Grupos

Investimento de R$ 3 milhões oferece educação de primeiro mundo para crianças carentes



Deivid está entusiasmado: ''Acho esta escola mais bonita, dá vontade de estudar''
Fotos: César Augusto

Os 180 alunos foram selecionados entre as famílias mais pobres do município


As religiosas pretendem manter a escola sozinhas: ''Se não, vira política'', explica irmã Jacira


Todos os funcionários e professores da instituição foram contratados no próprio município
O sacrifício é uma forma de devoção que pode gerar grandes frutos. Foi o que provaram as irmãs do Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. Com uma vida reclusa, sem vaidade e despesas mínimas, elas reúnem praticamente toda a renda mensal em um fundo único. Com esse dinheiro, R$ 2,9 milhões, conseguiram construir uma imponente escola em Florestópolis. As obras começaram no ano passado, e levaram dez meses. A cidade foi escolhida devido à baixa condição social de boa parte das famílias, que sobrevivem do trabalho nos canaviais.

Denominada Centro Integrado de Educação Sagrado Coração (Ciesc) Escola Social Clélia Merloni, a instituição tem 3 mil metros quadrados de construção, com 13 salas de aula, amplo pátio coberto, anfiteatro para 300 pessoas, capela, biblioteca, laboratórios, sala de artes, banheiros e rampas para cadeirantes. A quadra de esportes está em fase de finalização, e também está sendo construída uma residência para as irmãs, de 507 metros quadrados. Os R$ 2,9 milhões foram gastos apenas na construção da escola, sem contar todos os equipamentos para laboratório, computadores, carteiras, mesas, estantes da biblioteca e outros.

Na escola, as crianças têm acesso a toda a estrutura de um colégio particular, com a diferença de que é tudo gratuito, e direcionado justamente aos alunos que não teriam condições de pagar por tanto conforto. ''Nosso objetivo é atender à população de baixa renda, visando o bem da comunidade'', explica a irmã Anélia Bernardt, diretora administrativa da escola, lembrando que, apesar de ser católica, a escola atende também alunos de outras religiões. As aulas já começaram no dia 14, mas a inauguração oficial será no próximo dia 8.

Uma assistente social do município ficou encarregada de selecionar as crianças mais carentes para frequentar a escola, que hoje tem cerca de 180 alunos, divididos em oito salas de 1 à 4 série. Na instituição, as crianças têm merenda e livros didáticos gratuitos. ''Além disso, a partir de março, vão começar os projetos de informática, pintura, teatro, dança, coral, ginástica rítmica, esportes e apoio pedagógico, no período da tarde'', adiantou a irmã Jacira de Fátima Baldin, diretora pedagógica. As irmãs também pretendem criar um clube de mães, cedendo um espaço para que elas possam fabricar e comercializar artesanato.

As freiras ainda não têm uma previsão de qual será o montante total de despesas de manutenção, mas garantem que a escola social não vai receber nenhum tipo de verba governamental. ''Se não, viraria política, e não filantropia'', justifica irmã Jacira. Apenas o terreno para a construção foi doado pela prefeitura, que contribuiu também com parte do dinheiro para o asfalto, que deve ficar pronto em 60 dias.

A parceria com o município vem desde o ano passado. Antes de construir a sua escola, as irmãs pagavam o aluguel de uma outra escola de ensino fundamental, fechada em 2007. ''Também estamos estudando uma parceria com o município para oferecer educação de jovens e adultos (EJA) à noite, e cursinho pré-vestibular a partir do segundo semestre'', adianta Jacira.
Colégio abriu oportunidades de trabalho Para os alunos, estudar em uma estrutura nova e com um conforto que muitas vezes não encontram nem em suas próprias casas tem sido um incentivo para comparecer às aulas. As orientações de higiene pessoal, disciplina e cuidado com as coisas também têm contribuído para criar um vínculo maior com a instituição. ''Gosto de escovar os dentes'', comenta Lidiane, 6 anos. ''Acho esta escola mais bonita, dá mais vontade de estudar. A outra onde eu estudava era feia'', revela Deivid, de 10 anos. ''Aqui é limpinho!'', exclama Edna, 10 anos.

''Meus filhos estão gostando mais de estudar nessa escola, que é mais perto. Eles não perdem nem um dia. A escola é muito boa, toda organizada'', observa Rosângela Barbosa, que, como tantos outros por ali, trabalha no corte de cana. ''Não sei ler, nunca estudei, depois de velha não dá mais. Por isso acho importante eles irem pra escola. É muito ruim crescer sem estudo.

Como o objetivo das freiras era de ajudar a comunidade local, na hora de contratar professores e funcionários, elas deram prioridade para os moradores da cidade que estavam desempregados. Foi assim com todos os 12 professores, que passaram inclusive por uma semana pedagógica em Curitiba antes do início das aulas. ''Tínhamos formação, mas não um espaço para trabalhar'', lembra a professora Regilandia da Rocha Petile. Regilandia já tinha trabalhado em escola estadual, e afirma que não há como comparar a diferença de ambiente na nova escola. ''É bem mais agradável, nós nos sentimos mais motivados, e os alunos também.''

Os 12 auxiliares de serviços gerais e administrativos também eram pessoas que não conseguiam encontrar emprego, principalmente por falta de experiência e qualificação. Mas não por falta de vontade, como garante Ondina Geafelice, 48 anos, que era cortadora de cana antes de se tornar uma das merendeiras da escola. Ela conta que precisava sair às 4 horas da manhã de casa para ir aos canaviais. Como o salário era por produção, era preciso ralar muito para ganhar R$ 700 mensais, e esse dinheiro precisava ser bem administrado, já que, para esses trabalhadores, só há serviço durante seis meses por ano.

''Trabalho desde os sete anos de idade, comecei como empregada doméstica. E, comparando, aqui é um sonho, parece o céu'', comenta, revelando ainda que sonhava em trabalhar em uma escola faz 26 anos. ''Deus preparou tudo'', reconheceu, acrescentando, cheia de orgulho, que tem uma filha que pretende se tornar freira e hoje mora em um convento.

A zeladora Ângela Maria dos Santos, 38 anos, é outra que trabalhava cortando cana e ganhou uma oportunidade na escola. ''Já tinha tentado emprego de várias formas, e nunca me deram uma chance. Agora estou dando o melhor de mim, e estou adorando. Tenho mais tempo para ficar com os filhos, cuidar da casa e estudar'', conta Ângela, que ainda faz curso técnico de administração em Porecatu. (A.I.)

Links 1

08:37 @ 02/03/2008

O historiador
franco-americano Jacques
Barzun<http://en.wikipedia.org/wiki/Jacques_Barzun>


*AQ: Who are your favorite historians, past and present? Are there
particular works you found formative and would recommend?
*
*Barzun: **Burckhardt*
<http://en.wikipedia.org/wiki/Jacob_Burckhardt>*'s*History of the
Renaissance
*was the formative work. Then
**Macaulay*<http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Babington_Macaulay,_1st_Baron_Macaulay>
*; **Michelet* <http://en.wikipedia.org/wiki/Jules_Michelet>* (in parts); **
Carlyle* <http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Carlyle>*;
**Hegel*<http://en.wikipedia.org/wiki/Georg_Wilhelm_Friedrich_Hegel>
* and **Nietzsche* <http://en.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche>*, for
their theories on the subject; **Henry
Adams*<http://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Brooks_Adams>
*; **Prescott* <http://en.wikipedia.org/wiki/William_H._Prescott>*;
**Webb*<http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Prescott_Webb>
*; and the unjustly maligned **James Anthony
Froude*<http://en.wikipedia.org/wiki/James_Anthony_Froude>
*.*

Link para as dicas do Olavo.

08:40 @ 02/03/2008

Monstros

08:55 @ 02/03/2008

Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 28 de fevereiro de 2008

 

Para os comunistas e seus bajuladores, a morte de uns 400 terroristas, durante o regime militar brasileiro, foi algo de incomparavelmente mais grave, mais revoltante, mais intolerável do que a matança de 75 milhões de civis chineses pela ditadura de Mao Dzedong, de 20 milhões de russos pelo governo soviético ou de 3 milhões de cambojanos pela quadrilha de Pol-Pot. Claro, os comunistas são diferentes de nós. Segundo Che Guevara, são "o primeiro escalão da espécie humana". Se você mata um deles, mesmo em defesa própria, é crime hediondo. Se ele mata 100 mil de nós, desarmados e amarrados, torna-se um herói, que é como o senhor Mino Carta define Fidel Castro.

Protestando contra a comparação quantitativa entre a ditadura brasileira e a cubana, que o colunista Reinaldo Azevedo faz na última Veja, Gerald Thomas vocifera seu sacrossanto horror à contagem de cadáveres e em seguida se põe a contá-los por sua vez, acusando os militares brasileiros pela "perda da vida de milhares, digo, milhares de vidas inocentes". Primeiro, não eram inocentes: eram guerrilheiros armados, que só começaram a morrer depois de estourar com bombas dezenas de civis (estes sim, inocentes). Segundo: não foram milhares, foram quatro centenas na mais hiperbólica das hipóteses, jamais submetida a revisão crítica. Para Gerald Thomas, números são um expediente retórico desonesto quando verdadeiros: só os falsos são argumentos honrados.

Sinceramente, já estou velho demais para continuar fingindo que indivíduos capazes de julgar seus semelhantes com um critério tão desproporcional, tão disforme, tão manifestamente iníquo, sejam pessoas normais e decentes com quem eu não tenha senão divergências filosóficas. Esses sujeitos são doentes, são sociopatas perigosos, incapazes de olhar para os discordantes sem antever, com sádica alegria, o cadáver do "inimigo de classe" girando no espeto como um frango no forno da História.

Eis alguns - só alguns - dos objetivos proclamados abertamente pelos líderes e mentores comunistas:

1. Karl Marx: extermínio de classes sociais inteiras e de uns quantos "povos inferiores" (sic).

2. V. I. Lênin: terrorismo sistemático como fórmula de governo.

3. Leon Trotsky: militarização completa do trabalho industrial e agrícola. Supressão da liberdade de escolher emprego.

4. Stálin: "Morte aos pequenos proprietários rurais. Ódio e desprezo aos que os defendem" (sic).

5. Che Guevara: Treinar os militantes para que se tornem "eficientes e frias máquinas de matar" (sic).

Notem bem: não são crueldades impremeditadas, sobrevindas no calor da batalha. São intenções declaradas.

Como é possível que alguém em seu juízo perfeito considere o comunismo um belo ideal humanitário, que um acaso infeliz desviou de seus altos propósitos?

