Ricardo Augusto Ferreira Tostes, o Rabicó do sítio do Pica-Amarelo atuando como árbitro de vôlei. (veja também sua atuação na Rede Globo na postagem "Orgulhos de Miracema")
Micaela, jogadora de basquete miracemense, representa o Brasil.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/panamericano2007/interna/0,,OI1734385-EI8332,00.html
Segundo informações do jornal O Dia, a miracemense Micaela Martins
Jacinto, integra a equipe feminina de basquete do Brasil nos jogos
panamericanos no Rio de Janeiro.A jogadora foi forjada no extinto Bola Laranja, clube criado em
Miracema por iniciativa da própria população, tendo dois miracemenses
como seus criadores, técnicos e dirigentes. A jogadora miracemense quer
sair do PAN com a medalha de ouro no peito, segundo informações do
jornal Gazeta Esportiva, ela teria dito: "Temos obrigação de vencer em
casa e dar esta alegria ao povo brasileiro", afirma a jogadora de 28
anos. "Para mim, não existe outro pensamento que não seja a medalha de
ouro", destacando o empenho da equipe em obter o resultado. "Estamos
trabalhando duro para isso, sempre com muita dedicação. Estou
consciente da minha responsabilidade, agora que sou uma veterana na
seleção. Espero ajudar no que for possível para o grupo".
(informações cedidas pelo mesmo blog www.miracemarj.blogspot.com)
Já segundo informações do site Terra:
Micaela sonha aposentar tranças com ouro no peito
O que significam os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro para um
atleta? Depende muito para quem é feita a pergunta. Para Micaela, 27
anos, jogadora da Seleção Brasileira feminina de basquete, por exemplo,
a competição tem um grande valor. "Não ganhei nada de muito importante
na minha carreira", resume a atleta, que espera poder mudar de visual
com a medalha de ouro no peito. Ela pretende aposentar as tranças.
Micaela acostumou os torcedores a identificá-la em quadra pelo longo
aplique, que fica preso em um complexo esquema para não atrapalhar. "Eu
faço uma grande trança com todas as trancinhas, mas não basta. Se não
amarrar, entra debaixo do braço ou pega no rosto dependendo do
movimento", explica.
Por isso, além do elástico de cabelo, a jogadora usa o que tiver por
perto para reforçar. "Hoje, por exemplo, não tinha nada para prender e
uma moça aqui da quadra me emprestou um pedaço de fio. Mas já usei
faixa dessas de colocar nos pés, barbante, cadarço...", contou.
Mas a titular da Seleção Brasileira feminina de basquete só quer trocar
o estilo com a faixa de campeã no peito. "Precisamos dessa grande
conquista. Vai fazer com que seja criada uma identificação nossa com o
público brasileiro", lembrou.
Para Micaela, a equipe, que já treina no Rio de Janeiro, já completou
75% do que está previsto para alcançar antes da estréia, no dia 20,
contra a seleção da Jamaica. "A cada dia vamos subindo um degrau. A
equipe está em evolução".
Micaela, ao lado de Janeth, que vai fazer sua despedida da Seleção nos
Jogos, é uma das principais apostas do técnico Antônio Carlos Barbosa,
que não poderá contar com estrelas da WNBA (liga norte-americana), como
Érika, Iziane e Adrianinha.
EM REPORTAGEM AO GLOBO ESPORTE, MICAELA DA NOTA 7 À ATUAÇÃO DO BRASIL NA ESTRÉIA.