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*Aldo Rebelo entra de vez para a Bancada Ruralista*

 
  A agenda de Aldo o consagra como um dos grandes aliados dos ruralistas e seu
 modelo de desenvolvimento
 
 
fevereiro/2010
 Leonardo Sakamoto
 http://www.blogdosakamoto.com.br/
 
 O deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) encontrou um nicho a ser explorado, a do
 nacionalismo cego que passa por cima de direitos humanos para alimentar a
 paranóia do risco do inimigo externo. Que pode vir travestido de
 inescrupulosos indígenas aliados dos yankees, que tramam a independência de
 suas terras nas regiões de fronteira, ou de perversos militantes do
 desenvolvimento sustentável, que impedem o Brasil de atingir seu ideal de
 nação previsto por Pero Vaz de Caminha e reafirmado por Celso Furtado.
 
 E, ontem, seguindo a toada, afirmou, em audiência pública realizada em
 Ribeirão Preto para debater o Código Florestal, que membros do Ministério
 Público agem como "braços jurídicos das ONGs" ambientalistas
- o que
 certamente provocou orgasmos em ruralistas presentes. Aldo é o relator da
 comissão especial da Câmara dos Deputados que dará parecer ao projeto de lei
 nº 1.876, de 1999, propondo alterações na lei de proteção às florestas.
 Defende mudanças para beneficiar o agronegócio, a economia e o país que vai
 pra frente.
 
 Com isso, os instrumentos para criação de unidades de conservação e a
 manutenção de reservas florestais legais (aquele tanto de mata que deve ser
 mantido em cada fazenda) e de áreas de preservação permanente estão em
 risco. O Congresso também projeta o afrouxamento do licenciamento ambiental
 e o enfraquecimento do Conselho Nacional de Meio Ambiente, o que seria a
 farra de quem quer por tudo abaixo sem se preocupar com processos e
 embargos.
 
 Relembrar é preciso. Quando o Supremo Tribunal Federal decidiu manter a
 demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol, Aldo Rebelo
 divulgou uma nota repudiando a decisão, dizendo que ela agridia o interesse
 nacional e projetava incertezas quanto à unidade da nação.
 
 É notória a boa relação do ex-presidente da Câmara com os militares. E
 sabe-se que há muita gente nas forças armadas cuja mentalidade não avançou
 desde a Guerra Fria, mantendo-se enclausurados em um bunker de paranóia.
 Como se a experiência da reserva Ianomâmi, bem maior e fronteiriça, não
 tivesse mostrado o contrário. E como se as forças armadas não tivessem livre
 acesso a qualquer parte do território nacional.
 
 Para entender como pensa o deputado, seguem alguns trechos daquela nota: "O
 Supremo abre um precedente para que sejam implantados no Brasil um Estado
 multinacional e uma nação balcanizada, pois confere a tribos indígenas que
 fazem parte do povo brasileiro o esdrúxulo status de minorias apartadas do
 todo nacional, com prerrogativas negadas a outros estratos que há cinco
 séculos amalgamam a formação social do país."
 
 "O respeito aos direitos dos indígenas não pode implicar o esbulho dos não
 índios que há muito tempo fincaram a bandeira do Brasil naquela região". "Os
 índios beneficiados foram isolados da nação. Os índios e não índios
 prejudicados podem recorrer à resistência não violenta na defesa de seus
 direitos históricos. E o Congresso Nacional, última instância da soberania
 popular, tem o dever de reparar este erro calamitoso do Executivo e do
 Judiciário."
 
 Claro! É notório por todos que a espécie dos Homo Arrozeirus já habitavam
 Roraima antes da chegada das tribos!
 
 Garantir mínimos direitos aos povos indígenas, que amargaram séculos de
 genocídio, não os isola do resto da nação. Pelo contrário, decisões como
 essa, por mais que não sejam perfeitas, ajudam a torná-los, de fato,
 brasileiros. O que mais entristece não é exatamente a posição do deputado,
 uma vez que ele tem o direito de falar o que quiser. Mas os argumentos que
 usa, para justificar o corte seco nos direitos desses povos ou para liberar
 a pilhagem ambiental, são de lascar.
 