Foi só por um desejo insano de enganar-se retroativamente a si próprios que muitos comunistas, depois da morte de Stálin, começaram a espremer seus cérebros para explicar como o regime dos seus sonhos pudera "degenerar" em tanta violência e maldade. Não era degenerescência: era a execução racional e bem sucedida de planos traçados com muita antecedência - desde Marx - e levados à prática com a frieza metódica de uma obra de engenharia.

Fidel Castro, Guevara, Pol-Pot, Lênin, Stálin, Trótski, Marx - quem quer que escreva uma só palavra em favor desses monstros é seu semelhante, distinguindo-se deles em tamanho apenas, não em qualidade. Ainda que por covardia ou falta de ocasião não venha a realizar pessoalmente seus desígnios macabros, não esconde sua admiração por quem os realiza. E depois ainda se faz de horrorizado ante quem cometeu crimes incomparavelmente menores, se é que é crime apelar à violência para deter um genocídio anunciado e já em fase avançada de execução.

Assine e divulgue

09:12 @ 02/03/2008

O link abaixo é o do abaixo-assinado online em favor da vida humana e de sua dignidade, desde a concepção.

http://www.petitiononline.com/vidasim/petition.html

Precisamos muito de sua assinatura e de todos os seus amigos.

Por amor à vida e para influenciar o Supremo Tribunal  Federal, assine e divulgue.

O Dalai-Lama adere

18:29 @ 18/03/2008

Olavo de Carvalho
O Globo, 14 de junho de 2003

 

“O sistema do marxismo é fundado em princípios morais, enquanto o capitalismo só está relacionado a ganho e rentabilidade... Não considero a ex-URSS, ou a China, ou mesmo o Vietnã, verdadeiros regimes marxistas... Penso que [sua] falha principal é que eles colocaram muita ênfase na necessidade para destruir a classe governante, na luta de classe, e isto encoraja o ódio e negligencia a compaixão... Penso em mim como meio marxista, meio budista.”

Tenzin Gyatso, o Dalai-Lama, pode imaginar-se o que bem entenda, ou metade do que bem entenda, mas, para mim, a partir dessa declaração, é impossível não pensá-lo como meio mentiroso, meio idiota. O sujeito está exilado há cinqüenta anos e ainda mente em favor da ideologia que o expulsou, que matou um milhão de seus compatriotas e que fez tudo para destruir a tradição budista no Tibete.

Nesse breve parágrafo, que reproduzo da página budista http://www.geocities.com/sakyabr3/diretorios.html, S. Santidade acrescenta à intrujice histórica a absurdidade lógica para dar o beneplácito da sua autoridade espiritual (supondo-se que ela ainda exista depois disso) à maior fraude ideológica de todos os tempos: a campanha mundial para branquear a imagem do marxismo, desvinculando-o de qualquer responsabilidade pelos regimes genocidas que criou (v. Jean-François Revel, “La Grande Parade”).

Quem quer que tenha lido Karl Marx e os teóricos do liberal-capitalismo sabe que, nestes últimos, as preocupações morais vêm em primeiro lugar, enquanto naquele estão ausentes por completo. De John Locke a Bertrand de Jouvenel, de Adam Smith a Alain Peyrefitte, de Aléxis de Tocqueville a Russel Kirk, a justificação do capitalismo é de ordem essencialmente moral. Já Marx não esconde seu desprezo por leis morais de qualquer espécie, às quais nega toda substancialidade, fazendo delas meras superestruturas da economia, isto é, discursos de legitimação do interesse de classe, seja escravista, feudal, burguês ou proletário. Só o que Marx alega contra o capitalismo é que, a partir de um certo ponto, ele freia o desenvolvimento dos meios de produção que ele próprio criou, isto é, se torna improdutivo. Não é um argumento moral, é econômico, histórico e técnico. Ademais, é falso: o que freia o desenvolvimento das forças produtivas é a burocracia estatal socialista (que o digam nossos 41% de impostos).

Para piorar as coisas, o apelo ao genocídio como meio razoável de ação revolucionária está nos próprios escritos de Marx e não é de maneira alguma um desvio posterior. Entusiasta da seleção darwiniana, Marx achava lógico e desejável que, na transição revolucionária, o socialismo eliminasse “uns quantos povos inferiores” (sic), especialmente orientais. O destino dos seguidores de S. Santidade já estava claramente anunciado nessas palavras.

Longe de ter-se afastado de Marx para aderir a um maquiavelismo cruel, foram seus seguidores e discípulos tardios que, encabulados com o ostensivo amoralismo do mestre, maquiaram suas palavras para lhes dar um aparente sentido sentimentalóide, humanitário, até cristão (v. Erich Fromm, “O Conceito Marxista do Homem”; Roger Garaudy, “Perspectivas do Homem”). Para esse fim, escavaram textos de juventude que pareciam ter um vago sentido de revolta contra o mal -- mas, prudentemente, mudaram de assunto quando começaram a aparecer poemas de satanismo explícito nos quais o jovem Marx se revelava ainda mais malicioso e torpe que o Marx adulto (v. Richard Wurmbrand, “Marx e Satã”).

S. Santidade, na ânsia louca de embelezar o marxismo, não se limita a isentá-lo da responsabilidade pelas conseqüências de sua aplicação: limpa-o até mesmo de seu conteúdo teorético explícito, fazendo da luta de classes um acréscimo acidental posterior, quando ela é o núcleo essencial, o centro mesmo da teoria marxista. Marxismo sem luta de classes é a geometria de Euclides sem pontos, retas e planos.

Dizer que os regimes da URSS, da China e do Vietnã se afastaram do marxismo ao concentrar-se na luta de classes é o mesmo que dizer que Fernandinho Beira-Mar se afastou do narcotráfico ao comprar cocaína das Farc. É o nonsense completo, que um conhecedor da matéria não tem o direito de proferir nem mesmo em estado de embriaguez.

Não faltará quem explique as palavras de S. Santidade por um desejo patriótico de acalmar a sanha do invasor chinês. Mas, nesse caso, elas valem tanto quanto as dos cardeais alemães que faziam discursos pró-nazistas sob a desculpa de amansar o Führer (v. Eric Voegelin, “Hitler and the Germans”).

Também não faltará quem, jamais tendo dado um pio contra a perseguição antibudista no Tibete, se faça de escandalizado com a dureza desta minha crítica ao líder dos budistas -- como se lembrar seus deveres a uma autoridade espiritual relapsa fosse crime maior do que matar um milhão de seus discípulos.

Mas, no fundo, não estranho que até o Dalai-Lama acabe por se prosternar aos pés do Grande Satã comedor de monges. Afinal, a CNBB não faz o mesmo? Igrejas evangélicas inteiras não se aliaram ao partido que defende as Farc? Cardeais e pastores não acorreram às ruas, em massa, para proteger o monstruoso regime de Saddam Hussein?

O Evangelho não estava brincando quando anunciava que o reino da mentira arriscaria seduzir até os eleitos.

***

Cada vez mais me espanto com a duração sem fim do silêncio nacional em torno da obra de J. O. de Meira Penna. É um escritor maravilhoso, divertido, sábio e cheio de vida. Da “Psicologia do Subdesenvolvimento” até o mais recente “Da Moral em Economia”, nunca li uma linha dele que não me parecesse merecer a atenção de todos os intelectuais do país. Eles é que não têm sabido merecê-lo.

É preconceito esquerdista, dirá o leitor. Mas, no Brasil, esquerdismo e preconceito são a mesma coisa. O cardápio de leituras da esquerda nacional é limitado por uma dieta rigorosa, calculada para excluir qualquer possibilidade de contaminação por idéias que, assim, se tornam tanto mais fáceis de odiar quanto menos conhecidas.

Rome, Mar. 17, 2008 (CWNews.com) - The Vatican is negotiating with the government of Saudi Arabia to allow construction of a Catholic church in that country, Vatican Radio reports.

Islam is the state religion of Saudi Arabia. The government has not allowed the construction of any non-Muslim place of worship. No religion other than Islam is allowed to schedule public services, and even the possession of Bibles, rosaries, and crucifixes is forbidden.

While it is home to 800,000 Catholics-- virtually all of them foreign workers-- Saudi Arabia is the only country on the Arabian Peninsula without a Catholic church. However King Abdullah has now given his support to the drive for construction of a Catholic church.

Saudi Arabia does not have formal diplomatic relations with the Holy See. But in November 2007, King Abdullah became the first reigning Saudi monarch ever to visit the Vatican. Commenting after his meeting with Pope Benedict XVI (bio - news), Vatican officials had confirmed that the Pontiff pressed for permission to open a Catholic church in Saudi Arabia.

Vatican diplomats have long argued that Islamic states should practice reciprocity in recognizing the religious freedom of their Christian minorities, just as the predominantly Christian states of Europe recognize the rights of Muslims. The city of Rome, for example, has allowed construction of one of Europe's largest mosques.

Father Federico Lombardi, the spokesman for the Holy See, said that opening a Catholic parish in the Islamic land would be "a historic achievement" for religious freedom and a major step forward for inter-religious dialogue.

The apostolic nuncio to Kuwait, Qatar, Yemen, the United Arab Emirates, and Bahrain, Archbishop Paul-Mounged El-Hachem, is reportedly the lead Vatican negotiator in talks with Saudi officials.

http://www.cwnews.com/news/viewstory.cfm?recnum=57276


 

DHARAMSALA, Índia, 18 Mar 2008 (AFP) - O dalai-lama afirmou nesta
terça-feira que a situação no Tibete escapa de seu controle e ameaçou
renunciar à função de líder espiritual dos tibetanos se a situação no
território piorar, em uma entrevista coletiva em Dharamshala (norte da
Índia), onde vive exilado desde 1959.

"Se as coisas escaparem do controle, a opção é renunciar", declarou à
imprensa, lembrando que já havia feito a promessa de deixar o posto
durante ondas de violência precedentes.

"Este movimento escapa do nosso controle", acrescentou.

O dalai-lama disse ainda não estar em condições de dizer aos tibetanos
que vivem sob o regime chinês que "façam isto ou aquilo".

A China afirmou nesta terça-feira ter provas de que as revoltas em
Lhasa na semana passada foram "estimuladas e organizadas pelo grupo do
dalai-lama" e pediu mais uma vez que o líder espiritual renuncie à
independência do Tibete.

"Temos as provas, e os fatos demonstraram que estes incidentes foram
estimulados e organizados pelo grupo do dalai-lama", afirmou o
primeiro-ministro chinês Wen Jiabao.

Em um sinal de aparente abertura, o líder tibetano convidou as
autoridades chinesas para uma reunião com ele para investigar as
acusações.

"Venham, por favor, investiguem os fatos. Os chineses podem vir e
inspecionar tudo", disse.

