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São Paulo - Em Dezembro, o Brincando na Rede, site educativo criado pelo Banco Real, lançou o caderno de atividades sobre educação financeira e consumo consciente voltado a pais e educadores. Eles terão acesso a conteúdo exclusivo sobre estes assuntos, com dicas, orientações e exercícios pedagógicos que aproximam os pequenos do tema finanças de forma didática, simples e divertida. A intenção é que as informações sejam utilizadas em casa ou em sala de aula. Para ter acesso a este material e a uma newsletter bimestral voltada ao público adulto, basta fazer o cadastro no link “Aos Pais e Educadores”.
 
 
“Essa é uma forma diferente de tratar um tema por vezes árduo: educação financeira. O nosso objetivo é auxiliar o educador para que ele possa incentivar as crianças em suas futuras escolhas financeiras e de consumo, ponderando diferentes aspectos e avaliando possíveis impactos no momento da tomada de decisão”, comenta Sandro Marques, Superintendente de Desenvolvimento Sustentável do Banco Real.
 
 
O material é produzido pela equipe do site Brincando na Rede em parceria com especialistas em educação financeira e consumo consciente do Banco Real, como a escritora infantil Cristina Von e os institutos Avisa-lá e Akatu. Dividido em duas partes, o conteúdo educativo tem quatro volumes e apresenta de forma interativa a teoria e propõe também atividades práticas, que podem ser aproveitadas por professores de diversas áreas (artes, educação física, história, português, entre outros) ou mesmo pelos pais e/ou responsáveis que tenham interesse em trabalhar o tema com as crianças.
 
 
A elaboração e o grau de dificuldade das atividades variam de acordo com a faixa etária, abordando os temas: . Volume 1: “A História do Dinheiro no Brasil e no Mundo” | . Volume 2: “Os Bancos, Cheques, Cartões e Investimentos” | . Volume 3: “A Mesada, Querer (versus) Precisar e Orçamento” | . Volume 4: “Consumo Consciente e Desenvolvimento Sustentável”
 
 
Brincando na Rede - O Brincando na Rede foi criado em 2001 com o objetivo de oferecer um espaço na internet de entretenimento sadio, orientado à educação, para as crianças de 5 a 12 anos. Por meio de atividades lúdicas, favorece a criatividade, a imaginação e o raciocínio lógico. Hoje são mais de 300 mil usuários cadastrados, cerca de 18 mil colaborações por mês e 38 livros em sua biblioteca virtual.
 
 
Todo o conteúdo publicado é enviado como colaboração. As crianças são incentivadas a mandar contribuições para todas as seções do site: “Você Sabe?” (conhecimentos gerais), “Enigmas” (o que é, o que é), “Humor” (piadas em inglês e português), “Desenhando na Rede” (incentivo à criatividade e coordenação motora), “O Canto do Conto” (leitura e escrita) e “Quanto Vale” (educação financeira e consumo consciente). O material é sempre revisado sob critérios éticos e de respeito ao próximo.
 
 
 

BRUXELAS (Reuters) - A primeira grande biblioteca digital da União Européia, Europeana ( www.europeana.eu ), está funcionando novamente nesta terça-feira (23/12), um mês depois de sair do ar sobrecarregada pela forte procura dos leitores.
 
"O Europeana está funcionando novamente... após nós termos quadruplicado a capacidade do servidor", afirmou o porta-voz da Comissão Européia Martin Selmayr.
A Europeana dá acesso em vários idiomas a 2 milhões de livros digitalizados e outros itens culturais e de importância histórica armazenados por mais de mil instituições nos 27 países da UE.
 
Logo após o seu lançamento em 20 de novembro o site entrou em pane, com os servidores sobrecarregados por um volume de 10 milhões de acesso por hora.
 
 
Fonte: Reuters

 

Quando estreou em julho de 2008, o novo desafiante do Google fez barulho. Mas o Cuil termina o ano com um tráfego para lá de decepcionante.


Pesquisas feitas pelo TechCrunch em diversas ferramentas de medição de tráfego online – incluindo Google Trends , Alexa , Compete e Quantcast – mostram que o uso do buscador é estatisticamente desprezível.


