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Por Jorge Serrão
O governo do PT,
que espera ter maioria no Congresso, este ano, para aprovar o polêmico projeto
que legaliza o aborto no Brasil, lança um balão de ensaio para que o aborto seja
executado, na prática, pelas brasileiras ignorantes. Jogando no lixo todas as
campanhas do sexo seguro, com camisinha, o Ministério da Saúde colocará à
disposição das mulheres "irresponsáveis", neste Carnaval, a famosa Pílula do Dia
Seguinte.
A manobra abortista desta estratégia é clara. A empresa
produtora e distribuidora do medicamento, na Nova Zelândia, admitiu recentemente
que este fármaco pode causar um aborto nas primeiras fases da gravidez. O
medicamento é abortivo e não anticoncepcional. Distribuindo-o, o governo promove
um grande aborto coletivo, sem que precise de um respaldo legal.
A
informação sobre os perigos de tal pílula e seus efeitos abortivos está no site
pro-vida LifeSiteNews.com. O laboratório Schering Ltd, que tem a seu cargo a
produção da pílula do dia seguinte na Nova Zelândia, distribui um folheto
informativo de advertência às mulheres. O texto chama a atenção de que um dos
efeitos da pílula do dia seguinte é evitar que o óvulo fecundado se aninhe ou
implante nas paredes do útero, produzindo-se, assim, um aborto.
Segundo o
site especializado, citando o laboratório, a pílula neozelandeza, denominada
Levonelle, pode funcionar de três formas: Deter ou atrasar a produção do óvulo
por parte dos ovários. Evitar que o esperma fertilize um óvulo quando este já
saiu dos ovários. E evitar que um óvulo fecundado se aninhe nas paredes do
útero.
Embora a Schering Ltd admite que a pílula do dia seguinte pode
gerar um aborto, fato tantas vezes negado por médicos, laboratórios,
investigadores e autoridades sanitárias de distintas partes do mundo, a
apresentação em que se vende a varejo o
Levonelle não alerta às
mulheres desta possibilidade.
O governo petista lança outra ameaça à
segurança familiar. O jornal Estado de São Paulo de hoje anúncio da intenção do
Ministério da Saúde de instalar máquinas para distribuição de camisinhas em
escolas abriu um debate entre pais, educadores e políticos. Há temor de que isso
estimule a iniciação sexual precoce dos adolescentes. Especialistas sugerem que
as máquinas sejam acompanhadas de educação sexual.
Coisa russa
O número de abortos
legais na Rússia ultrapassa o número de nascimentos, num país com uma das mais
liberais legislações sobre a interrupção voluntária da gravidez e que foi o
primeiro a legalizar a prática, em 1924.
Estatísticas de 2005 indicam que
o número de abortos em instituições médicas legais se situou entre os 1,7 e os
1,8 milhões.
No mesmo ano registaram-se entre 1,4 e 1,5 milhões novos
nascimentos.
Segundo a Lei sobre a Protecção da Saúde dos Cidadãos de 22
de Julho de 1993, praticamente não existem barreiras à realização de abortos na
Rússia.
Na Rússia, o aborto pode realizar-se até às 12 semanas de
gravidez a pedido da mãe, podendo esse prazo prolongar-se até às 22 semanas por
“razões sociais”, ou seja: «invalidez do marido, caso a mãe ou o pai se encontre
na prisão, desemprego, divórcio durante a gravidez, falta de
habitação”.
É um projeto parecido que os petistas querem aprovar aqui no
Brasil...
Aborto
educacional
Tem tudo para acabar na Polícia e na
Justiça uma atitude arbitrária da direção de uma unidade da Rede Objetivo de
ensino que se recusa a aceitar a rematrícula de uma aluna da sexta série, só
porque houve uma briga pessoal entre o diretor do colégio e mãe da aluna de 11
anos de idade.
O Ministério da Educação já investiga por que ocorreu o
cancelamento de matrícula, de forma unilateral e inexplicável, pela direção do
Colégio, na Grande São Paulo, cuja escola faz parte da rede comandada pelo
empresário João Carlos Di Gênio.
O flagrante crime educacional chegou ao
conhecimento do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), cuja equipe deverá cobrar do MEC
uma ação oficial e imediata, para que a criança não seja prejudicada, pois suas
aulas já começaram.
Omissão
inaceitável
A escola corre o risco de ser processada com
base no Estatuto da Criança e do Adolescente, por causar constrangimento ilegal
à menina.