Na mesma entrevista, o dalai-lama, 72 anos, afirmou que chineses e
tibetanos devem viver "lado a lado" e descartou nesta terça-feira
incluir na agenda de eventuais discussões com a China a reivindicação
de independência do Tibete.

"Temos que construir boas relações com os chineses", disse o líder
espiritual do budismo tibetano à imprensa em Dharamsala.

"A respeito da violência, é algo ruim. Não devemos desenvolver
sentimentos antichineses. Temos que viver juntos, lado a lado",
acrescentou.

"A independência é algo fora de discussão", completou.

O dalai-lama adotou a visão, chamada de intermediária, que consiste em
pedir uma simples autonomia cultural para o Tibete.

"Não cometam atos de violencia, é ruim. A violência é contrária à
natureza humana. A violência é quase um suicídio. Mesmo que mil
tibetanos sacrifiquem suas vida, não servirá para nada", declarou.

"Se as paixões se acalmarem dos dois lados, poderemos trabalhar",
concluiu.

A revolta em Lhasa contra a presença chinesa no Tibete deixou 13
mortos desde sexta-feira, segundo o balanço oficial de Pequim. Os
tibetanos no exílio falam de 100 mortes.

Esse vídeo é muito engraçado

18:34 @ 18/03/2008

Esse vídeo é muito engraçado
 
http://www.youtube.com/watch?v=b0HzklJkfNA

New York and the Famine

18:38 @ 18/03/2008

By PETER DUFFY
March 17, 2008

On this St. Patrick's Day, Ireland is peaceful and prosperous. The
animosities of the past will have little bearing on the great parade
that travels up Fifth Avenue in Manhattan. The so-called Celtic Tiger,
with its cubs more interested in the strength of the euro than the
durability of sectarian differences, appears to have entered a new era
in its history.

Perhaps then, on this day of all days, the Irish Catholics of New York
should do something that would've been unthinkable even a few years
ago: raise a toast to the Protestants.

I am referring to the Protestants of New York City and their actions
during the winter of 1847, an unjustly forgotten episode in the Irish
history of this city.

In late 1846 and early 1847, word began to reach the Manhattan docks
that Ireland's potato crop, vital for the survival of millions of
Irish, had failed for the second time -- initiating a food crisis
unprecedented in that nation's history. Among those stunned by the
onset of famine was the city's WASP establishment, which had been far
from friendly to the rising numbers of Irish Catholics who had arrived
here over the previous decades. The current antipathy toward illegal
immigrants from Mexico pales in comparison to the vicious, nativist
sentiment targeting the Irish during the 1830s and 1840s.

Yet on Monday evening, Feb. 15, 1847, a large crowd gathered at the
Broadway Tabernacle, a Congregationalist church on Worth Street. They
were there "for the purpose of affording relief of the Irish people,"
according to an account in the Freeman's Journal and Catholic
Register, an Irish Catholic newspaper published in New York.

John A. King, a former state assemblyman and future governor, called
the meeting to order and nominated a slate of presiding officers that
represented the cream of New York society. Included were shippers,
merchants, clergymen and bankers, esteemed figures with names like
Astor, Livingston and Havemeyer. A former state assemblyman and
senator named Myndert Van Schaick, a member of one of New York's
oldest Dutch families, was nominated as president.

Van Schaick then addressed the crowd, "one of the largest assemblages"
ever congregated at the Tabernacle, according to the newspaper. "The
extent of the calamity that has befallen the Irish is not yet known,"
he said. "It may be truly said that a whole nation is in danger of
starvation." He invited the public to donate to the new organization's
relief fund.

After a number of resolutions were passed -- one noted that
differences in "customs" or "creed" do not "absolve us from the duties
of common brotherhood" -- the pulpit was opened to speakers. Rev.
Jonathan Wainwright of St. John's Episcopal Chapel, a future bishop,
read several passages from foreign newspapers describing the
sufferings in Skibbereen, County Cork, which had become infamous for
the plight of its poor. He insisted that he did not attend the meeting
to "speak of modes of faith," but to urge his fellow citizens to
"share our loaf" and "contribute liberally from our ample store."

Charles King, a merchant, attorney and newspaper editor who would
later become president of Columbia University, asked the audience "to
come forward . . . without distinction of sect or party to aid in the
cause of suffering humanity." Even a few shillings, he said, "would
save thousands and thousands of famishing poor."

As subsequent editions of the Freeman's Journal and Catholic Register
show, the response was impressive. Within a month, the local famine
relief committee reported that it had collected ,061.49, the
equivalent of more than

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.5 million in today's money. New Yorkers of
all backgrounds contributed to the fund -- everyone from John Jacob
Astor (0) to "a few poor Christians in Brooklyn" (), from the
Benevolent Society of Operative Masons (0) to the Elm Street
Synagogue (0). But considering Ireland's scarred history, the
Protestant response is perhaps most noteworthy.

It appears that every minister in town sought donations from the
pulpit. The list of churches that gave is impressive: Norfolk Street
Methodist, the Reformed Dutch Church at the corner of Greene and
Houston, the Church of the Ascension on Fifth Avenue, Trinity
Episcopal, the Second Wesleyan Chapel on Mulberry Street, Duane Street
Presbyterian, St. Matthew's Episcopal Church on Christopher Street,
Mercer Street Presbyterian, Grace Church, and on and on.

Like many other areas of the country and world, the relief donations
in New York dried up as the Irish crisis dragged on for another three
years, exacerbated by further crop failures as well as disastrous
British relief policies. But this doesn't absolve New York's Irish
from recognizing the generosity shown to them by a historical enemy.
If nothing else, perhaps someone can name a pub after relief committee
president Van Schaick. Call it Myndert's.

Mr. Duffy's new book, "The Killing of Major Denis Mahon: A Mystery of
Old Ireland" (HarperCollins, 2007), is set during the Great Irish
Famine.

A DISCUSSÃO SOBRE OS EMBRIÕES

18:40 @ 18/03/2008

 

                                                          Dom Fernando Arêas Rifan*

                                                 

Procurarei, nesse artigo, sintetizar o que já foi dito a respeito por pessoas gabaritadas, centralizando a questão no seu ponto principal.

No processo que define a proibição ou não das pesquisas com células tronco embrionárias no país, o que  realmente está em discussão é se o embrião é ser humano ou é coisa. Se for coisa, então não merece respeito algum, pode ser manipulado, congelado ou destruído e pode ser usado como simples material biológico descartável. Mas se o embrião - óvulo de mulher fecundado por espermatozóide de homem, mesmo fora do útero materno - for um ser humano, então ele tem dignidade humana, não pode ser manipulado e instrumentalizado em pesquisas ou terapias.

Como se trata de um fato científico e não de um dogma religioso, se não queremos ouvir a Igreja, defensora da vida contra a cultura da morte que se quer instalar, ouçamos então a ciência:

Os tratados de Embriologia Humana afirmam que o início da vida humana se dá na concepção, ou seja, no exato momento da junção dos gametas feminino e masculino, fato já descrito pelo Pai da Embriologia Moderna, Karl Ernst vom Baer, em 1827. Recentemente, em setembro de 2006, no Congresso em Roma "Steam Cells: what future for terapy", mais de 300 cientistas de todo o mundo se posicionaram pelo respeito ao ser humano desde a concepção. Citamos o grande cientista Dr. Jérôme Lejeune, professor da universidade René Descartes, em Paris, descobridor da Síndrome de Dawn, que dedicou toda a sua vida ao estudo da genética fundamental: "Não quero repetir o óbvio, mas, na verdade, a vida começa na fecundação. Quando os 23 cromossomos masculinos se encontram com os 23 cromossomos da mulher, todos os dados genéticos que definem o novo ser humano estão presentes. A fecundação é o marco do início da vida. Daí para frente, qualquer método artificial para destruí-la é um assassinato."

O julgamento em andamento no Supremo Tribunal Federal sobre a permissão do uso de embriões humanos na pesquisa científica tem levado alguns a acusar a Igreja de obscurantismo e entrave da ciência. Mas a questão é de princípios, sobretudo éticos e morais, que não se discutem pelas conseqüências acidentais até prejudiciais que possam trazer. Não se mantendo os princípios, podem se seguir absurdos morais e sociais, embora não imediatamente.

O princípio primordial é que o fim não justifica os meios. Se não, caímos no maquiavelismo. Porque se o fim justificasse os meios, para sanar a pobreza de uma família numerosa poderíamos matar alguns filhos e melhoraríamos a economia doméstica, poderíamos matar muitos doentes incuráveis nos hospitais para dar lugar a outros pacientes curáveis, com atendimento de melhor qualidade. Nesse caso, os nazistas teriam razão em fazer experiências científicas nos que eles consideravam raças inferiores, em nome do progresso da ciência. Seria obscurantista quem protestasse contra o uso de seres humanos como cobaias para o progresso científico? Estaria entravando a ciência ou salvando a moralidade e a dignidade da pessoa humana?

O ser humano tem sua dignidade própria e não pode ser igualado aos animais irracionais. Se um cavalo fratura a perna poderá ser sacrificado, porque perderá sua utilidade e sofrerá em vão. O mesmo não podemos fazer com o ser humano, cuja dignidade não se mede pela sua utilidade, mas pela sua essência. E isso é lei moral natural e não religiosa.

Hoje se protesta contra o uso de ratos em experiências de laboratório, mas querem a aprovação do aborto e de experiências em embriões humanos, como cobaias. Protesta-se contra a matança das focas, das baleias e dos golfinhos. E devemos mesmo protestar. Mas e quanto à matança dos seres humanos inocentes? Terão menos valor?

No Brasil não há pena de morte para culpados de qualquer crime. Passará a haver então pena de morte para inocentes?

 

RESPONDENDO OBJEÇÕES.

 

Vamos agora responder aos argumentos mais comuns em favor da liberação das pesquisas em embriões humanos.

Alguém poderia objetar que a lei em discussão no STF prevê que os embriões liberados para a pesquisa seriam aqueles que estivessem congelados há pelo menos três anos e que tenham até 14 dias, fase conhecida como blastocisto -quando não há resquício de sistema nervoso no embrião. Portanto não seriam humanos ainda. Mas esse argumento de que esses embriões não são humanos porque não detêm células do tecido nervoso não convence, porque o sistema nervoso humano - que lá já estava embrionariamente, senão não se desenvolveria depois - realmente só se completa anos depois do nascimento, e nem por isso eliminamos nossos bebês recém-nascidos.

Alguns pesquisadores argumentam que, se a morte deve ser encarada como morte cerebral, o início da vida também deveria assim ser considerado. Mas uma coisa é um cérebro morto, portanto sem chances de viver, e outra é um cérebro ainda em embrião, com chances de viver após o desenvolvimento, o que é comprovado pela própria experiência.

