Grupos

Neste espaço você pode colocar o que achar interessante, principalmente se versar, direta ou indiretamente, sobre Miracema e seus habitantes.

Comentários

(10:04 @ 04/08/2006) Anônimo disse:
Vitória – ES, 28-05-2005. Caro Luiz Carlos. Com muita satisfação li seu recado abaixo. Realmente, minha intenção ao fazer esse álbum de fotos é unir os amigos de Miracema, todos, num só painel, lugar virtual, como se fosse o céu, e os tivesse sempre ao alcance de meus olhos, para que eu os possa ver, tendo em vista que moram no meu coração. Permito-me, aqui, transcrever dois lindíssimos poemas que refletem melhor o que eu sinto e penso a respeito deste assunto. Um, mostra o lugar ideal, e logo vejo Miracema, outro, mostra seus habitantes. VOU-ME EMBORA PRA PASÁRGADA Manoel Bandeira Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconseqüente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente da nora que nunca tive E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d`água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcalóide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar ― Lá sou amigo do Rei ― Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada A AMIZADE, SEGUNDO VINÍCIUS DE MORAES Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ... A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo. Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ... Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos! A gente não faz amigos, reconhece-os. OBRIGADO PELA SUA AMIZADE! Um forte abraço. Carlos Augusto Caríssimos Mais recente trabalho de divulgação de Miracema e sua gente, que nosso amigo, o incansável Carlos Augusto, responsável pelo grupo Miracemenses e Amigos de Miracema, vem de nos disponibilizar na Internet. Note-se que é um miracemense desde muito vivendo longe de seu torrão natal, atualmente em Vitória, ES e que tudo isto faz, sem medir esforços, só pelo prazer de manter seus vínculos com suas origens e com as amizades que lá construiu, procurando expandi-las. Trabalho que não conhecemos melhor, mormente particular, voluntário e desvinculado de qualquer interesse político e/ou empresarial. Não sabemos de nada, nem mesmo similar das próprias prefeituras, exceto da de Porciúncula que, com seu jornal, encontros anuais e cuidados com a memória municipal, faz algo bem diferente, mas também de muita valia, com o mesmo objetivo. Pelo que sabemos é o terceiro lançamento de seu Álbum, este, sem nenhuma dúvida, de muito mais fácil acesso ao usuário do que os anteriores: um dedicado à gente e outro às coisas de Miracema. Nossos mais entusiástico ao Carlos Augusto e que outros sigam o seu exemplo. Um bom exemplo ao MPmemória/Album/Rede, que estamos promovendo. Ou seja uma rede de álbuns particulares, das nossas comunidades, com conteúdos e arte que melhor convenham aos seus proprietários. Faça o ou os seus, inscreva-os na Rede, que nós os divulgaremos. Não implica em nenhuma limitação à sua autonomia sobre o mesmo e tão pouco algum ônus financeiro. Entre em contato com conosco. Abraços Luiz Carlos

(17:24 @ 04/10/2006) Anônimo disse:
LOGRADOUROS DE MIRACEMA (10) A chegada passou às 17 h, de 20/11/06 (segunda-feira), na reunião da AML - Academia Miracemense de Letras, Centro Cultural Melchiades Cardoso, Praça Ary Parreiras, 171, Centro, Miracema, RJ. O Volume I conta com 10 capítulos e um pouco mais de 100 páginas, além de uma capa muito representativa, de acordo com os objetivos de LOGRADOUROS DE MIRACEMA. Tudo escolhido com muito esmero e amor à História de Miracema. Como já dissemos, cobre boa parte do Centro Histórico da Cidade. Certamente, não só relembrará fatos de muita emoção, trazendo-os à luz, não só aos que os conhecem, como, principalmente, a quem nunca deles ouviu falar. Alguns muito relevantes, outros nem tanto e certos corriqueiros. Espera-se, reacenda as discussões das omissões e contradições históricas importantes, que não são poucas. Mais que solucioná-las, busca revivê-las.Quem sabe, estimular pesquisas documentais indispensáveis e esclarecedoras. Um crédito certamente já se tem: provocar o interesse e até mesmo o entusiasmo de vários por eventos de seu gosto particular, como, por exemplo, sobre a sua Genealogia, que, afinal, é parte da Genealogia Miracemense. Tenta imunizar contra a tradicional alegação ´´isto não é de nossa época´´, como, para se saber sobre Jesus Cristo tivessemos que ser contemporâneos dele. Embora o esforço relizado, não se é de esperar nenhuma revelação muito significativa, pois, os recusos às pesquisas são pobres e as dificuldades às mesmas inimagináveis. Sem dúvida alguma, muita informação importantíssima e desconhecida, espera ser resgatada dos arquivos municipais, cartoriais, religiosos, privados etc. Mas, na prática, como a elas chegarmos em Miracema, nas condições atuais? Só para dar uma idéia: ainda, não se conseguiu saber coisa alguma sobre o ilustre personagem que deu seu nome à Rua Matoso Maia, importante logradouro do Centro. Como se entender que não seja acessível, pelo menos, a informação do ato legal que lhe deu esta denominação. Ele por certo está instruido com um processo que, no mínimo, tem que ter uma mini-biografia do homenageado. Mas onde está? Repetimos, com o lançamento não se encerra nosso trabalho sobre os logradouros tratados, Continuaremos interessados em corrigir e enriquecer o que estará publicado. Para saber mais, por favor, aguarde o lançamento. O Volume II já caminha a passos largos, com lançamento previsto ao primeiro semestre de 2007.