Logo após atingir um pico de audiência no lançamento, os gráficos de acessos revelam que a audiência do site de buscas despencou, mantendo-se em um patamar quase nulo nos últimos meses do ano.


Na sua estréia, o Cuil prometia uma base de pesquisas mais vasta que a do Google e uma interface inovadora.


Por trás do projeto estavam egressos do próprio gigante das buscas e recursos de US$ 33 milhões.


No entanto, o buscador falhou em mostrar resultados – literalmente. O acervo de conteúdos indexados ficou bem aquém das ousadas projeções e o Cuil não conseguiu conquistar uma fatia sequer do mercado de buscas.
 
 
Fonte: Adnews

Ernest Hemingway writing while on safari in Africa, 1953.
 

Aproximadamente três mil documentos inéditos do escritor norte-americano Ernest Hemingway, que dão conta da sua estada em Cuba nos anos 30, estarão disponíveis na internet a partir hoje (05).
 
A documentação, que foi digitalizada devido a um acordo entre Cuba e Estados Unidos, esteve guardada nos arquivos de Finca Vigia durante 45 naos, em Havana e poderá ser consultada no site da Biblioteca John F. Kennedy.
 
Hemingway, Nobel da Literatura em 1954, é autor de títulos como "Por quem os sinos dobram" e "O velho e o mar". Viveu os seus últimos anos em Finca Vigia, antes de se suicidar, em 1961.
 
 
Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.

Lisboa - Cerca de 1.200 documentos da cultura portuguesa dos últimos cinco séculos vão estar disponíveis a partir de 8 de janeiro na Biblioteca digital Luís de Camões, anunciou o Instituto Camões.


A biblioteca já abrigava importantes documentos históricos, mas de acesso restrito.


A partir do dia 8, passarão a estar acessíveis, sem restrições, cerca de 1.500 testemunhos culturais, incluindo textos literários, pautas musicais, ensaios, poemas e estudos científicos.


Também estarão disponíveis para consulta textos de grandes autores portugueses falecidos há mais de 70 anos, com obras de domínio público.


Para o Instituto Camões, "esta nova ferramenta em linha revela-se de importância decisiva para uma comunidade lingüística com mais de 220 milhões de falantes e também para um número crescente de pessoas que, em todo o mundo, se interessam pela cultura portuguesa e que pretendem estudar o português".


Argumenta ainda a instituição que "os dados conhecidos sobre a circulação do livro português nos Palop [Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa] reforçam a extrema necessidade de uma ferramenta com estas características que, em articulação com os centros culturais e centros de língua portuguesa, poderá potenciar em grande medida o acesso à cultura portuguesa escrita".

O Instituto Camões é um organismo autônomo do Ministério português das Relações Exteriores.
 
 

Ben Zimmer, produtor executivo de um pacote de website e software chamado Visual Thesaurus, procurava o uso mais antigo da frase "você não manda em mim." Usando um banco de dados de jornais, ele encontrou uma referência de 1953. Mas ao usar a busca de livros do Google recentemente, ele encontrou a frase em um conto de The Church , um periódico publicado em 1883 e escaneado da biblioteca Bodleian em Oxford.
 
Desde que o Google começou a digitalizar livros impressos há quatro anos, acadêmicos e outros com interesses especializados têm conseguido acessar diversas informações perdidas em estantes empoeiradas de bibliotecas e sebos.
 
Segundo Dan Clancy, diretor da engenharia da busca de livros do Google, todo mês os usuários acessam pelo menos 10 páginas de mais da metade do um milhão de livros sem direitos autorais que o Google colocou em seus servidores. A busca de livros do Google "permite a procura de coisas que seriam muito difíceis de serem pesquisadas de outra forma," disse Zimmer, cujo site é visualthesaurus.com .
 
Um acordo em outubro com autores e editoras que haviam entrado com dois processos sobre direitos autorais contra o Google permitirá que os usuários leiam uma coletânea ainda maior de livros, incluindo muitos que continuam sob proteção de direitos autorais.
 