O argumento de que não são humanos porque ainda não foram implantados e são chamados pré-embriões também não convence, porque não é o ambiente que o faz ser humano mas a sua essência. E ele não muda de essência ao ser implantado em um útero materno, dando origem a um bebê. Do mesmo modo a justificativa de que ainda não passaram pela fase de nidação, portanto não são ainda humanos, também não é convincente, pois um ser humano não perde sua identidade quando impedido de se alimentar.

Outros defendem a destruição de embriões humanos visando a possibilidade de uma vida digna para os que sofrem de doenças hoje incuráveis. Mas a limitação física não reduz a dignidade humana e o grau de drama de uma pessoa não é critério ético para acabar com uma vida alheia. Não se faz um mal para obter um bem.

Ademais, não há sequer um resultado positivo com pesquisas com células tronco embrionárias, ao longo dos últimos dez anos. Todas as tentativas, no mundo inteiro, só produziram teratomas, isto é, tumores Por outro lado, há inúmeros resultados positivos das pesquisas com células tronco adultas, que não apresentam objeções éticas. Então por que não usa-las, ao invés de tentar inutilmente usar embriões, dando vãs esperanças aos necessitados. A Igreja é a favor da cura dos que sofrem doenças hoje incuráveis, mas não em detrimento da dignidade humana e nem à custa da vida de outro ser humano, mesmo em formação.

Alguém poderia dizer que não estaríamos matando ninguém pois eles ainda não existiam. Talvez não vejamos isso a olho nu, mas num microscópio veríamos todos eles muito bem. Pois eles já existem, cada um com seu sexo, com sua cor de olhos e de cabelos, impressões digitais, tom de voz, tudo traçado em seus DNAs, únicos e pessoais. Se lhes fosse dada a oportunidade da gestação, não nasceria nenhum outro do que aquele que vimos anteriormente com apenas algumas células. Ele é único.

O cientista Oliver Smithies, prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 2007, objeta que se uma célula tronco embrionária é usada para terapia, aquele embrião não é morto, pois daria vida a outra pessoa.  Um verdadeiro absurdo ético e filosófico. Se assim fosse, poderíamos arrancar órgãos essenciais de pessoas vivas com saúde com a mesma desculpa de que continuarão vivas em outra pessoa.

Um senador, em defesa da pesquisa, usa o aparentemente poderoso argumento de que "saber em que momento surge a vida é questão científica e religiosa, mas saber quando a vida acaba é somente científico. E os cientistas afirmam que, depois que o embrião permanece congelado por três anos, é impossível que dali surja uma vida; se havia vida no momento da concepção, agora existe um ente morto. Não há, portanto, razão moral para considerar seu uso um atentado contra a vida".

A melhor resposta a esta e a todas as objeções e argumentos em favor da utilização de embriões congelados em pesquisas de laboratório como cobaias, foi dada pela notícia publicada em primeira página da Folha de São Paulo de 10/3/2008: "Embrião congelado por 8 anos produz bebê". Trata-se do menino Vinicius Dorte, filho de  Maria Roseli Monteiro Rocha, de 41 anos, e de Luiz Henrique Dorti, 40, agora já com seis meses de idade, sadio, que seria candidato à destruição pela Lei de Biossegurança: pelos critérios dessa lei em julgamento, que considera inviáveis os embriões congelados há três anos, Vinicius seria indicado para pesquisas com células tronco embrionárias.

Até agora ele é o brasileiro que mais tempo passou congelado para poder finalmente ver a luz do sol. E a cada dia aumenta o número de crianças que se ajuntam a ele. Gerard, por exemplo, era um embrião congelado havia sete anos, quando foi implantado no ventre de Eva Tarrida, mulher espanhola de 41 anos. A salvação de Gerard foi um projeto da clínica Marqués (Barcelona, Espanha), que visa unir mulheres que desejam ter filhos com embriões produzidos a mais em processos de fertilização in vitro e rejeitados pelos pais "naturais" -logo, destinados à destruição e à morte.

Um dos mais ferrenhos defensores da pesquisa com embriões, o cientista Robin Lovell-Badge, teve de admitir que o único modo de averiguar a morte e, portanto, a inviabilidade de um embrião, é transferi-lo para seu ambiente ideal, o útero, pois já ocorreu que embriões julgados inviáveis em laboratório se desenvolvessem no ventre materno e nascessem. A imprensa internacional relatou, inclusive, nascimentos fruto de embriões congelados por mais de 11 anos. Laina Beasley, norte americana, por exemplo, nasceu em 2005 de um embrião congelado por 13 anos.

Contra fatos não há argumentos. A não ser que se adote o princípio absurdo daquele que disse: "se os fatos contrariam a minha teoria, pior para os fatos!!!"

O que dirão, diante dessas crianças, os nossos juízes do Supremo Tribunal Federal de cuja consciência depende a sentença de vida ou morte sobre embriões semelhantes a eles, que poderão ser futuros bebês ou futuro material descartável de experiência de laboratório? Deus, que julgará os juízes, ilumine a consciência deles.

 

 

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal

                                                                         São João Maria Vianney - Campos - RJ.

Crimen contra los católicos

19:07 @ 18/03/2008

"Ciudad del Vaticano- Un nuevo crimen religioso vuelve a amenazar el tímido inicio del fin de la violencia en Irak. Después de 13 días de secuestro, el cuerpo de Faraj Rahho, arzobispo caldeo de Mosul, fue hallado ayer sin vida en las afueras de esta ciudad del norte iraquí. Rahho era una de las figuras más destacadas de la minoría cristiana de Irak, sólo superada por Emmanuel III Delly, patriarca de la comunidad y que el pasado otoño fue creado cardenal por el Papa Benedicto XVI en reconocimiento a la difícil situación que viven los caldeos iraquíes."

http://www.larazon.es/28041/noticia/Internacional/Crimen_contra_los_cat%F3licos

Entidades usurpam o prestígio e a dignidade do nome cristão ao promover aborto
Arcebispo da Paraíba (Brasil) comenta sobre as «Católicas pelo Direito de Decidir»

Por Alexandre Ribeiro

 

JOÃO PESSOA, quinta-feira, 13 de março de 2008 (ZENIT.org).- Entidades como as «Católicas pelo Direito de Decidir», ao promoverem, entre outras iniciativas contrárias ao Magistério da Igreja, o aborto, usurpam o prestígio e a dignidade do nome cristão, afirma um arcebispo brasileiro.

No contexto da Campanha da Fraternidade da Igreja no Brasil, que nesta quaresma discute o tema da defesa da vida, Dom Aldo Pagotto, arcebispo da Paraíba (nordeste do país), destaca em mensagem difundida ontem pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) que essa ONG tem provocado «confusão e perplexidade» nos fiéis.

O arcebispo explica que esse grupo de feministas se auto-intitula «católicas pelo direito de decidir». Mas «decidir o quê?», questiona. «Decidem pelo abortamento.»

«Ora --prossegue Dom Aldo Pagotto--, isso é inadmissível para uma cristã que professa o Credo, segue os Mandamentos da Lei de Deus e confessa com o seu comportamento que Jesus Cristo é Senhor e Salvador.»

O prelado recorda que essa ONG é patrocinada e atua como uma entidade feminista que se constituiu no Brasil desde 1993. Ela se articula em rede com várias parcerias no mundo, em particular com a organização norte-americana intitulada "Catholics for a Free Choice".

Essa rede feminista --explica Dom Aldo-- defende o aborto publicamente e distorce «totalmente o ensino católico, sobretudo o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso».

Segundo o arcebispo, no Brasil essa rede feminista se subdivide em várias ramificações: entre as mais conhecidas estão os grupos denominados de «Cunha», «8 de Março», «Amazonas».

«Pelo que se vê, tais "católicas" juntaram-se à rede feminista, usurpando o prestígio e dignidade do nome cristão, com o intuito de confundir as pessoas, espalhando mentiras», afirma Dom Aldo Pagotto.

O arcebispo lembra que a Igreja no Brasil, pela presente Campanha da Fraternidade, reafirma «o compromisso com a vida do ser humano e, de forma específica, com a gestante e o nascituro».

Ele enfatiza que a proposta da CNBB pede políticas públicas que «assegurem a saúde» da mãe e da criança que ela traz em seu seio, «oferecendo condições para ter e criar bem os seus filhos e jamais abortá-los».

«"Escolhe, pois, a vida" (Dt 30,19) será o nosso lema perene, criando iniciativas que enfrentam e superam tantas ameaças que nos cercam», afirma.

  

Brasília. A bancada do PT na Câmara formalizou no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma reclamação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aurélio Mello, na qual pede a abertura de processo administrativo por falha funcional.

O PT irritou-se com as declarações do ministro sobre o programa ´Território da Cidadania´, lançado pelo governo federal. Segundo o PT, o ministro sugeriu que o programa poderia ser contestado juridicamente por eventual caráter eleitoreiro. ´De imediato, o PSDB e o DEM ingressaram em juízo com ação direta de inconstitucionalidade, na qual apontam supostas ofensas à Constituição´, queixa-se o PT, afirmando que os dois partidos foram ´praticamente estimulados´ pelas declarações do ministro Marco Aurélio.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=520035

Eu fui abortada!

12:24 @ 22/03/2008

Eu fui abortada!
por Gianna Jessen em 21 de março de 2008

Resumo: Depoimento de uma sobrevivente ao aborto.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Sabe-se que "um dos problemas" dos abortos é que às vezes o bebê nasce vivo e tem de ser morto fora do útero — muitas vezes sufocado na placenta ou, então, jogado ao lixo.

Contudo, há casos em que o bebê não só nasceu vivo, mas também sobreviveu. O texto a seguir é o testemunho de uma menina que sobreviveu ao aborto. Esse depoimento foi feito na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, em 22 de abril de 1996.

Gianna Jessen.
O meu nome é Gianna Jessen e tenho 19 anos. Nasci na Califórnia, mas atualmente vivo no Tennessee.

Fui adotada e tenho paralisia cerebral. A minha mãe verdadeira tinha 17 anos e estava grávida de sete meses e meio quando decidiu fazer um aborto por solução salina. Eu sou a pessoa que ela abortou. Mas em vez de morrer, sobrevivi.

Felizmente para mim, o médico aborteiro não estava na clínica quando nasci com vida, às 6h da madrugada de 6 de abril de 1977. Nasci prematura: a minha morte não estava prevista para antes das 9h, altura em que o aborteiro deveria começar a trabalhar. Tenho a certeza de que não estaria aqui hoje no caso de o aborteiro estar na clínica, pois o seu trabalho é matar — não é salvar. Algumas pessoas disseram que eu sou um aborto de carniceiro, um aborto falhado.

