Grupos

Com objetivo de auxiliar o trabalho de organizações sociais, operadores de políticas públicas, pesquisadores e jornalistas, a Universidade da Amazônia lançará nesta quinta-feira (29), às 8h30, o novo site do projeto de extensão Sala de Situação da Criança e do Adolescente (SIT), na sala JP 13, no campus profissional da Universidade Federal do Pará. A programação faz parte do Fórum Social Mundial e está aberta a todos os interessados.


A SIT consiste em dois bancos de dados e informações na área da infância e da adolescência. O primeiro é um levantamento de mais de 1.100 obras e pesquisas sobre essa temática. O segundo apresenta fontes disponíveis na Internet e que podem ser utilizadas em pesquisas e reportagens. O site pode ser acessado pelo endereço eletrônico www.unama.br/sit.


“Por exemplo, se um estudante ou um repórter estão realizando uma investigação sobre Aids em crianças, eles poderão ter acesso em nossos bancos de dados a livros, pesquisas e fontes de dados estatísticos sobre esse assunto”, explica a coordenadora do projeto, professora Danila Cal.


A divulgação da Sala de Situação no Fórum Social, segundo Danila, é importante para que várias entidades governamentais e não-governamentais conheçam essa ferramenta que contribui com a garantia dos direitos da criança e do adolescente.
 
 

Já pensou em encontrar um acervo completo de filmes reunido em um único lugar? O site Find any Film organizou cerca de 30 mil produções em 20 gêneros diferentes. O site é produzido pelo Conselho Cinematográfico do Reino Unido.
 
Navegando na página, você poderá encontrar a sinopse do filme, se ele está disponível no cinema, televisão, DVD, Blu-ray, vários outros formatos e fotos promocionais. O objetivo do site é diminuir o conteúdo pirata na rede. Também é possivel enconrtar trailers e futuros lançamentos.
 

O funcionário da UnB (Universidade de Brasíilia) Efrain Maciel e Silva é o criador do site Boletim Educação Física, que recebeu o 1º lugar no Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social, promovido pelo Ministério do Esporte, na categoria Novas Mídias.
O site contém a principal biblioteca digital de teses e dissertações de pesquisadores brasileiros na área. Há mais de 2 mil trabalhos disponíveis para downloads, que já ultrapassaram a marca de 1 milhão.
 
Com a iniciativa, Silva espera socializar o conhecimento. "A ciência só vai atingir seu propósito se for divulgada", diz. A cerimônia de premiação ocorre no dia 17 de fevereiro, em Brasília.
 

USP entre as 100 mais

15:12 @ 05/02/2009

USP entre as 100 mais

Universidade de São Paulo sobre 26 posições e é considerada a 87ª melhor do mundo pelo ranking Webometrics, que avalia conteúdos publicados na internet (foto: USP)
 
 
A Universidade de São Paulo (USP) foi considerada a 87ª melhor universidade do mundo pelo ranking Webometrics. Das 500 instituições citadas, a USP, que registrou o crescimento de 26 posições em relação à lista divulgada em julho de 2008, está classificada em primeiro lugar dentre as universidades brasileiras.
 
 
A metodologia do ranking considera as análises quantitativas de conteúdos disponibilizados na web, especialmente aqueles relacionados a processos de geração e comunicação acadêmica de conhecimento científico, avaliando as atividades científicas, o desempenho e o impacto.
 
 
As dez primeira posições no Webometrics são ocupadas por instituições dos Estados Unidos. São, pela ordem: Instituto de Tecnologia de Massachusetts e as universidades Stanford, Harvard, Califórnia em Berkeley, Cornell e Michigan, o Instituto de Tecnologia da Califórnia, e as universidades de Minnesota, Illinois e Texas.
 
 
Dos países latino-americanos a Universidade Autônoma do México ficou em primeiro, em 44º na lista geral. Depois da USP, entre as 300 maiores do mundo, vem a Unicamp (159º), a Universidade do Chile (234º), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (285º) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (299º).
 
 
A USP também aumentou em dez postos a sua colocação entre os 300 repositórios mais pesquisados no mundo. A segunda edição do o Ranking Web of World Repositories coloca a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP na 76ª posição.
 
 
Ambas as pesquisas, iniciativas do Cybermetrics Lab, grupo de pesquisa pertencente ao Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), órgão espanhol de pesquisa pública, são divulgadas duas vezes por ano, em julho e em janeiro. Mais de 16 mil instituições de ensino superior pelo mundo foram analisadas.
 
 
 
 
 

 

CEDRO quiere que el buscador abone las compensaciones acordadas por haber escaneado libros sin respetar los derechos de autor.

 

El proyecto de Google de lograr una gran biblioteca digital mundial, Google Books, ha chocado desde sus inicios con el colectivo de editores y autores, que temían que el buscador se aprovechase de sus libros para ponerlos a disposición de los usuarios de forma online. Por ello, Google se comprometió a abonar una indemnización a los titulares de derechos de las obras que hubiesen sido digitalizadas sin autorización previa, independientemente de su nacionalidad, y seguir llevando a cabo el proyecto.

Basándose en esto, CEDRO se ofrece como representante de las reclamaciones de los autores y editores españoles que puedan beneficiarse del acuerdo de Google, haciendo las gestiones necesarias para reclamar en su nombre las compensaciones que les pudieran corresponder.