(17:26 @ 04/10/2006) Anônimo disse:
O texto sobre os Logradouros de Miracema, livro que narra a história de nossa cidade através dos seus logradouros, é de autoria de Luiz Carlos Martins Pinheiro.

(23:50 @ 06/12/2006) Anônimo disse:
Por Carlos Augusto - Cópia do site http://www.sitedalusa.pop.com.br/tecnicos/aymore.html Aymoré Moreira Nasceu em Miracema, Rio de Janeiro, em 1912. Quando começou a jogar futebol, era ponta-direita, mas descobriu que o seu talento estava no gol e, em 1932, foi convocado para defender a seleção brasileira. Jogou no Botafogo-RJ de 1935 a 1945. Data Placar Torneio 28/11/1932 Brasil 7 X 2 Andaraí Amistoso 18/2/1940 Brasil 2 X 2 Argentina Copa Roca 25/2/1940 Brasil 0 X 3 Argentina Copa Roca 5/3/1940 Brasil 1 X 6 Argentina Copa Roca De jogador passou a técnico, ao diplomar-se pela Escola Nacional de educação física; tornando-se famoso na sua nova carreira. Foi técnico da Portuguesa e ganhou a Fita Azul de 1953. Foi técnico da seleção brasileira entre 1960 e 1963, e de 1966 a 1968. Totalizou 61 jogos (37 vitórias, 9 empates, 15 derrotas) e foi o segundo técnico do Brasil em número de jogos, perdendo apenas para Zagallo. Em 2 de fevereiro de 1970, dirigiu a Portuguesa na maior goleada da história do clube: 12 a 1 contra o Ferroviário de Oruro. O jogo foi realizado em Oruro, na Bolívia, a cerca de 4.000 metros de altitude. Os gols foram marcados por: Milano (3), Basílio (2), Ratinho, Leivinha, Ulisses, Élcio, Luís Américo, Rodrigues e Tatá. Todos os jogadores que viajaram jogaram e a escalação era: Orlando (Rogério), Zé Maria (Deodoro), Marinho Perez, Guaraci e Américo (Ulisses); Lorico (Luís Américo); Ratinho, Tatá e Rodrigues (Milano). Faleceu aos 86 anos, no dia 26 de julho de 1998, devido a uma falência múltipla dos órgãos, após sete dias de internação na UTI da Clínica Ortopédica e Traumatológica, em Salvador. http://www.sitedalusa.pop.com.br/tecnicos/aymore.html