Houve muitas pessoas que presenciaram o meu nascimento: a minha mãe e outras moças novas que estavam na clínica à espera da morte de seus bebês. Disseram-me que isso foi um momento de histeria. Próximo estava uma enfermeira que aparentemente chamou a emergência médica e eles transferiram-me para um hospital.

Fiquei naquele hospital mais ou menos três meses. No princípio não havia muita esperança, pois eu pesava somente 900g. Hoje, já sobreviveram bebês menores que eu.

Certa vez um médico disse-me que eu tinha um grande desejo de viver e que eu lutava pela minha vida. Acabei por sobreviver e sair do hospital sendo entregue a uma babá. A minha paralisia cerebral foi atribuída ao aborto.

Disseram à minha babá que era muito duvidoso que eu chegasse a engatinhar ou andar. Nesse ponto, eu não me conseguia sentar sem ajuda. Graças às orações e à dedicação da minha babá e, mais tarde, de muitas outras pessoas, acabei aprendendo a sentar-me sozinha, a engatinhar e a ficar de pé. Comecei a andar com muletas pouco antes dos 4 anos. Fui legalmente adotada pela filha da minha babá, Diana De Paul, alguns meses depois de começar a andar. O serviço de assistência social não me permitia ser adotada antes disso.

Continuei a fisioterapia por causa da minha deficiência e, depois de quatro intervenções cirúrgicas, posso agora andar sem ajuda. Nem sempre é fácil. Algumas vezes caio, embora depois de cair durante 19 anos tenha aprendido a cair graciosamente.

Estou contente por estar viva. Quase morri. Todos os dias agradeço a Deus pela vida. Eu não me considero um subproduto da concepção, uma massa de tecidos, ou qualquer um dos títulos que dão às crianças em gestação. Eu não considero que as pessoas concebidas sejam alguma dessas coisas.

Conheci outras pessoas que sobreviveram a um aborto. Todas são gratas pelo dom da vida. Há alguns meses atrás, conheci outra menina que sobreviveu a um aborto por solução salina. Chama-se Sara. Tem dois anos e tem também paralisia cerebral. Ela é cega e tem muitas cicatrizes. O aborteiro, além de injetar a solução no útero da mãe, injeta também no bebê. A Sara foi injetada na cabeça. Eu pude ver em que parte da cabeça isso lhe foi feito. Quando falo, faço-o não somente por mim, mas por todos os outros sobreviventes, como a Sara, e por aqueles que ainda não podem falar…

Hoje, um bebê só é bebê quando vem na altura certa. Quando a altura não é certa, é um monte de tecidos ou outra coisa qualquer. Um bebê é um bebê quando um aborto espontâneo ocorre aos 2, 3 ou 4 meses. Um bebê é tecido ou massa de células quando o aborto é provocado aos 2, 3 ou 4 meses. Porque isso é assim? Eu não vejo diferença nenhuma. Que diferença vêem os senhores? Muitos fecham os olhos…

Para defender a vida a melhor coisa que eu lhes posso mostrar é a minha vida. É um grande dom. Matar não é a solução para nenhum problema ou situação. Mostrem-me que matar é solução.

Há uma citação na parte de cima de um dos edifícios do Capitólio que diz: "Aquilo que é moralmente errado não pode ser politicamente correto". O aborto é moralmente errado. O nosso país está derramando o sangue de inocentes. Os Estados Unidos estão matando o seu futuro.

Toda vida tem valor. Toda a vida é um dom do nosso Criador. Temos de receber e cuidar dos dons que nos foram dados. Temos de honrar o direito à vida.



Divulgação e adaptação ao português do Brasil: http://www.juliosevero.com/

Fonte: Algarve pela Vida

Link sugerido

12:26 @ 22/03/2008

Sobre Alexandre, e sobre a educação de Alexandre por Aristoteles.
 
 
 

E o mundo!

12:27 @ 22/03/2008

E o mundo!

Gustavo Corção

E o mundo? Que rumo tomará esse monstro de complexidade e de diversidade, que rosna em todos os tons a vanglória de suas conquistas, para logo, em todos os timbres gemer as misérias das mesmíssimas glórias; e o mundo? o mundo?
Lembro-me da visita que fiz a Nelson Rodrigues, recém-operado e ainda mergulhado nos abismos da semiconsciência. Quando, afinal, vencidas as reservas e proibições médicas consegui entrar no pequeno quarto onde Nelson me apareceu numa majestosa cátedra de dor toda cercada pelos fios e aparelhos luminosos da ciência. Nelson estava majestosamente alheio a tudo. De repente, por uma fresta acaso acesa na consciência, viu-me e precipitou-se para mim com um rugido que a custo estivera represado naquela grande alma tão apaixonadamente interessada: - Corção! E o mundo? E o mundo?

Tracei no ar um gesto largo e rotativo para tranqüilizá-lo: o mundo continuava seu ofício de girar.

Carinhosamente expulso pelo médico e pelas enfermeiras, vi o Nelson voltar às trevas protetoras da inconsciência enquanto, pelos corredores do edifício, voltava eu ao mundo.

Hoje, depois de uma semana a depressão gripal e de vertigens de natural cansaço de tanto girar com os que giram, retomei consciência da cátedra que me oferecem nesta bela página do GLOBO, de onde devo atender às interrogações vindas de todo o mundo e estampadas, neste ou naquele estilo, em todas as páginas dos jornais.

Parece-me que todas as inquietações convergem nesta: "Aonde vamos?"

Na semana passada, a contemplação dos mistérios da Paixão e da Cruz nos levaram a ponderar que deve estar no supremo ponto do combate e do ensinamento de Jesus o supremo critério para nosso pobre testemunho. Numa escalada em que Jesus e os doze,, depois do drama da Ceia, sobem ao jardim das oliveiras há uma inimaginável ascensão espiritual. Quando dissemos que começa a Paixão no momento em que, feitos todos os preparativos, Nosso Senhor diz aos doze: "Desejei ardentemente comer convosco esta Páscoa", estávamos longe de imaginar os degraus de uma imensa e divina dor a serem galgados em poucas horas. E agora, em vez da mesa preparada e até dir-se-ia festiva, vemos o Senhor prostrado na terra, tomado de angústia, a suplicar "Pai afasta se possível de mim este cálice - mas que Tua Vontade Seja Feita e Não a Minha" (Mc. XIV, 37 de memória). E aí está a primeira lição: obediência ao Pai até a morte, e morte de cruz.

Todas as hesitações, todas as dúvidas, todos os cansaços, todos os medos se resolvem diante desta suprema obediência ao Pai.

O leitor dirá que repito frases convencionais, e perguntará como é que nós podemos saber qual é a vontade de Deus. Respondo dizendo que efetivamente repito o que com a Igreja aprendi, e dou graças a Deus de não ter sido vã a atenção que prestei à Sagrada Doutrina. Agora desdobro em duas a resposta ao leitor ávido de uma solução para o seu caso. Em primeiro lugar temos a ciência geral da vontade de Deus expressa nos mandamentos e desenvolvidos nas obras dos doutores da Igreja. Tudo isto se estuda e se aprende desde que inicialmente se escolha a graça que nos leva a amar a vontade de Deus. Para ouvir a vontade de Deus nos casos particulares é preciso ter a alma preparada pela mortificação, pela humildade e pelo silêncio interior. Isto também se aprende e se exercita se os admiráveis exemplos dos santos nos são oferecidos pela Igreja para que esses exemplos nos aproximem mais dos exemplos de Jesus.

E agora, neste ponto, marcado com uma cruz, ponderemos o rico paradoxo do mistério da redenção. Desde os preparativos da Ceia observamos que Jesus prepara e conduz sua Paixão mais como quem faz uma obra do que como quem se submete aos acontecimentos. Voltemos ao jardim das oliveiras onde deixamos Jesus prostrado, e depois a dizer com tristeza infinita: - "Não pudeste rezar uma hora comigo!"

Quando porém os passos da multidão armada de varapaus e seguida de soldados romanos, a atitude de Jesus tem tão visível força e majestade que derruba por terra os primeiros homens da corte. E quando pergunta: "quem procurais?" e sobretudo quando responde tranqüilamente: - "Sou eu...", torna-se para nós bem clara - na Fé - o desenvolvimento da cena sacerdotal: Jesus não é preso, Jesus se entrega, se oferece ao Pai.

Mas é diante do sinédrio reunido para julgar Jesus que a obra de nossa salvação, trabalhada por Nosso Senhor, ganha uma concentração inimaginável. Enquanto juízes e testemunhas formulavam acusações diversas e até incoerentes, Jesus calava-se como se nada daquilo lhe dissesse respeito, ou como se sua vida não estivesse nas mãos daqueles homens. Em outras circunstâncias, análogas diante de Heródes (Luc. XXIII, 9) e de Pilatos (Mc. XV, 5) Jesus calou-se. Quando porém no Sinédrio o Sumo Sacerdote, admirado de seu silêncio, dirigiu-lhe a pergunta que o mataria - "És tu o Cristo?" - Jesus respondeu com a única resposta que o Pai esperava dele, sabendo que nesta resposta concentrava o sacrifício em razão do qual o Verbo Divino se encarnara para a salvação eterna dos homens que, acima de todas as coisas do mundo, tivessem sede daquele Sangue. Eis a resposta de Jesus-Sacerdote que oferece ao Pai Jesus-Vítima: "Eu o sou". "E haveis de ver o Filho do Homem sentado à direita do Pai vir sobre as nuvens".

A continuação é conhecida: O Sumo Sacerdote rasga as vestes. Jesus vai de Heródes para Pilatos. O povo prefere Barrabás. E Jesus é crucificado exatamente por ser o Filho de Deus Encarnado para morrer na cruz por nossa salvação.

Da casa tranqüila de Betania (Luc. X, 42) ao tumultuoso ambiente do Sinédrio, e daí ao Calvário, traça-se a límpida linha do supremo critério com que queremos na terra, no turbilhão dos múltiplos cuidados temporais, nos mantermos fiéis ao único necessário e à razão central do sacrifício de Jesus. Blasfemaremos sim, quando reunidos em sínodos ou concílios dissermos que ali estamos em nome de Jesus Cristo para fins e cuidados "prevalentemente temporais". Ou pecaremos por omissão se, diante de tais declarações, não dissermos: "anathema sit".

O GLOBO  Quinta-feira, 22/4/76

The Business Plot

12:28 @ 22/03/2008

 

The Business Plot (also known as the Plot Against FDR or the White House Putsch) was a political conspiracy from 1933. It involved several wealthy businessmen, who planned to overthrow the presidency of Franklin D. Roosevelt.