O acordo, que ainda precisa ser aprovado por um juiz neste ano, também abriu caminho para que ambos os lados lucrassem com as versões digitais dos livros. A exata oportunidade comercial que o acordo representa é desconhecida, mas poucos esperam que ela gere lucros significativos a qualquer autor individual. Até mesmo o Google não espera necessariamente que o programa de livros contribua significativamente para sua receita.
 
"Não achamos necessariamente que poderíamos ganhar dinheiro", disse Sergey Brin, um dos fundadores do Google e presidente de tecnologia, em uma breve entrevista na sede da empresa. "Apenas sentimos que isso faz parte da nossa missão central. Existem informações fantásticas em livros. Freqüentemente, quando faço uma pesquisa, o que encontro num livro está muito a frente do que encontro num site."
 
A receita será gerada pelos anúncios nas páginas de pré-visualização dos livros digitalizados, pelas assinaturas destinadas a bibliotecas e interessados no acesso ao banco de dados de todos os livros digitalizados da coleção do Google, e pelas vendas de acesso digital a livros com direitos autorais. O Google ficará com 37% desses ganhos, deixando 63% às editoras e autores.
 
O acordo pode dar nova vida a livros impressos esgotados que, em forma digital, possibilitarão que escritores lucrem com títulos que já saíram de circulação há anos. Dos sete milhões de livros digitalizados pelo Google até agora, cerca de cinco milhões estão nessa categoria.
 
Mesmo se o Google fosse a julgamento e vencesse os processos, disse Alexander Macgillivray, conselheiro-geral associado de produtos e propriedade intelectual da companhia, ele ganharia o direito de disponibilizar apenas uma amostra do conteúdo desses livros. "O que as pessoas querem é ler o livro", Macgillivray disse.
 
Os usuários já estão tirando proveito dos livros fora de circulação digitalizados e disponíveis para download grátis. Recentemente, enquanto Clancy monitorava as expressões usadas nas buscas, uma que dizia "moldes para fontes de concreto" chamou sua atenção. A busca encontrava uma versão digital de um livro desconhecido de 1910, e o usuário havia passado quatro horas lendo suas 350 páginas.
 
Para acadêmicos e outros que pesquisam assuntos que não podem ser encontrados na Wikipédia, o acordo irá fornecer acesso a milhões de livros com apenas um clique. "Alunos de pequenas cidades dos Estados Unidos terão muito mais coisas ao alcance de seus dedos", disse Micheal A. Keller, bibliotecário da Universidade de Stanford. "Isso é muito importante."
 
Quando o acordo foi anunciado em outubro, ambas as partes o saudaram como um marco que permitiria a continuidade do projeto de digitalização do Google e ao mesmo tempo protegeria os direitos e interesses financeiros de autores e editoras. No entanto, as partes não chegaram a um consenso sobre se a digitalização de livros por si só violava os direitos autorais de escritores e editoras.
 
Nos meses que se sucederam ao anúncio, ambas as partes do processo ¿ e também aqueles, como bibliotecários, que serão afetados pelo acordo ¿ tiveram a oportunidade de examinar o documento de 303 páginas e tentar digerir seus prováveis efeitos.
 
Alguns bibliotecários disseram temer que o Google estipule preços altos pelas assinaturas de acesso ao banco de dados à medida que ele crescer. Embora grupos sem fins lucrativos como o Open Content Alliance estejam construindo suas próprias coleções digitais, nenhum outro concorrente significativo do setor privado está no negócio. Em maio, a Microsoft encerrou seu projeto de digitalização de livros, efetivamente deixando o Google com o monopólio do segmento.
 
David Drummond, chefe jurídico do Google, disse que a companhia desejava oferecer o banco de dados de livros para o maior número de bibliotecas possível. "Se o preço aumentar demais," ele disse, "simplesmente não vamos ter bibliotecas que possam arcar com sua aquisição."
 
