Grupos

A Universidade Federal de Goiás (UFG) lançou seu Portal Periódicos Eletrônicos, com 17 revistas que trazem resenhas e textos sobre resultados de pesquisas, além de cerca de 2 mil artigos científicos. O acesso é gratuito mediante cadastro para obtenção de login e senha.

Trata-se de um projeto da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da universidade, que, segundo a instituição, visa à democratização do acesso às pesquisas científicas e à qualificação dos periódicos da universidade.

O portal conta com 233 volumes publicados, cujos textos, além do português, também podem ser baixados na íntegra em inglês, francês e espanhol.

A maior parte dos artigos das publicações são assinados por pesquisadores da própria UFG e abrangem áreas como geografia, ciência animal, filosofia, biologia, enfermagem, farmácia e cultura.

Entre os destaques estão as revistas Ciência Animal Brasileira, da Escola de Veterinária da UFG, Pesquisa Agropecuária Tropical, da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos, Revista de Biologia Neotropical, do Instituto de Ciências Biológicas, Revista de Patologia Tropical, do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública, Signótica, do Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística da Faculdade de Letras, e Sociedade e Cultura, da Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia.

O portal também está recebendo trabalhos de pesquisadores de outras instituições de ensino e pesquisa do país. Para isso, é necessário que o autor encaminhe uma cópia do texto de acordo com as normas do serviço.

Mais informações: www.revistas.ufg.br

http://www.livronet.com.br/blog/fotos/infernoincunabulo.jpg



Fonte: InfoOnline

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Como parte da política de desenvolvimento e valorização da educação profissional e tecnológica de nível médio apresentamos, para participação pública, o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Este Catálogo configura-se como importante mecanismo de organização e orientação da oferta nacional dos cursos técnicos de nível médio.




Fonte: Portal MEC




Lei assinada pelo Presidente dos Estados Unidos da América, George W. Bush (Consolidated Appropriations Act of 2007, HR. 2764), em 26/12/07, inclui que seja obrigatório que toda pesquisa financiada pelo National Institute of Health (NIH) e publicada em revistas com procedimentos de avaliação por pares seja depositada em seu repositório PubMed Central (PMC) num prazo não superior a 12 meses, tornando-a universalmente acessível.

Esta decisão representa um enorme impulso ao movimento de Acesso Aberto (em Inglês Open Access - OA) ao conhecimento científico, que se iniciou na década de 90 com o objetivo de disponibilizar publicamente, sem ônus financeiro, textos de artigos científicos. Previa-se um conjunto de ações que permitisse difusão tão ampla quanto possível da informação, como leitura, cópia, distribuição e impressão. Obviamente o advento da web/Internet foi a mola propulsora. Porém, havia considerações filosóficas, éticas e pragmáticas no bojo do movimento que foram sendo esmeradas e ampliadas com o tempo. As mais importantes são:


1- o conhecimento gerado é um bem que deve pertencer à humanidade;
2- a maioria da pesquisa publicada é financiada por recursos públicos;
3- os publishers científicos se apropriam desses conhecimentos de forma gratuita e os disseminam a custos crescentes e extremamente elevados;
4- esses custos são suportados pelos países de forma inversamente proporcional aos seus níveis de desenvolvimento, criando zonas de exclusão ao acesso da informação;
5- têm-se evidências de que a disponibilização aberta do conhecimento concede um impulso forte ao progresso científico e mais especificamente ao impacto dos artigos e revistas científicas medido pelas citações que recebem; e
6- o Acesso Aberto dos artigos está baseado no consentimento dos detentores da propriedade intelectual e, portanto, não infringe ou requer modificação nas leis de propriedade intelectual.


Este movimento foi de encontro aos interesses dos publishers, como não poderia deixar de ser. Porém, o reconhecimento de que eles continuam sendo mediadores importantes no processo de disseminação da ciência, fundamentalmente pelo know-how desenvolvido para avaliação por pares (peer-review) em larga escala em suas revistas tem que ser considerado. Alternativas de modelos financeiros se fazem necessárias. De fato, entre os grandes publishers existem várias opções de publicação que respondem ao movimento de acesso aberto, como a cobrança de taxas aos autores para a publicação dos artigos em acesso aberto assim como o estabelecimento de embargo de seis ou 12 meses antes que os artigos tenham acesso aberto nos repositórios institucionais. Ou iniciativas como HINARI, AGORA e OARE que facilitam o acesso aberto a milhares de revistas nos países em desenvolvimento com PIB per cápita menor de um mil dólares ou com custos reduzidos aos países com PIB per cápita até três mil dóláres.


Ao mesmo tempo surgiu um novo personagem que veio alterar significativamente o panorama: o contribuinte (taxpayer) que mais e mais se interessa pela informação científica oriunda da fonte primária, isto é, o artigo original ou uma revisão autorizada. Os mais importantes são os pacientes que buscam para si, ou para os seus, conhecimentos novos sobre sintomas e tratamentos de doenças.


Dois modelos mais importantes de Acesso Aberto prevalecem: um primeiro é o da criação de revistas científicas ou transformação das já existentes em Acesso Aberto. Sem considerar as variantes deste gênero, há hoje três mil revistas de acesso aberto indexadas num diretório internacional (DOAJ - Directory of Open Access Journals), todas elas exigindo o procedimento de avaliação por pares de seus artigos. A rede SciELO (Scientific Electronic Library Online) de coleções de revistas científicas em acesso aberto, lançada e operada no Brasil há 10 anos sob a liderança da FAPESP e da BIREME/OPAS/OMS publica em dezembro de 2007 cerca de 500 revistas e contribui com 11% do total de títulos indexados do DOAJ. Somente a Coleção SciELO Brasil com 203 títulos representa 6,8%, um dado digno de nota para um país cujos percentuais de performance em inúmeras atividades no contexto internacional não superam 2% (excetuando o futebol). As coleções SciELO nacionais e temáticas são coordenadas e financiadas por instituições nacionais e internacionais relacionadas com o desenvolvimento e aplicação da pesquisa e comunicação científica. A rede SciELO com cerca de 10 milhões de artigos visitados por mês, representa uma das mais destacadas coleções de revistas científicas publicadas em acesso aberto e a mais importante no mundo em desenvolvimento.


Sem dúvida a coleção de revistas de acesso aberto que mais se destacam são as da PLoS (Public Library of Science), criada pelo prêmio Nobel Harold Varmus no ano 2000. Esta organização não tem finalidade lucrativa (como a grande maioria das revistas em Acesso Aberto) e os gastos com a produção dos artigos são cobertos pelos autores dos artigos. Os índices de impacto destas revistas têm crescido bem acima da média das revistas comerciais, confirmando o poder de visibilidade conferido pelo Acesso Aberto.


