Grupos

Homem-Aranha nas Torres Petronas


Alain Robert, o francês conhecido como Homem-Aranha por suas peripécias nos arranha-céus mais altos do mundo, foi detido pela polícia da Malásia depois de escalar os 88 andares das Torres Petronas.
Clique no link abaixo para ver o vídeo.

Homem-Aranha nas Torres Petronas
                Homem-Aranha nas Torres Petronas
Mais uma do Homem-Aranha


O francês Alain Robert, mais conhecido como "Homem-Aranha", escala um prédio de 41 andares em Sydney, na Austrália, para chamar a atenção para as mudanças climáticas.
Clique no link abaixo da imagem para ver a matéria da Reuters

Mais uma do Homem-Aranha
Mais uma do Homem-Aranha
Guarda: teares do museu da tecelagem continuam a produzir cobertores de papa e mantas de trapos


19.01.2010


Admirar peças que foram usadas antigamente na tecelagem, acompanhar um artesão no manejo de teares e comprar cobertores ou mantas feitas no local, são possibilidades oferecidas por um museu instalado na Freguesia de Meios, na Guarda.
O espaço museológico, da Câmara Municipal, foi inaugurado em Julho de 2006 e está instalado numa antiga fábrica de tecelagem que cessou a laboração nos anos 80 do século passado.
Segundo Luís Costa, coordenador do museu, o imóvel foi inicialmente adquirido pelo Parque Natural da Serra da Estrela para oficina de aprendizagem, “mas o projecto não surtiu efeito e o edifício começou a degradar-se”.
Em 2002, foi adquirido pela autarquia que o recuperou e adaptou a museu de tecelagem, com exposição, venda de artesanato e de produção de cobertores de papa (acessório característico dos pastores serranos), carpetes, mantas, entre outros artigos.
O funcionamento de quatro teares de produção de cobertores de papa e de dois de mantas de trapos é assegurado por um tecelão da terra, contratado pela autarquia.
Luís Costa explicou que o museu “não se limita só a expor o espólio ligado à tecelagem”, como tesouras de tosquia, canelas, rocas, fusos, chocalhos, etc. Referiu que, no dia-a-dia, “o artesão está a trabalhar em teares com cento e tal anos” e quem visitar o local pode acompanhar a produção de cobertores ou de mantas pelo método manual, e adquirir os artigos.
“Este museu também tem a parte pedagógica de não deixar morrer a tradição”, permitindo que as gerações mais novas percebam “a importância da indústria têxtil nas nossas aldeias”, explicou.
Preservar a memória da tecelagem e da indústria têxtil, dando particular destaque à produção do cobertor de papa, que está em vias de desaparecer, é outro dos objectivos do equipamento.
O artesão António Almeida, 54 anos, neto dos antigos proprietários da fábrica que funcionou no edifício, continua a “dar vida” aos seis teares instalados no piso superior do museu da tecelagem. Tecelão desde os 17 anos, contou que cada cobertor de papa leva “uma hora” a fabricar e que em tempos idos “cada artesão fazia oito por dia”.
Actualmente, sem a agitação de outros tempos, continua a tecer nos teares centenários que maneja com esmero, para mostrar aos visitantes como se processa a tecelagem manual, garantindo que trabalho “não falta”. Disse que o projecto “é bom para a terra e para a Guarda” e contou que pelo museu, além dos turistas, passam alunos das escolas que “adoram ver isto”.
Também lá trabalha a costureira Maria do Carmo, 55 anos, que faz acabamentos em tapetes, chinelos de pano e um genuíno alfinete para o peito, em lã, denominado “pregadeira”. Contou que os visitantes “gostam muito” do que encontram na aldeia serrana: “Pessoas que nunca viram, adoram ver estas máquinas a trabalhar”.
Pelas contas da direcção do museu, desde a abertura, já foi visitado por mais de 5000 pessoas, muitas delas estrangeiras.


Cientistas conseguem dar nó em feixe de luz

Nós em feixes de luz (Foto: Universidade de Bristol/Divulgação)
Nó em feixe de luz foi possível graças a teoria abstrata da matemática (Foto: Universidade de Bristol/Divulgação)
Uma equipe de físicos britânicos conseguiu dar vários nós em feixes de luz, em uma experiência inédita relatada em artigo na revista científica Nature Physics.
Segundo o especialistas, o feito foi possível graças à chamada "Teoria dos Nós", um ramo da matemática abstrata inspirado nos nós cotidianos, como os de cordas e sapatos.
"Em um feixe, o fluxo de luz no espaço é semelhante ao das águas de um rio", explicou Mark Dennis, da Universidade de Bristol e principal autor do estudo. "Apesar de correr em uma linha reta, a luz também pode fluir em voltas e redemoinhos, formando linhas no espaço chamadas de vórtices ópticos."
"Ao longo desses vórtices, a intensidade da luz é zero. Toda a luz à nossa volta é cheia dessas linhas negras, apesar de não podermos vê-las", disse.
Laser
Vórtices ópticos podem ser criados com hologramas que direcionam o fluxo de luz.
Neste estudo, a equipe desenhou hologramas usando a teoria dos nós. E com esses hologramas, conseguiram criar nós em vórtices ópticos.
Para os cientistas, a compreensão de como controlar a luz tem importantes implicações para a tecnologia a laser usada em vários campos, da medicina à indústria.
"O sofisticado desenho de hologramas necessário para a nossa experiência mostra um avançado controle óptico, o que pode sem dúvida vir a ser usado em futuros aparelhos a laser", disse Miles Padgett, da Universidade de Glasgow.





Fabricante de redes investe em venda virtual


O investimento realizado em 2009 pela Ramalho Têxtil, fabricante de redes de descanso do Ceará, em sua loja virtual já deu resultados significativos. A marca Denaná, obtendo bons resultados. A participação das vendas via internet nas vendas totais da empresa cresceu 400% com relação a 2008, passando de 1,73% para 6,97%. A participação da loja virtual em relação à quantidade produzida teve um incremento de 560%, atingindo 3% em 2009. Em versão bilíngüe português/inglês, o site foi desenvolvido pela Briba Design, que criou um redirecionamento especial para a loja virtual www.denana.com.br/loja em destaque na página principal. A loja já está com a coleção 2010 à venda.
Uirapuru
Cristal
Amazônita
Amazônita Franja
Água Marinha Franja
Rubi
Rubi Franja
Olho de Tigre Franja
Olho de Tigre
Opala de Fogo
Opala de Fogo Franja
Malaquita

Fonte: Erivaldo Cavalcanti