La Universidad de Alicante, Banco Santander y la Fundación Marcelino Botín sostienen un proyecto que sirve más de 680 millones de páginas a internautas


 

La Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes ha inaugurado un portal en Internet dedicado al polígrafo, historiador y erudito santanderino Marcelino Menéndez Pelayo (1856-1912). El proyecto es un paso más dentro de las nuevas tecnologías destinado a acercar la figura del pensador, considerado el «fundador de la historia de la filosofía y el pensamiento español, y creador de la historia de la literatura española».

 

La biblioteca Cervantes, con sede en la Universidad de Alicante, ha establecido la dirección www.cervantesvirtual.com/bib_autor/mmenendezpelayo donde se puede encontrar buena parte de su obra.
Este portal es fruto del convenio suscrito el pasado año entre la Real Sociedad Menéndez Pelayo y la Fundación Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes. El autor de los Heterodoxos fue miembro de la Real Academia Española y de las de Ciencias Morales y Políticas, Historia y Bellas Artes de San Fernando, además de director de la Biblioteca Nacional de España y de la Real Academia de la Historia, candidato para el Premio Nobel, diputado en Cortes y senador. Entre su ingente obra la plataforma virtual destaca títulos como 'Historia de los heterodoxos españoles', 'Historia de las ideas estéticas en España', 'Estudios sobre el teatro de Lope de Vega', o 'Los orígenes de la novela'. Esta nueva sección, coordinada por Borja Rodríguez Gutiérrez, alberga gran parte de ese trabajo, además de su epistolario, sus discursos, muestras de su producción poética e, incluso, enlaces en los que se recopilan las referencias más importantes sobre el autor en Internet. La Biblioteca Cervantes, creada en julio de 1999 por la Universidad de Alicante, Banco Santander y la Fundación Marcelino Botín, tiene como fin la difusión de la literatura y las letras hispanoamericanas en el mundo. Ofrece a través de la red de redes libre acceso a sus fondos, y desde que se creó ha servido más de 680 millones de páginas a internautas de todo el mundo.

 

Las dos entidades, Banco Santander, a través de su División Global Santander Universidades, y la Fundación Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, patrocinan también la Biblioteca Digital de la Universidad Internacional Menéndez Pelayo, uno de los proyectos más importantes de cara a la proyección y desarrollo de la institución académica. El patrocinio, según avanzó este periódico, se centra en una aportación de 600.000 euros en seis años. La Biblioteca Digital está estructurada en cuatro fases y en ella están implicadas numerosas entidades.

 

 

Fonte: El Diario Montanes

Noam Cohen
 
Em 2002, o Google começou a beber o milkshake do mundo dos livros. Na época, segundo a história oficial do gigante de buscas na web, ele começou um "projeto secreto de livros". Hoje, o projeto é conhecido como Pesquisa de Livros do Google e, com o suporte de um acordo jurídico, promete transformar a forma pela qual a informação é coletada: quem controla a maioria dos livros; quem tem acesso a esses livros; como o acesso será vendido e alcançado. Em outras palavras, haverá sangue.
 
 
Como os barões do petróleo no final do século XIX, o Google está sedento por uma matéria-prima vital - conteúdo digital. Nas palavras de Daniel J. Clancy, diretor de engenharia da Pesquisa de Livros do Google, "o núcleo do nosso negócio é busca e descoberta, e buscas e descobertas melhoram com mais conteúdo."
 
Ele pode mesmo soar como um prospector de petróleo quando afirma que o Google começou seu esforço de digitalizar milhões de livros "porque há uma quantidade imensa de informação disponível por aí," acrescentando posteriormente, "e não vimos ninguém mais fazendo isso."
 
Mas existe uma distinção crucial. Diferente de Daniel Plainview, o anti-herói do filme Sangue Negro (There Will Be Blood), interpretado por Daniel Day-Lewis, que gargalha ao descrever como seu equipamento pode sugar o petróleo submerso da propriedade de outras pessoas - beber seus milkshakes, se preferir -, os originais dos livros copiados pelo Google continuam a existir.
 
Em vez disso, a "propriedade" sendo invadida é representada por direitos autorais e outros tipos de posse. Haverá processos.
 
Na última edição da New York Review of Books, Robert Darnton, dirigente do sistema de bibliotecas de Harvard, escreve sobre o acordo jurídico do Google com a paixão de um militante na ditadura. "O Google vai desfrutar de algo que pode apenas ser chamado de monopólio - um novo tipo de monopólio, não de ferrovias ou aço, mas de acesso à informação," escreve Darnton. "O Google não tem competidores sérios."
 
Acrescenta, "apenas o Google tem o dinheiro para digitalizar em grande escala. E através do acordo com autores e editoras, ele pode explorar seu poder financeiro protegido por uma barreira legal, já que a ação pública cobre a classe inteira de autores e editoras."
O Google está certamente solidificando uma posição dominante no mundo dos livros ao digitalizar as maiores coleções do planetao. Ele conta com um princípio matemático básico: não importa quantos volumes Harvard ou Oxford tenham, nenhuma dessas universidades tem mais que Oxford, Harvard, Michigan e outras juntas.
 
Segundo Darnton, o acordo (que o juiz ainda precisa aprovar) "vai dar ao Google o controle sobre a digitalização de praticamente todos os livros protegidos por direitos autorais nos Estados Unidos."
 