(18:13 @ 10/12/2006) Anônimo disse:
Noticiou O PORTA-VOZ (08/08/05) ´´Aniversariou no dia 26 de julho último completando 87 anos a professora Áurea Moreira Bruno. Dona Áurea é uma pessoa muito entusiasmada e querida pela comunidade miracemense, um grande exemplo de vida. Parabéns. felicidades, saúde, e que Deus lhe abençoe e te dê muitos anos de vida;´´ SOBRE ELA ESTÁ ESCRITO NA MPmemória: • Áurea (1918) (...), neta de José Carlos, encantadora senhora, que nos surpreendeu com seu entusiasmo e sua memória, nos falando, em 28/05/2004, sem cansar, e dando-nos preciosas informações e inestimável prazer; voltamos a visitá-la em 23/05/2005, quando repetiu a dose e lhe entregamos um exemplar, dos três únicos editados especificamente sobre tudo que tínhamos de ´´OS MOREIRAS PAULAS´´; E mais: o Áurea Moreira Bruno: § nascimento: 26/06/1918; § casamento: solteira; § filhos: sem; § formação: colou grau no Curso Normal; § residência: Praça D. Ermelinda, 74, Centro, 28 460-000, Miracema, RJ; § atividade: magistério por 30 anos, até se aposentar; continuou como professora de religião; § religião: católica apostólica romana; 05/2004, quando a conhecemos e entrevistamos, disse-nos que: defende com ardor as tradições da fé católica; não vive só, mas com Deus e Nossa Senhora Aparecida; lamenta não poder mais participar do coro da Matriz de Santo Antônio, por não ter mais como subir ao mesmo, mas que o acompanha debaixo mesmo; defende a preservação do nome de solteira, com o casamento e a formalização deste; § saúde: enfrenta, sem embaraço ou constrangimento, o mal da coluna de que padece, não lhe permitindo caminhar perfeitamente ereta; 23/05/2005, quando voltamos a visitá-la e lhe presenteamos com um exemplar da MPmemória específico aos seus familiares, informou que o problema se agravou; com desembaraço e grande lucidez defendeu outros pontos-de-vista; demonstrou grande felicidade com sua existência, sem temores ou preocupações quanto a ser chamada por Deus; Obs.: extraordinário exemplo de 3ª. Idade; foi uma dádiva ter nos recebido e como o fez. Evidentemente consta, também, seus ascendetes e colaterais. Agradecemos toda contruibuição que nos possam dar, para melhor descreve-la. Abraços Luiz Carlos O Bruno de Áurea vem de seu pai: Heitor Bruno (c. 1883/1956), filho de Francisco Bruno e Nicolina Cuisso Bruno.

(21:09 @ 23/01/2007) Paula Regina disse:
Queria conhecer um pouco mais da sua cidade, sou de Porto Nacional Tocantins... meu email é paulinhagatinha_22@hotmail.com

(09:58 @ 01/02/2007) Carlos Augusto disse:
ACABOU MAIS UMA TRADIÇÃO MIRACEMENSE Fechou o Bar do Zé Careca!!!!! A mensagem, via internet, me pega de surpresa e o pensamento volta ao amigo Jobinha. O que fará o Jobinha a partir de hoje? Perguntei ao meu espelho. A resposta só veio no último dia do ano, lá na Santa Terrinha, quando me encontrei com o amigo e repeti a pergunta. Como te sentes sem o encontro diário no Bar do Zé Careca? A resposta veio com uma voz meio trêmula e que traduzia todo o seu desapontamento. “Está faltando um pedaço de mim. Não há explicações que possam ser aceitas, apesar de entender o que se passa no momento com a família”. Disse Jobinha, já preocupado em conseguir um outro pouso para seu habitual papo matinal. Não vi o Chapadão, mas sei que vazio que sente é o mesmo do Jobinha, assim como o Rogério, o Cícero, o Paulo Costa, o Vandinho Mercante, e tantos outros freqüentadores assíduos e ferrenhos debatedores de todos