O outro modelo é o de deposição de versões eletrônicas dos artigos nos chamados repositórios institucionais de acesso aberto. Acontecem inúmeras iniciativas neste sentido, a maioria ainda tímida e incipiente. O OpenDOAR (Directory of Open Access Repositories), em português, Diretório de Repositórios de Acesso Aberto, registra em dezembro de 2007 mais de 1 mil repositórios. Existem também iniciativas para o estabelecimento de políticas públicas e institucionais no sentido de formalizar e tornar obrigatória a deposição dos artigos após a sua aprovação em uma revista científica. Duas se destacam nesse sentido. Uma é a da Welcome Trust do Reino Unido, que demanda que todos os artigos publicados com pesquisas realizadas com seus recursos sejam depositados num prazo de 6 meses no repositório da UK PMC (UK PubMed Central).


A outra, de ainda maior importância pela dimensão dos EUA, acaba de ser assinada como lei pelo presidente Bush em 26 de dezembro último e demanda que todos os artigos publicados que passaram por avaliação por pares e que relatem pesquisas com recursos do NIH devem ser depositados no repositório PubMed Central dos EUA num prazo não superior a 12 meses, tornando o seus conteúdos abertos universalmente. Esta possibilidade já existia desde 2005 quando o NIH estabeleceu sua Política de Informação Pública (Public Information Policy). Até dezembro de 2007 a deposição era opcional. E de fato apenas 5% das pesquisas foram depositadas pelos pesquisadores no PubMed Central. A decisão do Governo americano torna agora obrigatória a deposição.


Esta decisão se seguiu a um longo embate no Congresso Americano, com um grande lobby dos publishers atuando contra, mas que teve em contra partida uma atuação marcante dos membros dos vários segmentos do movimento de Acesso Aberto, incluindo o da Associação dos Taxpayers dos EUA, uma entidade extremamente poderosa. O NIH tem um orçamento de 28 bilhões de dólares anuais, correspondendo a 30% dos recursos providos pelo governo federal à pesquisa, o que fornece uma idéia da magnitude dos interesses envolvidos.


Então, dirão alguns, um embargo de 6 ou 12 meses é algo que está aquém do interesse de muitos pesquisadores que esperam e necessitam os resultados de seus pares e competidores no dia seguinte à publicação, assim como esperam o jornal ainda quente com o noticiário do dia. Em uma boa parte dos casos isto é bem verdade e o acesso imediato às coleções dos publishers é paga seja através de subscrições de acesso online às revistas científicas ou baixando artigos de interesse por 20-40 dólares. As soluções mais avançadas para as comunidades de pesquisadores é provida por serviços e portais nacionais ou institucionais que negociam e intermediam as subscrições de acesso às coleções dos publishers. Estas soluções contribuem também ao movimento de acesso aberto ao conhecimento científico, como é o caso do Portal Periódicos CAPES do Brasil, que em dezembro de 2007 oferece acesso livre aos textos completos de cerca de 11.500 revistas online com a participação de mais de 180 instituições acadêmicas nacionais. Soluções similares estão em desenvolvimento e em operação em outros países da América Latina e Caribe.


Porém, para uma boa parte dos interessados este embargo de 6 ou 12 meses não é de transcendental importância, mormente para leigos em busca de informações de interesse pessoal, e não profissional. Mas, acima de tudo, este avanço que representa a decisão do Governo dos Estados Unidos é mais um passo notável no caminho que se abre para um procedimento mais amplo de Acesso Aberto onde os custos de todo o processo deverão ser baixados, os lucros dos publishers diminuídos e o acesso dos países menos favorecidos facilitado.


O Programa SciELO que lidera o movimento de acesso aberto às revistas de qualidade dos países ibero-americanos incluirá como parte de sua rede de coleções, repositórios de acesso aberto para a deposição dos artigos publicados por autores ibero-americanos nas revistas não SciELO indexadas internacionalmente.



Saiba mais - seleção de links sobre o acesso aberto


Fonte: Newsletter Bireme

No primeiro dia da segunda fase do vestibular da Fuvest - o mais concorrido do País -, 2.025 dos 37.334 candidatos deixaram de comparecer à prova de português e redação. A abstenção, de 5,42%, foi praticamente idêntica à do ano passado, quando faltaram 5,41% dos candidatos.


Para a maioria dos vestibulandos ouvidos pela reportagem, o teste foi tranqüilo. O tema da redação, "mundo digital", agradou aos candidatos. A prova trouxe três textos que serviram de base para a elaboração da redação. Um deles anunciava a criação da World Digital Library (Biblioteca Digital Mundial), um projeto da Unesco que reunirá grandes obras sobre filosofia, história, religião e ciência para consulta pela internet.

Marina Nunes, de 17 anos, que tenta uma vaga no curso de Gestão Ambiental, conta que a prova "acabou com o mito de que é impossível" ser aprovado na Universidade de São Paulo (USP). "Achei muito fácil o tema da redação, mas o risco é cair no óbvio, falar o mesmo que todo mundo", afirmou. Heluza Caldeira de Jesus, de 16 anos, que prestou como treineira na área de Ciências Humanas, concorda: "Achei o nível da prova bom, não é o monstro que a gente espera da Fuvest", disse.

Já Cássio Amoras, de 19 anos, candidato a uma vaga no curso de Filosofia, afirma que o maior desafio foi a parte de interpretação de texto. "Mesmo nas questões sobre literatura, o mais difícil era interpretar os textos. Não li os livros, apenas as resenhas, mas mesmo assim acho que fui bem", conta.

Para José Correia do Carmo Neto, de 17 anos, que também está prestando Engenharia Química na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a prova de português da Fuvest foi a mais fácil de todas. "Como estou muito familiarizado com o tema, foi fácil encontrar argumentos para desenvolver bem o texto."

João Miguel Tavares, de 17 anos, que concorre a uma vaga em Ciências Contábeis, entrou confiante para a prova. Na saída, porém, tinha dúvidas sobre seu desempenho. "A parte dissertativa estava fácil, mas a redação foi genérica demais. Acho que não fui muito bem."

Fonte: Repórter Diário


A imagem "http://images.wikia.com/search/images/b/bf/Wiki_wide.png" não pode ser mostrada, porque contém erros.



http://search.wikia.com/wiki/Search_Wikia


O novo buscador de código aberto Wikia Search, cuja versão alpha foi lançada ontem (07/01), ganhou análises desfavoráveis dos blogueiros, incluindo o popular blog de tecnologia Mashable.

