Grupos

A vida acontece em grupos.

Confraternização

11:07 @ 17/11/2008

Presepeiros, nosso final de ano está cada vez mais próximo. Pensando nisso, tento novamente adiantar nossa já tradicional e cultuada confraternização de final de ano.

Abro a enquete para definirmos se faremos este ano ou não. E já adianto que meu voto é SIM, CLARO!

Temos a velha e boa pizza, todo ano rola a tentativa de mudar para crepe (e eu acho que esse ano pode sim mudar), e a opção de reservar um lugar bacana, até pq a Larissa tá me devendo um rodízio, hehehehe!!!Esse mesmo post está no e-mail do grupo.

Este mesmo post está no e-mail do grupo.
Abraço!

O melhor do Brasil

16:48 @ 14/11/2008

  Segunda-feira, Muricy Ramalho estava dando uma entrevista no programa Bens, amigos!¸ da SporTV. Primeiramente, fiquei impressionado com o tanto que o cara entende de futebol. Pelo visto, não fui o único. O pessoal lá, bem ao estilo "entrevistas puxa-saco" da Globo, também elogiou o "professor" Muricy e afirmaram que ele deveria ser o técnico da seleção, pois era o melhor treinador do Brasil.

  A última parte me deixou intrigado. Para quem acompanha o futebol desde a última década do século XX, é estranho ouvir a expressão "melhor treinador do Brasil" descolada do nome de Vanderley Luxemburgo. Eis que me surgiu a idéia do post sobre o tema (enrolei para escrever porque estamos fechando um maldito caderno sobre a Coréia). Pois bem, na opinião deste escriba da cibercultura, o Muricy é sim o melhor treinador do Brasil. Evidentemente, o Felipão está for a da disputa, por não estar trabalhando no país (Sim, o querido Joel Santana, vulgo Narizinho, também).

  Por que acredito nisso? Simples. Os fatos comprovam meu pensamento. O Muricy é o atual bi campeão brasileiro, com boas chances de ser tri e, praticamente, garantido em outra Libertadores. E convenhamos o time do São Paulo é um time que só ganha porque treina muito, marca demais e é competitivo. Mas para não ficar na especulação sem sentido, vou analisar um pouco mais a fundo o problema.

  O Luxemburgo tem conquistas expressivas na carreira. Ele é o treinador mais vezes campeão do Campeonato Brasileiro. No entanto, ele não tem títulos em competições internacionais. Nem resultados expressivos. Quando surgiu no Bragantino, em 1990, conquistando o título paulista do ano ele impressionava. Depois foi treinar aquela seleção do Palmeiras em 1993 e 1994; e, finalmente, com o Telê for a do jogo, consagrou-se como melhor treinador do Brasil. Em 1998 ele liderou o time de estrelas (há quem ache que ele não consegue lidar com estes) do Corinthians (Gamarra, Rincón, Marcelinho, Vampeta, Edílson…) e de lá, com todos os méritos, foi pra seleção brasileira.

  O resultado? Fiasco. Olimpíada, Élber e Jardel no ataque, CPI da Nike e por aí vai. Vem o Felipão, que havia ganhado a libertadores de 1999 com Oseias no comando de ataque do Palmeiras, assume a time nacional e ganha a copa do mundo. Pronto, eis que o Big Phil vira o "melhor treinador do Brasil", roubando o posto do Luxa. Esperto como só ele é, o gaúcho se mandou para Portugal e de lá fez uma carreira de sucesso. A melhor de qualquer treinador brasileiro.

  Luxemburgo parece ter ficado mordido e ganhou dois brasileiros em seqüência. O timão do Cruzeiro em 2003 e o Santos de Robinho em 2004. Como o Felipão estava for a, o Luxa voltava a reinar. E como prêmio foi para o Real Madrid. Resultado? Fiasco, mais uma vez. E desde então são só fracassos. O Santos de 2007 foi o time que mais investiu, trouxe Zé Roberto, Rodrigo Souto, Fábio Costa e Cléber Santana e conquistou apenas o Paulista. Palmeiras deste ano, junto com a Traffic, trouxe Kléber, Alex Mineiro, Diego Souza, Henrique (que já foi), manteve o Valdívia (já se foi também) e corre o risco de ficar de for a da libertadores (sei que ainda é cedo, mas…).

  O Muricy, nos últimos anos, conquistou resultados mais expressivos com investimentos menores que o do Luxemburgo. Em 2005, o time do Inter era metade do time campeão da libertadores de 2006 e só não foi campeão do Brasileiro porque meterão a mão. Em 2006 e 2007 o São Paulo ganhou com time que se baseava apenas no trabalho em equipe, o que é mérito do treinador, sem falar no vice da Libertadores. O Muricy subiu o time do Naútico, que hoje tá aí querendo voltar, mas quando ele subiu o time já amargava anos de decadência. E foi campeão paulista com o São Caetano, o único não vice pelo time do ABC.