os assuntos do cotidiano nas mesas do Bar do Zé Careca. O que pensa o Ferrugem? A esta altura curtindo o sol de Guarapari, e também fiel freguês dos salgados e dos papos do Bar do Zé Careca. Devem pensar o mesmo que José Maria de Aquino pensa. “Realmente uma pena, pela falta de onde jogar conversa fora, por ser um ninho, onde cada pássaro vadio – no bom sentido – tenha seu lugar reservado. Deve ter sido tão ruim como quando fechou o Bar do Farid”, desabafa Zé Maria. E as mesas de sinuca, onde estarão? O Joel Gatti, o Teteu Linhares, o Arquimedes Barros e tantos outros craques do taco e da mesa de mármore, devem estar fazendo reuniões diárias no céu para tentar resolver os problemas dos parceiros de bolo e de jornadas históricas nos salões do Zé Careca. A referencia regional era notada, Michel, lá de Palma e outros notáveis jogadores, comprovam o que digo e devem também estar órfãos como o Jobinha. Converso daqui, proseio ali, papeio cidade afora e ouço lamentos e desabafos. Primeiro foi o Mocambo, depois o Bar Pracinha, antes tinha sido o Bar Líder, o Farid fechou o seu tradicional ponto antes de partir para a eternidade e deixou um vazio que foi ser preenchido pela paciencia e honestidade do Zé Careca, que quando foi ao encontro dos irmãos Salim, do Farid e do Vicente Dutra. Zé Careca deixou o Ricardo, filho mais velho e conhecedor do assunto, como herdeiro natural, mas o Ricardo não pode tocar como queria, problemas de saúde impediram-no de seguir adiante e o fechamento das portas, que estava sendo aguardado há algum tempo, chegou como um presente negativo de Natal. Naquele pedaço de rua eu vivi bons momentos. O suco de laranja do Bar do Vavate, onde hoje estava o recém fechado Bar do Zé Careca, o sorvete do Abdo, os pasteis do Bar Pracinha, o Lúcio, o Soninha, o Stenio, os irmãos (José, Jofre e Nacib) Salim, o Durval da Sorveteria do Abdo, quanta gente inesquecível, alguns ainda estão conosco e podem comprovar o que digo neste momento de saudade e tristeza. A Rua Direita, vinte e cinco anos passados, já não é a mesma. Falta o brilho da rapaziada andando prá lá e prá cá aos domingos, falta o Crédito Real, o Ribeiro Junqueira (depois Nacional), falta o Banerj, o Mocambo, o bar do Geraldo Werneck, o Zezinho e seus incríveis e deliciosos picolés, este dois felizmente vivos, falta o Michel Salim, meu grande incentivador, a Lolinha, o Paulo Pires, o Chicrala Amim e sua Chevrolet, enfim, falta um pouco de tudo aquilo que só a Kiskina preencheu, mas ainda é pouco para quem gostava do movimento, do ir e vir às compras e das noitadas de sábado e domingo. Sorte a nossa por ainda termos o Jofre Geraldo Salim, glória eterna de nossa gente, mas falta um Melchiades Cardoso, de quem nem a lembrança de sua casa na Rua Direita temos mais. Acho que estão faltando coisas demais e quando a saudade bate a gente descobre que está faltando um pedaço dentro de nós. Um dia ouvi de uma amiga, em uma destas reuniões informais. – Miracema está retrocedendo. – Nada disto, respondeu a outra amiga sentada à cadeira ao lado. Miracema precisava retroceder trinta anos para ficar melhor. Quando aqui cheguei o movimento era intenso e a cidade emergia, hoje, infelizmente, precisávamos mesmo é de um retrocesso, mas no tempo, para que voltássemos a ter esperanças no futuro da cidade. Visite: www.nfesportes.com.br http//blogdopenacho.zip.net OBS.: Crônica do Adilson Dutra publicada na pág. 8 do jornal Dois Estados de 30-01-2007.

