Grupos

 

Amadeu Casellas es un preso que lleva ya más de 25 años encarcelado por su participación en decenas de atracos a bancos, con los que apoyaba la financiación de luchas obreras a finales de los años 70 y sin cometer ningún delito de sangre. Amadeu ha sido siempre una persona comprometida y activa, participando tanto en la calle como en la cárcel, de luchas y denuncias colectivas contra el sistema, ya fuese el régimen franquista o "democrático".

Cuando tenía 14 años en 1973 y trabajaba en una fábrica de Balenyà descubrió el anarquismo. "Me sentía explotado por el empresario, conocí a gente de la CNT y empecé a repartir propaganda subversiva por las calles. Iba de paquete en la moto con las octavillas y asistía a reuniones clandestinas”.

Creía en la lucha armada, en la revolución imprescindible para cambiar las cosas, y aún hoy, a los 49 años, convencido de que las pistolas no arreglan nada, considera que el anarquismo, aun sin ser la solución definitiva, "funcionaría mejor que la democracia que tenemos". "En España no tenemos democracia. Antes había un dictador que era Franco, y hoy hay unos partidos políticos. Las empresas funcionan igual. Las necesidades de primer orden no están resueltas. Falta igualdad entre ricos y pobres".

En 1976, atracó el banco mercantil de Manresa. "Fue casi mi primer delito". Durante los siguientes dos años y medio atracó más de 50 bancos. "Era una manera de recuperar lo que los bancos nos cogían. No me arrepiento de nada, salvo de no haber cogido lo suficiente".

En 1979, entra en prisión y es recibido con una brutal paliza. "Ahí empezó lo que hoy aún no ha terminado..., tuve mis primeros contactos con algunos miembros de la COPEL y empezamos los preparativos para reivindicar la reforma del Código Penal y mejoras en la comida, higiene y condiciones de vida penitenciaria en general".

A lo largo de todos los años que lleva de condena, ha protagonizado numerosas huelgas de brazos caídos y de hambre, se ha cosido la boca y ha realizado infinidad de denuncias por el abusivo precio de los productos del economato, o por las irregularidades y la explotación del trabajo penitenciario, o las falsificaciones de analíticas o de informes penitenciarios, lo que le ha costado varios primeros grados y traslados de centro a centro con el único propósito de que desistiera. Ha denunciado los abusos sobre los derechos de los presos, de toda la estructura penitenciaria.

El año pasado, y tras mantener una huelga de 76 días, Amadeu consiguió el compromiso de la institución penitenciaria para la obtención de permisos que le facilitarían la consecución del tercer grado y la posterior libertad condicional. Dicho acuerdo fue miserablemente incumplido por la institución, con la excusa de una causa pendiente de hacía un año y que en un principio parecía archivada. Por esta situación, Amadeu reinició la huelga de hambre, hasta que la abandonó por un cambio de estrategia, y porque la CNT-AIT, asumió la defensa legal y política de su situación penitenciaria.

A causa de las expropiaciones cometidas, ha cumplido más de 25 años de condena, que con las redenciones, superan los 30 años, lo máximo contemplado en su ley, por lo que permanece secuestrado por la institución penitenciaria, como venganza por su trayectoria de lucha.

Por todo esto, desde CNT-AIT, se hace un llamamiento a la solidaridad con Amadeu Casellas y convoca a sendas concentraciones el sábado 25 de julio, en Madrid y Barcelona, para reclamar su inmediata puesta en libertad.

Para manteneros al tanto de la situación de Amadeu Casellas y obtener más información visitar el blog: http://llibertatamadeu.blogspot.comDIA INTERNACIONAL DE LUTA PELA LIBERDADE DE AMADEU CASELLAS.

JORNADA LIBERTÁRIA DE PROTESTO DE SÃO PAULO HOMENAGEIA EDGAR RODRIGUES                                                  E LANÇA O COMITÊ DE RELAÇÕES ANARKISTAS   

PARA COMBATER AS INFILTRAÇÕES NO MOVIMENTO LIBERTÁRIO BRASILEIRO

Tendo acontecido nos dias 10 e 11 de Julho de 2009, na sede do CORRENTE LIBERTADORA em Santo Amaro, as tradicionais Jornadas Libertárias de Protesto de São Paulo (JLP/SP-2009) são o exemplo de luta e atualidade do Movimento Libertário Brasileiro (MLB) . Num momento em que infiltrações marxistas no MLB procuram desacreditar o movimento, afirmando sua ‘não existência’ até que eles sejam designados como direção política, as JLP/SP-2009 aponta  a discussão franca entre os libertários e o estabelecimento de lutas comuns como a resposta de luta do MLB a quem quer destruí-lo, dominá-lo, domá-lo.