Leia mais:

"Toda vez que eu faço uma análise de um sistema de busca, eu me lembro de como o Google é bom e funciona", escreveu Stan Schroeder, do Mashable.

O influente e popular blogueiro Michael Arrington, do TechCrunch, também criticou o Wikia Search, dizendo que ele falha e que "é um dos maiores desapontamentos que já tive em uma análise".

As principais críticas referem-se aos resultados pobres e a ausência de "elementos humanos". "O Wikia Search parece que foi feito por apenas dois garotos em um mês", brincou Stan Schroeder.

O Wikia Search, que é um projeto de um dos fundadores da Wikipedia, Jimmy Wales, ainda está na fase alpha e o seu web site contém um aviso que os resultados de buscas ainda são "baixos".

Wales respondeu às críticas de Arrington, do TechCrunch, lembrando o status alpha do projeto e que, assim como a Wikipedia, o Wikia Search é um esforço colaborativo.

"Nós avisamos no dia do lançamento da Wikipedia que ele era um site vazio com algum conteúdo divertido", lembrou Wales o começo da enciclopédia online, que hoje é uma das principais fontes de consulta da internet.



Fonte: PC World

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Em 2008 todos os países da América Latina e Caribe terão acesso livre à Biblioteca Cochrane por meio do Portal Cochrane BVS (Biblioteca Virtual em Saúde), que opera, além da versão original em inglês, a versão em espanhol e um conjunto selecionado de resumos de revisões em português.


Este é sem dúvida mais um avanço notável na democratização e universalização do acesso a mais importante fonte de informação de evidências para a atenção à saúde, que são recuperadas, analisadas e sistematizadas periodicamente dos resultados de pesquisa e, particularmente, dos ensaios clínicos registrados na literatura científica internacional.


A Biblioteca Cochrane é o principal produto da Colaboração Cochrane, uma organização independente, sem fins lucrativos, que gera o trabalho de uma rede global de mais de dez mil voluntários que trabalham nos chamados Grupos de Revisões Cochrane (Cochrane Reviews Groups) com o objetivo de disponibilizar informação mais atualizada e correta sobre os efeitos da atenção à saúde.


Para tanto, a Colaboração Cochrane elabora e dissemina revisões sistemáticas das intervenções relacionadas com a atenção à saúde e promove a pesquisa de evidência na forma de ensaios clínicos e outros estudos de intervenções. A colaboração foi fundada em 1993 e seu nome é uma homenagem ao epidemiologista inglês Archie Cochrane. A secretaria da Colaboração Cochrane está localizada em Oxford, na Inglaterra.


Biblioteca Cochrane – os conteúdos


A coleção da Biblioteca Cochrane é atualizada quatro vezes ao ano e inclui, além das Revisões Sistemáticas realizadas pelos Grupos de Revisões, outras fontes de informação relevantes para a identificação e acesso às evidências, que são produzidas por diferentes instituições, com destaque para o Center for Reviews and Dissemination (CRD) da Universidade de York, na Inglaterra.


As principais fontes de informação da coleção da Biblioteca Cochrane são as seguintes, com o número de registros correspondentes à última edição de 2007:


Revisões Sistemáticas (Cochrane Database of Systematic Reviews), com 5053 registros, dos quais 3298 são revisões completas e 1755 protocolos.
- Resumos de revisões sistemáticas com qualidade avaliada (Database of Abstracts of Reviews of Effects), com 6.751 resumos;


- Registro Central Cochrane de Ensaios Controlados, com 522.340 registros bibliográficos;


- Registro Cochrane de Metodologia, com 10.008 registros bibliográficos;
o Avaliações de Tecnologias em Saúde, com 7.087 registros; e


- Avaliações Econômicas do National Health Services (NHS) da Inglaterra, com 22731 registros.


A coleção contém também a fonte de informação “Sobre a Colaboração Cochrane” que descreve seus objetivos, princípios, funções e organização e atualiza a cada quatro meses os respectivos contatos institucionais e individuais.
 

A versão em espanhol da biblioteca inclui em sua coleção além das disponíveis na versão em inglês, fontes de informação específicas em espanhol. Das 3.298 revisões sistemáticas publicadas na última edição de 2007 na versão em inglês, 3.178 tinham tradução para o espanhol. E a versão em português contém 652 resumos de revisões sistemáticas realizadas pelo Centro Cochrane do Brasil.


A colaboração regional para o acesso livre ao Portal Cochrane BVS


A democratização do acesso à Biblioteca Cochrane por meio da BVS ocorre no âmbito da cooperação técnica regional da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), de modo que as comunidades de políticos, gestores, pesquisadores, professores, estudantes, profissionais, pacientes e a sociedade em geral da América Latina e Caribe poderão dispô-la como ferramenta poderosa para aprimorar progressivamente a qualidade das suas decisões. O apoio da Diretora da OPAS, Mirta Roses Periago e dos Representantes da OPAS nos países foi decisivo para o sucesso do acesso aberto ao Portal Cochrane BVS para todos os países da América Latina e Caribe.


O privilégio do acesso aberto à Biblioteca Cochrane alcançado pela América Latina e Caribe é único, e isto não existe em nenhuma outra região do mundo. De fato, está em curso atualmente uma petição pública à Comissão Européia para o financiamento do acesso aberto à Biblioteca Cochrane no âmbito da Comunidade Européia.
Cochrane BVS, Portal de Evidências BVS e EVIPNet Americas irão contribuir para fortalecer o acesso e o uso de evidências científicas

Novo Portal Cochrane BVS amplia acesso às fontes de evidências

Rede Cochrane Ibero-americana apóia Portal de Evidências na BVS


A conquista do serviço integrado de acesso livre à Biblioteca Cochrane nos idiomas inglês, espanhol e português para todos os países da América Latina e Caribe é resultado do esforço continuado que a BIREME/OPAS/OMS vem realizando desde 2003, quando começou a operação online da versão em inglês. No primeiro ano a operação foi piloto no Brasil, para que a BIREME pudesse analisar a viabilidade e adquirir capacidade técnica de operação. De 2004 a 2006, a BIREME estendeu a operação da Biblioteca Cochrane para toda a América Latina e Caribe com acesso identificado por IP das instituições ou por identificação de usuários individuais.


O número médio de visitas mensais à versão em inglês na BVS superou 32 mil em 2006. A implantação e a operação da versão em inglês da Biblioteca Cochrane durante este período contou com apoio financeiro dos Ministérios da Saúde e da Educação do Brasil, este último por meio da sua Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e da BIREME.