 Aldo fala de interesses externos de olho no solo e no subsolo da Amazônia,
 culpa as ONGs estrangeiras que atuam aqui por isso. É claro que existem ONGs
 canalhas, mas da mesma forma que empresas e governos. Contudo, ele não fala
 sobre a verdadeira degradação ambiental, social, trabalhista causada por
 multinacionais estrangeiras que têm interesse no tipo de "progresso" pregado
 pelo deputado. A agenda de Aldo o consagra como um dos grandes aliados dos
 ruralistas e seu modelo de desenvolvimento. E não dos movimentos sociais,
 entidades progressistas e dos trabalhadores brasileiros - que seriam
 próximos de seu partido, de acordo com seu próprio partido.
 
 A Amazônia já está internacionalizada, deputado. E não é de agora. Parece
 que o senhor não se lembra o que aconteceu durante o último período
 ditatorial e após a redemocratização, em que a pilhagem do capital
 internacional correu solta pela Amazônia, Cerrado e Pantanal, passando por
 cima de populações tradicionais, camponeses e trabalhadores rurais.
 
 Não acredito que Aldo Rebelo, caso resolva tentar mais um mandato neste ano,
 perca sua base em São Paulo. O PC do B vota com o partido e, por aqui, ele é
 o partido. Contudo, conheço gente na estrutura partidária que não está feliz
 com esse movimento tático que resultou em noivado com o agronegócio. Hoje, o
 deputado já poderia ser considerado um membro da bancada ruralista - o que
 deve lhe trazer algum dividendo eleitoral com grandes produtores rurais. Mas
 me pergunto qual será o comportamento de quem sempre votou nele, mas se
 sentiu traído, no momento em que chegar a solidão da urna.
 
 Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política. É coordenador
 da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a
 Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae).

 

Contra a ilegalização da FAU-Berlim: Solidariedade sem fronteiras!

 

Nas fotos de cima: concentração da AIT-Secção Portuguesa na Embaixada da Alemanha em Lisboa (19/02/2010)

Nas fotos de baixo: manifestação da FAU em Berlim a 20/02/2010. Na faixa pode ler-se: «Um bom sindicato é aquele de que o teu patrão não gosta!»


Nos dias 29 e 30 de Janeiro, respondendo a um apelo da FAU (Freie Arbeiterinnen und Arbeiter Union – secção da AIT na Alemanha), realizaram-se acções de protesto e solidariedade em pelo menos 52 cidades de 20 países, um pouco por todo o mundo, contra a sentença que ilegaliza o sindicato de Berlim desta organização anarco-sindicalista. As secções da AIT envolveram-se activamente nesta luta, continuando a realizar protestos enquanto a sentença não for revogada, demonstrando que uma agressão a um anarco-sindicalista é uma agressão a todos os anarco-sindicalistas.

Em Portugal, a secção portuguesa da Associação Internacional d@s Trabalhador@s desenvolveu vários actos de protesto junto de interesses e iniciativas do Estado alemão: na manhã de 29 de Janeiro foi entregue uma carta de protesto na embaixada da Alemanha em Lisboa, mais tarde foi distribuído um comunicado informativo à entrada do Ciclo de Cinema de Expressão Alemã, realizado pelo Instituto Goethe (embaixada cultural da Alemanha) no Cinema São Jorge, em Lisboa; no dia 19 de Fevereiro – véspera de uma manifestação de protesto realizada pela FAU em Berlim – realizou-se uma concentração e distribuição de comunicados junto da Embaixada da Alemanha em Lisboa. Também no Porto se vem organizando a solidariedade com a FAU com a difusão de informação e realização de reuniões públicas sobre o tema.

Numa secção especial da página web da FAU podem encontrar-se relatos dos protestos e informação actualizada sobre esta luta: www.fau.org/verbot/en/ (em inglês).


