Jornal Nó Cego Fevereiro 2008
22:28 @ 15/02/2009
Projeto Tear acaba de ser ampliado

Sala multimídia, novo site, remodelação da loja, biblioteca e inclusão de oficina de estamparia e personalização estão entre as novidades da iniciativa
O Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, ação que une em parceria a Associação Cornélia Vlieg, a Prefeitura de Guarulhos e a Pfizer, será ampliado. A partir de fevereiro, haverá uma nova oficina, de serigrafia e personalização, que será responsável pelo incremento de 20% no número de beneficiados pelo projeto. Criado há cinco anos, o Tear é um espaço de inclusão social inovador, que tem como principal objetivo a reabilitação de portadores de transtornos mentais. O trabalho é feito por meio de oficinas específicas, que possibilitam a socialização dos pacientes, bem como o estimulo à sua autonomia e o resgate da auto-estima.
Além do aumento de 20% no atendimento, que hoje é de aproximadamente 100 pacientes, as novidades desta ampliação incluem incremento de suas instalações e equipamentos; novo site; revitalização da loja; criação de sala multimídia; e instalação de uma biblioteca com livros específicos de confecção de produtos artesanais, marketing e vendas. As oficinas existentes, como de papel artesanal, gráfica, marcenaria, velas e sabonetes, tear e costura, vitral e mosaico, também terão sua atuação ampliada.
“A Pfizer tem como meta contribuir para uma melhora significativa na qualidade de vida das pessoas atendidas pelo Tear, de maneira criativa e coerente com os princípios que norteiam a iniciativa, buscando promover cidadania e inclusão social”, comenta Cristiane Santos, gerente de Comunicação Corporativa da Pfizer.
Os objetos confeccionados nas oficinas são comercializados em loja própria do projeto e o dinheiro arrecadado com a venda dos produtos é revertido para a compra de materiais/ equipamentos e também para os participantes, na forma de “bolsa oficina”.
“O investimento destinado à ampliação do projeto por parte dos parceiros se traduz para a equipe como reconhecimento pelo trabalho realizado, refletindo positivamente na concretização dos objetivos propostos e principalmente na ampliação do número de pessoas que serão beneficiadas diretamente a partir de fevereiro”, informa Valéria Bianchini, coordenadora do Projeto Tear.
A Loja Tear fica na Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, em Guarulhos e funciona de segunda à sexta, das 9 h às 17 horas. Informações pelo telefone: (11) 2409-2200 ou 2475-1758. Site: http://www.projetotear.org.br/.
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A Pfizer é a indústria farmacêutica que mais investe em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos. O resultado desse trabalho são produtos que melhoram a saúde e a vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Fundada em 1849 e presente em 150 países, a Pfizer comercializa medicamentos na área de Saúde Humana e Animal, como Lípitor, Champix, Sutent, Celsentri, Celebra e Viagra. No Brasil há 55 anos, a companhia também desenvolve iniciativas sociais voltadas para a Educação em Saúde.
WAVE é o nome desta incrível mistura de barraca e rede. Com design de Erik Nyberg e Gustav Ström e produzida pela Royal Botania, ela tem um visual único. Apoiada em apenas um ponto, o que lhe dá a a impressão de flutuar, sua estrutura é feita em aço inox. Dois tipos de tecido, um para a cobertura e outro para a rede, garantem o conforto e a oportunidade inigualável de descanso. Para quem possui casa com vistas como as das fotos, é perfeita!

http://www.bemlegaus.com/2009/02/rede-da-onda.html
Em Fátima, Portugal, há um museu de cera onde a mãe de Jesus é apresentada como uma Tecelã, com suas ferramentas.
O Museu da Vida de Cristo, inaugurado em Abril de 2007, possui uma arquitetura moderna, cores claras, revestimento de vidro cobre e granito, grande luminosidade e amplos espaços de circulação.
O espaço temático Vida de Cristo apresenta a vida de Maria que acompanha o seu filho Jesus desde o nascimento até à paixão e morte, culminando na Ascensão de Jesus aos Céus. Ao longo da visita sucedem-se os ambientes, sons e odores, alternam-se o tempo e o espaço permitindo ao visitante viver os acontecimentos retratados.
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BAOBÁ ECOFÁBRICOS