Para leitores que desejem comprar acesso digital a um livro digitalizado, disse Clancy, o Google provavelmente venderá pelo menos metade dos livros por US$ 5,99 ou menos. Alunos e professores de universidades que tiverem assinatura do banco de dados poderão acessar o conteúdo integral de todos os livros de graça.
 
Para o autor típico, "isso não é uma mudança do jogo" no sentido econômico, disse Richard Sarnoff, presidente da Associação de Editoras Americanas e do grupo de investimentos em mídia digital Bertelsmann, empresa que controla a Random House, maior editora de livros do mundo.
 
"Eles receberão pelo uso de seus livros, mas se isso será tanto a ponto de poderem viver com luxo ¿ acho que é uma fantasia", Sarnoff disse. "Acredito que alguns autores receberão uma quantidade significativa de dólares com isso, mas um vasto número ganhará um valor insignificante".
 
Mas, acrescentou ele, "algumas centenas de dólares por cada autor podem equivaler a uma soma considerável para uma editora com direitos de 10 mil livros". Até agora, as editoras autorizaram o Google a oferecer versões digitais para pesquisa de livros impressos recentes que tiveram pouco retorno.
 
A Macmillan, companhia que controla editoras como Farrar, Straus & Giroux e St. Martin's Press e representa autores como Jonathan Franzen e Janet Evanovich, oferece 11 mil títulos para busca no Google. Em 2007, a Macmillan estimou que o Google ajudou a vender cerca de 16,4 mil cópias.
 
Os autores consideram a possibilidade de leitores encontrarem seus livros fora de circulação como uma vitória cultural mais do que financeira.
 
"Nossa cultura não é apenas o último romance de Stephen King ou o novo livro do Harry Potter", disse James Gleick, membro da diretoria da Authors Guild. "Ela é também os mil livros desconhecidos que têm apelo, não ao um milhão de pessoas que comprou o livro do Harry Potter, mas a 100 pessoas."
 
Alguns acadêmicos receiam ser provável que os usuários do Google pesquisem informações reduzidas ao invés de ler extensivamente. "Devo dizer que, pedagogicamente e em termos de avanço acadêmico, me preocupo que as pessoas serão incentivadas a usar os livros de um modo fragmentário", disse Alice Prochaska, bibliotecária da Universidade de Yale.
 
Outros dizem acreditar que os leitores continuarão a apreciar textos longos e que a busca de livros do Google simplesmente ajudaria a encontrá-los.
 
"Não existe uma maneira curta de apreciar Jane Austen e espero que esteja certo sobre isso", disse Paul Courant, bibliotecário da Universidade de Michigan. "Mas muita leitura vai acontecer pela tela. Uma das coisas importantes sobre esse acordo é que ele fornece à literatura do século XX uma forma que os alunos do século XXI conseguirão encontrar".
A busca de livros do Google já entrou na cultura popular, na versão para o cinema de Twilight (Crepúsculo, em português), baseada no romance de Stephenie Meyer sobre uma garota adolescente que se apaixona por um vampiro. Bella, um dos personagens principais, usa o Google para encontrar informações sobre uma tribo indígena local. Quando a busca retorna um livro, o que ela faz? Vai até uma livraria e o compra.
 

A Academia das Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood apresentou hoje oficialmente a renovação do site www.oscars.org , que agora inclui material multimídia, acesso a arquivos e links ao canal da página no YouTube.


A modernização do portal, que durou oito meses, permitiu aumentar o volume de conteúdo acessível no site e abriu o acesso virtual aos arquivos de filmes e roteiros que constam na base de dados desta organização.


A parte de "pesquisa e conservação" oferece acesso e busca de informação da biblioteca de arquivo cinematográfico Margaret Herrick, referência mundial neste âmbito, e navegar pelas coleções de filmes da Academia.


A mudança serve para fornecer maior informação sobre a Academia e permite conhecer as opiniões de membros da instituição e ganhadores de estatuetas através de vídeos na internet.


Foi incluído um link ao canal que a Academia dispõe no YouTube, no qual há uma grande coleção de imagens históricas dos prêmios.


