USP estréia IPTV
16:10 @ 01/10/2007
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::: bLOG do Projeto Pesquisa Mundi ::: Objetiva contribuir para o desenvolvimento da pesquisa acadêmica, científica, tecnológica, social e econômica. Difundindo e facilitanto o acesso a bases de dados, bibliotecas digitais, bibliotecas virtuais e obras de referência ::: www.pesquisamundi.tk info@pesquisamundi.tk
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Servidores de 29 instituições
técnicas e tecnológicas e de universidades federais estão desenvolvendo
o portal do Sistema de Informações da Educação Profissional e
Tecnológica (Siep), que deve entrar no ar até o final de 2008. A partir
deste mês, os núcleos de pesquisa e desenvolvimento do sistema começam
a realizar testes internos com alguns dos softwares que formarão o
Siep.
O sistema é uma iniciativa da Secretaria de Educação
Profissional e Tecnológica (Setec), com o apoio do Instituto Nacional
de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e da
Coordenação de Informática e Telecomunicação (Ceinf), vinculados ao MEC
De acordo com o coordenador-geral de planejamento, orçamento e gestão
da Setec, Getúlio Marques Ferreira, o portal, programado com
tecnologias de software livre, será um importante instrumento de
gestão, pois possibilitará a construção de uma base de informações
sólida, segura e em tempo real. “Hoje não há um espaço específico onde
estejam registrados os dados nacionais.” Com a implantação do Siep,
explica, os gestores e a sociedade terão um panorama do número de
matrículas, dos cursos ofertados, áreas de abrangência das escolas,
índices de empregabilidade dos formandos e das pesquisas desenvolvidas
nas escolas.
Com investimento de cerca R$ 3,5 milhões até o momento, o projeto é
custeado com bolsas de iniciação científica e envolve cerca de 60
pesquisadores e 130 alunos de cursos superiores, técnico e tecnológico
das áreas de informática, desenvolvimento de sistemas, web design,
design gráfico e redes de comunicação.
Para a construção do
banco de dados do setor, está em fase de elaboração o Sistema de
Gerenciamento Acadêmico (Siga). A administração e a alimentação da
ferramenta serão de responsabilidade das instituições. As informações
cadastradas também servirão de base para a elaboração da matriz
orçamentária da Setec. Inicialmente, o Siga será instalado na rede
federal e, depois, nas estaduais e privadas.
Além de publicar e colocar à disposição dados nacionais sobre o setor,
número de vagas, credenciamento de novos cursos, investimentos, o Siep
terá uma biblioteca e um centro de documentação digitais. Outra
iniciativa é o observatório nacional da educação profissional e do
mundo do trabalho, que viabilizará o mapeamento das tendências e
demandas do setor no país.
Esses diagnósticos serão gerados
a partir do cruzamento de informações sobre os arranjos produtivos,
dados dos ministérios do Trabalho e Emprego, de Ciência e Tecnologia,
da Cultura, do Desenvolvimento Social, do Turismo e da Saúde,
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
(Unesco), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outros.
Através do portal, a Setec ainda incentivará, por
meio de fóruns de discussão e salas de bate-papo na internet (chats), a
realização de estudos e pesquisas com foco na proposta de oferta de
cursos a distância.