Materiais informativos em formato PDF:
+Cartaz
+Comunicado
+Cartaz do SOV Porto

 

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Secção AIT, Notícias, solidariedade

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Resumo do conflito com o cinema Babylon antes da ilegalização da FAU de Berlim


Artigo em galego que resume o conflito da FAU-Berlim com o cinema Babylon, antes do processo que levou à sua ilegalização, publicado no site da CNT-Galiza.

 O cinema Babylon, localizado no distrito Mitte de Berlin, conta con unha tradición cinematográfica de máis de 80 anos. Encontra-se nun edificio histórico protexido e seu programa de filmes de autor garantiza-lle o éxito nunha cidade moderna como Berlin. Infelizmente isto non se traduciu en unhas condicións laborais dignas. Con poucas perspectivas de que as cousas melloraran, os seus traballadores decidiron tomar cartas no asunto.

Estaban fartos dos míseros soldos (5,50-8,00 euros/hora), de despidos arbitrários, de non receber pluses de nocturnidade e fins de semana, etc., é dicer, de traballar en unhas condicións totalmente precárias. De facto, o próprio director do cinema admitiu que os salários estaban apenas por cima do nível de vida en Alemaña. Ditas condicións laborais eran especialmente escandalosas nun cinema muito coñecido pola proxección de filmes esquerdistas e sociais, e que, ademáis, recebe subvencións anuais de centos de milleiros de euros do Senado de Berlin.

Para tratar de conseguir melloras, uns cantos traballadores decidiron organizaren-se na "Freie ArbeiterInnen-Union" (FAU; Unión de Traballadores Livres) en xaneiro de 2009. Acercaron-se à FAU porque esta organización é fiel aos seus princípios de base e porque un dos seus compañeiros xa conseguira axuda no sindicato.

Após un axitado comezo e o despido de un dos seus afiliados, a FAU de Berlin apresentou à Neue Babylon Berlin GmbH unha proposta de convénio colectivo o 6 de xuño de 2009. O convénio foi preparado por un grupo de traballadores de Babylon e afiliados da FAU. Foi ratificado por unha aplastante maioria dos empregados en unha asemblea da plantilla. Os directores do cinema deixaron pasar a data limite para negociar coa FAU. Xustificaron seu rechazo argumentando que non estaban en disponibilidade de contactar coa FAU, porque esta non estaba cualificada para negociar convénios.

Tambén dixeron aos seus empregados que non negociarian coa FAU posto que dita organización estaba sendo vixilada pola Bundesamt für Verfassungsschutz (Oficina Federal de Protección da Constitución), unha axencia nacional de intelixéncia. As razóns polas que a Verfassungsschutz considera que a FAU é anti-constitucional deben-se ao seu apoio às protestas contra o G8 e a que se organiza segundo os princípios anarco-sindicalistas. O facto de que "Die Linke" (A Esquerda), un dos partidos da coalición governante no Senado berlinés, tambén esté sendo vixilado pola Verfassungsschutz non parez molestar aos directores cando aceitan as subvencións do Governo cada ano. Tampouco parez molestá-los o facto de que organizacións como o Partido Comunista Alemá e Cuba Si (iniciativa solidária xermano-cubana), tambén vixiladas pola Verfassungsschutz, usen Babylon para os seus actos.

Por outra parte, os directores pediron-lles aos traballadores que non fixeran nada que pudese perxudicar ao negócio nen que reclamasen direitos porque costaria muito diñeiro. No entanto, non estiveron dispostos a compartir información algunha sobre a xestión económica como exixe a "Lei Constitucional do Traballo Alemá. Pode que se negasen porque habiían gastado muitísimo diñeiro para lles pagar aos avogados nas causas contra os seus empregados e a FAU.