Details of the plot came to light in early 1934, when retired Marine Corps Major General Smedley Butler testified before the McCormack-Dickstein Congressional Committee.[1] In his testimony, Butler claimed that a group of men had approached him as part of a scheme to overthrow Roosevelt in a military coup. One of the alleged plotters, Gerald MacGuire, vehemently denied any such plot. In their final report, the Congressional committee supported Butler's allegations of the existence of the plot,[2] but no prosecutions or further investigations followed, and the matter was mostly forgotten.

Major General Butler claimed that the American Liberty League was the plot's primary source of funding. The main backers were the Du Pont family, as well as leaders of U.S. Steel, General Motors, Standard Oil, Chase National Bank, and Goodyear Tire and Rubber Company. The 2007 BBC radio documentary "The Whitehouse Coup"[3] alleged that Prescott Bush, father and grandfather to the 41st and 43rd US Presidents respectively, was also connected with the plot.[4]

"[T]he lover of intelligence must be patient with those who cannot readily share his passion. Some pangs the mind will inflict upon the heart. It is a mistake to think that men are united by elemental affections. Our affections divide us. We strike roots in immediate time and space, and fall in love with our locality, the customs and the language in which we were brought up. Intelligence unites us with mankind, by leading us in sympathy to other times, other places, other customs; but first the prejudiced roots of affection must be pulled up. These are the old pangs of intelligence, which still comes to set a man at variance against his father, saying, "He that loveth father or mother more than me, is not worthy of me."
 

Link Sugerido

12:30 @ 22/03/2008

Por Pío Moa

La abundancia y eminencia de autores de origen hispano en la Edad de Plata romana (siglo I después de Cristo) ha nutrido debates en torno a la posible españolidad de aquéllos. Américo Castro, resuelto a comenzar España en la Edad Media y en relación con musulmanes y judíos, decidió que antes de la invasión árabe apenas existía nada parecido a una "forma de vida española".
Como otros estudiosos, Castro entiende que Marcial, Séneca, etc. pertenecen en exclusiva a la cultura romana, sin relación de alguna densidad con la España real, histórica. Sánchez Albornoz rebatió esa idea con buenos argumentos, pero la polémica se centró en conceptos no fáciles de asir, como formas de vida, vividura, herencia temperamental, contextura vital, etc.
 
Albornoz recoge algunos rasgos atribuidos por Castro a la "auténtica" forma de ser de los españoles: el personalismo, visible también en sus escritores y artistas, "el estar inmerso y presente de continuo en su obra y con todo su ser. La vida y el mundo son en ella inseparables del proceso de vivirlos". Pero, al revés que Castro, encuentra esas notas –una de ellas el gusto por lo soez o indecente– en los hispanorromanos de la Edad de plata. Así, "Séneca escribía en primera persona, refería obscenidades y porquerías y hablaba de sí mismo"; "Ningún filósofo romano sintió tan clara inclinación como Séneca hacia los relatos sucios y hasta malolientes, y Marcial superó en gusto por lo rahez a los otros líricos romanos de la época augusta y del primer siglo del Imperio; notas todas que caracterizaron luego a los peninsulares".
 
Pero esos rasgos –junto con otros más elevados– aparecen también muy claramente en los itálicos, y hallamos expresiones y relatos "sucios y hasta malolientes" en el mismo Horacio, por no hablar de Catulo, Petronio, etc., siendo difícil calificarlos de más o menos raheces. En conjunto, las características del espíritu romano, pragmático y combativo, con mucho genio para la normativa y escaso para la especulación y la metafísica, se perciben con facilidad en la España posterior, debido acaso a afinidades preexistentes. Gerald Brenan distingue un carácter español a Marcial o Quintiliano, pero no a Lucano o Séneca.
 
Marcial.Pisamos terreno más firme, a mi juicio, si dejamos la consideración, no falsa, creo, pero sí nebulosa, sobre la vividura o la herencia temperamental y buscamos otras evidencias. En Marcial, por ejemplo, observamos un claro orgullo por su cuna hispana (sin dejar de sentirse inmerso en la latinidad): "Varón digno de no ser silenciado por los pueblos de la Celtiberia y gloria de nuestra Hispania, verás, Liciniano, la alta Bílbilis, famosa por sus caballos y sus armas, y el viejo Cayo con sus nieves y el sagrado Vadaverón con sus agrestes cimas y el agradable bosque del delicioso Boterdo que la fecunda Pomona ama (…) Pero cuando el blanco diciembre y el invierno destemplado rujan con el soplo del ronco Aquilón, volverás a las soleadas costas de Tarragona y a tu Laletania (Barcelona)". "Lucio, gloria de tu tiempo, que no consientes que el cano Cayo y nuestro Tajo cedan ante el elocuente Arpino, deja al poeta nacido en Grecia cantar a Tebas o Micenas o al puro cielo de Rodas o a los desvergonzados gimnasios de Lacedemonia, amada por Leda: nosotros, nacidos de Celtas y de Íberos, no nos avergonzamos de introducir en nuestros versos los nombres algo duros de nuestra tierra". "Gloriándote tú, Carmenio, de haber nacido en Corinto –y nadie te lo niega–, ¿por qué me llamas hermano si desciendo de los íberos y de los celtas y soy ciudadano del Tajo? ¿Será que nos parecemos? Pero tú paseas tus ondulados cabellos llenos de perfume mientras que los míos de hispano son hirsutos; tienes los miembros lisos por depilarlos cada día; yo, en cambio, tengo piernas y rodillas llenos de pelos; tu lengua balbucea y no tiene vigor: mi vientre, si fuera preciso, hablaría con voz más viril; no hay tanta diferencia entre la paloma y el águila ni entre la tímida gacela y el rudo león. Deja, pues, de llamarme hermano, Carmenio, o tendré que llamarte yo hermana".
 
Estas efusiones no las encontramos en la obra conocida de los demás escritores, pero es muy probable que las gentes de origen hispano formasen en Roma círculos de afinidad y solidaridad mutua, como suele ocurrir en las grandes metrópolis y ocurría con los judíos, seguramente también con los griegos, los galos, los egipcios y tantos otros. A los hispanos se les reconocía como tales, incluso por su forma de hablar el latín. Cuando Marcial llegó a Roma buscó la protección de los hispanos Séneca y Lucano, y después del trágico fin de ambos se dirigió a Quintiliano (así como a Plinio el Joven). Pese a la insistencia de Marcial en íberos y celtas, éstos y sus viejas diferencias se iban diluyendo no ya en la cultura romana general, sino en la misma Hispania, donde, recuerda Julián Marías, existían ciudades como Tarragona, sedes comerciales y artísticas de gran parte de la Península por encima de las antiguas divisiones tribales.
 
La tesis de Américo Castro choca con la evidencia de que el latín llegó a ser el español, y la cultura y la religión transmitidas por Roma la base misma de la cultura española. Sin ellas, precisamente, resultaría ininteligible la confrontación entre cristianos y musulmanes en la Península Ibérica. Podríamos discutir sin fin sobre la "contextura vital" española de Averroes o Maimónides (como la de Séneca o Quintiliano), olvidando la clarísima verdad de que los dos primeros ni se expresaron en una lengua latina ni pertenecieron a la cultura española conocida por la historia, sino, precisamente, a aquélla que aspiraba a destruirla y reemplazarla por una muy distinta, de carácter oriental. En un plano cultural –no político, va de suyo–, sí puede considerarse españoles a aquellos latinos de la Edad de Plata: integran, más bien inician, una tradición que pervive hasta hoy. Romanos pero hispanos, o hispanos pero romanos.

Descriminação do aborto causa polêmica
 
Correio da Bahia
3/2/2008
 
 
SÃO PAULO - A questão do aborto está levantando vozes contrárias à posição oficial da Igreja Católica na discussão sobre a defesa da vida, tema da Campanha da Fraternidade 2008, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O texto-base, cujo lema é “Escolhe, pois, a vida”, tirado de um versículo da Bíblia, condena os métodos não naturais de contracepção e a interrupção provocada da gravidez, mesmo nos casos permitidos pela lei. Bernadete Aparecida Ferreira, coordenadora da Pastoral da Mulher Marginalizada (PMM), que trabalha com prostitutas, escreveu e distribuiu um depoimento em defesa da descriminação do aborto. Apesar da ressalva de que se trata de uma opinião pessoal, criou constrangimento entre os bispos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, à qual está subordinada.

Outro depoimento dissonante, uma entrevista de uma representante do movimento Católicas pelo Direito de Decidir, Dulce Xavier, foi cortado de um DVD feito pela Verbo Filmes, dos padres verbitas, por ordem do secretário-geral da CNBB. “É provável que haja mais manifestações desse tipo, de pessoas ligadas a nós, como já ocorreu numa palestra do Núcleo Fé e Cultura, da PUC de São Paulo”, prevê dom Pedro Luiz Stringhini, presidente da comissão. D. Demétrio Valentini, bispo responsável pela PMM, considera proveitosa a reflexão, contanto que a Igreja mantenha a coerência. “Posições radicais e fechadas em torno de temas como o aborto correm o risco de comprometer a Campanha da Fraternidade, a ser lançada na próxima quarta-feira”, afirma.

Bernadete, que há 17 anos trabalha com prostitutas, argumenta que “mulheres que se prostituem de vez em quando precisam fazer aborto, a despeito dos inúmeros métodos contraceptivos que poderiam escolher” e que “a criminalização do aborto não diminui a sua prática”. (AE
 

CNBB enfrenta debate sobre aborto
Defesa de descriminação feita pela Pastoral da Mulher Marginalizada destoa da Campanha da Fraternidade
José Maria Mayrink
A questão do aborto está levantando vozes contrárias à posição oficial da Igreja Católica na discussão sobre a defesa da vida, tema da Campanha da Fraternidade 2008, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O texto-base, cujo lema é “Escolhe, pois, a Vida”, tirado de um versículo da Bíblia, condena os métodos não naturais de contracepção e a interrupção provocada da gravidez, mesmo nos casos permitidos pela lei.

Bernadete Aparecida Ferreira, coordenadora da Pastoral da Mulher Marginalizada (PMM), que trabalha com prostitutas, escreveu e distribuiu um depoimento em defesa da descriminação do aborto. Apesar da ressalva de que se trata de uma opinião pessoal, criou constrangimento entre os bispos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, à qual está subordinada. Outro depoimento dissonante, uma entrevista de uma representante do movimento Católicas pelo Direito de Decidir, Dulce Xavier, foi cortado de um DVD feito pela Verbo Filmes, dos padres verbitas, por ordem do secretário-geral da CNBB.

