fluminense e brasileiro. Foi desta forma que o presidente do Conselho de Administração do Grupo Leader Magazine, Robson Rodrigues Gouvêa, agradeceu ao receber, no dia 25 de junho (quarta-feira), a maior honraria concedida pelo Legislativo fluminense, a Medalha Tiradentes – em uma iniciativa do deputado João Pedro (DEM). A cerimônia, presidida pelo presidente da Assembléia Legislativa do Rio, deputado Jorge Picciani (PMDB), contou com a presença do governador Sérgio Cabral e com boa parte da família do condecorado. "Vivemos momentos muito positivos no estado e no País e o governador tem atuado firmemente contra a sonegação. Por isso, estamos em condições de propor novos investimentos no Rio, o que facilita que empresários, como Robson, sigam o caminho do empreendedorismo e da busca do melhor e do bem-estar para o povo", afirmou Picciani.
Para o democrata João Pedro, a homenagem coroa uma carreira que teve início no interior do estado, mais precisamente na cidade de Miracema, no Noroeste fluminense, onde se iniciou a trajetória de sucesso da Leader Magazine. "Sucesso esse que vem de um local mais conhecido por suas lavouras de café e de arroz e que, desde 1976, quando Robson deu o pontapé inicial em sua função de comerciante, foi, com um jeito simples e simpático, galgando espaços para ser consagrado e respeitado no meio corporativo", disse o autor da homenagem. O governador salientou a expansão do grupo empresarial presidido por Robson e declarou à imprensa que, graças ao bom momento vivido pela economia do Rio, a "carteira de investimentos privados e públicos está muito significativa, bem como o combate à criminalidade e os investimentos sociais nas comunidades carentes". Cabral terminou seu discurso na tribuna citando Nelson Rodrigues e Tom Jobim, afirmando que o brasileiro já superou a fase de ter "complexo de vira-lata" e de "não perdoar o sucesso".
O empresário homenageado agradeceu aos 4.200 funcionários das 39 lojas da Leader espalhadas não só por todo o estado do Rio, mas também por Minas Gerais, Alagoas, Espírito Santo, Sergipe e Pernambuco – segundo o vice-presidente do grupo, Rogério Gabriel de Macedo, a Leader irá se expandir, ainda em 2008, para a Bahia, o Rio Grande do Norte e o Ceará. "Não fiz isso sozinho. Pude me espelhar em meu pai (Newton Fernandes Gouvêa, que compôs a mesa de cerimônia), exemplo de ética profissional e pessoal. Mas não posso deixar de dizer obrigado aos empregados da Leader", declarou Gouvêa, que também é presidente da Associação do Conselho Empresarial de Cidadania (Acec), diretor-presidente do Sindicato dos Lojistas de Niterói, vice-presidente da Câmara dos Diretores Lojistas (CDL) de Niterói e diretor-tesoureiro da Federação do Comércio Varejista do Estado (Fecomércio).
"Esta homenagem – não sou hipócrita – foi
acertada não por minha casa, mas pela figura do empresário que investe,
tem DNA do risco e todos os dias vai para as ruas abrir as suas lojas",
finalizou o agraciado. Também compuseram a mesa de cerimônia o
secretário de Estado da Casa Civil, Régis Fichtner, e o empresário Luiz
Paulino Moreira Leite, representando o senador Francisco Dornelles
(PP/RJ). Na platéia, além da mãe, da mulher, dos dois filhos de Gouvêa,
da neta e de primos e tios, assistiram ao evento a primeira-dama do
estado, Adriana Ancelmo, os deputados Aparecida Gama, Chiquinho da
Mangueira e Roberto Dinamite, do PMDB, Glauco Lopes (PSDB), Rodrigo
Neves (PT), Comte Bittencourt (PPS), Wagner Montes (PDT), Iranildo
Campos (PTB), Natalino (DEM), Anabal (PHS) e Coronel Jairo (PSC), o
ex-prefeito de Niterói Jorge Roberto Silveira e o vereador de Niterói
Wolney Trindade (PMDB).
Informações e foto do site FATOR


