Grupos

USP estréia IPTV

16:10 @ 01/10/2007


A Universidade de São Paulo, por meio da Coordenadoria da Tecnologia da Informação (CTI) e o Laboratório de Arquitetura e Rede de Computadores (LARC), lança oficialmente a IPTV USP. A tevê, que será transmitida pelo protocolo internet (IP), tem o objetivo de colocar à disposição da comunidade todo conteúdo acadêmico produzido internamente. A USP é a primeira instituição da América Latina a contar com o serviço.

A IPTV USP funciona como uma biblioteca virtual, na qual serão postados vídeos sob demanda ao vivo e com horário pré-definido. “Nossa maior diferença está no serviço gratuito e aberto ao público e também da informação gerada”, explica Gil da Costa Marques, coordenador do CTI.
Na primeira fase do projeto foram investidos R$ 400 mil, sendo R$ 300 mil para desenvolver a plataforma de distribuição de videos e R$ 100 mil na transmissão. O valor foi financiado 100% pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A princípio, três servidores, com capacidade de 1 Giga, estão alocados em São Paulo, São Carlos e Ribeirão Preto. “A segunda fase inclui expandir a rede de transmissão com novos servidores em outros Campi, aumentar a banda para 10 GB e buscar parcerias com Universidades Federais e empresas de Telecomunicações”, afirma Marques.

A USP abrirá licitação para adquirir os novos servidores. “Vamos investir nessa segunda faze R$ 2 milhões em infra-estrutura”, adianta o coordenador do CTI. A IPTV trafega em software aberto, via fibra óptica. Segundo Marques, o departamento também irá propor um acordo com a Telefônica para a expansão do serviço.

A primeira transmissão ao vivo acontecerá amanhã, 20/09, durante o evento do Ministério da Saúde em parceria com Instituto Sabin. Pesquisadores do Ministério da Saúde de Portugal assistirão à palestra via IPTV.

Servidores de 29 instituições técnicas e tecnológicas e de universidades federais estão desenvolvendo o portal do Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Siep), que deve entrar no ar até o final de 2008. A partir deste mês, os núcleos de pesquisa e desenvolvimento do sistema começam a realizar testes internos com alguns dos softwares que formarão o Siep.

O sistema é uma iniciativa da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), com o apoio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e da Coordenação de Informática e Telecomunicação (Ceinf), vinculados ao MEC

De acordo com o coordenador-geral de planejamento, orçamento e gestão da Setec, Getúlio Marques Ferreira, o portal, programado com tecnologias de software livre, será um importante instrumento de gestão, pois possibilitará a construção de uma base de informações sólida, segura e em tempo real. “Hoje não há um espaço específico onde estejam registrados os dados nacionais.” Com a implantação do Siep, explica, os gestores e a sociedade terão um panorama do número de matrículas, dos cursos ofertados, áreas de abrangência das escolas, índices de empregabilidade dos formandos e das pesquisas desenvolvidas nas escolas.

Com investimento de cerca R$ 3,5 milhões até o momento, o projeto é custeado com bolsas de iniciação científica e envolve cerca de 60 pesquisadores e 130 alunos de cursos superiores, técnico e tecnológico das áreas de informática, desenvolvimento de sistemas, web design, design gráfico e redes de comunicação.

Para a construção do banco de dados do setor, está em fase de elaboração o Sistema de Gerenciamento Acadêmico (Siga). A administração e a alimentação da ferramenta serão de responsabilidade das instituições. As informações cadastradas também servirão de base para a elaboração da matriz orçamentária da Setec. Inicialmente, o Siga será instalado na rede federal e, depois, nas estaduais e privadas.

Além de publicar e colocar à disposição dados nacionais sobre o setor, número de vagas, credenciamento de novos cursos, investimentos, o Siep terá uma biblioteca e um centro de documentação digitais. Outra iniciativa é o observatório nacional da educação profissional e do mundo do trabalho, que viabilizará o mapeamento das tendências e demandas do setor no país.

Esses diagnósticos serão gerados a partir do cruzamento de informações sobre os arranjos produtivos, dados dos ministérios do Trabalho e Emprego, de Ciência e Tecnologia, da Cultura, do Desenvolvimento Social, do Turismo e da Saúde, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outros.

Através do portal, a Setec ainda incentivará, por meio de fóruns de discussão e salas de bate-papo na internet (chats), a realização de estudos e pesquisas com foco na proposta de oferta de cursos a distância.

Fonte: Ministério da Educação

O movimento para criar uma biblioteca digital digna de respeito no meio do turbilhão de informações da internet

GISELA ANAUATE

PRESTE ATENÇÃO
Alguns livros virtuais, como edições impressas, têm problemas de revisão. Crônicas de Machado de Assis no Domínio Público têm pequenos erros
de pontuação

Para um amante dos livros, não há prazer maior que sentir o cheiro, a textura das páginas, as dobras trazidas pelo tempo. Para ele, nada substitui a visita a uma biblioteca. Uma surfada no mundo virtual não se compara a um folhear de páginas. Mas mesmo os ratos de prateleira devem admitir que a internet está provocando uma revolução na informação. Há um esforço para elevar a rede virtual de terra-de-ninguém a espaço onde é possível investigar as fontes mais legítimas do saber, o conteúdo de livros.

O projeto mais ambicioso seria uma utopia cinco anos atrás: construir a biblioteca universal, colocando em rede toda a memória cultural. Esse projeto, oWorld Digital Library, é encabeçado pelo maior acervo bibliográfico do planeta, a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Entre os membros fundadores estão a Biblioteca de Alexandria, no Egito, e a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Eles vão ceder coleções importantes de fotos, mapas e livros. O acordo entre as bibliotecas será anunciado em outubro, durante a 37a Conferência da Unesco. “O portal vai concentrar os acervos mais valiosos do mundo”, afirma Liana Gomes Amadeo, diretora de processos técnicos da Fundação Biblioteca Nacional. A iniciativa faz parte de um movimento mundial, iniciado em 1971 com o projeto Gutenberg (leia ao lado), pioneiro no e-book. O objetivo é nutrir a internet com fontes confiáveis de conhecimento. O site Google é um dos mais atuantes. Em 2004, anunciou a Pesquisa de Livros, projeto de digitalização do acervo de milhares de bibliotecas e editoras. A iniciativa enfrentou resistência dos protetores de direitos autorais. Mas o Google defendeu-se. Demonstrou que os usuários poderiam ler apenas trechos dos títulos protegidos por copyright. Só os textos em domínio público seriam exibidos na íntegra. A idéia acabou aceita. “Fornecemos uma degustação dirigida do livro”, diz Rodrigo Velloso, gerente da Pesquisa de Livros do Google no Brasil.
Hoje, as possibilidades de pesquisa são muitas. ÉPOCA convidou quatro mestres em fuçar sebos, bibliotecas e lojas para um passeio virtual. Eles avaliaram os sites de e-books e procuraram preciosidades. Marciano Lourenço de Souza, dono da loja Metido a Sebo, em São Paulo, trabalha há 30 anos como livreiro e nunca havia baixado livros da internet. Gostou do Domínio Público. “O estudante pode montar sua biblioteca pelo site”, diz. Ele encontrou Que É a Metafísica, do filósofo Martin Heidegger, em português. A edição brasileira, de 1969, está esgotada.

Evandro Affonso Ferreira, autor de cinco romances e dono do sebo paulistano Avalovara, pesquisou títulos difíceis, como Fome, do norueguês Knut Hamsum. Sem sucesso. Tentou, então, obras não protegidas por direitos autorais. Achou Minha Formação, de Joaquim Nabuco, no Domínio Público. Mesmo assim, a jornada virtual não o satisfez. “Os clássicos que estão na internet são editados normalmente.”

A historiadora Mary Del Priore, autora do livro O Príncipe Maldito, ficou encantada com o Archive. “Para quem faz pesquisas em ciências humanas, é o melhor”, diz. “Achei uma fantástica História do Diabo, de Daniel Defoe.” O arquivo foi escaneado de um livro de 1727.
Antonio Carlos Secchin, membro da Academia Brasileira de Letras, é um detetive de livros. O autor de Guia dos Sebos (Odisséia) achou, no site da Biblioteca Nacional, o manuscrito da letra do hino nacional de Osório Duque-Estrada. Mas não encontrou alguns poemas obscuros do Romantismo. “Os autores menores, importantes para a pesquisa, permanecem no limbo pré-internético, à espera da alma digital e piedosa que venha salvá-los”, diz Secchin. A internet ainda está distante de reunir todo o conhecimento.

Mas os piedosos scanners estão trabalhando.

