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Engenheiro de Juiz de Fora afirma que escreveu um dos livros de Paulo Coelho

'Manual prático de vampirismo', um dos primeiros títulos do mago, seria de Toninho Buda.
Informação foi publicada em biografia do escritor assinada por Fernando Morais.

“Se eu contasse, as pessoas não iriam acreditar. Se eu falasse que escrevi um livro do Paulo Coelho, as pessoas iam me mandar tomar Gardenal”. Foram 22 longos anos de espera e a surpresa chegou às livrarias de todo o país na última semana. "O mago" conta a história do premiado escritor brasileiro Paulo Coelho, que tem mais de 100 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.

Mas segundo o autor da biografia, Fernando Morais, nem tudo o que Paulo Coelho assinou foi realmente escrito por ele. Um de seus primeiros livros, "Manual prático de vampirismo", teria sido produzido em Juiz de Fora, pelo engenheiro Antônio Walter Sena Júnior, o Toninho Buda, hoje com 58 anos.

Segundo ele, o livro foi escrito em apenas três dias e, em troca, recebeu o equivalente a uma refeição. Os originais do manual, que seria publicado em 1986, e pouco depois retirado do mercado, continuam guardados. Paulo Coelho e Toninho teriam se conhecido cinco anos antes. Rapidamente se tornaram próximos. E não demorou para que começassem a trabalhar juntos.
 
Passei três dias e meio trancado em casa escrevendo. Mandei-o para o Paulo que logo enviou para a editora. Lendo o 'Jornal do Brasil' fiquei sabendo que o livro seria lançado. Como eu era muito ingênuo em relação ao Paulo, imaginei que tivesse tido algum problema com o correio e por isso meu convite não tinha chegado. Peguei um ônibus e fui para o Rio de Janeiro. Chegando lá, como ainda era cedo, comecei a folhear o livro quando percebi que meu nome não era citado em nenhum lugar. Fiquei decepcionado e quis ir embora. Encontrei com o Paulo e falei a ele sobre o caso. Ele deu uma desculpa que tinha esquecido de colocar o nome. Fiquei triste, com vergonha, disse a ele para ir encontrar com os convidados, que estavam esperando os autógrafos e que não estragaria o evento dele. Voltei para Juiz de Fora”, diz o escritor.
 
'Escravo particular'

Logo depois, Buda seria contratado para acompanhar Paulo na famosa viagem à Espanha, que daria origem ao best seller, "Diário de um mago". E desta vez, receberia US$ 200 por mês. De acordo com a biografia, Paulo Coelho se referia a Toninho como um escravo particular. “Ele gostava de repetir uma frase, que depois fiquei sabendo que é de Nelson Rodrigues que diz que ' O dinheiro compra até amor sincero'. Mas não sabia que ele se referia a mim como escravo particular. Quando percebi, caí fora, abandonei a sociedade alternativa e voltei para Juiz de Fora para ser engenheiro”, comenta o escritor juizforano.

Vinte e dois anos depois, o engenheiro continua produzindo livros, DVDs e vivendo na mesma casa, num bairro isolado da cidade. E diz que não guarda mágoas. Divide o tempo entre o trabalho, a faculdade de educação física e as corridas de rua.

Toninho tem uma banda cover de outro grande parceiro seu e de Paulo Coelho. Ele interpreta o cantor Raul Seixas, que ficou conhecido por sua forte personalidade e pelo seu misticismo. Questionado se, para Raul, ele também escrevia, Toninho relata que com o cantor era diferente. “O Raul era uma figura digníssima”, afirma.

Paulo Coelho, que autorizou a publicação de sua biografia, está fora do país e até agora não se manifestou ao MGTV sobre as revelações contidas no livro.

IN: http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0, ,MUL592189-7084,00.html
 

A 4ª Semana do Escritor de Sorocaba acontecerá entre os dias 22 e 27 de julho, na  ...
http://www.itu.com.br/noticias/detalhe.asp?cod_conteudo=14037
 
O que é o Roda Mundo e como ele surgiu?
http://recantodasletras.uol.com.br/cartas/999305
 
Seja bem-vindo ao Acontece em Sorocaba
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"A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores."

OS CRIMES DA FÉ

17:23 @ 10/06/2008

CRIMES DA FÉ
 
Os criacionistas que assassinaram Giordanno Brunno, condenaram Galileu Galilei, e queimaram na 'fogueira santa' milhões de mulheres que pesquisavam a fitoterapia, são os mesmos que hoje condenam as pesquisas das células tronco e condenam Darwin por ter descoberto a evolução das espécies.
 