  Na comparação técnica, são dois estilos muito diferentes. O Muricy tem um estilo mais europeu, aposta muito no trabalho durante a semana e não é afeito a realizar substituições. Já o Luxemburgo tem um estilo bem brasileiro, faz várias substituições e adora divulgar escalações fakes.

  Mas se engana que acha que o Muricy não faz alterações. Quem acompanha os jogos do São Paulo nota que ele não troca os jogadores, mas é incrível como o time se comporta com duas, três formações táticas ao longo das partidas. No último jogo, contra a portuguesa, o time jogou de 3 formas diferentes. Começou com 3-1-4-2, foi para um 3-4-1-2 e terminou o jogo com um 4-1-2-1-2. Isso tudo com uma substituição.

  Enfim, tanto Muricy e Luxemburgo são muito bons. Mas vale perguntar: na opinião de vocês quem é melhor? Opinem. Mas uma coisa todos acreditamos. Melhor que o Dunga e Jorginho, até eu e o Mosca…

Humildade e absurdo

23:23 @ 12/11/2008

Tem blogueiro aqui que vai morrer de inveja!

Cassano conta vantagem, mas não ultrapassa “mitos” com mulheres



Crédito: Luca Zennaro/EFE

O jornal italiano La Gazzetta dello Sport adiantou nesta quarta-feira algumas partes do livro autobiográfico do atacante Antonio Cassano, que será publicado no dia 19 de novembro. Um dos trechos que mais chamaram atenção na obra é o currículo afetivo que o jogador diz ter. Entre revelações pessoais e profissionais, ele afirma ter dormido com “600 ou 700 mulheres”.

“Muitas vezes joguei partidas logo depois de fazer amor”, contou Cassano, que atualmente defende a Sampdoria. “Quando estava no Real Madrid era ainda mais fácil. Ficávamos em um andar do hotel e era fácil colocar alguém em outro piso. Tinha um amigo camareiro, e ele me levava três ou quatro croissants. Ele ia embora com as garotas e eu me enchia de croissants. Sexo e comida, a noite perfeita”, continuou.

O número de amores de Cassano pode ser expressivo, mas ainda o coloca atrás de outras lendas do esporte. O atual técnico do Vasco, Renato Gaúcho, disse certa vez ao jornal Meia hora que dormiu com mais de 5 mil mulheres. “Eu refiz as minhas contas e cheguei à conclusão de que há muito tempo ultrapassei a marca das 3.000 transas. Contei, recontei e cheguei à conclusão de que já transei com nada mais nada menos que 5.000 mulheres. Nunca ninguém fez tanto sexo. Eu sou um verdadeiro fenômeno”, relatou.

O “verdadeiro fenômeno”, porém, é o jogador de basquete Wilt Chamberlain. Em sua biografia, ele conta ter estado com 20 mil mulheres, uma média de oito por semana dos 15 aos 63, idade em que morreu.

Renato Gaúcho disse na entrevista que iniciou sua vida sexual aos 13 anos, o que lhe daria uma média de três amores diferentes por semana. A média de Cassano, 26, é pouco superior a uma mulher a cada sete dias (considerando-se como início a mesma idade de Renato Gaúcho).

Ainda Há Esperança!!!!

21:37 @ 12/11/2008

Simplesmente de outro mundo!

Quase um quadro de Magritte!!! Notem quantos croquetes temos numa bandeja na segunda foto, à direita!

 

Destaques da pelada

16:42 @ 12/11/2008

Calma, Kleber... não era minha intenção deixar de publicar os comentários. Só estava meio enrolado no trabalho.

Mas aí vai:

Momento exceção: absurda seqüencia de vitórias do meu time, mesmo depois da "misturada pra equilibrar", com destaque para a coletividade e o toque de bola da equipe.

Momento presepa: aquele gol que eu fiz e só posso creditar ao susto que tomaram o Luiz e o goleiro do outro time (não lembro quem). Simplesmente foi o primeiro gol de condução de bola já registrado. Eu corri, corri, escorreguei, patinei, trombei com os dois e, sem dar o arremate na bola, ela rolou limpinha pro gol. Presepada coletiva!

Troféu marrom: Igão, artilheiro absoluto!

Troféu Mussolini: ninguém em especial merece o prêmio. Fica o apelo para que retorne Power "Riddick" Ranger...