Escolha sua fonte confiável

Os sites de download que os especialistas em livros recomendam
http://gallica.bnf.fr/

Gallica, a biblioteca on-line da Bibliothèque Nationale, na França, tem 90 mil títulos disponíveis e várias imagens. Pode ser acessada gratuitamente por qualquer internauta

www.periodicos.capes.gov.br
O Portal de Periódicos da Capes assina 11 mil títulos de publicações científicas nacionais e internacionais, acessíveis por instituições de ensino

www.gutenberg.org/wiki/PT_Principal
O Gutenberg é um site internacional pioneiro em e-books, mantido por voluntários. Há mais de 20 mil itens para download. Esse link dá acesso às obras em português

www.livros.google.com.br

O Google tem 3,5 milhões de livros digitalizados, mas a maior parte deles não pode ser baixada integralmente. Os usuários podem ver trechos que combinem com sua pesquisa

http://worldpubliclibrary.org
Tem 500 mil livros on-line, pelo custo de US$ 9 por ano. Em um período do ano os livros ficam disponíveis para download gratuitamente

http://www.ieb.usp.br/online/index.asp
No site do Instituto de Estudos Brasileiros, há 98 obras raras digitalizadas. O acervo do instituto está sendo digitalizado, processo que vai se completar com a Brasiliana USP

http://www.bartleby.com/
No site de fácil acesso, que nasceu da Universidade Colúmbia, é possível ver a obra completa de Shakespeare sem precisar dar download. Tem a mais ampla coleção de poemas na rede, tudo em inglês

www.bn.br
O site da Biblioteca Nacional tem documentos raros. Você deve clicar em “Acervo Digital” e em seguida em “Biblioteca Nacional Digital”. Secchin encontrou o hino nacional manuscrito
ESCRITOR
Secchin achou livros raros





    
HEIDEGGER
Marciano leu obra esgotada
PAPEL
Evandro não viu vantagem em baixar livros
www.dominiopublico.gov.br
Apontado por Marciano e Evandro, o site do Ministério da Educação oferece textos de clássicos brasileiros e portugueses para download

www.archive.org
Mary destacou o Archive, portal que pesquisa em dezenas de bibliotecas e tem 260 mil obras disponíveis na internet. Tem mais textos em inglês e muitos documentos históricos
HISTÓRIA
Mary Del Priore aprovou o
gigante Archive


Fonte: Revista Época

O governo do Estado inaugurou no dia 12 de Setembro, a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). A estação funcionará com sete computadores, distribuídos na biblioteca e nas salas de aula, do Centro de Educação Profissional na Área de Saúde (Cetas). A biblioteca permite, aos usuários, pesquisarem trabalhos científicos e fontes de informações geradas, atualizadas e armazenadas na Internet. O centro de educação também está lançando o site www.cetas.ro.gov.br, que contem informações sobre as atividades do setor.
 
A biblioteca virtual é aberta a gestores, pesquisadores, estudantes, profissionais em saúde e sociedade em geral. “A biblioteca possibilita um acesso ágil e democrático às informações sobre Saúde, por meio de serviços e pesquisas em bases de dados e visualização de publicações”, explicou Milton Moreira, Secretário de Estado da Saúde.
 
A abordagem específica tem como objetivo o acesso igualitário ao conhecimento científico em saúde. As pesquisas seguem metodologias comuns, que integram uma rede de entidades afins à biblioteca virtual, disponíveis na Internet obedecendo a critérios de seleção e controle de qualidade.
 
Acesso virtual à literatura científica - A diretora do Cetas, Nancy Freitas, afirmou que o acesso virtual à literatura técnico-científica é uma, “conquista para a comunidade do Cetas e para a população. A ação é, sem dúvida, mais uma demonstração do dinamismo ao qual o centro prioriza. O lançamento do site, também é um exemplo dessa determinação, pois seu objetivo é cooperar na coleta, organização e disseminação de informações do setor Saúde".
 
A inauguração contou com a participação de autoridades, técnicos do Ministério da Saúde e da rede de bibliotecas virtuais em saúde. A biblioteca funcionará no prédio do Cetas, localizado na avenida Carlos Gomes, nº 2443, no bairro São Cristóvão, em Porto Velho. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 3216-7307 ou pelo novo site da instituição.

Fonte: O Nortão

A imagem "http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010150070926-chemxseer.jpg" não pode ser mostrada, porque contém erros.

Costuras no tecido do espaço-tempo à parte, o fato é que a grande maioria dos internautas não quer nem saber de voltar no tempo - pelo menos não mais do cinco ou dez anos. Afinal, quem pode imaginar viver num mundo sem o Google a sua ferramenta de busca favorita?

Mecanismo de buscas da Química
É inegável a revolução que os índices eletrônicos, mais conhecidos como mecanismos de buscas, provocaram na disseminação da informação e do conhecimento. É por isso que um grupo de químicos acaba de criar o ChemxSeer - da mesma forma que os mecanismos de busca tradicionais procuram palavras, o ChemxSeer procura moléculas. O programa deverá ser um facilitador de enorme valor para pesquisadores e estudantes.

Mais especificamente, o novo programa de buscas da Química procura fórmulas químicas. Ele é capaz, por exemplo, de saber com 90% de certeza quando a palavra "He" está se referindo ao pronome pessoal "Ele" em inglês, ou ao elemento químico hélio. E se você digitar CH4 certamente encontrará referências ao metano e não ao canal 4.

Encontrando fórmulas químicas
"O novo algoritmo de buscas também é capaz de identificar compostos químicos com diversas formas de representação de suas fórmulas, assim como subestruturas relacionadas," explica o professor Lee Giles, da Universidade da Pensilvânia, onde o ChemxSeer foi desenvolvido.

O programa, por exemplo, encontrará as referências ao metano que estiverem tanto no formato CH4 quanto no formato H4C, o que não acontece nas ferramentas de busca tradicionais.

O ChemxSeer é parte do mesmo projeto que já havia lançado um mecanismo de buscas capaz de encontrar dados e informações em tabelas (veja Mecanismo de busca de código livre encontra dados em tabelas).

Bibliografia:
Extraction and Search of Chemical Formulae in Text Documents on the Web
Bingjun Sun, Qingzhao Tan, Prasenjit Mitra, C. Lee Giles
The 16th International World Wide Web Conference
2007

http://chemxseer.ist.psu.edu/about/digital_library/www2007.pdf

Links desta notícia

ChemxSeer Project

The Pennsylvania State University


Fonte: Inovação Tecnológica

‘Última Hora’ ressuscita na rede

REPRODUÇÃO
NOS TEMPOS DE ANTIGAMENTE - Conteúdo que estará online remonta a conquista do tri-campeonato mundial de futebol, o suicídio de Getúilo Vargas, a instauração da ditadura e a chegada do homem à Lua.
Acervo de jornal que fez sucesso até 1971 ganha digitalização e traz de volta fatos históricos dos anos 50, 60 e 70
Rodrigo Martins
Matou-se Vargas!”; “Janio renunciou”; “Lua conquistada: foi um passeio!”; “Kennedy Assassinado”.... Manchetes e textos jornalísticos do passado irão ganhar vida nova na era digital. Um dos jornais mais importantes do País no século passado, o Última Hora, que fez barulho em sete estados brasileiros entre 1951 e 1971, terá agora o seu acervo restaurado, digitalizado e colocado gratuitamente na rede.

O projeto está sendo tocado pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo, detentor do acervo, em parceria com a fabricante de processadores AMD. Serão 108 mil páginas digitalizadas. O processo será dividido em duas etapas: a primeira, até março de 2008, pretende disponibilizar na web 36 mil páginas, de edições até 1960; a segunda, até o final do ano que vem, colocará as edições até 1971.

Essas edições fazem parte do acervo histórico do Arquivo Público, adquiridas em 1990 de uma das filhas do criador do Última Hora, Samuel Wainer, a jornalista Pink Wainer. “Há algumas lacunas, principalmente, nos primeiros anos. De 1951, não há nada. E de 1952, pouca coisa”, explica o coordenador do Arquivo Público, Carlos Bacellar. “Esperamos preencher esses espaços com a busca em outras bibliotecas.”

Embora o jornal tenha tido versões no Rio, Niterói, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife, entre outras cidades, a que será digitalizada será a carioca. “Foi a que veio no acervo adquirido pelo Arquivo”, diz Bacellar.

Digitalizar o jornal não será uma tarefa das mais fáceis. Os jornais não vão direto no scanner, como se imagina. Primeiro, eles são microfilmados e, daí, o microfilme é escaneado. No acervo, há várias edições já microfilmadas. Mas muito desse material não está em boas condições. “Antes de ser adquirido, ele ficou em um porão por cerca de 20 anos, por causa da ditadura. O local não era o ideal”, explica Bacellar.

Nesses casos, diz o coordenador, ou tenta-se recuperar o microfilme ou recorre-se à coleção física de jornais. “Tirando os anos iniciais do Última Hora, temos um alto índice de completude da coleção.”

Depois que o arquivo está escaneado, ele é salvo em formato JPEG (o mais comum em imagens na internet) e disponibilizado na página www.arquivodoestado.sp.gov.br/uhdigital. “Para não termos problemas de direitos autorais, o material pode ser impresso, mas não está disponível em alta resolução”, explica Bacellar.

No site, o que poderá ser acompanhado serão as páginas do jornal digitalizadas. O acervo de mais de 160 mil fotos do Última Hora, que também está no Arquivo Público, não tem previsão para ser disponibilizado. Hoje, quem acessar o site, terá acesso a cerca de 500 páginas apenas. Mas, em breve, devem ser colocadas mais 1,5 mil.