Enquanto o Google possuir um conjunto de milhões de livros que apenas ele pode oferecer ao público, argumenta, ele terá um monopólio a ser explorado. Você quer aquela dissertação de 1953 sobre o planejamento do Estado alemão? Terá de pagar. Ou, algo mais sério, sua biblioteca quer acesso irrestrito a esses milhões de livros? Terá de adquirir assinatura.
 
Apesar de Harvard ter permitido que o Google digitalizasse suas obras de domínio público, a universidade ainda não concordou com o desfecho legal. "Ao contrário de muitos relatos, Harvard não rejeitou o acordo," escreveu Darnton por e-mail, no qual disse que seu artigo "não tem a intenção de atacar o Google." "Ela está estudando a situação enquanto o acordo proposto avança nos processos do tribunal."
 
Para acadêmicos que acompanham a natureza dinâmica do conteúdo da internet, sem mencionar os funcionários do Google, a idéia do Google como um barão industrial é fantasiosa. O Google não tem interesse em controle de conteúdo, disse Clancy, e nos poucos casos em que cria seu próprio conteúdo - mapas ou informação financeira, por exemplo - ele procura torná-lo disponível gratuitamente.
 
Eben Moglen, professor de Direito de Columbia e ativista do conteúdo aberto, coloca da seguinte forma: se a briga pela digitalização de livros fosse uma de fabricantes de carroça contra montadoras automobilísticas, o Google seria a rodovia.
 
Para aqueles que escrevem sobre a importância da Pesquisa de Livros do Google - e um pequeno grupo a respeito tem se formado online nesses poucos meses - não é o papel do Google como dono do conteúdo que os preocupa. Nem a digitalização em si: é a centralização - e homogeneização - da informação.
 
Para Thomas Augst, professor de Inglês da Universidade de Nova York que estuda a história das bibliotecas, inclusive aquelas do passado que funcionavam como negócios, o significativo é que a digitalização de livros está acabando com a distinção entre bibliotecas circulantes, direcionadas ao público, e bibliotecas de pesquisa, direcionadas a acadêmicos. Mas não é como se qualquer um do público pudesse entrar na biblioteca de Harvard.
 
"Uma forma de olhar o que o Google está fazendo," disse, "é que ele está aumentando a circulação de livros e diminuindo essas diferenças." Como resultado final, o acordo para ação pública de direitos autorais digitais tem potencial para tornar as bibliotecas físicas novamente relevantes. Cada biblioteca pública terá um computador com acesso completo à Pesquisa de Livros do Google, um serviço que viria como parte de uma assinatura paga.
Uma das preocupações de Darnton é que apenas um computador talvez não seja suficiente para satisfazer a demanda do público. Mas Augst já vê um grande benefício.
O Google está "criando uma nova razão para visitar bibliotecas públicas, o que acho fantástico," disse. "Bibliotecas públicas têm função comunitária, uma função simbólica que só pode se realizar se as pessoas estiverem lá."
 
Tradução: Amy Traduções
The New York Times
 
Fonte: Tecnologia Terra

Há muitos anos que o acesso a milhares de livros, músicas, pinturas, fotografias, vídeos, pesquisas científicas, artigos e outras formas de mídia é possível e facilitado pela internet. Sendo que muitas vezes esse acesso acontece de forma ilegal. Porém há um portal que disponibiliza todo o seu acervo de forma gratuita e dentro da legalidade. Trata-se do Domínio Público, uma biblioteca digital da Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação do Brasil, que possui mais de 106 mil obras cadastradas em textos, sons, imagens e vídeos.
 
O portal, desenvolvido em software livre, iniciou suas atividades em novembro de 2004 e todo o seu acervo é constituído por obras de domínio público ou cedidas pelos titulares dos direitos autorais. Até o mês de janeiro de 2009, já registrou mais de 15,2 milhões de visitas, tornando-se um referencial entre as bibliotecas virtuais.

 
Os internautas têm acesso a romances, crônicas e poesias de autores brasileiros e estrangeiros representativos da literatura universal e de todas as épocas, como também a livros e publicações em diferentes áreas da produção do conhecimento, como filosofia, história e ciências, além de teses e dissertações.

 
O acervo de imagens abrange fotografias documentais e registros da população, arquitetura e natureza do Brasil, além da história econômica, política, social e cultural do país, em épocas distintas. Mapas históricos, topográficos, geoeconômicos, políticos e populacionais do Brasil também estão disponíveis, além do registro fotográfico de pinturas, gráficos e esculturas de museus mundo afora. 

O portal possui também gravações fonográficas antigas e atuais que representam os diversos ritmos musicais e as canções populares do Brasil, assim como músicas de compositores estrangeiros, representativos da cultura universal, e registros de orquestras sinfônicas.
 
Os usuários ainda têm acesso a programas produzidos pela TV Escola do MEC com documentários sobre cultura, sociedade, economia e política brasileiras; entrevistas com personalidades de destaque nos planos cultural, artístico e científico; e filmes representativos da cinematografia nacional.

 
As obras que mais se destacam e são acessadas no portal são os livros de Machado de Assis (obra completa); poesias de Fernando Pessoa; as publicações traduzidas para português do dramaturgo inglês William Shakespeare; as pinturas de Leonardo Da Vinci; o livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri; músicas eruditas, canções de blues, jazz, música contemporânea e hinos brasileiros em arquivo de mp3 de alta qualidade; e os programas em vídeo da TV Escola.