Cade a analise da rodada??

21:55 @ 11/11/2008

Peço ao mosca que publique a já famosa analise da rodada!!

Já que eu não estou indo fico sem saber de nada do que acontece!

Abraços!

 

Neoliberalismo no Brasil?

15:49 @ 10/11/2008

O texto abaixo mostra bem qual é o REAL pensamento liberal. Depois de ler isso, vocês vão ver porque é completamente estúpido supor que em qualquer momento da nossa história recente nós sequer chegamos longe do neoliberalismo. 

Cingapura e Hong Kong são as regiões do planeta mais liberais hoje (tecnicamente, Hong Kong não é país porque pertence à China, mas tem lá suas autonomias). Os EUA são uma social-democracia. A Europa é quase socialista. No Brasil praticamente nada passa ao largo das mãos do Estado. Estamos quase tão longe do modelo liberal quanto Cuba. Todas as reformas que o Brasil fez nas duas últimas décadas foram passos em direção à social-democracia.

Por favor, mostrem esse texto a todos os idiotas que acham que algum dia o Brasil teve ideias neoliberais.   

Um Livre Mercado em 30 Dias 


Por Lew Rockwell


Nota do tradutor: o artigo abaixo foi publicado em Março de 1991. No entanto, suas propostas continuam incrivelmente atuais, tanto para os EUA, quanto para o Brasil.


Quando a Europa Oriental tornou-se livre em 1989, todos nós percebemos o quão pouco havia se pensado sobre sua transição do socialismo para o capitalismo. Mises havia nos dito que o colapso estava a caminho, e nós deveríamos estar preparados para isso.

Como a América a cada dia se parece mais com uma economia planejada, precisamos de um plano de transição também. Yuri Maltsev[1] tinha proposto um "Plano de Um Ano" para a URSS. Como nós (ainda) não estamos tão ruins assim, podemos fazer isso em 30 dias.

DIA PRIMEIRO: O imposto de renda de pessoa física é abolido e o dia 15 de abril[2] é declarado feriado nacional. A redução de 40% nas receitas do governo federal é compensada por um corte de 40% nos gastos. O orçamento é ainda quase duas vezes maior do que o de Jimmy Carter[3].

DIA DOIS: Todos os outros impostos federais são abolidos, incluindo o imposto de renda corporativo, o imposto sobre ganhos de capital, o imposto sobre combustíveis, os impostos sobre cigarros e bebidas, os impostos sobre valor agregado, etc. Como consequência, os negócios aumentam estrondosamente, e as poucas funções federais legítimas são financiadas por um módico imposto por cabeça. As pessoas que optaram por não votar, não precisam pagar esse imposto. (Nota: essa era uma visão comum no século 19.)

DIA TRÊS: O governo federal vende todas as suas terras, liberando dezenas de milhões de acres para moradias, mineração, agropecuária, florestamento, prospectação de petróleo, parques particulares, etc. O governo usa as receitas para pagar a dívida interna e outros passivos.

DIA QUATRO: O salário mínimo é reduzido a zero, criando empregos para ex-burocratas federais aos seus valores de mercado. Todas as leis e regulamentações sindicais vão pro lixo. A taxa de desemprego cai drasticamente.

DIA CINCO: O Bureau of Labor Statistics[4], assim como todo o Ministério do Trabalho, é mandado a uma grande agência de empregos, controlada pelos sindicatos, lá no espaço. Sem estatísticas econômicas detalhadas, futuros planejadores econômicos estarão cegos e surdos.

DIA SEIS: O Ministério do Comércio[5] é abolido. As grandes corporações agora precisam se virar no mundo, sem receber subsídios e privilégios às custas de seus competidores e clientes.

DIA SETE: Desliga-se a tomada do Ministério da Energia. Os preços da gasolina e do gás despencam.

DIA OITO: Todas as agências reguladoras, desde a Comissão Interestadual do Comércio[6] até a Comissão Federal do Comércio são demolidas. A concorrência é legalizada.

DIA NOVE: O Ministério da Habitação e do Desenvolvimento Urbano é aniquilado. Há um boom na construção de condomínios privativos e baratos.

DIA DEZ: As rodovias interestaduais reabrem como um negócio privado. Os empreendedores donos das estradas estabelecem os preços pelo uso das mesmas de acordo com a demanda. Usando de tecnologia moderna, motoristas recebem as faturas uma vez por mês. Devedores contumazes - assim como motoristas bêbados e imprudentes - não são permitidos nas estradas. Aqueles que não dirigem não mais têm que subsidiar os que possuem carros.