(18:27 @ 06/02/2007) CARLOS AUGUSTO disse:
Aparecida Ratinho recebe o Prêmio Mérito Cultural Dr. Hermes Simões Ferreira Foi realizada no dia 23 de dezembro último, no Centro Cultural Melchiades Cardoso a solenidade para a entrega do “Prêmio Mérito Cultural Dr. Hermes Simões Ferreira, à homenageada de 2006, senhora Aparecida Rodrigues da Silva, popularmente conhecida como Aparecida Ratinho, mestra da manifestação cultural mais antiga de nossa cidade –o caxambu ou jongo, tombado recentemente, como bem da natureza imaterial pelo Ministério da Cultura. O prêmio foi instituído em 1994, pelo Conselho Municipal de Cultura, com o objetivo de distinguir pessoas e/ou entidades que desenvolvam ou tenham desenvolvido projetos e ações culturais no município, levando-se em conta resultados significativos para a comunidade, processos contínuos, de soluções simples, inovadoras, pioneiras, que preservem o patrimônio cultural da cidade, e, sobretudo, que promovam cultura. O Presidente do Conselho Municipal de Cultura, Marcelo Salim de Martino ressaltou a importância de Aparecida Ratinho para a manutenção desta manifestação cultural que é o caxambu. “Se hoje Miracema pode se orgulhar de ser um dos poucos municípios do Brasil que possuem esta importante e poética forma de resistência da cultura afro-brasileira, foi porque você Aparecida soube perpetuar os ensinamentos recebidos dos grandes mestres, ainda na sua infância”. O Conselheiro Carlos Eduardo Fingolo Tostes leu para os presentes uma biografia da homenageada, que além de mestra do caxambu, possui uma Folia de Reis, é parteira e profunda conhecedora de ervas medicinais. A Conselheira Neide de Freitas Guterres fez um belo relato sobre o patrono do Prêmio, o Dr. Hermes Simões Ferreira e a Conselheira June de Souza Carvalho declamou a poesia Passarei. Na mesma noite, foi realizado o lançamento de Páginas Literárias, volumes 4 e 5, pelo Centro Cultural Melchiades Cardoso. Páginas Literárias é uma publicação artesanal que tem por objetivo divulgar a obra dos poetas miracemenses, sobretudo, nas escolas do município, possibilitando aos professores de trabalharem com a “prata da casa”. O volume 4 possui poesias de Edilberto Silva e de Lauro Cândido de Carvalho e o volume 5, de Júlio José de Oliveira e de Hermes Simões Ferreira. Usou da palavra, o Sr. Luiz Henrique de Souza Carvalho, que agradeceu em nome da família de Lauro a homenagem prestada a seu pai. Na oportunidade, o Presidente do Conselho fez uma prestação de contas à comunidade das principais atividades e investimentos no setor cultural, no exercício de 2006. Finalmente, foi realizado o lançamento de Gotas Literárias volume 3, pela Presidente da Academia Miracemense de Letras a professora June de Souza Carvalho. O livro, que possui composições dos acadêmicos, foi patrocinado pelos filhos de June e Lauro Cândido de Carvalho: Luiz Henrique, José Luiz e Luiz Antônio. Estiveram presentes, o Prefeito Municipal, Carlos Roberto de Freitas Medeiros que enalteceu o trabalho do Chefe da Divisão de Cultura e Presidente do Conselho e registrou que Aparecida Ratinho é um exemplo, porque mantém o caxambu, expressão autêntica da cultura popular. Ressaltou ainda, que Miracema realizou importantes atividades culturais em 2006 e das dificuldades que tem o município para o enquadramento de projetos que visam a captação de recursos para o setor. A Secretária Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, professora Leyse Maria Tostes Padilha Moreira discorreu em breves palavras a importância da cultura e das pessoas que lidam com cultura. Disse que Miracema era uma cidade privilegiada, porque na antevéspera de Natal, enquanto as pessoas estão preocupadas com os festejos natalinos, nós estávamos ali preocupados com a cultura de nosso município. A solenidade foi encerrada com distribuição de livros aos professores presentes, oportunidade em que foi servido um pequeno coquetel. (Transcrito do jornal O Porta Voz, ano XXX, Ed. n°.639, de 08 de janeiro de 2007, pág. 7).