O projeto está sendo financiado pela AMD. “Disponibilizamos equipamentos e funcionários. Também estamos desenvolvendo o site em conjunto com o Arquivo Público”, explica o vice-presidente de Marketing e Vendas para a América Latina, Antonio Scodiero.

Segundo Scodiero, a escolha do Última Hora para ser digitalizado não foi ao acaso. O Arquivo Público também possui o acervo dos jornais Diário de São Paulo e Diário da Noite, já extintos e pertencentes ao falecido barão da mídia nacional Assis Chateaubriand, dono da cadeia de veículos Diários Associados, que reunia jornais, rádios e emissoras de TV.

“Entramos no projeto pela importância do Última hora em uma época de ebulição política, os anos 50 e 60”, diz Scodiero. “O jornal tinha uma linguagem popular e foi pioneiro em diversos aspectos, como no uso de cor, que era importada”, completa Bacellar.

Com a digitalização, o intuito agora é tornar o material, que antes ficava restrito a consultas no prédio do Arquivo Público, disponível a pesquisadores e estudantes em geral. “No original, apenas uma pessoa por vez podia fazer a pesquisa e tinha de se dirigir à biblioteca”, diz Bacellar. “Agora, em qualquer lugar, será possível acessar o material.”

Outro benefício é que o acervo de jornais poderá ser melhor preservado. “Digitalizar não significa jogar fora”, explica Bacellar. “O papel jornal é o pior que existe. Serve para ler e depois embrulhar peixe. Com isso, o contato humano pode danificá-lo. Agora, poderemos preservá-los por séculos e séculos, para contar a história.”

Unesco lança neste mês protótipo do portal na internet; Biblioteca Nacional, do governo, faz parte do projeto

Roberta Pennafort

Na Antiguidade, a Biblioteca de Alexandria, no Egito, com suas centenas de milhares de papiros, era a guardiã do maior acervo cultural e científico do mundo. Inaugurada em 295 a.C., foi destruída pelo fogo em 272 d.C. por ordem do imperador romano Aureliano.

Mais sobre os acervos nacionais

Na era digital, um projeto da Unesco, a World Digital Library (Biblioteca Digital Mundial), cujo protótipo entra no ar neste mês, tornará tesouros de vários países disponíveis gratuitamente na internet. O portal da WDL terá, na primeira fase, mapas, fotografias e manuscritos digitalizados, tudo com textos explicativos em árabe, chinês, espanhol, inglês, francês, português e russo. Numa segunda fase, será possível consultar livros. Os usuários poderão pesquisar temas como filosofia, história, religião e ciência.

Grandes bibliotecas estão sendo convocadas a colaborar - e a Biblioteca Nacional foi uma das primeiras a aceitar. Já enviou reproduções de mapas e registros fotográficos raros do País no século 19. Oitava maior do planeta e a número um da América Latina, a instituição é parceira-fundadora ao lado das Bibliotecas do Congresso dos EUA, da Rússia, da Coréia do Sul e da Bibliotheca Alexandrina, inaugurada em 2002.

Além de dar acesso a imagens, espera-se do Brasil o cumprimento de uma missão importante: atrair países de língua portuguesa e também de língua espanhola para a empreitada.

PRIMEIRO TESTE

Um protótipo da WDL vai funcionar a partir do dia 17, na 37ª Conferência-Geral da Unesco, em Paris. Será uma oportunidade para mais países aderirem - e para o Brasil fazer sua campanha com os vizinhos latinos e com as nações de língua portuguesa. “A Biblioteca Nacional é a única da América Latina que está participando. Vamos entrar em contato com os países da região, começando por Argentina, Venezuela e Colômbia”, afirma o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Muniz Sodré.

A Biblioteca Nacional é considerada um modelo para países emergentes por seu bom padrão de digitalização - o processo de transferir obras para o computador foi iniciado em 2003 e intensificado em 2006. “O nível brasileiro é muito bom”, elogia John Van Oudenaren, coordenador do projeto da Unesco. “Se a Biblioteca Nacional compartilhar o que tem aprendido com bibliotecas de outros países, será um grande passo para aumentar a participação. Não faz sentido fazermos acordos com instituições que não têm capacidade de digitalização.”

Os mais de mil itens que a Biblioteca Nacional vai compartilhar na WDL compõem conjuntos dos mais representativos das Américas. São fotografias do século 19 que fazem parte da coleção Teresa Cristina Maria - doada por d. Pedro II em 1891 e considerada pela Unesco patrimônio da humanidade -, em que se vêem paisagens do Rio, Paraná e Minas. Há também mapas e cartas náuticas dos séculos 16, 17 e 18.

“A idéia é fazer um grande portal da cultura no mundo. Cada país está mandando o que tem de mais precioso”, explica Liana Gomes Amadeo, diretora do Centro de Processos Técnicos da Biblioteca Nacional. Mais detalhes sobre o projeto, cujo investimento não foi divulgado, estão no site www.worlddigitallibrary.org.

O maior acervo digital do mundo, hoje, é o da Biblioteca do Congresso Americano (www.loc.gov), iniciado em 1995, com mais de 7,5 milhões de documentos.

Ufba ganha Biblioteca Virtual

16:01 @ 08/10/2007

Nesta segunda-feira, 1°, foi assinado o termo de cessão da Biblioteca Virtual Anísio Teixeira (Bvat) à Universidade Federal da Bahia (Ufba), com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), Sérgio Resende, do governador Jaques Wagner e do reitor Naomar de Almeida Filho. A assinatura aconteceu na Escola de Teatro da Ufba.

A Bvat originou o software que administra todas as bibliotecas virtuais mantidas pelo MCT. Na Ufba, a biblioteca será hospedada no Centro de Processamento de Dados (CPD).

Fonte: A Tarde

Projeto da Biblioteca Nacional tenta unir todas as ilhas digitais das bibliotecas brasileiras

SÃO PAULO - Parceiro do World Digital Library (Biblioteca Digital Mundial) da Unesco, o Brasil conta com diversos projetos de digitalização de acervos de suas bibliotecas, mas eles são levados em paralelo e com pouca comunicação entre as instituições envolvidas, avalia o coordenador do portal Domínio Público do Ministério da Educação (MEC), Marco Antonio Rodrigues. "Temos ilhas", diz ele. "Há uma convergência para a idéia de compatibilidade de acervos, mas isso ainda está em projeto".
 
O Domínio Público reúne mais de 54 mil obras cadastradas em formato digital, entre textos, arquivos de som, imagens e vídeo. Todo esse material está em servidores do MEC: não é possível usar o portal como plataforma para acessar o conteúdo digital mantido em outras instituições.
 
"Temos alguns projetos, como a digitalização da biblioteca do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) e estamos digitalizando o material da biblioteca do STJ (Superior Tribunal de Justiça)", diz Rodrigues. No que diz respeito ao acesso ao acervo digital de outras bibliotecas brasileiras, segundo ele, há dificuldades de compatibilidade e de formato dos documentos.
 
Mas as ilhas digitais das bibliotecas brasileiras estão se unindo, ainda que lentamente, por meio do projeto Rede da Memória Virtual Brasileira da Biblioteca Nacional (BN). Ao menos, essa é a meta da coordenadora do programa, Angela Bettencourt. A rede, até o momento, integra sete instituições do Sul e Sudeste do Brasil. Angela reconhece que ainda há muito para avançar, principalmente na busca de parceiros no Nordeste, Norte e Centro-Oeste do País.
 
Na comparação com os grandes acervos digitais do exterior, a coordenadora reconhece que a Biblioteca Nacional está "muito atrás", principalmente por questão de investimento e porque "elas (grandes bibliotecas, como a Biblioteca do Congresso dos EUA) começaram muito antes". "A Biblioteca Nacional criou seu laboratório de digitalização em 2004 e 2005", exemplifica. Além disso, até recentemente a digitalização não tinha verba própria - ocorria como parte de projetos temáticos, como o da Biblioteca Virtual de Cartografia. As digitalizações passarão a contar com recursos específicos, segundo Angela, a partir de 2008.
 
A porcentagem digitalizada do acervo da BN é "muito pequena" em comparação com o que já existe no exterior, reconhece ela: cerca de 8 mil documentos em formato digital, de um total de 9 milhões. Em parte, diz Angela, isso se deve a questões de direitos autorais - que complicam a digitalização de material mais recente, incluindo jornais e revistas.

 
São Paulo

Em São Paulo, a Biblioteca Municipal Mário de Andrade conta com quatro mil fotos históricas do Brasil digitalizadas, e 30 mil páginas de texto - compreendendo 250 livros - sobre história, política e cultura brasileiras do século 16 ao 19.
 
Segundo a diretora de acervo da biblioteca, Rita de Cassia D'Angelo, não há nenhum projeto de digitalização em curso no momento, mas há planos para retomar a conversão de material para o formato digital. Entre as prioridades citadas estão palestras - arquivos de áudio e vídeo - periódicos e obras raras. A Mário de Andrade não está, até o momento, integrada à Rede da Memória Virtual Brasileira da BN.