DIA ONZE: Todas as formas de assistencialismos governamentais são extintos. Vagabundos ou trabalham ou passam fome. Os pobres que merecem acham uma abundância de serviços privados criados para torná-los independentes. A caridade privada explode, uma vez que o povo americano, já o mais generoso do mundo, percebe que sua renda quase que dobrou, graças aos cortes de impostos.

DIA DOZE: O Banco Central extingue suas operações de mercado aberto (open-market) e deixa de proteger a indústria bancária contra qualquer competição. Mas os bancos agora podem se aventurar em todas as atividades financeiras não-bancárias que anteriormente lhes eram proibidas. Os ciclos econômicos, que são causados pela expansão monetária através do mercado de créditos, são liquidados.

DIA TREZE: O Seguro Federal de Depósitos Bancários (agência governamental que garante os depósitos bancários) é despedaçado. Todos os depósitos segurados são reavidos através da venda de ativos federais, os quais incluem os ativos pessoais de funcionários do alto escalão governamental. A ameaça de uma corrida aos bancos força-os a manterem 100% de reservas para os depósitos em conta-corrente, e um nível prudente de reservas para outros tipos de depósitos. Bancos à beira da falência não mais serão salvos pelo governo, às custas do contribuinte. Qualquer outro tipo de ajuda governamental aos bancos se torna impossível.

DIA QUATORZE: O dólar - um simples e débil papel fiduciário - é definido em termos de ouro, com a razão entre ambos determinada pela divisão do estoque de ouro do governo por todos os dólares existentesnesse dia.

DIA QUINZE: O governo federal vende os aeroportos National e Dulles (ambos em Washington, D.C.) para quem der mais, e cessa todos os subsídios para os outros aeroportos socialistas ao redor do país. Todas as restrições nos preços e serviços aéreos acabam. Custa mais voar durante as horas de pico do que em relação às horas de baixa demanda, mas, no geral, viagens aéreas barateiam.

DIA DEZESSEIS: Todas as regulamentações governamentais que criam e sustentam cartéis são abolidas, incluindo aquelas para os Correios, telefones, televisão, rádio e TV a cabo. Os preços despencam e uma variedade de serviços novos e inesperados se tornam disponíveis.

DIA DEZESSETE: A agricultura planejada, como foi imposta por Hoover e Roosevelt, é repelida: não há mais subsídios, pagamentos em gêneros, reservas de mercado, empréstimos a juros baixos, etc. Os preços dos produtos agrícolas caem. Fazendeiros empreendedores ficam ricos. Fazendeiros acostumados a subsídios têm que procurar outra linha de trabalho. Os pobres comem como reis.

DIA DEZOITO: O Ministério da Justiça fecha sua divisão anti-truste. Empresas, grandes ou pequenas, estão livres para se fundir - verticalmente ou horizontalmente. Acionistas podem comprar qualquer outra empresa, ou vender suas ações para quem quiserem. Produtores marginais não mais podem lutar contra seus concorrentes com armas burocráticas.

DIA DEZENOVE: O Ministério da Educação é reprovado e jubilado. Entidades privadas de caridade montam programas remediadores para ensinar os ex-burocratas a ler e escrever. Educação sexual e outros programas anti-família, que recebem subsídios federais, saem de cena. Distritos escolares locais passam a prestar contas aos pais - ou fecham as portas, pressionados por um crescente setor de escolas privadas (as quais muitos pais agora podem bancar).

DIA VINTE: Todos os monumentos federais são vendidos, em alguns casos para grupos sem fins lucrativos inspirados na Mt. Vernon Ladies Association, que comprou e gerencia a casa que foi de George Washington. A VFW (Veterans of Foreign Wars - Veteranos de Guerras Exteriores) compra o Vietnam Memorial (monumento aos mortos da Guerra do Vietnã, em Washington, D.C.). Há muita disputa pelos monumentos de Jefferson e Washington. Ninguém quer o de Franklin Delano Roosevelt, então ele é derrubado e a terra vendida a algum fazendeiro. (Com o governo federal reduzido de volta ao seu tamanho constitucional, grande parte de Washington, D.C., volta a ter usos mais produtivos - como a agricultura, igual era no século 18.)

DIA VINTE E UM: O dossiê político e financeiro de cada americano, mantido pelo governo em seus computadores, é deletado. O povo faz uma excursão pelos escritórios federais para se certificar disso, em uma reprise das visitas que o povo de Berlim Oriental fez aos quartéis-generais da Stasi.

DIA VINTE E DOIS: Direitos iguais são garantidos a todos os americanos, até mesmo membros de grupos que não são vítimas. Não há ação afirmativa, não há cotas, não há reforma agrária, não há leis de acomodação pública[7]. Propriedade privada e liberdade de associação são totalmente restabelecidas.