A Baobá é um projeto de valorização da tecelagem artesanal que produz artigos com matérias-primas orgânicas ou recicladas. Suas atividades concentram-se na Fazenda Rancho Grande, em Espírito Santo do Pinhal, interior de São Paulo. A coordenação do trabalho está a cargo da historiadora Daniela Moreau.
O projeto Baobá surgiu em 1995, com o objetivo de unir a linguagem do artesanato tradicional (inicialmente a da tecelagem manual) com as especificidades / necessidades da vida contemporânea. A criação de empregos onde as pessoas pudessem exercer seu potencial criativo e o uso de técnicas de produção não prejudiciais ao meio ambiente formam as diretrizes que orientaram o projeto.
A valorização da tecelagem manual passava pela utilização de novas matérias-primas e pela criação de produtos. Em 1997 foram introduzidos os fios produzidos a partir da reciclagem de garrafas plásticas e, em 1998, o algodão certificado e o algodão peruano naturalmente colorido.
Em 2001 a empresa recebeu o Prêmio Ecodesign da FIESP.
O REI DOS CÃES DE PASTOREIO HÚNGAROS

Na REVISTA VEJA, Edição 2098 de 4 de fevereiro de 2009 (http://veja.abril.com.br/040209/imagens/animais4.jpg) desta semana, um artigo fala sobre cães "feios" e entre eles cita o Komondor. Seu aspecto físico , como se fosse um grande urso de pelúcia não tem, absolutamente nada a ver com seu real temperamento, nem é de fato "feio". Ele se destaca pelo tamanho gigante e pela pelagem abundante e encordoada. Trata-se de um cão muito silencioso e que raramente late, mas também trata-se de um cão independente e com forte instinto de guarda. Não se pode dizer que o Komondor seja do tipo ´brincalhão´. É um muito cão forte e que foi desenvolvido para ter muita iniciativa na proteção dos rebanhos, com os quais era deixado praticamente sozinho pelos pastores. Essa atividade requeria que o cão tivesse que tomar suas próprias decisões e esta mesma ´independência´ faz com que seja um cão ideal para quem tenha voz ativa e muita experiência o que torna o Komondor bastante diferente dos demais pastores, que, normalmente, esperam ordens do seu líder humano para agir.
Foi esta mesma vocação para proteção de rebanhos e guarda que fez com que a raça fosse bastante valorizada nos Estados Unidos, onde é utilizada ainda hoje para a mesma função. Na função de guarda, costuma escolher um ponto estratégico no ´seu´ terreno do qual possa dominar o visual de todo conjunto.
Para saber mais: http://www.dogtimes.com.br/komodor.htm
Proper Lady" é o nome desta inusitada e divertida criação de Rachel Denny. Feito com dezenas de pares de luvas no melhor estilo vintage, este super tapete garante um efeito visual sensacional. Olhando de relance lembra bastante aqueles tapetes feitos com retalhos coloridos. O forro encorpado é feito em algodão e a artista também sugere que a peça seja usada como decoração de parede.
Fonte:http://www.bemlegaus.com/2009/01/tapete-de-luvas.html