Em 40 dias, foram feitos mais de 120 mil downloads do Dicionário da língua portuguesa Caldas Aulete, de 280 mil verbetes, da editora Lexikon Obras de Referência. O arquivo, oferecido de graça, está em primeiro lugar entre os dez conteúdos mais "baixados" do site Baixa Tudo, do portal Globo. Para Carlos Augusto Lacerda, proprietário do selo editorial, a demanda mostra que o caminho é esse. O empresário não parece incomodar-se com os concorrentes da obra. O Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, da editora Positivo, com 435 mil verbetes nas versões impressa e em CD-Rom, sai por cerca de R$ 236. Já o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, da editora Objetiva, com 228 mil verbetes na versão impressa, custa R$ 330

Fonte: Valor Econômico - 04/10/2007 - Tainã Bispo

SEATTLE, Estados Unidos (Reuters) - A Microsoft lançou nesta quinta-feira um website que permite às pessoas armazenar informações médica na Internet, entrando em um negócio de saúde almejado pelo Google e outras empresas de tecnologia.

O HealthVault guarda informações médicas gratuitamente em uma banco de dados criptografado e fornece ao usuário a opção de qual informação é registrada e quem pode ver a informação. O serviço está sendo lançado somente nos Estados Unidos.

O website também incorpora o HealthVault Search, um mecanismo especializado em buscas médicas para alcançar a crescente base de consumidores que estão cada vez mais recorrendo à Internet para obter informações de saúde. Companhias de tecnologia e saúde tem prometido há anos mudar a indústria com redução de buscas inúteis e conectando os fornecedores, empresas de seguros e pacientes por meio de instrumentos tecnologicamente seguros.

Mas sem padrões amplamente acertados ou mesmo um amplo movimento na direção dos registros eletrônicos, a maioria dos escritórios ainda está cheia de papel, frustrando pacientes.

Fonte: Reuters

Lisboa, 06 Out (Lusa) - Onze anos depois do lançamento, a biblioteca virtual do projeto Memória da África já conta com perto de 200 mil títulos considerados patrimônio comum de Portugal e dos países africanos lusófonos e se prepara para chegar ao Brasil.

Entre as últimas aquisições do acervo está a Coleção "Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colônia de Moçambique" (1929), de José dos Santos Rufino, e o acervo do Arquivo Histórico de São Tomé e Príncipe.

No material é possível encontrar, por exemplo, as fichas de identificação das pessoas que chegavam à colônia e um tipo de documentação que permite traçar o percurso cronológico individual de um colono ou trabalhador desde a sua entrada na colônia até a sua repatriação.

Entre os documentos mais antigos "resgatados", na maioria de coleções particulares, estão algumas curiosidades como "O Meu Primeiro Livro de Leitura", publicado na então Guiné Portuguesa, em meados do século 20, e a "Didática das Lições do Primeiro Ano do Ensino Primário Rural", de Angola.

Acervo digital

"As pessoas percebem que a digitalização e disponibilização livre é um modo de homenagear e perpetuar o legado de muitos técnicos e quadros do Estado que escreveram livros e relatórios", afirmou à Agência Lusa o professor Carlos Sangreman, da Universidade de Aveiro.

Segundo Sangreman, um dos responsáveis pelo projeto, sem a iniciativa os documentos poderiam "se perder para sempre ou ser úteis apenas a meia dúzia de pessoas que os conhecem".

"Nestes últimos tempos acolhemos múltiplos contatos de pessoas que gostariam de encontrar as obras que pais e avós escreveram e que estão referenciadas na base de registros", explicou.

Onze anos depois do lançamento, o site "faz num mês o que fazia num ano de páginas vistas e visitantes", disse Sangreman.

Em setembro, o número de visitantes chegou a 21.355, para um total de 85.233 páginas visitadas, mais 50% em relação ao mesmo período em 2006. O total de registros se aproxima dos 196 mil, com mil em fase de validação.

"Todos os meses se acrescentam registros e páginas digitalizadas", afirmou Sangreman, responsável do projeto financiado pela Fundação Portugal África, e em que participam o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) de Lisboa, além da Universidade de Aveiro, onde está o servidor que armazena a documentação digitalizada.

Projetos

Mais de um terço dos visitantes da biblioteca virtual são brasileiros, quase tantos como os portugueses, os responsáveis assumem o objetivo de criar um "módulo Brasil", mas ainda não apareceu o parceiro com o perfil pretendido.

De acordo com Carlos Sangreman, está ainda previsto iniciar a pesquisa em acervos da Universidade de Évora, no Parlamento português e de mais um dos Departamentos da Universidade de Coimbra.

Outro objetivo é coletar registros em Angola, o único país africano lusófono onde "em dez anos não foi possível" conseguir uma única obra, afirmou Sangreman.

O projeto também aguarda recursos para recolher registros e digitalizar na Biblioteca Nacional de Moçambique, depois de ter "passado a pente fino" o Arquivo Histórico da ex-colônia.

Apesar disso, Sangreman afirmou que o maior desafio é passar a biblioteca de "virtual" a "digital", tornando os conteúdos digitalizados integralmente disponíveis e pesquisáveis.


O endereço do projeto é: http://memoria-africa.ua.pt/
Biblioteca virtual sobre África já tem quase 200 mil itens


Lisboa, 06 Out (Lusa) - Onze anos depois do lançamento, a biblioteca virtual do projeto Memória da África já conta com perto de 200 mil títulos considerados patrimônio comum de Portugal e dos países africanos lusófonos e se prepara para chegar ao Brasil.

Entre as últimas aquisições do acervo está a Coleção "Álbuns Fotográficos e Descritivos da Colônia de Moçambique" (1929), de José dos Santos Rufino, e o acervo do Arquivo Histórico de São Tomé e Príncipe.

No material é possível encontrar, por exemplo, as fichas de identificação das pessoas que chegavam à colônia e um tipo de documentação que permite traçar o percurso cronológico individual de um colono ou trabalhador desde a sua entrada na colônia até a sua repatriação.

Entre os documentos mais antigos "resgatados", na maioria de coleções particulares, estão algumas curiosidades como "O Meu Primeiro Livro de Leitura", publicado na então Guiné Portuguesa, em meados do século 20, e a "Didática das Lições do Primeiro Ano do Ensino Primário Rural", de Angola.

Acervo digital

"As pessoas percebem que a digitalização e disponibilização livre é um modo de homenagear e perpetuar o legado de muitos técnicos e quadros do Estado que escreveram livros e relatórios", afirmou à Agência Lusa o professor Carlos Sangreman, da Universidade de Aveiro.

Segundo Sangreman, um dos responsáveis pelo projeto, sem a iniciativa os documentos poderiam "se perder para sempre ou ser úteis apenas a meia dúzia de pessoas que os conhecem".

"Nestes últimos tempos acolhemos múltiplos contatos de pessoas que gostariam de encontrar as obras que pais e avós escreveram e que estão referenciadas na base de registros", explicou.

Onze anos depois do lançamento, o site "faz num mês o que fazia num ano de páginas vistas e visitantes", disse Sangreman.

Em setembro, o número de visitantes chegou a 21.355, para um total de 85.233 páginas visitadas, mais 50% em relação ao mesmo período em 2006. O total de registros se aproxima dos 196 mil, com mil em fase de validação.

"Todos os meses se acrescentam registros e páginas digitalizadas", afirmou Sangreman, responsável do projeto financiado pela Fundação Portugal África, e em que participam o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) de Lisboa, além da Universidade de Aveiro, onde está o servidor que armazena a documentação digitalizada.

Projetos

Mais de um terço dos visitantes da biblioteca virtual são brasileiros, quase tantos como os portugueses, os responsáveis assumem o objetivo de criar um "módulo Brasil", mas ainda não apareceu o parceiro com o perfil pretendido.

De acordo com Carlos Sangreman, está ainda previsto iniciar a pesquisa em acervos da Universidade de Évora, no Parlamento português e de mais um dos Departamentos da Universidade de Coimbra.

Outro objetivo é coletar registros em Angola, o único país africano lusófono onde "em dez anos não foi possível" conseguir uma única obra, afirmou Sangreman.

O projeto também aguarda recursos para recolher registros e digitalizar na Biblioteca Nacional de Moçambique, depois de ter "passado a pente fino" o Arquivo Histórico da ex-colônia.

Apesar disso, Sangreman afirmou que o maior desafio é passar a biblioteca de "virtual" a "digital", tornando os conteúdos digitalizados integralmente disponíveis e pesquisáveis.


O endereço do projeto é: http://memoria-africa.ua.pt/

Powerset, que será lançado no ano que vem, tentará usar linguagem natural nas buscas.

Fundadores da empresa rejeitam comparação, mas mercado vê idéia com expectativa.

O Google, a onipresente empresa que se tornou sinônimo de buscas na internet, poderá ganhar em pouco tempo um sério concorrente: uma jovem companhia da Califórnia que afirma ter criado um sistema mais eficiente e humano para encontrar informações na rede.

