Grupos

As publicações editadas pela Escola Nacional de Seguros (Funenseg) já podem ser folheadas através do portal da instituição na Internet. São mais de 100 livros digitalizados, entre as coleções Cadernos de Seguro - Teses, Em Debate, Estudos Funenseg, RBRS versões nacional e internacional, além de publicações técnicas que contemplam dicionários e assuntos que vão de marketing a contratos de resseguro.

Para entrar no Acervo Digital basta acessar o www.funenseg.org.br , no 'Acesso Rápido' ou clicando no menu 'Publicações' ou Biblioteca, e fazer a pesquisa por título da obra ou palavra-chave. É um sistema de fácil navegação, com as informações organizadas e o resultado imediato, explica a coordenadora da Biblioteca Ivan da Mota Dantas, Virginia Thomé. Segundo ela, a iniciativa vem sendo estruturada desde 2007, quando foram digitalizadas todas as edições da revista bimestral Cadernos de Seguro.

DIFUSÃO. Responsável pelo Núcleo de Publicações da entidade, Antonio Carlos Teixeira acredita que o portal democratizará o acesso aos livros editados pela Funenseg. Qualquer pessoa conectada à rede poderá consultar o acervo, a qualquer hora e lugar, de forma gratuita. Isso contribui com o desenvolvimento de estudos sobre o setor de seguros no Brasil e vai ao encontro da missão da instituição de difundir esse conhecimento pelo país, diz Teixeira.

Em breve, o Acervo Digital também poderá ser acessado pelo site da revista Cadernos de Seguro.
 

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Tutorial explica como a busca funciona
BVSBR4: Vinícius (SCI) apresenta nova busca
No estande da BIREME no CRICS8, foram realizados mini-cursos sobre a busca integrada (16 a 19/09/2008)
Mini-cursos no CRICS8
Pesquisa é apresentada à Rede BVS
Há 10 anos a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) vem se desenvolvendo como estratégia e modelo de promoção do acesso online eficiente e universal à informação científica e técnica relevante para o desenvolvimento da saúde.


Em 2008, a história da BVS deu mais um passo importante com a disponibilização do novo sistema iAHX de recuperação de informação (veja como ele funciona). Com isso, na mesma interface o sistema de pesquisa opera sobre diferentes fontes de informação da BVS e integra os resultados que são apresentados em ordem de relevância e organizados segundo clusters (sub-grupos de conteúdos relacionados) que permite a filtragem dos resultados por diferentes critérios. Assim, é possível que uma pesquisa sobre Educação em Saúde tenha os resultados organizados por tipos de documentos, descritores de assunto, ano de publicação, etc. O novo sistema foi denominado iAHx porque representa uma atualização e extensão do sistema anterior iAH.

O desenvolvimento do iAHx foi impulsionado pela demanda dos usuários da BVS por uma interface mais eficiente de pesquisa que integrasse a sua rede de fontes de informação. “Do lado do usuário havia uma excessiva quantidade de passos (ou cliques) até chegar à informação demandada; uma curva de aprendizagem lenta em função das diferentes interfaces oferecidas para busca nas fontes de informação que fazem parte da coleção da BVS, além dos variados formatos de apresentação do resultado da busca, praticamente um formato para cada fonte de informação. Além disso, havia uma oferta de serviços diferenciados e não uniformizados”, explica
Verônica Abdala, gerente de Serviços Cooperativos de Informação da BIREME/OPAS/OMS. O novo sistema tornou mais eficiente a atualização semanal das fontes de informação e seus índices de pesquisa, diminuindo a demanda de capacitação de usuários para uso dos recursos de busca oferecidos.

O serviço segue a tendência contemporânea dos sistemas de recuperação centrados no usuário final e responde ao modelo de arquitetura da informação da BVS com três níveis de processamento de dados: nível das fontes de informação, nível dos índices de acesso e nível de interfaces.


Paralelamente à nova busca integrada, continua em funcionamento o sistema anterior baseado em metabusca ou pesquisa federada nas diferentes fontes de informação. Neste sistema os resultados de uma pesquisa são apresentados separadamente para cada uma das fontes de informação. A medida que o número de fontes de informação cresce, aumenta a dificuldade para o usuário, que é obrigado visualizar os resultados individualmente para cada fonte de informação.

O sistema de pesquisa integrada iAHx segue o contínuo desenvolvimento com a introdução de novas facilidades tanto para o produtor das fontes de informação como para melhor atender as diferentes comunidades de usuários, incluindo pesquisadores, profissionais da saúde, estudantes, gestores e o público em geral interessado em informação científica e técnica de qualidade em ciências da saúde.


O sistema iAHX é produto das inovações na plataforma metodológica e tecnológica da BVS que a BIREME lança no marco de comemoração dos 10 anos da BVS com vistas a avançar a meta de acesso equitativo à informação científica e técnica, que é uma condição essencial para o sucesso das políticas e programas de melhoramento das condições de vida dos povos das Américas.


As seguintes instâncias da BVS e redes associadas já utilizam o sistema de pesquisa integrada, IAHX:
 
 
 

 
Rogerio Meneghini, Abel Packer e Lilian Calò
Trabalhos científicos são publicados todos os dias em milhares de periódicos científicos em todo o mundo. A qualidade destas publicações é de suma importância para a comunidade científica e para o autor, pois nela baseia-se toda a vida acadêmica de um pesquisador e dela dependem suas promoções e verbas para pesquisa.