DIA VINTE E TRÊS: A Environment Protection Agency (Agência de Proteção Ambiental) sofre uma faxina, com todas as suas leis típicas de estado-paizão, como "ar limpo" e outras similares, repelidas. Dez mil advogados são obrigados a sair de seus balcões e começar a procurar outras causas. Propriedade privada é estabelecida para o ar e para a água. Americanos prejudicados pela poluição estão livres para processar os poluidores, que já não estão mais protegidos pelo governo federal.

DIA VINTE E QUATRO: Aos americanos é dada completa liberdade de contrato, restaurando a racionalidade em relação a negligências e em relação às leis de responsabilidade pelos produtos[8].

DIA VINTE E CINCO: O governo se esforça para achar mais bens para vender (por exemplo, o Zoológico Nacional, também conhecido como Washington, D.C.) para poder pagar as obrigações da agora privatizada Previdência Social.

DIA VINTE E SEIS: Artistas pornográficos têm agora que ganhar a vida por conta própria, já que a National Endowment for the Arts[9] tenta angariar seu próprio orçamento vendendo pinturas nas calçadas.

DIA VINTE E SETE: Ajuda a outros países é proibida como sendo inconstitucional, injusta e anti-econômica. Políticos estrangeiros agora têm que roubar seu próprio dinheiro. O Banco Mundial, o FMI e as Nações Unidas fecham suas portas super-luxuosas.

DIA VINTE E OITO: Ao povo americano é dado o direito irrestrito de possuir e portar armas.

DIA VINTE E NOVE: O Departamento de Defesa é reorientado para defesa. As tropas americanas, que estão por todo o mundo, voltam para casa. Adotamos a política de neutralidade armada[10], lembrando os ensinamentos dos Pais Fundadores (Founding Fathers), que diziam que não era possível comandar um império no exterior e uma república constitucional em casa.

DIA TRINTA: Todas as tarifas, cotas, e acordos comerciais vão para a retalhadora. Os americanos agora podem comercializar com qualquer um no mundo, sem barreiras ou subsídios. Os preços dos carros japoneses caem imediatos 25%.

Em apenas 30 estimulantes dias, estabelecemos as linhas gerais de um livre mercado. Radical? Talvez. Eu, mal posso esperar pelo Mês Dois.

____________________________________________________________________

Lew Rockwell é o presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do websiteLewRockwell.com, e autor do livro Speaking of Liberty. 


[1] Membro sênior do corpo docente do Ludwig Von Mises Institute, era um Pesquisador Chefe da Academia de Ciências de Moscou antes de sua deserção para os EUA em 1989. (N. do T.)

[2] Nos EUA, dia do prazo final da entrega da declaração do imposto de renda. (N. do T.)

[3] E, na época atual, um corte de 40% deixaria o orçamento igual ao do ano 2000! (N. do T.)

[4] Equivalente ao nosso IBGE, é uma agência governamental que produz dados econômicos, como índices de preços e taxa de desemprego. (N. do T.)

[5] Equivalente ao nosso Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. (N. do T.)

[6] Agência abolida em 1995, tinha a função de regulamentar ferrovias e caminhões para garantir "taxas justas" e eliminar taxas discriminatórias. (N. do T.)

[7] Leis que proíbem estabelecimentos privados de excluir clientes - baseando-se em discriminações raciais, por exemplo. (N. do T.)

[8] "Responsabilidade pelos produtos" é a área da lei na qual produtores, distribuidores, fornecedores, revendedores, e outros que tornam os produtos disponíveis para o público são tidos como responsáveis pelos danos que esses produtos possam causar. (N. do T.)

[9] Programa que recebe fundos federais para dar suporte a projetos de exibição artística. Equivalente ao nosso Ministério da Cultura. (N. do T.)

[10] Neutralidade armada, em política internacional, é a postura de um país que não faz aliança com nenhum lado em uma guerra, mas garante que irá defender-se contra qualquer invasão que porventura venha a sofrer de qualquer país. (N. do T.)

 

Tradução de Leandro Augusto Gomes Roque

Hoje tem!

12:24 @ 10/11/2008

Eita! Tá armando um temporal...

FODA-SE!!!!!

Vai ter pelada de todo jeito. Por favor, não desesperem nem duvidem.

Basta irmos e pronto. O jogo se realiza.

Segunda passada nada menos que 9 pessoas me ligaram perguntando se ia ter jogo.

Já estou respondendo previamente, para que não haja necessidade disso:

SIM! Vai ter jogo.

Abraços!!