O Powerset, com sede na cidade de San Francisco, desenvolveu uma tecnologia de busca na rede baseada na "linguagem natural" e não em palavras-chave, como a utilizada pelos atuais sites de busca. Barney Pell, co-fundador e diretor-executivo do Powerset, diz que esse sistema "tenta entender o significado de palavras de uma forma semelhante à maneira como os humanos compreendem a linguagem".

"Ao contrário de outros mecanismos de busca que utilizam um índice de palavras-chave, o Powerset faz uma profunda análise lingüística de cada frase que lê", acrescentou. Ou seja: o Powerset pretende "entender" o significado dos termos e frases procurados, enquanto o resto usa um sistema de palavras-chave -- mostrando páginas que contenham essas palavras em alguma parte de seu texto -- e complicados algoritmos para determinar a importância dos resultados.

Os usuários do Powerset, por exemplo, poderão introduzir no campo de busca frases completas como "Quanto a Telefônica pagará de dividendos este ano?", em lugar de uma combinação de palavras como "dividendo + Telefônica + 2007".

Essa não é a primeira vez que um site de buscas tenta "entender" o idioma dos usuários, mas o Powerset chamou a atenção dos especialistas do setor porque sua tecnologia tem o aval do Centro de Pesquisa de Palo Alto (Parc, na sigla em inglês) do Vale do Silício (EUA), uma filial do grupo Xerox que está por trás de inovações como o mouse.

Alguns veículos de imprensa americanos equipararam o Powerset ao Google em seu início e insinuaram que a firma pode até desbancar o popular mecanismo de buscas algum dia, mas Pell prefere não entrar nessas comparações. "Respeitamos o que o Google faz, mas nós estamos atacando o tema das buscas na internet de um ângulo diferente", disse Pell.

Mas as comparações tornam-se inevitáveis quando se acessa a seção de empregos na página da companhia. Da mesma forma que o Google, o Powerset dá uma grande importância a sua cultura de empresa e oferece um ambiente de trabalho criativo e relaxante onde, por exemplo, os animais de estimação dos empregados são bem-vindos.

A firma espera poder começar a operar para o grande público em 2008 e apenas em inglês, embora não descarte introduzir outros idiomas no futuro. Por enquanto, o Powerset está sendo testado por um grupo seleto de 500 usuários, num projeto conhecido como Powerlabs. "Tivemos uma grande demanda para oferecer acesso ao Powerlabs e a suas aplicações", explica Steve Newcomb, co-fundador do Powerset e diretor de operações da empresa. "Já implementamos 27 idéias desenvolvidas pelos usuários do Powerlabs."

Apesar das tentativas de outros gigantes como Yahoo! e Microsoft de superá-lo, o Google lidera atualmente o setor e realiza cerca da metade de todas as buscas da internet. No entanto, inclusive altos executivos do Google reconheceram que a tecnologia atual para encontrar informação na rede é passível de melhora. Por isso, a empresa investiu mais de US$ 2 milhões em pesquisa e desenvolvimento desde o final de 2005.

Os passos do Powerset estão sendo seguidos atentamente pelo setor, mas alguns especialistas se mostram céticos quanto ao sistema criado pela firma ser capaz, por exemplo, de compreender sinônimos ou entender os matizes da linguagem.

Fonte: G1

SÃO PAULO – Enquanto o usuário digita os termos a serem pesquisados, o Yahoo! sugere links que direcionam a busca para resultados mais pertinentes.

Chamado de Search Assist, o mecanismo mostra uma lista de links que auxiliam a especificar melhor a pesquisa e também sugere assuntos relacionados.

Em uma consulta pelo termo “Ronaldo”, por exemplo, o buscador exibe links sobre os jogadores Ronaldo, do Milan, e Critiano Ronaldo, do Manchester United.

Como links para os temas relacionados, o buscador mostra links para os clubes e seleções nos quais os atletas atuam, e também vídeos de seus gols.

Além da reforma no visual, o Yahoo! Search ganhou funções para integrar a pesquisa de sites com resultados que trazem vídeos, imagens, áudio, produtos e oportunidades de emprego.

A versão brasileira do portal ainda não conta com as novidades.

Fonte: Info

Acervos integrados devem facilitar a procura de materiais por parte dos usuários. Primeira iniciativa mundial, a World Digital Library, coordenada pela Unesco, conta com participação brasileira

por LUÍS CELSO JR., Gazeta do Povo Online.
 

Daniel Castellano/Gazeta do Povo
Daniel Castellano/Gazeta do Povo / As bibliotecas digitais distribuem de forma gratuita livros na internet
As bibliotecas digitais distribuem de forma gratuita livros na internet
Um e-mail circula pela rede mundial de computadores alertando os internautas que o Portal Domínio Público, biblioteca digital criada em 2004 pelo Ministério da Educação (MEC), estaria prestes a fechar por causa do baixo número de acessos. A mensagem também pede a todos que visitem o site, num esforço conjunto para que ele não encerre os trabalhos. A causa até seria nobre, se não passasse de um boato. "Esse e-mail já circula há mais de um ano. Já até soltamos notas oficiais desmentindo, mas de tempos em tempos a mensagem volta e o boato ganha força. Pelo contrário, o site é uma iniciativa de baixo custo e que e que dá bons resultados", explica o coordenador do portal Domínio Público, Marco Antonio Rodrigues. "Há até projetos de criação de uma rede de bibliotecas, o que é uma tendência atual no mundo", completa.

Bibliotecas virtuais


O Portal Domínio Público foi criado para ser um repositório principalmente de material acadêmico, mas seu perfil mudou com o tempo. Hoje conta também com vídeos, imagens e músicas no acervo, que já tem mais de 57 mil materiais. Todos eles já estão liberados de direitos autorais, seja por terem entrado em domínio público - o que acontece segundo a legislação brasileira 70 anos após a morte do autor - ou por terem a divulgação liberada pelos autores (saiba mais). Somente em setembro deste ano, o portal recebeu mais de 410 mil visitas.

Confira algumas bibliotecas digitais que oferecem materiais gratuitamente na internet:

* Projeto Gutenberg - O Projeto Gutenberg se auto-denomina a primeira e maior biblioteca virtual da internet. São mais de 16 mil livros grátis em diversas línguas no catálogo.

* CultVox - Um dos maiores sites do ramo no Brasil. Oferece livros eletrônicos grátis e também versões online de livros impressos para venda. É necessário efetuar cadastro para fazer download das obras.

* eBookCult - Biblioteca virtual que distribui livros eletrônicos de forma gratuita. Possui ênfase na área de educação.

* eBooksBrasil - Site independente que oferece livros nacionais e importados sob a licença Creative Commons.

* Projeto Democratização da Leitura - Site que visa ampliar as opções de livros para leitura na internet por meio de colaborações.

* Google Books - Ferramenta de busca da Google destinada aos livros. Por meio da pesquisa, é possível localizar e visualizar trechos de livros e obras completas. Os livros que já estão em domínio público estão disponíveis para download. O serviço está em versão de testes (beta).
Como o portal do MEC, muitas outras bibliotecas digitais - que distribuem livros digitais, teses, dissertações e outros materiais gratuitamente na internet - não só estão crescendo como buscam uma maior integração de seus acervos. Esse parece ser o próximo passo lógico, como salienta Rodrigues, já que existem centenas de sites espalhados pelo mundo e que não se comunicam diretamente, dificultando a busca de obras por parte dos usuários.

A Unesco, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, coordena a primeira iniciativa global nesse sentido. A World Digital Library (WDL) - Biblioteca Digital Mundial, em tradução livre -, pretende ser um portal multicultural, integrando bibliotecas de vários países e materiais em diversas línguas, inclusive o português.

A brasileira Biblioteca Nacional, que também possui acervo digital, é a única participante da América Latina nesse primeiro momento do projeto, e uma das primeiras a serem aceitas. A WDL deve entrar em funcionamento no dia 17 de outubro, quando será lançado na 37.ª Conferência Geral do órgão, em Paris, e deve ter um acervo composto por mapas, fotografias e manuscritos digitalizados, acompanhados por textos explicativos. Os livros estarão disponíveis apenas na segunda fase.

Ao lado das bibliotecas do Congresso dos EUA, Nacional da Rússia, Nacional da Coréia do Sul e da "Bibliotheca Alexandrina", a Biblioteca Nacional do Brasil - a oitava maior do mundo e a primeira da América Latina com acervo calculado em nove milhões de itens em geral - é uma das parceiras-fundadoras da WDL. A maior do mundo em acervo digital é a Biblioteca do Congresso dos EUA, com 7,5 milhões de documentos.

Iniciativa nacional

Apesar de uma tendência global, a integração de acervos ainda não é uma realidade em todo o Brasil. Projetos nesse sentido ainda são poucos. Um deles, também anunciado recentemente, é a integração dos acervos digitais das bibliotecas da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (Unicamp) e Universidade Paulista (Unesp), promovida pelo Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp).