Fonte: Ministério da Educação
O movimento para criar uma biblioteca digital digna de respeito no meio do turbilhão de informações da internet
| PRESTE ATENÇÃO Alguns livros virtuais, como edições impressas, têm problemas de revisão. Crônicas de Machado de Assis no Domínio Público têm pequenos erros de pontuação |
| Escolha sua fonte confiável |
|---|
| Os sites de download que os especialistas em livros recomendam |
| http://gallica.bnf.fr/ Gallica, a biblioteca on-line da Bibliothèque Nationale, na França, tem 90 mil títulos disponíveis e várias imagens. Pode ser acessada gratuitamente por qualquer internauta www.periodicos.capes.gov.br O Portal de Periódicos da Capes assina 11 mil títulos de publicações científicas nacionais e internacionais, acessíveis por instituições de ensino www.gutenberg.org/wiki/PT_Principal O Gutenberg é um site internacional pioneiro em e-books, mantido por voluntários. Há mais de 20 mil itens para download. Esse link dá acesso às obras em português www.livros.google.com.br O Google tem 3,5 milhões de livros digitalizados, mas a maior parte deles não pode ser baixada integralmente. Os usuários podem ver trechos que combinem com sua pesquisa http://worldpubliclibrary.org Tem 500 mil livros on-line, pelo custo de US$ 9 por ano. Em um período do ano os livros ficam disponíveis para download gratuitamente http://www.ieb.usp.br/online/index.asp No site do Instituto de Estudos Brasileiros, há 98 obras raras digitalizadas. O acervo do instituto está sendo digitalizado, processo que vai se completar com a Brasiliana USP http://www.bartleby.com/ No site de fácil acesso, que nasceu da Universidade Colúmbia, é possível ver a obra completa de Shakespeare sem precisar dar download. Tem a mais ampla coleção de poemas na rede, tudo em inglês |
| www.bn.br O site da Biblioteca Nacional tem documentos raros. Você deve clicar em “Acervo Digital” e em seguida em “Biblioteca Nacional Digital”. Secchin encontrou o hino nacional manuscrito |
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| www.dominiopublico.gov.br Apontado por Marciano e Evandro, o site do Ministério da Educação oferece textos de clássicos brasileiros e portugueses para download |
| www.archive.org Mary destacou o Archive, portal que pesquisa em dezenas de bibliotecas e tem 260 mil obras disponíveis na internet. Tem mais textos em inglês e muitos documentos históricos |
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Fonte: O Nortão

| REPRODUÇÃO |
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Unesco lança neste mês protótipo do portal na internet; Biblioteca Nacional, do governo, faz parte do projeto
Nesta segunda-feira, 1°, foi assinado o termo de cessão da Biblioteca Virtual Anísio Teixeira (Bvat) à Universidade Federal da Bahia (Ufba), com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), Sérgio Resende, do governador Jaques Wagner e do reitor Naomar de Almeida Filho. A assinatura aconteceu na Escola de Teatro da Ufba.
Projeto da Biblioteca Nacional tenta unir todas as ilhas digitais das bibliotecas brasileiras
Em 40 dias, foram feitos mais de 120 mil downloads do Dicionário da língua portuguesa Caldas Aulete,
de 280 mil verbetes, da editora Lexikon Obras de Referência. O arquivo,
oferecido de graça, está em primeiro lugar entre os dez conteúdos mais
"baixados" do site Baixa Tudo,
do portal Globo. Para Carlos Augusto Lacerda, proprietário do selo
editorial, a demanda mostra que o caminho é esse. O empresário não
parece incomodar-se com os concorrentes da obra. O Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, da editora Positivo, com 435 mil verbetes nas
versões impressa e em CD-Rom, sai por cerca de R$ 236. Já o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, da editora Objetiva, com 228 mil verbetes na versão impressa, custa R$ 330
Fonte: Valor Econômico - 04/10/2007 - Tainã Bispo
Powerset, que será lançado no ano que vem, tentará usar linguagem natural nas buscas.
| por LUÍS CELSO JR., Gazeta do Povo Online. |
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| Bibliotecas virtuais Confira algumas bibliotecas digitais que oferecem materiais gratuitamente na internet: * Projeto Gutenberg - O Projeto Gutenberg se auto-denomina a primeira e maior biblioteca virtual da internet. São mais de 16 mil livros grátis em diversas línguas no catálogo. * CultVox - Um dos maiores sites do ramo no Brasil. Oferece livros eletrônicos grátis e também versões online de livros impressos para venda. É necessário efetuar cadastro para fazer download das obras. * eBookCult - Biblioteca virtual que distribui livros eletrônicos de forma gratuita. Possui ênfase na área de educação. * eBooksBrasil - Site independente que oferece livros nacionais e importados sob a licença Creative Commons. * Projeto Democratização da Leitura - Site que visa ampliar as opções de livros para leitura na internet por meio de colaborações. * Google Books - Ferramenta de busca da Google destinada aos livros. Por meio da pesquisa, é possível localizar e visualizar trechos de livros e obras completas. Os livros que já estão em domínio público estão disponíveis para download. O serviço está em versão de testes (beta). |
| Ciência Entre as maiores, se destaca a internacional Scientific Eletronic Library Online (Scielo), que reúne artigos científicos e periódicos de 10 países. A Scielo, iniciativa da Fapesp com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), busca o desenvolvimento de uma metodologia comum para preparação e divulgação da literatura científica em formato eletrônico. Outra ferramenta que pode ser muito útil para buscar material científico é o Google Acadêmico. Ainda em versão de testes (beta), ela pode localizar artigos, teses, livros, resumos e pré-publicações por nome do autor, título e ou qualquer outra informação. |

PARIS (Reuters) - A Unesco e Biblioteca do Congresso dos Estados
Unidos, apoiadas pelo Google, vão desenvolver uma biblioteca digital
com trabalhos de todas as partes do mundo, informou nesta quarta-feira
a Organização Cultural, Científica e Educacional das Nações Unidas.