O portal possui um calendário de atividades dirigidas a jovens cineastas e uma lista de exposições sobre a arte de diretores como Federico Fellini.


A área de Ciência e Tecnologia descreve os processos de produção cinematográfica e facilita o download de documentos relacionados com novas tendências, como The Digital Dilemma, no qual um comitê da Academia analisa os desafios que a irrupção no mercado da internet representam para indústria do cinema.
 
 

Desde novembro, está disponível na internet o Repositório Digital Embrapa, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária, em parceria com o Comitê Permanente (CP) do Ainfo da empresa. O repositório apresenta os textos integrais, em meio eletrônico, dos trabalhos técnico-científicos gerados pela área de pesquisa, desenvolvimento e inovação, editados e publicados pela Embrapa. Com esse sistema, os usuários da informação agora terão maior garantia na recuperação e acesso aos textos disponíveis na Base de Dados da Pesquisa Agropecuária (BDPA).


"A implantação de um repositório para a Embrapa é uma demanda antiga das bibliotecas para facilitar o acesso à produção científica da empresa pelos usuários externos", diz a supervisora da Gerência de Organização da Informação Maria Helena Kurihara, da Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF). Ela esclarece que sempre houve uma preocupação das bibliotecas em disponibilizar os documentos em pdf nas bases de dados. "Mas, constantemente, os links eram quebrados, pois as unidades da empresa retiravam ou modificavam os endereços (URLs), além da demora ao baixar um documento pela internet", complementa.

O conteúdo abrange livros, folhetos, sistemas de produção, capítulos de livros, trabalhos apresentados em eventos, além dos artigos das revistas Pesquisa Agropecuária Brasileira (PAB) e Cadernos de Ciência & Tecnologia. Os desenvolvedores usaram a ferramenta livre DSpace, explica o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária Marcos Cezar Visoli. Esse recurso vai propiciar uma integração com outros repositórios de áreas correlatas aos temas de pesquisa da Embrapa e também com outras áreas científicas, uma vez que o software possui esta característica de interoperabilidade.

Na visão do presidente do CP Ainfo, o bibliotecário da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna/ SP) Victor Paulo Marques Simão, o desenvolvimento do repositório também garantirá a permanência dos links das publicações, evitando a tão desagradável mensagem de erro página não encontrada e a conseqüente frustração dos usuários da internet. "É um passo muito importante no sentido de se oferecer à comunidade científica e geral os resultados da pesquisas desenvolvidas na Embrapa em forma de publicações e documentos", ressalta Simão.

O repositório abrange 39 comunidades, que foram organizadas por centros de pesquisa da Embrapa. Atualmente há 11 mil itens disponíveis, entre livros, artigos e outros documentos digitais, incluindo formatos de texto, imagem e som. Para Visoli, é um espaço que contribui para a preservação da memória da empresa, facilitando o acesso à informação técnico-científica e garantindo um serviço de qualidade.

Acesse o Repositório Digital Embrapa.
 

Coleção com milhares de cartas históricas pode ser vista até em mundo 3D

DA REPORTAGEM LOCAL

A internet e o suporte digital não servem apenas a mapas cheios de tecnologias inovadoras. Existem muitas raridades na rede.

David Rumsey coleciona mapas históricos há mais de 20 anos. Em 1999, ele lançou o site www.davidrumsey.com com alguns de seus itens digitalizados -eram 2.000 à época, hoje são mais de 15.000.

O acervo com material brasileiro reúne mais de 60 mapas, alguns do século 18.
Organizado, é possível procurar mapas pelo tema (como clima, rios ou religião), pela data ou pela localidade, entre outras opções.

Além disso, a página oferece navegadores visuais para vasculhar a coleção de Rumsey.

Mundo virtual
Além de mapas e atlas, o acervo conta com reproduções de livros de exploradores, com ilustrações mostrando a flora ou os habitantes de um local, por exemplo.

Até quem explora o novo mundo de Second Life pode encontrar os mapas do acervo de Rumsey.

No ambiente virtual em três dimensões, há várias reproduções das raridades do colecionador -e algumas aproveitam as possibilidades do universo de Second Life, com reconstituições tridimensionais das cartas históricas.
 