“É provável que haja mais manifestações desse tipo, de pessoas ligadas a nós, como já ocorreu numa palestra do Núcleo Fé e Cultura, da PUC de São Paulo”, prevê d. Pedro Luiz Stringhini, presidente da comissão. D. Demétrio Valentini, bispo responsável pela PMM, considera proveitosa a reflexão, contanto que a Igreja mantenha a coerência. “Posições radicais e fechadas em torno de temas como o aborto correm o risco de comprometer a Campanha da Fraternidade, a ser lançada na próxima quarta-feira”, afirma.

Bernadete, que há 17 anos trabalha com prostitutas, argumenta que “mulheres que se prostituem de vez em quando precisam fazer aborto, a despeito dos inúmeros métodos contraceptivos que poderiam escolher” e que “a criminalização do aborto não diminui a sua prática”. Ela diz agir como humanista e cristã, em defesa de mulheres que fazem aborto “em situações difíceis e clandestinas”.

Pesquisas da pastoral mostram que não é fácil para as prostitutas recorrerem ao aborto. “A maior motivação para escrever esse documento é o fato de ter convivido com grande quantidade de mulheres que, na prostituição, precisaram fazer aborto, um, dois, três e até mais de 20 abortos cada uma”, diz Bernadete. Em Tocantins, onde faz um levantamento sobre a prostituição em rodovias e barragens, a coordenadora da PMM constatou que 50% das prostitutas ouvidas em Palmas já abortaram. “Não aconselho aborto nem uso de camisinha, sou pelo planejamento familiar o mais natural possível, concordo com a Igreja em tudo, mas defendo a vida da mulher”, diz a coordenadora.

AFASTAMENTO

Essa defesa da descriminação do aborto vai custar o cargo de Bernadete na pastoral.
O mandato da atual coordenação termina em março e a nova coordenadora terá de ser afinada com a CNBB”, adianta d. Pedro Luiz.

Ele prevê o afastamento de Bernadete pelo Conselho Episcopal Pastoral (Consep). “A Igreja, que acolhe e apóia quem praticou o aborto, é contra a descriminação, embora saiba que considerar o aborto um crime, por si só, não resolva o problema”, diz o bispo. “A opinião de Bernadete é pessoal, mas reflete a maneira pela qual, em sua avaliação, a PMM deveria agir”, acrescenta.

Bernadete diz que a Pastoral da Mulher Marginalizada não foi consultada sobre a Campanha da Fraternidade e prevê que a equipe será cobrada sobre sua posição. “Nós, na PMM, decidimos lutar por melhores condições de vida para as mulheres em situação de prostituição, contra a exploração sexual de crianças e adolescentes e contra o tráfico de seres humanos”, escreveu a coordenadora em seu depoimento, acrescentando que também lutam por políticas públicas e ações estruturais que venham a beneficiar a vida das mulheres e de seus filhos.

“Fazer aborto para mulheres em situação de prostituição nem sempre significa que não amem seus filhos, que não gostariam de tê-los ou mesmo que gostariam de abortar a torto e a direito”, afirma Bernadete. Para as prostitutas, ela observa, “o sexo significa, na grande maioria das vezes, a possibilidade do pão”. Antes de tomarem a decisão, “muitas lágrimas rolam e se passam muitas noites sem dormir”.

D. Demétrio, que é contra o aborto e contra a descriminação, diz que “é válido o depoimento de Bernadete, pois é um grito que vem não do teórico mas de quem conhece e vive com as mulheres marginalizadas”. Como ela, o bispo afirma que há outros culpados e seria injusto apontar apenas a mulher. “O homem comete aborto toda vez que se desinteressa pela vida do filho que pôs na barriga da mulher.”

Dulce Xavier, da organização Católicas pelo Direito de Decidir, surpreendeu-se com a censura à entrevista que ela gravou para o documentário sobre a Campanha da Fraternidade. “Fomos procuradas e aceitamos dar um depoimento sobre o nossa concepção do que é defender a vida”, disse a militante. O grupo Católicas pelo Direito de Decidir defende a liberdade de decisão sobre sexualidade e métodos anticoncepcionais. “Não defendemos o aborto, mas, como somos pela descriminação, tiraram nosso depoimento do vídeo.”
 

Confirmado: España ya pasa de los 100.000 abortos y eso significa que...
 
España aborta el doble que hace 10 años; presentamos algunos datos estadísticos a los que la prensa no presta atención
 
Con unos días de retraso, el Ministerio de Salud ha presentado los datos del aborto en 2006. Datos que se basan en lo que dicen las clínicas, y que por lo tanto, como demuestra el caso Morín-Ginemedex, no recogen la realidad completa: la realidad del aborto es peor que las estadísticas.

Según el Ministerio, en el 2006 hubo en España 101.582 abortos. Eso significa,a  la luz del informe de Sanidad, que:
 

- El aborto se ha multiplicado por 2 en apenas 10 años: en 1997 hubo 49.578 abortos. Crece a un 10% al año.

- La píldora del día después no ha reducido el aborto: al contrario, el aborto ha crecido un 67% desde que empezó a repartirse la píldora postcoital (el año 2000, último sin píldora del día después, registró 60.000 abortos; en el 2001, en que se repartieron 160.000 píldoras del día después, hubo 70.000 abortos; a más píldoras, más abortos).

- La anticoncepción no ha reducido el aborto, al contrario:  que el uso de anticonceptivos haya crecido un 60% desde 1997, no ha servido para evitar que el aborto haya crecido un 100% en este mismo periodo.  [Según el estudio de 2007 del Equipo Daphne,
www.equipodaphne.es , de la multinacional Schering, que vende condones y píldoras, en 1997 usaban anticonceptivos un 50% de mujeres (y había 49.578 abortos) mientras que en 2006 los usaban el 80% de las mujeres y sin embargo no sirvió para evitar 101.592 abortos].

- Al menos 166 de los bebés nacieron vivos y tardaron unos 80 minutos en morir [según un
estudio del British Journal of Obstetrics and Gynaecology, así pasa con 1 de cada 30 bebés abortados a partir de cierta edad y según ciertos procedimientos; los datos del ministerio hablan de casi 5.000 bebés de 13 semanas o más abortados por sistemas a los que se puede aplicar esto: inyección intravenosa (360), inyección intrauterina (92), histerectomía (37), dilatación (4.480); uno de cada 30 de ellos sería dejado a morir; como dice la doctora del vídeo "Así se aborta en España" de Intereconomía TV, después de sacarlos "yo nunca los miro"].

- Se han abortado 2.000 bebés de 21 semanas o más, edad a la que los bebés ya pueden sobrevivir en la incubadora con cuidados neonatales. Con 21 semanas y media nació -y vive- el bebé Amillia, con tan sólo 284 gramos.

-Los abortos de bebés de 13 semanas o más se han triplicado en 10 años. Se abortaron 12.140 bebés de 13 semanas de gestación o más; en 1997 no llegaban a  4.000 los abortos de estas edades. (A las doce semanas, los ojos, las orejas y casi todos los órganos del bebé ya están están colocados en su sitio. El bebé tiene ya algunos reflejos: si la madre se toca el vientre el bebé lo nota y se mueve; a esta edad ya empieza a chuparse el dedo).

- Aproximadamente 2.030 bebés abortados eran intelectualmente superdotados o tenían un coeficiente intelectual superior a 130. España ha abortado a 14.500 de estos niños geniales desde 1996
(ver http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=9002&PHPSESSID=fa8b05d884a7dbe2611a3b7a9b9bae77 ).

- 9.205 mujeres abortaron por tercera vez o más

-30.477 mujeres habrían tenido malestar psíquico o físico con posterioridad al aborto
(así lo declaraban un 30% de las estudiadas en la fundación pro-aborto "Salud y Familia", ver su Memoria 2006 [ver aquí http://www.saludyfamilia.es/downloads/Memoria%20IVE%202006%20Cast.pdf  ]).

- 22.350 mujeres habrían tomado la decisión "sintiéndose confusas" 
(así lo declaraban un 22% de las estudiadas en la fundación pro-aborto "Salud y Familia", ver su Memoria 2006 [ver aquí http://www.saludyfamilia.es/downloads/Memoria%20IVE%202006%20Cast.pdf  ]).

- 6.095 mujeres podrían declarar que "incluso ahora me siento mal por haber tomado esa decisión"
(así lo declaraban un 6% de las estudiadas en la fundación pro-aborto "Salud y Familia", ver su Memoria 2006 [ver aquí http://www.saludyfamilia.es/downloads/Memoria%20IVE%202006%20Cast.pdf  ]).

- 25.398 habrían sentido que abortar era una experiencia "físicamente muy o bastante dolorosa"
(así lo declaraban un 25% de las estudiadas en la fundación pro-aborto "Salud y Familia", ver su Memoria 2006 [ver aquí http://www.saludyfamilia.es/downloads/Memoria%20IVE%202006%20Cast.pdf  ]).

- Abortarían el equivalente al 17% de las mujeres que quedaron embarazadas en España (100.000 abortos frente a 481.000 nacimientos; cierto que algunos de estos abortos -de hecho, oficialmente 3.383- son de extranjeras que vinieron a España a abortar)

-Vinieron del extranjero 3.383 mujeres a abortar a España. Sólo una de ellas vino a un hospital público.

-Sólo hubo 13 abortos por "violación"

 


Lo peor de calcular estos datos es que ¡no son exactos! Las cifras del Ministerio asumen que los datos que dan las clínicas abortistas son reales. Y, como demuestra el caso Morín-Ginemedex no lo son: tiran a la baja. La realidad es peor. 

Hoy sabemos por la contabilidad del Doctor Morín en Barcelona, que sus clínicas hacían entre 10 y 15 abortos tardíos al mes, no declarados.  Por lo tanto, habría que añadir, sólo con las clínicas de Morín, unos 120 "infanticidios encubiertos", abortos tardíos no declarados. Para encubrirlos estaban las famosas trituradoras. Buena parte venía de otros países... y no figuran en las estadísticas de extranjeras que vienen a abortar a España.

El caso Morín-Ginemedex ha demostrado que los datos oficiales se quedan cortos y que
las inspecciones de sanidad han sido ineficaces durante años para descubrir los fraudes.

Por ejemplo, también se deberían investigar los 2.875 abortos por "riesgo fetal". La ley sólo permite estos abortos hasta las 22 semanas, pero el doctor Santiago Barambio de la patronal ACAI dijo en el 2006 que las clínicas de sus asociaciones hacen abortos por "riesgo fetal" de hasta 26 semanas. Él mismo lo declara en este informe, en la página 4:
http://www.acaive.com/pdf/FIAPAC%202006%203%20Roma%20Santiago%20Barambio.pdf  .