LONDRES (Reuters) - As previsões pessimistas
de que a Internet iria esmagar o setor de publicação de livros através
dos leitores digitais e das vendas online de livros usados não se
concretizaram.
Os cartórios notariais ganham, a partir de
segunda-feira (22/10), um canal direto de comunicação com o Tribunal de
Justiça paulista. A iniciativa é da Corregedoria Geral da Justiça. A
ferramenta permite o acesso rápido e seguro às informações e automatiza
banco de dados. O portal poderá ser acessado por meio do site: www.extrajudicial.tj.sp.gov.br.



Será que você sabe todos os truques dos principais mecanismos de busca?

Biblioteca Digital do Museu Judaico Acesse agora a Biblioteca Digital
Rio de Janeiro (RJ) - Foi aprovada na manhã desta segunda-feira (29)
pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) minuta de resolução que cria
base de dados padronizada de jurisprudência dos Juizados Especiais
Federais, a ser disponibilizada no Portal da Justiça Federal (www.justicafederal.gov.br). A proposta tem por objetivo facilitar o acesso e a divulgação da jurisprudência dos juizados.
A
pesquisa à jurisprudência poderá ser feita de forma simples ou
avançada. A base de dados terá como campos obrigatórios a identificação
do processo, do relator, da classe processual, do órgão julgador e da
data da decisão/data da publicação.
Caberá ao Conselho da
Justiça Federal, por meio da Secretaria da Turma Nacional de
Uniformização da Jurisprudência dos JEFs, a supervisão técnica e o
gerenciamento da base de dados.
Os Tribunais Regionais Federais,
funcionarão como órgãos de coordenação e gerenciamento da base no
âmbito das respectivas regiões, regulamentando as atribuições das áreas
responsáveis pela alimentação e armazenamento das decisões.
A
minuta de resolução, originária da Comissão Permanente dos Juizados
Especiais Federais - JEFs, formada no âmbito do CJF, é também uma ação
do Planejamento Estratégico do Conselho. A Comissão é presidida pelo
coordenador-geral da Justiça Federal, ministro Gilson Dipp, e composta
pelos coordenadores dos Juizados nos cinco Tribunais Regionais Federais
e pelo presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil
(Ajufe).[14]
A sessão do Conselho foi realizada na cidade do Rio
de Janeiro (RJ), no Hotel Sofitel, por ocasião do XXIV Encontro
Nacional dos Juízes Federais, promovido pela Ajufe.
Fonte: Seg Seguros Saúde
Além de liberar o acesso gratuito a todo o conteúdo de seu site, o
jornal 'trendsetter' The New York Times segue em um passo mais além.
Tem usado, cada vez mais, soluções open source e compartilhado os códigos com a comunidade de desenvolvedores.
Desde agosto mantém no ar o Open Code,
um blog onde a equipe de desenvolvimento do site compartilha com
usuários códigos de aplicativos [widgets, mashups] usados no site. O
blog é atualizado pela equipe de tecnologia do jornal [programadores, webdesigners].
E mais - desde a abertura do conteúdo, o NYT vêm acrescentando metadados nas páginas do site do jornal. A técnica visa melhorar a indexação das matérias nos mecanismos de busca [no
mês passado contrataram um "gerente de buscas"].
Por aí a gente vê que essa estratégia do NYT de liberar o acesso gratuito ao conteúdo foi uma ação muito bem pensada.
Uma estratégia de negócios que leva em conta não apenas o
amadurecimento do mercado de publicidade online lá fora, mas também se
preocupa em incentivar as equipes de TI na abertura de "seus conteúdos"
e em otimizar o site para indexação no Google e afins.