A CASA - MUSEU DO OBJETO BRASILEIRO apresenta
Rua Cunha Gago, 80705421-001 - São Paulo- SPTelefax: 55 11 3814 9711
http://www.knittersloom.com/
Clicando no link acima se pode ter acesso a um dos mais belos e modernos teares manuais que já se viu no mercado mundial. É da famosa fábrica Ashford da Nova Zelândia. Nos links abaixo temos o manual de instruções e outros.
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A número um
Jornal Viver Bem
Domingo, 04/01/2009
Ivonaldo Alexandre/ Gazeta do Povo
Depois de 34 anos na feirinha do Largo da Ordem, a tecelã Zélia Scholz abre sua história de lãs, corantes naturais e contos de fadas
Publicado em 04/01/2009 | Daniela Neves - danielan@gazetadopovo.com.brNaqueles meados dos anos 70, as barracas ocupavam apenas a quadra entre o Relógio das Flores e a Rua do Rosário, com 20 feirantes, no máximo, que produziam o mais legítimo trabalho manual. O “ponto” escolhido por dona Zélia para o negócio era a entrada da feira e ficava ao lado de um poste – que lhe fazia sombra naquela época em que só tinha mesmo um tapetinho no chão com algumas peças. E não é que vendia tudo? “Chamava a atenção dos turistas, que desde aquele tempo adoravam artesanato. Levavam ao menos uma peça, mesmo que fosse uma meia”, conta.
O ofício de tecelã Zélia aprendeu cedo, na pequena cidade de Jacutinga, no Sul de Minas Gerais. Criar ovelhas, tosquiar a lã, plantar algodão, colher, lavar, cardear (passar uma escova especial), tingir (com processos naturais) e tecer eram atividades feitas pela bisavó, que passaram para a avó, para a mãe até chegarem à Zélia, quando completou 14 anos. “Naquela época, era muito difícil encontrar roupa pronta. Meu avô era pecuarista e minha avó tecia para fazer roupa para a família”, conta. Como já gostava de arte, música e pintura, tecer tornou-se algo natural e prazeroso.
Nos anos 50 se mudou para o Norte do Paraná com a família, onde casou com o radialista José Wille Scholz, com quem teve seis meninos. Vinte anos depois mudou-se para Curitiba e com os filhos já criados, foi procurar uma distração no Centro de Criatividade do Parque São Lourenço: começou como aluna de cerâmica e saiu de lá professora de tear. “Não conhecia o valor do meu trabalho. Amava, mas não sabia que os outros se interessariam”, diz.
Até hoje, com 34 anos de feirinha e já bem longe do “marco zero” – agora são 1,3 mil barracas que ocupam seis quadras, espalhadas para cima e para baixo da área inicial –, Zélia continua encantando os freqüentadores da feira. Principalmente das crianças. Ela que já se parece com as vovós das historinhas infantis, leva a roca em que a Bela Adormecida espetou o dedo para a feira e conversa com os pequenos. “Gosto de incentivar a magia dos contos de fadas, porque não é sempre que eles veem uma fiandeira ao vivo e a cores, como das histórias”, diz.
Durante a semana, Zélia dá aulas particulares de tear e à noite produz suas peças. Sem pressa nem cobrança de produção. Nenhuma visita à sua casa-ateliê escapa de uma aula rápida de tear, acompanhada de bom papo mineiro. Ao ensinar como se coloca o algodão desfiado na roca, Zélia fala do material, das cores e aproveita para dar sua lição de vida: “Uma coisa é ver e a outra é olhar. Quando você trabalha e vê com os olhos da alma, descobre maravilhas: cores, formas, a lã macia”.
Ovelhas de pau
Elas são simplesmente demais. Estas réplicas de ovelhas feitas em madeira e cobertas com lã, podem ser usadas como descansos de pé, brinquedos para a criançada ou simplesmente como um divertido enfeite. São 3 alturas diferentes (45, 60 e 85 cm), e cada ovelhinha é feita artesanalmente na Alemanha. Possuem tratamento para retardar a propagação de fogo e são antialérgicas. Os precinhos não são inocentes como a carinha das ovelhas: custam 161, 230 e 323 libras. "Tricotadamente legaus"!