Um dos indicadores utilizados para medir a qualidade dos trabalhos publicados por uma revista científica é o Fator de Impacto (FI): trata-se da relação entre o número total de citações recebido por um determinado periódico pelo número de artigos publicados num determinado intervalo de tempo. Mesmo que usado e aceito internacionalmente, com grande relevância para a visibilidade da produção científica, há críticas sobre a real eficácia em medir a qualidade dos trabalhos acadêmicos por meio do FI.

Outra hipótese é de que o indicador prejudique a visibilidade da ciência produzida em países em desenvolvimento, em particular os latino-americanos, como afirmam em artigo publicado no periódico PLoS One, os autores Rogerio Meneghini, Abel Packer e Lilian Nassi-Calò, respectivamente coordenador científico da SciELO (Scientific Electronic Library Online), coordenador operacional da SciELO e Diretor, e consultora da BIREME/OPAS/OMS (Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde).

Para a elaboração do artigo, os autores levaram em consideração citações de 2006 para trabalhos publicados em 2004 e 2005 e que estavam na Web of Science (WoS). Nesta amostra haviam trabalhos publicados em sete prestigiadas publicações internacionais e que foram divididos em dois grupos: de autores latino-americanos da Argentina, Brasil, Chile e México; e dos cinco países desenvolvidos Inglaterra, França, Alemanha, Japão e Estados Unidos. Os grupos foram ainda subdivididos em: artigos de autores de um só país; e de artigos elaborados em colaboração com autores de outros países.


O resultado do trabalho mostra que os artigos de autores dos cinco países desenvolvidos tiveram FI médio de 6.36, mais próximo do valor global entre os sete periódicos de 5.93. Já nas publicações com os artigos de origem latino-americana o FI foi 5.04, o que individualmente também se mostrou menor entre outros artigos do mesmo periódico.


A questão da colaboração com autores de outros países não teve grande influência no FI do grupo de nações desenvolvidas que têm o FI médio de 5.73. Já no grupo latino, a colaboração com autores – (praticamente) todos de países desenvolvidos – é presente em 77% dos artigos. Isto impacta significativamente, representando FI médio de 5.04, maior em média 66% do total de FI dos periódicos, aproximando o FI dos valores globais dos sete periódicos enquanto os artigos feitos sem colaboração internacional ficaram atrás com o FI médio de 3.38.


Os autores concluem que há ainda questões importantes a serem estudadas para responderem se o menor FI dos artigos da América Latina se deve à qualidade e relevância das pesquisas ou a uma tendência psico-social para baixa citação de artigos provenientes destes países. Um estudo adicional também seria necessário uma vez que existem conseqüências previsíveis, na medida em que pode estimular editores para desmerecer artigos que tendem a ser sub-citados.

Enquanto isso, disponibilizar artigos em acesso aberto é uma saída para aumentar a visibilidade da produção científica de países em desenvolvimento. Como acontece com os periódicos que fazem parte da coleção SciELO, de quase 600 publicações e cerca de 190 mil artigos abrangem uma rede envolvendo a Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, Portugal, Venezuela e ainda as coleções temáticas, Saúde Pública e Social Sciences, entre outras participações da rede em desenvolvimento.


Há mais de 10 anos a iniciativa caminha na contramão da prevalência do fator de impacto, implementada sob a liderança da BIREME, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Brasil (CNPq), com o apoio de agências e conselhos nacionais de ciência e tecnologia.
 
 
 

O Arquivo Nacional dos Estados Unidos tornou público novas fitas e documentos relativos ao Governo do presidente Richard Nixon (1968-1974), cujo nome passou à história vinculado ao escândalo do "Watergate".
Mais de 198 horas de gravações registradas na Casa Branca, entre novembro e dezembro de 1972, e 90 mil páginas de documentos da etapa presidencial de Nixon ficarão à disposição do público a partir de amanhã, embora não se conheça com detalhe seu conteúdo.

 
As gravações reúnem aproximadamente 1.398 conversas do presidente Nixon que abrangem temas da política nacional como as eleições presidenciais ao Congresso de 1972; da criação de uma "Nova Maioria" para reforçar o Partido Republicano ou a fundação de um novo partido de caráter conservador.

 
Mas também há outros, vinculados com a política externa, como os últimos períodos das negociações de paz para pôr fim à Guerra do Vietnã, ou a decisão de bombardear os povoados de Hanói e Haiphong, ao norte desse país.

 
Esta é apenas a ponta do iceberg da abertura de documentos e fitas de Nixon que faz a Casa Branca desde 1980, com o que já há cerca de 2.217 horas de gravações desta etapa da história americana à disposição do público.

 
Nixon foi eleito presidente pela primeira vez em 1968. No entanto, após ser reeleito em novembro 1972, sua administração se viu assombrada pelo escândalo de escutas da oposição durante a campanha eleitoral, conhecido como "Watergate", que o levou a renunciar em 1974.

 
O 37º presidente dos Estados Unidos, que havia gozado de grande popularidade durante seu primeiro mandato, transformou-se assim no primeiro presidente da história do país a renunciar de seu cargo.

 
Este novo pacote de material inclui documentos do Escritório Central da Casa Branca, assim como do escritório de Fred J. Buzhardt, que foi o advogado de Nixon durante o escândalo do "Watergate", e de outros de seus assessores.

 
Entre eles, estavam Bryce Harlow, assessor superior e conselheiro de Presidente Nixon e Jeb Stuart Magruder, subdiretor de sua campanha presidencial em 1972.

 
A mais numerosa é a coleção de documentos relacionada a Buzhardt, que consta de 65.600 páginas nas quais fica refletido seu papel como Especial Conselheiro da Casa Branca para Assuntos do "Watergate" durante as audiências do Comitê do Senado sobre as atividades da campanha presidencial.