Fonte: Tiago Dório WeblogThe New York Times em código aberto
“A Bireme é essencial para o progresso da gestão da informação e do
conhecimento científico no Brasil, na América Latina e no Caribe e
também na cooperação internacional, particularmente na cooperação
sul-sul”, diz Diego Victoria, representante da Organização
Pan-americana de Saúde (Opas) no Brasil. Além de organizar e gerenciar
esse volume de informação, a Bireme há tempos assumiu a tarefa de
estabelecer normas na América Latina e no Caribe sobre a estrutura de
registros e de textos, para garantir que suas bases de dados consigam
operar em nível global. “Como exemplo recente disso, a Bireme comunicou
neste ano a todos os editores científicos que a aprovação de
manuscritos de ensaios clínicos pelas revistas indexadas nas bases
Lilacs e SciELO deverá exigir o número de registro do ensaio, de acordo
com as normas da OMS”, explica o diretor da Bireme, Abel Packer.
Não
deixa de ser curioso que o centro, hoje um instrumento de afirmação da
ciência latino-americana, tenha nascido sob forte influência
norte-americana. Em meados do século XX, a OMS lançou a idéia de
espalhar bibliotecas médicas em cada região do planeta. Mas apenas a
Opas levou o conceito adiante, inspirando-se no modelo em vigor nos
Estados Unidos, calcado em bibliotecas regionais vinculadas a uma
biblioteca nacional. “A Bireme conseguiu ir muito além do conceito
inicial para se tornar um modelo de inovação e colaboração”, disse a
diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em pronunciamento sobre os 40
anos da Bireme.
Sem paredes - O artigo “Uma biblioteca sem paredes: história da criação da Bireme”, publicado em 2006 na revista História, Ciências, Saúde-Manguinhos,
cujo autor principal é a historiadora Márcia Regina Barros da Silva,
recupera essa trajetória. Em abril de 1965 dois bibliotecários
norte-americanos foram contratados como consultores pela Opas, sediada
em Washington, para selecionar o país onde seria instalada a biblioteca
regional. A opção pelo Brasil deveu-se, de um lado, à ativa
participação de pesquisadores do país na Opas e nos debates sobre a
implantação da biblioteca.
Definido o país, a escolha recairia
sobre a Escola Paulista de Medicina (EPM), hoje Universidade Federal de
São Paulo (Unifesp), na capital paulista. Pesaram a favor da escola o
intenso lobby feito junto à Opas pelos professores da EPM
Magid Iunes e Antônio de Mattos Paiva. Outro fator importante foi a
nova configuração da escola, que passara à alçada do governo federal –
condição essencial para garantir o engajamento do poder público no
projeto.
A criação da Bireme, diga-se, estava mais do que justificada. Quase a
metade dos pedidos de artigos científicos à Biblioteca Nacional de
Medicina dos Estados Unidos (NLM, na sigla em inglês) no final dos anos
1960 provinha de países latino-americanos. Em 1972 a Bireme entraria no
mundo da informação eletrônica, com a instalação de um terminal
Olivetti operando através do satélite Intersalt com a NLM pelo sistema
Medline. Em 1985 a Bireme tornou-se a primeira biblioteca a criar bases
de dados em CD-ROM, antecipando uma tendência de armazenamento de
informação que se consagraria. O final dos anos 1980 foi marcado pela
operação on-line das bases de dados, com a adoção da internet nos anos 1990 com interfaces de pesquisa em espanhol, inglês e português.
O
lançamento do projeto SciELO, em 1997, da Rede ScienTI, em 2000, e da
Biblioteca Cochrane com acesso aberto a toda a América Latina, em 2004,
completa os grandes marcos. “Entre os novos desafios da Bireme destaco
a necessidade de contribuir para a tradução do conhecimento científico
em políticas e a criação de incentivos para que os tomadores de decisão
acessem de forma mais sistemática o acervo de conhecimentos”, disse
Reinaldo Guimarães, secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos do Ministério da Saúde.
Financiada com recursos da
Opas, dos ministérios da Saúde e da Educação, da Secretaria da Saúde de
São Paulo e da Unifesp e de projetos como do SciELO, a Bireme manteve
nestes 40 anos o seu caráter de centro internacional vinculada
formalmente à Opas/OMS, mantendo-se distante de ingerências políticas e
intempéries orçamentárias. “Por outro lado, ao operar em estreita
colaboração com instituições brasileiras, o Brasil propiciou à Bireme e
suas redes internacionais a massa crítica que favorece a sua
sustentabilidade”, diz Abel Packer.