A versão em espanhol, até 2006, era operada para a América Latina e Caribe pela companhia Update Software com acesso livre, mas que a partir de 2007 passaria a cobrar licenças individuais e institucionais de acesso, o que limitaria enormemente o acesso a uma fonte de informação essencial para todos. Por iniciativa da BIREME e da Rede Cochrane Ibero-Americana foram realizadas durante os anos de 2005 a 2007 esforços conjugados para tornar possível o acesso livre tanto para a versão em inglês quanto em espanhol.


Assim, a posta em marcha do serviço integrado às diferentes versões da Biblioteca Cochrane, por meio do Portal Cochrane BVS, demandou a colaboração e a convergência de interesses de várias entidades, incluindo os contratos de licenças anuais de acesso à versão original em inglês com a casa editorial Wiley & Sons que opera também um portal internacional da biblioteca e de acesso a versão em espanhol com a companhia Update Software.


Os contratos de licença foram financiados para 2008 com recursos mobilizados pela cooperação técnica da OPAS com um conjunto selecionado de países, particularmente os países da América Latina não incluídos no programa HINARI entre a OMS e as casas editoriais que permitem acesso livre ou a custos reduzidos aos países com PIB menor que 3 mil dólares. A licença da versão em inglês vem sendo financiada pela cooperação técnica no Brasil, incluindo apoio financeiro dos Ministérios da Saúde e da Educação. A licença da versão em espanhol inclui a participação dos países Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Porto Rico, México, Uruguai e Venezuela.


A expectativa da BIREME é que nos próximos anos se consolide o esforço colaborativo dos países da América Latina e Caribe para promover e para assegurar o financiamento e a sustentabilidade da operação e desenvolvimento do Portal Cochrane BVS.


O desenvolvimento e operação do Portal Cochrane BVS


A operação e o desenvolvimento do portal Cochrane BVS com o acesso livre, são liderados pela BIREME com o apoio no Brasil, do Centro Cochrane do Brasil, ligado à Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e na América Latina com o apoio dos centros nacionais da Rede Cochrane Ibero-americana e do Centro Cochrane Ibero-Americano, ligado ao Hospital de la Santa Creu i Sant Pau de Barcelona.


A biblioteca é atualizada quatro vezes ao ano nos idiomas inglês, português e espanhol e envolve um processamento complexo de cerca de 20 fontes de informação, com links entre si, e operadas com interface multilíngüe. As fontes de informação serão progressivamente operadas como serviços web de forma que serão estimulados e facilitados os links com outros produtos e serviços de informação.


A disponibilidade da Biblioteca Cochrane em acesso aberto contribuirá também para apoiar políticas nacionais de saúde baseadas em evidências assim como inúmeras iniciativas e serviços de informação internacionais, regionais e nacionais relacionados com a identificação, geração, uso e disseminação de evidências científicas para a prática da saúde.


Entre as iniciativas nacionais e internacionais que são favorecidas pelo acesso aberto ao Portal Cochrane BVS na América Latina e Caribe estão, por exemplo, os programas de pós-graduação, de educação continuada e de apoio aos sistemas nacionais de saúde do Centro Cochrane do Brasil e dos Centros da Rede Cochrane Ibero-Americana. E ainda, o Programa de Telessaúde do Brasil, cujo portal registra e publica informação de boas evidências em atenção primária e telemedicina de apoio às ações de educação e consulta remota, a rede EVIPNET liderada pela OMS para o fortalecimento de políticas em saúde e especialmente o Portal de Evidências BVS que a BIREME está desenvolvendo como instância de referência para o conjunto de fontes de informação de evidências científicas em acesso aberto.


Fonte: Newsletter Bireme

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1401/07, da deputada Íris de Araújo (PMDB-GO), que obriga o Poder Executivo a divulgar na internet banco de livros em braile. O objetivo é facilitar o acesso dos deficientes visuais ao acervo. Pela proposta, o governo será obrigado a manter portal com arquivos digitais dos livros adquiridos pelos programas nacionais do Livro Didático (PNLD), do Livro para o Ensino Médio (PNLEM) e da Biblioteca da Escola (PNBE) e por qualquer outro projeto oficial de incentivo à leitura.


Também deverão integrar o acervo digital obras didáticas das diversas áreas do conhecimento, como ciências humanas e exatas, além de livros técnicos, literários, filosóficos e artísticos. O acervo será composto por exemplares autorizados pelos detentores dos direitos autorais e de domínio público (que não exigem mais autorização para divulgação).


Pela proposta, as obras serão colocadas à disposição de bibliotecas públicas, de entidades de educação de deficientes visuais e de usuários portadores de deficiência visual, previamente cadastrados no portal. Os textos serão utilizados exclusivamente no portal público, sem possibilidade de reprodução ou transferência para arquivos pessoais.


Carência
Segundo a autora, existe carência de obras em braile no Brasil. Além disso, em sua avaliação, o pequeno acervo existente é concentrado em títulos didáticos de referência, usados para consulta em bibliotecas, como dicionários, enciclopédias e atlas. De acordo com a deputada, a oferta insuficiente de livros para os portadores de deficiência visual "nega um dos direitos básicos do cidadão brasileiro, que é o da acessibilidade ao texto escrito como principal meio de comunicação da sociedade".


Íris de Araújo reitera que a proposta contribuirá para aproximar os deficientes visuais dos livros e da leitura, "de modo a fazer cumprir, simultaneamente, os anseios sociais de inclusão dessas pessoas e de ampliação do seu acesso à informação, à educação, à cultura, ao trabalho e ao lazer".


Domínio público na internet
O Ministério da Educação mantém na internet uma biblioteca digital desenvolvida em software livre, no portal http://www.dominiopublico.gov.br . O serviço, lançado em 2004, oferece ao público mais de mil obras literárias, músicas, fotografias e quadros que já são de domínio público ou têm autorização legal para divulgação.


O objetivo do portal é permitir a consulta a obras de referência por professores, alunos, pesquisadores e pela população em geral. Para Íris Araújo, a iniciativa poderá ser incrementada com o acervo em braile.


Tramitação
O projeto, que tramita em regime de prioridade, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para votação do Plenário.


A proposta tramita apensada ao PL 5588/05, que obriga as bibliotecas públicas, privadas, universitárias e escolares a incluírem em seu acervo literaturas impressas no sistema braile.


Íntegra da proposta:
- PL-1401/2007


Fonte: Agência Câmara

O Leer (Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação), vinculado à USP (Universidade de São Paulo), planeja lançar até julho um banco de dados na internet com documentos sobre o Holocausto do ponto de vista brasileiro.

Segundo os pesquisadores, os documentos revelam uma postura anti-semita do Brasil durante o período.