 
Sobre Harlow, há 4.450 páginas que cobrem o período de novembro de 1968 a janeiro de 1969, quando ele foi assistente presidencial, encarregado das Relações com o Congresso no gabinete de transição do então presidente eleito.

 
A coleção de documentos relacionados a Magruder compõe-se de aproximadamente 8.050 páginas, que incluem correspondência entre este e John Mitchell, diretor da equipe de reeleição presidencial; material relacionado com cada um dos estados; blocos de votação; estratégias políticas, e o dia-a-dia das operações da Comissão.

 
Além disso, também serão abertas 3.500 páginas de documentos que tinham sido declarados classificados e outras 7.000 páginas de material que tinha sido retirado dos Arquivos sobre o assessor especial de Nixon, Charles W. Colson; o advogado J. Fred Buzhardt; seu chefe de gabinete, Harry Robins Haldeman; o conselheiro Patrick J. Buchanan, e o assessor John W. Dean.

 
A informação estará disponível no site www.nixonlibrary.gov , assim como na biblioteca Richard Nixon de Yorba Linda, na Califórnia, e nos Arquivos Nacionais de College Park, em Maryland.

 
Ainda não há transcrições das gravações, mas na página de internet há listados dos temas que há em cada fita a uma breve ficha com seu conteúdo para facilitar o trabalho dos pesquisadores.
 
 
Fonte: G1

Colaboração pode tornar OpenStreetMap melhor que os outros mapas virtuais /
Colaboração pode tornar OpenStreetMap melhor que os outros mapas virtuais
 
OpenStreetMap (OSM) foi criado há 4 anos na Inglaterra como um despretensioso projeto de mapa-múndi editável e colaborativo.
 
De lá para cá, internautas e empresas pareciam ter dado pouco crédito ao serviço e preferiram usar o Google Maps. Agora a perspectiva é de que a opção mude quando alguém pensar em mapas online.
 
Mais de 75 mil pessoas do mundo todo já contribuíram com dados. Em Hamburgo, na Alemanha, 300 voluntários mapearam 99,8% da cidade e criaram um livro e um website sobre como viabilizar projetos no OpenStreetMap.
 
O OpenCycleMap, por exemplo, é um projeto que utiliza a base de dados do site original e dá destaque a informações e trajetos de interesse de ciclistas.
 
O grande diferencial do OpenStreetMap para seus similares como o Google Maps e o Yahoo Maps é que abriu espaço para que cidades um tanto ignoradas por esses serviços, como Bagdá, ganhassem informações mais completas.
 
Pequenas localidades como a ilha San Andrés, no Caribe, que nem aparece no Google Maps, por exemplo, já faz parte do banco de dados do OSM.
 
Fonte: Info Exame
 

O portal divide-se em duas grandes secções: o Labirinto, componente educacional de iniciação, mais dirigido para leigos ou estudantes; e o Arquivo Pessoa, uma base de dados de grande parte da obra do poeta e escritor, que permite efectuar pesquisas de texto avançadas.

 
O conjunto de escritos reúne, até à data, cerca de 4500 textos, contemplando apenas obras editadas até 1997. Gradualmente, o arquivo será actualizado com as centenas de textos descobertos na última década, de acordo com as informações enviadas em comunicado.
 
Os conteúdos estão estruturados segundo vários níveis de complexidade, prestando-se a serem utilizados em diversos âmbitos – do ambiente doméstico ou escolar ao plano do investigador.
 
O projecto foi apresentado publicamente a 27 de Novembro no Congresso Internacional Fernando Pessoa, organizado pela Casa Fernando Pessoa.
 
Fonte: Diário Digital - Portugal

Museu Victor Meirelles lança banco de dados sobre o artista
A partir de 4 de dezembro, já será possível acessar o banco de dados

O Projeto Victor Meirelles: Memória e Documentação é a primeira iniciativa do gênero dedicada ao artista e propõe a catalogação da obra completa de Victor Meirelles no Brasil e no exterior, bem como de documentos a ele relacionados. O projeto, patrocinado pela Petrobras por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, dedica-se ao mapeamento e coleta de informações referentes ao artista e sua obra, tanto em acervos institucionais como em coleções particulares.

O Banco de Dados e Imagens foi desenvolvido para atender a diferentes níveis de pesquisa e apresenta várias opções de busca. Além de imagens e informações sobre todos os registros, o BDI disponibilizará uma sessão de destaques, onde será possível acessar textos críticos produzidos por pesquisadores especializados.

Com esse projeto, pretende-se iniciar uma nova fase de estudos e pesquisa sobre Victor Meirelles, democratizando as informações sobre o artista por meio da catalogação e disponibilização online dos dados. A partir do dia 4 de dezembro já será possível acessar o BDI por meio do site da instituição www.museuvictormeirelles.org.br . No lançamento será apresentada uma breve trajetória do processo de pesquisa e desenvolvimento do BDI, bem como algumas de suas interfaces de busca e resultados.

 

Fonte: O Barriga Verde

Guia de Leitura [Eletrônica]

20:09 @ 12/12/2008

 

Mercado de livros eletrônicos cresce

 
RAFAEL CAPANEMA
DA REPORTAGEM LOCAL

O cheiro de livro novo, a textura do papel, as páginas amareladas pelo tempo: esqueça. Trilhando o mesmo caminho da música, dos filmes e da fotografia, os livros começam a convergir para o formato digital.

Apesar de eliminarem algumas ligações afetivas que temos com o papel, os e-books (livros eletrônicos) oferecem vantagens consideráveis, a começar pela portabilidade: imagine carregar, em um único aparelho compacto, o conteúdo de pilhas de livros. Além disso, as obras em formato eletrônico costumam custar menos do que suas versões impressas.