 
Ao disponibilizar o seu conteúdo de forma livre e gratuita, o portal Domínio Público busca incentivar a socialização e compartilhamento do conhecimento, estimulando a realização de estudos e pesquisas por parte de professores, alunos e cidadãos.
 

COLABORANDO 

Aos interessados em aumentar e atualizar o acervo do portal e, dessa forma, propagar o conhecimento, é possível colaborar com o site de vários modos, como digitalizando materiais de domínio público e enviando-os para o site, cedendo direitos autorais dos quais sejam detentores, disponibilizando obras de suas autorias, seja ela música, fotos, ilustrações ou trabalhos audiovisuais, ou traduzindo obras encontradas no portal, mas que ainda não estejam em língua portuguesa.
 
O acesso ao portal Domínio Público é feito pelo site
www.dominiopublico.gov.br.  
 
 

'Repositório Digital' já abriga 11 mil ítens, entre livros, artigos e outro documentos na íntegra

 
Já está disponível, na internet, um substancial banco de dados da produção intelectual da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O "Repositório Digital" da Embrapa já abriga 11 mil itens, entre livros, artigos e outros documentos digitais na íntegra, incluindo formatos de texto, imagem e som.


O Repositório foi desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária, em parceria com o Comitê Permanente (CP) do sistema de bibliotecas da empresa (Ainfo).


A ferramenta disponibiliza, por meio eletrônico, os textos integrais dos trabalhos técnico-científicos gerados pela pesquisa, editados e publicados pela Embrapa. Com esse sistema, os usuários terão maior facilidade na recuperação e acesso aos textos disponíveis na Base de Dados da Pesquisa Agropecuária (BDPA).


O conhecimento gerado por todas as unidades da Embrapa pode ser acessado pelo link www.repdigital.cnptia.embrapa.br.
 
 
Fonte: O Estado de S. Paulo

Biblioteca digital de la cultura EuropeaLa Comisión Europea lanzó el pasado 20 de noviembre el portal Europeana.eu que constituye el primer paso para la biblioteca digital europea. Los fondos actuales de la iniciativa están constituidos por dos millones de objetos culturales entre textos, fotografías, vídeos, mapas, manuscritos, pinturas, periódicos y documentos históricos de archivo, aportados por instituciones culturales de los 27 miembros de la Unión Europea.
 
 
El proyecto que fue presentado en Bruselas, es financiado en un 80 por ciento con fondos de la Unión y tiene como objetivo ofrecer acceso a los recursos culturales y científicos de Europa, a partir de los bienes culturales procedentes de las bibliotecas públicas, museos, archivos históricos, hemerotecas, etcétera. Se espera que para el año 2010, los usuarios potenciales, calculados en 500 millones por la Comisión Europea, accedan a 10 millones de registros.

 
 
Una misión que le ha sido encargada a la Biblioteca Nacional de los Países Bajos y para la cual se tiene propuesto que los Estados miembros apoyen mediante la cooperación, el estimulo de iniciativas que reúnan el contenido digital existente y la digitalización del patrimonio cultural y científico.


En España para atender la solicitud creó durante el año 2007 por orden ministerial la
Comisión Española sobre la digitalización y la accesibilidad en línea del material cultural y la conservación digital, como grupo de trabajo.

Europeana fue uno de los temas relevantes que se abordó durante el pasado 16, 17 y 18 de noviembre en el Forum la Cultura, factor de crecimiento, impulsado por el gobierno de Sarkozy en el marco de la presidencia francesa de la Unión. En este evento celebrado en Aviñón, Francia, se discutió además cómo las inversiones en la cultura contribuyen no sólo a la protección de la diversidad y a la defensa de los valores de civilización, sino también a la creación de riquezas para los habitantes y a una mejor comprensión de los valores.


Todo el proyecto de la biblioteca digital europea, está sentado sobre las bases del respeto a los derechos de autor que se encuentren vigentes sobre las obras que pondrán a disposición en la red
 
 
Fonte: ODAI

UnescoEl proyecto, que se espera estará listo a partir de 2009, fue posible gracias a un convenio firmado entre la Unesco y la Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos en octubre de 2007. Con esto se digitalizarán materiales que provienen de varias bibliotecas e instituciones culturales de diferentes sitios del mundo.  Como una muestra del respeto al derecho de autor sólo se publicarán  materiales de dominio público. Entre ellos se cuentan manuscritos, mapas, libros, partituras musicales, grabaciones sonoras, filmes, grabados y fotografías.


Ya se presentó un prototipo de la Biblioteca Mundial Digital ante delegados de los Estados Miembros de la UNESCO. Además de la Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos y la UNESCO, participaron en el proyecto otras cinco instituciones: la Biblioteca Alexandrina, la Biblioteca Nacional de Egipto, la Biblioteca Nacional de Brasil, la Biblioteca Nacional de Rusia y la Biblioteca Estatal Rusa.
 
El prototipo está disponible en los seis idiomas oficiales de las Naciones Unidas (árabe, chino, español, francés, inglés y ruso) y en portugués. El sistema de búsqueda permite realizar una navegación entre los materiales con información acerca del lugar, la fecha, el tema  o la institución participante.

La Biblioteca Digital Mundial surge como un mecanismo para promover el entendimiento entre las naciones y las culturas, incrementar la calidad y diversidad de los contenidos culturales y contribuir a la educación. La Federación Internacional de Asociaciones de Bibliotecarios y Bibliotecas (IFLA) ha participado en la organización del proyecto a través de expertos y especialistas en el tema provenientes de más de 40 países.


En palabras del director general de la UNESCO Koichiro Matsuura “Las bibliotecas son protagonistas clave de los esfuerzos encaminados a garantizar el acceso de todos a la información y edificar las sociedades del conocimiento”. “Estamos muy satisfechos por la excelente y duradera colaboración establecida con la Biblioteca del Congreso para llevar a cabo una labor innovadora encaminada a salvaguardar la memoria del mundo y ponerla al alcance de todos”.


Entre los objetivos más importantes del proyecto aparece el de crear capacidades en el ámbito de la digitalización de materiales de archivos y bibliotecas para los países en desarrollo. Con esto se busca que todas las naciones y regiones puedan participar en la Biblioteca Digital Mundial y estar representados en ella.


El proyecto hace parte de las labores emprendidas por la Unesco con su Programa Memoria del Mundo. La finalidad del programa es preservar el patrimonio documental y reflejar la diversidad de lenguas, pueblos y culturas del mundo, como un espejo del mundo y de su memoria. Se pretende preservar los fondos de archivos y bibliotecas del mundo entero y garantizar su difusión universal, con miras a impedir la propagación de la amnesia colectiva.


La Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos fue fundada en 1800, y es la institución federal de índole cultural más antigua de este país. Es la biblioteca más grande del mundo con un fondo que comprende más de 134 millones de libros y documentos en más de 450 idiomas. Materiales conservados en todo tipo de soportes y formatos integran sus colecciones de importancia universal
 
 
Fonte: ODAI

Mais de 25 mil registros serão difundidos pela web, incluindo vídeos, livros, periódicos, catálogos e folhetos de arte.
 
 
A Fundação Memorial da América Latina lançará na próxima sexta-feira (13/02) a Biblioteca Virtual da América Latina (BV@L). O projeto mostra a coleção de vídeos e do acervo bibliográfico da Biblioteca Latino-Americana Victor Civita, especializado em artes e humanidades que tem mais de 25 mil registros.

A BV@L usa a tecnologia BVS (Biblioteca Virtual em Saúde), desenvolvida pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), obtida por parceria com a FAPESP.


A função da BV@L será a promoção da integração dos países latino-americanos por meio da reflexão sobre a informação cultural disponível nos países do continente.


A biblioteca virtual está sendo lançada com algumas bases bibliográficas, e todo o acervo da Biblioteca Victor Civita já está indexado. Uma série de diretórios indica o que está ocorrendo atualmente no continente na área cultural.


Os mais de 25 mil registros do acervo bibliográfico da Biblioteca do Memorial são compostos por livros, periódicos, folhetos de arte, catálogos e recortes de jornais. Há também mais 10 mil itens pertencentes à coleção André Franco Montoro, do Instituto Latino-Americano (Ilam).
 


A Biblioteca Victor Civita reúne ainda mais de 2 mil registros de vídeos de ficção e documentários da produção cinematográfica mundial.


O portal também oferece os diretórios de países, de sites e de eventos, bem como as seções “Memorial na mídia”, “Acervos especializados”, “Bases de dados”, “Feiras de livros”, “Jornais eletrônicos” e “Revistas eletrônicas”.

* Com informações da Agência Fapesp
 
 
 
Fonte: IDG Now

forensepedia 

Forensepédia é uma enciclopédia jurídica colaborativa. Todos podem usá-la e editá-la. Ela foi estruturada e lançada com a missão de contribuir para com o livre fluxo de conhecimento jurídico no Brasil e no mundo, valendo-se da colaboração em massa como a sua principal ferramenta. Acreditamos que esta enciclopédia representa uma resposta a dois fatos principais: a crescente demanda por conteúdo jurídico acessível e de qualidade; e a existência, em toda parte, de pessoas com muito conhecimento jurídico não difundido. Isto faz da Forensepédia um ambiente propício à criação colaborativa de conteúdo jurídico, sendo importante mencionar que este conteúdo está sob uma licença livre. Portanto, seja muito bem-vindo(a) e sinta-se à vontade para utilizar a Forensepédia!
 
 
 
via grupo bibamigos

Até US$ 125 milhões serão distribuídos entre os escritores
 
Por Stella Dauer
 
Desde que começou a escanear milhares de livros, a Google vem enfrentando uma série de problemas. Para acalmar qualquer autor que possa reclamar, a empresa resolveu pagar pelas imagens dos livros impressos.
 
Segundo site The Inquirer a Google resolveu separar US$ 125 milhões de sua verba para pagar pelas imagens que serão digitalizadas de velhos livros, além de poderem inserir anúncios nos novos produtos.
 
A empresa pretende entrar em contato com todos os autores e editores para avisar que estão aptos a receber uma quantia de US$ 60 em uma taxa única, e mais 63% dos lucros gerados com a venda dos livros no site Google Book Search. Para digitalizações parciais, uma taxa entre US$ 5 e US$ 15 será paga, noticiou o site TechCrunch
 
A Google está digitalizando o acervo de grande bibliotecas, como a Biblioteca Pública de Nova Iorque e as bibliotecas das universidades de Stanford e Harvard. Após escaneados, os livros tem 20% de seu conteúdo expostos para consulta ou venda, com conteúdo encontrável pela já famosa ferramenta de busca da empresa.
 
Os donos dos direitos autorais dos livros que serão escaneados têm até o dia 5 de janeiro de 2010 para requisitar seu acordo e pagamento junto à Google.
 
Fonte: Geek

Por Ruy J. G. B. de Queiroz
 
Parece um sonho iluminista, mas em breve deverá estar concretizada uma das mais nobres missões tecnológicas: disponibilizar o conhecimento humano ao acesso universal. O projeto de digitalização de livros da Google já dispõe de um acervo de mais de 7 milhões de obras digitalizadas, das quais 5 milhões ainda estão protegidas por direitos autorais mas se encontram esgotadas. 
 
Aos autores que assinarem o Acordo de direitos autorais da Pesquisa de Livros da Google (“Google Book Search”), ao qual a Justiça americana concedeu aprovação preliminar em 14/11/08 e marcou para 11/06/09 uma audiência para determinar se o Acordo receberá aprovação final, isso significa uma oportunidade inusitada de ganhar algum dinheiro por obras que já estavam fora de circulação comercial há anos. Para estudiosos o projeto é alvissareiro: desde que a Google começou a digitalizar livros impressos há cerca de 4 anos, pequisadores e curiosos em geral têm tido acesso a um verdadeiro baú-do-tesouro de informações que havia permanecido trancado em  prateleiras poeirentas de bibliotecas e em sebos e antiquários de livros.
 
Segundo Dan Clancy, diretor de engenharia do projeto, todo mês usuários visualizam pelo menos 10 páginas de mais da metade dos 1 milhão de livros sem proteção de direitos autorais que a Google já tem digitalizados em seus servidores.
 
Infelizmente, nem tudo são flores. Em seu recente artigo no Wall Street Journal (“Few Free Books in the Google Library”), Marisa Taylor lembra que apesar de toda a cobertura que o projeto tem tido da mídia, pouca atenção tem sido dedicada ao fato de que, sob o Acordo, bibliotecas e seus visitantes podem começar a ter que pagar para ter acesso a alguns livros. Isso porque toda biblioteca signatária do Acordo terá direito a um “terminal de acesso público” através do qual seus visitantes podem ver todo o material digital sem pagar. Mas fora desse terminal, os usuários somente poderão ver cinco páginas consecutivas ou 20% de uma obra protegida por direitos autorais que não esteja mais disponível comercialmente.
 
Para ver o restante do material, a biblioteca ou o usuário terá que pagar uma taxa ainda a ser determinada para cobrir os custos de digitalização da Google, e talvez permitir que autores e editoras aufiram algum lucro. A Google diz não esperar que essa receita contribua significativamente para sua “linha de fundo”:  “Não achamos necessariamente que isso poderia dar lucro,” disse Sergey Brin, co-fundador e presidente de tecnologia numa entrevista na própria Google em Mountain View. “Apenas sentimos que isso é parte de nossa missão principal. Há informação fantástica em livros.
 
Frequentemente quando faço uma busca, o que encontro num livro está milhas à frente do que acho num portal da internet.” Boa parte da receita será gerada através de venda de anúncios nas páginas da internet onde aparecem os trechos do livro digitalizado, através de assinaturas pagas por bibliotecas e outros pelo acesso a um banco de dados de todos os livros digitalizados disponíveis na coleção da Google, e através de vendas do acesso digital a livros protegidos por direitos autorais a indivíduos. A Google ficará com 37% da receita, e 63% caberá às editoras e aos autores.
 
O alcance do projeto da Google tem tudo para ser enormemente ampliado: em 05/02 a empresa anunciou que as obras em domínio público já digitalizadas (cerca de 1,5 milhões de livros) deverão estar acessíveis a partir de aparelhos celulares como o iPhone e o G1. No mesmo dia a Amazon  declarou que estava trabalhando para disponibilizar o acesso aos títulos digitalizados e legíveis pelo Kindle (leitor de livro eletrônico, ou o que se pode chamar de “iPod de livro”), que somam cerca de 230 mil obras, a partir de diversos modelos de celulares.
 
Trata-se de uma combinação auspiciosa: se por um lado os livros em domínio público disponibilizados pelo Google Book Search não devem vir a ser os mais populares, pois são obras mais antigas sobre as quais os direitos autorais já expiraram, o acervo do Kindle inclui diversos lançamentos e muitos “best-sellers” atuais.
 
Como há muito em jogo, e algumas indefinições não ajudam (o sistema de atribuição de preços a ser adotado pela Google, e o possível exagero nas restrições ao acesso), muita controvérsia permanece, levando os mais radicais a chamar o Acordo de “pacto com o demônio.”
 
Recentemente, num artigo intitulado “Google and The Future of Books” no New York Review of Books, Robert Darnton (professor e diretor da biblioteca de Harvard, e fundador do “Gutenberg-e Program” da American Historical Association que busca estabelecer altos padrões de qualidade para a publicação eletrônica) alerta que o sistema de atribuição de preços da Google é “um ponto de virada no desenvolvimento do que chamamos de sociedade da informação. Se chegarmos a um equilíbrio errado nesse momento, interesses privados podem pesar mais que o bem público por um futuro enxergável, e o sonho do Iluminismo pode estar mais fugidio que nunca.”
 
Espera-se que o slogan da Google “Don't be evil” (“Não seja do mal”), utilizado em referência ao fato de que grandes corporações frequentemente maximizam seus lucros de curto prazo com ações que destróem sua imagem e posição competitiva a longo prazo, venha a prevalecer, e que o sonho Iluminista permaneça vivo.
 
PS: Ruy é Professor Associado do Centro de Informática da UFPE e escreve ao Blog de Jamildo sempre às segundas.
 

La tendencia de los grandes archivos mundiales consiste en digitalizar su acervo y ponerlo a disposición de cualquier usuario
 
 
Por Eleonora Vallazza
Para LA NACION


Hasta hace apenas unos años, visitar algunas de las mejores bibliotecas del mundo era un privilegio al alcance de aquellos –pocos, poquísimos– que podían permitirse semejante inversión de tiempo y dinero. Hoy, el desarrollo de la informática y la expansión omniabarcativa de Internet han permitido que el conocimiento se democratice al punto de que cualquier usuario de la web puede visitar, entre otras, las bibliotecas del Instituto Cervantes, la Nacional de Francia y la de la Unión Europea sin moverse de su casa, a golpe de clic. Esto significa, ni más ni menos, que buena parte del acervo libresco de la humanidad empieza a estar disponible para cualquiera, en cualquier momento y en cualquier lugar. Internet no necesariamente representa una utopía del conocimiento, pero en la vastedad de su océano hay islas cuyo paisaje se parece mucho al de la globalización del saber. Su impacto dependerá de las inquietudes del usuario. El impulso que las bibliotecas digitales han cobrado en el último tiempo marca un nuevo desafío para aquellos de veras interesados en descubrir los grandes tesoros de la cultura universal.


Definitivamente, la tendencia que rige las políticas de las principales bibliotecas del mundo consiste en digitalizar los archivos y acercar sus materiales a los usuarios de todo el planeta. Para el internauta de habla hispana, la principal referencia es la gran colección virtual que espera en el sitio de la Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, inaugurada en 1999. La biblioteca alberga más de 30.000 obras, que van desde los grandes clásicos de la literatura española hasta la documentación relativa a la Conquista, pasando por la poesía contemporánea de ese país y una importante selección de los trabajos literarios, históricos y jurídicos de América latina. El objetivo de ese proyecto es digitalizar el mayor patrimonio bibliográfico, documental y crítico de la cultura de España y América, y para ello se organiza con varias bibliotecas. Una serie se les dedica a grandes figuras de la cultura hispanoamericana; otra, a documentos textuales y audiovisuales que no sólo abarcan un amplio espectro cultural sino que, además, permiten el acceso a otros grandes archivos, como los Manuscritos de América (en las Colecciones Reales) o la Biblioteca José Toribio Medina de Chile y la Biblioteca Nacional de México. Una vez allí, el usuario encontrará un link que lo lleva a la Biblioteca de Autor Miguel de Cervantes, desde donde puede acceder a la obra completa del autor del Quijote, en distintos formatos y ediciones.


A pesar del abismo que separa las economías de Europa y América latina, hay que decir que el desarrollo on-line de las bibliotecas de nuestro continente tiene poco que envidiarles a los proyectos de España o Francia, entre otros países. Un buen ejemplo es la Biblioteca Digital Andina (), que busca contribuir al conocimiento, preservación y divulgación de la cultura andina, y fortalecer la identidad común (en este caso, no tanto por la inclusión de obras clásicas y ensayos sobre la cultura andina, sino también y sobre todo, por la digitalización de obras que estudian la peculiaridad de las lenguas aborígenes de la región). Este proyecto pertenece a la Secretaría General de la Comunidad Andina y allí el lector interesado encontrará las bibliotecas nacionales y las de las universidades públicas y privadas de Bolivia, Colombia, Ecuador, Perú y Venezuela. Curiosamente, los recursos financieros, humanos y tecnológicos son fruto del aporte del Ministerio de Relaciones Exteriores del Gobierno de Francia, que se vehiculizan a través de la Agregaduría de Cooperación para los Países Andinos en la Embajada de Francia en el Perú y el Instituto Francés de Estudios Andinos (IFEA).


En América latina, la posibilidad de disponer de obras digitalizadas de diferentes épocas, naciones, autores y temáticas nunca es sencilla, y tal vez el caso más extremo sea el de Cuba. Sin embargo, aun allí hay proyectos que, con notable esfuerzo, intentan trasladar su realidad cultural a la pantalla de la computadora. En Cuba, la Fundación por la Libertad de Expresión es una organización no partidista sin fines de lucro que apoya el crecimiento de la prensa libre en la isla, y en su portal, promueve las actividades de las bibliotecas independientes cubanas. Este proyecto, disponible en www.bibliocuba.org , refleja el trabajo realizado por la red de bibliotecas independientes fundadas desde 1998. Debido a cuestiones propias de las realidad sociocultural cubana, digitalizar las colecciones de las bibliotecas resulta prácticamente imposible; por eso, este sitio ofrece, por un lado, las direcciones de las bibliotecas (que al mismo tiempo requieren donaciones de material bibliográfico y hasta de materiales de oficina, como lápices, bolígrafos y papel), y por el otro, una serie de artículos escritos por periodistas e intelectuales cubanos disidentes. Estas bibliotecas se desenvuelven en casas particulares, donde las grandes colecciones personales se ponen a disposición de todos los vecinos; su versión on-line reproduce ese mismo proceso pero a escala global. En Cuba, todo aquel particular que quiera fundar una biblioteca independiente debe poseer como mínimo 300 libros y conocimientos elementales de bibliotecología; su desarrollo virtual pretende evitar cualquier forma de censura en temas, autores, ideologías y religiones, lo cual se convierte en una forma impensada de activismo cultural.


Digitalizar los archivos de una biblioteca implica costos altos. En países como Francia, la cuestión presupuestaria no representa un obstáculo insalvable, y tal vez por eso el espacio virtual Gallica de la Biblioteca Nacional Francesa, está tan bien desarrollado. Gallica se creó en 1998 y se actualiza mes tras mes. En su interior hay más de 90.000 obras y 80.000 imágenes, y tanto material la ha convertido en una de las principales bibliotecas digitales a las que se puede acceder actualmente. Su colección se organiza por disciplinas (derecho, economía, ciencias políticas, historia, literatura, ciencias y filosofía) y, aunque privilegia la cultura francófona, también incluye obras clásicas extranjeras en su idioma original y traducidas. En una vía menos oficial y sistematizada que la de Gallica, el internauta bibliófilo tiene a mano otros sitios dedicados a la cultura del país de Voltaire, como la Biblioteca de Poesía Francesa , donde pueden leerse más de 6000 poemas en lengua francesa, en un arco temporal que va de la Edad Media a principios del siglo XX. Ambas bibliotecas se complementan y colocan a Francia en la vanguardia de este segmento cultural.


Con la mira puesta en el futuro, la Unión Europea creó el programa eContentplus, parte integrante del proyecto i2010, cuya meta es unir a la sociedad del conocimiento con la industria de los medios de comunicación. La joya del programa es la megabiblioteca Europeana , que funciona desde noviembre pasado y actualmente se encuentra en período de prueba. Europeana albergará más de dos millones de obras, entre imágenes, textos, sonidos y videos. Será la biblioteca virtual más grande del mundo y en ella participan más de cien organizaciones académicas y editoriales (principalmente, miembros de la Koninkljke Bibliotheek, la Biblioteca Nacional de Holanda), además de expertos en informática de toda Europa. Esta biblioteca virtual intenta enriquecer el patrimonio europeo al combinar el espíritu multicultural y multilingüístico con tecnología de avanzada y nuevos modelos de negocios. Un dato importante es que, para poder utilizar sus servicios, no es necesario registrarse, pero aquellos que sí lo hagan tendrán acceso a herramientas que personalizarán el perfil de usuario y, así, permitirán formar parte de las comunidades virtuales en las que se podrá compartir, discutir, e inclusive bloguear su contenido, como una red social en plena biblioteca (virtual). Con este servicio se pone de manifiesto un aspecto muy novedoso en la digitalización de la cultura, que por un lado democratiza el conocimiento y por el otro fomenta la participación de los usuarios en forma activa.
 

Internet no es una utopía del conocimiento, pero estas bibliotecas digitales cumplen el sueño de Borges: transformar el mundo en un libro. O mejor dicho, recorrer el planeta como quien se mueve por un libro, a través de la navegación por la Red. Muchos libros, mapas y documentos históricos están al alcance de cualquier usuario; aunque tal vez hoy no se la vea en toda su dimensión, hay pocas noticias tan buenas como ésa.
 
 
 
Fonte: ADNCultura

De mero espectador, o usuário passou a intervir no conteúdo,  na forma e na estrutura da informação disponível na internet.


 

por Teresa Laranjeiro,  Bibliotecária do Goethe-Institut de Lisboa

 

A Web 2.0 tem provocado uma revolução no modo como as pessoas se relacionam com a Internet. De mero espectador, o usuário passa a controlar o conteúdo, a forma de acesso e a estrutura da informação disponível. Num universo em constante mutação, é responsabilidade do bibliotecário adaptar-se à evolução da tecnologia e dela tirar o melhor proveito.


Nesta palestra, a bibliotecária Teresa Laranjeiro, do Goethe-Institut de Lisboa, analisa um vasto leque de serviços, ferramentas e softwares da Web 2.0 na área das bibliotecas e destaca os mais importantes resultados que a sua implantação pode trazer para o serviço e para os usuários. Por meio de exemplos concretos, são identificadas as melhores práticas na área e discutidos os paradigmas reservados para o futuro.    

Data e Local:
10 de março de 2009 - 3ª feira - 19h30
Instituto Cervantes de São Paulo
Av. Paulista, 2439  - Térreo

Estação do metrô Consolação
Estacionamento conveniado: Vaz (Av. Paulista, 2.440)

Haverá um  Welcome Coffee.

Idioma: Português

Capacidade do auditório - 80 vagas
Entrada franca
Duração: 90 minutos
Informações através do e-mail
biblioteca@saopaulo.goethe.org  ou  por telefone (11) 3296-7001, com Ana Teresa ou Bethe.

 

 

Palestra Gratuita:Arquitetura de Informação e as novas exigências da Web Contemporânea.

 

O objetivo é mostrar o papel fundamental do Arquiteto de Informação no mercado de tecnologia e mídia online brasileiro e as oportunidades de trabalho à medida em que o Brasil se transforma num dos principais exportadores e consumidores de Tecnologias da Comunicação e Informação. 1º Palestrante - Guilhermo Almeida dos Reis // 2ª Palestrante - Thaís Campas // 3º Palestrante - Sthefan Gabriel Berwanger


Data:
7/3/2009
Horário: 10h às 13h15 horas

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