PARA VALORIZAR A AMIZADE

07:51 @ 08/11/2008

Essa recebi por e-mail. Resolvi mandar pra valorizar um pouco mais a amizade!

 

Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebendo chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.

- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos.
Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles ; faça coisas com
eles; telefone para eles...

Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!

Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos. Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um homem, amigos são baluartes de sua vida. Passados mais de 50 anos, eis o que aprendi:

O Tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa..
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração se rompe.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.

MAS... os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês.

Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!

Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.

Séries

14:38 @ 07/11/2008

Já faz algum tempo que não assisto regularmente televisão. Quero dizer, até ligo o aparelho quando chego em casa e tal, mas não presto aquela atenção... Para falar a verdade, vejo só esportes, jornais e, muito de vez em quando, uma série ou um filme. Cinema, por outro lado, eu adoro. Mas este ano está praticamente impossível freqüentar assiduamente o cinema. Com uma ou outra exceção, os filmes estão fraquíssimos. A minha onda agora é baixar séries. Desde o ano passado passei a baixar séries para assistir no PC. Mas o que começou apenas como uma forma de acompanhar a série tal qual ela está sendo veiculada nos EUA (e não com um intervalo de meses que a tv a cabo nos impõe), passou a ser um substituto da tv. As vantagens são grandes: 1 - Eu posso ver os episódios recém-lançados nos EUA 2 - Eu posso escolher o horário que vou ver os episódios 3 - Eu posso guardar os episódios para ver depois 4 - Eu posso emprestar para alguém ver 5 - Eu posso ter um acervo de séries 6 - Eu posso levar as séries para ver onde quiser, no avião, no ônibus, no hotel ou na casa de um amigo Eu acompanho, sem perder nenhum episódio, sete séries: Two and a Half Men, The Big Bang Theory, Grey's Anatomy (sim, eu gosto, tem gente que assiste novela... foda-se), House, Heroes, Dexter e True Blood. (Ainda assisto esporadicamente outras três, mas sem o mesmo compromisso: CSI, Law & Order SVU e Terminator: The Sarah Connor Chronicles) Se tivesse que escolher só duas para assistir, não conseguiria. Três, também não. Quatro, escolheria House, Dexter, True Blood e Grey's Anatomy. Nessa ordem. Mas o que me motivou a escrever esse post foram as duas últimas séries que comecei a assistir: Dexter e True Blood. A primeira é exibida no Brasil pelo canal FX. Trata-se da história de um indivíduo que é serial killer e trabalha como perito forense! Detalhe: o cara tem um código de conduta, que só lhe permite matar outros assassinos. A série é espetacular, NMHO o personagem principal (Dexter) rivaliza com House como o melhor personagem de séries. O enredo é bacana, os diálogos inteligentes. Vale à pena conferir. A outra série, True Blood, ainda não estreou no Brasil. É uma produção original da HBO e conta a história de vampiros, que finalmente "saem do caixão" após o desenvolvimento de sangue artificial, e eles não precisam mais beber sangue humano para se alimentar.

DIMOF Declaração Informações Movimentação Financeira

Atenção. 
Já estão em vigor as normas (vide link Receita Federal)que obrigam os bancos e demais Instituições financeiras a informar a RFB, 

Ou seja, toda a Movimentação Financeira MENSAL por CPF a partir de janeiro de 2009. 

Ou seja, a RFB ficará sabendo o total mensal dos seus débitos e 
Créditos mensais, para comparar com os seus rendimentos mensais, que você informará na declaração de 2009 ref. 2008. 

Fique ligado e não banque o esperto na sua próxima declaração.

Instrução Normativa RFB nº 878, de 15 de outubro de 2008

Link da Receita Federal
http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2008/in8782008.htm 

Art. 2º Os bancos de qualquer espécie, cooperativas de crédito e associações de poupança e empréstimo ficam obrigados a apresentar semestralmente, de forma centralizada pela matriz, a Dimof à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).

Art. 4º As instituições financeiras de que trata o art. 2º deverão prestar informações relativas à identificação dos titulares das operações financeiras, por meio do número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), e aos respectivos montantes globais mensalmente movimentados.

Do blog do Noblat

17:05 @ 05/11/2008

Sou contra copiar coisas de outros lugares, mas acho que vale a pena ler.

Razões pelas quais a vitória de Obama foi histórica

Por Ricardo Noblat

Há muitos componentes para justificar a natureza histórica da eleição de Barack Obama para presidente dos Estados Unidos. O primeiro e mais evidente é a cor da pele dele. Entre nós Omaba seria chamado de mulato. Para os norte-americanos ele é negro. E não faz mais do que 44 anos que a um negro foi permitido nos Estados Unidos entrar em transporte coletivo e ocupar o assento que quisesse.