 

Unifesp lança Biblioteca Virtual
Ferramenta permite acesso livre à produção acadêmica dos cinco campi da universidade, indexada nas principais fontes de informação científicas nacionais e internacionais
 
 

A Biblioteca Virtual da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criada nos mesmos moldes da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), já está disponível para acesso livre.

 
Em comemoração aos 75 anos da Unifesp, a iniciativa tem o objetivo de fortalecer e ampliar a visibilidade da universidade com a publicação na internet de trabalhos científicos de seus cinco campi, indexados nas principais fontes de informação científicas nacionais e internacionais, entre as quais SciELO (Bireme/FAPESP), Lilacs, Biblioteca Cochrane e Medline.
 
Além da produção da instituição publicada dentro e fora do país, os interessados têm acesso ao diretório dos pesquisadores, anúncio de eventos científicos e acesso às teses e dissertações defendidas e registradas pela Biblioteca Central da instituição, além de conferir fatos importantes que marcaram a trajetória da instituição.
 
O portal tem uma linha do tempo registrando os principais acontecimentos históricos e um espaço de colaboração on-line, que promove o intercâmbio de conhecimentos com a publicação de notícias, registro de opiniões e promoção de discussões por meio de fóruns que permitem a interação entre alunos, professores e pesquisadores.
 
O desenvolvimento da Biblioteca Virtual da Unifesp é assistido por um comitê consultivo, formado por professores de todos os campi da universidade. O comitê é responsável pela qualidade da biblioteca e pela aplicação de critérios de seleção de conteúdos, linhas de ação prioritárias, discussão e aprovação de projetos, assim como avaliação do seu crescimento, uso e impacto.
 
Segundo os responsáveis, a biblioteca contará com avaliações constantes por meio de indicadores on-line sobre os acessos realizados, as fontes mais consultadas, os volumes de dados registrados e a opinião dos usuários.
 
 

Biblioteca Digital Camões

 
Biblioteca Digital Camões teve três mil acessos no primeiro dia
 
 
O Instituto Camões abriu ao mundo as suas novíssimas estantes virtuais sem atrasos, com um espólio disponível de um milhar de títulos. Há uma semana que podemos ler Os Lusíadas no telemóvel ou no iPod. Os leitores estão atentos.
 
 

O Airbus A320 da US Airways é deslocado para a extremidade do rio Hudson, em Nova York
O Airbus A320 da US Airways é deslocado para a extremidade do rio Hudson, em Nova York
 
 
A queda de um Airbus A320 da US Airways no rio Hudson, em Nova York, tirou do ar um banco de dados online sobre desastres aéreos. Nenhum dos 155 ocupantes do vôo (150 passageiros e cinco tripulantes) ficou ferido. A equipe que resgatou a aeronave falou em "milagre". O acidente ainda não tem uma causa oficial.
 
 
De acordo com nota no site "Plane Crash Info" ( http://www.planecrashinfo.com/ ), o alto volume de acessos gerado pelo acidente motivou um "corte temporário" no pleno acesso ao conteúdo. O site pede ainda que o internauta volte em outra oportunidade.
Uma multidão se forma em frente e em toda sua extensão do rio Hudson no bairro de Chelsea para acompanhar o resgate. Além dos curiosos, muitos barcos, inclusive particulares, ajudaram no rastreamento por vítimas. A principal preocupação era a temperatura da água. Nevou por toda a manhã na cidade e a sensação térmica era de - 8° Celsius. O trânsito foi bloqueado para não prejudicar os trabalhos.
 
 
Fonte: Terra

Brasiliana, com acervo doado por José Mindlin, terá livros disponibilizados na Internet com ajuda de equipamento que vale R$ 1,5 milhão
 
 
José Mindlin entre os livros que doará à Brasiliana
José Mindlin entre os livros que doará à Brasiliana
 
A Universidade de São Paulo (USP) acaba de adquirir um scanner robotizado para digitalizar as obras doadas por José Mindlin à biblioteca Brasiliana USP, cujo prédio é construído na Cidade Universitária. O acervo pessoal de Mindlin tem 30 mil volumes e, com a ajuda do scanner, será disponibilizado gratuitamente na internet.