ALBUM PINTURA & TECELAGEM
Ver acervo em http://picasaweb.google.com.br/scholzrene/PinturaTecelagem#slideshow/5282206496928963074
Tecidos orgânicos
Os tecidos orgânicos como o algodão, a lã, a seda e o cânhamo devem cumprir a regulamentação estipulada pela Associação de Comércio de Orgânicos ou por órgão regulador, no que diz respeito à produção, ao tingimento e ao manuseio das fibras. É importante procurar o certificado nas embalagens para ter certeza de que se trata realmente de um produto orgânico. Os tecidos sustentáveis são produzidos fora das diretrizes e das certificações federais.
![]() Uma visitante indiana analisa a qualidade do algodão na Tantavi-2003, uma exposição de tecidos eco-amigáveis feitos à mão realizada em Calcutá |
O algodão orgânico é o tipo mais popular de tecido orgânico. De acordo com a Associação dos Consumidores de Produtos Orgânicos, a demanda por roupas feitas de algodão orgânico duplicou entre 2005 e 2006 [fonte: OCA ]. O algodão orgânico também é usado em artigos pessoais como produtos sanitários, esfregões e fraldas para bebês, assim como em artigos de mesa, banho e até mesmo em papelaria.
A lã orgânica, a seda e o cânhamo também são materiais orgânicos populares. O cânhamo é uma fibra natural altamente durável que não requer pesticidas e precisa de pouca água para crescer. Por se tratar de uma fonte renovável, os fazendeiros podem manter plantações de cânhamo ano após ano. As fibras de cânhamo podem ser usadas em vestuário, cosméticos e papéis. Para tornar o cânhamo menos rígido, as fibras geralmente são misturadas com algodão e seda.
As roupas sustentáveis utilizam tecidos feitos de materiais renováveis como o bambu, a soja e o Tencel, fibra proveniente da polpa de madeira. Os materiais de roupas sustentáveis também podem ser produzidos a partir de novas opções sintéticas como o "POP", tecido feito de plástico reciclado de garrafas de refrigerante.
O bambu se tornou uma escolha popular de tecido sustentável para empresas que pretendem realizar a transição para a moda eco-amigável. Ele cresce rápido e pode ser cultivado sem pesticidas ou aditivos químicos. E também é 100% biodegradável. Para se obter as fibras de bambu, sua polpa é retirada até que fique separada em fios finos que podem ser torcidos e tecidos. O bambu produz um ótimo tecido para roupas esportivas devido às suas propriedades naturais anti-bactericidas e absorventes. O tecido de bambu também é famoso por sua textura macia.
Muitas vezes, os tecidos orgânicos e sustentáveis requerem cuidado especial (leia sempre as instruções de lavagem na etiqueta de cada produto). Embora muitos tecidos possam ser lavados à máquina, alguns requerem lavagem a seco ou à mão. Os consumidores conscientes talvez queiram utilizar detergentes livres de fosfato e biodegradáveis e secar as roupas no varal para reduzir o consumo de energia.
Fonte: http://casa.hsw.uol.com.br/roupas-organicas1.htm
Na nossa imaginação, roupas orgânicas geralmente não estão tão na moda. Nos fazem lembrar das sandálias Birkenstocks, de túnicas sem formato e texturas rústicas, com ou sem tingimento. Mas nossa imaginação parou na década de 70. As fibras orgânicas e alternativas foram aperfeiçoadas desde então.

Cachecóis feitos de tecido orgânico expostos em uma prateleira da Organic Avenue, uma loja vegan de Nova York
As roupas orgânicas são feitas de materiais essencialmente naturais e não sintéticos, e parte, pelo menos no Brasil, dessa produção vem de métodos de agricultura orgânica que fazem parte do movimento da agricultura orgânica (em inglês) Esse movimento enfatiza a agricultura e a produção, que trabalham em conjunto com a natureza e ajudam a diminuir a poluição do ar, do solo e da água. Os materiais para as roupas orgânicas vêm de plantas que não recebem radiação e que não foram geneticamente modificadas ou tratadas com pesticidas sintéticos ou químicos. Qualquer produto classificado como orgânico, independentemente de ser uma camiseta ou uma maçã, deve seguir os padrões nacionais estipulados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Semelhantes às roupas orgânicas são as roupas sustentáveis. Os trajes sustentáveis enfatizam a reutilização e a reciclagem de materiais e fazem parte do movimento de conscientização ambiental. Tanto as roupas orgânicas quanto as sustentáveis são ecologicamente corretas e amigas do meio ambiente.
fONTE: http://casa.hsw.uol.com.br/roupas-organicas.htm