Ciência


As bibliotecas virtuais voltadas para o ambiente acadêmico são inúmeras. Muitas restringem o material em seus acervos à uma área específica do conhecimento, como a Biblioteca Online de Ciências da Comunicação (BOCC). Outras são fechadas para um público específico, como a UnibibiWeb, do Creusp, para alunos das universidades paulistas.

Entre as maiores, se destaca a internacional Scientific Eletronic Library Online (Scielo), que reúne artigos científicos e periódicos de 10 países. A Scielo, iniciativa da Fapesp com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), busca o desenvolvimento de uma metodologia comum para preparação e divulgação da literatura científica em formato eletrônico.

Outra ferramenta que pode ser muito útil para buscar material científico é o Google Acadêmico. Ainda em versão de testes (beta), ela pode localizar artigos, teses, livros, resumos e pré-publicações por nome do autor, título e ou qualquer outra informação.
Com caráter prioritariamente científico, o sistema deve reunir 188 mil livros eletrônicos e mais de 250 mil usuários, entre docentes, pesquisadores e alunos das instituições participantes. Foram investidos US$ 2 milhões no projeto, que foi viabilizado com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), pelo programa FAP-Livros.

Debate

O assunto também começa a ser discutido com mais ênfase. Em julho deste ano, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI) promoveu o seminário Conteúdos Digitais na Internet. Uma das constatações dos debates foi a necessidade de uma maior articulação político-institucional para promover a integração das bibliotecas digitais existentes, segundo o memorando de intenções do evento.

Esta articulação deve envolver órgãos de governo, do setor privado e da sociedade civil, e focar com especial atenção aqueles acervos que possam contribuir para a melhoria na qualidade da educação do país. "Já existem propostas do MEC de um repositório que pudesse dialogar com essas iniciativas [de integração], mas ainda são projetos", explica o coordenador do portal Domínio Público, Marco Antonio Rodrigues.



Fonte: Gazeta do Povo

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A Biblioteca Virtual do Oriente Médio The Middle East Virtual Library - MENALIB é um portal de informações sobre o Oriente Médio e Estudos Islâmicos.

A base técnica da biblioteca virtual foi desenvolvida pela biblioteca da Universidade Saxony-Anhalt em Halle (Alemanha)

Acesse:
http://ssgdoc.bibliothek.uni-halle.de/vlib/html/index.html


Fonte: Pesquisa Mundi

http://www.uel.br/cca/dmvp/Simbolo_da_Medicina_Veterinaria__01.gif

Desenvolvida com metodologia BIREME, a BVS está em fase de implementação, possuindo atualmente: pesquisa integrada em bases de dados (VET INDEX, SOLARIS, LILACS, MEDLINE, PAHO, WHOLIS) com destaque para Base Brasileira de Medicina Veterinária, SciELO Medicina Veterinária, Terminologia em Medicina Veterinária e Normas, Legislação e código de ética.

Para apresentação da BVS em PowerPoint, clique aqui

Fonte: Blog Pesquisa Mundi

PARIS (Reuters) - A Unesco e Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, apoiadas pelo Google, vão desenvolver uma biblioteca digital com trabalhos de todas as partes do mundo, informou nesta quarta-feira a Organização Cultural, Científica e Educacional das Nações Unidas.


"A iniciativa da Biblioteca Digital Internacional é digitalizar materiais raros e únicos de bibliotecas e outras instituições ao redor do mundo e torná-los disponíveis de forma gratuita na Internet", informou a Unesco em um comunicado.

Manuscritos, mapas, livros, partituras e gravações musicais, filmes, gravuras e fotografias serão incluídos no projeto.
A iniciativa foi lançada pela Biblioteca do Congresso dos EUA em 2005, com o objetivo de digitalizar registros das maiores culturas do mundo.

O projeto vai permitir aos usuários procurar por lugares, épocas, temas e instituições participantes.

O projeto soma-se aos esforços de empresas como o Google, que está digitalizando acervos de diversas bibliotecas do mundo para acesso online.

Junto com o Google, primeiro patrocinador do setor privado, há também outros parceiros, incluindo bibliotecas nacionais no Egito, Rússia e Brasil.

Fonte: Globo Online

LONDRES (Reuters) - As previsões pessimistas de que a Internet iria esmagar o setor de publicação de livros através dos leitores digitais e das vendas online de livros usados não se concretizaram.

A editora Penguin anunciou esta semana que a explosão no varejo online e nas vendas de livros usados não causou os prejuízos que ela havia previsto e que, de muitas maneiras, a Internet acabou beneficiando as livrarias, funcionando como ferramenta de marketing, experimentação e aproximação com a próxima geração de leitores.

A editora, cujos autores incluem Alan Greenspan (ex-diretor do Federal Reserve), o romancista Nick Hornby e o chef Jamie Oliver, sentiu-se ameaçada pelas gigantescas casas de leilão online como a eBay, mas descobriu que, diferentemente do que acontece com a música, no caso dos livros as pessoas ainda querem os livros físicos.

"Muita coisa está acontecendo na indústria musical que não se repete no setor dos livros. Os consumidores não querem álbuns inteiros, apenas faixas. Mas querem livros inteiros, e não capítulos", disse a jornalistas esta semana o presidente e executivo-chefe da Penguin, John Makinson.

Ele disse que embora as vendas de livros usados, anunciados em sites de leilão online pouco após o lançamento dos títulos, ameacem as vendas das edições em capa dura e também das edições subsequentes em capa mole, o impacto não tem sido tão grande quanto se previa.

A editora Bloomsbury disse na semana passada que a mídia eletrônica é uma parte fundamental de seus negócios futuros, tanto que ela já fechou contratos de direitos com grupos como a Microsoft.

Na semana passada a Pearson, proprietária da Penguin, lançou o portal www.spinebreakers.co.uk, com resenhas de vídeo e audiolivros voltadas para adolescentes e administradas por eles.

"São nossos leitores no futuro", disse John Makinson, acrescentando que o Spinebreakers oferece insights estratégicos importantes sobre como os teens criam e compartilham informações sobre publicações na Web.
Outro projeto da Penguin lançado este mês é um concurso de redação de romances, em conjunto com a Amazon e a Hewlett-Packard, que atraiu um manuscrito por minuto em seus primeiros dias. O vencedor, a ser escolhido pela Amazon no próximo ano, receberá um contrato de publicação e um adiantamento de 25 mil dólares.

Fonte: Reuters

Os cartórios notariais ganham, a partir de segunda-feira (22/10), um canal direto de comunicação com o Tribunal de Justiça paulista. A iniciativa é da Corregedoria Geral da Justiça. A ferramenta permite o acesso rápido e seguro às informações e automatiza banco de dados. O portal poderá ser acessado por meio do site: www.extrajudicial.tj.sp.gov.br.

O sistema coloca à disposição do internauta um espaço com informações de interesse público, avisos gerais e certidões. Haverá áreas restritas para a visualização de dados de interesse específico de cada unidade extrajudicial, mediante identificação por login e senha.

As informações são transmitidas com o uso de um protocolo que garante toda segurança. O projeto abrange todos os cartórios extrajudiciais da capital e será expandido ao interior do estado de maneira gradual.

Para os notários e registradores os principais benefícios são: consulta de validade de selos, controle em tempo real de erros em informações prestadas pelos cartórios, controle da aquisição de imóveis rurais por parte de estrangeiros, emissão automatizada de comunicados, ofícios e guia de recolhimento, agilidade na prestação dos serviços, desburocratização de arquivos e economia de tempo e papel.

Revista Consultor Jurídico, 20 de outubro de 2007

É tudo free

18:33 @ 23/10/2007

A imagem "http://img.timeinc.net/time/images/covers/19530706_107.jpg" não pode ser mostrada, porque contém erros. http://super.abril.com.br/imagem/capas/g/g_capa_001.jpg


New York Times

Em www.nytimes.com, todo o acervo do jornal de 1851 a 1922 e desde 1987

Time

Em www.time.com/time/archive, todas as edições desde 1923 de graça

Superinteressante

No http://super.abril.com.br/super2/superarquivo, dá para ler desde o número 1

Memória Viva

O site www.memoriaviva.com.br compila arquivos da revista "O Cruzeiro"


Diário de Pernambuco

Pelo http://arquivo.pernambuco.com, todo acervo do jornal, de 1980 e 95.

Gazeta de Minas

Através do www.gazetademinas.com.br é possível ler todo o jornal desde 1887


Fonte: O Estado de S. Paulo

Legislação americana

19:19 @ 23/10/2007

    AltLaw, the Free Legal Search Engine [BETA]


 Universidades americanas lançam base de dados de decisões jurídicas da Suprema Corte americana


Com objetivo de tornar as decisões federais mais acessíveis ao público, a Columbia Law School e a University of Colorado Law School lançaram a base de dados AltLaw.org.

A base contém cerca de 170 mil decisões com texto completo desde 1990 da Suprema Corte Americana e dos Tribunais Federais de Apelação.