Segundo o professor István Jancsó, coordenador do projeto Brasiliana USP, trata-se do primeiro equipamento do gênero no país, adquirido por R$ 1,5 milhão, dinheiro conseguido com verba da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Enquanto o prédio da Biblioteca Brasiliana não fica pronto, o scanner ficará na casa de José Mindlin, em São Paulo. O aparelho deve entrar em operação até fevereiro e, segundo Jancsó, terá a capacidade de digitalizar 2500 imagens por hora.

“Esse equipamento já copia a imagem com todas as correções de cor e luz possíveis”, explica o professor.

A operação do scanner será de responsabilidade de Cristina Antunes, bibliotecária da Brasiliana. “Depois do dr. José [Mindlin], ela é a pessoa que mais conhece a biblioteca”, comenta Jancsó.

O acervo que poderá ser acessado via web será catalogado, segundo o professor, nos padrões internacionais, como o da Biblioteca Europeana, que disponibiliza sete milhões de livros na internet.

“Qualquer pessoa poderá entrar na Brasiliana Digital e imprimir a obra escolhida em sua casa”, conta o coordenador do projeto. Dessa forma, qualquer biblioteca do país poderá montar uma cópia fac-similar da Brasiliana USP.

A USP também vai manter um apoio didático a outras universidades do país, ensinando a usar o acervo digital e a como operar uma máquina de impressão. O professor estima que o custo das cópias por terceiros será de US$ 2, democratizando o acesso à informação.

Obras
Parte do prédio que abrigará o acervo físico da biblioteca Brasiliana e o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP deverá ser entregue em outubro deste ano. No acordo entre Mindlin e a USP, há uma cláusula que prevê a revogação da doação caso o prédio não esteja pronto até o final de 2009.

Apesar do prazo apertado, Jancsó acredita que haverá tempo suficiente. “Eu acho que vai dar. Não acredito que a cláusula revogatória venha a ser considerada”, fala Jancsó.

No entanto, falta dinheiro para a construção de dois terços da nova sede do IEB. Os R$ 32 milhões – dinheiro vindo de patrocinadores e da própria USP – é para a construção dos módulos da biblioteca Brasiliana, dos espaços comuns e de parte do IEB. O coordenador espera conseguir a verba restante com outros apoios privados e com o governo do estado.

José Mindlin oficializou a doação de 30 mil volumes de sua biblioteca em 2006. A coleção possui obras do século 16 ao 20 e concentra títulos importantes da história cultural brasileira. Há, por exemplo, primeiras edições de obras de José de Alencar e Guimarães Rosa, além de relatos de viajantes durante o início da colonização, como Hans Staden e Jean de Léry.
 

Livros de Aluísio Azevedo podem ser acessados de graça
 
 
Casa de Pensão e O cortiço - duas obras de grande relevância para o movimento naturalista no Brasil – estão disponíveis gratuitamente no portal Domínio Público. São 32 obras do escritor Aluísio Azevedo oferecidas no sítio, entre romances, contos, crônicas e peças de teatro.
 
 
Maranhense de São Luís, Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo começou a escrever em folhetins para sustentar a família. A primeira publicação, em 1879, foi o romance romântico Uma lágrima de mulher, que também pode ser baixado sem ônus no portal.
O uso da linguagem naturalista teve início pouco tempo mais tarde, em 1881, quando lançou O Mulato. Por tratar do preconceito racial, o livro, segundo a Academia Brasileira de Letras (ABL), causou escândalo entre a sociedade maranhense e inaugurou o estilo naturalista na literatura brasileira.
 
 
Em seguida, o autor mudou-se para o Rio de Janeiro onde observou as condições degradantes de vida nas casas de pensão, exploradas por imigrantes como os portugueses. Do interesse pelos agrupamentos humanos, surgiram as obras Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890).
 