Cariri recebeu Mestres da Cultura em dezembro/2008
Na programação, aconteceram encontros, oficinas, seminários e apresentações artísticas. Todas as atividades foram realizadas nos municípios de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha, na região do Cariri, sul do Ceará, a cerca de 560 km de Fortaleza.
Todas as noites se encerraram com apresentações de grupos populares tradicionais em shows em dois palcos montados no pátio do Memorial Padre Cícero, em Juazeiro do Norte.
Com o objetivo de fortalecer o intercâmbio entre saberes e fazeres, valorizando os Mestres da Cultura como mantenedores das tradições coletivas, o IV Encontro Mestres do Mundo é uma promoção do Ministério da Cultura (Minc) por meio da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural (SID) e do Governo do Ceará, através da Secretaria da Cultura do Estado (Secult), com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e o apoio do Instituto de Arte e Cultura do Ceará (IACC).
LinK: http://www.oktiva.com.br/oktiva.net/2603/secao/22293
Vaticano compra seda produzida em Maringá

Da Europa, as faixas serão enviadas para todos os países onde a Ordem de São Basílio estiver presente. Seguidores do rito bizantino, um dos cinco da Igreja Católica Oriental, os basilianos são encontrados, em maior número na Ucrânia, Eslováquia, Romênia, Polônia, Hungria, Canadá, Brasil, Argentina, Estados Unidos e Portugal, entre outros países.
Em todos eles, os sacerdotes usarão faixas negras maringaenses sobre o hábito talar durante as celebrações.
Estamos em fase de mudança no Pqno Museu da Tecelagem.
O Velho grupo Handweavers, que deu origem a este Museu, vai ser fechado por determinação do Portal Groups MSN. Não só ele mas todos os grupos ali instalados foram avisados para se transferirem para outros locais. Assim, como já estávamos instalados também no portal do Google, é para alí que vamos com malas e cuia, coleções, imagens, filmes e tudo que tivermos direito. Dalí estmos fazendo links com os álbuns do Picasa, um excelente álbum virtual também do gigante Google. Assim, não teremos mais limites de quantidade de conteúdo. No msn havia um limite de 3Mb por participante.
Pois bem, ano novo com casa nova. Vamos lá.
O endereço é http://groups.google.com.br/group/pequenomuseudatecelagem
Visitem!
Prof. René Scholz
Diretor do Museu

Miragens de Existência: o Tecelão, a Tecelagem e Sua Simbologia
Thais Wense Mendonca Cruz
- Editora: ANNABLUME
- ISBN: 8574190349
- Ano: 1998
O que esse livro mostra sem muita cerimônia acadêmica é que a tecelagem, tal como os artesãos ritualmente a realizam, não é mero objeto a cumprir funções cotidianas - colcha para cobrir, toalha para servir, manta para aquecer, painel para expor -, objeto empírico passível de observação e de análise técnica e científica. Mais do que isto, entendendo os objetos tecidos como "objetos simbólicos" cuja trama misteriosa a autora não explica, mas tem o cuidado de apontar, respeitar e reverenciar, Miragens da existência pode ser lido nas perspectivas da Poética, da Psicologia Analítica, da Antropologia e da História do Sagrado.
Contribuição de Julio Cesar Thomaz Telles, direto de Piraquara, PR.

