(22:02 @ 20/02/2007) Diversos disse:
Por Anônimo às 13:59 @ 05/12/2006 Jornal, “O Bloco Illustrado” – Humorístico e Literário – Num. I – Anno I Janeiro de 1915 Propriedade da Mocidade Miracemense – MIRACEMA – E. DO RIO Redactores: Lucas Damasceno & Nilo Tavares (Foto de FRANCISCO ANTONIO BRUNO DE MARTINO) Comentário: “Cap. Francisco A. Bruno de Martino Proprietário da Fábrica de Tecidos S. Martino, da Fazenda Cachoeira Bonita e vários prédios nesta localidade”. Por Anônimo às 14:00 @ 05/12/2006 “FABRICA DE TECIDOS S. MARTINO” Illustram algumas paginas d´esta nossa edicção especial varias photografias da Fabrica de Tecidos S. Martino, o mais importante estabelecimento industrial de Miracema e de todo o nosso Município. Propriedade do Cap. Francisco Antonio Bruno de Martino, foi a fabrica fundada no anno de 1907, mas, como não pudesse dar cumprimento a todos os pedidos que os seus freguezes faziam, attendendo a fácil sahida dos seus productos de superior qualidade, foi o seu proprietário obrigado a amplial-a no dobro dos machinismos até então existentes; este augmento foi feito em 1912. Tem ella funccionado com toda regularidade desde a sua fundação até hoje, servindo assim de arrimo a muitas famílias pobres que ali vão ganhar o pão de cada dia. O visitante ao penetrar no interior da fabrica pela primeira vez, fica logo surprehendido pelo grandioso espetáculo que se lhe depara: desde a sala de panno, onde funcionam possantes machinas para o acabamento das fazendas, até o motor geral, atravessa-se vários salões onde homens, mulheres e crianças trabalham alegremente diante das suas ruidosas machinas. Aqui uns enchem carretéis e espulas, ali outros preparam os padrões nas urdideiras e movem com a grande engommadeira do fio, mais além são os teares carregados para serem entregues á tecelã que finalmente transformará o fio em panno, o qual depois de receber os necessários acabamentos em machinas apropriadas, será exposto á venda, demonstrando lá fora, pelo seu rotulo, o quanto acha adiantada a industria miracemense. Possue a fabrica os mais modernos machinismos, e, os seus productos rivalizam com os de qualquer outros estabelecimentos, estando acima de muitas congêneres. Como prova, basta dizer que ella com um anno apenas de serviço, foi premiada com Medalha de Ouro na Exposição Nacional de 1908. Enfim, é um estabelecimento que muito honra a nossa localidade e que deve encher de orgulho a todos os miracemenses.” Por Anônimo às 14:01 @ 05/12/2006 A única correção a ser feita no texto, dos 3 comentários acima, refere-se à fundação que ocorreu em 1906. Extraídos do Jornal de 1915 - O Bloco Illustrado. Colaboração de Angeline Coimbra Por Anônimo às 14:03 @ 05/12/2006 A FÁBRICA DOS MEUS SONHOS Autor: Lucas Almeida Poeys Aluno da 4ª série Escola Municipal Álvaro Augusto da Fonseca Lontra Miracema – RJ “Ainda criança tinha um grande sonho: trabalhar na Fábrica de Tecidos da minha cidade. Fui crescendo e imaginando como iria conseguir realizar essa idéia qe a cada dia se tornava mais persistente em minha vida. O dia amanhecia com o apito acordando e anunciando que existia vida na cidade. Todos acordavam pensando já nos afazeres. Mãe chamando criança para a Escola, trabalhadores correndo para mais uma jornada. Eu acordava com o pátio como se aquele som fosse música para meus ouvidos. Mamãe colocava o café e falava: “corre, menino, senão você chega atrasado para o colégio”. Eu nem ouvia direito, porque meus pensamentos estavam lá na fábrica, imaginando os trabalhadores chegando, cada um com sua marmita, alegres, porque iam trabalhar. Terminava o horário da Escola na mesma hora em que o apito tornava a anunciar que era hora do almoço. Corria para a casa apressado, pois eu também iria para a fábrica. Trocava o meu uniforme e ia para lá só para ouvir aquele barulho das máquinas trabalhando e pensava: “ainda vou ser um desses que está lá dentro.”. Ali ficava sentado por horas ouvindo o que para uns era horrível, mas para mim era maravilhoso. O tempo passou, cresci, completei meus vinte e um anos. Essa era a idade exigida para ir trabalhar lá. Criei coragem e lá fui eu tentar realizar a idéia fixa que me perseguiu durante toda a minha infância e adolescência. Cheguei no grande portão e pedi para falar com o encarregado. Dei sorte, pois tinha uma vaga. Meu coração batia forte. Na hora em que o encarregado falou: “O emprego é seu, meu rapaz”, pulei de alegria. No outro dia bem cedo, antes mesmo de a fábrica anunciar o dia, eu já havia me levantado e acordado a minha mãe para preparar a marmita. Na hora do primeiro apito, eu já estava lá. Todos iam chegando dos mais diversos pontos da pequena cidade. Os portões foram abertos e naquele momento parecia que tinha aberto só para mim. Estufei o peito e entrei, bati o ponto e alguém veio ao meu encontro para me ensinar a trabalhar naquelas máquinas. Começava uma nova e linda jornada na minha vida. Empenhei-me ao máximo para aprender todo o serviço, porque sabia que ali escreveria minha história. Tornei-me “MESTRE’ em pouquíssimo tempo. Agora quem ensinava manusear as máquinas era eu. Na fábrica existiam mais de trezentas máquinas e umas quinhentas pessoas. Ali, por quarenta e sete anos vivi os melhores momentos de minha vida. Vi muitas coisas tristes como, vários acidentes, pessoas sendo mutiladas, outras perdendo a audição, ficava triste por elas, mas feliz por estar ali. A vida naquela época havia time de futebol e festas. O horário de almoço era uma festa: trocavam quitutes, papos dos mais variados. Por trás daqueles portões existiam vidas que durante a jornada de trabalho nem se lembravam de que, lá fora o Sol brilhava. Passo o tempo e eu ali, naquilo que escolhi para me sustentar. Num dia meio cinzento chega a terrível notícia: “Vamos fechar a Fábrica”. Aquela voz e as palavras soaram como chicotadas nos nossos ouvidos. Todos abaixaram suas cabeças com vergonha de mostrar as lágrimas, mas que rolavam pelo rosto. Eu pensei: E o apito? E o dia primeiro de maio que era a maior festa para os trabalhadores da fábrica, e o sustento dessas pessoas, e os sonhos das outras crianças? Fiquei sem respostas... No outro dia perdi a hora. Não ouvira o apito, mas mesmo assim fui lá ver o que eu mais temia: Portões trancados, tudo quieto, uma grande faixa preta esticada e outra escrita: A Fábrica está fechada. Hoje aos setenta e sete anos, fecho esses meus olhos e ainda ouço o apito e o barulho, as conversas das tecelãs... mas são só memórias... Às vezes as pessoas me perguntam se tenho saudades. Sinto neste momento o meu coração bater mais forte. Hoje, o que restou da fábrica é apenas uma máquina. Quando alguém quer apresenta-la me chama. Visto minha melhor roupa e vou ligar, ouvir de novo aquele som que jamais vou esquecer: a música que a máquina emitia.” * Redação divulgada pelo jornal LIBERDADE DE EXPRESSÃO, Miracema – RJ, em setembro de 2006. Essa redação ficou em 2º lugar no Estado do RJ.