O 16 de xuño, a FAU de Berlin anunciou que iniciaban un conflito laboral no cinema para obrigar à directiva a negociar. Unha das principais accións foi o reparto de panfletos na entrada do cinema para informar aos transeúntes e clientes sobre o conflito laboral. Ao longo do verán, militantes da FAU fixeron acto de presenza, pero non só na entrada do cinema Babylon. Outra compañía, a cargo tambén dos directores de Babylon, Kino und Konzerte GmbH (K&K), obtivo un lucrativo contrato para pór un cinema e radio-teatro ao ar livre en Berlin. Para disgosto dos chefes, os afiliados da FAU tambén repartiron panfletos en sendas localidades durante a proxección ao ar livre para informar ao público dos nexos entre K&K e Babylon asi como do conflito laboral.

O 25 de xuño, levou-se a cabo un piquete informativo enfrente do cinema, onde fixo sua entrada a mascota do conflito “Baby-Lohn”, un osiño de peluche que gaña soldos de bebé (“Lohn” é soldo en alemán) e resalta o facto de que en muitos traballos en Bear-lin (xogo de palavras con Berlin e “Bear” que é oso en inglés), especialmente no sector cultural, pagan-se salários minúsculos.

En xullo, posto que os directores non daban mostra de quereren-se sentar a negociar, a FAU subiu a aposta chamando ao boicot a Babylon. Invitou-se à xente a mostrar sua solidariedade cos traballadores non entrando no cinema Babylon até que a directiva acordase negociar. Enlaces en Internet, pósters, octavillas, blogs, chapas, camisolas, auto-colantes e muitos artículos nos periódicos locais, todo isto atraiu a atención do público ao boicot e ao conflito laboral, de modo que pareceu que a directiva ia a reaccionar. Cando  menos deron sinais de estar debilitando-se. Un dos directores gañou o alcume de “a Margaret Thatcher da Plaza Rosa Luxemburgo” polas pallasadas neo-conservadoras: chamou à policia para que botase do cinema à xente que levaba camisolas Baby-Lohn, tirou-lles octavillas das mans aos clientes e amiude veu-se-lle raiar e arrancar auto-colantes e pósters das farolas a altas horas da noite.

À briga uniron-se-lles outros grupos organizando piquetes enfrente de Babylon. A FelS (Iniciativa por unha Corrente de Esquerda) proxectou filmes en duas ocasións: unha vez para apoiar o boicot, proporcionando un programa alternativo audiovisual, e a outra para protestar contra Expo Colómbia, a cal alugou Babylon como unha das súas sedes. Que se lle brinde un espazo en Babylon a Expo Colombia, un foro para atraer negócios a un país onde centos de sindicalistas foron asasinados nos últimos anos, é muito ilustrativo de un cinema que se vende como “de esquerda”.

“Solidaridad con Emmely” é un grupo de apoio à caixeira Emmely, despedida tras ser acusada de coller vales da reciclaxe de garrafas por valor de 1,30 euros; é muito probábel que a verdadeira razón fora o ter organizado una folga no supermercado. Esta plataforma está a intentar que se promulgue unha lei que impida que a patronal poda despedir a traballadores tachados de ladróns sen proba algunha. “Solidaridad con Emmely” organizou unha concentración en Babylon, cuxos chefes tampouco viñeron con disculpas à hora de despedir a sindicalistas, para denunciar o conflito de Emmely así como o da  plantilla de Babylon.

A luita deu un novo giro coa entrada do sindicato máis grande da Alemaña, Verdi (Sindicato Unido de Servizos), e do partido Die Linke. Este último provén da fusión dos socialdemocratas escindidos da WASG (Alternativa Electoral polo Traballo e a Xustiza Social) e o PDS (Partido Socialdemocrata Alemán), cuxas raíces encontran-se no SED (Partido Socialista Unificado da Alemaña), que era o partido governante da Alemaña do Leste. A FAU xa criticara a Die Linke polo diñeiro que recebe Babylon do governo de Berlin e porque este partido tolera salários entre 5 e 8 euros/hora en un cinema no que ten influéncia, ao tempo que pede un salário mínimo de 10 euros/hora.