Obama foi suficientemente esperto para não se apresentar como o candidato dos negros. Ou dos negros e dos hispânicos. Ou dos negros, hispânicos e demais minorias que compõem o extraordinário mosaico multiracial da pátria de todos os migrantes. Obama se ofereceu como o candidato para além das raças. Como um genuíno representante do país de todas as raças. E essa foi uma das razões de sua vitória.

Ela é também histórica porque pela primeira vez nos últimos 100 anos - ou mais - os norte-americanos elegeram um candidato de fora do establishment dos partidos. O candidato do establishment do Partido Democrata era a senadora Hillary Clinton, mulher do ex-presidente Bill Clinton, que por oito anos governou o país. A escolha de Hillary era pule de dez até ela esbarrar em Obama.

E quem era Obama antes de se consagrar presidente dos Estados Unidos? Um líder comunitário que em 1996 foi eleito ao Senado de Illinois (orgão integrante da Assembléia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo local). Foi reeleito em 2000. E somente em 2004 se elegeu senador dos Estados Unidos. Seu atual mandato deveria terminar em 2011.

É duplamente jovem, portanto. Tem 47 anos de idade e apenas quatro como frequentador assíduo da corte em Washington. Seria impensável que alguém com tão pouca experiência política e que jamais ocupou um cargo executivo fosse capaz de de derrotar, primeiro, a máquina do Partido Democrata se impondo como candidato. E, depois, a máquina do Partido Republicano que por duas vezes elegeu Bush presidente.

E aqui vai outro componente a mais para reforçar o caráter histórico da eleição de Obama: quem ganhou foram aqueles que acreditaram que era possível, sim, renovar a política norte-americana. "Yes, we can", berraram cerca de um milhão de pessoas que se juntaram ontem à noite em um parque de Chicago para ouvir Obama falar. "Yes, we can", repetiram milhões de outras pelo país a fora.

A vitória de Obama foi arrasadora. Ele ganhou com folga no Colégio Eleitoral e no voto popular. E os norte-americanos ainda lhe deram maioria no Senado e na Câmara dos Deputados. Sempre se poderá dizer que o maior cabo eleitoral de Obama foi Bush com seu desastroso governo. E que a crise financeira que sacode o mundo ajudou a sepultar as últimas chances de McCain se eleger.

Tudo isso é verdade - e daí? Nada diminui o brilho de uma vitória que em março último, vejam bem, há apenas oito meses, parecia mais do que improvável. Pois bem: em prazo tão curto, Obama soube vender de forma convincente o sonho da mudança. E, mais importante: soube levar milhões de norte-americanos a se comportarem como agentes da mudança.

Por um lado, a campanha dele foi convencional porque dispôs de todos os recursos postos à disposição de qualquer campanha que tenha dinheiro. Por outro lado, foi uma campanha atípica, heterodoxa. Porque dependeu para que desse certo da intensa participação dos eleitores. Foi isso que explicou o elevado grau de comparecimento às urnas de eleitores que não são obrigados a votar.

Em janeiro, quando despachar pela primeira vez no Salão Oval de Casa Branca, Obama certamente sentirá saudades dos meses de campanha e se lembrará deles como meses relativamente amenos e agradáveis se comparados com os que terá pela frente.

Charge do dia

15:35 @ 05/11/2008

Obamamania

10:36 @ 05/11/2008

Confesso que jamais imaginei ver, no meu tempo de vida, os EUA elegerem um presidente negro. Muito menos antes dos meus 30 anos. Esta é só mais uma prova da estupenda capacidade democrática dos EUA.

 

Talvez o mais impressionante nesta vitória seja a superação do revanchismo racial. Obama conseguiu se eleger pairando acima do discurso do “nós contra eles”. Foi uma campanha de união, e não de confronto. No único episódio revanchista, o pastor da igreja que Obama freqüenta, um negro, quis colocar o tema racial na eleição. Foi imediatamente desautorizado por Obama. Revanchismo político é, sempre, um fracasso. O Oriente Médio está aí para não me deixar mentir.

 

Rápido parêntesis sobre o Brasil:

1 – Aqui a eleição de Lula foi calcada no “nós contra eles”, só que não do ponto de vista racial, mas sim social. O povo contra as “zelite”. E continua sendo. O Brasil tem muito que remar para chegar perto dos EUA em termos de democracia.