Os dados foram coletados em fontes como o Arquivo do Itamaraty, a Biblioteca Nacional, o Fundo Dops, além de dados retirados de bibliotecas de Portugal, França, Itália, Alemanha, Estados Unidos e Israel.

De acordo com a historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, coordenadora do projeto, apenas no arquivo do Itamaraty foram coletados mais de 10 mil documentos, que desde dezembro estão sendo digitalizados.

Segundo a pesquisadora, que iniciou a coleta desse material em 1984, a intenção é permitir que os internautas conheçam melhor a posição brasileira diante do Holocausto, durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-45) e de Eurico Gaspar Dutra (1946-51).

Os arquivos mostram que o governo Brasileiro negou vistos de entrada a muitos judeus apátridas de diversas nacionalidades que tentavam fugir da Europa.

A pesquisadora afirma também que o Brasil preparou diversos dossiês com conteúdo anti-semita, alguns deles inclusive de autoria de ministros. Eles pedem "medidas repressivas" contra a entrada de judeus no país.

Há também documentos emitidos por diplomatas brasileiros no exterior, que detalham o cotidiano de cidades como Berlim e Hamburgo durante a vigência do regime Nazista, nas décadas de 30 e 40.

Facilidade de acesso

"Estas informações já estão em domínio público, mas as pessoas desconhecem a posição do Brasil diante desse assunto. Queremos também ressaltar o papel de vários diplomatas brasileiros que ajudaram a salvar judeus, acionaram associações e conseguiram trazer muitos para o Brasil. A idéia é fazer uma galeria dos 'justos", afirma Tucci.

Na página também estarão disponíveis vídeos com depoimentos de sobreviventes do holocausto e também dois novos documentários produzidos pela TV USP. A idéia é também localizar, registrar e entrevistar os sobreviventes dos campos de concentração e os refugiados radicados no Brasil.

O site será colaborativo. Ou seja, os internautas que tiverem fotos de arquivo ou documentos pessoais sobre o assunto poderão enviá-las para o Leer. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail leer@usp.br.


O portal ficará hospedado no site do Leer e deve estar disponível a partir de julho deste ano. A proposta é que em um prazo de dois anos o site esteja completo. Para o projeto, o instituto recebeu financiamento inicial da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), mas está em busca de outros patrocinadores.




Fonte: Folha Online


O Gênio William Blake

17:58 @ 14/01/2008

http://www.nndb.com/people/853/000024781/william-blake-3.jpg

William Blake Archive



A página dedicada ao poeta e pintor inglês William Blake [1757-1827] possui seus livros, desenhos, pinturas, gravuras, e muito mais. O trabalho é patrocinado pela Biblioteca do Congresso Americano e apoiado pela Universidade da Carolina do Norte.


Visite:




The William Blake Archive

 


Fonte: Pesquisa Mundi

 

Portal da FNLIJ

13:18 @ 15/01/2008




A maior biblioteca infantojuvenil da América Latina terá seu acervo digitalizado, um projeto de R$ 500 mil financiado pela Caixa Econômica Federal e pela Petrobras. Informações sobre os cerca de 40 mil títulos pertencentes à FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) serão colocadas num portal, acompanhadas por pareceres de especialistas sobre os livros, de forma a orientar professores e pais. Um belo presente para a Fundação, avalia a coluna No Prelo, que em 2008 comemora seus 40 anos.



Fonte: O Globo

O Governo espanhol anunciou ontem um programa que assume como o contributo espanhol para a intenção europeia de criação de uma biblioteca digital europeia. A Biblioteca Digital Hispânica já tem disponíveis 10 mil obras da Biblioteca Nacional e ao longo dos próximos cinco anos quer aumentar o volume de digitalizações para as 200 mil obras.


Entre o espólio que será alvo do projecto estão esboços de Velásquez ou Goya, trabalhos de Leonardo da Vinci ou gravuras de Rembrandt e Durero, que depois de finalizado o projecto ficarão disponíveis para visualização na Internet. O espólio colocará online trabalhos nas diversas variantes do espanhol, assim como noutras línguas europeias.


As 10 mil peças que já estão disponíveis online incluem manuscritos, livros editados entre o século XV e o século XIX, esboços, gravuras, fotografias, mapas, etc. Neste primeiro grupo de digitalizações já é possível encontrar textos básicos das culturas galegas, catalã e basca.


Portugal também tem em marcha um programa de digitalização que assume duas vertentes principais. Um dirigido aos arquivos históricos, conduzido pela Torre do Tombo e um outro orientado para o espólio da Biblioteca Nacional.


A Torre do Tombo começou as mostrar ao público documentos digitalizados em 2005. Nessa altura avançou com um total de 52.500 documentos disponíveis em formato digital.


Fonte: Tek

A USP é a universidade brasileira com maior produção científica, mas, quando são levados em conta critérios como o número de doutores ou de cursos de pós-graduação por trabalho publicado, é o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) a instituição mais produtiva.

Essas são conclusões de um estudo realizado pelo Instituto Lobo a partir da base de dados Thomson-ISI, que permite a comparação da produtividade das instituições a partir do número de trabalhos publicados em periódicos internacionais.

No levantamento, foram consideradas apenas as instituições de ensino superior que conseguiram publicar ao menos 50 trabalhos no período de 2001 a 2005.

Esse corte mostra que o número de instituições privadas com produção significativa é muito baixo. Das 86 universidades particulares do país em 2005, apenas 23 (27% do total) conseguiram publicar ao menos 50 trabalhos no período.

"Dá uma média de dez trabalhos por ano. É um patamar baixíssimo para instituições que, pela lei, têm que realizar pesquisa", afirma Oscar Hipólito, autor do estudo em parceria com Roberto Lobo.

Nas federais, o percentual de universidades com ao menos 50 trabalhos foi de 77% e, nas estaduais, 42%. Após esse corte, sobraram 83 instituições com produção significativa. Dessas, apenas 24 são privadas, e a produção delas representou somente 5% do total de trabalhos publicados no período.

Com o objetivo de avaliar também a produtividade de cada instituição, os autores compararam o total de trabalhos publicados com o de doutores em regime integral, de cursos de pós-graduação reconhecidos pela Capes e de recursos recebidos pelo CNPq.

No ranking por doutores, o ITA apresentou a média de 5,4 trabalhos por doutor em regime de dedicação exclusiva, superando Unicamp (5 por doutor), USP (4,9), UFSCar (4,8) e Unifesp (4,7). A média das 83 instituições comparadas foi de 2,25 nesses cinco anos.

A comparação com o número de trabalhos por cursos reconhecidos pela Capes coloca de novo o ITA no topo do ranking.

