Mário Kosel Filho
nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo.
Era filho de Mário Kosel e
Therezinha Vera Kosel. Era muito prestativo, gostava de
ajudar a todos, principalmente os mais necessitados. Fazia parte do
Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, fundado pelo padre Silveira, da
Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, no bairro de Indianópolis, do qual
faziam parte mais de 30 jovens. O símbolo do grupo, uma rosa e um violão foram idealizados por
Mário Kosel, que era carinhosamente chamado de Kuka. Kosel, fazia parte da 5ª Companhia de
Fuzileiros do 2º Batalhão, no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares,
em Quitaúna teve a vida brutalmente ceifada, na madrugada de 26 de
junho de 1968, em um atentado terrorista vil e covarde, posto em prática
por grupos radicais de esquerda, formados por muitas das pessoas que
estão no poder hoje: Lula ,
e digo que a pesquisa esta certa, e mesmo procurando "mentiroso" no
Yahoo search engine , aparece tambem o nosso caro presidente, com outros
apodos, folcloricamente explicaveis segundo uma carta do diretor de
relaçoes ao consumidor do GOOGLE:
Sobre
"Lula, mentiroso", Google diz que não desarma bombas
Atualizado em 26 de novembro de 2009
às 09:41 | Publicado em 26 de novembro de 2009 às 09:39
do Siga MPost
Siga MPost recebeu um questionamento da colaboradora Avelina Martinez
Gallego, com o seguinte título - Para quem o Google trabalha?
Ela enviou o questionamento porque fez uma busca no site com a palavra
"mentiroso" e no sistema de busca do site a primeira página que apareceu
foi a biografia do Presidente Lula. Com isso, o site entrou em contato
com a equipe do Google Brasil.
Veja o e-mail enviado pela equipe do Siga MPost ao Google
Prezado sr. Felix Ximenes,
Entro em contato em razão de uma queixa de uma internauta, que acessou o
site Google, fez pesquisa com a palavra mentiroso e encontrou como
resposta a biografia do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela
pergunta a serviço de quem está o Google.
Certamente, nosso interesse é entender porque isso acontece e colocar a
resposta do Google, para bem informar os leitores de nossa rede social e
quem mais acessar o site.
Escrevo por isto e encaminho o endereço do site, para o sr. e sua equipe
verem a postagem e, assim que possível, possam nos responder. Daremos
igual destaque à sua resposta.
Agora veja a resposta enviada para nossa equipe:
Obrigado por seu e-mail! Sobre a pergunta que nos foi encaminhada,
informo que o Google é uma ferramenta de busca que verifica mais de um
trilhão de páginas na web automaticamente e cria um índice de relevância
dessas páginas baseado em algumas centenas de critérios presentes no
algoritmo matemático do Google. Apesar da complexidade dessa tarefa, de
vez em quando verificamos algumas distorções criadas artificialmente. A
esse fenômeno foi dado de BOMBA GOOGLE e trata-se de uma tentativa de
manipular temporariamente os resultados do Google empreendido por um
grande número de usuários da internet. Em geral, o Google não intervém
nas Bombas Google, por estas terem caráter humorísticos ou políticos. O
tempo e o uso da ferramenta se encarrega de corrigir essas distorções.
Estaríamos agindo em favor de alguém se interferíssimos nessas
manifestações de usuários.
Atenciosamente,
*Felix Ximenes*
Global Communications and Public Affairs | Google Brasil |
“É desconfortável recebermos o chefe de um regime ditatorial", defendeu. Governador também faz referência ao abrigo concedido a Zelaya.
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), afirmou que a
visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que chega
nesta segunda-feira (23) ao Brasil, é "indesejável".
Segundo ele, “é desconfortável recebermos no Brasil o chefe de
um regime ditatorial. Afinal, temos um passado recente de luta
contra a ditadura e firmamos na Constituição de 1988 os ideais
de democracia e direitos humanos. Uma coisa são relações
diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus
chefes”. O artigo do governador para o jornal "Folha de S.
Paulo" foi publicado nesta segunda-feira.
O presidente iraniano acaba de ser reconduzido ao
poder por eleições notoriamente fraudulentas. A fraude foi tão
ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta
desencadeada, segundo José Serra.
O governador faz referência ainda ao abrigo que o
Brasil concedeu a Manuel Zelaya na embaixada em Honduras.
Segundo ele, enquanto “em Tegucigalpa nos negamos em aceitar o
mínimo contato com o governo de fato, tem sentido receber de
braços abertos o homem cujo ministro da Defesa é procurado pela
Interpol devido ao atentado ao centro comunitário judaico em
Buenos Aires, que causou em 1994 a morte de 85 pessoas?” E
reforça que neste caso a acusação não provém dos americanos ou
israelenses, e sim “por iniciativa do governo argentino”, que
tomou a iniciativa de incluir o nome “na lista dos terroristas
buscados pela Justiça”.