A mãe denuncia a inoperância do Conselho Tutelar em resolver o
caso, porque a responsável pelo CT insiste em aguardar a resposta a um ofício
encaminhado à escola para tomar alguma providência.
O Ministério Público
igualmente se omitiu no caso, porque a Promotoria entende, equivocadamente, que
só deve cuidar de assuntos relativos à rede "pública" – e não do interesse
lesado de uma criança que estude em escola particular.
Bolso do deputado a perigo
A
qualquer momento o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão Preto, Júlio
César Spoladori Dominguez, pode julgar pedido de liminar do Ministério Público
Estadual pedindo o bloqueio de bens de Antonio Palocci Filho, ex-ministro da
fazenda e hoje tomando posse como deputado federal pelo PT.
A promotoria
ingressou ontem com uma ação civil por improbidade administrativa contra Palocci
e pediu o seqüestro de seus bens através de liminar.
A acusação aponta 12
supostas irregularidades durante sua gestão como prefeito de Ribeirão Preto, no
interior de São Paulo, em 2002.
Má
gestãoPara os promotores, a prefeitura de Ribeirão Preto
chegou "a situação de extrema dificuldade financeira" por causa "dos desmandos
praticados".
Os promotores denunciam que a marca da gestão Palocci em
Ribeirão foi "a incúria, a irresponsabilidade administrativa e o absoluto
descaso com o dinheiro público".
Os promotores sustentam que o
ex-prefeito deixou R$ 10 milhões em caixa, com dívidas a curto prazo de R$ 40
milhões.
Novo inimigo do governo
petista
O governo Lula, cujo lema agora é “ou vai, ou
racha”, acaba de rachar com um poderoso parceiro, que se transforma no mais
poderoso inimigo dos petistas.
O governo decidiu romper o contrato com o
Bradesco e assumir o Banco Postal.
O ministro das Comunicações, Hélio
Costa, informa que o banco será assumido pelos Correios e o Bradesco será
indenizado.
Em 2005, denúncias de corrupção nos Correios motivaram uma
CPI. E agora, vão dar em quê?
Perderam, Bispos
O Ministério das
Comunicações cancelou a autorização para a Ivanov Comunicação, ligada à Igreja
Renascer, operar como retransmissora de TV.
O dono da Ivanov e os
fundadores da Renascer, processados nos EUA, respondem por falsidade
ideológica.
A Bispa Sônia e o Apóstolo Hernandez sofrem mais uma divina
derrota...
Pobres
assalariados
O Conselho Nacional de Justiça manteve, por
10 votos a 4, o teto salarial do Judiciário estadual em R$ 22.100.
O
Conselho considerou que as gratificações fazem parte do salário.
Agora,
os tribunais estaduais vão recorrer ao STF para ganhar um pouco
mais.
Coitados dos nossos magistrados que ganham tão
pouco...
Ao vencedor, as batatas
podres
A disputa por cargos na cúpula da Câmara - que
escolhe hoje seu presidente entre os deputados Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que tenta
a reeleição, Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Gustavo Fruet (PSDB-PR) - levou 16 dos
20 partidos a formar três grandes blocos.
PT e PMDB, lideraram a formação
de um inédito megabloco, reunindo 273 parlamentares -mais da metade da
Casa.
O objetivo é tentar controlar seis dos 11 cargos na Mesa Diretora,
além de 11 das 20 comissões.
Blocos
oportunistas
O maior dos blocos formado por partidos da
base governista - PMDB, PT, PP, PR, PTB, PSC, PTC e PTdoB -, que reúne 273
parlamentares, garante ao Planalto maioria absoluta na Casa.
O blocão
apóia a candidatura de Arlindo Chinaglia (PT-SP), que pode até ser eleito em
primeiro turno de votação.
Apesar da vantagem do petista, o cenário ainda
é incerto e ele pode ter de disputar o segundo turno, provavelmente contra o
também governista Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que é apoiado pelo menor bloco,
integrado por PCdoB, PSB, PDT, PCdoB, PAN, PMN e PHS, somando 70
deputados.
O terceiro bloco reúne os maiores partidos de oposição, PSDB,
PFL e PPS, e conta com 153 parlamentares, mas está dividido na
eleição.
Os tucanos e o PPS apóiam Gustavo Fruet (PSDB-PR), enquanto os
pefelistas estão com Aldo.
Quem tem
tem medo
O temor da rejeição ao PT num eventual segundo
turno da disputa à presidência da Câmara levou o candidato Arlindo Chinaglia
(PT-SP), ontem, a jogar todas as fichas na tentativa de liquidar a fatura na
primeira etapa das eleições de hoje.