Tecnologias recentes, como a E Ink, causam menos cansaço à vista. O sistema é usado em aparelhos como o Reader, da Sony, e o Kindle, da Amazon, que prometem dar o impulso definitivo para a popularização dos livros eletrônicos.

As vendas de e-books crescem a cada trimestre nos EUA, segundo dados do Fórum Internacional de Publicação Digital. Em 2008, os ganhos foram ainda mais significativos. Entre o último trimestre de 2006 e o primeiro de 2007, as vendas saltaram de US$ 7 milhões para US$ 7,5 milhões. O mesmo período entre 2007 e 2008 registrou aumento de US$ 8,2 milhões para US$ 10,1 milhões.

A editora Random House, que pretende oferecer 15 mil títulos em formato eletrônico -hoje tem 8.000-, diz que as vendas nesse formato tiveram um crescimento em 2008 na "casa dos três dígitos", com ajuda do Kindle.

Nesta edição, confira comparações e testes de aparelhos leitores de e-books, veja como ler livros em telefones celulares, conheça os planos das editoras e saiba como publicar seus livros com a ajuda da rede.
 
 
 
Livro de anedotas mais antigo do mundo é lançado como e-book
DA REUTERS
 
"Eu vou lhe dizer o que há de errado com ele. Ele está morto, é isso o que há de errado."
Para aqueles que acreditam que os gregos antigos pensaram em tudo primeiro, a prova foi encontrada em um livro de piadas do século 4 d.C. que contém um antepassado da piada do papagaio morto, apresentada em um esquete do grupo inglês de humor Monty Python.
O livro de 1.600 anos, intitulado "Philogelos: The Laugh Addict" (Philogelos: o viciado em risada), contém uma piada em que um homem reclama que o escravo que acabara de comprar está morto.

Lançado como e-book multimídia, que pode ser comprado on-line (www.yudu.com/oldestjokebook; 5,95 libras), ele é estrelado pelo veterano comediante britânico Jim Bowen, 71, que interpreta as piadas para uma platéia do século 21.
"Pelos deuses", responde o vendedor do escravo, "quando ele estava comigo, ele nunca havia feito algo assim!"

Muitas das 265 anedotas do livro vão parecer familiares, sugerindo que sexo, pessoas burras, esposas resmungonas e flatulência provocam gargalhadas há séculos.
 
 
 
 
Frase

"Por que os livros são o último bastião do analógico? (...) Eles resistiram obstinadamente à digitalização. Acho que há uma razão muito boa para isso. O livro é tão altamente evoluído e tão apropriado para sua função que é muito difícil substituí-lo"
JEFF BEZOS

fundador da loja virtual Amazon, durante o lançamento do Kindle, em novembro de 2007. O aparelho esgotou cinco horas e meia depois de ter sido colocado à venda (apenas nos EUA). Atualmente, para comprá-lo, é preciso esperar cerca de três meses até a entrega. Uma nova versão do Kindle deve ser lançada no início de 2009
 
 
 
 
Mercado de e-books começa a crescer
AINDA RESTRITO >> Kindle só é vendido para os EUA; leitor eletrônico da Sony é difícil de encontrar nas lojas tradicionais

BRUNO ROMANI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA,
EM BERKELEY


No final de outubro, a apresentadora americana Oprah Winfrey classificou o Kindle, o leitor de livros eletrônicos da Amazon, como seu novo aparelho favorito.

Naquele instante, ficou claro que, apesar de não ser o primeiro leitor de livros eletrônicos a existir, o Kindle poderá ser o responsável pela popularização desse tipo de aparelho. Mas ele vai ter muito trabalho.

No primeiro aniversário do Kindle, o mercado de livros eletrônicos se encontra em fase de crescimento, porém seu tamanho ainda é muito pequeno em comparação com o mundo livreiro tradicional.

Mesmo assim, quem quer comprá-lo tem de encarar uma espera de cerca de três meses. Ao anunciar os ganhos no terceiro trimestre do ano, um executivo da Amazon disse que os livros eletrônicos do Kindle já representam mais de 10% nas vendas totais de publicações -eletrônicas e tradicionais.

No geral, porém, estima-se que as vendas de livros eletrônicos sejam equivalentes a apenas 1% das vendas de publicações quando o mercado impresso é considerado.
Para piorar as coisas, encontrar aparelhos leitores de livros eletrônicos não é fácil. O Kindle só é vendido on-line, na Amazon, para pessoas que moram em território americano. Além disso, leitores de outras marcas, como a Sony, dificilmente são encontrados nas lojas.

No único estabelecimento em que um Sony PRS-505 -antecessor do recém-lançado PRS-700- foi encontrado pela reportagem, o vendedor dizia: "É claro que eu vendo mais iPods do que leitores de livros".

De fato: enquanto a Apple deve atingir em 2009 a marca de 200 milhões de iPods vendidos, as vendas do Kindle, o mais popular de sua classe, são estimadas em 200 mil unidades.

Kindle e iPod
Apesar da grande diferença no número de unidades vendidas, o Kindle, juntamente com os outros leitores de livros eletrônicos, vai desenvolvendo uma relação de amor e ódio com as pessoas, que lembra a época do lançamento do iPod. Uns amam e enumeram os benefícios. Outros odeiam e apontam os defeitos. Blogs e fóruns na rede abrigam debates sobre os aparelhos.

Entre os benefícios apontados pelos usuários estão a capacidade de armazenar centenas de livros em apenas um aparelho, a tecnologia da tela, que evita o cansaço dos olhos, a leveza do produto e até mesmo a preservação do ambiente.