(17:25 @ 09/03/2007) Anônimo disse:
Crônica publicada no Liberdade de Expressão de fevereiro de 2007, pág.7: TIPOS E FATOS INESQUECÍVEIS José Erasmo Tostes (A.M.L.) Parece que o tempo vai passando e muitas coisas tradicionais vão desaparecendo do nosso convívio, sendo substituídas por outras mais modernas. Exemplos: já não vemos mais no interior as salas de cinema, as orquestras foram substituídas por aparelhagens de som, os sapatos pelo tênis, a navalha pelo aparelho de barbear (gilete), os telefones tradicionais pelos celulares, até os salões de sinuca estão desaparecendo. Com pesar, assistimos o fechamento do salão de sinuca do bar do Zé Careca. Na década de 40, foi montado o bar do José Duque Estrada, onde foi a Agência Chevrolet. Era um bar de primeira linha: todo espelhado, cadeiras modernas e encapadas, com 10 ou 12 mesas de sinuca, funcionários com vassouras e pás para catar pontas de cigarros, avental para os jogadores, cozinha para servir os fregueses. Havia o tradicional bar do Sr. Vicente Dutra, em frente à Prefeitura, ao lado do Tiro de Guerra, com duas mesas de sinuca e um bilhar russo com buracos. No bar havia uma geladeira com portas de madeiras, uma vitrine de madeira com visor, onde havia broa de milho, pé-de-moleque, bom boca do e outras iguarias feitas por Dona Maria e Lili, uma máquina de picolé. No fundo do bar jogava-se víspora: somente mulheres. Os jogadores de sinuca daquela época eram: Dr. Moacyr, Álvaro Lontra, Dr. Leandro, Edu, Zebinho, Severo, Mirim, Newton Telefone, Vovô Lelé, Dante Barbi, Dizinho, Gerson, Teodoreto, Juju, Ary, Telésforo, Campanário, José Aversa, Pedro Neto que usava sempre o fancho e muitos outros. Dona Luzia Cava, uma italiana, onde é hoje o posto Ipiranga, com duas mesas e um bilhar. Alguns jogadores esperavam que ela cochilasse para atrasar o relógio. Na Rua Direita, onde é hoje o Supermercado Ramos, avia o bar do Rubens Alves (Careca) com duas mesas de sinuca. Na parede havia um quadro pintado por João Nei Damasceno com a figura de um chofer de praça apelidado de Boboca, gostava de colocara bola do parceiro pendurada na boca. Até hoje, ainda se usa este nome. O salão do Assef, depois dos irmãos Maia: José e Joalpe, foi vendido para o Vavate, que mais tarde foi adquirido por seu irmão Zé Careca com oito sinucas, tornando-se o ponto de encontro da sociedade miracemense e dos jogadores de sinuca, já com uma nova safra. Entre eles: Issote, Getúlio Mercante, Wandinho, Ferrugem, Zica, Dunda, Boi Bravo, Toninho Apuco, Cícero, Juca, Geraldo Bastos, Geraldo Belote, Dibreu, Teteu, Jadir, Bichoca, Perácio, Expedito, Paulo, Walace, Nevinho, Zé Braga, Maurício, Michel de Palma, Zé Arimathéa de Pádua, Betinho de Pirapetinga, Aziz e Alberto Richa, Joel Gato, Boteco e outros. Zé Careca tinha um gênio formidável. Era considerado o homem mais calmo de Miracema. Certa vez, Getúlio Bastos entrou com um cavalo dentro do bar. Ele somente ficou olhando, sem dizer nada, até que Getúlio saísse. Com o falecimento de Zé careca o salão de sinuca ficou sob a direção de seu filho Ricardo. Este ficando adoentado, não pode ficar mais na direção. E neste princípio de ano, foi o final de mais um salão de sinuca em nossa região, que por motivos outros, não sabemos, fechou as suas portas ara tristeza de seus fregueses. Severino era um disputado jogo de sinuca, aposta todo o seu dinheiro e perde. Aposta a sua motocicleta e perde. Aposta o relógio e perde. Sem nenhuma opção disse: Eu aposto a minha mulher. Pronto! Os outros jogadores ficaram espantados e Dibreu, seu melhor amigo, desistiu de continuar o jogo. Ah! Grita Severino. –Está com medo de perder, não é: Respondeu Dibreu: -Eu não. Estou com medo de ganhar aquela feiosa.