Por último, levou-se em conta também os recursos recebidos pelo CNPq. Nesse caso, é preciso considerar que outras fontes importantes de financiamento ficaram de fora, como as fundações de apoio estaduais, a Capes ou a Finep.

Quem mais recebeu recursos dessa fonte única foi a USP (R$ 374 milhões em cinco anos), mas o maior investimento por trabalho publicado está na PUC-SP (R$ 517 mil por trabalho publicado).

Para tentar agregar esses três critérios (doutores, cursos e verba do CNPq) num único indicador, os autores do levantamento elaboraram um índice de produtividade em que, mais uma vez, o ITA aparece como a instituição mais produtiva.

Critérios
A produção medida por meio de trabalhos publicados em revistas científicas indexadas --com critérios mais rigorosos de edição-- não é a única forma de avaliar instituições.

Outros levantamentos costumam utilizar também critérios como o número de patentes obtidas por uma instituição ou o número de vezes que um artigo é citado em outros trabalhos.

O número de trabalhos publicados por pesquisador, no entanto, é cada vez mais usado por órgãos de fomento.


Fonte: Folha Online

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O Projeto Pesquisa Mundi acaba de ser indicado pela Agência de Notícias Brasil que lê como site que Vale a pena acessar.


 Mantido pelo jornalista e escritor Galeno Amorim, Brasil que lê é referência nas áreas de Leitura e Literatura.




Instituições que utilizam e divulgam o projeto:
  • Associação Escolas Reunidas
  • Brasil Que Lê
  • Centro Universitário Central Paulista - UNICEP
  • Centro Universitário de Lavras - UNILAVRAS
  • docINDEX
  • Faculdade Taboão da Serra
  • Faculdades Associadas de São Paulo - FASP
  • Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT
  • Instituto de Ensino Superior de Rondônia - IESUR
  • Leia Livro
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS
  • Portal do Bibliotecário
  • Sindicato dos Bibliotecários do Estado do Paraná
  • Universidade Bandeirante - UNIBAN
  • Universidade Federal Fluminense - UFF
  • Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
  • Universidade Federal do Piauí - UFPI
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
  • Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
  • Universidade Luterana do Brasil - ULBRA
  • Universidade Paulista - UNIP


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Tecnologia permite a realização de buscas em diferentes fontes de informação, independente do formato dos resultados

 

A web semântica ganha um novo componente, com a publicação da tecnologia de buscas SPARQL, do World Wide Web Consortium (W3C). A inovação supera as limitações de buscas locais e o acesso a formatos únicos.

 

Leia mais:


“O SPARQL é o protocolo e linguagem de buscas para a web semântica”, declara o responsável pela tecnologia na W3C, Lee Feigenbaum.

 

Já disponível em 14 implementações conhecidas, a tecnologia foi desenvolvida para permitir buscas em diferentes fontes de informação, independente do formato dos resultados. Também é possível utilizar o SPARQL para misturar dados da web 2.0.

 

A especificação SPARQL funciona com outras tecnologias de web semântica da W3C.

 

Entre elas, está a RDF, para representar dados; a RDF Schema; a Web Ontology Language (OWL), para construir vocabulários; e a Gleaning Resource Descriptions Dialects of Languages (GRDDL), para extração automática de dados semânticos de documentos.

 

Outros padrões, como o WSDL (do inglês Web Service Definition Language), também podem ser usados pela SPARQL.

 

A equipe do W3C RDF Data Access Working Group divulgou três recomendações para a tecnologia: a SPARQL Query Language para RDF; o protocolo SPARQL para RDF; e a SPARQL Query Results para o formato XML.

 

Os participantes da equipe incluem executivos da IBM, Matsushita, Oracle e HP - estas duas últimas divulgaram documentos de apoio à tecnologia.

 

A web semântica deve permitir o compartilhamento, união e reuso de dados globalmente, afirma o W3C. “A idéia básica da web semântica é a mesma da internet - que é, efetivamente, a união de vários documentos espalhados pelo mundo -, mas aplicada aos dados”, diz Feigenbaum.

 

Apesar deste conceito ser discutido há anos, o executivo acredita que este é o momento de criar. Ele citou o DBpedia, que extrai informações de forma estruturada da Wikipedia, como exemplo de projeto em web semântica.

 

As vantagens da web semântica também estão sendo utilizadas em pesquisas pela empresa farmacêutica Eli Lilly, em ferramentas de avaliação ou para reunir informações sobre proteínas.


 

 

Fonte: PC World

eScholarship Repository


A Universidade da Califórnia anunciou que seu eScholarship Repository ultrapassou 5 milhões de downloads de textos completos de trabalhos acadêmicos com acesso livre. O repositório teve início em 2002, conta atualmente com mais de 33 mil documentos alimentados pelos departamentos dos 10 campi da Universidade.


O número de usuários tem crescido nos últimos cinco anos, conta atualmente com mais de 55 mil acessos semanais.


 

Maiores infomações sobre o eScholarship e a Biblioteca Digital da Califórnia podem ser obtidos em: http://repositores.cdlib.org e http://escholarship.cdlib.org



Fonte: Pesquisa Mundi

 

 

 

SÃO PAULO - Nascido em Huntsville, Alabama, em 1966, o corretor da bolsa de valores James Wales decidiu abandonar seu ofício e se aventurar em novos projetos. A princípio, a idéia era criar um buscador online de conteúdo erótico, o que foi útil para indicar a base da Wikipedia, divulgou o jornal El País.

 

Wales criou a base da Wikipedia junto com Larry Singer, em 2000, quando ambos desenvolveram a Nupedia, um "embrião" que serviu, sobre tudo, para apontar as coisas que não se deve fazer para desenvolver uma enciclopédia on line. Com o aprendizado, Wales entendeu o que seria necessário: interação.

 

Desde 15 de janeiro de 2001, a Wikipedia só cresceu, mas não em número de funcionários - por que esses são poucos - a Wikipedia cresceu em número de voluntários mesmo. A enciclopédia construída por todos os internautas revolucionou a cara da internet. Hoje são 9.305.766 artigos em diversas línguas abrangidas pela Wikipedia.

 

Faca de dois gumes

 

Como quase tudo, a Wikipedia também tem suas vantagens e desvantagens. A principal crítica feita à enciclopédia livre é quanto à sua credibilidade. Algo que até seu próprio criador reconheceu no dia 7 de novembro em 2007, como publicado no jornal El País: "Jornalistas e outros profissionais devem ter cautela ao usar a Wikipedia e eu não recomendao que ela (a Wikipedia) seja usada como fonte. Afinal, o controle da enciclopédia online é de todos os usuários, que são quem colocam as informações no ar, e isso me enche de satisfação", assegura James Wales que é consciente da criatura que trouxe à tona.