Já aqueles que se posicionam contra dizem que os preços dos livros e dos leitores são muito altos. Um título eletrônico custa em média US$ 12. O Kindle sai por US$ 359 -outros leitores têm custo que varia de US$ 300 a US$ 800.

Como a maioria dos leitores é vendida apenas on-line, algumas pessoas preferem não investir o dinheiro em um produto que não podem testar pessoalmente. Para os que não gostam do Kindle, o fato de o aparelho ler livros apenas comprados na Amazon também é fator que pesa contra ele.

JORNAL
A Plastic Logic planeja lançar, na primeira metade de 2009, um leitor de jornais eletrônico com E Ink; com pequena espessura, ele tem 21,6x28 cm
 
 
 
Audiolivros são aposta de editoras brasileiras
DA REPORTAGEM LOCAL
Na disputa pela atenção de consumidores que buscam novas formas de leitura, o mercado editorial brasileiro investe nos audiolivros.

A maioria das editoras disponibiliza títulos em formato de CD, mas já é possível encontrar iniciativas como a da Plugme (www.plugme.com.br), editora que conta tanto com best-sellers em formato de CD quanto com títulos disponíveis para download em MP3, que podem ser colocados em smartphones, por exemplo.

A iniciativa é da Ediouro e conta com parceria com várias outras editoras. Os CDs custam entre R$ 24,90 e R$ 29,90. Já os arquivos para baixar ficam entre R$ 14,90 e R$ 19,90.
Um dos diferenciais da Plugme é que alguns títulos são narrados por personalidades.
O ator José Wilker lê "Quando Nietzsche Chorou", o escritor Nelson Motta empresta sua voz ao seu "Vale Tudo -Tim Maia" e a consultora de moda Glória Kalil narra seu livro "Alô Chics!".

Som
A Saraiva (www.editorasaraiva.com.br) investe em audiolivros há cerca de um ano e conta com séries como a "Superdicas" (para viver bem, se tornar um verdadeiro líder), que custam a partir de R$ 19.

"Quem gosta de agregar conhecimento se interessa por um produto para ouvir no carro, nesse trânsito maluco que a gente enfrenta", diz José Luiz Próspero, diretor-presidente da Saraiva.

A Nossa Cultura (www.nossacultura.com.br) tem hoje 23 títulos no formato, o que, segundo a editora, corresponde a 10% do total de audiolivros nacionais do mercado. (DA)
 
 
ON-LINE:
DOMÍNIO PÚBLICO, PROJETO GUTENBERG E GOOGLE REÚNEM LIVROS

Em diversos endereços na internet, é possível ler livros na íntegra -alguns permitem que você faça o download e imprima o conteúdo. O Domínio Público (www.dominiopublico.gov.br) traz obras de Machado de Assis e Fernando Pessoa. O Projeto Gutenberg (www.gutenberg.org), que se intitula o primeiro produtor de livros eletrônicos, agrega títulos em diversas línguas. Já o Google Book Search (books.google.com.br) funciona para pesquisa, mas também disponibiliza livros que não são protegidos por direitos autorais.
 

 

A partir de agora, quem quiser conhecer detalhes sobre o Programa Bolsa Família precisa ter acesso à internet. Uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Centro Internacional de Pobreza (IPC) permitiu a criação de um acervo virtual com estudos e pesquisas inscritas na I Mostra Nacional e no I Prêmio Nacional de Estudos sobre o Bolsa Família. A intenção é sistematizar e divulgar o conhecimento produzido a respeito do programa. 
           
Já é possível consultar, pela rede mundial de computadores - acessando a página eletrônica
www.undp-povertycentre.org/mds.do - quase 90 obras, mas a proposta é ampliar ainda mais o acervo bibliográfico. Os interessados em incluir sua produção acadêmica devem enviar o artigo para o endereço eletrônico premiomds@undp-povertycentre.org. É preciso fornecer informações completas sobre o autor(a), título, palavra-chave, resumo e dados para contato. As consultas à página podem ser feitas por autor, instituição, palavra-chave, resumo ou título.
           
Os temas mais abordados nos artigos são intersetorialidade, redistribuição de renda, enfrentamento da pobreza, contribuição do Bolsa Família às áreas da Saúde, Educação e Assistência Social, impacto do programa sobre a oferta de trabalho, influência nos vínculos familiares, mobilização social, redução das desigualdades, autonomia feminina, gestão e fiscalização das ações do programa.
            
A maioria dos artigos é proveniente de acadêmicos das Universidades Federais, como a do Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Norte, Brasília, Piauí, Bahia e Viçosa (Minas Gerais). Instituições internacionais também marcam presença no acervo, como a Universidade Paris Diderot (França), o Instituto de Estudos sobre o Desenvolvimento (IDS), de Sussex, no Reino Unido, e o Centro de Investigações e Estudos Superiores em Antropologia Social (México). Representantes de diversas instituições, entre elas o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), o Instituto Brasileiro de Análises Econômicas Sociais (Ibase), a Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Prefeitura Municipal de Ourinhos (SP) também enviaram seus trabalhos.

 

O Google anunciou na quarta-feira (10) que está digitalizando revistas antigas para inserir as reportagens em seu sistema de buscas online. Segundo a agência de notícias Associated Press, mais de um milhão de matérias escritas há décadas estarão disponíveis para consulta no Google.