 

Prejudicadas pelo péssimo tempo, com chuva direto – o que obrigou o cancelamento das Oficinas e da Festa Julhina, onde haveria uma confraternização popular – as JLP/SP-2009 ainda assim reuniram mais de 75 pessoas, diversos coletivos e organizações libertárias da cidade de São Paulo. Apesar de ter havido inscrições de outros municípios (São Roque, São José, etc.) as pessoas terminaram não aparecendo, mas se mantém em solidariedade com as decisões das JLP.

Público do Sarau de Abertura das JLP/SP-2009, que teve que se realizar dentro da sede devido a chuva.

 

O fato é que, além dos coletivos e organizações que apoiaram a iniciativa estão os dois principais setores do movimento vivo e ativo do MLB: o Movimento Anarko-Punk (MAP) e o Movimento Pela Reativação da COB-AIT. Com isso só os setores e grupos que já trabalham com partidos marxistas (no movimento de mulheres, no MST e no CMI, por exemplo) est6arão se articulando para a fundação de um partido político, que procura falar em nome dos anarkistas(!), ao qual, de forma hipócrita, chamam de ‘federações anarquistas’. Os paralelistas de São Paulo chamaram ajuda de outros farsantes do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, vão ser seu próprio público!

 

Em reposta a esses farsantes as JLP/|SP-2009, após discutir as questões da Mulher, do Negro, da Pedagogia Libertária, da Contra- Cultura e do Fascismo, da Reativação da COB-AIT, da Greve Geral de 1917 e de 1919 (que esse ano completa 90 anos), lançou a proposta da criação e efetivação no decorrer do tempo, de um Comitê de Relações Anarkistas (CRA-Br), nos moldes do que foi criado após a 2ª Guerra Mundial, com a queda do ditador fascista Getúlio Vargas.

Esse avanço organizativo no MLB permitirá, com o amadurecimento do próprio CRA-Br e de suas lutas comuns, avançar efetivamente a organização de um Congresso Anarkista – o último se deu em 1986. A partir daí poderemos pensar5 em organizar uma verdadeira Federação Anarkista no Brasil, que possa sustentar um verdadeiro jornal anarkista – nos moldes do ‘INIMIGO DOREI’ – que possibilite o avanço da discussão entre libertários e sua troca de experiência prática, avançando cada vez mais a organização do próprio MLB. Mas tudo deve ser feito dentro do respeito aos Princípios Anarkistas clássicos, além de ter que se colocar internacionalmente em linha de Apoio-Mútuo com a Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT-IWA - a COB no Brasil) e com a Federação  Internacional Anarkista (IFA).

 

Apoiaram as JLP/SP-2009: O COLETIVO LIBERTÁRIO – Coletivo HUMANITUDE – Coletivo Neuróticas – FENIKSO NIGRA -  Coletivo EXPRESSÃO LIBERTÁRIA - Pacto Antifascista Zona Sul - Coletivo EDUCAR PARA A PAZ – CORRENTE LIBERTADORA – GAIA – MAP – GRITO DE REVOLTA DAS MULHERES LIBERTÁRIAS - ASSESA – Associação dos Artesãos de Santo Amaro CURVA DA PRAÇA – Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino-Mogi das Cruzes – Comitê de Solidariedade ao Haiti – Comitê Apartidário de Luta Contra a Carestia/Santo Amaro – Punks/Zona Sul – Torcida ANARCORINTHIAN@ - Movimento Libertário Brasileiro (MLB) – Movimento Pela Reativação da COB/AIT -SINDIVÁRIOS-Alto Tietê; SINDIVÁRIOS Campinas; SINDIVÁRIOS Osasco; Sindicato de Artes e Espetáculos; SINDIVÁRIOS-SP-FOSP/COB-ACAT/AIT

 

VIVA AS JORNADAS LIBERTÁRIAS DE PROTESTO!

VIVAS AO COMITÊ DE RELAÇÕES ANARKISTAS Brasil!

PELA REVOUÇÃO SOCIAL!

VIVAS À ANARKIA!