“Democracia e direitos humanos são indivisíveis e
devem ser defendidos em qualquer parte do mundo”, defende Serra.
Segundo o governador, proceder como se tais valores “perdessem
importância na razão direta do afastamento geográfico” é
incoerente. “Tampouco [e admissível honrar os que deram a vida
para combater a ditadura no Brasil, na Argentina, no Chile e
confraternizar-se com os que torturam e condenam à morte os
opositores no Irã”, completa. Serra questiona com que
autoridades os 25 anos do fim da ditadura e do início da Nova
República serão festejados em março de 2010.
Serra questiona se o mesmo país que ofereceu
abrigo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld, o Brasil,
estende honras a “alguém que usa seu cargo para banalizar o mal
absoluto”. “O extremismo e o gosto de provocação em Ahmadinejad
o converteram no mais tristemente célebre negador do Holocausto,
o diabólico extermínio de milhões de seres humanos, crianças,
mulheres, velhos, apenas por serem judeus”. O governador cita,
ainda, o massacre de milhares por serem ciganos, homossexuais e
portadores de deficiências. “O Brasil se orgulha de ter recebido
muitos dos sobreviventes desse crime abominável, que não pode
ser esquecido nem perdoado, quanto menos negado”, completa.
O ex-ministro do Planejamento e da Saúde do
governo de Fernando Henrique Cardoso afirma que “as contradições
não param por aí”. Serra lembra que o Brasil aceitou o Tratado
de Não Proliferação Nuclear e critica que “juntamente com a
Argentina, firmou com a Agência Internacional de Energia Atômica
um acordo de salvaguardas”, que abre as instalações nucleares
brasileiras “ao escrutínio” da Organização das Nações Unidas
(ONU). Para o governador, o país “consolidou com isso suas
credenciais de aspirante responsável ao Conselho de Segurança e
expoente no mundo de uma cultura de paz ininterrupta há quase
140 anos com todos os vizinhos”.
“Por que depreciar esse patrimônio para abraçar o
chefe de um governo contra o qual o Conselho de Segurança cansou
de aprovar resoluções não acatadas, exortando-o a deter suas
atividades de proliferação”, questiona Serra.
O governador encerra o artigo resumindo a viagem
do presidente iraniano ao país como “a indesejável visita de um
símbolo da negação de tudo o que explica a projeção do Brasil no
mundo”. Para ele, projeção que provém “do exemplo de pacifismo e
moderação, dos valores de democracia, direitos humanos e
tolerância encarnados em nossa Constituição como a mais
autêntica expressão da maneira de ser do povo brasileiro”, e não
de “ameaças de bombas ou da coação econômica”, não praticados
pelo Brasil.
Leia
mais notícias de Política
Crise energética, o que fazer? FROM BBC  Os problemas de energia na América Latina são diários. Será que estamos à beira de crise?
Alguns dias atrás, um blecaute atingiu grande parte do Brasil e Paraguai.
Na Venezuela, Argentina, Cuba e Equador também são fonte de problemas.
Com vários tons e padrões, e os cortes são parte da rotina de muitos.
Leia: A. Latina,? América, em direção a uma crise energética?
Alguns culpam as mudanças
climáticas , outros o fenômeno do El Niño ... Mas os
especialistas falam de falta de previsão, diversificação das fontes
de energia e baixo investimento.
O assunto chamou a atenção quando, tendo em
conta que a América Latina é uma das regiões com maior potencial
hidrelétrico do mundo e dispõe de grandes reservas(matrizes energeticas, gaz, aeólica, marés, solar, nuclear...).
O que você acha?
Está se dirigido a América Latina para uma crise energética?
Você tem sido afetado ?
Como é uma situação em seu país?
Qual é a raiz do problema e onde eles acham que a solução deve ser buscada?
Precisaria de mais integração entre os países para resolver o problema?
Isso é possível?
Participe! OU ESPERE MAIS DE 4 ! QUER DIZER... TERÁS QUE ESPERAR MAIS DE QUATRO ANOS PRA VOTAR EM OUTRO CONDITADO QUE FAÇA OU PELO MENOS TENTE FAZER ALGO !!! Publicado: 18-nov-2009 12:17 GMT
Crise energética, o que fazer? FROM BBC  Os problemas de energia na América Latina são diários. Será que estamos à beira de crise?
Alguns dias atrás, um blecaute atingiu grande parte do Brasil e Paraguai.
Na Venezuela, Argentina, Cuba e Equador também são fonte de problemas.
Com vários tons e padrões, e os cortes são parte da rotina de muitos.