2 – O imbecil do nosso ministro da justiça devia aprender que revanchismo político não leva a nada. O idiota está querendo reinterpretar a lei da anistia para excluir dela alguns militares. Revanchismo político barato que pode desestabilizar uma relação que ficou bem estabilizada após a ditadura. O Brasil já é complicado sem conflitos deste tipo. O duro é que sempre tem um idiota para aplaudir esse tipo de idéia também idiota.

 

Voltando ao Obama.

 

Se a eleição do Obama é um marco democrático sem precedentes na história e na euforia popular (inclusive em outros países), suspeito que o seu governo será muito menos bem sucedido. Seu grande mote político é a mudança. A questão é: mudar como?

 

Antes de qualquer coisa, o desafio será mudar a economia, tirá-la da atual crise. A economia tem um papel gigantesco na política americana (É a economia, estúpido!). Isso vai demandar tempo, vai demandar medidas impopulares e vai esfriar a chamada “lua-de-mel” das urnas, que dura aproximadamente 100 dias. Os EUA não vão sair da recessão em 100 dias, vai demorar um pouco mais.

Não estão muito claras as idéias de Obama para a economia. Uma coisa é certa: sua proposta de seguro-saúde é ruim, muito ruim. Já foi bastante criticada por diversos economistas e vai gerar, na melhor das hipóteses, desemprego. O problema do seguro-saúde lá é grave, muitos americanos não têm acesso aos serviços de saúde.

 

Obama também já disse que quer diminuir a dependência dos EUA do petróleo importado, e elegeu o etanol do milho como salvador da pátria (o estado de Illinois, por onde se elegeu senador, é um grande produtor de milho). Isto nós sabemos que é pura estupidez, porque o etanol do milho gasta mais energia do que disponibiliza, e vai aumentar o consumo de combustíveis fósseis.

 

Finalmente, Obama tem uma tendência protecionista em relação ao mercado interno. Esse é um problema grave não só para os EUA, mas para todo o mundo. Se os EUA fecharem mais o seu mercado, a economia vai demorar muito mais para se recuperar, e o mundo pode ver uma era de crescimento baixo e de pouco dinamismo. As chances da Rodada de Doha das negociações multilaterais de comércio serão praticamente sepultadas.

 

Pelo que disse até aqui, as mudanças de Obama, no ponto de vista econômico, são para pior.

 

Outra grande mudança que os EUA precisam é em sua política externa, um fracasso colossal da era Bush. Mas fazer o quê?

Tirar as tropas do Iraque, de uma hora para outra, levará o país ao caos, mergulhando na guerra civil. O Iraque melhorou muito (ninguém comenta esse relativo sucesso), mas ainda é instável. Não retirar as tropas representa uma “falta de mudança”. O mesmo pode ser dito do Afeganistão.

O que os EUA podem fazer para estabilizar o Oriente Médio? Retirar seu apoio militar e financeiro a Israel (e deixar o país, cercado de inimigos, a ponto de detonar uma guerra a qualquer hora)? Reduzir o consumo de petróleo e prejudicar seu maior aliado árabe, a Arábia Saudita? Não fazer nada e deixar “o pau cantar”, como fez com os países dos Bálcãs, até ser tarde demais para impedir a guerra?

Os EUA, na administração Bush, praticamente esqueceram da América Latina. Somente criaram um muro vergonhoso na fronteira com o México. Obama já disse que vai manter o muro. Ele disse também que vai dialogar com Chávez. Ótimo, mas não vai chegar a lugar nenhum com isso. Chávez quer aparecer (como faz com o Lula). A proposta de Obama é proselitismo para agradar a “esquerda” norte-americana. Chega a ser ingênuo.

 

Talvez a única mudança importante que Obama quer implementar, e que ele pode fazer isso, é mudar a política ambiental dos EUA, que é desastrosa também. Mas me parece muito pouco diante da enorme expectativa global.

 

La pelada

12:40 @ 04/11/2008

Primeiramente, vou apenas reforçar: com ou sem chuva, haverá pelada toda segunda. Sem exceções. Logo, não precisamos nos apavorar se armar o temporal. Basta irmos, confiando que vai ter quorum.

Agora, aos destaques:

Momento Exceção: que me lembre, um foguete do Kid que bateu no travessão e entrou.

Momento Presepa: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!! A "bicicleta" que o grandão tentou. Também conhecida como velocípede.

Troféu Marrom: achei que o Perninha e o Piau jogaram direito... voto neles como os melhores de ontem. Destaque também para o Bruno, que tá só melhorando. Por fim, menção honrosa a mim mesmo, que estou, devagarzinho, voltando a jogar alguma coisa perto de futebol. Pelo menos não sinto mais dores!

Troféu Mussolini: Eric. Ele tem noção, mas parece uma fada em campo. E cansou muito (aos 15 anos!)...