 

O poder adquirido pela Wikipedia é tamanho, que estima-se que a enciclopédia online esteja custando um milhão de dólares, e há quem diga que essas cifras devem triplicar nos próximos meses. O financiamento do site, quem tem esse nome graças a um vocábulo havaiano (wiki), provém de doações e, pelo que tudo indica, Wales não está interessado em comercializar o projeto. Aqueles que estão interessados em aproveitar o espaço e a fama da Wikipedia para divulgar campanhas publicitárias terão que esperar.


Fonte: Estadao.com.br

Universalizar o acesso às obras disponíveis nas bibliotecas é a função dos braços virtuais de várias instituições culturais que, antes, só existiam no "mundo físico". Atualmente, acervos preciosos como os da Biblioteca Nacional e das bibliotecas Lúcio de Mendonça e Rodolfo Garcia, da Academia Brasileira de Letras, estão disponíveis a um clique, esteja o indivíduo onde estiver. Dentro de cada uma delas, no universo digital, está a chance de conhecer obras raras, pesquisando por autor, título, assunto, local de publicação, data, coleção etc. A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) está apostando na internet para promover a universalização do acesso a boa parte das obras de seu gigantesco acervo (que soma mais de dois milhões de livros).

Fonte: O Globo

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Desenvolvida pela Comissão Européia a Base de Dados de Acesso ao Mercado (Market Access Database) é considerada uma importante ferramenta operacional de relações comerciais sobre a União Européia.


Ferramenta Imprescindível para interessados em Comércio Exterior e Relações Internacionais.



Maiores informações:

http://mkaccdb.eu.int/mkaccdb2/indexPubli.htm



Fonte: Pesquisa Mundi

COMUNIDADE Ferramenta criada por fundador da Wikipédia prioriza interação entre participantes


O Google ganha um concorrente de peso com a chegada do Wikia Search (alpha.search.wikia.com), um serviço de buscas que se propõe a dar resultados mais relevantes do que as ferramentas tradicionais, com ajuda da comunidade de usuários. Mas o cartão de visita da novidade é o parentesco: é primo da Wikipédia.

Apesar de não ter ligação comercial com a enciclopédia, a ferramenta parte do mesmo princípio: construção colaborativa de conteúdo, por meio de uma interface que permite ao usuário criar, editar, modificar ou deletar informações.
Criada por um dos fundadores da Wikipédia, Jimmy Wales, e pela empresária Angela Beesley, o serviço entrou no ar no começo deste mês.

Coincidência ou não, em dezembro, o Google anunciou que está testando sua Wikipédia, o Knol, cuja meta é encorajar pessoas a contribuírem com conhecimento. O foco é no autor dos textos -um médico escreve sobre doenças do coração, por exemplo.

Wikipédia e Google têm mais relações. Pelo menos desde o ano passado, blogs e sites especializados verbalizaram o que é claro para todas as pessoas que usam o Google: o predomínio de resultados ligados à Wikipédia entre os dez primeiros links apontados no buscador.

A Folha fez um teste. Primeiro, sorteou 50 páginas da enciclopédia em português. Em seguida, colocou os resultados no Google Brasil. Apenas seis não tiveram um link da Wikipédia entre os dez primeiros resultados.
Em outro avanço da concorrência, a Microsoft anunciou, em setembro, investimentos em seu buscador Live Search.

Colaboração
A Wikia Search está na versão alfa. Portanto, ainda há poucos resultados até para buscas simples. A idéia dos fundadores é que, com o passar do tempo, os usuários publiquem mais conteúdo e construam uma rede de contatos -em vez de algoritmos, a interação humana dará o tom ao projeto.

"Nós esperamos melhorar significativamente a relevância e a precisão dos resultados e da experiência de busca", diz a co-fundadora da Wikia Search, Angela Beesley, em entrevista à Folha -ela também faz parte do comitê de comunicação da Wikimedia Foundation.

Nos primeiros estágios, a comunidade de usuários estará envolvida na criação de um código para a ferramenta de busca. "A comunidade também pode adicionar miniartigos, que serão usados como suplemento para os resultados, tirando a ambigüidade e definindo conceitos para o que as pessoas estão procurando."
Como em qualquer plataforma aberta, a equipe enfrenta problemas como a edição de informações incorretas e os atos de vandalismo.

Poucos dias após o lançamento do Wikia Search, a Folha viu xingamentos e palavrões em um verbete sobre o Brasil. "As pessoas vão tentar manipular os resultados em qualquer ferramenta de busca, seja ela aberta ou fechada. Nossa esperança é que elas se envolvam para assegurar a alta qualidade", afirma Beesley. (DANIELA ARRAIS E GUSTAVO VILLAS BOAS)


Fonte: Folha de S. Paulo


Se você procura currículos de acadêmicos, o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) oferece o site buscatextual.cnpq.br/buscatextual/index.jsp. A busca pode ser feita por nome do pesquisador ou por assunto. Há dois filtros para a pesquisa, que é feita na base de dados de doutores ou na de demais pesquisadores, como mestres, graduandos, estudantes e técnicos. A busca é um pouco demorada, mas oferece bons resultados -é possível, ainda, conseguir telefone e e-mail de pesquisadores.


Fonte: Folha de S. Paulo

Cerca de 200 mil publicações em base de dados de pesquisa médica podem ser cópias.

Autoplágio parece ser muito mais freqüente do que se aproveitar do trabalho alheio.
Um espectro ronda as publicações científicas: a picaretagem. Ou pelo menos a cara-de-pau de usar os mesmíssimos resultados em mais de um artigo científico, como forma de inflar a própria produtividade. A acusação é grave, mas foi bem substanciada pelo trabalho de dois pesquisadores da Universidade do Texas, Mounir Errami e Harold Garner. Após uma análise estatística do Medline, um dos maiores bancos de dados de pesquisas biomédicas do planeta, eles identificaram mais de 200 mil trabalhos potencialmente clonados -- a maioria resultado de um aparente "autoplágio".
 
Os resultados da investigação da dupla estão -- ironicamente -- num artigo na edição de hoje da revista científica britânica "Nature". Os dois não se limitaram a escrever o trabalho, no entanto: também criaram uma base de dados para as pesquisas suspeitas de clonagem. Batizada apropriadamente de Déjà vu, a base está disponível de graça na internet e deve ajudar a monitorar a cópia e autocópia de resultados científicos daqui para a frente. Somando as duas práticas, a estimativa é que quase 1,5% dos artigos no Medline envolveram alguma forma de plágio.
 