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publicado por CEZAR
é, se nao fosse a corrupção, o desvio de verbas pro bolso de alguns e a farra no Congresso, certamente já teríamos grana pra investir no futuro!!!
'Brasil cometerá erro se não investir em missões ao espaço', diz Buzz Aldrin
Segundo homem a pisar na Lua visita o Brasil nesta terça-feira (17). G1 conversou com o astronauta sobre o futuro da exploração espacial.
Marília Juste
Do G1, em São Paulo
O astronauta americano Buzz Aldrin, segundo homem a
pisar na Lua, chega ao Brasil nesta terça-feira (17).
(Foto: Divulgação)
O Brasil deveria investir na exploração tripulada do espaço e os
Estados Unidos não deveriam voltar à Lua. A opinião tem peso --
vem do astronauta Buzz Aldrin, o piloto do módulo lunar
da Apollo 11 e o segundo homem, depois de Neil Armstrong, a
pisar na Lua.
Aldrin chega ao Brasil para uma visita de dois dias em
comemoração aos 40
anos da Apollo 11 nesta terça-feira (17). Antes de
embarcar no voo que o trará ao país, ele conversou com o
G1 por telefone sobre exploração espacial e
sobre o papel que ele acredita que cabe ao Brasil e aos Estados
Unidos nas futuras missões ao espaço.
O astronauta fez críticas aos planos da Nasa. Para ele, os
americanos não deveriam mais voltar à Lua. "Já fizemos isso
antes", afirma.
Para Aldrin, os Estados Unidos deveriam ajudar outras nações a ir
à Lua enquanto ampliam sua presença no espaço para outros
lugares, como asteroides, cometas e, é claro, Marte.
Além disso, ele é contra a aposentadoria dos ônibus espaciais,
prevista pela Nasa para 2010. "Não deveríamos fazer tudo às
pressas desse jeito, para encerrar no ano que vem e ficarmos
tendo que assinar cheques para os russos para pegar carona em
suas Soyuz", critica.
Aldrin sugere que as missões do Atlantis, do Discovery e do
Endeavour deveriam ser estendidas por mais cinco anos até que
uma "verdadeira" substituta, uma nave que pouse em
pista como eles, seja desenvolvida.
Confira abaixo a íntegra da entrevista:
O astronauta Buzz Aldrin na imagem que é uma das
mais famosas da missão Apollo 11 (Foto: Divulgação)
G1 – No evento desta terça, o senhor vai estar ao lado
do primeiro astronauta brasileiro, Marcos Pontes. Na época
em que ele viajou ao espaço, em 2006, Pontes foi alvo de
críticas de muitos que acreditam que um país com tantas
desigualdades sociais como o Brasil não deveria gastar
dinheiro com exploração espacial. O que o senhor acha dessa
avaliação?
Buzz Aldrin – O Brasil cometeria um erro
imperdoável se não investisse em missões tripuladas ao espaço. O
potencial para desenvolvimento da exploração humana é imenso e
um país em crescimento como o Brasil não pode ignorar isso.
O Brasil deve investir nas aplicações comerciais, como
monitoramento de florestas e do clima. É essencial.
A Estação Espacial Internacional, também, poderia
e deveria ser usada sempre e cada vez mais como um projeto de
cooperação tecnológica com países em desenvolvimento, como o
Brasil e a Coreia do Sul.
A famosa foto da pegada na Lua, feita por Buzz
Aldrin. (Foto: Divulgação)
G1 – Recentemente, a Nasa lançou com sucesso o foguete
Ares I-X, que será usado para futuras missões à Lua e a
Marte. Qual sua opinião sobre esse projeto? Os astronautas
deveriam voltar para a Lua ou os esforços deveriam ser
direcionados para Marte?
Aldrin – Antes de chegarmos a esse ponto,
acredito que o Estados Unidos ainda têm muito o que fazer.
Primeiro, ainda temos cinco missões dos ônibus espaciais no
próximo ano. Acredito que nós devemos expandir essas missões
para uma por ano pelos próximos cinco anos. Não deveríamos fazer
tudo às pressas desse jeito, para encerrar no ano que vem e
ficarmos tendo que assinar cheques para os russos para pegar
carona em suas Soyuz para ir à Estação Espacial.
Outra coisa que podemos fazer é investir em naves que pousam em
pistas, como os ônibus espaciais, que todas as nações, incluindo
o Brasil, poderiam usar para missões à órbita da Terra.
"Se "..os Estados Unidos voltarem à Lua em 2020 ou 2025 ou depois seria
um grande erro. Nós já fizemos isso antes.
Nós somos os líderes e deveríamos usar essa experiência de
liderança que temos para montar uma iniciativa comercial e
internacional e ajudar outros a irem à Lua. Precisamos de
cooperações comerciais internacionais lunares -- não
governamentais, mas comerciais -- para trabalhar no
desenvolvimento de infraestrutura para as missões lunares internacionais.