A ignorância e a sabedoria está ao alcance de qualquer interessado, pois ter fé é não querer saber o que é verdade.
 
 

A PLEBE nº54/Maio 2008 A.C.A.T. - A.I.T.-I.W.A.
Órgão de Divulgação do SINDIVÁRIOS/Federação Operária de São Paulo
(FOSP/COB - Fundada em 1905 )
SEM ESTADO, SEM PARTIDO, SEM PATRÃO!
@ Ligada a Associação Internacional dos Trabalhadores (A.I.T.-I.W.A.)
*Caixa Postal: 1933/CEP: 01009-972/São Paulo-SP*(fospcobait@yahoo.co.uk)
@ 40 ANOS DA MORTE DE EDGARD LEUENROTH
@** 40 ANOS DO ASSASSINATO DE EDSON LUÍS **@
@ 40 ANOS DO MAIO DE 68

PREPARANDO O XXIV CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES [AIT-IWA]
(Rio Grande do Sul-Brasil- Dezembro de 2008)

Filha dileta da Era das Revoluções do século XIX, resultado direto de uma reunião de trabalhadores na Inglaterra em 1864, estava lançada a semente da grande Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT-IWA). Apenas 7 anos após ela já protagonizava na França, com a Comuna de Paris de 1871, o primeiro grande ensaio de uma revolução social apartidária dentro dos lemas centrais da AIT: “A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores!” e “Deveres Iguais, Direitos Iguais!” Após a derrota da Comuna a AIT foi perseguida em toda Europa, mesmo por que não parava de atuar: em 1873, insurreição espanhola, com a participação da Federação ligada a AIT; 1875, insurreição e Comuna de Lyon, exige a anistia aos comunardos presos, proscritos e exilados; em 1876 são reconhecidas a Seção Mexicana (primeira do Continente Americano) e a Seção Eslava. Cai na completa clandestinidade após isso. Mas nessas sombras esteve presente na grande Greve Geral pelas 8 horas de trabalho de 1886, em Chicago/U$A, que deu origem as grandes Jornadas de 1º de Maio – como dias de luta internacionalista pela Redução da Jornada de Trabalho. (A própria bandeira de luta “8 hs de trabalho, 8 de descanso, 8 de estudo!” foi uma das decisões do Congresso de Fundação da AIT!!!) Depois esteve na origem do sindicalismo revolucionário, em todo o mundo. Exemplo disso é que a referência para a formalização do sindicalismo revolucionário é considerada o Congresso de Amiens, que fundada a CGT-francesa, em 1906, mesmo ano da fundacão da COB, no Brasil!!!

Existem documentos que mostram que a COB participou de atividades ligadas a AIT na clandestinidade ainda em 1910, quando seus estatutos foram considerados os mais avançados do mundo! Em 1915 foi responsável pela realização da Conferência Internacional Pela Paz, em São Paulo, a cargo da FOSP/COB. Em 1929, na clandestinidade forçada pelas ditaduras da república velha na década de 20, ainda assim participou do Congresso de fundação da Associação Continental Americana dos Trabalhadores (ACAT), proposta pelos revolucionários mexicanos aos trabalhadores de todo o continente em 1910.

Em pleno século XXI, pela primeira vez em seus 144 anos de lutas revolucionárias, em todo o mundo, a AIT-IWA irá realizar seu primeiro Congresso no Brasil, a cargo da Seção Brasileira da AIT, a COB/AIT, a se realizar em dezembro de 2008. Em função disso aumentamos a dinâmica de nossas discussões, visando a boa preparação para o XXIV Congresso da AIT-IWA*. Por isso acabamos de realizar uma rodada de Plenárias do Movimento Pela Reativação da COB/AIT, abrindo as discussões nos núcleos do movimento, a se fechar – com a discussão de todas as Seções de todo o mundo – na segunda rodada de Plenos – a ser realizada no final de JUNHO de 2008*.

FORGS/COB-ACAT/AIT (cobforgs@yahoo.com.br)

FOSP - Federação Operária de São Paulo.
E-mail: fospcobait@yahoo.co.uk
http://fospcob.blogspot.com/
Filiada a:
COB - Confederação Operária Brasileira.
E-mail: cobforgs@yahoo.com.br
http://osyndicalista.blogspot.com/
http://cob-ait.revolt.org/

ACAT - Associação Continental Americana dos Trabalhadores.
AIT - Associação Internacional dos Trabalhadores.