Cuando el Cardenal de Madrid, Antonio María Rouco, decía que hay un retroceso en los derechos humanos en España, estaba recordando lo que dice la declaración de los Derechos Humanos y la de los Derechos del Niño:

"Todo individuo tiene derecho a la vida, a la libertad y a la seguridad de su persona."  (Derechos Humanos, artículo 3, http://www.unhchr.ch/udhr/lang/spn.htm ).

"El niño tendrá derecho a crecer y desarrollarse en buena salud; deberán proporcionarse, tanto al niño como a su madre, cuidados especiales, incluso atención prenatal y postnatal"  (Declaración de Derechos del Niño:
http://www.unhchr.ch/spanish/html/menu3/b/25_sp.htm, principio 4).


En el 2006, a 101.592 niños y a miles y miles de mujeres dañadas por el aborto no se les aplicaron estos principios de los Derechos Humanos en España.

Uno de cada 30 fetos abortados químicamente sale vivo y tarda 80 minutos en morir
http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=7999

“Son eliminados como basura”: un DVD de asociaciones provida muestra los horrores del aborto
http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=9411

E-Cristians pide a la consellera Marina Geli que investigue los abortos de la asociación ACAI
http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=9692

El reportaje danés sobre los abortos de Morín sigue sin emitirse en prime-time español
http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=9682

Asesorando a mujeres en riesgo de abortar: Más de la mitad abrazará a su bebé
http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=9255

Un psiquiatra explica su experiencia en un centro de abortos
http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=9725

Casi un 30% de las que abortan con dinero público lo lamentan o lo hicieron confusas
http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=9684

Las trituradoras de abortos del doctor Morín (30-11-2007)
http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=9639

Del hilo de Ginemedex al ovillo del aborto: las claves de un gran entramado (28-11-2007)
http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=9621 

Historietas da América

18:38 @ 31/03/2008

Historietas da América
Por Olavo de Carvalho

Sérgio Dutti/AE Ninguém no Departamento de Estado ignora o compromisso inflexível de Lula com o Foro de São Paulo (isto é, com Hugo Chávez e o terrorismo). Mas reconhecer isso em ano eleitoral é mais do que se poderia esperar de Bush ou de Condoleezza Rice (esq).

Por aqui até crianças sabem aquilo que os cientistas políticos, comentaristas de mídia, analistas estratégicos brasileiros estão longe de poder sequer imaginar: que a verdadeira disputa política nos EUA não é propriamente entre republicanos e democratas, mas entre globalistas e americanistas , e que nada, absolutamente nada do que se passa no mundo de hoje – sobretudo nas áreas mais diretamente submetidas à influência americana – pode ser compreendido se não for enfocado nessa perspectiva.
 
Quando digo crianças, não é força de expressão. Kyle Williams é um garoto homeschooled que estreou no jornalismo aos doze anos de idade, em 2001, e manteve uma coluna regular no WorldNetDaily até 2005. Seus primeiros artigos foram reunidos no livro Seen and Heard ( http://shop.wnd.com/store/item.asp?ITEM_ID>1127 ), onde as estrelas intelectuais da ESG, da USP e da Folha de S. Paulo poderiam colher muitas lições úteis, se tivessem maturidade para isso. Certamente Williams não é a única fonte para o estudo do assunto. Só na minha biblioteca já reuni uns cem títulos a respeito, dentre os milhares que circulam nos EUA. Recomendo o livro do garoto para não sobrecarregar os cérebros dos nossos formadores de opinião com alimento mais maduro.
 
Em 2001, Williams já havia compreendido perfeitamente que, para a elite globalista, empenhada na construção ultra-rápida de um governo mundial segundo as linhas aprovadas oficialmente pela ONU, o único obstáculo considerável era a soberania americana. Daí que não apenas subsidiassem generosamente movimentos anti-americanos por toda parte, mas, internamente, investissem pesado no multiculturalismo destinado a dissolver o próprio senso de identidade nacional.
 
Passados sete anos (três desde que Williams abandonou o jornalismo, talvez por achar-se velho demais para essas coisas), as propostas jurídico-administrativas mais atrevidas destinadas a quebrar a espinha do poder nacional americano – a dissolução das fronteiras com o México e o Canadá, a submissão do governo americano ao Tribunal Penal Internacional e o Tratado da Lei do Mar – ainda encontram resistência obstinada, mas os progressos na guerra cultural são notáveis, tanto no exterior quanto na esfera doméstica, onde o simples surgimento da candidatura Barack Obama prova que o anti-americanismo explícito já tem alguma força eleitoral.
Aascensão da esquerda na América Latina teria sido impossível sem o apoio dos círculos globalistas. As relações entre o Diálogo Interamericano e o Foro de São Paulo datam pelo menos de 1993. A ligação próxima da elite “progressista” americana com a narcoguerrilha colombiana ficou mais que provada com as visitas de importantes dirigentes da Bolsa de Valores de Nova York aos comandantes das Farc ( http://www.olavodecarvalho.org/semana/060605dc.html ). E não podemos esquecer que a ocultação da existência do Foro de São Paulo , favorecendo o crescimento dessa entidade longe dos olhos da opinião pública, recebeu um potente impulso legitimador da parte do próprio CFR - Council on Foreign Relations , o mais importante think thank globalista dos EUA (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/11232002globo.htm e http://www.olavodecarvalho.org/textos/alencastro_veja.htm ).
 
Desde o fim da era Reagan, uma política comercial um tanto mais agressiva da parte dos EUA veio junto com a quase total abdicação da “diplomacia pública” e de qualquer tentativa séria de rebater as violentas campanhas anti-americanas por toda parte. Essa estranha combinação de ousadia comercial e timidez diplomática é a fórmula infalível para despertar o ódio a um país. Trinta anos atrás, os princípios e valores americanos tinham alguma presença no debate político-cultural em todo o mundo. Desde então, só o que se vê é o interesse comercial nu e cru, adornado de sorrisos lisonjeiros que só servem para alimentar suspeita. Entre os conservadores americanos, é forte a convicção de que o Departamento de Estado vem há décadas trabalhando contra os EUA e em favor da elite globalista.
 
No Brasil, ignora-se tudo, literalmente tudo a respeito desse conflito que tanto os globalistas quanto seus adversários sabem ser o capítulo mais decisivo da disputa de poder no mundo. Nas colunas de jornal, nas conferências da ESG e em círculos de discussões militares na internet, só o que encontro é um enfoque atrasado de mais de quarenta anos, no qual tudo o que venha dos EUA é interpretado como expressão direta e inequívoca do “interesse nacional” americano em luta para dominar a América Latina. Isso é de uma estupidez quase inimaginável, mas não resta a menor dúvida de que muitos que a cultivam não padecem dela pessoalmente, apenas a incutem, por esperteza, na mente dos outros.
 
Mal orientado por um fluxo de informações planejado precisamente para isso, o patriotismo das nossas Forças Armadas pode ser, de um momento para outro, transformado em instrumento do anti-americanismo continental e acabar servindo ao globalismo no instante mesmo em que imagina combatê-lo. Submetidas durante duas décadas a uma brutal campanha de desmoralização e ao progressivo desmantelamento dos seus recursos, as nossas Forças Armadas arriscam ser levadas àquele ponto de desespero no qual uma oferta de compromisso, vinda de seus mais empedernidos algozes e legitimada por pretextos aparentemente patrióticos, pode aparecer como uma tábua de salvação.
 
O duplo tratamento pavloviano dado pela elite comunista aos militares – de um lado, a difamação incessante, o aviltamento, a cusparada; de outro, a aproximação sedutora e capciosa sob as desculpas de “reconciliação” e “defesa da Amazônia” – foi calculado precisamente para chegar a esse resultado. E está chegando. Talvez não esteja longe o dia em que nossos oficiais se sintam honrados de integrar o “exército anti-imperialista” de Hugo Chávez, sem saber que, voltando o seu ódio contra os EUA, ajudam a derrubar a única barreira efetiva que se opõe às mesmas ambições globalistas contra as quais acreditarão piamente estar levantando a bandeira da soberania pátria.
 
Se um engano tão descomunal parece grotesco demais para poder transmutar-se em realidade, algumas amostras do atual pensamento militar brasileiro que circulam pela internet tendem a mostrar, ao contrário, que isso já está acontecendo. Parece mesmo que não há limites para a autodegradação compulsiva que se tornou, de uns anos para cá, o modo brasileiro de ser.
 
Ironicamente, a política mais recente do Departamento de Estado para com a América Latina concorre ativamente para levar a esse resultado. Proclamando mentirosamente a lealdade do governo brasileiro à velha aliança com os EUA e recusando-se a reconhecer a parceria de Lula com as Farc e Hugo Chávez no quadro do Foro de São Paulo , a administração Bush só reforça a credibilidade de uma das mentiras mais astutas já concebidas pela esquerda brasileira para aliciar os nossos militares: a lenda de que Lula “aderiu ao capitalismo” e está agora trabalhando para os americanos.
 
A perspectiva atemorizante da fragmentação real e virtualmente oficial do nosso território – uma parcela para o MST, outra para as comunidades indígenas, outra para os quilombolas, outra para os narcotraficantes, etc. --, que inspira tanto horror entre os nossos militares patriotas, surge assim como se fosse uma iniciativa do nacionalismo americano e não de seus verdadeiros autores, o conluio de globalistas e esquerdistas. O próprio ressentimento dos militares contra os sucessivos governos esquerdistas que tudo fizeram para desmantelar as Forças Armadas é assim voltado contra os EUA e transmutado em arma a serviço da “revolução bolivariana” no continente. Sem dúvida a esquerda nacional aprendeu alguma coisa com a máxima de Ronald Reagan: “Você pode conseguir tudo o que quiser, desde que não faça questão de levar o mérito.”
 
Na verdade, a insistência psicótica do Departamento de Estado em tratar o governo Lula como se fosse um parceiro confiável e um baluarte de resistência à onda comuno-chavista, ignorando reiteradas ações e palavras do próprio Lula que mostram que ele não é nada disso, explica-se simplesmente pelo desejo de camuflar o fracasso descomunal da política latino-americana do governo Bush. Ninguém no Departamento de Estado ignora o compromisso inflexível de Lula com o Foro de São Paulo , isto é, com Hugo Chávez e o terrorismo. Mas reconhecer isso em voz alta, principalmente num ano eleitoral, é mais do que se poderia esperar, seja do presidente americano, seja da sra. Condoleezza Rice.
 
Neste aniversário do movimento cívico-militar de 1964, não há assunto mais digno da atenção das nossas Forças Armadas.