 
Por enquanto, os artigos podem ser acessados pelo serviço de cópias de livros digitais do site. Internautas que querem restringir sua pesquisa a reportagens de revistas devem escolher uma opção no modo "avançado" da pesquisa de livros. No entanto, para aumentar a disponibilização de conteúdo publicado em papel, a companhia planeja incluir os dados em seu sistema de busca geral.
 
Estão digitalizadas revistas como New York Magazine, A Popular Mechanics, Science e Ebony. Para convencer as editoras a disponibilizarem seus conteúdos, o Google colocará um link com o site da empresa nas páginas e dividirá a publicidade gerada com os arquivos.
 
 

A partir da próxima segunda-feira (15) a revista Veja, da Editora Abril, disponibilizará todo o seu acervo na Internet. Todas as edições, desde a primeira, em 11 de setembro de 1968, poderão ser lidas e consultadas gratuitamente no site feito para abrigar o acervo digital.
 
Com investimento de R$ 3 milhões e patrocínio do Bradesco, "a idéia é democratizar o acesso à história recente do país e do mundo", diz Yen Wen Shen, diretor da publicação. "Essa iniciativa coloca Veja ao lado dos maiores acervos digitais do mundo e em condição única no Brasil."
 
Para maior comodidade dos leitores, o Acervo Digital segue a estrutura da própria revista, ou seja, o usuário navega na web como se estivesse folheando a publicação. Fácil de ser utilizado, o acervo apresenta as edições em ordem cronológica e conta com um avançado sistema de busca desenvolvido especialmente para Veja.
 
Este sistema permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias. Assim, basta o internauta digitar uma palavra-chave que automaticamente a ferramenta pesquisa em todos os textos da revista. Além disso, o usuário também terá acesso a um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site, com temas da atualidade e fatos históricos sobre o Brasil e o mundo. Será possível, ainda, navegar pelas capas, entrevistas, reportagens e anúncios publicitários, sempre visualizando a reprodução do material original.
 
Resultado de 12 meses de intenso trabalho, o projeto foi desenvolvido por Veja em parceria com a Digital Pages, empresa responsável por estruturar a digitalização de cada uma das mais de 2 mil edições e convertê-las em revistas digitais. Dado o porte do projeto, uma equipe de 30 pessoas foi montada para cuidar desde o desgrampeamento das edições impressas até a publicação dos quase nove milhões de arquivos que compõem o acervo.
 
"Como os exemplares em papel não poderiam ser inutilizados pelo processo de digitalização, o fluxo de trabalho contrapôs ciclos de uma sofisticada linha de produção industrial com procedimentos extremamente artesanais, como o nivelamento de página por página por meio de ferros de passar roupa antes do escaneamento", explica Shen. 
 

Uma ferramenta eficaz para promover a inclusão digital e a capacitação para o mercado de trabalho voltada a pessoas portadoras de deficiências. Assim pode ser definido o Portal de Acessibilidade, lançado na quarta-feira (10), pela Fundação de Articulação e Desenvolvimento para PPDs (Faders), entidade vinculada à Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social (SJDS). O portal permite intensificar o acesso a informações, conteúdos e serviços e incentivar o surgimento de novos produtos voltados a pessoas portadoras de deficiência e com altas habilidades. Atualmente, 14,5% da população gaúcha se enquadra nesta definição, o que significa 1,5 milhão de pessoas, de acordo com o mais recente censo do IBGE.
 
Uma das inovações do site é a atenção à vida produtiva dos portadores de deficiências. Uma seção específica voltada ao mercado de trabalho está disponível, com informações sobre vagas, banco de currículos, eventos de capacitação e cursos e qualificações presenciais e à distância. Também há uma biblioteca virtual, com artigos, textos, publicações acadêmicas, legislação, referências bibliográficas, livros, resenhas, vídeos, músicas e mídias interativas. A intenção é permitir ao usuário acesso a materiais que o preparem para gerar trabalho e renda.
 
Além disso, o portal conta com dados de pessoas com deficiência e com altas habilidades, notícias, indicações de cursos, projetos desenvolvidos na área e seções que trazem informações para cada tipo de demanda - como softwares de acessibilidade, impressão em braille, fisioterapia, próteses, legislação sobre passe livre, e ainda os contatos das centrais de atendimento aos PPDs em todo o Estado.
 
O projeto do Portal prevê a inserção de novos produtos e serviços na medida em que a iniciativa for divulgada e receber apoio de novos parceiros, como empresas privadas, prefeituras municipais e entidades do terceiro setor.
 
O endereço eletrônico é www.portaldeacessibilidade.rs.gov.br.
 

A partir de hoje, um novo portal da Internet passará a ligar todos os museus nacionais. A iniciativa é do Instituto dos Museus e da Conservação e o portal criado vai conter informações sobre todos os museus e palácios nacionais.

Acessível através da morada www.imc-ip.pt , o novo portal irá conter dados sobre a própria orgânica do Instituto dos Museus e da Conservação e sobre os 28 museus e cinco palácios nacionais. Matérias como a conservação e restauro, o património móvel, a Rede Portuguesa de Museus, podem ser também encontradas no novo site, o que abordará igualmente iniciativas, projectos e actividades desenvolvidos por estas entidades. Disponível passará também a estar uma base de dados sobre os museus nacionais.

O objectivo da criação do portal passa por conseguir um maior acesso público ao património cultural móvel nacional e reforçar a presença dos museus e palácios na rede global.
 
 
Fonte: Turisver

El Departamento de Cultura, Juventud y Deportes del gobierno vasco digitalizará toda la producción bibliográfica generada en la historia del País Vasco a través del sistema de información Ondarenet, que tiene por objetivo la captura de recursos digitales, como páginas web, blogs, foros o listas de distribución y ficheros digitales asociados a los contenidos, susceptibles de conformar parte del patrimonio digital vasco.
 