A PLEBE nº55/Maio 2008 A.C.A.T. - A.I.T.-I.W.A.
Órgão de Divulgação do SINDIVÁRIOS/Federação Operária de São Paulo
(FOSP/COB - Fundada em 1905 )
SEM ESTADO, SEM PARTIDO, SEM PATRÃO!
@ Ligada a Associação Internacional dos Trabalhadores (A.I.T.-I.W.A.)
*Caixa Postal: 1933/CEP: 01009-972/São Paulo-SP
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1968- Na luta contra a ditadura militar um militante do Movimento Libertário Brasileiro (MLB) é assassinado pela polícia

MILITANTE DO MOVIMENTO LIBERTÁRIO ESTUDANTIL É MORTO NO CALABOUÇO
1968- Na luta contra a ditadura militar um militante do Movimento Libertário Brasileiro (MLB) é assassinado pela polícia

Enquanto todos os autoritários ainda festejavam a 'morte do anarkismo', em meio aos acontecimentos de 1968, quando, em todo o mundo o anarkismo voltava a mostrar as caras no Brasil não seria diferente! O mundo se convulsionava com os acontecimentos de Paris, Praga e nos U$A. No Brasil, 4 anos após o Golpe Militar de 1º de Abril, as manifestações voltavam às ruas.

No Rio de Janeiro os estudantes da Universidade Federal se mobilizavam contra o aumento dos preços no restaurante universitário - administrado pelo Estado, para oferecer refeições mais baratas aos estudantes carentes. Na tarde de 28 de março de 1968 os estudantes realizavam uma Assembléia no Restaurante, por eles ocupado, quando o recinto foi violentamente invadido pela tropa de choque da Policia Militar, para reprimir a manifestação, proibida pela Lei Suplicy, desde 1964. A ordem que eles tinham era de quebrar tudo!

Durante a invasão policial um jovem franzino falava ao microfone. Seu nome Edson Luis Lima Souto, 16 anos, era estudante secundarista e militante do Movimento Libertário Estudantil, que se reunia na sede do Centro de Estudos Professor José Oiticica (CEPJO). Lá estava em solidariedade aos estudantes universitários em greve. Testemunhas contaram que Edson, que era paraense, foi morto com um tiro à queima roupa. Dezenas de estudantes ficaram feridos, vários baleados - tendo sido baleados até duas pessoas que estavam passando do lado de for restaurante, chamado de 'Calabouço'.

O assassinato de Edson Luís gerou uma onda de mobilizações e greves que se estendeu por todo o Brasil, se iniciando nas universidades do Rio de Janeiro. Em seu velório havia filas durante toda a noite para vê-lo. Alguns dias após o cruel assassinato mais de 50 mil pessoas acompanharam o cortejo fúnebre de Edson Luís. Alguns meses mais tarde, ainda em 68, levará a  realização da maior manifestação pública antes da decretação do AI-5 (A Marcha ou Passeata dos Cem Mil) e do endurecimento do regime que se seguirá no início dos anos 70. Durante este período o Movimento Libertário Brasileiro foi violentamente perseguido, tendo sido fechados o CEPJO - vários militantes foram presos e processados, entre os quais o militante luso-brasileiro Edgar Rodrigues - no Rio de Janeiro, o Arquivo Rafael Fernandes e a gráfica do jornal anarcosindicalista COMBATE SINDICAL - com a prisão e deportação de militantes - no Rio grande do Sul e do Centro de Cultura Social de São Paulo.

Esse seria o umbral d entrada na décda de 70, com a agudização da ditadura militar no período Medici, que foi até 1974 e teve uma resposta anárkica nas urnas: uma avalanche de votos nulos mostrava que o proletariado, por mais que estivesse massacrado, não se iludia com a farsa eleitoral: foi o sinal que todos esperavam para a retomada dos movimentos sociais - em 1975, em repudio a prisão de Vladimir Herzog, estudantes de comunicações da Universidade de São Paulo (USP) entram em greve; em 76 se articula o Conselho de centros acadêmicos e se realiza a primeira greve de estudantes depois daqueles acontecimentos, contra o aumento dos preços e pela melhoria da refeição do Restaurante Central dos Estudantes. Em 77 a primeira greve de ocupação, em 78 as primeiras greves operárias em São Paulo, em 79 as grandes greves de São Bernardo.

Mas tudo começou por que o anarkismo não morreu, o anarkismo está vivo nas lutas proletárias e da juventude!

EDSON LUÍS VIVE!

"A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores!"


FOSP - Federação Operária de São Paulo.
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