Fonte: Pesquisa Mundi

Ferrez Online

16:23 @ 24/10/2007

http://www.sergiosakall.com.br/montagem/gilberto-ferrez-by-juan-esteves.jpg



O arquivo que Gilberto Ferrez - historiador, bibliófilo, colecionador e um dos mais importantes defensores do nosso patrimônio histórico e artístico - guardou e preservou e que hoje forma o Arquivo Família Ferrez, será doado ao Arquivo Nacional pronto para ser utilizado, graças ao patrocínio da Petrobras. Uma fonte importante de pesquisa para a história da iconografia, da fotografia e do cinema no Brasil, que conta mais de 150 anos (o documento mais antigo é de 1839) da história não só de uma família mas do nosso país, estará disponível para consultas gratuitas no site (www.arquivonacional.gov.br) e no próprio Arquivo Nacional (Praça da República, 173 - Centro – Rio de Janeiro).

Fonte: Revista Fator

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Fonte: Juliano Barreto, da INFO

Será que você sabe todos os truques dos principais mecanismos de busca?

Os meios de transporte em uma metrópole são úteis para seus habitantes irem de leste a oeste e norte a sul. Na internet, mecanismos de busca seriam os veículos que transportam o usuário pelo conteúdo online.

Leia mais:
Hoje é simples encontrar especificamente imagens e vídeos, além de mapas e funções que ampliam o papel da caixa de busca - que até mesmo já se incorporou como uma barra nos navegadores.

Saber como encontrar é o primeiro princípio do sucesso. “Por incrível que pareça, muitos ainda não estão familiarizados com o ato de buscar”, expõe o diretor de produtos do Yahoo! Brasil, Fabio Boucinhas.

Na opinião do gerente do UOL Busca, Marcos Lavieri, “os mecanismos estão procurando se adaptar à linguagem natural das pessoas, e entender as combinações feitas com as palavras para saber o que o ser humano quer.”

Boucinhas também acredita na evolução destas ferramentas. “Eles terão mais capacidade de identificar a intenção de busca do usuário mesmo antes de ele fazer a busca”, afirma.
Ele explica: “Se tenho interesse em viagens e costumo buscar sobre o tema, o mecanismo saberá que tenho esta propensão quando eu procurar por ‘Paris’. Neste caso, ao invés de resultados sobre Paris Hilton, ele mostrará links, imagens e vídeos da cidade Paris, com restaurantes, agências de turismos, etc, aumentando consideravelmente a relevância ao usuário.”

Enquanto as profecias não se concretizam, aproveite ao máximo as características das eficientes ferramentas de localização disponíveis aos brasileiros.

Simplesmente encontrar
O formulário em branco é mais que suficiente para a maioria das buscas. Embora a estratégia ideal para sucesso nas pesquisas pareça ser a opção de busca avançada das ferramentas, nem sempre este é um bom começo.

“A opção é indicada para quem deseja algo específico - como encontrar algo só em um site. Eu penso que o ideal é não precisar da busca avançada, mas sim pesquisar por termos-chave”, opina Boucinhas.

A primeira (e mais importante) dica é ser conciso e objetivo. “Inclua somente o termo de busca que deseja. Quanto mais específico o usuário for, mais o resultado vai ser acessível”, aconselha o especialista.

Seja um músico, trecho de poema ou polêmica atual, “escolha bem a palavra-chave a ser usada”, aconselha Lavieri.

Outra dica relevante é incluir na busca palavras exclusivas da língua nativa, caso o objetivo seja encontrar páginas somente em português, por exemplo. “É interessante incluir palavras exclusivas da língua, como ‘não’, com acento. Assim, você automaticamente elimina tudo que estiver em outra língua”, aconselha Lavieri.

Trocar palavras como “de”, “para” ou outras quaisquer por outras relevantes, que tenham a ver com o contexto, também é de grande valia.

Um caminho ideal para chegar a filmes em cartaz ou produtos de uma marca é endereçar a busca pelo nome do cinema ou do fabricante e, nos sites mostrados, buscar o dado específico.

Ação bastante popular, colocar um termo ou frase entre aspas significa que toda a frase será considerada para a busca de uma página.

Onde foi que errei?
É importante lembrar que não vale buscar, usando as aspas, por um termo sem sentido, como “televisão 29 polegadas”. O correto é “televisão de 29 polegadas” - daí sim, são necessárias as palavras antes dispensadas.

No caso de dúvida com relação a um domínio, evite digitar sua suposição no campo de busca. Ignore deduções, como o “www.receitafederal.com.br” sendo o site real.

“Obviamente essa busca pode não responder a necessidade do usuário”, explica Stocco. Digite apenas “Receita Federal” para se fazer entender.

Erros de digitação e ortografia também são usuais. Confira, pois nem todas as ferramentas oferecem uma sugestão do termo correto quando o usuário erra.

Usufrua dos detalhes
Aos usuários que desejam especificar suas preferências de busca, os buscadores Google, Live Search, UOL Busca e Yahoo! Cadê? oferecem filtragem desde pesquisa por exclusão de palavras até pelo tempo de atualização de uma página.

No geral, todos permitem a apresentação de resultados com todas as palavras, qualquer uma delas, a expressão exata (o equivalente às aspas na busca simples) e nenhum dos termos digitados.

O tempo de atualização, tipo de domínio (.com.br, .gov.br, etc) do resultado a ser mostrado também pode ser configurado, uso de filtro de conteúdo (banir sites de pornografia e sexo), formato de arquivo (.html, .pdf, etc), idioma.

Outras opções incluem optar por resultados de acordo com seu direito de uso ou localização do termo pesquisado (no topo, meio ou final da página).

A partir daí, cada ferramenta disponível tem suas próprias características às quais o perfil do usuário deve se adequar.

Live Search
Além das tradicionais buscas na web, por imagens e notícias, as possibilidades se refinam a busca por documentos acadêmicos.

Também é possível criar uma página personalizada com Feeds pessoais, caso o usuário tenha uma conta no MSN Hotmail, MSN Messenger ou Passport.

Quem possui uma conta também pode criar macros para filtrar a busca de forma pessoal. A opção “Básico” permite listar até 30 sites para a ferramenta fazer buscas em sites específicos.

Após fazer a seleção e finalizar a nomeação do macro, o usuário recebe um endereço pelo qual acessa seu mecanismo pessoal de busca.

Os curiosos podem conferir, na página avançada de macros, algumas funções que podem ser usadas na busca convencional. Uma delas é a filetype:pdf, que indica o formato do arquivo que o usuário deseja encontrar.

Na busca por imagens, além de selecionar os tamanhos pequeno, médio e grande, há a opção “tamanho de minha área de trabalho”.

Yahoo! Cadê?
A ferramenta do Yahoo! oferece, ao digitar a terceira letra de um termo na caixa de pesquisa, opções com histórico do que os outros usuários estão digitando. “Buscamos uma página intuitiva”, explica Boucinhas.

Na busca avançada de vídeos, há opções para escolha do formato (AVI, MPEG, Quick Time, etc), tamanho e duração dos arquivos.

As imagens podem ser dispostas por tamanho - com as opções pequeno, médio, grande e papel de parede - e por diferenciação entre coloridas ou preto e branco.
Quanto ao uso da ferramenta Yahoo! Respostas, com link na página de busca, Boucinhas sugere que ela seja lembrada quando o usuário não encontra com a pesquisa uma resposta para sua pergunta, como “Quais são as obrigações de um padrinho?.”

Google
Você é sortudo? Com o botão “estou com sorte”, do Google, é fácil descobrir - mas não a resposta, e sim uma página. O que ele faz? Ao digitar USP e clicar no comando, ele vai direto para a página da Universidade de São Paulo ao invés de seguir para os resultados.

Para optar pela extensão do arquivo a encontrar, o usuário pode digitar, depois da palavra-chave, o código "filetype:", com o formato em seguida (.asp, .doc, etc).

Com a função calculadora, se o usuário digitar “5+2”, ele será direcionado para uma página com o resultado da conta.
Para obter definições de termos, basta digitar o comando “define:” antes de uma palavra. O Google apresenta, em uma página, o significado desta, de várias fontes online.

Outra dica é para quem busca por músicas. A base “intitle:"index.of" (mp4|mp3|avi) no.one.knows” permite que o usuário personalize, entre parênteses, os formatos de arquivo que deseja procurar e, nas palavras separadas por pontos, o nome da música ou artista.

O Google ainda oferece ferramentas de idiomas, para traduzir textos online.

UOL Busca
Voltado principalmente aos usuários do portal de conteúdo Universo Online, esta ferramenta de busca pode ser usada, além de pesquisas no UOL, em buscas pela rede.

“Contamos na web, imagens e vídeo com índices de resultados do Google”, explica Lavieri. A barra de busca fica na página inicial do portal e, para os usuários do mesmo, é especialmente útil.

A busca personalizada inclui pesquisar na Rádio UOL, TV UOL, produtos com o ShoppingUOL e notícias dos sites hospedados no portal.

Também é possível achar conteúdo interno sob os temas blogs, fotoblogs, música, sexo, televisão, sites pessoais e música.

A plataforma oferece ainda, com a opção “Dicionário”, o serviço gratuito do Michaelis - que, além de definições em português, também traduz palavras para diversas línguas.