La directora de Patrimonio Cultural, Arantza Arzamendi, y la responsable del Servicio de Bibliotecas, Francisca Pulgar, presentaron en rueda de prensa el sistema en el marco de las jornadas sobre “Patrimonio digital: estrategias para la recuperación, conservación y difusión”, celebradas en el Palacio Euskalduna de Bilbao, en las que participaron el director de Google Book Search para España y Portugal, Luis Collado, y Allan Arvidson, en representación de la Biblioteca Real de Suecia.
 
Según explicaron las responsables del gobierno vasco, se trata de crear un gran archivo electrónico que recoja, conserve y difunda el conjunto del patrimonio digital vasco que se ha ido conformando en las últimas décadas, con la irrupción de las nuevas tecnologías, a partir de la generación de nuevos contenidos en soporte digital en múltiples y varias disciplinas del saber.
 
En ese sentido, señalaron que la evolución de las tecnologías de la información y la popularización de Internet está contribuyendo a facilitar el proceso de digitalización de materiales bibliográficos con un “indudable” valor histórico, científico y cultural, como la producción de documentos creados directamente en formato digital, que deben ser, “todos ellos, preservados para las generaciones futuras”.
 
El proyecto impulsado por el gobierno vasco se enmarca en la estrategia de la Unión Europea de crear una librería digital que en el año 2010 contenga seis millones de documentos y que estarán a disposición de todos los ciudadanos. El objetivo de esta iniciativa europea, anunciada el pasado mes de octubre por los ministros de Cultura de los 25 países miembros, es la digitalización de depósitos bibliográficos y archivísticos en formatos que sean compatibles.
 
Ondarenet sigue los pasos de iniciativas similares emprendidas en otros países, como Pandora, de la Biblioteca Nacional de Australia; Internet Archives, del Reino Unido, o Padicat, de la Biblioteca Nacional de Cataluña, enfocados a la recuperación y preservación del patrimonio digital generado en el entorno web.
 
Tras un año de trabajo, el Departamento de Cultura ha logrado impulsar un proyecto de gran magnitud y actualmente se está trabajando en la descripción de los recursos siguiendo estándares internacionales, con el fin de convertir Ondarenet en un repositorio institucional en el que se puedan conservar, además de las páginas web, todo tipo de documentos digitalizados, explicó Arzamendi.
 
La captura, preservación y organización de la información se ha llevado a cabo utilizando herramientas que han sido aceptadas por el International Internet Preservation Consortium (IIPC).
 
La base de datos de Ondarenet está compuesta por sitios web capturados, archivados e indexados según una clasificación establecida ad hoc por el Servicio de Bibliotecas del gobierno vasco y que se divide en doce grandes temas: Arte; Ciencia y Tecnología; Cultura vasca; Euskera; Ocio y Cultura; Política y Gobierno; Empresa; Economía y negocios; Educación e investigación; Salud; Sociedad, y Sociedad de la Información.
Esta iniciativa emprendida desde el Departamento de Cultura es “punta de lanza” de un proyecto de mayor alcance, como es la creación de la Biblioteca Digital Vasca, que incluye la digitalización del conjunto de los fondos bibliográficos, públicos y privados, generados a lo largo de la historia y que conforman el corazón de la producción cultural vasca. Se trata de recoger en formato digital toda la producción bibliográfica generada en el soporte tradicional del papel.
 
Este proyecto ya ha comenzado su andadura mediante la digitalización de los fondos bibliográficos históricos, exentos de derechos de autor, así como los fondos históricos institucionales. El siguiente paso de este proyecto estará destinado a abordar la digitalización de los fondos bibliográficos sujetos a derechos de autor, para lo que el gobierno vasco deberá alcanzar acuerdos con aquellos particulares o entidades propietarios de los mismos.
 
Fonte: Letralia / Europa Press

 

Já está disponível para consulta mais de 700 manuscritos que abrangem todas as fases criativas do poeta e dramaturgo espanhol Federico García Lorca, além de quase 200 cartas e cerca de 3000 títulos que compõe sua bibliografia. 

O site é uma iniciativa da Fundação Federico García Lorca e do Banco Santander e foi apresentado nesta segunda-feira em Madri. 

Para conseguir uma maior divulgação, o conteúdo do site foi incorporado a Biblioteca Digital Miguel de Cervantes. 

Numa segunda fase, que será lançado em 2009, em consonância com o desenvolvimento de novas tecnologias da Web 2.0, os usuários serão capazes de participar de uma comunidade dedicada ao fórum Lorca e compartilhar as suas impressões da sua vida e obra.

 

 http://www.garcia-lorca.org/

 

A página possui versões em inglês e espanhol.

 
 

Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.

Todo o acervo legislativo do Estado de São Paulo será digitalizado e estará disponível via internet em pouco mais de um ano. A parceria para a realização do serviço será assinada nesta quarta-feira pelos representantes da Assembléia Legislativa (Alesp) e Imprensa Oficial.
 
A Imprensa Oficial, que é a empresa certificadora oficial do Governo do Estado, ficará responsável pela digitalização de cerca de 136 mil leis, incluindo da época do Império até as mais recentes, num total de 261.256 páginas. O projeto integra as comemorações pelos 20 anos da instalação da Assembléia Constituinte no Estado de São Paulo.
Neste material, estão 10.811 leis de 1891 a 1972; 52.968 decretos de 1891 a 1972 e 60.849 leis e decretos entre 1972 e 2003. E ainda 12 mil páginas publicadas de 1835 a 1891, material encadernado que integra o acervo da Alesp. Trata-se da reprodução na íntegra dos documentos com a manutenção, inclusive, da ortografia original.
 