Apesar de os resultados se referirem ao campo das pesquisas biomédicas, "creio que o que está ali vale para qualquer área da ciência", diz o físico Paulo Roberto Silveira Gomes, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Gomes, que comentou o estudo a pedido do G1, é uma das aparentes vítimas num caso recente em que houve acusações de plágio de artigos científicos no Brasil. No caso, que ainda está sendo investigado, a equipe liderada por um físico da USP, Alejandro Szanto de Toledo, teria tanto copiado trechos de artigos alheios quanto "reciclado" pedaços de um trabalho anterior co-escrito pelo próprio Toledo.
 
 Publicar ou perecer
Para Paulo Gomes, a explicação para o fenômeno é uma só: "A pressão por publicar cada vez mais leva ao tipo de coisas mencionadas no artigo da Nature", diz ele. De fato, as últimas décadas transformaram o lema publish or perish (publicar ou perecer) no mantra dos cientistas no mundo todo. Com o aperto das agências financiadoras, cobrando cada vez mais números e resultados, os cientistas se viram diante da necessidade de mostrar serviço -- às vezes, do jeito que desse.
 
Errami e Garner reconhecem essa pressão como uma das causas do fenômeno, mas vêem dois outros elementos alimentando a clonagem de artigos. Um deles é o aumento do número de revistas científicas que disponibilizam seu conteúdo na internet, o que facilita a cópia de trechos. O outro é o simples aumento do número de publicações científicas como um todo -- um fenômeno aparentemente positivo, mas que abre oportunidades para os caras-de-pau.
 
A própria metodologia dos pesquisadores americanos, no entanto, pode ajudar a contornar isso. Eles descobriram que, em geral, um artigo clonado aparecia na lista dos "artigos relacionados" do Medline. Assim, para achar possíveis cópias, eles usaram uma amostra de cerca de 7 milhões de artigos, buscando também os trabalhos relacionados. Depois, usaram um programa de computador para comparar os textos em busca de verdadeiros plágios e autoplágios. Por enquanto, por razões de justiça e segurança, só a checagem manual é capaz de confirmar a malandragem dos cientistas. 
 
 Quem paga o pato
A clonagem de pesquisas pode parecer relativamente inocente perto da falsificação de dinheiro, por exemplo, mas também causa danos sérios ao interesse público. O primeiro é a mera perda de tempo ou dinheiro: cientistas da mesma área têm de revisar artigos clonados antes da publicação, gastando fôlego com pesquisas que já foram feitas.
 
No caso dos testes clínicos de medicamentos, porém, vidas humanas podem estar em risco. Isso porque a segurança e a eficácia de um remédio depende, aos olhos dos cientistas e médicos, das vezes seguidas em que aquela substância foi testada e funcionou. Se esse número for artificialmente inflado, todos terão uma imagem errada da ação daquele remédio.
 
Gomes, apesar de elogiar as sugestões dos americanos para minimizar o problema, aponta que o buraco pode estar ainda mais embaixo. Ele cita um novo procedimento, mais sutil e difícil de desmascarar, para falsear a produtividade científica: "É publicar somente a quantidade mínima de dados ou cálculos para que o artigo seja aceito, e depois publicar mais outra parte, e mais outra... Dessa forma, ao invés de publicar um artigo com grande número de novidades e informações, como em geral ocorria no passado, o autor publica varios artigos", conta. O preço da qualidade, pelo visto, é a eterna vigilância.

Fonte: G1

Você lembra da banda, mas esqueceu qual é o nome da música que quer ouvir. Precisa assistir a um vídeo, sendo que não lembra quem o fez. Ou, então, sabe o nome do autor, mas não encontra o livro que precisa ler --e, de preferência, quer falar com alguém para tirar a dúvida.


A primeira idéia que vem à sua cabeça é recorrer ao Google? Você não está sozinho. A empresa domina as buscas --tem 62% do mercado no mundo, segundo a comScore, empresa de pesquisa e análise de internet.

Mas diversas empresas se desdobram para ficar com o que resta da porcentagem e até morder parte da do Google. Elas investem em buscadores alternativos, que, em muitos casos, conseguem ser mais eficientes do que o produto criado por Larry Page e Sergey Brin.

A aposta desses buscadores é na oferta de resultados mais precisos. Para isso, eles deixam de ser generalistas como o Google, que usa algoritmos para realizar buscas em seu banco de dados dotado de alguns bilhões de páginas e onde a importância de um site é determinada pela quantidade de links que apontam para ele.

As ferramentas alternativas podem acessar diversos bancos de dados ao mesmo tempo, fazendo uma junção de todas as informações encontradas, como é o caso dos metabuscadores. Exemplos desse tipo de buscador são o Dogpile, o Clusty e o Sidekiq.

Em sites como o ChaCha e o Mahalo, a idéia é oferecer ajuda humana. No primeiro, é possível até conversar com guias via bate-papo.

Outros apostam na especialização. São os buscadores verticais, que procuram músicas, vídeos e até dicas de culinária --o Foodie View organiza receitas e críticas de restaurantes.

Há, ainda, os que fazem buscas semânticas, pelo sentido, a exemplo do Hakia. Os resultados são oferecidos tanto a partir de palavras-chave quanto de questões, frases ou sentenças.

O próprio Google aposta em um buscador diferente, o SearchMash, que publica os resultados organizados por sites, vídeos, blogs, imagens e Wikipédia na mesma página.


Fonte: Folha de S. Paulo

Machado de Assis 2008

17:02 @ 30/01/2008

http://www.ufmg.br/copeve/vest2007/machado_de_assis.jpg



Em 2008, o Brasil lembra os cem anos da morte de Machado de Assis. Como parte da homenagem ao escritor, a Fundação Casa de Rui Barbosa promoverá um ciclo de palestras e lança site, concebido e construído por uma equipe de pesquisadora, técnico em informática e bolsistas de iniciação científica da instituição.

A pesquisadora Marta de Senna teve a idéia de criar uma obra de referência em que fosse fácil para o leitor de hoje encontrar informação sobre as inúmeras alusões que Machado de Assis faz, em seus romances e contos, a outros autores, à Bíblia, a personagens históricas, à mitologia, a diferentes tradições culturais. Com a evolução do projeto, percebeu que somente um site na Internet poderia dar conta do grande universo de informações e, ao mesmo tempo, ser dinâmico o suficiente para ser constantemente corrigido e aperfeiçoado.

No www.machadodeassis.net, o internauta encontra, além do banco de dados propriamente dito, uma biografia resumida do escritor, uma bibliografia básica, com cerca de 30 títulos de livros e, num futuro breve, uma revista eletrônica com artigos relevantes sobre o autor. Faça uma visita!

Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa