Grupos

O site da Biblioteca Nacional, www.bn.br, teve, ao longo de 2007, média mensal de um milhão de acessos. Lá, em dez mil itens, estão disponíveis cerca de um milhão de imagens, como a raríssima ´´Bíblia de Mogúncia``, o primeiro documento impresso no mundo, em 1462, por Johann Gutemberg ; a ´´Arte da Gramática``, da língua tupi, do padre José de Anchieta, ´´Os Lusíadas``, de Luís de Camões, e centenas de obras em domínio público.


Podem ser acessados também 1.500 mapas raros dos séculos XVI ao XVIII, 42 álbuns com cerca de 1.200 fotografias pertencentes à ´´Collecção D. Thereza Christina Maria``, doada por D. Pedro 2º e documentos como a partitura original de ´´O Guarani``, de Carlos Gomes, além de quatro mil discos de 78 rotações do século passado com várias músicas da Era do Rádio (até a década de 60).


A digitalização do acervo é permanente, sobretudo para preservar o setor de obras raras (60 mil peças). A BN tem 9 milhões de itens (2 milhões em livros) e é a oitava do mundo.


Autor: Raquel Ferreira


Fonte: Gazeta Digital




Nas comemorações do bi-centenário da chegada da Família Real no Brasil a DocPro selecionará documentos, alguns de fonte primária, relativos à época.

Muito se tem falado da chegada. Nós iniciaremos com a saída de Portugal, os acontecimentos que antecedem o convencimento de D.João VI, o motivo, a quantidade de navios, a escolta inglesa, a invasão de Lisboa pelos franceses, a chegada no Brasil e a abertura dos portos.

Divirta-se:
Link Cultural Acervo 56



Fonte: Doc Pro

A revista eletrônica The Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases, publicada pelo Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos [CEVAP], unidade complementar instalada em Botucatu, é a mais nova publicação brasileira indexada no Web of Science – Science Citation Index Expanded do ISI [Institute for Scientific Information], publicado pela Thomson Scientific dos Estados Unidos. Atualmente, apenas 29 revistas científicas brasileiras integram essa base de dados.


“Foi com muito orgulho que recebemos o anúncio da indexação definitiva da revista em uma das mais importantes indexações do mundo, o que permitirá a avaliação do fator de impacto, ou seja, o número de citações dos artigos científicos publicados. Teremos ainda a oportunidade de pleitear junto à CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) o nível Qualis A Internacional de classificação que concede maior pontuação aos autores”, afirmou Benedito Barraviera.


The Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases foi a primeira publicação científica eletrônica lançada no Brasil, em 1995. Até 1999 foi distribuída em disquetes. De 2000 a 2002, passou a ser editada em CD-Rom e a partir de 2003 ficou disponível totalmente na Internet, no site www.jvat.org.br


Escrita em inglês, a publicação tem quatro edições anuais que abordam temas sobre animais peçonhentos como aranhas, cobras e escorpiões, doenças tropicais, venenos e toxinas bem com seus produtos e derivados. “Uma das principais características da publicação é a sua interdisciplinaridade”, observa Barraviera.


“A indexação pela Web of Science é um indicador de elevado status da publicação e aumenta a visibilidade da publicação que, a partir de agora, poderá ter seus artigos recuperados por meio desta poderosa base de dados”, explica Margaret Alves Antunes, coordenadora-geral das Bibliotecas da UNESP, a CGB. Ela lembra que entre os critérios utilizados para esse tipo de indexação estão a periodicidade, a qualidade dos artigos e a do corpo editorial, informou a assessoria da Unesp.




Fonte: Entrelinhas.com

RIO - No ano do centenário de sua morte, Machado de Assis será homenageado com a publicação de uma edição especial de suas obras em formato digital. Preparada pela equipe do Portal Domínio Público, em conjunto com a Universidade Federal de Santa Catarina, a edição contará com 42 títulos da obra machadiana e poderá ser baixada gratuitamente pela internet. O lançamento está previsto para o dia 29 de setembro, data do centenário de falecimento do escritor.

Obras estão previstas na composição da edição digital. Além de Quincas Borba, Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas, o especial Machado de Assis contará também com livros dos mais diversos gêneros literários explorados pelo autor: crônicas, contos, poesias, romances e críticas.

Segundo o coordenador do Portal Domínio Público, Marco Antônio Rodrigues, o objetivo é digitalizar as melhores edições críticas disponíveis.

- Queremos fazer com que esta edição se torne uma referência em termos de reprodução de obras machadianas em formato digital - explicou.

Ele ressaltou que, apesar de já estarem disponíveis no portal 322 arquivos do escritor, não há ainda uma coleção organizada em volumes, que obedeça a critérios explícitos e que disponha de uma preparação didática.



Fonte: O Globo

Publicar ou perecer

14:38 @ 07/02/2008

Estudo de pesquisadores do Brasil e da Espanha alerta para o que chamam de “darwinismo bibliográfico”, que estaria selecionando cientistas com base na quantidade de artigos publicados, que teriam se tornado mercadoria acadêmica
Especiais




Por Thiago Romero
Agência FAPESP – A contabilização numérica de artigos publicados em revistas científicas legitima acadêmicos em seus campos de atuação. Mas em um cenário em que recursos de internet estão cada vez mais avançados, os papers podem ter se tornado uma mercadoria acadêmica que estaria seguindo a tendência do “darwinismo bibliográfico”, cujo lema é publicar ou perecer.

Essas são algumas conclusões do artigo Entre fetichismo e sobrevivência: O artigo científico é uma mercadoria acadêmica?, publicado na revista Cadernos de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os autores são Luis David Castiel, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) da Fiocruz, e Javier Sanz-Valero, da Universidade de Alicante, na Espanha.

O trabalho aponta que as novas tecnologias de informação e comunicação servem de base para a atual concepção de produtividade em pesquisa, que se baseia sobretudo na quantidade de artigos publicados em diferentes revistas, fazendo com que os papers sejam vistos como uma espécie de capital simbólico. O estudo se baseou em outros trabalhos sobre o assunto, de autores de diversos países.

“Trata-se de uma crítica ao primado da perspectiva empiricista que estabelece a produção de evidências quantitativas como única forma de visualizar, dar significado e valorizar o conhecimento científico”, disse Luis Castiel, pesquisador do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde da Ensp, à Agência FAPESP.

Castiel ressalta que o estudo foi baseado na produção anterior em sociologia do conhecimento científico, que não se baseia em resultados empíricos ou lógicos. “A função de nosso trabalho não é questionar o método científico, mas promover o debate sobre a contribuição dos artigos publicados para o avanço do conhecimento.”

De acordo com Castiel, o que chama de “darwinismo bibliográfico”, caracteriza-se por uma luta pela sobrevivência na qual os acadêmicos mais aptos se destacam. Do mesmo modo, nas revistas científicas haveria uma “luta ferrenha” entre diferentes artigos para ocupar um mesmo espaço editorial.

“E, nesse jogo, vale até práticas como, antes de enviar um trabalho para uma determinada revista, preocupar-se em incluir referências bibliográficas da própria publicação para seduzir, de alguma forma, os editores e mostrar que o trabalho irá colaborar para melhorar o índice de impacto da revista. Ou seja, é um artigo cuja bibliografia tem outros artigos do próprio veículo”, disse o pesquisador.

Publicacionismo científico

Umas das conseqüências desse “publicacionismo”, segundo Castiel, seria o fato de a quantidade de artigos ditar, ou pelo menos influenciar, os rumos da produção científica. Tal influência teria forte relação com o “citacionismo”, ou a necessidade de produzir artigos que tenham vitalidade para estar em outras publicações.

A principal questão é que um trabalho muito citado não necessariamente representa avanço no conhecimento ou alta produtividade em pesquisa. “A ênfase citacionista, como avaliação de qualidade de uma obra acadêmica, pode se tornar um círculo vicioso que, de alguma maneira, participa da sustentação de modelos ideológicos que definem como devem ser os processos de busca e produção do conhecimento”, disse Castiel, que também integra o comitê editorial dos Cadernos de Saúde Pública.

Para ele, no fim das contas esse contexto pode acabar promovendo a manutenção de uma cultura tecnológica globalizada, que estimula “as precariedades do excesso de informações redundantes ou supérfluas”.

Um mesmo conteúdo que aparece em vários artigos, por exemplo, após receber pequenas mudanças, foi chamado pelos autores de “ciência-salame”: uma pesquisa é fatiada em unidades menores publicáveis para se tornar diversos artigos distribuídos em diferentes revistas.

Por conta disso, o artigo teria passado a ser não apenas um produto da prática científica, mas também um elemento produtor de relações sócio-históricas e políticas dentro das comunidades acadêmicas.

“Diante do excesso de publicação, os pesquisadores estão cada vez menos lendo os textos na íntegra. Hoje, é praticamente impossível ler todos os estudos publicados em uma única área de pesquisa. Estima-se, também, com base em estudos bibliométricos, que aproximadamente 50% dos trabalhos publicados em ciências sociais, por exemplo, nunca serão citados”, disse Castiel.

Para ler o artigo Entre fetichismo e sobrevivência: O artigo científico é uma mercadoria acadêmica?, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui

ANDREA MURTA

DA REDAÇÃO

Geração Google, Net Generation, Nativos Digitais -há muitos nomes para quem não se lembra do mundo pré-internet. Mas, apesar do sucesso do rótulo, a idéia de que a Geração Google tem facilidades especiais para lidar com a informação virtual não passa de mito.


É o que afirma o estudo "Comportamento Informativo do Pesquisador do Futuro", liderado por Ian Rowlands, da University College de Londres. De acordo com ele, o uso da internet é superficial, promíscuo e rápido, e respostas com pouca credibilidade encontradas por ferramentas de busca como Google ou Yahoo prevalecem.


"Acadêmicos mais jovens não estão usando conteúdo de bibliotecas de uma maneira séria. Usam o Google, porque é mais conveniente. Isso vai limitar seus horizonte de pesquisa", afirmou Rowlands à Folha, por telefone, de Londres.
A pesquisa define como Geração Google os nascidos depois de 1993. Ela foi feita pela revisão de estudos já publicados sobre mecanismos de busca e análise de informação, associando-os com dados sobre como o público usa hoje sites como o da Biblioteca Britânica.


Rowlands afirma que ficou rapidamente claro que não é possível generalizar as crenças sobre habilidades da Geração Google. Até a idéia de que jovens gastam mais tempo on-line do que os mais velhos foi relativizada.


Mas foram detectadas tendências preocupantes. "A sociedade está emburrecendo", diz o estudo. "Passam os olhos por títulos, índices e resumos vorazmente, sem leitura real".


E o comportamento ultrapassa a barreira da idade. "Até professores, que supostamente teriam meios mais sofisticados para buscar e analisar informações, mostram as mesmas tendências", afirma o pesquisador.
O estudo vê uma possível ameaça às bibliotecas. "Meu instituto gasta uns US$ 4 milhões por ano em publicações acadêmicas, mas os alunos preferem ferramentas simplistas. É frustrante", diz Rowlands.


Na era da enciclopédia
No Brasil, acadêmicos ouvidos pela Folha divergem sobre as conclusões da pesquisa. Para Renato Rocha Souza, do Departamento de Organização e Tratamento da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, é mesmo problemática a primazia do Google em atividades acadêmicas. "A arquitetura dessa ferramenta privilegia páginas mais citadas na internet, e essa relevância nem sempre é real", diz.

Para ele, "alunos não sabem distinguir um site de artigos acadêmicos do "blogue do joãozinho'". "E não têm pudor em citá-lo. Falta juízo de valor."
Contudo, ele não acha que a tendência tenha surgido com a internet. "Não era tão diferente quando pesquisávamos nas enciclopédias. O que mudou foi a oferta de informação", afirma.

Já Aldo Barreto, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, discorda de Rowlands. "Nunca foi feita tanta pesquisa e de tão boa qualidade quanto atualmente, graças à internet , afirmou à Folha, do Rio de Janeiro.
Para Lawrence Shum, especialista em mídias digitais da PUC de São Paulo, "a internet tem problemas, mas está no caminho da auto-regulação".

E muitos vêem vantagens na busca pelo Google. Segundo Carlos Frederico D'Andrea, coordenador do Laboratório de Comunicação Digital do Centro Universitário UNA, em Belo Horizonte, "a biblioteca dá a ilusão de que o conhecimento está todo ali e é inquestionável". "Na internet, o resultado é sabidamente instável e não vai ser usado cegamente. Mas é preciso treino adequado."


Fonte: Folha de S. Paulo - 09/02/2008
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft0902200817.htm

Disponível para consulta na Internet, o sistema conta mais de 136 mil acórdãos de todos os Órgãos Julgadores do Tribunal

     A Divisão de Jurisprudência do Tribunal Regional Federalda 3ª Região, vinculada à Subsecretaria de Documentação e Divulgação, aperfeiçoou em 2007 a Base de Dados de Jurisprudência com a inclusão de mais 28.802 acórdãos e 23.826 decisões monocráticas. Agora já são mais de 136 mil acórdãos disponíveis para consulta.

    Acórdãos inéditos do TRF3 são selecionados todos os meses para a composição da Base de Dados de Jurisprudência, a fim de disponibilizar aos magistrados e à comunidade jurídica um retrato fiel do entendimento jurisprudencial deste Tribunal.

    Em 2007, a Divisão de Jurisprudência incluiu 28.802 acórdãos, o que representou um aumento de 277% em relação a 2006. Também acrescentou 23.826 decisões monocráticas, o que significa um acréscimo de 674% e aprimorou a indexação destes documentos com a inclusão de informações referentes ao Tesauro Jurídico (coletânea de termos específicos do Direito), à legislação, à doutrina, aos precedentes do próprio Tribunal Regional Federal da 3ª Região e à indicação da Revista do TRF3.

    Para acessar a Base de Dados de Jurisprudência basta acessar o site do TRF3 em http://www.trf3.gov.br/trf3r/index.php?id=865.

Ester Laruccia
Assessoria de Comunicação

Fonte: TRF3

Biblioteca Pública de Direito

14:43 @ 13/02/2008

A imagem "http://www.plol.org/Images/Logo.gif" não pode ser mostrada, porque contém erros.





A empresa Fastcase lançou hoje (13/02/20080) a versão beta da Biblioteca Pública de Direito [The Public Library of Law - PLoL], segundo a empresa a base de  dados oferece a maior biblioteca livre de Direito americano na Internet.


Apresenta mais de 2 milhões de páginas de casos que eram disponíveis apenas por assinatura, além de apresentar 10 anos de jurisprudência dos 50 estamos americanos.

A PLoL possui interface semelhante aos populares buscadores apresentando os resultados mais relevantes primeiro.




The Public Library of Law - PLoL
http://www.plol.org/





RIO - Duas grandes editoras americanas anunciaram nesta segunda-feira novas estratégias de vendas para a internet, informa o "The Wall Street Journal".


Segundo o periódico, a HarperCollins vai tornar vários de seus títulos disponíveis de graça na internet por um período limitado de tempo. Entre eles, um novo romance do brasileiro Paulo Coelho, que recentemente admitiu ter colaborado com um site onde eram distribuídos arquivos gratuitos com cópias piratas de suas obras. Brian Murray, presidente da empresa, disse acreditar que a medida vai impulsionar as vendas dos livros oferecidos, reporta o "WSJ".


Já a Random House, inspirada nas experiências da indústria fonográfica, vai vender em seu site capítulos avulsos do livro "Made to stick: Why some ideas survive and othres die" (em tradução livre: "Feito para durar: por que algumas idéias sobrevivem e outras morrem"), por US$ 2,99 cada um, informa o jornal.


Fonte: O Globo

Nova conspiração anti-Capes

12:36 @ 14/02/2008

 

Algo me diz que o Portal da Capes não vai traduzir nem reproduzir a reportagem "Em Harvard, uma proposta para publicar livremente na internet", de Patricia Cohen, no jornal The New York Times de hoje. Se o fizesse, delirantemente, decerto viria acompanhado de uma carta do presidente  qualificando a reportagem como ignorante e como um ataque ao portal Periódicos; se não a reportagem de Cohen, pelo menos o professor de computação Stuart Shieber, que apresentou a proposta para exame e votação do corpo docente da mais produtiva universidade do mundo.

Foi essa a reação da Capes, afinal, quando minha coluna "Ciência para todos" foi publicada, em 6  de janeiro. Nela defendi o acesso livre, mas a paranóia governante leu ali um ataque à Capes. Três semanas de ataques concertados depois, respondi à acusação desmiolada com outra coluna, "Paranóia e mistificação". Como esperava, ficou sem resposta da Capes e de todos os luminares nela dependurados que me descascaram (além de não ter sido reproduzida como tréplica, demonstrando que o hábito por ali é pontificar, e não debater - só entra o que for a favor, mesmo que tenha saído num diário cujo jornalismo foi qualificado por essa gente de "safado" e "desonesto").


Não vou estragar a leitura da reportagem no NY Times. Limito-me a dizer que a proposta - ainda não aprovada, repito - recomenda um sistema de publicação automática de artigos de pesquisa na internet, num repositório de acesso livre como a SciELO brasileira ou como o arXiv da comunidade internacional de física, a menos que o pesquisador opte explicitamente por não fazê-lo.


Segundo a reportagem, anos de existência do arXiv não prejudicaram a indústria de periódicos acadêmicos impressos e assinados a peso de ouro, como aqueles a que a comunidade de pesquisa brasileira tem acesso - felizmente - a custo reduzido pelo portal Periódicos. Uma coisa não exclui a outra, como sempre pressupus. O acesso livre não representa uma ameaça ao portal Periódicos da Capes, mas sim ao modelo de negócio dos periódicos comerciais a que ela dá acesso.


Não resisto, por fim, a traduzir uma declaração do diretor da biblioteca de Harvard, Robert Darnton:



Em lugar de um sistema fechado, privilegiado e custoso, [o sistema proposto de publicação] ajudará a abrir o mundo do aprendizado a todos os que quiserem aprender. Será um primeiro passo em direção a libertar a atividade acadêmica do jugo das editoras comerciais, tornando-o livremente acessível no nosso próprio repositório da universidade.



Outro conspirador, já se vê.

 MARCELO LEITE é jornalista, colunista da Folha de S.Paulo e autor do livro "Promessas do Genoma" (Editora da Unesp)

Fonte: Ciência em dia

José Augusto Júnior

A imponente arquitetura da faixada é apenas um aperitivo do que se apresenta internamente. Com o maior acervo bibliográfico do Brasil, a Biblioteca Nacional é, de fato, monumental. São cerca de dez milhões de itens entre livros, manuscritos, fotografias e documentos, conservados de forma bem cuidadosa.

Após cada consulta, tudo é revisado e limpo antes de voltar para as prateleiras. A preservação deste verdadeiro museu, aliado ao processo de modernização, criou um processo de digitalização de cada item existente da biblioteca o que melhorou o acesso e gerou um número maior de consultas.

No site da Biblioteca Nacional é possível folhear publicações históricas como o cardápio do último baile do Brasil Império, partituras de músicas clássicas, pinturas de artistas consagrados, verdadeiras obras de arte. Todas acessíveis aos usuários.

Com relação a digitalização a Biblioteca Nacional está entre as oito maiores do mundo. A tecnologia deve proporcionar um crescimento ainda maior no acesso virtual e transformar os livros, cada vez mais, em peças de arte.

Pela internet ou pela moda antiga, bom mesmo é praticar a leitura.

Assista à reportagem



Fonte: Canção Nova Notícias

Após o fracasso de vendas da última edição impressa da Enciclopédia Brockhaus, considerada a bíblia do saber da sociedade alemã, a editora homônima lança edição online gratuita na internet.



Depois de 200 anos, a Editora Brockhaus decidiu não mais publicar a edição impressa da Enciclopédia Brockhaus, principal obra de consulta em língua alemã. Os 300 mil verbetes da conceituada enciclopédia poderão ser consultados, a partir de 15/04 próximo, gratuitamente na internet.


Após maciças perdas com o lançamento da 21ª edição impressa da enciclopédia, lançada na Feira do Livro de Frankfurt em 2005, a editora de Mannheim transformou, desde o ano passado, a completa redação da Enciclopédia Brockhaus em redação online. A nova oferta online da Brockhaus deverá ser sustentada através de publicidade eletrônica.


Apesar da nova concorrente de peso, a Wikipédia, enciclopédia online livre e cooperativa, afirma que, nos tempos de hoje, obras de consulta impressas não mais funcionam e que a entrada da Brockhaus na internet não a afetará.


Num cartão de memória USB

Friedrich Arnold Brockhaus lançou enciclopédia em 1812

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Friedrich Arnold Brockhaus lançou enciclopédia em 1812



A história da Enciclopédia Brockhaus começou há exatamente 200 anos, quando o editor Friedrich Arnold Brockhaus, em visita à Feira do Livro de Leipzig, adquiriu uma obra de consulta que considerou defasada e decidiu publicar ele mesmo uma mais completa.


Nascia assim, em 1812, a primeira edição da Enciclopédia Brockhaus, composta na época de apenas dez volumes. Desde então, já foram lançadas 21 edições da enciclopédia, que se tornou sinônimo de obra de consulta.


A última edição de 2005 engloba 30 volumes com 24,5 mil páginas, cerca de 300 mil entradas e 40 mil gráficos e fotos. Esta edição também está disponível de forma digital, cabendo num cartão de memória USB.


As vendas da 21ª edição impressa da Enciclopédia Brockhaus foram, no entanto, um fracasso. O objetivo mínimo de 20 mil exemplares vendidos não foi atingido. Klaus Holoch, porta-voz da editora, afirma que possivelmente não haverá uma 22ª edição e que a editora não poderá manter, somente por prestígio, a edição impressa de sua célebre enciclopédia.


A concorrência é grande

Brockhaus online será melhor que Wikipédia?

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Brockhaus online será melhor que Wikipédia?


Apesar de perdas no volume de milhões de euros, em 2007, outras publicações da Editora Brockhaus como o dicionário Duden, livros escolares, agendas ou obras de consulta específicas, como o dicionário de vinhos Brockhaus, têm vendido bem, afirma o porta-voz.


Nos últimos seis, sete anos, no entanto, o mercado clássico de enciclopédias "desmoronou", acresceu. Holoch afirma que o futuro está na internet.


Já há um ano o Meyers Lexikon, outra obra de consulta da editora, entrou online. Este foi um projeto-piloto que deu certo. A partir daí, a Brockhaus resolveu transformar a redação da Enciclopédia Brockhaus, com sede em Leipzig, em pura redação online. Cerca de 60 pessoas cuidam do novo produto em Leipzig.


A concorrência é grande, no entanto. Nesta semana, a revista Der Spiegel colocou sua obra de consulta Spiegel Wissen online. Com isto, a Der Spiegel disponibiliza gratuitamente para os internautas os artigos da revista, o dicionário Bertelsmann e parte dos artigos da revista de economia Manager Magazin.


Relevância, correção e segurança

A editora Brockhaus não teme, no entanto, a concorrência e reivindica para si um lugar especial entre as obras de consulta: "Nós iremos, certamente, nos diferenciar de outras ofertas, como a Wikipédia. Apostamos em relevância, correção e segurança. Nós não seremos manipulados".


Por outro lado, a enciclopédia online livre e cooperativa Wikipédia, fundada há cinco anos nos EUA, diz que a nova oferta online da Brockhaus é uma boa notícia. Arne Klempert, da Wikipédia, afirma que "para nós, não haverá mudanças. É uma notícia ótima, porque mais saber estará disponível para todos".


Fonte: Deutsche Welle

Harvard estimula o acesso livre

14:36 @ 19/02/2008

Faculdade de Artes e Ciências da universidade norte-americana decide liberar o acesso a artigos publicados por seus pesquisadores (foto: Un.Harvard)
Notícias



A Universidade Harvard, nos Estados Unidos, acaba de dar forte apoio à tendência pelo acesso livre a publicações científicas e tecnológicas. A Faculdade de Artes e Ciências (FAS, na sigla em inglês) da universidade decidiu tornar público todos os artigos publicados por seus pesquisadores a partir de 12 de fevereiro de 2008.

“Trata-se de um passo grande e muito importante para pesquisadores em geral e deve servir como uma mensagem para a comunidade acadêmica no sentido de que queremos e devemos ter maior controle sobre como nosso trabalho é usado e disseminado”, disse Stuart Shieber, professor da FAS.


A universidade abrigará os artigos dos pesquisadores da FAS em uma base de dados que estará disponível gratuitamente para qualquer um com acesso à internet. Ainda não há data prevista para o lançamento do serviço.


A decisão implica que os pesquisadores terão que publicar artigos em revistas que permitam a replicação em outras bases e que não ofereçam restrições ao acesso livre. O que não é o caso de muitas revistas tradicionais, mas, segundo Shieber, isso é algo que precisará ser discutido no futuro.


Os pesquisadores responsáveis pelo artigos manterão os direitos autorais dos trabalhos, de acordo com o sistema de licenciamento de Harvard. Os artigos também serão acessados por meio de ferramentas de busca como o Google Scholar.


“Não há dúvida de que as revistas científicas têm historicamente possibilidado aos pesquisadores distribuir seus trabalhos para audiências por todo o mundo, mas o sistema de publicação tem se tornado muito mais restritivo do que costumava ser. Muitos editores chegam ao ponto de proibir os autores dos artigos de distribuir seus próprios trabalhos”, afirmou Shieber.


Segundo ele, outro ponto importante a destacar é o aumento no preço das revistas para “níveis tão astronômicos que muitas instituições e indivíduos têm cancelado suas assinaturas, o que contribui para a diminuição da circulação dos resultados de pesquisas”.

“O objetivo da pesquisa na universidade é a criação, a disseminação e a preservação do conhecimento. Em Harvard, onde muito de nossa pesquisa tem significância global, temos uma responsabilidade essencial de distribuir o mais amplamente possível os frutos de nossas pesquisas”, destacou Steven Hyman, administrador acadêmico da universidade.


“Essa decisão da Faculdade de Artes e Ciências promoverá o acesso livre e aberto para pesquisas importantes. Trata-se de um primeiro passo para a criação de um ambiente de acesso aberto para pesquisas atuais que um dia poderá ressultar na disseminação dos trabalhos conduzidos em todas as unidades de Harvard”, disse Hyman.


A Escola Médica Harvard, outra unidade da universidade norte-americana, está trabalhando em uma iniciativa que pretende levar o modelo de acesso aberto a todos os artigos resultantes de pesquisas apoiadas pelos Institutos Nacionais de Saúde. O acesso seria por meio da PubMed Central.


Mais informações: www.fas.harvard.edu/home

Fonte: Agência Fapesp


Consórcio que reúne sistemas da USP, Unesp e Unicamp somam 188 mil livros disponíveis na internet, além de seção de obras raras do século XVIII


O Consórcio Cruesp Bibliotecas, que reúne sistemas das bibliotecas da Universidade de São Paulo, da Universidade Estadual Paulista e da Universidade Estadual de Campinas, lançou um portal na Internet que reúne 188 mil livros eletrônicos.


As obras estão divididas em sete coleções e englobam todas as áreas do conhecimento, desde física, química e biologia até medicina, educação, música ou administração, passando pelas engenharias e ciências ambientais e sociais.


O acervo inclui ainda obras raras da coleção Eighteenth Century Collections Online, que conta com títulos do século XVIII da Biblioteca Britânica, incluindo mapas e manuscritos.


Site: http://bibliotecas-cruesp.usp.br/unibibliweb/cruesp_ebooks.html


Fonte: Aber

LONDRES (ANSA) - As histórias de milhões de soldados que lutaram na Primeira Guerra Mundial, de cabos a atores e futuros premiers, estão disponíveis a partir de hoje na internet, pela primeira vez na história.

    O acervo reúne nomes de soldados famosos como Harold Macmillan e Anthony Eden - que chegaram a governar a Grã-Bretanha -, bem como o ator e dramaturgo Noel Coward, entre outros.

    Os arquivos de 5,5 milhões de soldados britânicos homenageados com medalhas entre 1914 e 1922 formam a maior base de dados existente sobre a Primeira Grande Guerra, no site ancestry.co.uk.

    A base de dados é uma fonte de pesquisa única, já que a maior parte dos documentos oficiais do conflito foram destruídos durante um bombardeio alemão em 1941.

    O governo britânico entregou 15 tipos de medalhas aos seus soldados, desde a Cruz da Vitória à Medalha da Vitória.

    Na base de dados, Noel Coward, que serviu na Marinha durante 158 dias quando tinha 18 anos, foi qualificado por seus superiores como "um pouco nervoso".

    Noel Chavasse, médico da Marinha, foi o soldado mais condecorado da Grã-Bretanha, tendo recebido a Cruz da Vitória em duas ocasiões. Macmillan e Eden lutaram na batalha de Somme. Eden ganhou a Cruz Militar por resgatar um camarada no meio da batalha, e Macmillan foi condecorado com uma medalha de honra por sua coragem em manter um posto depois de ser baleado na perna.
    A base de dados também guarda a ficha de Ernest Shackleton, explorador do Pólo que foi enviado em missões à América do Sul após ter sido considerado muito velho para os combates, bem como a do ator Claude Rains, que atua no filme "Casablanca", e sobreviveu a um ataque de gás enquanto lutava junto ao ator Basil Rathbone.

    Simon Harper, diretor do site ancestry.co.uk, declarou que seu acervo "preservará para sempre as ações heróicas de uma geração inteira de jovens e será a fonte mais ampla de pesquisa para os interessados na história militar britânica ou das ex-colônias durante a Primeira Guerra Mundial".(ANSA).


Fonte: Ansalatina

O gigante de pesquisas da internet Google deve anunciar nesta quinta-feira um serviço piloto que já entra no ar envolto em polêmica. De acordo com a agência de notícias AP, inicialmente, o serviço vai arquivar informações clínicas de até 10.000 pacientes da Cleveland Clinic, nos Estados Unidos, que concordaram em transferir seus dados para o novo banco do Google. O serviço possibilitará a esses voluntários acessar seus dados via internet – como uma espécie de caixa de e-mails, vedada a terceiros.


Todos os dados estarão protegidos por uma senha, exatamente como nos serviços de caixa postal. O banco guardará o perfil médico dos voluntários, com informações sobre histórico clínico e prescrições de remédidos.


Vantagens - Para o Google, o serviço é uma “expansão lógica” do seu negócio – que já conta com caixa postal e utilitários como processador de texto e planilhas gratuitos. Isso porque, segundo o site, atualmente informações sobre doenças e tratamentos são alvo de milhões de pesquisas de usuários no endereço. “Acreditamos que os paciente deveriam ter as condições de acessar e gerenciar com facilidade suas próprias informações clínicas”, explicou Marissa Mayer, executiva do Google responsável pelo projeto.


O anúncio do serviço, porém, deve dar munição aos críticos que apontam riscos no fato de o gigante de pesquisas possuir cada vez mais dados de usuários, como hábitos e interesses. Isso porque a empresa armazena pesquisas realizadas em suas páginas e e-mails trocados por usuários do Gmail – serviço de caixa postal do Google.


Riscos - Há ainda outro complicar na oferta do serviço, ao menos nos Estados Unidos. Se forem gerenciados por terceiros, os dados clínicos de pacientes perdem a proteção de sigilo garantida pela Lei de Responsabilidade e Portabilidade de Seguros de Saúde americana. O regulamento prevê que são "informações médicas" apenas as comunicações trocadas entre paciente e médico.


O receio de instituições como a World Privacy Forum, entidade mundial que defende o direito à privacidade, é que, a partir do momento em que transfiram suas informações clínicas para o Google, os pacientes inadvertidamente facilitarão o acesso de tais dados pelo governo ou mesmo por empresas. Isso porque esses registros já não estariam mais protegidos por lei.


Pressionado por críticas como essa, no ano passado o Google apresentou uma nova política: apagar de seus arquivos registros das pesquisas dos usuários depois de 18 meses de sua realização. Em outro episódio em que tentou mostrar seu comprometimento com a privacidade, negou-se a revelar ao Departamento de Justiça dos EUA os mesmos dados. Ganhou a batalha judicial.







Fonte: Veja

De acordo com James Edwards, o diretor-executivo do projeto, a enciclopédia tornou-se possível nos dias de hoje graças às tecnologias de organização de informações, que não param de evoluir. "Se alguém sentasse para escrever uma enciclopédia da vida partindo do zero, levaria cem anos para completar a tarefa", disse Edwards em entrevista à rede britânica BBC. Com os recursos disponíveis, ele acredita que o seu grupo fará o serviço em um décimo do tempo. A equipe espera ter todas as espécies da Terra no ar em 2017.

Cientistas de diversas partes do mundo anunciaram nesta terça-feira o lançamento de uma enciclopédia que pretende catalogar todas as cerca de 1,8 milhão de espécies de seres vivos que existem no planeta. Concebido para ser usado tanto por cientistas quanto por leigos, o imenso compêndio não poderia estar em outro lugar que não a internet. As primeiras 30.000 páginas da Enciclopédia da Vida (EOL, na sigla em inglês) acabam de entrar no ar.


De acordo com o grupo de pesquisadores responsável pela iniciativa, a enciclopédia vai proporcionar desde informações mais básicas sobre os seres vivos (incluindo imagens) até dados biológicos e químicos que interessam à comunidade científica. Todos os seis reinos serão contemplados, inclusive os vírus, que, na definição técnica, não são considerados seres vivos – não possuem célula.


Melhor ainda, tudo estará disponível na rede gratuitamente. Ao contrário de outros projetos da internet – o mais conhecido sendo a Wikipédia, onde o conteúdo é feito por qualquer pessoa –, a alimentação da EOL virá de diversas bases de dados confiáveis, já utilizadas por cientistas ao redor do mundo. Para viabilizar o projeto, os dados mais profundos e técnicos serão acessados mediante assinaturas destes serviços.


Microscópio – Em comunicado divulgado à imprensa, os criadores da Enciclopédia da Vida disseram acreditar que ela poderá ter, para o conhecimento humano, a mesma importância que teve a invenção do microscópio, no século XVII. Afirmaram que a gigantesca base de dados ajudará a medir os impactos do aquecimento global na vida terrestre.


Foram além. Sugeriram que a EOL fornecerá também informações úteis para o controle populacional de uma série de espécies em todo o mundo. Os cientistas esperam ainda que ela desperte nas pessoas a consciência da preservação ambiental, já que estamos vivendo um período de extinção em massa de seres vivos.


Por enquanto apenas em inglês e francês, a Enciclopédia da Vida pode ser acessada no seguinte endereço: http://www.eol.org/


Fonte: Veja

O reitor da Uerj, Professor Ricardo Vieiralves assinou convênio com a prefeitura do Rio de Janeiro que instituiu o Centro de Referência do Carnaval (CRC). O projeto será instalado no Centro Cultural da UERJ, vinculado ao departamento cultural (Decult) da sub-reitoria de extensão e cultura da universidade. O objetivo do centro é ser um espaço de articulação do pensamento acadêmico sobre o tema carnaval em suas diversas manifestações no Brasil e no mundo.


– Sua localização não poderia ser mais perfeita. O Centro Cultural da Uerj fica no Campus Maracanã, vizinho à Mangueira, Vila Isabel, Tijuca, Andaraí, bairros que contam a história do samba no país - comentou a professora Regina Henriques.


O professor Ricardo Gomes Lima, diretor do Decult explica:


–  O CRC vai ser um espaço de pesquisas e ações sobre uma noção de carnaval que extrapola a festa televisionada dos grandes centros urbanos no Brasil. O projeto também vai abranger as manifestações do interior do país, e de outras nações também. O carnaval de Nice, na França, o de Nova Orleans, nos EUA entre outros.


O coordenador do projeto, Professor Felipe Ferreira, do Instituto de Artes, cedeu os exemplares que farão parte do acervo da Biblioteca do Carnaval Fernando Pamplona, única do gênero no Brasil.


A biblioteca foi batizada em homenagem ao ex-diretor da Escola de Belas Artes da UFRJ e uma das mais importantes figuras do meio cultural brasileiro, tendo sido responsável pelo estreitamento dos laços entre a academia e a festa carnavalesca na década de 60.


O CRC também implantará um site com banco de dados reunindo textos integrais de teses e artigos sobre o carnaval, além de outros dados. Também será publicada a Revista Estudos do Carnaval, que terá por finalidade fixar-se como principal veículo acadêmico de divulgação e discussão da festa carnavalesca e temas correlatos.


Está prevista ainda a criaçao do Prêmio Eneida de Moraes que incentivará a publicação de textos acadêmicos sobre o tema.


Fonte: Correio do Brasil

O British Museum renovou o seu site, passando a disponibilizar on-line uma parte dos seus arquivos. Por enquanto já é possível aceder a 275 mil dos artigos do museu


Arquivo do British Museum colocado on-line

O British Museum renovou o seu site, passando a disponibilizar on-line uma parte dos seus arquivos


Numa primeira fase o museu virtual vai permitir o acesso a cerca de 275 mil dos mais de sete milhões de artigos que fazem parte da colecção, que cobre dois milhões de anos de História.


Nos próximos meses está prevista a disponibilização do restante acervo do British Museum.


Em declarações ao portal VNUNet o responsável pela área dos novos Media do museu, Matthew Cock, refere que o objectivo desta iniciativa é dar aos seus visitantes uma experiência mais completa em relação ao espaço.


«O site não é só uma mera fonte de informação do museu, mas um verdadeiro olhar sobre a colecção e uma extensão natural do nosso principal propósito», conclui.


Além do arquivo do museu as novidades do site incluem a possibilidade de compra de bilhetes e artigos da loja do British Museum e uma secção para crianças.


Fonte: Sol


A ideia para a criação desta biblioteca partiu de três docentes ligados à UBI e ganhou forma no ciberespaço.


Trata-se de uma ferramenta aberta a todos, em especial a alunos e interessados pela área.


Já está criada e disponível para quem queira consultar a primeira biblioteca on-line de Filosofia em língua portuguesa. A LusoSofia "Sabedoria em Português" surgiu através da vontade de António Fidalgo, presidente da Unidades de Artes e Letras da UBI, Artur Morão, investigador do Centro de Estudos de Filosofia da Universidade Católica e colaborador do Instituto de Filosofia Prática da UBI e José Rosa, docente da UBI e investigador do IFP.


Identificada a necessidade de um espaço onde estivesse vertido um repertório de textos clássicos significativos, sobretudo já no domínio público, a partir das línguas originais e procedentes de todas as épocas, relativos aos temas fundamentais da reflexão filosófica, chegámos à conclusão de que tínhamos de criar esta biblioteca, explica José Rosa. Os três investigadores contaram com a colaboração de Catarina Moura para o design da página e de Marco Oliveira para toda a estrutura informática.


Surge assim este sítio onde estão disponíveis cerca de 150 artigos, todos em português e onde se esperam muitos mais. De forma a criar uma espécie de simpósio universal que acolhe diferentes tipos, tendências e estilos de filosofar, onde se descobrirá decerto a marca e o estigma de tempos e mundos diversos, mas também uma espécie de vitória sobre o tempo devido à premência e à perenidade das questões, adianta o investigador do IFP.


Neste conjunto de textos vão também ter lugar teses de mestrados e doutoramento, ensaios e dissertações ou outros estilos e géneros. Temos também espaço para artigos e recensões, esclarece o docente da UBI. Dentro em breve José Rosa garante que vão também ser colocadas várias teses e textos produzidos na UBI. Até porque existe uma vasta área de intervenção na filosofia que pode ir desde a epistemologia, à ética, à política, aos estudos de história, da estética, etc..


Este é um projecto inovador que visa também apoiar os alunos da área, não só os alunos de filosofia da UBI, mas também de outras instituições. Mas é um projecto que tem também como objectivo dará conhecer a filosofia da UBI e na UBI, sublinha Rosa. Esta nova ferramenta que é sem dúvida uma janela aberta para outros horizontes, vai contar com a colaboração de alunos da UBI, no âmbito do mestrado em filosofia que podem incluir ali os seus trabalhos.


Com o lema Ex Herminiis, Invitatio Ad Lucem ? A partir dos Montes Hermínios, um convite para a Luz, os promotres esperam agora conseguir criar um lugar de diálogo, de saudável, de conspiração e respiração intelectual ao serviço da comum e recíproca ilustração, da colação enriquecedora e da pesquisa entusiasta. Oferecem assim um espaço à publicação de trabalhos pessoais, recensões de obras relevantes, anotações temáticas, comentários, resumos de textos, com a finalidade exclusiva de promover o interesse, o rigor e o amor pela inteligência e pela pertinência pública da racionalidade filosófica.


Fonte: Universia Portugal




O Google está testando nos Estados Unidos um serviço que deve permitir que as pessoas armazenem e consultem suas informações médicas. A idéia é que, com a ferramenta, os usuários possam controlar esses dados e interagir com médicos, centros de saúde e farmácias.


Na interface mostrada pelo Google, há seções para áreas como notícias, interação entre drogas, condições de saúde, remédios, alergias, imunização, procedimentos médicos e resultados de exames. Os internautas poderão, por exemplo, armazenar imagens de raio-X no banco de dados da internet.


O sistema deve conectar o usuário a pesquisas disponíveis na internet sobre algum problema que ele possa ter e o notifica sobre perigos como interações entre remédios.


A ferramenta está sendo testada em cerca de 1.370 voluntários na Cleveland Clinic, um centro médico sem fins lucrativos nos Estados Unidos. Ainda não há prazo para que o serviço esteja disponível para o público final.


Segundo o executivo-chefe do Google, Eric Schmidt, o sistema não terá anúncios publicitários. A idéia é que as pessoas passem a usar mais o sistema de buscas da empresa para procurar informações relativas ao assunto.


De acordo com o Google, pesquisas mostram que, cada vez mais, as pessoas confiam mais no que elas vêem on-line do que no que elas ouvem de seus médicos. O objetivo é, então, dar mais controle aos internautas a respeito de sua própria condição de saúde.


Para acessar o banco de dados, os usuários receberão login e senha. "A informação no seu arquivo de saúde é sua e não será compartilhada com ninguém sem sua permissão". afirmou Schmidt.


Fonte: Folha Online

Data: 11 de março de 2008, das 19h30 às 21h00
Local: Fundação Armando Alvares Penteado - Faculdade de Engenharia - Faculdade de Computação e Informática
Rua Alagoas, 903 Prédio 3 Higienópolis São Paulo, SP
Informações e Inscrições: (inscrições gratuitas)
Site: www.faap.br/faculdades/tecnologia_2007
Telefone: (11) 3662-7391
e-mail: fci.divulgacao@faap.br
Palestrante: Francisco Carlos Paletta

Contagion: Historical Views of Disease and Epidemics

 

Historical Views of Diseases and Epidemics

 

Biblioteca Digital - Contágio: visão histórica de Doenças e Epidemias

 


Recém criada pelo Programa "Open Collections" das Bibliotecas da Universidade de Harvard oferece um conjunto de recursos das bibliotecas de Harvard com informações para estudantes da história da medicina e pesquisadores que buscam um contexto histórico para a epidemiologia atual.

 

Possui cópias digitalizadas de livros, periódicos, folhetos e manuscritos totalizando mais de 500 mil páginas de materiais visuais, tais como: placas, gravuras, mapas, gráficos, e outras ilustrações.

 

Período coberto: 1494 até 1948

 


 

Acesse: http://ocp.hul.harvard.edu/contagion/