Para a formação do banco de dados da Alesp, que envolverá a digitalização e digitação com do texto na íntegra de todas as leis paulistas, serão investidos 1,9 milhão. Também será possível fazer a assinatura digital com selo cronológico do texto e da imagem, atestando, assim, a integridade da informação. A conclusão do trabalho está prevista para fevereiro de 2010.
 
 
Fonte: Wnews

Muito se tem dito sobre os hábitos de leitura dos portugueses não serem os ideais, principalmente os dos mais novos que, cada vez mais, se deixam enfeitiçar pela televisão e, acima de tudo, pela Internet. Como ultrapassar estas dificuldades? Juntam-se os livros à Internet. Desta associação nasceu a Biblioteca de Livros Digitais, que disponibiliza livros dirigidos a crianças e jovens para leitura online.

“Está a surgir uma nova forma de leitura”, afirmou Carlos Correia, director do Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas, responsável pelo projecto. “Queremos privilegiar as crianças mais novas, de sete, oito anos, mas sem deixar de lado as outras faixas etárias”.

Apesar da maioria dos livros serem infantis, alguns já são dirigidos para adolescentes. “Eu e a Isabel [Alçada] tivemos um desafio: ajudar as crianças mais novas a usar a informática, nomeadamente o Magalhães, de uma forma que as interesse.”

Na abertura, o site contará com nove livros digitais, alguns deles originais, outros já publicados, e durante o próximo semestre serão colocados mais 35. Os que estarão lá inicialmente serão muito mais do que um texto num computador. Permitirão folheá-los, contam com ilustrações, algumas delas animadas, e terão ainda a opção de serem lidos por actores. “É altamente criativo. Para os mais pequenos, o uso da voz por actores ajuda-as a ler melhor.”

A Biblioteca de Livros Digitais pretende também criar uma rede social. Aos registarem-se, os utilizadores poderão juntar-se como amigos e participar na secção Os Livros da Malta, onde cada um pode acrescentar algo no final de qualquer livro. “O livro passa a pertencer a alguém”, sugere Carlos Correia.

Esta biblioteca digital, criada em parceria com o Plano Nacional de Leitura, será apresentada amanhã de manhã na Escola EB1 de Telheiras e enquadra-se no Clube de Leituras, uma iniciativa lançada em Junho do ano passado.

Fonte: Público

Muito se tem dito sobre os hábitos de leitura dos portugueses não serem os ideais, principalmente os dos mais novos que, cada vez mais, se deixam enfeitiçar pela televisão e, acima de tudo, pela Internet. Como ultrapassar estas dificuldades? Juntam-se os livros à Internet. Desta associação nasceu a Biblioteca de Livros Digitais, que disponibiliza livros dirigidos a crianças e jovens para leitura online.

“Está a surgir uma nova forma de leitura”, afirmou Carlos Correia, director do Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas, responsável pelo projecto. “Queremos privilegiar as crianças mais novas, de sete, oito anos, mas sem deixar de lado as outras faixas etárias”.

Apesar da maioria dos livros serem infantis, alguns já são dirigidos para adolescentes. “Eu e a Isabel [Alçada] tivemos um desafio: ajudar as crianças mais novas a usar a informática, nomeadamente o Magalhães, de uma forma que as interesse.”

Na abertura, o site contará com nove livros digitais, alguns deles originais, outros já publicados, e durante o próximo semestre serão colocados mais 35. Os que estarão lá inicialmente serão muito mais do que um texto num computador. Permitirão folheá-los, contam com ilustrações, algumas delas animadas, e terão ainda a opção de serem lidos por actores. “É altamente criativo. Para os mais pequenos, o uso da voz por actores ajuda-as a ler melhor.”

A Biblioteca de Livros Digitais pretende também criar uma rede social. Aos registarem-se, os utilizadores poderão juntar-se como amigos e participar na secção Os Livros da Malta, onde cada um pode acrescentar algo no final de qualquer livro. “O livro passa a pertencer a alguém”, sugere Carlos Correia.

Esta biblioteca digital, criada em parceria com o Plano Nacional de Leitura, será apresentada amanhã de manhã na Escola EB1 de Telheiras e enquadra-se no Clube de Leituras, uma iniciativa lançada em Junho do ano passado.

Fonte: Público

O Keyboardr (www.keyboardr.com) permite que você faça buscas simultâneas na Wikipedia, no Google -incluindo pesquisas por imagens e em blogs- e no YouTube. Os resultados são agrupados em uma única tela. A idéia do seu criador, Julius Eckert, é incluir o Delicious, o Twitter, o Flickr e o Google Docs.

 
 

Esta base é uma ferramenta de pesquisa em DIREITO com conteúdo de informação legal que trazem de renomadas comunidades de pesquisas legais, faculdades de direito e empresas de advocacia em 150 países. A coleção abrange: LAW JOURNAL LIBRARY COLLECTION; FEDERAL REGISTER LIBRARY COLLECTION; TREATIES AND AGREEMENT LIBRARY COLLECTION E THE U.S SUPREME COURT LIBRARY COLLECTION; MANUAL OF PATENT EXAMINING PROCEDURE; U.S. PRESIDENTIAL LIBRARY; ETC em mais de 1.000 periódicos internacionais com textos atuais e retroativos na íntegra em diversas áreas de Direito.

 

PARA O ACESSO
Username: capesbr
Password: sepacvog9537

 

Acesso temporário gratuito até 31 de dezembro de 2008

 

Fonte: Periódicos Capes