 
Em 1895 tornou-se diplomata. Por causa do trabalho, morreu na Argentina, em 21 de janeiro de 1913, aos 56 anos. O escritor foi fundador da cadeira número 4 da ABL .
Lançado em 2004, o portal Domínio Público oferece acesso de graça a obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação autorizada. Até dezembro de 2008, havia 3.544 obras cadastradas.
 
 

Governo britânico e Agência de Notícia dos Direitos da Infância lançam serviço multimídia para divulgar pesquisa acadêmica e facilitar cobertura jornalística do tema
 
 
A Embaixada do Reino Unido no Brasil, o Conselho Britânico e a Agência de Notícia dos Direitos da Infância (Andi) acabam de lançar o portal Mudanças Climáticas.
 
A iniciativa pretende oferecer material exclusivamente focado no tema, sempre atualizado e em português. Segundo os organizadores, o objetivo é enriquecer e facilitar a cobertura do tema pela imprensa, além de divulgar pesquisas e trabalhos tanto acadêmicos quanto de outros níveis de ensino.
 
Recursos como vídeos, gravações de depoimentos, fotografias, entrevistas e artigos de reprodução livre serão oferecidos pelo site que terá um banco de pautas especialmente voltado para o uso de jornalistas.
 
O site apresenta as seções “Conceitos e definições”, “A agenda do clima”, “Busca de alternativas”, “Ciência do clima”, “Causas, impactos, soluções”, “Críticas e contrapontos”, “Políticas públicas” e “Clima e imprensa”.
 
 
Mudanças Climáticas www.mudancasclimaticas.andi.org.br.
 
 

 

Site Who Runs Gov é acervo que fala sobre quem já atuou no governo norte-americano, incluindo informações sobre equipe de Obama.
 
O Washington Post estreou esta semana a versão beta do site Who Runs Gov, um acervo com dados sobre as personalidades que já atuaram no governo dos Estados Unidos.

A base de dados já conta com informações sobre a nova equipe presidencial de Barack Obama.

Por enquanto, a criação e edição de perfis fica limitada à equipe editorial do Washington Post. A publicação promete, contudo, que no final de 2009 os usuários poderão colaborar com o Who Runs Gov, revisando os arquivos já publicados ou incluindo novos. A edição funcionará como uma 'wiki', que passará pela revisão da equipe do jornal antes da publicação.
 
 
Fonte: IDG Now

Preciosidades na web

17:57 @ 28/01/2009

 
A Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais da Universidade de São Paulo (USP) acaba de disponibilizar, para consulta livre na internet, algumas das principais obras do acervo da universidade, que inclui livros anteriores à sua fundação.
 
A iniciativa, mantida pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, tem o objetivo de colocar preciosidades, algumas dos séculos 15 e 16, à disposição de um público mais amplo sem, por outro lado, danificá-las pelo manuseio.
 
Trata-se ainda, segundo os organizadores, de ampliar e democratizar o acesso, fazendo com que o pesquisador não tenha que se deslocar nem marcar a consulta para conhecer as publicações, atendendo ainda àqueles que, por curiosidade intelectual, também buscam esse tipo de material.
 
Desde o fim da década de 1980, preocupado com a preservação desse material, o SIBi já desenvolvia projetos, alguns deles com apoio da FAPESP, para identificar e tratar tecnicamente as obras, ou seja, catalogá-las e conservá-las.
 
Para a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais, inicialmente foram selecionados 38 livros em várias áreas do conhecimento, obedecendo aos critérios de antiguidade, valor histórico e inexistência de novas impressões ou edições do título.
 
Alguns livros foram digitalizados integralmente e estão disponíveis para consulta ou impressão para uso não comercial, enquanto outros tiveram apenas suas capas digitalizadas.
 
Entre os títulos está o Liber Chronicarum, uma história do mundo escrita em 1493, ricamente ilustrada e colorida à mão, com texto em gótico e notas manuscritas, além de Ordenações de Dom Manuel, de 1539, livro que traz em sua primeira folha uma xilogravura representando as armas portuguesas.
 
Mais informações: www.obrasraras.usp.br