Num movimento arriscado em nome de
acordos políticos, os petistas abdicaram do direito de escolher dois dos sete
cargos na mesa diretora.
No segundo turno, eles temem uma reação
anti-petista, cujo efeito é imprevisível.
Jogadas dos quase perdedores
Para
conseguir levar a disputa ao segundo turno, Aldo Rebelo aposta na dissidência
dos partidos que apóiam Chinaglia.
Conquistou os votos do PDT e tenta
manter a adesão do PFL, que tem uma bancada de 65 deputados.
Já o
candidato da oposição, Gustavo Fruet, se lança para conquistar adesões
individuais de parlamentares na retal final.
O tucano reclama que a
formação de blocos nas candidaturas de Chinaglia e Aldo é um sinal de
fragilidade na base governista.
Chavismo á vista
Reforçadas com o
troca-troca partidário desde as eleições de outubro, as 11 siglas da base aliada
têm 69% dos deputados que assumem hoje na Câmara.
Desta forma, o governo
tem voto suficiente até para mudar a Constituição.
Qualquer semelhança
com o que ocorre na Venezuela, cujo Congresso ontem deu plenos poderes a Hugo
Chávez para implantar seu “socialismo” não é mera
coincidência.
Benção do
ComandanteÀs vésperas de assumir seus super poderes
políticos, Hugo Chávez fez uma visitinha, domingo, ao Comandante Fidel Castro,
que comanda o Foro de São Paulo, e que é controlado e financiado pelos esquemas
da nobreza econômica européia.
Na primeira aparição oficial em público de
Fidel, apesar da maquiagem editorial, o ditador cubano demonstra que seu estado
de saúde é frágil.
Mas a imagem indica, pelo menos, que ele e seu pupilo
Chávez estão cada dia melhores de marketing.
Jogando nosso dinheiro fora
Os
banqueiros internacionais e os nacionais fazem a festa e comemoram à
vontade.
Nos quatro anos do primeiro mandato do presidente Lula, o país
gastou R$ 590,6 bilhões em pagamento de juros da dívida.
O valor foi bem
maior do que os R$ 330,9 bilhões obtidos com o superávit primário (receitas
menos despesas antes da quitação de juros).
O total despendido com os
encargos da dívida supera em quase R$ 90 bilhões os investimentos previstos no
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para o segundo mandato de Lula, até
2010.
Para quem vai essa economia
inútil?O setor público brasileiro cumpriu a meta de
superávit primário de 2006, com economia de R$ 90,1 bilhões para pagamento de
juros da dívida interna.
A economia inútil vai para os grandes bancos,
que engordam seus lucros recordes, mandando na política monetária e ditando as
ordens no Banco Central.
O valor do superávit representa 4,32% do Produto
Interno Bruto, pouco mais do que os 4,25% exigidos pela Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO).
Estados e municípios tiveram superávit maior do que
o esperado, 1,2% do PIB e isso compensou a menor economia feita pelo governo
federal e suas empresas estatais, que atingiu 3,11% do PIB.
Manipulando números
Pela primeira
vez, o governo central precisou recorrer aos mecanismos previstos pelo PPI
(Projeto Piloto de Investimentos) para cumprir sua parte no ajuste
fiscal.
No ano passado, o conjunto formado por Tesouro Nacional, Banco
Central, Previdência e estatais federais deveria ter economizado R$ 65,1 bilhões
para pagar juros da dívida pública.
Só que, com o aumento de gastos, o
superávit foi de R$ 64,9 bilhões.
As correções salariais concedidas a
servidores públicos e o reajuste do salário mínimo aumentaram os gastos além do
previsto.
Alegria dos banqueiros
internacionaisAs aplicações estrangeiras em títulos
públicos, que o governo petista isentou de pagamento de imposto de renda,
chegaram a um saldo de R$ 28,8 bilhões em dezembro.
Houve um crescimento
de 343% sobre dezembro de 2005, segundo o Tesouro Nacional.
O Tesouro
confirmou a intenção de emitir novo título da dívida externa em reais, com prazo
(ainda indefinido) de 20 ou 30 anos.
Semelhanças
Indagaram qual seria a
diferença entre Político e Ladrão?
Um gaiato respondeu
prontamente:
"
Após longa pesquisa, cheguei a seguinte conclusão.
A diferença é que, um eu escolho, o outro me
escolhe".
Vida que
segue...Fiquem com
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