(17:30 @ 10/07/2008) banry disse:
voltarei no dias dos pais, quero ver como esta a linda Miracema.

(17:36 @ 15/04/2009) Alessandra disse:
Pessoal de Miracema Estou procurando parentes com sobrenome Aversa, pois gostaria de saber a história do meu avô, Astor Aversa. Sei que ele morou aí qdo jovem e deixou tios e primos. Sei também que o pai dele chamava-se Belizário Aversa. Quem souber meu e-mail é: aledaudaversa@hotmail.com. Ficarei muito agradecida.

(14:53 @ 05/10/2010) Anônimo disse:
Muito feliz por ouvir minha mae falar de miracema .Isso foi um dos motivos que faz querer descobrir parentes em Miracema . Muito curiosa para saber se tenho parentes neste Municipio . Minha avó chamava-se Ana maria de Jesus e meu avõ Blandino Ramos da Silva . Por favor , se puderem localizar alguem que conhecam ou conheceram meus avós no passado , eu fico muitissima agradecida . Maria Lucia Ramos Correa

(23:28 @ 12/03/2011) frank disse:
Respondendo à pergunta..o nome da Rua do Biombo é Rua Deodato Linhares..

(09:38 @ 24/07/2011) joao antonio hassel disse:
Me chamo João Antonio Hassel, moro em são gonçalo. Sou bisneto de um dos fundadores de Miracema e não conheço a cidade que meu bisavô fundou. Qualquer dia destes vou a Miracema conhece-la.

(20:50 @ 19/03/2012) papa disse:
escola boa

(05:05 @ 30/04/2012) Stenio de Martino Jr. disse:
Prezados, Lendo o relato dos "Miracemenses e Amigos",tive a grata satisfação de ler uma menção a meu querido Pai,STENIO,do qual lamentavelmente estou orfão há quase um ano(+ 29/05/2011).Por quase 48 anos,tive a satisfação de ser filho dele,onde na cidade de Niteroi,ele construiu a sua família e viveu o restante de sua vida conosco.Com 75 anos completados,foi acometido pelo virus da dengue e hospitalizado,adquiriu infecção hospitalar.Já com o corpo fragilizado também por cirurgias anterioires e de grande monta,nós o perdemos na madrugada de um fatídico domingo da citada data.Ele sempre guardou um carinho todo especial por essa terra muito amada,onde nasceu e viveu até o início de sua vida adulta.Sempre fazia citações sobre esta sua cidade natal,Miracema, e muito destes relatos em forma de lembrança,eu já os conhecia pelos longos papos que tivemos.Viajamos algumas vezes para lá,afim dele matar a saudade da cidade e dos antigos amigos que por lá fez.Hoje,sou eu quem trago no peito,a saudade punjente de meu querido pai,Stenio de Martino,mas o alento em saber que Ele está guardado por Deus pai,e seus anjos e santos e junto a Luz celestial a brilhar pelos caminhos ascendentes de seu Ser.Um abraço fraternal a todos os amigos dele,e que o guardam em suas lembranças,com o mesmo carinho que por vocês,ele nutria. Stenio JR.

(00:47 @ 29/12/2012) Paulo Chagas disse:
alô galera de Miracema!Meu Pai é nascido aí!Mas hoje ele esá com ALzhaimer,e não sabe de mais nada!EU tinha uns parentes na Rua Virgilio Damasceno!Nunca tivemos mais nenhum contato!Sua irmã morava nessa rua!SE alguém conhecer Zelina Marques,ou for desse endereço,por favor entre em contato,pois o Antônio não está bem!GOSTERIA MUITO DE NOTICIAS DE VOCÊS!

(17:34 @ 02/03/2014) Ricardo Tinha disse:
Boa tarde para todos: Meu nome é Ricardo Carvalho Silva Hoje na minha profissão Técnico em Pugilismo sou conhecido com Ricardo Tinha. Gostaria de saber se tenho família em miracema ainda. Meus avós e meus pais são de Miracema, Então eu acho que devo ter alguns parantes por ai. Também queria saber sobre a nacionalidade dos pais dos meus avós (bisavós). Meus avós maternos: Jovelino José de Carvalho e Maria José Mesquita. Paternos: Durval Silva e Alexandrina Maria de Jesus. Minha mãe Joana de carvalho Silva (ai era conhecida como (Nenem Brandão ou Barandão) pelos mais antigos, isso 40 anos atrás. Meu Pai: Florenço Silva Lembro quando eu era pequeno do Miguel que se vestia de palhaço ai em Miracema,este rapaz chamava a minha mãe de Nenem Brandão ou Baradão. Obrigado fico no aguardo de alguém que conheça algum parente ai em Miracema. Meu e-mail ricardotinhas10@hotmail.com face Ricardo Tinha face do meu projeto (Comunidade no Esporte) fico no aguardo, obrigado pela atenção de todos.