A principios de setembro de 2009, Verdi meteu-se de cheo no conflito ao anunciar que ia a luitar por un convénio colectivo no cinema. En xaneiro de 2009, os afiliados de Verdi no  cinema pediran ao seu sindicato que tomara cartas no asunto, pero os representantes sindicais non fixeron nada ao respeito. Por iso, os motivos de Verdi non estaban de todo claros. O secretário sindical Andreas Köhn afirmou que actuara pola solicitude de un afiliado dous meses antes (xullo de 2009), no entanto que Die Linke afirmaba ter pedido a Verdi que o fixera. O certo é que Verdi entrou na negociación colectiva apesar de contar con un só afiliado no cinema e sen consultá-lo coa FAU. Tras este anuncio, houbo contactos entre o secretário xeral da FAU de Berlin e Andreas Köhn, pero o representante de Verdi só fixo una vaga promesa de pedir à directiva do cinema a participación da FAU nas negociacións, o que obviamente rechazaria.

Dous dias antes das eleccións xerais alemás, o 25 de setembro, Die Linke organizou un acto en Babylon. A FAU non deixou pasar esta oportunidade para facer fincapé no comportamento dos directores do cinema e o descoñecimento do partido. A FAU apresentou-se no cinema con faixas, bandeiras e panfletos, e para sua sorpresa habia xa afiliados de Die Linke repartindo octavillas que tachaban à FAU de oportunista. O panfleto tambén dicía que Die Linke tiña a situación sob control pois pedira a Verdi que negociase con Babylon. A directiva do cinema aproveitou esta protesta para levar à FAU aos tribunais, alegando que a FAU non tiña direito a pedir o boicot.

O xuizo, que tivo lugar o 7 de outubre, saldou-se con unha proibición xudicial do boicot. O juiz afirmou que a FAU não estava cualificada para negociar convénios. En Alemaña un sindicato non pode desenvolver a sua actividade sindical se previamente non se probou a súa capacidade para negociar convénios colectivos. Ante a pergunta de cómo se supuña que a FAU ia a negociar o seu primeiro convénio sen levar a cabo unha acción sindical para obrigar à empresa a sentar-se a negociar e aceitar suas reivindicacións, o xuiz ficou mudo. A FAU recorreu a senténcia.

En dicembro de 2009, Andreas Köhn firmou un convénio con Babylon. Os soldos recollidos no convénio eran muito máis baixos que os que pedía a FAU. No entanto, os salários de uns cantos traballadores incrementaban-se en un 30%. En todo caso, a paga está muito por debaixo dos convénios que ten Verdi en outros cines, os cais tambén incluen pluses de nocturnidade, fins de semanas e vacacións, entre outras cousas. Köhn  prometera antes de iniciar as negociacións que non aceitaria soldos por debaixo dos que están recollidos nos convénios estándars de Verdi. Nen sequer os traballadores tiveron a última palavra na firma do convénio, tal e como lles prometera Köhn.

Apesar de todo, a FAU segue contando con unha importante presenza no cinema e a maioria dos traballadores apoian as suas accións. Obviamente os empreados e a FAU non abandonaron a batalla e seguirán a luitar ate que se consigan salários dignos e unha estabilidade laboral.

Mais información en:

Curta de Freundeskreis Videoclips (en alemán con subtítulos en inglés) sobre as precárias condicións laborais no cinema Babylon en: http://www.archive.org/details/Babylon-teaser

Extraído de: http://www.fau.org/verbot/es/
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Secção AIT, Análise, Lutas laborais, Textos

Extraído de: Seção Portuguesa da AIT: http://ait-sp.blogspot.com/

0 COLETIVO LIBERTÁRIO SE SOLIDARIZA À LUTA DOS COMPANHEIROS DA FAU/AIT-IWA!

PELA LIBERDADE E AUTONOMIA DA ORGANIZAÇÃO PROLETÁRIA!

PELA LEGALIZAÇÃO DA COB/AIT-IWA E DE TODAS AS FEDERAÇÕES E SINDICATOS ADERENTES!

LONGA VIDA À AIT-IWA!

VIVA A ANARKIA!