Fonte: Pcworld

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Biblioteca Digital do Museu Judaico
Acesse agora a Biblioteca Digital


Inicialmente estarão disponíveis para consulta e visualização:

# O Machsor Lipsiae, composto de 68 facsimiles de um Machsor da Idade Média cujo original está de posse da Biblioteca da Universidade de Leipzig;

# Duas Hagadah´s de Pessach ilustradas com diversas iluminuras e datadas em mais de 150 anos;

# Dois exemplares de uma mesma edição ilustrada e muito antiga do Cântico dos Cânticos - Shir Hashirim do Rei Salomão - sendo uma em hebraico e a outra em língua inglesa;

# Dois Tomos de Literatura Espanhola, o primeiro com os escritores Rabinos Espanhóis desde a Idade Média até o século XVIII, e o segundo com os escritores Gentios e Católicos do mesmo período - ambas as obras originais de 1781.

Estas sete obras raras constituem-se no início da preservação e disponibilização digital de um acervo histórico de grande importância religiosa e social, que deixa o interior da sua Instituição responsável e depositária, para proporcionar a todos uma visão ampliada da cultura e da dimensão litúrgica judaica ao longo dos séculos.

Também neste website se encontra a catalogação completa de todas as obras que compõe o acervo e estão disponíveis para consulta no próprio museu. O que se terá a partir de agora é muito além do que uma simples consulta por referência, terá a possibilidade de visualizar a integra dessas sete obras.

O projeto enfatiza a posição de vanguarda assumida pelo Museu Judaico, que passa a proporcionar enorme facilidade de consulta às obras, a partir de qualquer lugar do mundo através da internet. E mais do que visualizar as páginas, os recursos disponíveis, conhecidos como Tecnologia DocPro® permitem pesquisas ágeis, garantindo velocidade e precisão na localização das informações.

A tecnologia de captura e disponibilização de acervos delicados na Internet é desenvolvida pela DocPro®, empresa especializada neste tipo de trabalho, tendo já realizado projetos como o das "Obras Raras da Biblioteca Nacional", com a Bíblia de Monguncia de 1462, e também os originais da 1ª edição dos Lusíadas.

Email: museu@museujudaico.org.br

Banco de dados reúne fotos de veículos que aparecem nas produções.
Carros brasileiros também aparecem na lista.
Foto: Reprodução
A página com as fotos dos carros do filme brasileiro 'Cidade de Deus'

O Batmóvel, a perua do Scooby Doo, os veículos coloridos da animação “Carros”, e o fusquinha Herbie, são alguns dos astros de quatro rodas que se consagraram no cinema e na televisão. Estes carros, (quase) todo mundo conhece. Mas você sabia, por exemplo, que no começo do filme brasileiro “Cidade de Deus”, aparece um velho DKW-Vemag Belcar 1000 passeando pela área onde seria erguida a favela? E que Fernanda Montenegro pede carona em um caminhão Ford F-4000 em “Central do Brasil”?

Foto: Divulgação
A perua usada no filme 'Scooby Doo 2' é uma Chevrolet Chevy Van

Todas estas informações, com fotos das cenas onde aparecem não apenas os carros-estrelas dos filmes, mas também aqueles veículos que fazem mera figuração ou aparecem apenas como parte do cenário, com nome e ano de fabricação dos mesmos, estão disponíveis no site International Movie Cars Database (IMCDb), ou seja, “banco de dados de carros do cinema mundial” 
 
Foto: Divulgação
A atriz Fernanda Montenegro pede carona ao motorista de um Ford F-4000 de 1986 em 'Central do Brasil'

O site já cadastrou 9,3 mil obras, entre filmes de cinema, filmes feitos para a tevê, minisséries, animações e documentários. Ao todo, 127 mil carros foram encontrados, sendo 5 mil veículos desconhecidos dos editores do site e outros 3 mil não identificados. O sistema de busca permite encontrar o carro pelo nome do filme, pelo país de origem e pelo próprio nome do veículo.
 
"A gente trabalha em um sistema semelhante ao do site Wikipedia, com diversos colaboradores, inclusive do Brasil", explica Antoine Potten, que administra o IMCDb de sua casa em Bruxelas, na Bélgica. "A diferença é que apenas os 47 editores cadastrados podem incluir os carros e os filmes no site." Em entrevista ao G1, Potten diz que não foi o criador do site, mas resolveu aderir ao projeto logo nos primeiros dias, em 2004, "por ser um apaixonado por carros e por filmes que têm veículos em ação", e hoje comanda a edição final do conteúdo.
 
No ranking de países de origem dos carros, o Brasil aparece em 20° lugar com 163 veículos. Entre eles estão os veículos filmados no documentário “Ônibus 174” (2002) e uma Veraneio que apareceu em “007 contra o Foguete da Morte”, filmado no Rio em 1979. Tem também um Gol 1987 nacional usado em “Batman Returns” (1992).
 
Foto: Divulgação
O Batmóvel de 'Batman Begins'

Entre os filmes de grandes bilheterias, aparece a limusine Lincoln branca que Richard Gere usa para “resgatar” Julia Roberts na cena final de “Uma linda mulher” (1990); o Buick Roadmaster de 1949 que Dustin Hoffman dirige sob a tutela de Tom Cruise em "Rain Man" (1994); o Renault 35CV de 1912 que embarca no “Titanic” (1997) e os supercarros Toyota Supra Turbo, Mazda RX-7, Mitsubishi Eclipse Spyder, Honda S2000 e Dodge Stealth do filme “Velozes e furiosos 2” (2003).

Foto: Divulgação
Os supercarros do filme 'Velozes e furiosos 2'

A manutenção do site conta com 47 administradores que recebem informações e fotos de carros nos filmes de diversos colaboradores. Os fãs de carro e cinema também podem comentar cada carro ou cena exibida. Apesar da extensa lista de carros cadastrados, os administradores do IMCDb salientam: “Este site nunca vai estar completo. São milhares de filmes e é impossível listar todos. Procuramos incluir o mais número de informações possível.”

 Fonte: G1

Rio de Janeiro (RJ) - Foi aprovada na manhã desta segunda-feira (29) pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) minuta de resolução que cria base de dados padronizada de jurisprudência dos Juizados Especiais Federais, a ser disponibilizada no Portal da Justiça Federal (www.justicafederal.gov.br). A proposta tem por objetivo facilitar o acesso e a divulgação da jurisprudência dos juizados.

A pesquisa à jurisprudência poderá ser feita de forma simples ou avançada. A base de dados terá como campos obrigatórios a identificação do processo, do relator, da classe processual, do órgão julgador e da data da decisão/data da publicação.

Caberá ao Conselho da Justiça Federal, por meio da Secretaria da Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos JEFs, a supervisão técnica e o gerenciamento da base de dados.

Os Tribunais Regionais Federais, funcionarão como órgãos de coordenação e gerenciamento da base no âmbito das respectivas regiões, regulamentando as atribuições das áreas responsáveis pela alimentação e armazenamento das decisões.

A minuta de resolução, originária da Comissão Permanente dos Juizados Especiais Federais - JEFs, formada no âmbito do CJF, é também uma ação do Planejamento Estratégico do Conselho. A Comissão é presidida pelo coordenador-geral da Justiça Federal, ministro Gilson Dipp, e composta pelos coordenadores dos Juizados nos cinco Tribunais Regionais Federais e pelo presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).[14]

A sessão do Conselho foi realizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ), no Hotel Sofitel, por ocasião do XXIV Encontro Nacional dos Juízes Federais, promovido pela Ajufe.

Fonte: Seg Seguros Saúde



Além de liberar o acesso gratuito a todo o conteúdo de seu site, o jornal 'trendsetter' The New York Times segue em um passo mais além. Tem usado, cada vez mais, soluções open source e compartilhado os códigos com a comunidade de desenvolvedores.

Desde agosto mantém no ar o Open Code, um blog onde a equipe de desenvolvimento do site compartilha com usuários códigos de aplicativos [widgets, mashups] usados no site. O blog é atualizado pela equipe de tecnologia do jornal [programadores, webdesigners].

E mais - desde a abertura do conteúdo, o NYT vêm acrescentando metadados  nas páginas do site do jornal. A técnica visa melhorar a indexação das matérias nos mecanismos de busca [no mês passado contrataram um "gerente de buscas"].

Por aí a gente vê que essa estratégia do NYT de liberar o acesso gratuito ao conteúdo foi uma ação muito bem pensada. Uma estratégia de negócios que leva em conta não apenas o amadurecimento do mercado de publicidade online lá fora, mas também se preocupa em incentivar as equipes de TI na abertura de "seus conteúdos" e em otimizar o site para indexação no Google e afins.

Fonte: Tiago Dório Weblog
The New York Times em código aberto

Plataforma do conhecimento

15:34 @ 31/10/2007

http://cvirtual-bvs.bireme.br/show_image.php?id=114&nocount=y
Em 40 anos, a Bireme cumpriu a trajetória de biblioteca médica à referência em gestão da informação científica