Enquanto isso os Estados Unidos enviam seus astronautas
progressivamente para mais e mais longe da órbita da Terra.
Outras pessoas irão à Lua enquanto nós iremos a cometas,
asteroides, depois para as luas de Marte e, depois que já
tivermos ido lá várias vezes, chegaremos em Marte para montarmos
uma base permanente.
G1 – O senhor mencionou a futura aposentadoria dos
ônibus espaciais. Eles serão substituídos por um veículo
muito parecido com o projeto das naves da missão Apollo.
Qual sua avaliação das novas naves Orion?
Aldrin – O projeto original das naves Orion é
voltado à missão de ir à Lua e depois muito além. É um bom e
razoável ponto de partida desenhar uma nave que tem a missão de
lançar pessoas e trazê-las de distâncias muito grandes de volta
à Terra -- mesmo as distâncias das luas de Marte e de Marte mesmo.
Mas para missões à órbita baixa da Terra nós
precisamos de naves capazes de pousar em uma pista. Assim que
possível, portanto, precisamos de um substituto de verdade para
o ônibus espacial, que faça o que ele faz.
G1 - O que você espera de sua visita ao Brasil?
Aldrin – Vou conversar com algumas pessoas
envolvidas em astronomia, com empresários e com estudantes. Vou
fazer um discurso e conversar sobre o futuro da exploração
espacial. Espero conhecer pessoas interessantes. Conheço o
Brasil e gosto muito do Brasil. Já visitei o Rio, São Paulo,
Brasília e Manaus e já pesquei nos rios da Amazônia, onde
naveguei até São Luís. Gosto muito do Brasil.
Leia mais notícias
de Ciência e Saúde
SEGUNDO PESQUISA DE ESTADÃO DE SAO PAULO: maioria tecnica gostou da decisão da expulsão de Geisy !!!
O que você acha da atitude da Uniban em relação à Geisy Arruda? http://www.estadao.com.br/enquete/resultado/o-que-voce-acha-da-expulsao-da-estudante-geisy-arruda-da-uniban,55.htm
- Sou contra a expulsão
4510 voto(s) - 48.68% - Sou a favor da expulsão
4755 voto(s) - 51.32%
Total: 9265 voto(s)
Será que nao somos pior que a UCRANIA, Africa ou países arabes em questao de direitos e respeito à mulher?será que ta explicado porque ainda somos um país atrasado,
pois de nada adianta de vivermos uma Democracia, se as pessoas que vivem neste
Brasil querem e continuam a viver como nos tempos da Idade Média, ou como
mulçumanos ignorantes , com uma intolerância e machismo, digno de sermos
um dos países campeos de violenci no transito , violencia e mortes nas cidades
Brasileiras sem precedente!
Onde está o OAB que ate agora nao repudiou os atos criminosos de toda uma comunidade
a começar pelo Reitor da Unibambi?
CNN: 'caso Geisy' foi 2º assunto mais acessado no mundo
Do Diário OnLine
O caso da estudante
Geisy Arruda, hostilizada por alunos da Uniban (Universidade
Bandeirante) por usar um vestido curto, foi o segundo assunto mais
acessado por internautas de todo o mundo na terça-feira, segundo
informações do site da CNN. O primeiro foi a execução por injeção letal
de John Allen Muhammad, que em 2002 ficou conhecido como o atirador de
Washington.
Na página da CNN, o "caso Geisy" ainda aparecia nesta quinta-feira entre os 15 vídeos mais acessados.
A universitária ganhou destaque na mídia mundial após ser xingada
por outros alunos da Uniban por trajar um microvestido pink para
frequentar as aulas. Em uma reportagem sobre o assunto, a rede CNN
afirma que o Brasil é conhecido por seus carnavais e suas praias
repletas de mulheres de biquínis, mas é também firmemente católico.
e PORQUE NINGUEM ESPANCA OS POLITICOS SAFADOS, PORQUE NAO QUEBRAM A CARA DOS QUE NOS ROUBAM EM BRASÍLIA?
SERÍAMOS UM PAÍS DE CORNOS ASSUMIDOS OU MACHOES QUE SO BATEM EM MULHER INDEFESA?
Feministas fazem teatro em ato contra assédio sexual a alunas na Ucrânia
Protesto ocorreu em frente ao prédio do Ministério da Educação, em Kiev. Manifestantes denunciaram supostos abusos de professores universitários.
Ativistas do Femen, movimento feminista ucraniano,
fazem encenação nesta segunda-feira (16) em frente
ao prédio do Ministério da Educação, em Kiev. (Foto: AFP)
O objetivo era denunciar os casos de assédio sexual
de alunas por professores ocorridos em universidades
do país. (Foto: AFP)
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